quinta-feira, 29 de março de 2012

GESTÃO/NEGÓCIOS - Veja quais são os 7 livros essenciais para os administradores

A Chave no Negócio - Principe Chaveiro

Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 16/12/2011 13:56

SÃO PAULO – A leitura é umas das melhores formas de se adquirir conhecimento e, para cada área profissional, existem aqueles títulos simplesmente imprescindíveis. No processo de aprendizado de engenheiros, advogados, médicos, jornalistas, enfim, de qualquer profissional, alguns títulos vão ser úteis para expandir a mente.
Mas, no processo de formação de um administrador de empresas, quais são os livros indispensáveis? Quais são os títulos que não se pode deixar de ler, principalmente durante a graduação? A equipe InfoMoney, contando com a ajuda de coachs e professores focados no mundos dos negócios, elaborou uma lista com 7 obras importantes para esses profissionais:

Trabalho em Equipe

Os 7 hábitos das pessoas altamente eficazes (Stephen Covey / Ed. Best Seller)
- Esta primeira sugestão é do consultor empresarial da Caput Consultoria, Flávio Moura. O consultor explica que o principal aprendizado proporcionado pelo livro é que,“para que existam mudanças, é necessário modificar sua forma de interpretar o mundo”.
Moura ainda mostra que o autor trata dos hábitos profissionais. “Ele fala de autodomínio, crescimento da personalidade, trabalho em equipe, cooperação, comunicação e renovação contínua”.

O Tempo é Um Fator Critico

O Verdadeiro Poder (Vicente Falconi / Ed. INDG)
- Outra sugestão de Flávio Moura. “Nesse livro, Vicente Falconi relata suas experiências e diz que três fatores são fundamentais para a obtenção de resultados: liderança, conhecimento técnico e método”, explica.
De acordo com o consultor, Falconi apresenta uma visão diferente da que muitos gestores estão acostumados a ter, ou seja, muito mais racional, agindo menos como o “dono da razão”. É um texto que estimula a reflexão sobre formas de buscar alternativas para evitar a derrota e alcançar o sucesso corporativo.

Achados e Perdidos - Propaganda a Arma do Negócio

A Estratégia do Oceano Azul (Chan Kim / Ed. Campus)
- “Auxilia a pessoa a expandir suas técnicas e sua mente”, analisa o diretor executivo da Sociedade Latino-Americana de Coaching, Mike Martins. Resumidamente, esse livro relata casos de empresas que estavam nadando no “oceano vermelho”, ou seja, em um ambiente altamente competitivo e concorrido, focando apenas no concorrente, em vez de focar em si.
O livro mostra como é mais importante para as empresas focarem nelas mesmas do que se concentrar apenas nos movimentos da concorrência. Investir em inovação é a resposta para nadar no “oceano azul”, ou seja, naquele que pode proporcionar muito mais lucros.
A Cópia Pode Ser Uma Solução - Neymar

A Arte da Guerra (Sun Tzu)
- Mike Martins também recomenda este livro, considerado há muito tempo indispensável para quem atua no mundo dos negócios. Mas Martins alerta que “apenas uma primeira leitura não basta”. O livro trata de estratégias baseadas na análise SWOT - Strengths, Weaknesses, Opportunities e Threats (Pontos fortes, Pontos fracos, Oportunidades e Ameaças).
O autor mostra que o profissional ou mesmo a empresa deve, antes de tudo, conhecer a si, pois só assim conseguirá utilizar seus talentos para atingir suas metas. É essencial que o livro seja lido e relido, sobretudo, para que seja possível contextualizá-lo no dia a dia.

A Religião e o Amor nos Negócios

Empreendedorismo: Transformando Ideias em Negócios (José Dornelas / Ed. Elsevier Campus)
- Este título é indicação do coordenador de graduação da Trevisan Escola de Negócios, professor Dalton Viesti.
“Um livro que fala dos principais conceitos de empreendedorismo e chama a atenção para todas as ligações importantes com o mundo da gestão”, explica Viesti.
Inovação a Gênese do Emprendedorismo

Marketing na Era Digital - Conceitos, Plataformas e Estratégias (Martha Gabriel / Ed. Navatec) -
Segunda sugestão de Dalton Viesti, ressaltando que é “o primeiro livro sobre o assunto com conceitos mercadológicos numa boa mistura de teoria com prática”.
A Irritação Detona no Mínimo com 50% do Negócio

Gestão Estratégica: da empresa que temos para a empresa que queremos (Eliezer Arantes da Costa / Ed. Saraiva)
- “Dentre os autores brasileiros que tratam de administração estratégica, este livro proporciona a quem quer saber mais sobre estratégia uma dinâmica textual agradável, com revisão de conteúdos importantes, mas acima de tudo proporciona adequação aos processos estratégicos à realidade nacional”, explica o coordenador dos cursos de administração da Veris Faculdades, Francis Regis Irineu.
Irineu ainda pontua que é uma obra fundamental para o administrador moderno, pois trata desde a motivação estratégica das organizações até o aprofundamento das aplicações e práticas de gestão estratégicas, passando pelas estratégias baseadas na teoria dos jogos.

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JUSTIÇA - STJ veta ampliação de provas para comprovação de embriguez do motorista

Da Café pra Eles!!!

Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 28/3/2012 18:46

SÃO PAULO - O STJ (Supremo Tribunal de Justiça) definiu, nesta quarta-feira (28), que apenas o teste do bafômetro e o exame de sangue poderão comprovar a embriaguez do motorista em uma ação penal.
A posição foi definida por cinco votos a favor da decisão, contra quatro votos apoiando a ampliação dos meios de provas.
Na opinião da maioria dos ministros, a Lei Seca trouxe critério objetivo para a caracterização do crime de embriaguez, certificado pelo artigo 306 do Código de Trânsito Brasileiro. É necessária a comprovação de que o motorista esteja dirigindo sob influência de pelo menos seis decigramas de álcool por litro de sangue e que esse valor só pode ser atestado por meio de exame de sangue ou pelo teste do bafômetro.
“Se o tipo penal é fechado e exige determinada quantidade de álcool no sangue, a menos que mude a lei, o juiz não pode firmar sua convicção infringindo o que diz a lei”, afirmou a ministra Maria Thereza, que foi responsável pelo voto que decidiu a votação.
Qualidade da leis
O desembargador convocado para votação, Adilson Macabu, informou que na prática há uma queda significativa na qualidade da lei, no entanto, na sua opinião, isso não dá ao juiz o poder de legislar.
“O trânsito sempre matou, mata e matará, mas cabe ao Legislativo estabelecer as regras para punir, e não ao Judiciário ampliar as normas jurídicas. Não se pode fragilizar o escudo protetor do indivíduo em face do poder punitivo do Estado”, ressaltou Macabu, ao se referir à possibilidade do condutor se recusar a fazer o exame.
O ministro Og Fernandes também criticou a alteração trazida pela Lei Seca, que passa a exigir quantidade mínima de álcool no sangue, atestável apenas por dois tipos de exames, tornando a regra mais benéfica ao motorista infrator.
“É extremamente tormentoso para o juiz deparar-se com essa falha”, declarou. Mas ele conclui: “Matéria penal se rege pela tipicidade, e o juiz deve se sujeitar à lei”. A ministra Maria Thereza de Assis Moura, da mesma forma, lembrou que alterações na lei só podem ser feitas pelo legislador.


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TECNOLOGIA/NEGÓCIOS - Neste ano, lazer e turismo lideram preferência de compras pela internet

Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 28/3/2012 14:16

Propaganda a Alma do Negócio

SÃO PAULO – Neste ano, as compras de lazer e turismo lideram a preferência de compras pela internet dos consumidores, segundo revela estudo O Observador Brasil 2012, realizado pela Cetelem BGN.
Em 2012, 13% dos consumidores pretendem usar a internet para realizar compras relacionadas a lazer e viagem.
O segundo item na lista de preferência dos consumidores é a compra de produtos culturais, com 11% das menções, seguida por eletrodomésticos, TV, Hi-FI ou vídeo, com 10%.
Ainda 8% dos consumidores disseram que pretendem usar a internet para comprar artigos de vestuários, 7% pretendem comprar produtos de saúde e beleza e apenas 2% dos consumidores pretendem usar este meio para a compra de carros novos ou produtos financeiros.
Compras de viagem e lazer por classe e região
Considerando a classe social dos consumidores , o estudo mostra que a AB foi a que mais demonstrou intenção de realizar este tipo de compra pela internet, com 18% dos entrevistados, seguida pela classe DE, com 11% das intenções.
Já na classe C, 10% disseram que pretendiam usar a internet para realizar compras futuras de viagem e lazer.
Região
Considerando as regiões, os consumidores do Norte/Centro-Oeste foram os que mais tiveram interesse em realizar compras futuras de viagem e lazer utilizando a internet, com 17% das intenções.
Em seguida, aparecem as regiões Sudeste (14%), Nordeste (9%) e Sul (8%).
A pesquisa foi realizada entre 17 e 23 de dezembro de 2011, com 1.500
Envolvidos no caso Marka são condenados a pagar até R$ 24 bilhões
Por Leandro Modé, de o Estado de S. Paulo, estadao.com.br, Atualizado: 28/3/2012 23:45



CASO BANCO MARKA - BANDIDOS SEMPRE ARRANJAM COMO ASSALTAR OS COFRES PÚBLICO



SÃO PAULO - A Justiça Federal condenou a BM&FBovespa, o ex-banqueiro Salvatore Cacciola, o BB Banco de Investimento e ex-diretores do Banco Central (BC), entre outros réus, a ressarcir o Estado em dois processos que questionam o salvamento do Banco Marka na época da desvalorização do real, em janeiro de 1999. Em valores atualizados, a causa pode chegar a R$ 24 bilhões.
Como se trata de decisão em primeira instância, cabe recurso. A maioria dos condenados que se pronunciou informou à reportagem que vai recorrer.
A BM&FBovespa, por exemplo, está tão confiante em ser bem-sucedida no recurso que, por ora, não vai provisionar nenhum recurso extraordinário para cobrir a eventual despesa decorrente da condenação. As ações da empresa caíram 2,67% ontem, enquanto o principal termômetro da bolsa brasileira (Ibovespa) perdeu 1,45%.
Embora o juiz Ênio Laercio Chappuis tenha dado a sentença no dia 13 deste mês, o assunto só veio a público ontem, após a divulgação de um comunicado pela bolsa - que tem capital aberto e é obrigada a fazê-lo sempre que algo extraordinário envolve a companhia.
Na sentença, o juiz não deixa claro quanto cabe a cada réu. Diz apenas que são solidários na condenação.
Uma das ações foi aberta pelo Ministério Público Federal. A outra é uma ação popular de autoria do advogado Luiz Carlos Tanaka. Ambas pedem a condenação dos envolvidos por possíveis atos de improbidade administrativa, além de ressarcimento financeiro por supostos danos ao Erário.
Esses processos têm origem no escândalo Marka-FonteCindam, que começou com a maxidesvalorização do real, em 13 de janeiro em 1999. Na contramão de praticamente todo o sistema financeiro, ambos apostavam no mercado futuro de câmbio na estabilidade do real.
Risco sistêmico.
Na época, o Brasil adotava um regime de câmbio semifixo (chamado tecnicamente de crawling peg). O governo desvalorizava, pouco a pouco, o real ante o dólar. No entanto, em meio às crises da Ásia e da Rússia, o mercado passou a desconfiar da capacidade de o Brasil manter a taxa de câmbio controlada.
Logo no início do segundo mandato do então presidente Fernando Henrique Cardoso, o governo liberou o mercado cambial, o que fez o dólar disparar. No primeiro dia de negociação livre, a moeda americana saiu de R$ 1,21 para R$ 1,32.
O salto pôs em risco os dois bancos que apostavam na manutenção do valor do dólar. Alegando 'risco sistêmico' - perigo de uma quebra generalizada no sistema bancário -, o BC, então sob o comando de Francisco Lopes, ajudou os dois bancos a cobrir o rombo, vendendo dólares por cotação inferior à do mercado.
Por isso, nos mesmos processos, o BC é acusado de desviar dinheiro público para ajudar as duas instituições em detrimento do resto do sistema.
Segundo a BM&FBovespa, o valor da condenação chega a R$ 8,4 bilhões em valores de 1999. Mas o juiz determinou que sejam abatidos desse valor os R$ 5,4 bilhões que o BC ganhou na ocasião. Os R$ 24 bilhões atualizados são uma estimativa dos analistas do Deutsche Bank.
As ações civis públicas correm na 22.ª Vara Cível do Distrito Federal, e foram instauradas entre 20 de abril de 1999 e 25 de junho de 1999. O juiz Chappuis também condenou os responsáveis e beneficiários dessas operações ao pagamento de indenizações. (COLABOROU EULINA OLIVEIRA)




Abraço e Sucesso a Todos
Olimpia Pinheiro
Responsável Comercial E-Commerce PDG
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Programação CINENEGÓCIOS no Facebook:
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*Se você precisar de informações sobre imóveis:
1- Negociação e Venda de Imóveis.
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*Se você precisar de informações sobre consultoria de gestão organizacional:
2- Consultoria Organizacional Interim Manager/Arquiteturada da Inovação - Breakthrough.
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*Se você precisar de informações sobre cinema:
3- Cinema Como Recurso Pedagógico.
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IMÓVEIS - RJ: bairros da zonal Sul têm as maiores valorizações imobiliárias, diz estudo


Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 28/3/2012 18:26
SÃO PAULO – O mercado imobiliário do Rio de Janeiro apresentou algumas mudanças no ano passado. Os bairros de Ipanema e Leblon, por exemplo, que sempre despontaram nas pesquisas de compra e venda de imóveis, cederam espaços para dois novos bairros da zona Sul: Lagoa e Gávea.
Os dois bairros apresentaram, em 2011, valorizações expressivas nos preços médios do metro quadrado. Na Lagoa, a variação foi de 91,5%, para apartamentos de 1 quarto, passando de R$ 8.107 o metro quadrado para R$ 15.523.
Gávea
Para imóveis de 3 quartos, a Gávea se destacou com uma valorização de 46%, com o valor do metro quadrado passando de R$ 8.732 para R$ 12.751, entre janeiro e dezembro do ano passado.
“Um dos motivos para a valorização da Lagoa é a grande demanda, especialmente de estrangeiros e migrantes de outros estados que desembarcam no Rio para trabalhar em empresas multinacionais - muitos deles em projetos ligados ao setor de petróleo ou de engenharia, por conta das obras para a Olimpíada de 2016”, conforme pontua o Panorama do Mercado Imobiliário 2011, relatório elaborado pelo Secovi Rio, na última terça-feira (27).
A Gávea, por sua vez, se beneficiou de sua proximidade com os demais bairros da Zona Sul e com a Barra da Tijuca e ainda pelas contínuas melhorias em infraestrutura. A recente construção de uma das estações da nova linha do metrô também faz parte dos elementos que ajudaram a valorizar a região.
A demanda também foi responsável por uma forte valorização no Jardim Botânico, de 45,7% em 2011, nos imóveis de 2 quartos. Os valores passaram de R$ 7.947 em 2010 para R$ 11.576 em 2011.
Tijuca
Na Tijuca também houve grande valorização nos imóveis, refletindo a consolidação das UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora). O bairro teve a terceira maior valorização do metro quadrado para unidades de 1 quarto: 45,7%.
Com dados de dezembro de 2011, o relatório revelou que os preços mais altos do metro quadrado estão concentrados no Leblon. O metro quadrado de um imóvel de 4 quartos saiu por R$ 17.757 no período e o de um imóvel de 3 quartos ficou em R$ 16.665.


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HUMOR - PIADAS DIVERSAS
JUDEUS E PREFEITOS

Kung-fu Judeu

Senhor prefeito, aqui está a relação dos nomes das pessoas que estão descontentes com o seu governo.
- Está em ordem alfabética?
- Sim senhor, é a lista telefônica do município
.



Um prefeito do interior queria construir uma ponte e chamou três empreiteiros: um alemão, um americano e um brasileiro.
- Faço por US$ 3 milhões - disse o alemão. - Um pela mão-de-obra, um pelo material e um para meu lucro.
- Faço por US$ 6 milhões - propôs o americano. - Dois pela mão-de-obra, dois pelo material e dois para mim, mas o serviço é de primeira.
- Faço por US$ 9 milhões - disse o brasileiro.
- Nove? - espantou-se o prefeito - Caro demais! Por quê?
- Três para mim, três para você e... três para o alemão fazer a obra!!
- Fechado!!!!!!!!!! - disse o prefeito
Judeu Ortodoxo



Os cinco judeus que mais mudaram a forma de ver o mundo foram:
Moisés, quando disse: "a Lei é TUDO..."
Jesus, quando disse: "o Amor é TUDO..."
Marx, quando disse: "o Capital é TUDO..."
Freud, quando disse: "o Sexo é TUDO..."
Depois veio Einstein e mandou tudo à merda quando disse: "TUDO é relativo".







Salim estava jantando e ficou ouvindo o barulho da água, pensando na sua empregada Jacira tomando banho...
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho...
Mastigava a comida e pensava na Jacira tomando banho...
Até que se levantou da mesa e foi até o banheiro.
Bateu na porta:
- Jacira, você está tomando banho?
- Estou, seu Salim.
- Jacira, abre o borta pra Salim.
- Mas, seu Salim, estou nua!
- Jacira, abre o borta pra Salim... Jacira, abre o borta pra Salim..
Jacira não resiste e acaba abrindo a porta.
Salim entra no banheiro, vê a Jacira nua e pergunta:
- Jacira, quer foder com Salim?
- Mas, seu Salim... eu não sei....
- Jacira, quer foder com Salim???
- Sim, quero sim, seu Salim!!!
Então Salim põe a mão no registro e diz:
- Não vai foder Salim não!!! Chega de gastar água!!!





Um judeu, em dia de comemoração conjugal, leva sua linda esposa a um restaurante francês de alto nível (a situação recomendava).
Chegando lá, comeram sem olhar preço.
Era tudo felicidade, até que o educado e sorridente judeu pede a conta.
Ao ver a despesa de R$ 600,00, ele se assusta e começa a reclamar:
- "Ei, alto lá! Nós não comemos couvert."
- Estava aí, senhor. Não comeu porque não quis! - dispara o garçom.
- Mas, meu senhor, nós também não tomamos este champanhe francês, que nem o nome eu sei falar direito.
- Estava aí, senhor. Não bebeu porque não quis! Repete o garçom, ironicamente.
- Meu senhor, e esta sobremesa, além do um preço absurdo, também nós não comemos...
- Estava aí, senhor. Não comeu porque não quis - repete o garçom, debochadamente.
Furioso com o garçom, o judeu dispara:
- Tudo bem: Pago R$ 600,00, menos os R$ 550,00 por você ter transado com a minha mulher...
E o garçom interrompe:
- Epa! Mas isso é um absurdo, eu nem olhei para a sua esposa, senhor.
E o judeu já se levantando, respondeu:
- Estava aí. O senhor não comeu porque não quis





O marido estava em casa assistindo um jogo de futebol, quando sua mulher sai de casa e volta logo em seguida e o interrompe:
- Querido,você pode consertar meu carro ? Ele parou de funcionar logo que saí da garagem.
Ele olhou para ela e disse:
- Consertar seu carro? Você está vendo a logomarca da Fiat na minha testa?
A esposa então pergunta:
- Então você pode consertar a porta da geladeira? Ela não está fechando direito...
E ele respondeu:
- Consertar a porta da geladeira? Você está vendo a logomarca da Brastemp na minha testa?
-Tudo bem, ela disse. Então você pode pelo menos trocar a lâmpada da porta da frente? Ela está queimada a semanas.
E o marido:



Lulallate no Natal

Trocar a lampada da porta da frente? Está vendo a logomarca da Philips na minha testa? Eu não? Não aguento mais você. Vou para o bar!!!
Então ele foi para o bar e bebeu por algumas horas. Ele começou a se sentir culpado pela forma como tratou sua esposa e decidiu voltar para casa e ajudá-la.
Quando ele chegou em casa viu que o carro da sua mulher já estava na garagem.
Ao entrar na casa, ele viu que a luz da porta da entrada foi trocada, foi pegar uma cerveja na geladeira e percebeu que a porta fechava sem nenhum problema:
- Querida - ele perguntou - como todas essas coisas foram consertadas?
Ela disse:
- Bem quando você saiu eu sentei ali fora e chorei. Então passou um jovem muito simpático e me perguntou o que estava acontecendo de errado e eu lhe contei. Ele se ofereceu para consertar tudo, e tudo o que eu tinha que fazer era escolher entre ir para a cama com ele ou lhe fazer um bolo.
O marido disse:
-Então que tipo de bolo você fez para ele meu amor?
Ela respondeu:
-

Helooooouuuuu!!! Você está vendo a logomarca da "Dona Benta" na minha testa?


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 
Brasileiros que recebem de 5 a 10 salários mínimos são os mais satisfeitos com a vida

Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 28/03/2012 16:14
SÃO PAULO - O brasileiro continua com um índice elevado de satisfação com a vida, apesar de ter apresentado leve recuo em março. Entre as faixas de renda, o maior índice de satisfação foi encontrado no grupo que recebe de 5 a 10 salários mínimos.
Nessa faixa de renda, o Índice de Satisfação de Vida no terceiro mês deste ano ficou em 107,5 pontos. Em março do ano passado, o índice havia sido de 110,1 pontos. O segundo maior índice foi o da faixa de renda que ganha de 2 a 5 salários, com índice de 106,2.

Índice geral
As informações são da primeira edição da pesquisa trimestral Termômetros da Sociedade Brasileira, divulgada pela CNI (Confederação Nacional da Indústria) nesta quarta-feira (28).
O índice é de base 100 e, quanto mais alto for, maior a satisfação da população com a vida. O índice geral do brasileiro em março ficou em 104,8 pontos, recuando 0,5% frente ao índice de dezembro do ano passado, quando estava em 105,3 pontos. Em comparação com março de 2011, também houve uma redução de 0,5%.
Alta renda
Ainda falando de faixas de renda, o grupo social de renda mais alta, ou seja, que ganha mais de 10 salários mínimos, teve um índice de 105,7 pontos em março deste ano. Na sequência vêm o grupo que recebe de 1 a 2 salários (103,7) e o que ganha até 1 salário (101,5).
Entre as regiões, no Sudeste é onde a população está mais satisfeita, com um índice de 106,6 pontos, praticamente igual ao apurado em dezembro de 2011. Na sequência aparecem Norte/Centro-Oeste (103,7), Nordeste (103,3) e Sul (103,2).
Por região
A satisfação com a vida também é grande entre os residentes das cidades grandes (com mais de 100 mil habitantes), com índice de 106,1. Por faixa etária, os mais satisfeitos com a vida são os que possuem de 40 a 49 anos, com índice de 105,9. Entre os que possuem de 30 a 39 anos e mais de 50 o índice é bem semelhante, de 105,4 e 105,3, respectivamente.
O estudo também revelou que quem mora na periferia tem um índice de satisfação (106,4) maior do quem mora na capital (105,7) e do que quem mora no interior (104,3). Os mais satisfeitos, entre os níveis de escolaridade, são os que possuem o ensino superior, com índice de 107,3.
Sobre a pesquisa
O levantamento da CNI é feito trimestralmente a partir de pesquisa de opinião pública de abrangência nacional. O atual estudo foi realizado entre 16 e 19 de março de 2012.
TECNOLOGIA/NEGÓCIOS - Criminosos vendem 'likes' no Facebook
Por MURILO RONCOLATO , NAYARA FRAGA , ESTADÃO.COM.BR, estadao.com.br, Atualizado: 28/3/2012 3:05
 
Aplicativos como 'Veja quem visitou o seu perfil' ou 'Mude a cor do seu perfil' não são apenas brincadeiras desagradáveis de algum hacker que quer se divertir. Eles servem também para um esquema fraudulento de venda de 'curtidas' (ou 'likes') a empresas ansiosas por audiência no Facebook.
Uma investigação feita por Fábio Assolini, analista da Kaspersky Lab e integrante do Grupo de Análise e Resposta a Incidentes de Segurança (Aris), revela que cibercriminosos brasileiros vendem pacotes de 'curtidas' que variam de R$ 50, para mil 'likes', a R$ 3.990, para 100 mil 'likes'.
'Uma maneira rápida e fácil, adquira cem mil curtidas em sua fan page no Facebook. Compre este plano, escolha a melhor forma de pagamento que desejar', diz o site que comanda o negócio - encontrado sob os domínios publicidadesonline.com e publicidadesonline.net. Eles foram retirados do ar após Assolini comentar o comércio de 'likes' em um blog.
De fato, a companhia que compra o serviço consegue movimentar o seu perfil na rede social. Mas o que ela pode não saber é que isso é feito às custas de usuários infectados por aplicativos do tipo 'Mude a cor do seu perfil' - gente que não necessariamente admira a marca 'curtida' ou que até acaba ficando com raiva da empresa por ver seu rosto exposto onde ela nunca pensou em estar.
O esquema é totalmente brasileiro, segundo o analista da Kaspersky. Um dos sites estava registrado em nome de um usuário localizado em Goiânia.
Involuntariamente. Para tomar conta de um perfil no Facebook, os cibercriminosos geralmente criam aplicativos falsos com motes apelativos para atrair usuários e convencê-los a baixar o que, na verdade, é uma porta para um malware (software usado para fins criminosos).
A pessoa, sem saber, está instalando um plug-in no navegador (Firefox ou Chrome) que roubará o seu nome de usuário e senha, não importa quantas vezes eles forem trocados.
A menos que o plug-in seja excluído, ele continuará lá como um espião - e com o poder de usar o seu perfil como bem entender. Caso o usuário suspeite ter instalado aplicativos maliciosos ou plug-ins estranhos, é aconselhável verificar as extensões no navegador, segundo Fábio Assolini.
O analista alerta que é provável que o plug-in tenha um nome conhecido, como Adobe Flash Player, um dos mais populares na web e usado como isca em outros ataques virtuais. Essa extensão fará o usuário acessar o Facebook pelo domínio que começa em http:// em vez de https://, que representa o site seguro.
Popular. Especialistas dizem que o Facebook, hoje com mais de 36,1 milhões de brasileiros, costuma ser eficiente na exclusão de aplicativos cuja intenção é espalhar vírus pela rede. Mas, apesar dos esforços, a empresa diz ser necessária a colaboração do usuário. 'Em caso de dúvida, confirme antes com seu amigo se aquela mensagem ou post é segura', disse a empresa em uma de suas campanhas.


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PSICOLOGIA/PSIQUIATRIA - A batalha contra a timidez



16/12/2011 12:17



Cobrir o rosto para esconder nosso sofrimento é uma demonstração típica de vergonha
Por Alberto Peñalba
Da Efe
Você sua frio para falar em público? Sente que o olhar dos outros atravessa seu corpo e revela todos os seus temores? Isso significa que você sofre de timidez, um dos sentimentos mais complexos do ser humano. Em seu livro sobre vergonha, o neuropsiquiatra francês Boris Cyrulnik analisa todos os fatores relacionados a esse medo do olhar alheio.
O que as crianças que se escondem atrás da mãe quando chega um desconhecido tê em comum com as pessoas que enterram o rosto debaixo do travesseiro para que ninguém veja seu sofrimento?
A resposta é a timidez, um sentimento baseado na imagem que a pessoa acredita dar aos demais, analisado a fundo pelo neuropsiquiatra Boris Cyrulnik em seu livro "Mourir de dire: La honte" ("Morrer de falar: a vergonha", em tradução livre).
Atribuir ao outro um olhar severo é a principal causa deste comportamento que, por ser provocado por uma representação do eu, se manifesta com especial virulência durante a adolescência, pois é nessa idade que o jovem começa a fazer seriamente perguntas como "quem sou eu diante dos olhos do outro?".
Embora sentir certa vergonha em algumas ocasiões seja "a prova de um bom amadurecimento biológico e de um bom desenvolvimento das aptidões relacionais, o excesso dela revela uma sensibilidade exagerada próxima à fobia, uma tendência a se despersonalizar para deixar lugar ao outro", indica o especialista francês, de origem russa.
Efe
Esconder as emoções pode transformar o envergonhado em um solitário prisioneiro de suas palavras
Esta importância concedida da opinião dos demais pode significar que um mesmo fato se revista de orgulho dependendo do contexto social onde se desenvolva. Assim, muitos dos funcionários da polícia alemã se sentiram envergonhados diante de seus companheiros quando, entre 1939 e 1942, foram incapazes de cumprir as ordens de assassinar as crianças e judeus da região polonesa de Lodz.
"Já os corajosos homens do 101º batalhão da polícia não sentiram vergonha de executar uma a uma, nas ruas, nos hospitais e nas escolas, as 83 mil pessoas", assinala o autor, referindo-se àqueles homens que, ao contrário, acataram as atrozes ordens de seus superiores.
Vergonha justa e necessária
Como reconhece o autor, cujos pais morreram em um campo de concentração nazista quando ele ainda era criança, os sentimentos de vergonha e culpa são necessários para que nossas relações não se reduzam à violência.
No entanto, o prolongamento deste sentimento em nossa vida di¨¢ria provoca "um mal-estar consciente" que implica a triste ren¨²ncia ao prazer de viver sem essas ataduras, sobretudo quando, segundo o especialista, "se pode sentir vergonha sem motivo para sentir vergonha".
Ao não compartilhar suas emoções com os outros, o envergonhado instala em seu interior uma espécie de alto-falante que faz com que elas se amplifiquem. "A pessoa deseja falar, gostaria de dizer que é prisioneira de sua linguagem muda".
Efe
Muitos réus de processos na Justiça cobrem o rosto, temendo os olhares alheios
Como tratamento, alguns dos afetados por este temor ao olhar alheio se usam do recurso de escrever uma autobiografia em terceira pessoa. Cyrulnik destaca que o fato de dar "forma verbal à sua fratura" e de compartilhá-la por escrito, apesar de seus medos, permite à pessoa "se libertar da imagem do monstro que acreditava ser".
Os animais sentem vergonha?
Na opinião do autor francês, a resposta é sim: os animais sentem vergonha, como demonstram suas observações realizadas no zoológico de San Diego (EUA), onde comprovou que os bonobos, uma espécie de chimpanzé pequeno, cobriam seus olhos com a mão ao se sentirem observados por visitantes desconhecidos.
Estudos analisados por Cyrulnik demonstram que existe uma relação entre este sentimento de timidez e o nível de serotonina, um neurotransmissor ao qual se atribui uma influência decisiva em manifestações humanas, como a raiva e o humor. Conforme diminuem os níveis deste elemento, aumenta o temor perante qualquer informação do exterior, e o sujeito pode chegar a respondê-la com violência.
Mas, na opinião do pesquisador, a genética é "insuficiente para explicar uma trajetória de vida" e o déficit desta substância não é o único causador da vergonha demonstrada pelos primatas. Problemas familiares, por exemplo, podem afetar o comportamento social das crianças, que não desenvolvem as habilidades necessárias para conviver com outras pessoas.
Essas reações podem ser passadas dos pais para os filhos geneticamente hipersensíveis, mas, segundo o escritor, as crianças podem superar seus medos se receberem um "reforço afetivo precoce". Permanecendo atento ao olhar dos outros sem haver rejeição, poderão se transformar em "adultos bons, conformistas, sensíveis e equilibrados".

 

Olimpia Pinheiro
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JUSTIÇA/Procuradora militar critica proposta de ministra
Por Alana Rizzo, estadao.com.br, Atualizado: 28/3/2012 22:53

BRASÍLIA - O Ministério Público Militar revidou a iniciativa da Secretaria de Direitos Humanos de criar um grupo para realizar visitas de surpresa em quartéis. Em tramitação na Câmara, o projeto de lei enviado pela pasta também foi criticado por militares. A procuradora-geral militar, Cláudia Márcia Ramalho Moreira Luz, sustenta que as inspeções para apurar as condições a que os presos são submetidos já fazem parte da rotina do órgão.
'Pode ser desconhecimento da ministra Maria do Rosário. Já fazemos esse tipo de visita e, se ela quiser, pode ir também. Não precisa de lei', disse ao Estado a procuradora, para quem ainda há preconceito contra as instituições militares.
Integrado só por civis, o Ministério Público Militar é responsável pelo controle externo das atividades das Forças Armadas. Duas inspeções são feitas regularmente nas unidades militares. A primeira atende às recomendações do Conselho Nacional do Ministério Público e detalha a situação de presos à disposição da Justiça. A segunda abrange presos administrativos.
'É fato que não conseguimos ir todo mês a todas as unidades, especialmente as de difícil acesso no Norte. Somos 56 procuradores e mais de 2 mil unidades', disse Cláudia. Segundo ela, não há relatos recentes de tortura. 'O que chega a nós esporadicamente são denúncias de maus tratos, e todas são apuradas.'
Recentemente, os procuradores determinaram alterações na infraestrutura de algumas prisões militares para adequá-las à Lei de Execução Penal. Recomendações sobre o uso de algemas nas unidades e nos deslocamentos também foram feitas, assim como a criação de uma unidade para mulheres em Brasília.
Na segunda-feira, a procuradora realizou uma inspeção de surpresa na única penitenciária militar, o Presídio da Marinha, no Rio. O cenário, segundo ela, é melhor que o das unidades civis. 'As celas são arejadas e claras, banheiros confortáveis e com água quente, comida de qualidade, biblioteca e atendimento médico', relatou. Das 105 vagas disponíveis, 31 estão ocupadas.
Na semana passada, o Estado mostrou que a Secretaria de Direitos Humanos enviou ao Congresso projeto que autoriza a entrada nos quartéis para verificar a que condições estão submetidos os presos militares. As visitas fazem parte do Mecanismo Nacional de Prevenção e Combate à Tortura, em tramitação na Câmara.
Em nota, a pasta afirmou que o projeto não se dirige a um tipo específico de instituição. 'O foco central são as delegacias, penitenciárias, instituições de longa permanência de idosos, hospitais psiquiátricos e instituições socioeducativas para adolescentes em conflitos com a lei, onde há o maior número de denúncias.'

 
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ETIMOLOGIA - A arte de bem falar português (antes do novo acordo horto gráfico)

Assim era Bocage.....

Conta-se que Bocage, ao chegar a casa um certo dia, ouviu um barulho estranho vindo do quintal.
Chegando lá, constatou que um ladrão tentava levar os seus patos de criação.
Aproximou-se vagarosamente do indivíduo e, surpreendendo-o ao tentar pular o muro com os seus amados patos, disse-lhe:
-Oh, bucéfalo anácrono! Não te interpelo pelo valor intrínseco dos bípedes palmípedes, mas sim pelo acto vil e sorrateiro de profanares o recôndito da minha habitação, levando meus ovíparos à sorrelfa e à socapa. Se fazes isso por necessidade, transijo... mas se é para zombares da minha elevada prosopopeia de cidadão digno e honrado, dar-te-ei com a minha bengala fosfórica bem no alto da tua sinagoga, e o farei com tal ímpeto que te reduzirei à quinquagésima potência que o vulgo denomina nada.
E o ladrão, confuso, diz:
-Doutor, afinal levo ou deixo os patos?
 
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quarta-feira, 28 de março de 2012

CINEMA - Vá ao cinema, alugue em DVD, dê um jeito, mas assista com o coração na boca a “A Separação”, Oscar de melhor filme estrangeiro
25/03/2012
às 14:00 \ Livros & Filmes

Nós, e eles Simin (leila Hatami) e seu marido, Nader (Peyman Moadi): uma vida privada, primeiro, determinada pelo estado – e, depois, também arbitrada por ele
Nós, e eles Simin (Leila Hatami) e seu marido, Nader (Peyman Moadi): uma vida privada, primeiro, determinada pelo estado – e, depois, também arbitrada por ele
COM O CORAÇÃO NA BOCA
O iraniano A Separação é um desses filmes excepcionais que só de muito em muito tempo surgem – e põem o espectador a nocaute
Em janeiro, quando ganhou o Globo de Ouro de filme estrangeiro em uma antecipação dada como quase certa do Oscar (que se confirmaria), o diretor Asghar Farhadi recebeu o prêmio com sobriedade incomum.
Em voz baixa, disse que, a caminho do palco, pensara se deveria mencionar seus pais, sua mulher, suas filhas, sua equipe – mas resolvera falar apenas de seu povo. “O Irã é um país de pessoas que amam a paz”, falou simplesmente.
Ser iraniano, hoje, é preceder a própria existência de um pedido de desculpas. E essa triste realidade, assim como pais, mulheres e filhas, é o ponto a partir do qual o excepcional A Separação (Jodaeiye Nader az Simin, Irã, 2011), se expande em círculos cada vez mais abrangentes e explosivos, até abarcar praticamente todo tópico e preconcepção que se poderiam levantar sobre o Irã hoje.
Impulsos divergentes rumo à religião e ao secularismo, à arbitrariedade e ao direito
Abarcá-los e, então, retalhá-los, expondo suas complicadas vísceras com uma paixão e uma premência que, por si só, já nocauteariam o espectador. Não bastasse tal ferocidade, A Separação é ainda uma magnífica peça de cinema, construída sobre um roteiro superlativo, visualmente executada de forma a fazer o que está no papel repercutir muito além do que se poderia pôr em palavras e confiada a atores que compartilham com seu diretor a necessidade de se expressar.
É o tipo de filme, enfim, que só de muito em muito tempo surge, seja onde for. Mas que tenha surgido do Irã, neste momento em que o país se converte no fulcro principal da instabilidade geopolítica, é oportuno: quanto mais o presidente Ahmadinejad vocifera suas ambições aniquiladoras, mais se torna necessário compreender sobre que base se assenta sua loucura.
E essa base, como vista por Farhadi, é tudo menos homogênea: é múltipla e fraturada, dividida entre impulsos divergentes rumo à religião e ao secularismo, à arbitrariedade e ao direito. É, portanto, uma sociedade cheia de espaços indefinidos entre seus diversos compartimentos, espaços esses propícios à fricção e ao imprevisto – uma visão que a trama espelha até em seu próprio desenrolar.
Vitoriosos sobre a censura O diretor Farhadi e o ator Moadi no Globo de Ouro: a pestanejada dos censores lhes rendeu 3 milhões de espectadores só em seu país
VITORIOSOS SOBRE A CENSURA -- O diretor Farhadi e o ator Moadi no Globo de Ouro: a pestanejada dos censores lhes rendeu 3 milhões de espectadores só em seu país
O rompimento de mentira começa a se tornar verdadeiro
Na primeira cena de A Separação, um homem e uma mulher estão sentados de frente para a câmera – a qual ocupa o lugar do juiz que os ouve. Simin e Nader (Leila Hatami e Peyman Moadi) conseguiram um visto para sair do país.
Simin quer emigrar já e tirar dali Termeh, a filha de 11 anos. Seu marido, Nader, planejava ir junto – mas agora o pai dele está com a doença de Alzheimer. Solução: o casal se divorciará, e assim a mulher poderá viajar sozinha. Mas, na hora de dizer ao juiz que concorda que a menina vá junto, o marido negaceia; ele ama a filha e não consegue se imaginar sem ela.
Ora, se ele ama verdadeiramente Termeh, diz a mulher, então sua obrigação é deixá-la ir. Quem está sendo egoísta, e quem está com a razão? A percepção óbvia é que seria cruel segurar no Irã uma menina inteligente e crítica como Termeh (e a atriz Sarina Farhadi, filha do diretor, claramente é ambas as coisas) – mas ir embora significa também que pessoas instruídas como seus pais devem admitir sua impotência e entregar o futuro aos que insistem em retroceder ao passado.
E o rompimento que era de mentira começa a se tornar verdadeiro. Simin e Nader estão divididos, desde o cerne, sobre a possibilidade de existir numa sociedade como essa.
Trêmula de medo de pecar contra o Islã
Questões bem mais íntimas os dividem também: na dinâmica familiar que aos poucos se esclarece, Simin é uma mulher que por temperamento tende a se acovardar, e Nader é quem tem o hábito de encorajar Termeh a falar por si mesma. Por isso ele teme deixá-la só com a mãe.
Por outro lado, ele é homem, o que num Estado islâmico lhe dá grande vantagem – o que ele pode saber de fato da ânsia de largar tudo? Esses desequilíbrios vão tirar de vez o chão ao casal com a entrada, na história, de seu elemento mais inflamável.
Como Simin saiu de casa, Nader tem de contratar uma empregada para cuidar de seu pai. Chega Razieh (Sareh Bayat), coberta todo o tempo por um shador, receosa de que seu marido desempregado, Hodjat (Shahab Hosseini), descubra que ela passa o dia na casa de um homem tecnicamente solteiro e trêmula de medo de cometer qualquer pecado contra o Islã.
Quando o pai de Nader urina nas calças, ela liga para um religioso para saber se pode trocá-lo (embora não se ouça a pessoa do outro lado da linha, fica claro que a resposta vem cheia de resistências e condicionais).
O inferno desaba sobre os personagens
Razieh não contou a Nader que está grávida, e é possível que, com tanto pano por cima dela, ele não o tenha percebido. Assim, quando patrão e empregada têm um grave desentendimento e ele a empurra porta afora, o inferno desaba sobre Simin e Nader, Razieh e Hodjat – e sobre Termeh e a pequena Somayeh (Kimia Hosseini), filha da empregada, únicas testemunhas reais do que se passou ali.
separacao-cena
Diferenças sociais e religiosas são postas sob um foco nítido: quem está com a razão?
Daí para diante, o filme é um redemoinho, intenso a ponto de provocar palpitação.
Asghar Farhadi já demonstrara seu talento para construir enredos a partir de eventos desencadeantes em Procurando Elly, de 2009, mas aqui o faz com brilho singular. Diferenças sociais e religiosas são postas sob um foco nítido.
Não há tema que o diretor não aborde e vire do avesso
Orgulho masculino, submissão feminina, a conduta do sistema judicial numa teocracia, os pontos de vista de vizinhos e professores, jovens e velhos – não há tema que Farhadi não aborde e vire do avesso. Acima de tudo, porém, está o tema do olhar ainda não adulterado de Termeh e Somayeh sobre a violência e a desrazão do conflito que opõe os dois casais – entre si e um ao outro.
Curiosamente, A Separação escapou ao veto dos censores iranianos e acabou fazendo mais de 3 milhões de espectadores em seu país de origem. Mas não é só com eles que Farhadi quer falar: é com o mundo que ele deseja – precisa – imperiosamente se comunicar.
E, ao espectador que desde aquela primeira cena foi colocado no lugar do juiz, desafia-se: que tente chegar a um – um só que seja – veredito que lhe pareça justo.
(Texto de Isabela Boscov publicado na edição impressa de VEJA)

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