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segunda-feira, 31 de agosto de 2015

PARABÉNS À NORUEGA: SE NÃO HÁ IGREJAS NA ARÁBIA SAUDITA, NÃO HAVERÁ MESQUITAS NA NORUEGA

O MUNDO INTEIRO DEVERIA SEGUIR ESTA SÁBIA DECISÃO DA NORUEGA

Seriedade, Dignidade, Reciprocidade e Coragem !

A Noruega proibiu a Arábia Saudita de financiar mesquitas, enquanto não permitirem a construção de igrejas no seu país. O governo da Noruega acabou de dar um passo importante na hora de defender a liberdade da Europa, frente ao totalitarismo ISLÂMICO.




Jonas Gahr Stor, ministro dos Negócios Estrangeiros, decretou que não seriam aceites os donativos milionários da Arábia Saudita, assim como de empresários muçulmanos para financiar a construção de mesquitas na Noruega. Segundo o referido ministro, as comunidades religiosas têm direito a receber ajuda financeira, mas o governo Norueguês, excepcionalmente e por razões óbvias, não aceitará o financiamento islâmico de milhões de Euros.

Jonas Gahr Stor argumenta que: “seria um paradoxo anti-natura aceitar essas fontes de financiamento de um país onde não existe liberdade religiosa. A aceitação desse dinheiro seria um contra-senso”, recordando a proibição que existe nesse país árabe para a construção de igrejas de outras religiões.

Jonas Gahr Stor também anunciou que a “Noruega levará este assunto ao Conselho da Europa”, onde defenderá esta decisão baseada na mais estrita reciprocidade com a Arábia Saudita.
fdesouche.com

sexta-feira, 28 de junho de 2013


“ATÉ MESMO HAYEK E FRIEDMAN DEFENDEM O BOLSA FAMÍLIA”
por , quarta-feira, 6 de março de 2013





Existe alguma ideia pior do que estatizar a esmola, tornando-a assim um dever para uns e um direito para outros?  Por um lado, trata-se de uma imoralidade criminosa subtrair por meio da força a propriedade alheia; por outro, gera dependência e um incentivo à vadiagem.
Muitas pessoas de bom senso, mesmo sem possuir base alguma na teoria econômica ou na de direitos naturais, rejeitam instintivamente tal ideia.  Apesar disso, a ideia começou a ser implantada no Brasil por FHC em 2001, e hoje está em pleno funcionamento.  Embora seja uma ideia tenebrosa, ela encontra respaldo em muitos pensadores associados ao Liberalismo.  O primeiro deles pode ter sido Thomas Paine.  O escritor que participou da Revolução Americana e da Revolução Francesa idealizou uma proposta de "renda mínima" — talvez se baseando no proviso de Locke, o pensador que é um dos pilares do liberalismo.[1]  Muitos outros autores fizeram propostas semelhantes, como Marx, Keynes e Galbraith, e era esperado que defendessem esse redistributivismo.  Mas é absurdo ver nomes associados à defesa da liberdade dando seu aval a este tipo de espoliação.
Quando F. A. Hayek estava escrevendo sua obra Os Fundamentos da Liberdade, ele estava sendo subsidiado pelo Volker Fund.  Nesta mesma época, Murray Rothabrd trabalhava como consultor para o Volker Fund e, em janeiro de 1958, quando Hayek entregou os catorze primeiros capítulos de seu livro, o Volker Fund pediu a Rothbard que desse sua opinião sobre eles.  A análise de Rothbard, além de devastadora, continha uma acurada previsão de como aquele livro seria usado pelos inimigos da liberdade em prol da causa redistributiva.  Devido a seus erros conceituais — com destaque ao conceito de coerção —, Rothbard o classificou como um péssimo livro, um "livro do mal"; além disso, graças ao status de Hayek, o livro foi considerado também como sendo extremamente perigoso, e Rothbard recomendou que se descontinuasse qualquer suporte à finalização e promoção da obra, já que isso seria destrutivo para a causa da liberdade.[2]
Hayek era considerado um dos mais proeminentes líderes intelectuais pró-livre mercado, e como ele estava defendendo que o estado atuasse em inúmeras funções, Rothbard previu que a oposição iria se utilizar do velho artifício de "mas até mesmo Hayek admite que . . ." para argumentar em defesa de suas posições pró-estado.
A previsão que Rothbard teve instantaneamente, assim que bateu os olhos nos primeiros capítulos da obra de Hayek, vem se concretizando desde então.  Por exemplo, para atacar Ron Paul na última corrida presidencial americana, o "economista" esquerdista Paul Krugman usou Hayek contra os opositores da saúde pública:
No passado, conservadores aceitavam a necessidade de uma rede de proteção garantida pelo governo por razões humanitárias.  E não sou eu quem está dizendo isso; quem disse isso foi Friedrich Hayek, o herói intelectual conservador, que declarou especificamente em O Caminho da Servidão seu apoio a um "amplo sistema de serviços sociais" para proteger os cidadãos de "eventualidades comuns", e especificou a área da saúde.
Outro teórico que é considerado um dos maiores defensores do livre mercado e que também fez inúmeras concessões à atuação do estado foi Milton Friedman; e ele é igualmente utilizado pelos detratores do livre mercado, como constatou Hans-Hermann Hoppe anos depois da previsão de Rothbard:
... fazer concessões em nível de teoria, como vemos acontecer, por exemplo, entre liberais moderados como Hayek e Friedman, ou mesmo entre os chamados minarquistas, não apenas denota uma grande falha filosófica, como também é uma atitude, do ponto de vista prático, inútil e contraproducente.  As ideias destas pessoas podem ser — e de fato são — facilmente cooptadas e incorporadas pelos governantes e pelos ideólogos do estado.  Aliás, não é de se estranhar a frequência com que ouvimos estatistas defendendo a agenda estatista dizendo coisas como "até mesmo Hayek (Friedman) diz — ou, nem mesmo Hayek (Friedman) nega — que isto e aquilo deve ser feito pelo estado!"  Pessoalmente, eles até podem ter ficado descontentes com isso, mas não há como negar que suas obras serviram exatamente a este propósito; e, consequentemente, queiram ou não, eles realmente contribuíram para o contínuo e incessante crescimento do poder do estado.
Hayek e Friedman são mundialmente aclamados como os representantes máximos do livre mercado; logo, este artifício não conhece fronteiras — e no Brasil também foi e é utilizado por estatistas.  O primeiro economista brasileiro a propor um programa de renda mínima foi Antônio Maria da Silveira, no artigo Redistribuição de Renda, publicado na Revista Brasileira de Economia, em abril de 1975 — e, para tal, ele se baseou nos trabalhos dos liberais Friedman e Hayek, além de nos de outros economistas socialistas.[3]  E foi um grande amigo de Antônio Maria um dos maiores responsáveis pela implementação do programa assistencialista no Brasil: o senador Eduardo Matarazzo Suplicy.  Juntamente com o senador Cristovam Buarque, eles podem ser considerados os pais do Bolsa Família. E, exatamente como previsto por Rothbard, também se utilizaram do artifício "Até mesmo Hayek e Friedman" na defesa de suas propostas:
Podemos encontrar defensores da renda mínima e do imposto de renda negativo dentre aqueles que se posicionaram com mais eloquência em favor do capitalismo.  Friedrich A. von Hayek, ganhador de um prêmio Nobel de Economia, defende, em O caminho da servidão (1994), no capítulo sobre segurança e liberdade, proteção contra privações físicas severas e garantia de que um mínimo de meios de subsistência deve ser dado a todos.  George Stigler (The economics of minimum wage legislation, American Economic Review, n. 36, jun. 1946) mostrou que o imposto de renda negativo seria a melhor forma de proteger a remuneração daqueles que, de outra forma, ganhariam muito pouco. Milton Friedman popularizou a defesa do imposto de renda negativo como o instrumento mais eficiente no combate à pobreza (Capitalism and freedom, University of Chicago Press, 1962).[4]
Hayek e Friedman poderiam discordar de determinadas particularidades do Bolsa Família ou de outros programas de renda mínima, mas o fato de eles aceitarem conceitualmente um programa estatal de amparo aos necessitados já serviu para desmantelar qualquer oposição que poderia existir a estes programas.  Inclusive, Hayek e Friedman parecem discordar entre si nas particularidades de seus programas.  Hayek declarou que era totalmente contra o programa de Imposto de Renda Negativo de Friedman, e que concordava com a refutação que Henry Hazlitt havia feito dele.  Não obstante, a proposta de Friedman parece ser menos ruim que a de Hayek, pois Friedman a desenvolveu para ser apenas um substituto de outras ações assistencialistas do estado.  E mais, Hayek é mesmo uma figura confusa, parecendo discordar dele próprio.  Nesta entrevista realizada anos após a publicação de suas principais obras, ele se posiciona contra qualquer tipo de redistribuição de renda, pois estas políticas seriam discriminatórias ao fazerem distinção entre diferentes grupos de pessoas — uma posição irreconciliável com seus escritos anteriores.
Friedman também discordou de particularidades de outros programas, como o EITC (Earned income tax credit), mas concordou com o princípio redistributivista, como mostraram Suplicy e o professor Philippe Van Parijs[5] em entrevista que realizaram com Friedman.  Respondendo a uma questão sobre o EITC, Friedman diz:
O EITC contribuiu para erradicar a pobreza nos EUA.  Eu não acredito que tenha sido uma ferramenta extremamente eficiente devido à forma particular pelo qual ele se integra ao imposto de renda.  Tem dado margem a abusos.[6]
E quando Suplicy pede para Friedman comparar sua proposta de Imposto de Renda Negativo à do renda do cidadão, Friedman diz que ambas são semelhantes, como o professor Philippe Van Parijs comenta: "Esta é uma afirmação muita clara da equivalência formal entre os dois esquemas, o que sugere que Friedman é tão a favor de uma proposta quanto de outra".[7]
Detalhes a parte, o maior erro de Hayek e Friedman foi o de não considerarem um princípio elementar de ética e justiça.  Para haver qualquer forma de renda mínima, esta renda tem de vir de algum lugar.  Se o amparo aos mais necessitados vem de Igrejas, instituições ou indivíduos privados, a renda tem origem voluntária, por meio de doações de pessoas que desejam destinar parte de seus bens para caridade.  No entanto, se é o estado quem fornece a renda mínima, então este recurso é obtido por meio da agressão ou da ameaça de agressão física dos produtores, isto é, por meio do roubo.  Frédéric Bastiat expressou brilhantemente este princípio em 1850:
é-me impossível separar a palavra fraternidade da palavra voluntária.  Eu não consigo sinceramente entender como a fraternidade pode ser legalmente forçada, sem que a liberdade seja legalmente destruída e, em consequência, a justiça seja legalmentedeturpada. A espoliação legal tem duas raízes: uma delas, como já lhe disse anteriormente, está no egoísmo humano; a outra, na falsa filantropia.[8]
Se algo é compulsório, então não é caridade mas sim agressão.  O conceito de caridade compulsória é contraditório, pois considera apenas o recebedor e ignora o espoliado.  Se caridade significa ajudar, quem é que está ajudando a pessoa que está sendo obrigada, sob a mira de um revólver, a entregar parte de sua renda para que ela seja dada a outra pessoa?  É esta a base de qualquer programa de redistribuição de renda feito pelo estado, pois para haver algo para distribuir é necessário que este algo tenha sido previamente produzido e retirado à força dos produtores.  'Não é seu para dar' é um conceito que até pouco tempo era amplamente compreendido até mesmo por políticos socialistas, como Herbert Hoover, que estendeu os tentáculos do estado a inúmeras áreas, mas tinha ressalvas quanto à caridade:
A assistência voluntária era praticamente a única esfera em que o presidente Hoover parecia preferir de todo o coração a ação voluntária à governamental.  No outono anterior, Hoover havia se recusado a convocar uma sessão especial do Congresso para a assistência ao desemprego dizendo que isso era responsabilidade das agências voluntárias.  De fato, a tradição voluntarista ainda era tão forte nessa área, que a Cruz Vermelha opôs-se a um projeto de lei, no começo de 1931, que lhe concederia US$ 25 milhões para prestar assistência.  A Cruz Vermelha declarou que seus próprios fundos bastavam, e seu Presidente disse a um comitê da Câmara que essa verba do congresso "em grande medida destruiria a doação voluntária".  Muitos líderes locais da Cruz Vermelha opunham-se fortemente a qualquer ajuda federal, e até mesmo a qualquer assistência pública de modo geral, de modo que o projeto de lei, após passar pelo Senado, foi derrubado na Câmara. Muitas organizações privadas de caridade, filantropos e assistentes sociais tinham a mesma opinião.[9]
É inegável que Hayek e Friedman colaboraram muito na luta contra a tirania estatal.  Porém, eles não são nem de longe os autores que melhor representam a liberdade; e é inegável também que eles apoiaram muitas posições contrárias à liberdade.  E é exatamente por causa de todas as concessões que estes autores fizeram aos estatistas, que a esquerda os alçou à posição de maiores e mais radicais representantes do livre mercado, ao passo que pensadores realmente radicais como Mises e Rothbard foram jogados para fora do debate.  Hayek e Friedman são os inimigos que a esquerda adora odiar.  De fato, eles não são inimigos — eles fazem parte da esquerda, e são aceitos e respeitados pelo mainstream (que é esquerdista).[10]
Libertários não seguem pessoas; nós seguimos ideias.  Aqui mesmo no Instituto que leva seu nome, criticamos diversas ideias de Ludwig von Mises, e não pretendemos fazer "culto à personalidade" nem de Mises, nem de Rothbard e nem de ninguém.  Mas o fato é que alguém inevitavelmente será identificado como o líder intelectual de um movimento, e a esquerda já nomeou os atuais "líderes". Não temos líderes, mas se existem pessoas cuja obra representa melhor a defesa da liberdade, estas pessoas são Mises e Rothbard.



[1] A proposta de "dividendo universal" de Paine, que garantiria uma renda mínima a todos, é baseada em sua ideia de que todo ser humano do planeta é coproprietário da terra apenas em virtude de ter nascido neste planeta e de estar vivo. Já o proviso de Locke dizia que os indivíduos podiam se apropriar da terra 'misturando seu trabalho a ela', contanto que sobrasse o suficiente para que outros também pudessem se apropriar de porções semelhantes.  Veja a refutação do proviso lockeano em Rothbard, capítulo 29 do A Ética da Liberdade; Hoppe, pág. 410 et pass. The Economics and Ethics of Private Property; e de Jasay, págs. 188 e 195 do Against Politics.

[2] Dois anos depois, quando Rothbard recebeu e analisou a obra completa, ele elogiou a erudição da obra — principalmente pelo valioso conteúdo de suas notas — e enalteceu alguns capítulos específicos, mas no geral sua avaliação continuou a mesma. Hayek havia fracassado monumentalmente em sua tentativa de estabelecer um sistema em prol da liberdade. Murray N. Rothbard vs. the philosophers: unpublished writings on Hayek, Mises, Strauss, and Polanyi, capítulos 2 e 3, Roberta Adelaide Modugno — Auburn, Alabama: Ludwig von Mises Institute, 2009.  Para uma crítica devastadora de Os Fundamentos da Liberdade, veja: F.A. Hayek e o conceito de coerção, em A Ética da Liberdade, Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010, capítulo 28.

[3] Homenagem a Antônio Maria da Silveira, Eduardo Matarazzo Suplicy.

[4] SUPLICY, Eduardo Matarazzo e BUARQUE, Cristovam. Garantia de renda mínima para erradicar a pobreza: o debate e a experiência brasileiros. Estud. av. [online]. 1997, vol.11, n.30

[5] O professor Philippe Van Parijs, da Universidade Católica de Louvain, é um filósofo e economista político belga, conhecido como proponente e principal defensor do conceito da renda mínima. É um dos fundadores e secretário-geral da "BIEN", "Basic Income European Network" (Rede Europeia da Renda Básica), fórum que defende a instituição de uma renda básica em todas as nações.

[6] UM DIÁLOGO COM MILTON FRIEDMAN SOBRE O IMPOSTO DE RENDA NEGATIVOpaper de EDUARDO M. SUPLICY. Basic Income European Network, VIIIth International Congress, Berlin, 6-7 de outubro de 2000.

[7] Ibid., pág. 9.

[8] A Lei, Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010, pág. 24.

[9] A grande depressão americana, Instituto Ludwig von Mises Brasil, 2010, pág. 281.

[10] "The Hayek Myth", PFS 2012, Hans Hermann Hoppe.


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1º - TRABALHO DA MULHER IMPULSIONA CLASSE MÉDIA SUÍÇA (aqui)


2º - O ORÇAMENTO DA CLASSE MÉDIA SUÍÇA (aqui)



3º - “ATÉ MESMO HAYEK E FRIEDMAN DEFENDEM O BOLSA FAMÍLIA” (aqui)


4º - CONTRATAÇÃO DOS MÉDICOS CUBANOS: O QUE HÁ POR TRÁS DISSO? (AQUI)


5º - O QUE REALMENTE ESTÁ POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL? (AQUI)



6º - FORO DE SÃO PAULO E SEU MAPA (aqui)
Basta pesquisar na internet para confirmar, dirigentes dos países participes desta inhaca não são flores que se cheirem, ditadores, corruptos, golpistas, que mantém vínculos estreitos de amizade e negócios espúrios!!! Que bela coisa não deve sair daí!!! Assista aos vídeos abaixo, as matérias, e tire suas próprias conclusões.

quinta-feira, 27 de junho de 2013

COMPARE A VIDA DOS PARLAMENTARES SUECOS COM O VIDAÇO DOS PAIS-DA-PÁTRIA BRASILEIROS

09/11/2010
 às 21:42 \ 
O País quer Saber

O vídeo de 2:23 conta como é a vida dos parlamentares suecos. É indispensável conhecê-lo. Veja o que a acontece nas nações civilizadas e pense no vidaço que levam os pais-da-pátria nativos. Eles estão querendo outro aumento. O Brasil que presta tem mais uma briga a comprar.

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1º - CONTRATAÇÃO DOS MÉDICOS CUBANOS: O QUE HÁ POR TRÁS DISSO? (AQUI)

2º - O QUE REALMENTE ESTÁ POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL? (AQUI)

3º - FORO DE SÃO PAULO E SEU MAPA (aqui)

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terça-feira, 30 de abril de 2013

TRATAMENTO PARA DEPRESSÃO E ESTRESSE COM PSICOTERAPIA COGNITIVO COMPORTAMENTAL



Pesquisas indicam que o Treinamento do Controle de Stress é eficaz na modulação da reatividade cardiovascular em momentos de estresse emocional e que auxilia tanto na adesão ao tratamento, quanto na reestruturação do modo de pensar, conduzindo a uma mudança estável e duradoura do estilo de vida, mais compatível com o auto-cuidado necessário no manejo de doenças crônicas (Beck, 2000). Essa modalidade de tratamento envolve um trabalho multiprofissional, que inclui psicoterapia breve focal, de base cognitivo comportamental, direcionada para a aquisição de estratégias de enfrentamento do estresse, e orientações sobre nutrição, exercício físico, relaxamento e respiração profunda (Beck, 2007).

Treino de Controle do Stress (TCS) na hipertensão arterial sistêmica tem sido o objeto de estudos que tentam avaliar sua eficácia, principalmente no que se refere à mudança no estilo de vida, tão essencial para a adesão ao tratamento de doenças crônicas, como a hipertensão (Beck, 2005). Foi verificado que a reatividade cardiovascular do paciente com hipertensão segundo Lipp (2007), em situações de estresse interpessoal, varia em função do nível de estresse em que ele se encontra e também em função das suas características de personalidade (Butler, 2006).

Na década de 60 do século passado, Albert Ellis e Aaron Beck chegaram à importante conclusão de que a depressão resulta de hábitos de pensamentos extremamente arraigados e descreveram os conceitos fundamentais da Terapia Cognitivo Comportamental. Beck observou que humor e comportamentos negativos eram usualmente resultados de pensamentos e crenças distorcidas e não de forças inconscientes como sugerido pela teoria freudiana (Beck, 2000).





Em outras palavras, a depressão podia ser compreendida como sendo decorrente das próprias cognições e esquemas cognitivos disfuncionais. Os pacientes com depressão acreditam e agem como se as coisas estivessem piores do que realmente são. Esta nova abordagem enfatizando o pensamento foi denominada por Beck de "terapia cognitiva" (TC) (Beck, 2000).

Atualmente, conta com mais de 300 ensaios clínicos controlados que atestam sua eficácia, sendo a abordagem psicoterápica com maior amparo empírico (Beck, 2000).
Assim, a Terapia Cognitivo Comportamental tal como desenvolvida por Beck, é a mais bem pesquisada forma de tratamento envolvendo qualquer transtorno psicológico (Butler, 2006). Muitos estudos e metanálises indicam que ela é efetiva no tratamento da depressão, seja leve, moderada ou grave.

A efetividade da Terapia Cognitivo Comportamental na depressão é tão ou mais eficaz do que a farmacoterapia ou outros tipos de intervenções psicológicas, por exemplo, terapia interpessoal ou tratamento de apoio. A Terapia Cognitivo Comportamental tem tido o benefício adicional notado em muitos estudos: provoca resposta mais duradoura em comparação com o tratamento farmacológico e pode proporcionar um efeito substancialmente protetor quanto às recorrências (Susan, 2000).
O controle da depressão e ansiedade pode levar a uma melhor qualidade de vida, com auto cuidado, evitando abuso de substâncias, sedentarismo, e distúrbios do sono, fatores de risco para a hipertensão arterial.



Conclusão

O estudo sobre os fatores de risco para doenças cardiovasculares ,permitiu conhecer suas inter relações e conseqüências na saúde da população. A hipertensão arterial é associada à manifestações emocionais como depressão, ansiedade ,traços de personalidade e qualidade do sono, com a hipótese de que a insônia e a duração do sono desempenham papéis importantes na etiologia da hipertensão arterial em indivíduos de meia-idade que sofrem de depressão.

Estas causas são apontadas como eliciadoras de comportamentos de risco como: comer compulsivo, uso do tabaco, alcoolismo e sedentarismo, para cardiopatias. O tratamento da hipertensão arterial sistêmica representa um desafio para pesquisadores e clínicos de todas as áreas da saúde, apesar dos avanços farmacológicos atingidos nos últimos anos. A equipe multiprofissional é reconhecida como necessária para o sucesso do tratamento, influenciando na resistência do paciente à mudança em hábitos de vida, essencial na terapêutica da hipertensão.



Pesquisas indicam que o Treino do Controle de Stress (TCS) e a Terapia cognitivo comportamental (TCC) como eficazes no tratamento da ansiedade e depressão, também na modulação da reatividade cardiovascular em momentos de estresse emocional, auxiliando tanto na adesão ao tratamento, quanto na reestruturação do modo de pensar, conduzindo a uma mudança estável e duradoura do estilo de vida, mais compatível com o auto-cuidado necessário no manejo de doenças crônicas.A abordagem cognitivo comportamental. está sendo estudada através de ensaios randomizados e metanálises como eficaz no tratamento da depressão e da ansiedade.









































ALGUMAS CONSIDERAÇÕES PRÁTICAS
Fonte: (aqui)

A ansiedade não causa somente a insônia, mas causa também problemas emocionais e metabólicos no físico. Ansiedade em casos mais graves, faz com que a pessoa tenha até mesmo síndrome do pânico, fobia social, e medos de um modo geral. Causa também distúrbios no aparelho digestivo, como dores de barriga, diarreias, cólicas, como também sensações de frio e de calor e sudorese.

Busque tranquilizar-se diante das situações do dia-a-dia e não estar se preocupando excessivamente com o que está por vir.

Existe também outros fatores que afetam, como;

- Horário de dormir
- Alimentação

O melhor horário para se deitar, diante do relógio biológico natural que todos temos, é as 20:00, e acordar as 04:00 da manhã.

Infelizmente na sociedade rotineira que vivemos, é muito difícil ir dormir essa hora. Então o que recomendo é dormir até no máximo umas 23:00 e acordar às 07:00 da manhã, dormindo então por 8 horas.
Mesmo que você não sinta sono, deite na cama nesse horário e acorde no horário que mencionei.
Acontece que, se a pessoa não estiver indo dormir nessa faixa de horário, ela vai começar a desenvolver cedo ou tarde problemas como; síndrome do pânico, depressão, medos e assim por diante.

Mas por que?

Pois das 20:00 horas às 04:00 nosso cérebro libera uma substância, um neurotransmissor, chamado Serotonina. Essa substância está relacionada ao prazer, é a substância do prazer. O que faz a pessoa estar feliz, de bem com a vida, digamos assim.

E acontece que, essa substância só é liberada nesses horários e se a pessoa estiver dormindo e de preferência no escuro.
Se não estiver dormindo entre esses horários das 20:00 às 04:00, ela não é liberada.

Essa substância sem estar sendo liberada ao longo do tempo, vai estar em falta no organismo da pessoa, então vai gerar uma depressão, trazendo tristeza, medos.

Outro fator é alimentação, principalmente antes de dormir.

- JAMAIS ingira produtos que contém cafeína, antes de dormir.
- JAMAIS tome leite antes de dormir (aliás... jamais tome leite na vida, isso irei explicar num outro post aqui no blog em breve).

Pois isso gera um estado mental ativo. Se você for uma pessoa agitada e sensível a cafeína, você deve cortar a cafeína PARA SEMPRE. Assim como eu fiz, por ser sensível a cafeína.
Não sinto falta, não passo mal por não tomar um "cafézinho"! De jeito algum! Me sinto mil vezes melhor do que antes, quando tomava café.
Faça um teste! Verás como uns 2 meses depois você estará muito melhor! Falo isso por experiência própria.

Resumindo, não se preocupe tanto com o "amanhã", ajuste seu horário de dormir diário e corte 100% produtos que contém cafeína.


-> Como resolver a insônia seguindo essas etapas citadas:

- Ao deitar-se na cama, feche os olhos e tente dormir.
- NÃO levante-se, para ir ver TV, para ler um livro ou para fazer algo mais, fique na cama.
- Com isso, uma hora você vai dormir. Muitas vezes não é na primeira noite. Mas você deve persistir todas as noites, sem exceções.
- Acorde às 07:00 da manhã e levante da cama, sem ficar "enrolando".
- Mesmo que você não dormiu nada durante a noite, levante-se da cama e comece seu dia.
- NÃO tome café, chá preto, nem chá verde, pois eles estimulam. Nem de manhã, nem durante o dia (que é onde o sono vai vir). Você não pode estimular durante esse procedimento. Pois isso tudo é uma re-programação que você estará fazendo em sua vida.
- NÃO durma durante a tarde, pois isso vai afetar. E NÃO tome nada estimulante, apenas mantenha-se acordado.
- É difícil, caso você não ter dormido na primeira noite, ficar acordado bem durante o dia, mas você não pode nem cochilar. Se o sono for muito, cochile apenas por uns 30 "no máximo". Programe um despertador para você acordar.
- Com certeza, com a chegada da noite, você irá dormir.

Faça esse procedimento, caso você tenha dificuldades de dormir.


Referências

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Spiegel K., Tasali E., Penev P., Van Cauter (2004). Comunicação Breve E.: Redução de sono em homens jovens saudáveis está associado com os níveis de leptina diminuíram, elevados níveis de ghrelin e um aumento da fome e do apetite. Ann Intern Med., 141:846-850. PubMed.
Suka M. & Yoshida K. H. (2003). Sugimori insônia persistente é um preditor de hipertensão arterial em japonês do sexo masculino. J Occup Saúde 45-350:344, PubMed.
Susan A. Everson. (2000). Hypertension IncidenceIs Predicted by High Levels of Hopelessness in Finnish Men,Hypertension. 35:56.
Urbini F.S., Lipp M.E.N. (abril, 2007). A importância do diagnóstico do stress na urgência hipertensiva em mulheres. Medicina On line - Rev Virt Med.


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SUECO GANHA DINHEIRO DO GOVERNO POR TER OBSESSÃO POR HEAVY METAL

21.12.2012 | Por  | Publicado em Notícias
Heavy Metal
Enquanto isso na Suécia…
Roger Tullgren, de 42 anos, é um senhor que tem uma compulsão por Heavy Metal e não consegue ficar afastado dos discos e shows relacionados ao estilo. Tanto que em 2011 ele foi a nada mais, nada menos do que 300 shows de metal que rolaram em seu país.
Por causa disso, Roger alega que não consegue permanecer em seus empregos por muito tempo, já que o metal não permite que ele mantenha uma rotina com horários certos.
Após ir a três psicólogos e explicar seu problema, Roger conseguiu com que os três atestassem que realmente ele tem uma condição que o impossibilita de trabalhar em tempo integral e que deve receber dinheiro do governo por isso.
Como resultado, hoje ele está trabalhando em meio período como lavador de louças em um restaurante na cidade de Hassleholm e complementando sua renda com dinheiro do governo.
Seu chefe no restaurante disse que ele pode ouvir Slayer o quanto quiser enquanto trabalha, desde que isso não atrapalhe os clientes.
Já pensou se a moda pega?
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quinta-feira, 4 de abril de 2013

PARAÍSO PRÓXIMO
Siga o nosso roteiro de passeios de bate e volta
| Por Time Out Brasil, Time Out Brasil

O Brasil é tão rico em variedade de destinos que não é preciso ir muito longe para conferir belas atrações. Partindo de algumas capitais, dá para fazer ótimas viagens sem se deslocar muito. É o caso de cidades como Brumadinho, a 56 km de Belo Horizonte, onde está localizado o Centro de Arte Contemporânea Inhotim, um dos maiores museus a céu aberto do mundo. Para quem está em Recife, dar uma escapadinha à belíssima praia de Porto de Galinhas ou à Olinda é programa obrigatório. E para quem está em Curitiba, Ponta Grossa (foto) fica a um pulo. Siga a nossa seleção.


BRUMADINHO — BELO HORIZONTE — A pequena cidade de apenas 34 mil habitantes, a 56 km da capital mineira, entrou para o roteiro nacional e internacional de artes após a instalação do Centro de Arte Contemporânea Inhotim, que integra arte, paisagismo e meio ambiente. Ali é possível encontrar obras assinadas por artistas de renome, como a ‘Vegetation Room’ (foto), da espanhola Cristina Iglesias. Saiba mais em: inhotim.org.br


PORTO DE GALINHAS — RECIFE — Uma das mais conhecidas e populares do Nordeste, a praia não deixa a desejar a nenhum dos novos destinos da moda na região, e está a apenas a 60 km de Recife. Durante a temporada, a pequena Vila de Porto de Galinhas tem um clima turístico, com bares, restaurantes e um comércio voltado à moda praiana e a simpáticos souvenirs, como as galinhas de argila.


PORTO DE GALINHAS — RECIFE — Com águas de cor azul-turquesa, as piscinas formadas durante a maré baixa são um convite irrecusável a quem não dispensa um banho de mar. Os arrecifes e corais acolhem uma grande quantidade de espécies de peixes e outros animais marinhos atraindo mergulhadores experientes e novatos. Para os interessados especialmente em cavalos marinhos, a pedida é o Projeto Hippocampus, no Pontal do Maracaípe. Saiba mais em: turismobrasil.gov.br


OLINDA — RECIFE — Localizada a apenas 7 km de Recife, a cidade de ladeiras foi fundada em 1535. Seu casario colorido abriga diversos ateliês de artistas e suas ruas são tomadas pelos foliões durante os festejos de Carnaval. A Igreja da Sé, construída em 1537 é uma das mais antigas da cidade.


OLINDA — RECIFE — Dentre os pontos altos da viagem à cidade, a gastronomia é uma das experiências que o visitantes dificilmente vão conseguir esquecer. Alguns exemplos da culinária pernambucana, criada a partir da influência da cozinha europeia e dos gostos indígenas e africanos, podem ser encontrados em seus restaurantes. Uma dica é provar o peixe acompanhado de feijão bredo cozido no leite de coco e o bolinho de macaxeira (no sul, a raiz é conhecida como mandioca).


PONTA GROSSA — CURITIBA — A cidade é conhecida pelo Parque Estadual de Vila Velha e fica a apenas 114 km da capital do estado. Repleto de formações areníticas, dentre as quais a mais famosa é uma rocha em forma de taça, o parque estimula a criatividade e os sentidos dos visitantes. Outras atrações de Ponta Grossa são a Lagoa Dourada, Furnas, o Cânion do Rio São Jorge, a Cachoeira do Buraco do Padre e a Represa dos Alagados.

PONTA GROSSA — CURITIBA — Além do Parque Estadual de Vila Velha, o município tem outras atrações turísticas como a Lagoa Dourada, com 320 metros de diâmetro e até 3 metros de profundidade. Rodeada por uma vegetação densa, a lagoa ganha tonalidade dourada perto do horário do pôr do sol.


CHAPADA DOS VEADEIROS — BRASÍLIA — Um dos maiores parques do país fica a apenas 250 km de Brasília, trajeto percorrido geralmente de carro ou de ônibus. A rota é simples, mas é preciso sair cedo e prestar atenção em alguns detalhes. Após pegar a BR 020, em direção o à Formosa (GO), fique atento para na saída para a GO118, estrada que leva a Alto Paraíso, onde está o Parque Nacional Chapada dos Veadeiros. De Alto Paraíso, siga pela GO327 em uma estrada de terra até o Povoado de São Jorge. Saiba mais em: 


CHAPADA DOS VEADEIROS — BRASÍLIA — O parque fica em uma região elevada e é considerado um santuário ecológico pela diversidade de sua fauna e flora. Ali é possível encontrar um complexo de cânions e vales ¬– e o turista pode fazer trilhas, tomar banhos de cachoeira e conhecer nascentes de águas cristalinas


ESTRADA VELHA DE SANTOS — SÃO PAULO — A via foi construída em 1844 para a circulação de carroças e diligências que faziam o trajeto entre a Baixada Santista e o Planalto Paulista. Em 1917, a estrada foi pavimentada e batizada de Caminho do Mar. Por ela, é possível ter acesso à Calçada de Lorena, a primeira estrada de ligação entre São Paulo e Santos, uma estrada de 1792, construída para a primeira voltada à conexão entre o litoral à capital do estado.



ESTRADA VELHA DE SANTOS — SÃO PAULO — A Calçada de Lorena, que faz parte da estrada, é um cenário histórico. Foi por ela que D. Pedro voltou de Santos, em 7 de setembro de 1822, antes de declarar a independência de Portugal às margens do Rio Ipiranga, em São Paulo. Na Calçada de Lorena, veja o o monumento conhecido como Padrão do Lorena (foto), com painéis de azulejos do século 18. Os passeios são feitos a pé, a partir da Estrada Caminho do Mar (SP-148), em São Bernardo do Campo.



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