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sábado, 1 de junho de 2013

ANDREJ PEJIC POSA COMPLETAMENTE NU PARA VOGUE BRASIL
Modelo foi clicado pelas lentes de Mario Testino (Foto: Divulgação)
Andrej Pejic, que ficou conhecido quando foi confundido com uma mulher em um desfile internacional, tirou completamente a roupa para ser clicado para as lentes do fotógrafo Mario Testino.
A imagem foi feita para a edição de junho da Vogue Brasil, publicação que discute os diferentes biotipos.
Leia também:


Além do modelo andrógino, o casal de atores Débora Nascimento e José Loreto também posaram completamente nus.

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Mario Testino fotografa testículos!

Puta que pariu!!!!! Vou ter que colocar uma foto minha pelado, pra esse povo saber o que é um homem de verdade... ]Isso é um tremendo de um viado, pô!!!

Bom, mas ainda é melhor que a véia Suzana Vieira as mulheres quando querem aparecer mostram tudo porque não puxou e prendeu a salsicha pra trás e ousava um pouco mais, mas tem uma surpresa escondida.

Suzana Vieira

Bicho feio da porra!!! Nossa parece mesmo uma mulher a Sthefany Brito loira?
Se pintar o cabelo de verde, vira o Shun de Andrômeda, dos Cavaleiros do Zodíaco. Tão gay quanto o personagem. O máximo que pode ser é lésbico. Gente! ele tá tapando uma pitomba gigante.

Sthefany Brito

É um homem? É uma mulher? É um pássaro? Não, é apenas gradíssimo de "um viado".

Hermafrodita ou Et... Parece mais com uma menina do que o Justin Bieber (e eu que achei que isso fosse impossível). Se não tirar a mão dali eu vou continuar achando que uma mulher que veio com defeito de fábrica!

Shun de Andrômeda Biba, dos Cavaleiros do Zodíaco


Justin Bieber operado



 A Maria Gadú é a cara do Justin Bieber operado.

Maria Gadú e sua namorada Lua Leça.


Que é a cara do Pe Lanza do Grupo Restart

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MULHER CONFESSA QUE SEQUESTROU BEBÊ PARA O TRÁFICO DE ÓRGÃOS, DIZ POLÍCIA


Suspeita foi presa após ter sido identificada por ex-vizinha em Cuiabá (Foto: Dhiego Maia/G1)


Suspeita afirmou que receberia dinheiro para sequestrar bebê em Cuiabá. Polícia Civil procura mais um suspeito que teria arquitetado sequestro.

31/05/2013 20h52 - Atualizado em 31/05/2013 21h31

A Polícia Civil afirmou nesta sexta-feira (31) que a mulher de 29 anos detida pela suspeita de sequestrar um bebê de um mês de idade em Cuiabá confessou em depoimento que o menino seria morto e seus órgãos doados para uma família no exterior. Jucione Santos Souza disse ainda que receberia uma quantia em dinheiro para concretizar o esquema de tráfico internacional de órgãos humanos. Conforme a polícia, a criança deixaria Mato Grosso no final da tarde desta sexta-feira. O bebê ficou um dia longe da família.
A suspeita foi presa em flagrante e será encaminhada para o presídio feminino Ana Maria do Couto May, na capital. Na Justiça, ela deverá responder pelos crimes de sequestro, cárcere privado, falsificação de documentos e pela intenção de obter lucro com o envio da criança para o exterior. A soma dos crimes passa de 11 anos de reclusão. Ao G1, a suspeita alegou apenas estar 'arrependida'.
De acordo com informações repassadas pelo delegado plantonista da Central de Flagrantes da capital, Ivar Polesso, o crime foi arquitetado por um homem que é procurado pela polícia. “Há 40 dias ela foi abordada por este cidadão dizendo que ela ganharia muito dinheiro caso ela conseguisse uma criança de até cinco meses de vida”, afirmou.
O suspeito, segundo o delegado, teria orientado Jucione a simular que precisava de um bebê para apresentá-lo a um suposto namorado que não mais residia no Brasil apenas para continuar a ser beneficiada com o pagamento de uma pensão de R$ 30 mil. À polícia, Jucione declarou que teve 15 tentativas de sequestro frustradas, até chegar à adolescente de 15 anos que acabou tendo o bebê levado por ela.




TVCA: Mulher é presa em Cuiabá suspeita de sequestrar bebê recém-nascido
 .
Para a polícia, a suspeita também teria sido agenciada para levar o bebê sequestrado a outro estado do país, antes de a vítima seguir para o exterior. Para não levantar nenhuma suspeita durante o deslocamento, em abril deste ano, a suspeita furtou um documento emitido por uma maternidade da capital para falsificar uma certidão de nascimento.
Certidão de Nascimento falsa do bebê apreendida pela polícia (Foto: Dhiego Maia/G1)Certidão de Nascimento falsa do bebê apreendida pela polícia (Foto: Dhiego Maia/G1)
O documento foi furtado, segundo a polícia, da casa de uma ex-vizinha de Jucione, que também estava grávida de uma menina. “Eu a conhecia há seis meses. Ela ficava na minha casa e até lavava as roupas da minha filha. Eu suspeitava uma intenção dela em querer ficar com a minha filha. Eu tive a certeza quando ela pegou o documento da minha menina”, declarou a dona de casa, Ariadne Priscila dos Santos.
Foi Ariadne quem denunciou Jucione à polícia após ver a foto dela circulando na imprensa nesta sexta-feira como a principal suspeita de ter sequestrado o bebê. Detida por uma equipe do 24º Batalhão da PM no bairro Pedra 90, a suspeita negou ter sequestrado a criança, mas acabou sendo desmentida por uma tia do bebê que reconheceu o sobrinho ainda na viatura da polícia.
Eu não tive descanso. Só queria ter de volta o meu bebê"
Adolescente de 15 anos,
mãe do bebê sequestrado
Na residência, uma equipe de investigadores da Divisão Anti-Sequestro da Polícia Civil localizou a certidão de documento falsa, roupas infantis, fraldas e o documento furtado da dona de casa. De acordo com o delegado Ivair Polesso, a suspeita apresentou a criança à família do marido dela como uma menina, para respaldar a certidão de nascimento falsa. “Ela disse que ganhou R$ 200 do suspeito que está sendo procurado para comprar roupas de menina para o bebê”, afirmou o delegado.
Ao G1, o marido da suspeita, Lenildo Silva, de 21 anos, disse apenas que ela apresentou o menino à família dele como uma 'filha'. Ele destacou ainda que a mulher não levantou nenhuma suspeita antes de concretizar o crime. “Ela chegou até mim como uma pessoa que queria construir uma família. Ela era simples, normal e humilde”, declarou.
Lenildo afirmou em entrevista ao G1, que a mulher queria viajar para a Bahia, onde estão três outros filhos dela que vivem com a avó. Ele chegou a fazer um empréstimo de R$ 2,5 mil e iria comprar uma passagem de ônibus para ela. A polícia diz que vai investigar se o bebê deixaria a Bahia rumo ao exterior.
Desespero
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Mãe de bebê, adolescente de 15 anos, diz que viveu pior momento da vida (Foto: Dhiego Maia/G1)Mãe de bebê, adolescente de 15 anos, diz que viveu pior momento da vida (Foto: Dhiego Maia/G1)
A adolescente de 15 anos, que é mãe do bebê que foi sequestrado afirmou ao G1 que viveu um dos piores momentos da vida. "Eu não tive descanso. Só queria ter de volta o meu bebê", disse. Ela contou que Jucione fugiu com o filho dela na tarde desta quinta-feira (30) após se conhecerem na Praça Maria Taquara, no Centro de Cuiabá, e pegarem o mesmo ônibus até o bairro Pedra 90.
A adolescente alegou que no ponto de ônibus a mulher se aproximou dela e começou a conversar. Conforme o boletim de ocorrência registrado pela PM, a garota disse que Jucione atendeu a uma ligação e, na conversa com essa pessoa, falou que tinha encontrado a criança e que não se importava com o fato de ser menino, pois podia vestí-lo com roupas de menina.
Também teria dito que não poderia deixar de receber uma pensão no valor de R$ 30 mil. A mãe do bebê relatou que as duas desceram no mesmo ponto de ônibus quando começou a chover e elas tentaram se esconder embaixo do toldo de uma loja.
Jucione teria pegado a criança dos braços da adolescente e a obrigado a comprar um guarda-chuva, dando-lhe a quantia de R$ 100 para a compra. Ao voltar, a adolescente disse que não encontrou mais a mulher e o filho. À Polícia Civil, a garota contou que a mulher havia lhe oferecido R$ 5 mil para que emprestasse a criança à ela. Porém, segundo a polícia, a suposta negociação não teria sido concluída.
De acordo com o delegado adjunto da Divisão Anti-Sequestro, Gianmarco Paccola Capoani, a mãe do bebê deverá responder um Ato Infracional pelo descuido em relação ao filho. Ela será monitorada pelo Conselho Tutelar de Várzea Grande, na região metropolitana, e ainda vai receber acompanhamento psicológico. O órgão também ficou responsável por dar abrigo a uma filha de Jucione, uma menina de sete anos, até a localização de familiares.
Imagem do circuito interno de ônibus identificou suspeita (Foto: Reprodução/TVCA)Imagem do circuito interno de ônibus identificou suspeita (Foto: Reprodução/TVCA)
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Produzidos em série, militantes do MST e membros do PT munidos de diploma médico, voltam ao Brasil, para segundo estudante-militante "implantar esta semente revolucionária que estou vivenciando aqui e me nutrindo"... Enquanto o Brasil se esforça para fazer o reconhecimento automático dos diplomas dos médicos cubanos em território brasileiro, o nosso vizinho Paraguai rejeitou os médicos cubanos em seu país. As autoridades médicas paraguaias consideram que os médicos formados em Cuba não têm formação suficiente para exercer a medicina em seu país...


 O Aborto dos Outros


Apenas alguns links sobre o assunto:

1º - O MÉDICO ABORTISTA NORTE-AMERICANO É CONDENADO A PRISÃO PERPÉTUA PELO ASSASSINATO DE 3 BEBÊS. E OS DE CUBA, QUANDO SERÃO? (aqui)
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2º - DIREITOS HUMANOS TRATA ESTUPRADOR COM BALA (aqui)
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3º - CONTRATAÇÃO DOS MÉDICOS CUBANOS: O QUE HÁ POR TRÁS DISSO? (aqui)
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4º - CONFIRAM O CONTRATO DOS MÉDICOS CUBANOS NA BOLÍVIA (AQUI)
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5º - MULHER CONFESSA QUE SEQUESTROU BEBÊ PARA O TRÁFICO DE ÓRGÃOS, DIZ POLÍCIA (aqui)
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6º - PORQUE “MÉDICOS” CUBANOS? (aqui)
R: Aborto, o número de estupros no Brasil já ultrapassou o número de homicídios dolosos. Enquanto isso na América Latina! Tudo não passa de armação esquerdista para destruir a família, a igreja, a moral, a polícia e etc... dos países Livres Ocidentais.
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7º - Cuba, líder do tráfico humano (aqui)
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8º - FORO DE SÃO PAULO MANDA BRASIL IMPORTAR 6 MIL “MÉDICOS” CUBANOS PARA PROPAGANDEAR “SOCIALISMO” (aqui)
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9º - MÉDICOS CUBANOS FOGEM DA VENEZUELA PARA OS EUA (aqui)
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10º - VEJAM O UNIFORME DOS "MÉDICOS" CUBANOS: MEDICINA IDEOLÓGICA DO ATRASO E DA MORTE (aqui)
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11º - É BOM QUE SE DIGA, E PROVO NESTE LONGO TEXTO, PARA ONDE VAI TODA A TRAMA (AQUI)
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12º - O MINISTRO DA SAÚDE, ALEXANDRE PADILHA, INAUGUROU NESTE SÁBADO UM CENTRO MÉDICO NA CIDADE PALESTINA DE DURA, NO SUL DA CISJORDÂNIA (AQUI)
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13º - CAMPANHA “LIBERTE UM CUBANO”(aqui
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14º - EXCLUSIVO: CUBA MANDA ENFERMEIRO PARA TRABALHAR COMO MÉDICO NO BRASIL (aqui
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15º - MAIS MÉDICOS CUBANOS USADO PARA SUPERFATURAMENTO DE DESPESA (aqui
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16º - MONSTRUOSIDADES DA SEMANA DO "MAIS MÉDICOS" - CUBANA TRAZIDA PELO PADILHA DÁ REMÉDIO DE CAVALO PARA IDOSO COM OSTEOARTROSE (aqui
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17º - GOVERNO QUER DESFIGURAR O REVALIDA. MELHOR SERIA AMPLIÁ-LO (aqui
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18º - O GOVERNO SÓ SOUBE AGORA QUE OS JALECOS IMPORTADOS DE CUBA VÃO CUSTAR O DOBRO (aqui
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19º - CONTRATAÇÃO DOS MÉDICOS CUBANOS: O QUE HÁ POR TRÁS DISSO? (AQUI)
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20º - A CAMPANHA SECRETA DE FHC PRÓ-LULA (aqui)
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21º - Diário do Olavo: Reinaldo Azevedo, vigarista e profissional da cegueira, e as mentiras contra o Cel. Ustra (aqui)
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22º - É MENTIRA DO PT - O PETISMO E SEUS ASSASSINATOS DE REPUTAÇÕES (DOSSIÊS). Quem mente rouba e quem rouba mata. (aqui)
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23º - PARA QUE SERVEM OS MILITARES? (aqui)
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24º - O QUE REALMENTE ESTÁ POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL? (aqui)
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25º - FORO DE SÃO PAULO E SEU MAPA (aqui)
Basta pesquisar na internet para confirmar, dirigentes dos países participes desta inhaca não são flores que se cheirem, ditadores, corruptos, golpistas, que mantém vínculos estreitos de amizade e negócios espúrios!!! Que bela coisa não deve sair daí!!! Assista aos vídeos abaixo, as matérias, e tire suas próprias conclusões.

26º - A VERDADE SOBRE A NOVA CONSTITUIÇÃO E O FORO DE SÃO PAULO (aqui)

27º - O FASCISMO
Foi durante muitos anos, o mais sólido interlocutor do comunismo (aqui)
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28º - EXECUTIVO E LEGISLATIVO SE HOSTILIZAM FINGINDO QUE SE COMPLETAM. E O JUDICIÁRIO, ATENTO, PREPARADO PARA SURPREENDER COM A ÚLTIMA PALAVRA. COMPARAÇÃO CONSTITUCIONAL IMPORTANTE ENTRE BRASIL E EUA  (aqui)

29º - UM PAÍS À MATROCA (aqui)


domingo, 24 de março de 2013

SRI LANKA SE ABRE AO TURISMO APÓS 26 ANOS DE GUERRA CIVIL
 22/03/2013 | Por nytsyn, The New York Times News Service/Syndicate
Jornalista do NYT conta experiência pelo país


Assim que cheguei ao templo, um homem chamou a minha atenção e me levou ao santuário interno. O sol estava forte e fazia calor, mas estava ainda mais quente lá dentro, onde centenas de pessoas tinham se reunido para o festival.

Depois que passei pela multidão e entrei na câmara escura e enfumaçada, senti o ar mais fresco, impregnado dos aromas de manteiga queimada e coco. O deus hindu Murugan, popular entre os tâmeis do Sri Lanka, estava em sua alcova, enfeitado com guirlandas de flores e iluminado por dezenas de lamparinas. Não sou hindu; na verdade, estou mais para agnóstica, mas minha mãe estava doente e as vibrações ali eram muito fortes. Por isso, rezei.

Passei duas semanas na Península Jaffna em junho de 2012, na segunda visita a essa área de mil quilômetros quadrados, de beleza surreal, templos multicoloridos e paisagens espalhados pelo norte de Sri Lanka, e que recentemente se abriu ao turismo depois de 26 anos de guerra civil. Fui para lá pela primeira vez em 2011, para fazer pesquisa para um guia, mas a viagem tinha sido superatribulada; da segunda, queria explorar a região no meu próprio ritmo. Assim, me hospedei numa pensão em Jaffna, no litoral sudoeste da península, e passei todo o tempo visitando os templos e as ilhotas ao longo da costa.

Uma das primeiras coisas que fiz foi alugar um carro com motorista para cobrir os 16 quilômetros até o Templo Maviddapuram Kandaswamy, onde tinha sido muito bem recebida pela família do sacerdote da primeira vez. Os resquícios da guerra estavam por toda parte. Quando atravessamos o vilarejo de Maviddapuram, passamos por casas abandonadas e vi o mato crescendo nas antigas salas de estar, as árvores tomando conta dos cômodos.


O próprio templo ficou muito danificado com a guerra e ainda está sendo reconstruído. Grande parte da estrutura do século XVII desapareceu, embora o gopuram (torre) de 33 metros de altura, recoberto com imagens dos deuses, tenha sido reconstruído. Em todo lugar vi evidências da guerra civil que começou em 1983 e só terminou em 2009. Durante esse tempo, os militantes que queriam um estado tâmil independente no norte e leste (área que inclui a maior parte da península) entraram em confronto com o governo que, desde a independência do Reino Unido, em 1948, tinha sido dominado por uma política pró-cingalês.

Como o templo Maviddapuram fazia parte da 'zona de segurança máxima' ocupada pelo Exército, os sacerdotes, além de milhares de famílias, foram despejados, e a estrutura, bombardeada e saqueada. Só agora as coisas estão começando a voltar ao normal e tanto religiosos como fiéis estão retornando e o templo, reconstruído, se reerguendo dos escombros.

A pouco mais de três quilômetros de distância fica Maviddapuram, o antigo Naguleswaram Shiva, também reformado: seu interior agora brilha com milhares de cores e a Fonte Keerimalai, cheia de pessoas em busca dos poderes de cura da água mineral. Há dez anos, os guias diziam que os visitantes podiam, se tivessem sorte, conferir a fonte depois de uma revista cuidadosa e com uma escolta armada. Hoje, entretanto, qualquer um é livre para visitá-la e aproveitar suas águas (há uma área reservada só para mulheres), pensando na princesa tâmil que descobriu a fonte sagrada no século VII.

Por toda a península, os danos causados pela guerra são óbvios, incluindo Jaffna, a maior cidade da região, com uma população de cerca de 90 mil habitantes. Durante o conflito, a capital, que também é o centro espiritual e intelectual do povo tâmil do Sri Lanka, ficou no fogo cruzado entre os separatistas e o governo, sendo que nenhum dos dois representava integralmente suas aspirações. Muitos acreditam que, embora a luta tenha acabado, o isolamento dos tâmeis no processo político continua.


De qualquer forma, a cidade agora está em paz e o perigo para os viajantes é mínimo. Durante minha estadia, evitei caminhar sozinha pelas ruas desertas da cidade à noite, mas nunca senti medo; ao contrário, os moradores ficaram felizes de saber que eu estava ali pela segunda vez.

Mesmo durante os poucos meses que se passaram entre as duas viagens, percebi muitas mudanças: o mercado ganhou mais lojas, pintadas com cores brilhantes, e os soldados não montavam mais guarda em toda esquina.

O cenário no centro – com fregueses pechinchando o preço das verduras, passageiros correndo para pegar o ônibus – era o que mais se aproximava do que se pode chamar de 'multidão'. Mulheres vestidas em sáris esvoaçantes e crianças de uniformes engomados se equilibravam nas bicicletas enquanto as adolescentes passeavam pela rua, de sombrinha, para se protegerem do sol.

A maior parte das ruas é arborizada, com as torres dos templos e das igrejas (legado dos portugueses) se destacando em quase todo quarteirão. Cafés à moda antiga como o Malayan, na área do mercado, servem 'arroz e curry' (arroz com ensopado de lentilha e vários pratos vegetarianos) em folhas de bananeira, além de guloseimas do sul da Índia como 'vadai' (um tipo de donut salgado feito com farinha de grão-de-bico, batata e especiarias) com chutney de coco apimentado.


As casas cheias de furos de balas no bairro dos pescadores, às margens da lagoa, continuam de pé, embora haja algumas novas, recém-construídas, pintadas de rosa com detalhes em verde. A biblioteca pública, símbolo da antiga tradição intelectual da cidade, foi incendiada em 1981, mas reconstruída e hoje está cheia de adolescentes estudiosos. O templo Nallur Kandaswamy, construção religiosa mais importante de Jaffna, inaugurou um novo gopuram, entalhado e dourado, no festival anual de agosto de 2011.

Fora da cidade, as ruas sombreadas dão lugar a uma série de estradas rústicas, pontes de mão única e picadas de terra que atravessam ilhas, penínsulas e torrões de terra no Estreito de Palk. Ali, salinas e campos abertos são pontilhados de palmeiras e árvores de magnólia, arbustos cheios de flores roxas e vaquinhas tranquilas pastando. A água nunca está muito longe e é uma paisagem completamente diferente do litoral tropical e das florestas montanhosas do sul de Sri Lanka.

O isolamento e o sossego das ilhas (há oito principais e várias menores na costa sudoeste de Jaffna) lhes emprestam um ar selvagem. A povoação, quando existe, é esparsa, legado da guerra, quando a travessia de barco era restrita e a energia era cortada. A ilha de Analaitivu, por exemplo, tem apenas mil habitantes que ganham a vida pescando, criando gado ou trabalhando em Jaffna.

Durante uma semana explorei as ilhas, cobertas de palmeiras, verdadeiro paraíso para pássaros azuis e verdes. Neduntivu, também conhecida como Delft, é uma das maiores, com 51 quilômetros quadrados e uma paisagem surreal: areia e coral brancos no chão, um antigo baobá, palmeiras e cercada de água azul transparente. Numa praia deserta, vi dois adolescentes banhando seus cavalos no mar; não muito longe dali, pôneis selvagens (supostamente descendentes de montarias holandesas) passeavam, ao lado das vacas, nos campos ensolarados.


Pode-se chegar a todas as ilhas de ônibus ou nos barcos que saem dos portos de Velanai e Punkudutivu, localizadas no sudoeste de Jaffna. Embora a maioria possa ser explorada a pé, nas maiores vale a pena alugar um riquixá ou, como fiz em Neduntivu, uma caminhonete.


Enquanto viajávamos, meu motorista, o simpático Shiva, foi me explicando o significado das lendas locais: um grupo de poços construídos pelo demônio, uma pegada no chão deixada pelos habitantes originais (com mais de 12 m de altura) e uma rocha viva, que cresce a cada ano.

Shiva também contou como era a vida durante a guerra – obedecendo ao toque de recolher que acontecia às seis da tarde, ouvindo as batalhas que aconteciam à noite. A explosão de cores e a devoção no templo Nagapooshani Amman, na vizinha Nainativu, estão à altura da beleza rústica de Neduntivu. Na minha viagem anterior, um astrólogo me disse que orações especiais nos templos de Nainativu e Analaitivu, mais ao norte, ajudariam a curar a minha mãe.

Na visita atual, o primeiro estava em festa quando cheguei: imagens dos deuses desfilavam sobre palanques decorados, recebidas com chuvas de flores e muita música ao vivo. Os devotos seguiam a procissão, muitos com magnólias e buganvílias no cabelo. Eu me juntei a eles e pedi bênçãos à deusa Nagapooshani.

O templo de Analaitivu, que visitei no dia seguinte, não poderia ser mais diferente. Ali, não há muitos turistas; a ilha é minúscula, com uma única linha de ônibus e uma beleza serena. Um riquixá me levou pelas estradas de terra sinuosas, que cortavam as florestas luxuriantes, ao templo Puliyantivu Nageswaram, onde vive o deus-serpente Nagathambiran, localizado numa clareira no extremo sul da ilha, de frente para o mar. Os zeladores, idosos, não falam inglês, mas sorriram e abriram as portas do santuário para mim.

Os templos de Sri Lanka são convidativos. Os sacerdotes sempre me receberam bem, me oferecendo pedaços de pano para amarrar nas árvores de orações ou me guiando minhas rezas. As mulheres puseram pó de cúrcuma na minha testa e me mostraram quando pegar a água benta e quando colocar dez rúpias na bandeja, mas cheguei em Puliyantivu numa hora meio estranha e, embora estivesse tudo tranquilo, não soube exatamente como me aproximar do deus.

Foi então que me lembrei do que o sacerdote de Maviddapuram me disse quando perguntei como uma pessoa não hindu poderia rezar a Murugan pela cura de sua mãe. 'Feche os olhos e fale com ele, peça sua ajuda, só isso. Ele vai ouvi-la', ele me garantiu. Então, com a luz do sol batendo no templo e o barulho das ondas à distância, foi exatamente o que eu fiz.


Se você for:

Embora o número de pensões em Jaffna tenha disparado, a maioria tem apenas os confortos básicos.

Em Jaffna, a Manattrii (250 Palaly Road, Kandarmadam; 94-21-320-7665; manattrii.com), uma casa do século XIX, toda reformada, oferece quatro quartos mobiliados com móveis antigos (a partir de 3.500 rúpias ou US$ 28 com o dólar a 123 rúpias) e alguns dos melhores pratos tradicionais da região.

O hotel mais bem equipado é o Expo Pavilion (40 Kandy Road, Chundikulli; 94-21-222-3790; expopavilion@expoavi.com), onde as diárias de quartos duplos começam a partir de 9.200 rúpias.

Jaffna é conhecida pelas mangas Karuthakolamba; na feira, em julho e agosto, há pilhas delas, além do açúcar mascavo de palmeira-de-palmira que você pode levar para casa. (Aproveite também para levar 'suruthus', os charutos tradicionais locais.)

O aluguel de carro com motorista custa entre 5 mil e 6 mil rúpias e pode ser arranjado através das pensões.






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31 DE MARÇO DE 1964 O DIA QUE O BRASIL NÃO VIROU CUBA!





Lulla e seu sócio no tráfico, e outros crimes, como o roubo da refinaria da Petrobras com colares de Coca na dia da inauguração de uma estrada para transporte de cocaína para o Brasil (mundo) e ainda financiada pelo BNDS.   
                                                                                                                                             









O tipico comunista









   

ESQUERDA ACABOU COM AS POLICIAS!!!
Como que o governo do Estado do Pará acaba com a segurança pública?
E isso deve se repetir pelo Brasil todo.

1- Pagando aos delegados uns dos piores salários do Brasil;
2- Em 28 municípios do Pará não existe delegados;
3- Muitas regiões do estado tem um único delegado que é responsável por 5 municípios;
4- Em 19 municípios paraenses não existe sequer delegacias;
5- Varias delegacias tanto da capital como do interior, não oferecem as mínimas condições de trabalho, Estão caindo na cabeça das pessoas;
6- O governo ao invés de criar novas delegacias esta fechando as poucas que existem na periferia;
(ex. Telegrafo, Atalaia, Cabanagem, Aura); 
7- Jornada de trabalho excessiva;
8- Desvio de função quando os policias são obrigados a vigiar presos;
9- Falta de treinamento adequado na formação do policial;
10- Falta de politicas públicas para a diminuição da criminalidade;
As dez pragas que fazem a polícia pedir SOCORRO!!!!!!!!!!



1 - A VERDADE SUFOCADA PELO MAU! (aqui) 

2 - EU TE AMO MEU BRASIL!!!!
VIVA 31 DE MARÇO DE 1964! ! (aqui)

3 - QUEM SÃO OS AGRESSORES DOS GENERAIS IDOSOS (aqui)

4 - ESSA É UMA PEQUENA PARTE DA ELITE ESQUERDISTA QUE VOCÊ SUSTENTA! 
CONFIRA A EDIÇÃO REVISTA, APERFEIÇOADA E AMPLIADA DA LISTA DOS QUE ACHAM QUE MEXER COM O CHEFE SUPREMO É MEXER COM ELES (aqui)

5 - ESQUERDISMO É UMA DOENÇA MENTAL GRAVE? (AQUI) 
6 - O QUE É O MARXISMO CULTURAL? (aqui)

7 - QUEM FOI O PRIMEIRO ESQUERDISTA? (aqui)

8 - BRASIL AMA APAIXONADAMENTE BANDIDOS
Não concordo com certas igrejas, mas o brasileiro admira com amor e fé cega o:
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Esquerdismo/Socialismo/Direitismo/Ateísmo/Obanistas/Islamismo/Humanismo/Progressismo e "militontos" de todas as matizes, assim como, todas as tralhas do mau, e esses assassinos tão amados, roubam e matam com crueldade absurda - sem nenhum consentimento das vítimas
O PT ESTÁ ISLAMIZANDO O BRASIL  (aqui)  

9 - BOLSONARO: “A MINORIA TEM QUE SE CURVAR!” (aqui)

10 - ASSASSINA FIGARISTA!!! (aqui)


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NAVEGANDO ENTRE AS MISTERIOSAS ILHAS DE MIANMAR





Por nytsyn, The New York Times News Service/Syndicate
The New York Times Fotos

Cerca de 30 pessoas vivem na ilha de novembro a abril, durante a temporada de pesca de lulas, quando as águas estão mais calmas. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo




Jeremy Meek e Sara Giles nadam no litoral de Mianmar. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo



Turista planta bananeira no Parque Nacional Marinho da Ilha de Lampi, o primeiro parque nacional marinho do Myanmar. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo



Fundado em 1996, o Parque Nacional Marinho da Ilha de Lampi é repleto de manguezais e bancos de areia. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo



Jeremy Meek mergulha de barco próximo à Ilha de Tar Yar. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo




Manguezal na Ilha de Ko Phawt. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo



Da esquerda para a direita, Maureen Towey, Kristen Joy Watts e Jeremy Meek indo bem cedo para a Ilha 115. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo




Pequena pagoda construída na entrada da baía da Ilha de Great Swinton. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo



Jeremy Meek relaxa depois de nadar na Ilha de Nyaung Wee. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo



Pescador na Ilha de Ko Phawt. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo



O povo Moken já foi um grupo de nômades que passava a vida toda no mar. Arquipélago Mergui, composto de 800 ilhas no litoral de Mianmar, é considerado um paraíso e continua pouco explorado graças às restrições do governo


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Galeria de Imagens de Mianmar: O belo voo da liberdade

Enquanto nosso Brasil perde pontos no quesito Democracia, demonstrando possuir uma polícia mal treinada, despreparada e com pavio curto, um país que foi o baluarte da Ditadura por mais de meio século começa a se abrir ao mundo. É o caso de Mianmar, a antiga Birmânia, nação espremida entre a Índia, a China e a Tailândia.
© Haroldo Castro | Myanmar
Na minha recente viagem à Mianmar – minha segunda jornada, pois visitara o país em um momento complicado, em 2008, logo depois da revolta dos monges – encontrei uma atmosfera mais leve, com pessoas confessando abertamente as atrocidades cometidas no passado, mas também assumindo que o processo de abertura – mesmo se lento – caminhava na boa direção.

Longe de ser um país totalmente democrático e livre, o novo governo do presidente Thein Sein, um general reformado empossado em março de 2011, parece estar decidido a abrir o país à economia global. Depois da passagem rápida de Barack Obama em novembro de 2012, agora foi a vez do primeiro-ministro do Japão visitar o país, depois de 36 anos sem este ritual diplomático. As multinacionais estão de olho neste novo mercado de 60 milhões de consumidores, os quais, até agora, tiveram raríssimos acessos aos produtos ditos modernos, sejam estes necessários no cotidiano ou fúteis e descartáveis.
Assim, a Ford anunciou que seus carros poderão ser encontrados em breve em uma revendedora em Yangon, a Coca-Cola instalará uma fábrica de refrigerantes e os caixas eletrônicos – que ainda não existiam quando passei por Yangon – começam a ser montados. A vizinha Tailândia e o Japão são os países mais aptos a investir em Mianmar, considerado como o mais pobre da região e com uma necessidade urgente de construir novas estradas, ferrovias e portos.
O ostracismo vivido pela Birmânia/Mianmar nas últimas cinco décadas fez com que determinadas regiões do país estivessem totalmente fora do mundo agitado do século XXI. Para o visitante em busca de uma cultura birmanesa autêntica, locais como o Lago Inle representam um alívio frente à agitação urbana. As tradições dos pescadores Intha, que remam com suas pernas em lugar de suas mãos e que constroem ilhas flutuantes para plantar seus vegetais, ainda estão tão intactas que a visita ao lago parece uma viagem a um lugar que só poderia existir em um passado longínquo.
Com meu filho Mikael Castro, visitei Mianmar junto a 13 outros brasileiros. Atuando como professores de fotografia, Mikael e eu inspiramos nossos colegas de viagem a descobrirem as cores e as luzes das pagodas budistas, dos festivais religiosos, das paisagens encantadoras e da beleza singela de seus habitantes. A dupla pai e filho clicou 20 mil imagens, o grupo quase 100 mil. Uma ínfima parte das fotos dos Castros foi selecionada para uma Galeria de Imagens, publicada hoje no site de ÉPOCA.
Também convido àqueles que não leram a matéria publicada na revista desta semana a conhecer um pouco mais sobre Mianmar, entrando na página MIANMAR, O BELO VOO DA LIBERDADE.




Na Galeria de Imagens, você poderá ver um slideshow de 54 fotos de autoria de Haroldo e Mikael Castro. Clique aqui.

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