quarta-feira, 13 de novembro de 2013

SUPREMO DETERMINA PRIMEIRA PRISÃO DE RÉU CONDENADO NO MENSALÃO

13/11/2013 15h26 - Atualizado em 13/11/2013 17h06

Tribunal entendeu que Henrique Pizzolato não tem mais direito a recursos.
Ele foi condenado a 12 anos; ainda será definido o momento da prisão.


Mariana Oliveira e Rosanne D'Agostino

Do G1, em Brasília
Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu nesta quarta-feira (13), por maioria de votos, determinar a prisão imediata do ex-diretor do Banco do Brasil Henrique Pizzolato, condenado a 12 anos e 7 meses pelos crimes de corrupção passiva, peculato e lavagem de dinheiro. Foi a primeira decisão sobre prisão no processo do mensalão.
O único ministro que foi contra a execução imediata da pena de Pizzolato foi Marco Aurélio Mello. Ele entende que é preciso esperar a publicação da decisão.
O tribunal negou o último recurso possível e decidiu que, para Pizzolato, o processo do mensalão terminou. A pena de Pizzolato deve ser cumprida em regime fechado, em presídio de segurança média ou máxima. Ainda será definido pelo tribunal como será a prisão e em que momento será expedido o mandado que fará com que ele seja conduzido à prisão.

O presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, destacou que Pizzolato tentava, no recurso, apenas retardar o fim do processo. "Diante de mera reiteração dos argumentos dos primeiros embargos para impedir o trânsito [em julgado da sentença, ou seja, o fim do processo], tem de se adotar o procedimento que esta Corte vem adotando para o reconhecimento do trânsito em julgado e início imediato da execução", afirmou.
Novos recursos
O Supremo iniciou nesta quarta o julgamento de novos recursos no processo do mensalão, os chamados segundos embargos de declaração. No julgamento, o STF vai avaliar também a situação de condenados que não recorreram e o caso de quem não tinha direito a infringentes, mas protocolou mesmo assim. Dos 10 segundos embargos de declaração apresentados, nove já foram analisados e oito negados.

Antes de julgar o recurso de Pizzolato, o Supremo decidiu converter a pena de prisão em pena alternativa para o ex-sócio da corretora Bônus-Banval Breno Fischberg e também rejeitou o recurso de Jacinto Lamas, ex-tesoureiro do extinto PL.
Depois do caso de Pizzolato, também foram rejeitados o recursos dos ex-deputados Bispo Rodrigues, José Borba, Pedro Corrêa e Roberto Jefferson, delator do mensalão, além dos recursos dos deputados federais Valdemar Costa Neto (PR-SP) e Pedro Henry (PP-MT).
Lamas, Bispo Rodrigues, José Borba, Pedro Corrêa, Jefferson, Valdemar e Henry foram condenados no regime semiaberto (quando se pode deixar o presídio para trabalhar) ou a penas alternativas. No caso deles, o Supremo considerou os segundos embargos como protelatórios não chegou a decidir sobre a execução da pena de prisão. Segundo Barbosa, isso será tratado posteriormente.
Breno Fischberg
Na análise dos segundos embargos, o tribunal decidiu converter em pena alternativa a punição de 3 anos e 6 meses de prisão para Breno Fischberg, ex-sócio da corretora Bônus Banval.

No julgamento, Fischberg foi condenado por lavagem a mais de cinco anos, mas teve a pena reduzida para 3 anos e 6 meses na análise dos primeiros recursos. Nos segundos recursos, a defesa afirmou que não ficou claro se ele teria ou não a pena convertida.
O Supremo decidiu que ele terá duas penas restritivas de direito, sendo uma de multa de 300 salários mínimos a serem pagos para entidade sem fins lucrativos e outra de prestação de serviços à comunidade por uma hora por dia pelo tempo da pena.
Jacinto Lamas
O ex-tesoureiro do extinto PL (atual PR) Jacinto Lamas foi condenado a 5 anos de prisão pelo crime de lavagem de dinheiro. Nos segundos embargos de declaração, ele voltou a alegar que ficou com pena equivalente à punição do então presidente do PL Valdemar Costa Neto, a quem era subordinado.

Joaquim rejeitou afirmando que há caráter meramente protelatório no recurso. “Nós não vamos nunca terminar esse julgamento”, disse o presidente do STF, que  foi acompanhado por sete ministros. Para Teori Zavaski, Dias Toffoli, Marco Aurélio Mello e Ricardo Lewandowski, havia uma contradição na pena.
Gilmar Mendes discordou. Para ele, o erro foi não ter fixado uma pena maior para Valdemar Costa Neto. "Se houve erro, foi na pena de Valdemar. O que gerou essa anomalia."
Roberto Jefferson
O Supremo rejeitou, por unanimidade, o último recurso possível para o delator do mensalão, Roberto Jefferson (PTB), condenado do ano passado a 7 anos e 14 dias de prisão pelos crimes de corrupção passiva e lavagem de dinheiro.

Os ministros rejeitaram nos segundos embargos de declaração pedido para que Jefferson cumprisse a pena em prisão domiciliar em razão  do estado de saúde "gravíssimo".
O ministro Luiz Fux destacou que foi incluído um laudo médico no processo, mas que, como Jefferson foi condenado ao regime semiaberto, não cabe o cumprimento da pena no domicílio. Ainda assim, o ministro defendeu que o condenado tenha atendimento médico assegurado.
O relator do mensalão e presidente do Supremo, Joaquim Barbosa, informou que essa questão será definida no momento em que for examinada a execução.

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NOBREZA E ELITES TRADICIONAIS ANÁLOGAS: DIVERSIDADE HARMÔNICA DAS CLASSES SOCIAIS - DIREITOS DE CADA UMA DELAS

Plinio Corrêa de Oliveira


Cada ano, os habitantes da pequena e pitoresca cidade italiana de Orvieto vestem roupas que usavam seus ancestrais, e revivem, durante a festa de Corpus Christi, a harmoniosa convivência desfrutada pelas classes sociais na Idade Media (Notapara visualizar numerosas fotos dessa comemoração realizada em 2013, basta clicar aqui)

Numa sociedade bem organizada existe a especialização de funções e a instituição do morgadio, que consiste em atribuir ao filho mais velho a maior parte da herança paterna, a fim de preservar o patrimônio familiar.
Como os senhores estão vendo, todos os pensamentos, toda a impostação de nosso livro está baseada na orientação de Pio XII. Os textos de Pio XII são a base, são o fundamento do que eu digo.
Dentro dessa fidelidade à doutrina ensinada por aquele Pontífice, que é a doutrina tradicional da Igreja, uma das teses mais importantes do livro é a de que, numa sociedade orgânica bem constituída, deve haver uma diversidade hierárquica e harmônica de classes sociais, um intercâmbio de ajuda e de serviço entre elas. Todas devem ser atendidas em suas necessidades para que possam viver segundo sua posição na escala social.
Quem está hipnotizado pelo problema de atender somente aos operários manuais e se torna infenso ao auxílio às outras classes, tem um espírito de luta de classes, um espírito comunista.
Para os comunistas deveria haver uma só classe, a proletária. A ditadura comunista seria a ditadura do proletariado. O governo emanado dessa classe única exerceria sobre toda a população não proletária uma autoridade despótica, que reduziria tudo ao proletariado.
Ora, quem possui essa visão das coisas não compreende a utilidade deste livro.
É evidente que as TFPs são favoráveis a que se ajude a classe dos operários. Mas tal ajuda não deve importar em reduzir as outras classes à mera aparência, e obrigá-las a ter um papel nulo dentro da sociedade. Isto seria fazer o jogo do comunismo, que deseja a extinção delas.
Cada classe tem o direito às condições necessárias para viver como convém a sua posição social. Uma classe de profissionais liberais, de militares, de diplomatas, deve ter os meios suficientes para viver de acordo com a sua condição de profissionais liberais, de militares ou de diplomatas.
Numa sociedade bem organizada, em que há funções diferentes, trabalhos diferentes, responsabilidades diferentes, é preciso que cada um tenha a possibilidade de viver conforme a situação que ocupa.
Pelo princípio da especialização das funções, os que podem menos devem fazer o menos, e os que podem mais devem fazer o mais. Para a sociedade não há vantagem alguma em que um cientista de alto valor seja obrigado a lavar diariamente os pratos de sua própria casa. Existem pessoas com menos inteligência, menos capacidade, menos discernimento das coisas, que podem lavar os pratos melhor que ele. Não é verdade que quem pode o mais pode o menos; muitas vezes quem pode o mais é incapaz de fazer o menos.
A correta observância desses princípios resulta em proveito para toda a sociedade, pois esta lucra quando seus cientistas aplicam seu tempo e suas preocupações em resolver os problemas que lhes são afins, e não sejam obrigados a realizar funções que prejudicariam sua contribuição para o bem comum e que poderiam ser executadas mais perfeitamente por outros menos dotados que eles.
Pois o próprio bem comum supõe uma classe, um padrão, um tratamento, uma situação diversa, conforme a nobreza intrínseca do trabalho executado. Um grande cientista, por exemplo, faz parte de um certo tipo de elite; favorecê-lo é favorecer toda a sociedade e, portanto, também o operariado.
Um certo número de padres e de bispos contemporâneos concebem a Igreja à maneira de um partido trabalhista, ou de um sindicato, que deve favorecer apenas os trabalhadores manuais. Entretanto, a Igreja, fundada por Nosso Senhor Jesus Cristo, tem por dever, por missão, favorecer todo o conjunto social e não apenas uma classe, seja ela qual for.

Solar de Mateus, dos Condes de Vila Real (Portugal). Pela instituição do morgadio, solares como esse conservaram-se na mesma família, porque apenas o filho primogênito – o morgado – os herdava

A instituição do morgadio
Uma instituição que havia em outras épocas com a finalidade de manter as famílias - e, portanto, as classes - na posição social e econômica que lhes competia, era o morgadio.
Consistia este em atribuir ao filho mais velho - o morgado - a maior parte da herança paterna, enquanto os outros filhos herdavam apenas uma parcela diminuta. Assim, o primogênito podia continuar no status social e econômico dos pais, enquanto os outros tentavam ganhar a vida de modos e em lugares diversos.
No caso de uma família nobre, apenas o primogênito herdava o título, enquanto os outros filhos eram considerados como fidalgos (filhos de algo).
Assim o patrimônio familiar era preservado, passando praticamente intacto às mãos do filho mais velho. A lei da partilha obrigatória, pelo contrário, obriga a dividir igualmente a herança entre os diversos filhos. Ao cabo de algumas gerações, o antigo patrimônio familiar está liquidado; e a família, como um todo, decai em sua posição social e econômica. São poucas as famílias que conseguem escapar dessa decadência, em virtude de tal lei.
É de se notar que a instituição do morgadio, durante a Idade Média e o "Ancien Régime", existia até mesmo para as famílias da plebe, com modestos recursos financeiros, os quais, entretanto, deveriam ser preservados.
Ao contrário do que parece, a instituição do morgadio não trazia só vantagens para o filho mais velho e só prejuízos para os outros irmãos. Pois qualquer um destes tinha o direito de ser mantido pelo primogênito, em caso de infortúnio pessoal. Os fidalgos, ainda que parentes em grau relativamente distante, sofrendo algo que os impedisse de trabalhar e prover ao próprio sustento, tinham o direito de morar na casa senhorial da família e de aí receberem todo o necessário para si e para sua família, por tempo indeterminado. O patrimônio do morgado era, assim, uma espécie de instituto de previdência social para todos.
O morgadio não era um mar de rosas para o primogênito. Pois a ele competia trabalhar muito para tirar da terra e dos bens que herdara o sustento para todos da família que estivessem em necessidade. Tanto assim que muitas vezes o morgado renunciava ao morgadio e o transferia a um irmão mais moço. Ele preferia ir para a guerra a continuar com o trabalho e a responsabilidade de sustentar os parentes necessitados.
O morgadio era, portanto, uma função honrosa mas pesada. Era também uma instituição justa. Injusto é a família desaparecer como unidade sócio-econômica após algumas gerações, em conseqüência de várias partilhas obrigatórias.
E, como não podia deixar de ser, era muito melhor ficar dependente do morgado ou de seus descendentes, do que dos modernos institutos de previdência social, esta infeliz excrescência do paternalismo estatal socialista.


A Guarda Nobre Pontifícia apresenta a Pio XII os seus votos por ocasião de passagem do ano, através do Comandante do Corpo, Príncipe Chigi della Rovere

Adendo: Patriciado romano e Nobreza romana
O Patriciado romano subdividia-se em duas categorias:
a) Patrícios romanos, que descendiam daqueles que, na Idade Média, haviam ocupado cargos civis de governo na Cidade Pontifícia;
b) Patrícios romanos conscritos, os quais pertenciam a alguma das 60 famílias que o Soberano Pontífice havia reconhecido como tais numa Bula Pontifícia especial, na qual eram citadas nominalmente. Constituíam o creme do Patriciado romano.
Nobreza romana também se subdividia em duas categorias:
a) Os nobres que provinham dos feudatários ou seja, das famílias que tinham recebido um feudo do Soberano Pontífice;
b) Os nobres simples, cuja nobreza provinha da atribuição de um cargo na Corte ou então diretamente de uma concessão Pontifícia. (Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana, Editora Civilização, Porto, 1992, p. 27, nota 1).

(*) Excertos da conferência pronunciada pelo Prof. Plinio Corrêa de Oliveira a sócios e cooperadores da TFP, em 4-11-1992, comentando, a pedido destes, a obra de sua autoria Nobreza e elites tradicionais análogas nas alocuções de Pio XII ao Patriciado e à Nobreza romana (Editora Civilização, Porto, 1992). Sem revisão do conferencista.

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NEONAZISTA DESCOBRE, AO VIVO, EM PROGRAMA DE TV QUE É 14% NEGRO!







Craig Cobb, supremacista branco, descobre que é 14% negro (reprodução)

Líder de movimento de supremacia branca não gostou da notícia que recebeu, ao vivo, em um programa de TV. O resultado de DNA que apontou 14% de traços negros gerou risos descontrolados na plateia e o deboche da apresentadora.

Um supremacista branco que lidera uma iniciativa para transformar a cidade do Estado americano de Dakota do Norte em um “enclave branco” não gostou muito de uma notícia que recebeu ontem, ao vivo, em um programa de TV.

Craig Cobb era um dos convidados de um talk show britânico quando soube que ele não é 100% branco. Um teste de DNA achou 14% de traços da África Subsaariana.

Quando a apresentadora começou a ler o resultado, e falou que Cobb era “86% europeu”, a outra convidada, que era negra, começou a rir descontroladamente.

Trisha Goddard, a apresentadora, seguiu lendo o resultado do teste. Para espanto do supremacista, ele ouviu ser 14% negro. “Espera um pouco”, disse ele. Como resposta, recebeu um “você tem um pouco de negro dentro de você!”.

Enquanto a convidada continuava se matando de rir, Trisha começou a brincar com Cobb. Ela levantou da sua cadeira e disse: “Hey, Brou”, e fechou o punho para tentar cumprimentá-lo. A plateia aplaudiu de pé. Enquanto isso, a outra convidada tentava se recuperar do acesso de gargalhadas.

Assista ao vídeo abaixo:


com Huffington Post


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SUPREMACISTA BRANCO = VEEM QUE AS SOCIEDADES BRANCAS (CIVILIZAÇÃO OCIDENTAL) SÃO SUPERIORES


Conclusão: toda e qualquer pessoa que emigra para uma sociedade de maioria branca, porque acredita que vai ter uma vida melhor é um supremacista branco.
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A ESCRAVIDÃO NO MUNDO, SANTOS PRETOS E A COTA DE BANDIDISMO!


Desde que o mundo é mundo a escravidão sempre foi uma politica mundial até que os brancos resolveram acabar com ela.
Os negros não só foram escravizados por outros negros como pelos muçulmanos que também escravizaram o Europa por 800 anos e a dominaram por 1200 anos. Até hoje ainda tem escravidão na África muçulmana.

Acho engraçado ver as pessoas defendendo com paixão e completa ignorância as cotas raciais, mas esquecem que entre a espécie homo sapiens sapiens, sequer temos diferenciação, exceto uns com mais e outros com menos pigmentação na pele, pura diferença de melanina, fora isso, temos organismos fisiologicamente completamente iguais.

Vejo outros defendendo que, "o homem branco europeu escravizou o meu antepassado negro africano", só que esquecem que, antes do homem branco europeu ir lá buscar o negro africano para lhe servir de escravo, OUTRO NEGRO AFRICANO já o havia escravizado, vendendo-o para o homem branco europeu ou qualquer outro que comprassem vale ressaltar que: isso até hoje fazem assim.

Sim seus ignorantes, completos desconhecedores de história e da "cultura" que tanto defendem e nada conhecem, era EXTREMAMENTE COMUM, e prática USUAL entre as tribos africanas se escravizarem, o europeu não caçava escravos na África, ele os comprava de muçulmanos muitas vezes, então não me venham com esse papo de que o homem branco oprimiu o homem negro e o escravizou, o negro que chegou aqui no Brasil via navio escravagista, JÁ ERA ESCRAVO, A MUITO, DE OUTRO NEGRO.
No mais, o que acham de procurarmos por algum parente criminoso em sua árvore genealógica e fazermos você pagar pelos crimes que ele cometeu?
Bizarro o que eu acabei de falar não é?
Mas é exatamente isso o que as cotas raciais, que além de serem completamente segregadoras e racistas são, QUEREM condenação dos descendentes de brancos europeus, por SUPOSTOS crimes cometidos por seus ancestrais - ESCRAVIDÃO NÃO ERA CRIME.

QUÊNIA HOJE!




Divida a sociedade em cores, raças, credos, entre tudo mais. Faça uma facção achar que a vida e seus problemas são causados por qualquer outra. Roube todas elas, pose de bonzinho assim manipula as facções.

UM POUCO SOBRE CRISTIANISMO


Não seria um contra sendo imenso, a maior das hipocrisias históricas, que a Igreja Católica, nascida de um período em que o escravismo era uma coisa habitual e consensual, que teve sua fé disseminada entre a peble e os seus escravos desde o início, que tem orgulho de ter sido liderada por um ex-escravo, o Papa São Calisto, do ano 217, liberto, muito antes da abolição da escravatura e que mesmo escravos poderiam fazer parte do sacerdórcio, que teve inúmeros santos negros, a saber: S. Maurício, Sta. Mônica, Sta. Efigênia, S. Antônio de Cartageró, S. Elesbão, S. Benedito, S. Serapião, S. Fulgêncio, Sta. Pérpétua e Sta. Felicidade, S. Adriano, S. Moses, S. Menas do Egito, S. Atanásio, S. Marcelino de Cartago, S. Nicolau, Sta. Bakita, S. Frumencio, S. Pacômio, S. Eugenio de Cartago, S. Antão, S. Cipriano, S. Martinho de Lima (“mestiço”), S. Pedro Claver, Sta. Sara Kali, Sta. Maria-Clémentine Blessed Anuarite Nengapeta, S. Timóteo, Sta. Maura, S. Daudi Okelo, S. Jildo Irwa, S. Metódio Domenico Trcka, entre tantos outros? 
Não seria incrível? 
E ainda tem gente que proclama a mentira deslavada, sem vergonha de que a Igreja considerava os índios sem alma, quando a doutrina e os fatos históricos acima citados demonstram que todo ser humano tem alma e é passível de sua salvação? 




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JOVEM TENTA ASSALTAR COMÉRCIO E MORRE BALEADO PELA PRÓPRIA ARMA

Rapaz foi atingido no abdômen e no braçoDivulgação / PMGO



Gustavo Frasão, do R7
Vítimas reagiram ao assalto e o resvólver que o suspeito usava disparou contra ele mesmo 13/11/2013 às 09h40 (Atualizado em 13/11/2013 às 10h02)
Um jovem de 20 anos tentou assaltar um comércio na madrugada desta quarta-feira (13) em Formosa (GO), região do Entorno do DF, mas morreu após ser baleado pela própria arma.  
O crime aconteceu por volta de 00h15 no Setor Nordeste, bairro da cidade. Dois amigos ensaiavam músicas que tocariam em um show quando foram surpreendidos pelo autor.  
O rapaz entrou armado no local e, com bastante violência, anunciou o assalto. No entanto, as vítimas reagiram e começaram e lutar com o criminoso.  
Em determinado momento, a arma que estava na cintura do suspeito disparou e o acertou duas vezes. Um dos tiros atingiu o abdômen do bandido, que não resistiu aos ferimentos e morreu antes de ser levado ao hospital.  
Após o crime, as vítimas foram ao Ciops (Centro Integrado de Operações e Segurança) da cidade, onde o caso está registrado, e prestaram depoimento.  
A polícia explicou que o bandido que morreu tinha diversas passagens por tráfico de drogas, porte ilegal de armas, homicídio, latrocínio (roubo seguido de morte) e estava foragido da Justiça. Contra ele, havia pelo menos dois mandos de prisão em aberto.  
O local foi periciado e os resultados devem sair em até 30 dias.


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13/11/2013 às 11h24 (Atualizado em 13/11/2013 às 11h25)

Em 10 meses, quase 12 mil criminosos são presos no DF

Em média, 49 mandados de prisão foram cumpridos em desfavor dos suspeitos
Do R7
Secretaria de Segurança Pública do DF explicou que o resultado é reflexo da ação integrada entre as polícias Civil e MilitarReprodução / TV Record Brasília
De janeiro a outubro deste ano as forças de segurança pública do Distrito Federal conseguiram prender 11,7 mil criminosos. Por média diária, 49 mandados de prisão foram cumpridos em desfavor dos suspeitos.   
A SSP-DF (Secretaria de Segurança Pública do DF) explicou que o resultado é fruto da ação integrada entre as polícias Civil e Militar.  
O secretário da pasta, Sandro Avelar, destacou que as prisões aumentaram em relação a todo o ano passado, quando foram cumpridos 11,5 mil mandados, e que isso reflete positivamente na segurança da sociedade.  
— Desde a implantação do Plano Ação Pela Vida, em abril do ano passado, a produtividade policial vem quebrando recordes de prisões efetuadas e apreensões de armas e drogas.   
No ranking das delegacias que mais cumpriram mandados de prisão tiveram destaque a 30ª DP, que fica em São Sebastião, com 239 prisões; a 5ªDP, delegacia do Setor de Grandes Àreas Norte, com 197 prisões; a 15ªDP e 19ªDP, ambas de Ceilândia, com 194 e 126 prisões respectivamente e 21ªDP de Taguatinga Sul, com 124 casos.  
A secretaria também informou que entre os mandados de prisão cumpridos até outubro, 3,4 mil eram condenatórias, 7 mil preventivas e 384 temporárias.


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AUGE DA BELEZA FEMININA É ATINGIDO AOS 31 ANOS

A modelo e apresentadora britânica Danielle Lineker

A modelo e apresentadora britânica Danielle Lineker (Getty Images)
A fase de sua vida em que a mulher está mais bonita é aos 31 anos. É o que diz um estudo britânico divulgado nesta segunda-feira. A pesquisa mostrou que mulheres entre 27 e 30 anos são consideradas mais atraentes do que garotas com idade entre 18 e 19 anos.

Os pesquisadores ouviram mais de 2.000 homens e mulheres britânicos e descobriram que a beleza está muito mais relacionada à personalidade do que à aparência.

As pessoas que participaram da pesquisa recebiam fotografias de celebridades como a apresentadora de TV Christine Bleakley e a modelo de lingerie Danielle Lineker para analisar. Os participantes, então, deveriam dizer quais mulheres eram as mais atraentes – e as de 31 anos receberam mais votos do que quaisquer outras.

Os participantes responderam ainda à seguinte pergunta: “Para você, o que torna uma mulher bonita?” Para 70% dos entrevistados, ser bonita é ser confiante. 



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RACIONAIS MC’S ESTÃO NA CAPA DA EDIÇÃO DE ANIVERSÁRIO DA ROLLING STONE BRASIL



“Eu estava pouco disposta a construir outra blindagem, sabe?”, Laerte conta, já bem acostumada a referir-se a si própria no feminino. “Escolhi não viver a minha homossexualidade por décadas. Não tinha mais como não ser eu.”
Laerte já disse em entrevistas que teve a primeira relação sexual aos 17, com um homem. Vivia ainda com os pais e três irmãos em um ambiente de classe média em Alto de Pinheiros, São Paulo, e, sem coragem de enfrentar tabus, decidiu suprimir o desejo. Casou três vezes e teve três filhos. “Casei... por quê? Por pânico! Não é que eu não tenha prazer ou não tenha tido nenhum tipo de desejo por mulheres. É que eu estava vivendo um estado de negação permanente. E fui bem-sucedida durante muito tempo”, explica.
Quase 40 anos mais tarde, foi um de seus próprios personagens quem convidou Laerte para uma caminhada no lado selvagem da vida. Criado no caderno de informática da Folha de S. Paulo para tratar das desventuras do homem moderno nos primórdios da internet, Hugo Baracchini se tornou um alter ego do autor, até que, certo dia e sem maiores desculpas, resolveu se travestir. Passou batom, depilou as pernas, botou uma peruca e saiu à rua, toda vaporosa, soltando ali o balãozinho talvez mais reprimido na vida por Laerte: “Às vezes, um cara precisa se montar, ué!” Um leitor, também crossdresser, identificou o desejo na tirinha e instigou Laerte a conhecer mais sobre esse universo.
Dias depois, ele já tinha secretamente comprado calcinhas, sandálias de salto alto e vestido. Só faltava a coragem. Era 2004, e o artista atravessava um momento de profundas revisões pessoais e também profissionais. À revelia de muitos fãs, que achavam que Laerte estava pirando ou apelando para o nonsense, ele entrou de cabeça na renovação das tiras diárias, buscando romper com fórmulas, traços e artifícios cômicos em que não estava mais interessado. Até que a morte do filho Diogo em um acidente de carro, aos 22 anos, o fez brecar, mais uma vez, o movimento de transformação. “Nesse momento, pensei em desistir seriamente do que estava fazendo”, conta.
Você lê a íntegra da entrevista com Laerte na edição 86 da Rolling Stone Brasil, nas bancas de São Paulo e Rio de Janeiro a partir do próximo dia 14, e na semana que vem nos demais estados.









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ISSO É UMA BICHONA



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Eu particularmente, entendo que a hierarquia atualmente no Brasil, seja integrada infelizmente pelo comandante supremo general Fidel Castro - Vice comandante o metalúrgico e sindicalista Lula da Silva e primeira rainha a moça da colina Dilma Rousseff e o resto são as autoridades "faz de contas" da república das bananas com as batatas. Acorda Brasil!

Enquanto isso na América Latina!
Tudo não passa de armação esquerdista para destruir a moral (polícia e etc) dos países Livres Ocidentais.
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- PORQUE “MÉDICOS” CUBANOS?
R: Aborto, o número de estupros no Brasil já ultrapassou o número de homicídios dolosos (aqui)