sábado, 23 de novembro de 2013

VOLTAIRE



O arrependimento de um pilantra que tem muita culpa no surgimento bandidos letrados e de porcos vermelhos, como Marilena Chauí, a doida da USP:

"Eu, o que escreve, declaro que, na idade de oitenta e quatro anos e tendo sofrido com vômitos de sangue faz quatro dias, não pude ir à igreja; assim, o pároco de São Sulpício quis de bom grado me enviar o sacerdote M. Gautier. Eu com ele me confessei, e se Deus assim quiser, morro na santa religião católica em que nasci, esperando que, com a misericórdia divina, sejam perdoados todos os meus pecados; e se tenho escandalizado a Igreja, peço perdão a Deus e a ela."

Assinado: Voltaire, 2 de março de 1778 na casa do marquês de Villete, na presença do padre Mignot, do meu sobrinho e do meu amigo, senhor marquês de Villevielle".




O PAI DA PORCARIA


Como o povo brasileiro resolveu abandonar a realidade e se agarrar cegamente aos devaneios e ilusões ofertados pelas canalhices da intelectualidade Moderna?


Exemplificando: como os brasileiros (políticos, advogados, juízes, médicos, professores, etc.) chegaram ao absurdo de não acreditar que ladrões, assassinos, estupradores e pedófilos são realmente o que são?
Resposta: foram aqueles intelectuais que são estudados dia e noite nas universidades brasileiras, às custas dos contribuintes, e às custas dos cortes de verbas de setores como educação fundamental, segurança e saúde. 

Revolução foi essa, a que as mentes de uma nação inteira sucumbiu? 

Resposta: "E esta revolução não começa com Voltaire ou Rousseau, mas com um homem que ninguém diria desonesto ou perverso. Começa com Immanuel Kant. Foi ele o primeiro que, negando a nossa capacidade de conhecer a realidade como tal, atribuiu ao mesmo tempo à inteligência humana o poder de inventar um mundo válido. 
Com isto ele substituiu involuntariamente, à legítima pretensão de conhecer, uma ambição ilimitada de poder. 

Diante da porcaria intelectual moderna, está na hora de alguém bater à porta do ilibado Immanuel Kant e dizer aquelas palavras fatídicas: 
- Toma que o filho é teu". 
(O.de C.)




LULA, O ABRAÃO LINCOLN BRASILEIRO

Lula, amante dos pobres? Ah, conta outra! Lula, o Abraão Lincoln brasileiro?
Ah, tá. Só na cabeça de um jumento! Vejamos uma simples diferença entre Lincoln e o cachorro de Cuba:

"O paralelo entre a educação de Lula e a de Abraham Lincoln é falso até o limite da alucinação. Ambos esses políticos vieram, é certo, de família pobre, e mal tiveram educação formal. A diferença é que Lincoln, estudando sozinho, tornou-se um grande conhecedor de história e de literatura, e dominou seu idioma natal ao ponto de escrever, já aos vinte e poucos anos, como um autêntico clássico da língua inglesa.


Já o sr. Lula da Silva só o que consegue é pronunciar com língua presa uns discursinhos miseráveis que, se lhe granjeiam alguns votos, é apenas graças ao efeito tranquilizante que a exibição de mediocridade pode ter sobre plateias de invejosos doentios que fogem do admirável como da peste. Para estes, a melhor qualidade que um candidato pode apresentar é a de não ser melhor que eles. O sucesso de Lula é, de fato, a plena legitimação da incultura orgulhosa. Este senhor não se deu o trabalho de aprimorar sua formação nem mesmo depois de salvo da miséria pela ascensão política. Gasta seu dinheiro com a satisfação de vaidades tolas, mas não com auto-educação. Usa ternos elegantes e fuma charutos caros, mas não contrata um fonoaudiólogo para corrigir aquele medonho ceceio na sua pronúncia, que ele prefere continuar ostentando como uma grife. " (O.de C.)


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sexta-feira, 22 de novembro de 2013

A MARCAÇÃO E A CASTRAÇÃO DO GADO


Na cultura e na tradição gaúcha, existem dois eventos que são muito comemorados nas estâncias (fazendas): a marcação e a castração do gado.
No primeiro, o ferro em brasa com as iniciais do dono do rebanho queima o couro da rês para que todos saibam a quem ela pertence.
No segundo, retiram-se os culhões dos touros, que passam a ser chamado de bois, com o objetivo de torná-los mais mansos e de engorda mais rápida, preparando-os para o abate.

Os indivíduos que possuem características de boa performance e genética são poupados da castração para que se tornem reprodutores, garantindo ao proprietário melhores exemplares para o abate.

Dentro da sistemática da esquerda, ocorre algo semelhante. Indivíduos são marcados e castrados com a ideologia do partido. A marca, entretanto, só é percebível quando a infeliz criatura abre a boca para repetir o batido discurso revolucionário, em apoio cego a toda forma de dominação intelectual, moral e religiosa. 

A castração ocorre quando, ao observar potenciais opositores, a esquerda trata logo de capar as lideranças, seja através de perseguição ideológica, seja pela utilização de cargos em estatais para retirar dos opositores a vontade de lutar pelo que acreditam. Assim tal qual nas estâncias gaúchas, o gado fica sob controle, esperando a hora do abate.

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ZUMBI E O DIA DA CONSCIÊNCIA NEGRA



No dia 20 de novembro de 1695 Zumbi foi executado. Sua cabeça decapitada e salgada, seu pênis enfiado em sua própria boca e seus restos mortais foram expostos em praça pública para provar aos supersticiosos seguidores que não se tratava de um imortal como seu nome garantia ser.

Zumbi não era escravo, nasceu livre e foi educado por padres católicos. Aos 10 anos de idade dominava o português e o latim. Quando completou 15 anos saiu a procura de suas origens e descobriu Gunga-Zumba, seu tio, casou-se com Dandara e teve três filhos. Segundo alguns autores participou da conspiração e assassinato de seu próprio tio por envenenamento, pois não concordava com o tratado de paz, aceito por ele, proposto pelos portugueses, e assumiu o controle do Quilombo.

Segundo o historiador José Murilo de Carvalho, em "Cidadania no Brasil". Alterou a estrutura social e praticou a escravidão. Negros escravos que se negavam a fugir de seus senhores eram aprisionados e levados para o Quilombo para trabalho forçado até que sua adaptação fosse concluída.

Zumbi não lutou contra a escravidão e sim para manter uma estrutura de poder o qual ele era o chefe.

Gunga-Zumba, negro. Princesa Isabel, branca, estes sim são os que lutaram para a libertação dos escravos. Muitos brancos e negros foram sacrificados para acabar com este sistema injusto e cruel de dominação do homem pelo homem. Não cabe esta distinção equivocada sobre Zumbi. Nem tão pouco um feriado que faz aumentar a distância entre negros e brancos dentro da nossa cultura. 

A ciência já provou que não existe raça branca, negra, amarela, ou seja lá o que for. O que existe é a raça humana que precisa repensar seu comportamento entre seus semelhantes. Tratar todos de formas iguais, dando educação, saúde, moradia e esperança - independentemente da cor da sua pele.

Esta política segregacionista desenvolvida pelo Partido dos Trabalhadores haverá de fazer nascer entre nós, a intolerância. Os nossos cidadãos caucasianos ou afro-descendentes precisam é de escolas de boa qualidade para juntos alcançarem seus objetivos em igualdade de condições.



Paracelso Sant'Anna
Jornalista


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- BENJAMIN NETANYAHU É CRITICADO POR NÃO SE PROSTRAR AO ÍDOLO MÍTICO NELSON MANDELA (aqui)

EDITORA ABRIL DEVE PAGAR R$ 20 MIL A DEPUTADO POR REPORTAGEM



05 de março de 2009 • 16h25

A 4ª Turma Cível do Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJ-DF) decidiu manter a sentença do juiz da 16ª Vara Cível de Brasília que condenou a Editora Abril a indenizar por danos morais o deputado federal Carlos Augusto Abicalil (PT-MT). A indenização por danos morais, arbitrada em R$ 20 mil, deverá ser paga solidariamente pela editora e pelos autores de uma reportagem veiculada na revista Veja.

Na ação, o deputado alega que a edição da revista veiculada em 11 de janeiro de 2006 publicou matéria com afirmações inverídicas e injuriosas intitulada "Não li e não gostei".

Os repórteres responsáveis pelo conteúdo da matéria afirmam que o deputado Carlos Abicalil teria sido escalado para integrar a CPI dos Correios para tentar "melar" o andamento das investigações em relação ao suposto esquema conhecido como mensalão.

"Mesmo com a inclusão de Azeredo, os governistas ainda não desistiram de tentar melar a CPI. Já escalaram até um deputado, Carlos Abicalil, petista de Mato Grosso e integrante da comissão, para o trabalho sujo. Abicalil é um especialista em trabalhos sujos(...)", diz a matéria.

Ao contestar a ação, a Editora Abril invocou o direito de informar, garantido constitucionalmente, e afirmou que a expressão "trabalho sujo" era apropriada, já que a escalação do deputado para integrar a CPI tinha como objetivo tentar afastar alguns nomes apontados no relatório parcial da comissão como supostos integrantes do mensalão.

Na sentença de 1ª instância, o juiz considerou que houve manifesta extrapolação da ré no seu direito de informar e noticiar fatos. De acordo com o magistrado, ao atribuírem a pecha de "especialista em trabalhos sujos" ao deputado, os autores do texto jornalístico lançaram conceitos lesivos à honra do requerente.

O relator do recurso confirmou a condenação imposta pelo juiz. Em seu voto, ele afirma que "a dignidade da pessoa humana é um bem tão importante que está garantido na Constituição Federal. A liberdade de imprensa não autoriza o uso de palavras injuriosas que acarretem danos à honra e à imagem dos indivíduos". A decisão da 4ª Turma Cível foi unânime.

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18/06/2011 às 17:42

ALOPRADOS 2 – UM MINISTERIÁVEL APARECE ENVOLVIDO EM OUTRO CASO CABELUDO


Esse é Abicalil, caso vocês não liguem o nome à alma sensível


























Um ministro de Dilma, Aloizio Mercadante, aparece metido na sujeira do aloprados até a raiz de seus poucos cabelos e de seu farto bigode. Outro petista, dado como ministeriável,  também sai lanhado das confissão de Expedito Veloso. Seu nome: Carlos Abicalil, que se fez notar pelo esforço para enterrar a CPI do Mensalão quando deputado. Era uma espécie de Ideli Salvatti barbudo, careca e sensível. Leiam mais um trecho da reportagem de VEJA. Volto em seguida.
A partir das inconfidências de Expedito Veloso, descobre-se que a sórdida investida contra os tucanos em São Paulo não foi a primeira e que os alvos nem sempre são necessariamente de partidos adversários. A bruxaria não poupou os próprios petistas. Expedito revelou que, antes da prisão dos aloprados, ocorreu outro episódio, envolvendo os mesmos personagens, usando os mesmos métodos, só que, dessa vez, agindo em Mato Grosso. Os alvos: os então senadores Serys Slhessarenko, do PT, e Antero Paes de Barros, do PSDB. Eles disputavam o governo do estado com Blairo Maggi (PR), que concorria à reeleição, quando surgiu um dossiê envolvendo a petista e o tucano com a máfia dos sanguessugas. Suas candidaturas foram fulminadas pelas denúncias. Foi mais uma armação dos aloprados, segundo as revelações gravadas de mentor dessa vez foi o ex-deputado petista Carlos Abicalil, atual secretário do Ministério da Educação. O financiador e beneficiário: o governador Blairo Maggi. Até o custo era parecido com sua congênere paulista. Disse Expedito Veloso: “O Abicalil já tinha negociado com Blairo Maggi para f. a Serys e o Antero Barros. Pagaram 2 milhões aos Vedoin para incluir os dois indevidamente na lista dos sanguessugas. (…) Saiu uma reportagem antes da eleição que arrebentou os dois”. Serys confirma que Expedito a procurou no ano passado e fez uma confidencia: “Ele disse que meu envolvimento com aqueles bandidos foi tudo uma armação criminosa contra mim, patrocinada pelos colegas do partido”. O ex-senador Antero também soube da fraude. “Liguei para o Serra e avisei que estavam fazendo a mesma patifaria contra ele.”
Voltei
É isso aí, leitor! Leia a íntegra da impressionante reportagem na revista. Atenção! Fernando Haddad já está com dois pés dentro do Ministério da Educação e da Ideologia e com dois fora. Abicalil é apontado como possível substituto. Blairo Maggi é hoje senador da República. A última grande novidade do homem que já foi demonizado pelas esquerdas como um grande desmatador é a conversão à causa ecológica…
Ah, sim: o grupo de Abicalil conseguiu expulsar Serys do PT. Generosa, a direção nacional do partido interveio e converteu a expulsão em suspensão. No PT do Mato Grosso, Abicalil é professor de Educação Moral e Cívica!
Por Reinaldo Azevedo
07/05/2010 às 20:29

HISTÓRIA – A TRAMÓIA PETISTA PARA MELAR A ELEIÇÃO DE SERRA EM 2006

Na entrevista concedida à VEJA.com, o pré-candidato do PSDB ao governo de São Paulo, Geraldo Alckmin, refere-se à dinheirama dos aloprados. Pois é… Não custa lembrar aquele caso, não é?, e os expedientes a que recorreu o PT para “fazer política”. Recorro a trechos da reportagem de VEJA e publico abaixo aquela foto tão emblemática de um modo muito particular de entender o poder.

*
O escândalo do dossiê, no qual uma dupla de petistas foi flagrada comprando por quase 2 milhões de reais um conjunto de denúncias contra tucanos que não valia um centavo, abriu uma crise gravíssima e imprevisível. Gravíssima porque logo se descobriu que os envolvidos têm laços com a campanha reeleitoral do presidente Lula e com a própria instituição da Presidência da República. Do círculo íntimo do presidente, entre confessos e suspeitos, está Freud Godoy, seu segurança pessoal até a posse e depois nomeado assessor especial, que dormia no Palácio da Alvorada nos primeiros meses do governo e tem sala no mesmo andar do gabinete presidencial no Planalto. Também está Jorge Lorenzetti, o churrasqueiro oficial dos domingos na Granja do Torto e tutor informal de Lurian, a filha mais velha de Lula. Do círculo político, mas nem por isso menos íntimo, está o deputado Ricardo Berzoini, presidente do PT e, até a semana passada, coordenador da campanha reeleitoral de Lula, defenestrado pelo escândalo. Está Osvaldo Bargas, amigo dos tempos de militância sindical nos anos 70, responsável pelo capítulo sobre trabalho no programa de governo – e casado com Mônica Zerbinato, secretária particular de Lula.
(…)
A tática – de novo, de novo – é dizer que Lula não sabia de nada e que, estando com folgada vantagem nas pesquisas, também não teria interesse algum em atacar adversários. Na lógica petista, portanto, tudo aconteceu por obra de maus perdedores. “Temos de levar em conta a quem interessa, a essa altura do campeonato, melar o processo eleitoral no Brasil”, disse Lula, durante viagem a Nova York.
Respondendo:1) Um dossiê devastador contra José Serra interessaria ao PT em São Paulo. Seria ótimo para Lula ter um governador petista em São Paulo em um segundo mandato.
2) Disparar um tiro de morte contra Serra significaria exterminar praticamente o PSDB em nível nacional.
3)”Melar” o processo eleitoral não interessa a nenhum democrata, mas sobre essa questão seria mais útil perguntar aos seus colaboradores íntimos que entraram na fria de comprar um dossiê com dinheiro sujo.
(…)
Tudo começou na sexta-feira, 15 de setembro, quando agentes da Polícia Federal prenderam dois petistas que negociavam o tal dossiê no hotel Ibis, em São Paulo. O empreiteiro Valdebran Padilha, filiado ao PT de Mato Grosso há dois anos, representava a família Vedoin, comandante da máfia dos sanguessugas e fornecedora do dossiê. O outro petista preso, encarregado de analisar a relevância das informações do dossiê e fazer o pagamento, era Gedimar Passos, contratado pela cúpula do PT. Os dois carregavam 1,7 milhão de reais, cuja origem está sob investigação (veja reportagem). O pacote apreendido pela PF incluía uma agenda, seis fotografias, uma fita de vídeo e um DVD de 23 minutos, em que os tucanos José Serra e Geraldo Alckmin aparecem entregando ambulâncias. Era um pacote fajuto, sem relevância, mas incluía a concessão de uma entrevista de Luiz Antônio Vedoin, capo dos sanguessugas, envolvendo Serra no esquema. Na mesma sexta-feira, a revista IstoÉ chegou às bancas com uma entrevista de Vedoin atacando Serra – acusações que, na semana passada, ao ser interrogado pela PF, Vedoin desmentiu.
(…)
Com a prisão de Valdebran Padilha e de Gedimar Passos e a tomada de seus depoimentos, descobriu-se o envolvimento de petistas mais graúdos – e, em apenas três dias, deflagrou-se um dominó de demissões que afetou outros seis petistas, atingiu a campanha de Aloizio Mercadante em São Paulo, engolfou a campanha reeleitoral de Lula e subiu a rampa do Palácio do Planalto. A cronologia é fulminante:
  • Na segunda-feira, caiu Freud Godoy, assessor especial de Lula. Ele fora acusado por Gedimar Passos de ser o mandante do pagamento pelo dossiê. Freud Godoy nega.
  • Na terça-feira, caiu Jorge Lorenzetti, churrasqueiro de Lula e chefe do bunker de bruxarias eleitorais do comitê. Ele é acusado de contratar Gedimar Passos.
  • Na quarta-feira, as demissões chegaram ao auge. Caíram Ricardo Berzoini, coordenador da campanha de Lula, e Osvaldo Bargas, que trabalhava na elaboração do programa de governo. Mencionada no caso, a revista Época divulgara no dia anterior uma nota informando que Jorge Lorenzetti e Osvaldo Bargas ofereceram um dossiê contra os tucanos a seus repórteres – e que Berzoini sabia da conversa, mas não do seu conteúdo. Caiu, também, Expedito Veloso, diretor do Banco do Brasil que estava licenciado e trabalhava pela reeleição de Lula. Ele é um dos suspeitos de ter levado o dinheiro do dossiê ao hotel Ibis em São Paulo. Por fim, caiu Hamilton Lacerda, secretário de Comunicação da campanha de Mercadante. A revista IstoÉ diz que Lacerda fora o primeiro a lhe oferecer o dossiê fajuto.
Uma parte dos bastidores da negociata está documentada pela PF, que monitorou os telefonemas de Luiz Antônio Vedoin, o vendedor do dossiê, entre 9 e 15 de setembro. Nos dois dias que precederam a negociata, a polícia captou 36 diálogos, aos quais VEJA teve acesso (veja a reprodução de alguns deles). As gravações mostram que tudo girava em torno do dinheiro, embora a palavra seja cuidadosamente evitada. É curioso que, dos seis petistas envolvidos no caso depois das duas prisões em São Paulo, todos, à exceção de Freud Godoy, tenham admitido algum tipo de envolvimento com o caso – mas nenhum deles, muito menos Freud Godoy, admite ter qualquer relação com o dinheiro, ainda que, no passado recente, ele tenha sido o guardião dos dinheiros clandestinos que circulam nos desvãos do PT (veja reportagem). “Afirmo taxativamente que em momento algum autorizei o emprego de qualquer tipo de negociação financeira”, diz Lorenzetti na nota em que anuncia sua demissão. “É importante informar que em nenhum momento houve qualquer oferta de dinheiro”, repete Hamilton Lacerda, o ex-auxiliar de Mercadante, na sua nota de afastamento. Antes de cair, Berzoini fez o mesmo discurso numa entrevista. “O PT não tem nenhuma atividade que envolva recursos financeiros para compra de informação”, disse. A falta de conexão com a realidade dos petistas é preocupante: eles não conseguem mais enxergar nem mesmo um bolo de dinheiro vivo no valor de 1,7 milhão de reais.

NA CALADA DA NOITE GOVERNO ACABA DE VEZ COM A RESPONSABILIDADE FISCAL: O QUE PODEMOS ESPERAR EM 2015?



ADOLFO SACHSIDA 21/11/2013 *
Amigos, não é fácil pensar numa maneira de piorar a situação fiscal brasileira… mas acreditem: o governo conseguiu!!!! Enquanto o Brasil parava para ver a final da Copa do Brasil, adivinhem o que aconteceu em Brasília??? O Congresso aprovou um projeto que muda as regras do superávit primário (de novo)*!!!!
O governo não consegue cumprir suas metas, o que ele faz? Muda as metas!!! Parece aquela piada do cara que vai ao médico e ouve: “O Sr. precisa comer menos gordura, parar de beber cerveja, e fazer mais exercícios”… em vez de seguir o médico o cara muda de médico!!!! Esse é o governo brasileiro.
Por favor, leiam o link acima. Olha que beleza: “O governo central – composto pelo Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central – teria como meta para o ano economizar R$ 73 bilhões, caso tivesse que arcar apenas com a conta da União. Até setembro, contudo, só poupou R$ 26,7 bilhões – o que já indica dificuldade para cumprir a própria meta“. Estão notando o tamanho do rombo fiscal???? Com a nova lei a União não será mais obrigada a cumprir a parte do superávit não cumprida pelos estados e municípios. Resumindo, qual o estímulo que a União terá para forçar estados e municípios a economizar?
Por favor, não me compreendam mal. Eu sou favorável a que estados e municípios tenham liberdade fiscal e tributária. Mas isso deve fazer parte de um amplo conjunto de medidas, que inclusive DESOBRIGUE a União de socorrer estados e municípios falidos. Mas do jeito que a lei é hoje é simplesmente absurdo permitir alto grau de endividamento dos estados, pois a União em última instância será obrigada a honrar tais dívidas. Ou seja, o estado (ou município) gasta e quem paga a conta é o resto do país… adivinhem que tipo de estímulo isso gera??? Gera um enorme estímulo para que todos se endividem.
Pode parecer coisa de chato, mas quando ocorreu a renegociação da dívida dos estados (e municípios) e o advento da Lei de Responsabilidade Fiscal (ainda no governo FHC) EU AVISEI QUE DARIA ERRADO JUSTAMENTE PELOS MOTIVOS QUE ESTÃO OCORRENDO HOJE!!!!! Meu amigo Roberto Ellery é testemunha disso. Eu avisei que o caminho certo era outro: a União não devia interferir nas decisões de estados e municípios, mas também não deveria pagar pela conta.
Na prática, a medida aprovada hoje no Congresso nos leva de volta a situação de 1999: a União não terá controle (ou vontade política) suficiente sobre a dívida de estados e municípios, mas em última instância será responsável pelas mesmas. Resumindo: acabou-se, oficialmente, a responsabilidade fiscal em nosso país.
Por fim, o que esperar de 2014? 2014 será o ano com o RECORDE MUNDIAL de greves no Brasil…. polícia federal, companhias de luz, água, esgoto, DETRAN, aeroviários, entre outros entrarão em greve. Afinal, as vésperas da Copa do Mundo, e sem preocupação com a solvência fiscal, o governo ficará refém de todos esses movimentos grevistas. Governos estaduais preocupados com a eleição, governo federal preocupado com a eleição… o gasto público baterá recordes!!!!
* ECONOMISTA DO IPEA


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Congresso aprova projeto que muda regras do superávit primário

Texto desobriga o governo federal de cobrir as metas de economia não atingidas por Estados e municípios neste ano

20 de novembro de 2013 | 21h 11
Ricardo Brito - Agência Estado Atualizado às 21h30
BRASÍLIA - O plenário do Congresso Nacional aprovou na noite desta quarta-feira o projeto de lei que desobriga a União de cobrir as metas fiscais não atingidas de Estados e municípios este ano. A matéria, objeto de intenso debate nos últimos dias, é uma das prioridades do Palácio do Planalto. A presidente Dilma Rousseff já se manifestou favorável à flexibilização das regras.
No início da sessão, o presidente do Congresso, senador Renan Calheiros (PMDB-AL), derrubou dois pedidos para adiar a votação: um deles para retirar a matéria de pauta e outro para tentar encerrar a discussão por falta de quorum. Segundo Renan, os dois pedidos não tem amparo regimental.
Durante os debates, a oposição criticou publicamente a proposta. "Esse projeto corrói a esfarrapada credibilidade das contas públicas do País", afirmou o líder do PSDB no Senado, Aloysio Nunes Ferreira (SP). Mas, pressionada por governadores nos bastidores, os oposicionistas já haviam feito um acordo com líderes da base aliada para não tentar impedir a aprovação da matéria. Por essa razão, a matéria foi aprovada sem maiores dificuldades, em votação simbólica.
Com a proposta, que segue para a sanção presidencial, o governo federal não precisará complementar a meta de economia não atingida pelos Estados e municípios. O superávit primário é a economia feita pelo governo para pagar os juros da dívida. Em 2013, a meta de economia prevista é de 2,3% do Produto Interno Bruto (PIB), o que corresponde a R$ 110,9 bilhões. Desse total, R$ 38 bilhões correspondem ao superávit de Estados e municípios.
O Executivo tem afirmado que os Estados e municípios pouparam até setembro somente R$ 18,5 bilhões, bem inferior ao previsto para todo o ano de 2013. O governo central - composto pelo Tesouro Nacional, Previdência Social e Banco Central - teria como meta para o ano economizar R$ 73 bilhões, caso tivesse que arcar apenas com a conta da União. Até setembro, contudo, só poupou R$ 26,7 bilhões - o que já indica dificuldade para cumprir a própria meta.
Com o provável "calote" dos Estados e municípios, a conta vai subir ainda mais. Na prática, o projeto torna facultativo ao Executivo federal bancar essa conta adicional dos demais entes federados.


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A ESCÓRIA DO MUNDO


"Por Olavo de Carvalho"
Diário do Comércio (editorial), 20 de maio de 2008

“Cuanto más alto sube, baja al suelo.” (Frei Luís de León)

Vou resumir aqui umas verdades óbvias e bem provadas, que uma desprezível convenção politicamente correta proíbe como indecentes.
Todo comunista, sem exceção, é cúmplice de genocídio, é um criminoso, um celerado, tanto mais desprovido de consciência moral quanto mais imbuído da ilusão satânica da sua própria santidade.

Nenhum comunista merece consideração, nenhum comunista é pessoa decente, nenhum comunista é digno de crédito.
São todos, junto com os nazistas e os terroristas islâmicos, a escória da espécie humana. Devemos respeitar seu direito à vida e à liberdade, como respeitamos o dos cães e das lagartixas, mas não devemos lhes conceder nada mais que isso. E seu direito à vida cessa no instante em que atentam contra a vida alheia.

Nos anos 60 e 70, a guerrilha brasileira não foi nenhuma epopeia libertária, foi uma extensão local da ditadura cubana que, àquela altura, já tinha fuzilado pelo menos dezessete mil pessoas e mantinha nos cárceres cem mil prisioneiros políticos simultaneamente, número cinquenta vezes maior que o dos terroristas que passaram pela cadeia durante o nosso regime militar, distribuídos ao longo de duas décadas, nenhum por mais de dois anos – e isto num país de população quinze vezes maior que a de Cuba. Nossos terroristas recebiam dinheiro, armas e orientação do regime mais repressivo e assassino que já houve na América Latina, e ainda tinham o cinismo de apregoar que lutavam pela liberdade.

Agora que estão no poder, enchem-se de verbas públicas e justificam a comedeira alegando que o Estado lhes deve reparações. O dinheiro do Estado é do povo brasileiro e o povo brasileiro não lhes deve nada. Eles é que devem aos filhos e netos daqueles que suas bombas aleijaram e seus tiros mataram.

Perguntem aos cidadãos, nas ruas: “O senhor, a senhora, acham que têm uma dívida a pagar aos terroristas, pelo simples fato de que a violência deles foi vencida pela violência policial? O senhor, a senhora, acham justo que o Estado lhes arranque impostos para enriquecer aqueles que se acham vítimas injustiçadas porque o governo matou trezentos deles enquanto eles só conseguiram, coitadinhos, matar a metade disso?”

Façam uma consulta, façam um plebiscito. A nação inteira responderá com o mais eloquente NÃO já ouvido no território nacional.

É claro que os crimes que esses bandidos cometeram não justificam nenhuma barbaridade que se tenha feito contra eles na cadeia. Mas justifica que estivessem na cadeia, embora tenham ficado lá menos tempo do que mereciam. E justifica que, surpreendidos em flagrante delito e respondendo à bala, fossem abatidos à bala.

Mas eles não acham isso. Acham que foi um crime intolerável o Estado ter armado uma tocaia para matar o chefe deles, Carlos Marighela, confessadamente responsável por atentados que já tinham feito várias dezenas de vítimas inocentes; mas que, ao contrário, foi um ato de elevadíssima justiça a tocaia que montaram para assassinar diante da mulher e do filho pequeno um oficial americano a quem acusavam, sem a mínima prova até hoje, de “dar aulas de tortura”.

Durante a ditadura, muitos direitistas e conservadores arriscaram vida, bens e reputação para defender comunistas, para abrigá-los em suas casas, para enviá-los ao exterior antes que a polícia os pegasse. Não há, em toda a história do último século, no Brasil ou no mundo, exemplo de comunista que algum dia fizesse o mesmo por um direitista.

Sim, os comunistas são diferentes da humanidade normal. São diferentes porque se acham diferentes. São inferiores porque se acham superiores. São a escória porque se acham, como dizia Che Guevara, “o primeiro escalão da espécie humana”.

Eles têm, no seu próprio entender, o monopólio do direito de matar. Quando espalham bombas em lugares onde elas inevitavelmente atingirão pessoas inocentes, acham que cumprem um dever sagrado. Quando você atira no comunista armado antes que ele o mate, você é um monstro fascista.

Por isso é que acham muito natural receber indenizações em vez de pagá-las às vítimas de seus crimes.
Quem pode esperar um debate político razoável com pessoas de mentalidade tão deformada, tão manifestamente sociopática?


Um comunista honesto, um comunista honrado, um comunista bom, um comunista que por princípio diga a verdade contra o Partido, um comunista que sobreponha aos interesses da sua maldita revolução o direito de seus adversários à vida e à liberdade, um comunista sem ódio insano no coração e ambições megalômanas na cabeça, é uma roda triangular, um elefante com asas, uma pedra que fala, um leão que pia em vez de rugir e só come alface. Não existiu jamais, não existe hoje, não existirá nunca.


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