quarta-feira, 9 de maio de 2012

DECISÕES EXTREMAS (Criticas do Filme)


DECISÕES EXTREMAS (Criticas do Filme)
"Por Osvaldo Aires"


A ideia desta postagem é que se inicie um espaço às pessoas que gostem de bons filmes e que dentre elas as que gostam de opinar tenham uma tribuna livre para participar ativamente do processo, portanto, mãos à obra meus amigos e amigas. Essa tribuna estará com o marcador de Hospital U.J. Barros Barretos - HUJBB Cine Tribuna Livre  até que se possa achar um nome melhor. 
Como o blog é bastante novo - feito em 15/01/12, com o tempo, irei postando artigos para que passamos ter bastante matérias correlatas.


Ficha Técnica:

Título no Brasil: Decisões Extremas
Título Original: Extraordinary Measures

País de Origem: EUA

Gênero: Drama
Direção: Tom Vaughan                        
Duração: 106 minutos
Ano de Lançamento: 2010
Estréia no Brasil: 21/05/2010
Estúdio/Distrib.: Sony Pictures

Com a finalidade de apimentar nossos possíveis debates fica a entrevista com Ayn Rand por Mike Wallace - 1959 (Leg Pt)











Comentários do vídeo original em inglês:
Nessa envolvente entrevista de 1959, sua primeira na televisão, Ayn Rand resume sua filosofia para Mike Wallace, da CBS.
Essa discussão aborda temas como a natureza da sua moralidade e as distorções econômicas e históricas sobre os "robber barons".
Ela também comenta sua relação com Frank O'Connor, fornece algumas informações autobiográficas e fala sobre suas perspectivas para a América (Texto traduzido pelo Luiz Mario) email: luizmariobr@hotmail.com.

Contribuição de Letícia Ribeiro

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=oncyKMSAbqI
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=3bofJMwOdAQ
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=OvhCvF4NQzo

Vídeo original em http://www.youtube.com/watch?v=zEruXzQZhNI


MEUS COMETÁRIOS: E que se provaram nos dias atuais de Ob(s)ama  Hussein. A crise americana foi tramada pela engenharia social esquerda/islã nos últimos 100 anos, pelo menos, através da falência proposital da previdência, e incrementado hoje, com com o sistema de saúde universal. Lembre-se que o terrorista Yasser Arafat fundador do Fatah também já foi prêmio Nobel da Paz. 

O FATAH: 
IdeologiaNacionalismo,
Secularismo,
Socialismo
Afiliação InternacionalInternacional Socialista



Vejam? O Terrorista que queria a paz! Conta outra ta!!!




Discurso final de Howard Roark, do filme The Fountainhead, baseado no livro homônimo da escritora e filósofa Ayn Rand.
Retirado do filme A Vontade Indômita de 1949 baseado no livro de Ayn Rand. Howard Roark (Gary Cooper) faz uma defesa do individualismo e do egoísmo no seu julgamento. Os scripts do filme foram escritos pela própria autora do livro, Ayn Rand.
Ayn Rand, nascida Alissa Zinovievna Rosenbaum, (São Petersburgo, 2 de Fevereiro de 1905 — Nova Iorque, 6 de Março de 1982) foi uma escritora, dramaturga, roteirista e controversa filósofa estado-unidense de origem judaico-russa, mais conhecida por desenvolver um sistema filosófico chamado de Objetivismo, e por seus romances The Fountainhead ("A Nascente", sendo que o filme é conhecido no Brasil por "Vontade Indômita") e Atlas Shrugged ("Quem é John Galt?" no Brasil). Nascida e educada na Rússia, Rand imigrou para os Estados Unidos em 1926.

Frase da filosofa russo-americana Ayn Rand (judia, fugitiva da revolução russa comunista, que chegou aos Estados Unidos na metade da década de1920), mostrando uma visão com conhecimento de causa:


"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada;

- quando comprovar que o dinheiro flui para


quem negocia não com bens, mas com favores;





- quand
 o perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você;





- quando perceber que a corrupção é


recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada."


Resenha do filme: "Decisões Extremas"

" Por Osvaldo Aires, com trechos de texto de Juliana Vasconcelos, Ayhena Menezes, Laura Nahyara e Fabiola Portela."
O filme Decisões extremas é baseado no livro The Cure: How a Father Raised $100 Million – And Bucked the Medical Establishment – in a Quest to Save His Children (A cura: Como um pai levantou $ 100 milhões - e contrariou a instituição médica - em uma missão para salvar seus filhosda jornalista vencedora do Prêmio Pulitzer Geeta Anand que, por sua vez, baseou-se em fatos reais.

 



A narrativa é um tanto lenta - principalmente no começo, o filme não parece saber o que fazer com seus coadjuvantes e há um certo exagero melodramático, mas o longa-metragem de Tom Vaughan tem suas qualidades e merece uma conferida. Mesmo que seja apenas para ver o Brendan Fraser penar para interpretar um ser humano - e junto com o filme se humanizar. Com uma história de superação de adversidades - que é minha preferencia sobre histórias, “Decisões Extremas” consegue apresentar ao espectador uma trama que, ao mesmo tempo que enfoca uma tragédia, também mostra que é possível arregaçar as mangas e trabalhar para se encontrar uma solução - e que só existe essa solução para os problemas. Não é a toa que se realiza na terra dos planos/metas/sonhos. Terra da livre iniciativa - EUA.


Aqui fica a primeira pergunta para debates:
Quem vai produzir as riquezas (recursos) necessárias para a produção da ciência (moléculas) com as quebras de patentes? Aqui tratarei do assunto de maneira transversa:

O SOCIALISMO/COMUNISMO FATOR DA INJUSTIÇA - clique aqui

O longa metragem narra o drama de John (Brender Fraser) e Aillem Crowley (Keri Russell), um casal que tem dois filhos que sofrem de uma doença congênita, chamada doença de Pompe. Baseado em fatos reais, mostra a luta de um pai para encontrar um meio de salvar os seus filhos, que, apesar de desenganado pelos médicos, não perde a esperança. Sem medir esforços, entra em uma verdadeira batalha contra o tempo, demonstrando coragem, ousadia e sagacidade.

Aqui fica o segundo aparte para debates: Esse é o espírito de um homem livre de um país livre. Nada impede que você possa tomar decisões seja ela qual for e será responsabilizado em toda a sua extensão por ela - reconhecido, recompensado ou punido. Em uma sociedade livre imediatamente você pode iniciar um empresa (no outro dia que seja na sua garagem ou sala). Uma empresa nada mais é do que: Tentar fazer uma "pequena" parte de um mundo mais satisfatório. Já sei todos pensaram: Não é um mundo melhor?! Não, sobre isso já tive tempo de postar vejam aqui:

FUJAM DO MUNDO MELHOR - clique aqui



Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 



E AQUI UM TRABALHO QUASE COMPLETO SOBRE ÉTICA:

A ética protestante e o espírito do capitalismo - clique aqui



A Ética Empresarial e o Brasil - clique aqui


Biotecnologia, Biogenética e Bioética: o que é isto? - clique aqui

A trama inicia mostrando o transporte das duas crianças portadoras da doença de Pompe, deixando claro que a família administra bem as dificuldades oriundas da situação dos filhos. O pai é um executivo, que para nossos padrões, parece ser muito bem remunerado, o que garante uma vida confortável à esposa e seus três filhos - um deles sem a doença - com recursos que facilitam o cotidiano dos filhos doentes, como cadeiras de roda automáticas, automóvel adaptado e aparelhos médicos que são necessários.

Mesmo assim, o sofrimento do casal é inevitável por saberem que para esta doença não há cura, e que a expectativa de vida dos pequenos é de, no máximo, nove anos. Diante desta situação, o pai procura incansavelmente os avanços nas pesquisas sobre a doença e descobre sobre um possível controle para tal, realizada por Robert Stonehill (Harrison Ford), um pesquisador da Universidade de Nebraska. É impressionante a forma como esse encontro é bem dramatizado e a forma como conduzem uma cena tão crítica, tornando-a cômica, o que, aliás, é uma característica marcante do filme: suavizar momentos dramáticos com um toque de humor.




Brendan Fraser sempre teve uma grande dificuldade como ator: convencer como ser humano. Depois de ter feito tantos papéis esquisitos – dentre eles, os personagens-título de “Homem da Califórnia” e “George – O Rei da Floresta” – Fraser ficou bastante estigmatizado como o intérprete perfeito para toda a sorte de bobos e desmiolados no cinema. De vez em quando, o ator tenta algum projeto mais sério e acaba esbarrando em sua própria limitação. Em “Crash – No Limite”, por exemplo, não consegue convencer em nenhum momento como marido respeitável de Sandra Bullock. 
Em “Decisões Extremas”, ele faz dobradinha com Harrison Ford (“Indiana Jones e o Reino da Caveira de Cristal”). E o primeiro sinal de alerta é que o filme foi lançada diretamente em DVD no Brasil.

Deste encontro ficam dois sentimentos no expectador: a esperança, por descobrir que é possível desenvolver o medicamento que auxiliará no aumento da expectativa de vida de crianças portadoras dessa doença, e a revolta, ao nos depararmos com a realidade do quão desvalorizada é a área da pesquisa científica, pois o Dr. Stonehill deixa claro que pouco ou quase nenhum investimento é dado para a sua pesquisa enquanto se investe mais em um time de futebol - se ele morasse no Brasil ele se matava. 

Ao longo da trama, é possível verificar várias críticas às grandes corporações, o que na realidade, é uma característica predominante dos filmes de Hollywood essa é a cultura American em si e é isso, entre outras coisas, que os faz um país gigante: A sua capacidade de se reinventar e superar sempre.


É neste contexto que John toma uma decisão extrema, deixa seu emprego e junta-se ao Dr. Stonehill em busca de investimentos para avançar sua pesquisa. É o momento em que os expectadores ficam torcendo pelo sucesso da relação entre pai dedicado e cientista egocêntrico, porém, nos deparamos com momentos em que o pesquisador põe tudo a perder ao não aceitar "imposições" dos financiadores. É possível nesta passagem do filme fazer uma ponte com o texto de Bogdan e Biklen (1994), através da afirmação de que "... a ética consiste nas normas relativas aos procedimentos considerados corretos e incorretos por determinado grupo." (p.75) - aqui vale um aparte isso na filosofia é considerado moral a ética é considerada atemporal ela não depende dos costumes. 

Pois estes possíveis investidores da pesquisa, impõem que estas normas pré-estabelecidas sejam seguidas, é neste momento que o Dr. Stonehill descorda da aplicação “ao pé-da-letra” das regras, o que gera uma ruptura da negociação. 
O que na verdade se mostra é o seu total despreparo para negociação que o leva a entender que assuntos de negócio é assunto pessoal. 

Mesmo assim, John continua sua batalha de forma inteligente e sagaz e decide ir à casa de um dos possíveis financiadores, a fim de lançar-lhe uma proposta. Entretanto esse homem não demonstra interesse, mas por insistência, se compromete a ler as propostas e, em menos de um minuto, decide se filiar ao Dr. Stonehill. Neste momento, fica clara a contradição dos investidores, que anteriormente primavam pela ética no desenvolvimento dos testes e agora demonstram uma preocupação superior com os lucros. A casa do médico executivo é uma denúncia de seu interesse capitalista acima de tudo. 

Aqui faço um aparte: Quem concorda com essa última afirmação deve orar bastante para não vir a viver em um país não "capitalista" a não ser que vá fazer parte da elite comunista aí então pode tudo - e PTsaudações. Vejam que, no filme, a nova casa do pai/mãe heróis dedicados e amorosos é um show maior ainda.

E como é que se consegue então fazer com que o mal prospere?

Aqui esta uma pequena receita - clique aqui






Finalmente, as pesquisas do “Dr. Egocêntrico” ganham investimentos verdadeiros, porém competindo com mais duas pesquisas sobre o tratamento da doença de Pompe - a competição/concorrência sempre é a chave das soluções. As empresas de ponta sempre tem equipes internas competindo - e comprando outras pra competir internamente. Essas grandes empresas também usam a estratégia de se dividir em várias para ganhar mais agilidade e competitividade.

O que na verdade ficou provado é que em mercados livres o que existe é uma coopetiçãoHomens de negócios - incluso o pai, são as pessoas perfeitas para darem vida às pesquisas de Robert Stonehill, um professor que tem idéias revolucionárias na teoria, mas nunca as coloca em prática, o que é absolutamente natural - não se pode fazer nada sozinho a não ser fazer o dever de casa e eles fizeram e bem. Como falei o filme é de superação - EUA - tanto é que na capa do filme já mostra os protagonistas bem mais preparados para a luta.

Ao decorrer do filme, ficamos otimistas com os avanços dos estudos ao serem desenvolvidos alguns medicamentos. Entretanto, o medicamento selecionado pela empresa para iniciar os testes não é a do Dr. Stonehill, que reconhece o seu medicamento como inacabado, mas afirma com precisão que a sua teoria é a melhor. Quando acreditamos que tudo está resolvido e poderemos ver o pai esforçado triunfar, surge mais um problema. A ética (digo, a moral) não permite que o medicamento seja testado em parentes próximos aos funcionários da empresa, por questões de conflito de interesses. Neste contexto, é possível mencionar novamente Bogdan e Biklen com sua "ética" (1994), no momento em que apresentam os procedimentos considerados como imprescindíveis ao desenvolvimento de uma pesquisa com a ética em primeiro plano. 

O texto é bastante claro quanto ao vínculo e a interferência do investigador na pesquisa. Os autores afirmam que "Tem de saber definir a sua responsabilidade para com outros seres humanos quando estiver em contato com o sofrimento destes”(p.78), e essa posição não é tomada pelo pai das crianças, que é um dos gestores da empresa responsável pelo desenvolvimento do medicamento. John entra em desespero e mais uma vez toma uma decisão extrema e é pego ao tentar roubar o medicamento, porém é salvo pelo Dr. Stonehill, que mesmo tendo sido traído em seu desejo, pelo pai, com a seleção dos medicamentos, ainda oferece-lhe a solução para o seu problema. Mais uma vez ocorre uma reviravolta no enredo do filme e John é demitido para que a empresa possa realizar os testes nos irmãos que compartilham a mesma doença genética, o que é de extrema riqueza para a pesquisa. 




Aqui esta demonstrado na prática a máxima: Amai o próximo com a si mesmo - o que está certíssimo no sentido de que quando você se ama de verdade você ajê por interesse próprio e a genética determina lutar pelos seus mais próximos, seus descendentes direto. As mães sabem muito bem o que é isso com o seu sexto-sentido e a ciência prova em um teste cego que se escolhe o cheiro de parentes próximos para casos de socorro e para o acasalamento o cheiro de pessoas com variações genéticas apropriadas - é a ditadura do genes. 

Porque insistimos no errado - clique aqui:

O final do filme nos comove com a chegada do personagem de Harrison Ford ao hospital e se entregando à emoção de ver as crianças, em gargalhadas, demonstrando bons resultados à pesquisa, devido à elevação do nível de açúcar no sangue. 
O pesquisador se permite emocionar junto à família que tanto lutou por esse momento. E os expectadores podem experimentar da sensação de orgulho daquele pai tão dedicado, compartilhando lágrimas e sorrisos com os personagens do filme.


O longa mostra uma bonita história de superação e persistência e um dos fatores que se sobressai é o ponto de vista cientifico, que revelará um misto de ideias e questionamentos a cerca do modo como o meio acadêmico e empresarial atuam, e as verdades do modelo capitalista e suas contraposições. 
Trava-se então uma guerra, de valores, prioridades e principalmente de ética, entre os personagens seguidos de cenas tensas e comoventes, da árdua luta para se conseguir provar a importância de um estudo cientifico, a dificuldade de ser comercializado e até onde se pode ir para salvar vidas.

Portanto, constata-se que a obra apresenta vários questionamentos sobre a prática da pesquisa científica, demonstrando a existência de contradições e as inversões de valores que ocorrem em nossa sociedade - Brasil - que não privilegia a mérito/esforço individual e portanto nem o coletivo. Apesar de abordar um tema de caráter acadêmico, o filme deve ser assistido também por quem aprecia o mundo dos negócios e um bom drama, já que possui uma pitada especial de fatos reais.




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Um comentário:

  1. http://noticias.r7.com/blogs/rubens-ewald-filho/2011/12/14/revisitando-classicos-a-felicidade-nao-se-compra/

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