segunda-feira, 13 de julho de 2015

O Apocalipse do Cristianismo Iraquiano


Johannes Gerloff
Aniquilar cristãos e outros “infiéis” é o alvo declarado do extremismo islâmico no Iraque. Uma das mais antigas culturas cristãs do mundo está diante de seu fim.
As imagens são terríveis. Mulheres acorrentadas umas às outras são ofertadas em fila como escravas sexuais. Os homens são obrigados a deitar-se em valas comuns, onde são mortos com tiros na cabeça. Vêem-se muitas cruzes com corpos humanos ensangüentados dependurados. Não apenas soldados, até crianças pequenas são decapitadas; as cabeças cortadas são expostas em estacas – fotografadas pelos assassinos e publicadas orgulhosamente na internet.
Essas imagens terríveis vêm acompanhadas de histórias ainda mais horríveis. É impossível saber se todas elas são verdadeiras ou se cada uma delas se relaciona de fato com as imagens que vêm a público, mas causam o efeito desejado: milhares de cristãos orientais estão em fuga. Em pleno século 21, uma das mais antigas culturas cristãs está diante de seu fim.
A “escritura na parede” era bastante evidente: o que hoje é a mais cruel realidade, já vinha sendo anunciado há anos em pichações nas paredes e nos muros das grandes cidades iraquianas como Bagdad e Mosul. E o ódio anticristão ali grafitado não era sem precedentes. Há uma década e meia, inscrições islâmicas já sujavam as ruas do Egito: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do domingo (cristãos)”!
Há uma década e meia, inscrições islâmicas já sujavam as ruas do Egito: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do domingo (cristãos)”!
De fato, a expulsão em massa da população cristã do Oriente árabe-islâmico é uma continuação coerente das limpezas étnicas planejadas e meticulosamente executadas contra os judeus dos países árabes, o “povo do sábado”. Se em meados do século 20 ainda vivia em torno de um milhão de judeus no mundo árabe, hoje essa região é praticamente “judenrein” (livre de judeus).[1]
Atualmente os centros, instituições e organizações do “povo do domingo” tornaram-se “alvos legítimos” dos extremistas muçulmanos. Eles querem declaradamente “matar todos os infiéis, onde quer que os encontrem”. “Infiéis” do ponto de vista islâmico são todos os de outra fé ou crença, não apenas cristãos, também os yasidis e os muçulmanos das alas opostas.
Da perspectiva cristã, a ameaça crescente não vem apenas dos muçulmanos sunitas como a Irmandade Muçulmana, a Al-Qaeda e suas “filhas”, a Frente al-Nusra ou o “Estado Islâmico” (EI), pois cada vez mais ela também parte de grupos xiitas. Assim, em 2012 o grão-aiatolá Sayid Ahmad Al-Hassani Al-Baghdadi, em uma entrevista para o canal de televisão Al-Baghdadiah, ordenou a ilimitada sujeição e o assassinato de todos os cristãos do Iraque.
Islâmicos radicais agiram sistematicamente no Iraque durante anos, difundindo um clima de ameaças, terror, intimidação. É curioso ver como os grandes do mundo, especialmente os Estados Unidos, se mantiveram calados diante dessa tendência. Os cristãos foram xingados de “politeístas” ou “amigos dos sionistas”. Agora o EI coloca os cristãos da Síria e do Iraque diante da alternativa: converter-se ao islã ou morrer.
Concretamente, no dia 17 de julho de 2014 o EI impôs um ultimato aos cristãos ao norte de Mosul, concedendo três dias para deixarem seu “califado”. O anúncio salientava que o “califa” Abu Bakr Al-Baghdhadi estava sendo muito generoso com esse prazo, pois nada o obrigaria a concedê-lo. Esse ultimato causou uma fuga maciça de cristãos de Mosul ao Curdistão autônomo, que fica próximo. Muitos cristãos idosos ou deficientes, que não viram qualquer possibilidade de fugir, se converteram ao islã.
Chocados, os refugiados contam como foram parados em barreiras nas estradas logo depois que deixaram suas casas e como foram roubados de seus últimos pertences: “Eles tomaram tudo, nossos carros, nosso dinheiro, identidades e passaportes e até as fraldas dos bebês e os medicamentos de uma menina com doença crônica”. Outra menina de seis meses de idade teve seus brincos de bijuteria violentamente arrancados de suas orelhas. “Muitos de nós foram surrados”, contam eles. E os muçulmanos ameaçavam: “Não voltem nunca mais para este país! Esta terra é nossa. Se vocês voltarem, vamos matá-los com a espada”.
“Eles tomaram tudo, nossos carros, nosso dinheiro, identidades e passaportes e até as fraldas dos bebês e os medicamentos de uma menina com doença crônica”.
O patriarca caldeu Louis Sako avalia que mais de 100.000 cristãos estão em fuga. Ele menciona expressamente que 1.500 manuscritos antigos foram queimados pelos fanáticos muçulmanos, coisa bastante incomum no mundo islâmico. Geralmente os muçulmanos têm grande apreço até pelos livros cristãos. Antes da “libertação” pelos americanos, ainda viviam em Mosul 60.000 dos 1,5 milhões de cristãos iraquianos. Em 23 de julho de 2014 o arcebispo sírio-ortodoxo da cidade, Nikodimus Daud, que vive no exílio em Irbil, declarou ao canal russo Russia Today: “Não existem mais cristãos em Mosul!”. Contou ainda que os muçulmanos do EI arrancaram as cruzes das igrejas, “primeiro da minha catedral Mar-Afram”. E então queimaram tudo o que havia na igreja, instalaram alto-falantes, e com suas orações transformaram-na em uma mesquita.
Outras igrejas da Síria e do Iraque foram explodidas pelos combatentes do EI, como também diversas mesquitas que esses muçulmanos fanáticos consideram uma ameaça à fé no Deus único (quando são locais de peregrinação muçulmana). O venerável mosteiro de Mar-Behnam, na região de Al-Chadhir, a sudeste de Mosul, que data do século quatro, foi tomado e seus monges foram todos expulsos.
Pelo visto, o “califa” do EI havia oferecido aos habitantes da recém-conquistada Mosul o pagamento da jizya, um imposto de proteção. Em fevereiro de 2014 os habitantes cristãos da cidade síria de Al-Rakka, situada às margens do Eufrates, haviam firmado um acordo como dhimmis dos conquistadores. Nele, os muçulmanos se comprometem, segundo antigas tradições, a proteger a vida, a propriedade e os locais religiosos dos cristãos. Por isso, esse status “dhimmi” também é chamado de “status dos protegidos”.
Os cristãos, por sua vez, se comprometeram a pagar a jizya, de acordo com suas condições de renda, variando entre 178 e 715 dólares por ano. Além disso, não podem construir novas igrejas nem restaurar as antigas ou danificadas. Cristãos sob a condição de dhimmis estão proibidos de tocar sinos e de expor publicamente seus símbolos religiosos, como cruzes ou textos sagrados. Na presença de muçulmanos, não podem ler em voz alta ou recitar textos religiosos. Os dhimmis devem evitar qualquer postura de oração em público e não podem carregar armas. Além disso, comprometem-se a não impedir que outros membros de sua própria religião se convertam ao islã, estão obrigados a honrar o islã e os muçulmanos e a não ofendê-los da forma que for.
O Estado Islâmico baseia todas essas medidas no Corão (sura 9, verso 29), que leva o título de “O Arrependimento”. Ali está escrito acerca dos cristãos e dos judeus: “Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus [Alá] nem no último dia e não proíbem o que Deus [Alá] e seu Mensageiro [Maomé] proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo”. O xeque Hussein Bin Mahmud, proeminente autor nos fóruns jihadistas na internet, opina a respeito: “Esse é um claro texto divino. Todo aquele que lê o Corão vê isso”. A humilhação que envolve o status de dhimmi é tributada à incredulidade dos próprios cristãos, segundo explica Bin Mahmud: “Como infiéis, eles são indignos e desprezíveis e devem ser tratados como tais”.
Iraquianos fugindo de Mosul.
Segundo o acordo, uma transgressão desse contrato significa passarem a ser tratados como “inimigos”. A alternativa à assinatura do contrato de dhimmi é “a espada”. No começo de agosto, os milicianos do EI em Tel Afar, uma cidade a oeste de Mosul, prenderam aproximadamente 100 cristãos e yasidis; os homens foram mortos e suas mulheres e filhas vendidas como escravas. De forma oficial, os líderes religiosos islâmicos decidem nesses casos: mulheres e moças cristãs são consideradas “propriedade legítima dos muçulmanos”.
Como os cristãos de Mosul não quiseram submeter-se ao acordo como dhimmis, só lhes restou a fuga. Seus bens foram consfiscados. A prova de que as ações do EI foram planejadas sistematicamente e muito bem organizadas pode ser vista na marcação dos imóveis dos cristãos: a letra árabe N (de “Nasara”, nazareno, cristão) acompanhada da inscrição “Propriedade do Estado Islâmico”.
Especialmente chocante para os cristãos de Mosul que viram essa identificação de suas propriedades, foi o comportamento de seus vizinhos muçulmanos, gente com quem conviviam pacificamente há décadas, agora colaborando voluntariamente com o procedimento do EI. De repente eles afirmaram: “Esta terra pertence ao islã! Os cristãos não devem viver aqui!” Um refugiado cristão de Mosul contou: “Quando os homens do EI entraram em nossa cidade, as pessoas os saudaram com júbilo – e expulsaram os cristãos”.
Na segunda semana de agosto de 2014, o arcebispo caldeu católico de Mosul, Amel Nona, que vive no exílio em Irbil, declarou diante de um jornalista italiano: “Nossos sofrimentos atuais são apenas uma prévia daquilo que espera pelos cristãos europeus e ocidentais em futuro próximo”. E mais: “Vocês precisam dar-se conta da realidade aqui no Oriente Médio, porque o número de muçulmanos que vocês recebem em seus países torna-se cada vez maior. Seus princípios liberais e democráticos não valem nada aqui”.
Em relação aos milhões de muçulmanos na Europa, ele declarou: “Vocês terão de tomar decisões fortes e corajosas, nem que seja às custas de seus próprios princípios”. O jornal italiano Corriere della Sera o descreveu como “um homem marcado pelo sofrimento”, que “não se rendeu”. O arcebispo Nona, conforme suas experiências, ainda vê “uma possibilidade de interromper o êxodo cristão do lugar onde o cristianismo tem raízes bem anteriores ao islamismo: Combater violência com violência!”. Resta ver se os recentes bombardeios às posições do EI poderão impedir o seu avanço. (Johannes Gerloff — israelnetz.de — chamada.com.br)

Nota: Mais informações em www.judeusdospaisesarabes.com.br.

COMENTÁRIO DE Mari Barão:

Peço que todos leiam. Os muçulmanos saudaram o EL quando entrou na Síria e ajudaram a expulsar os cristãos. Um arcebispo católico da região avisa que o que está acontecendo com eles em breve acontecerá na Europa e resto do mundo que tem grande quantidade de islâmicos. Eles não perdoam ninguém, os homens são mortos, esposas e filhas cristãs vendidas como escravas sexuais, eles decapitam, jogam futebol com a cabeça de criancinhas. Brasil desperta!

 
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Boletim Livre: O Racismo Ideológico da Esquerda



Transmitido ao vivo em 9 de jul de 2015

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Mãe de vítimas de estupro se revolta com “pena” de 3 anos. O que Maria do Rosário teria a dizer?

Conforme a Folha, os quatro menores que participaram do estupro de quatro garotas adolescentes (uma delas morreu) no Piauí foram “condenados” a três anos de internação. Isto ocorre porque o ECA coloca este limite para as “penas” de menores praticantes de qualquer tipo de crime. Se as quatro morressem, novamente a pena máxima seria… 3 anos. Se eles tivessem matado e estuprado 400 meninas, novamente seria… 3 anos. Quem quer que não tenha a mente deformada percebe nesta legislação uma das maiores vergonhas da história das legislações mundiais.
A mãe de uma das vítimas comentou que a pena é pequena. Mas ela não quis se identificar, pois sabe que daqui a três anos os menores estarão livres e prontos para se vingar. Ela completou: “Mas a Justiça é quem sabe. Fico pensando quando esses meninos saírem e voltarem para Castelo. Entrego o destino deles a Deus. Sou contra mandar fazer vingança”.
O trauma dessas garotas não terá fim. Em qualquer país civilizado, esses bandidos ficariam detrás das grades no mínimo 30 anos. Porém, nesta terra parasitada pelo pensamento de extrema esquerda, estarão livres em 3 anos. E vão caminhar nas ruas de uma cidade pequena, rindo sadicamente de garotas que puderam estuprar. E poderão estuprar de novo. E, por causa da pena ridiculamente pequena, os pais das vítimas vão ter que ficar de bico calado.
Enquanto isso, os defensores da impunidade continuam galhardeando dizendo que “reduzir maioridade penal não resolve o problema”. É preciso de uma mistura de cinismo e sadismo acima de qualquer parâmetro conhecido para continuar proferindo essa frase monstruosa diante do drama que viveram e ainda viverão as vítimas (e seus familiares) do estupro do Piauí.
COMENTÁRIO DO BLOG:
Sabe o que é mais interessante? Alguém ai viu alguma feminista protestar pelo estupro dessas moças? Não protestaram sabemos o porquê. Do outro lado tinham criminosos menores, e um grupo da esquerda (feminismo) não pode se indispor com outro grupo de esquerda (defesa de criminosos menores). No fundo, são as mesmas pessoas.
 
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domingo, 12 de julho de 2015

Alexis Tsipras toma mijada do ex-primeiro ministro da Bélgix



A Grécia se tornou o país da desonra, da indignidade, da cara-de-pau, da fanfarronice e do blefe. Triste sina para o território outrora considerado como o berço da civilização. Hoje, seus governantes representam a escória moral da Europa.
E, acreditem se quiser, alguns sujeitinhos ainda tem a pachorra de aparecer falando em “povo grego escolhendo seu destino” e sandices afins. Ou seja, optar pelo calote e pelo estelionato mudou de nome.
Por isso sempre é bom vê-los serem colocados em seu devido lugar. Para isso, veja o discurso do liberal Guy Verhofstadt, ex-primeiro ministro da Bélgica e atual líder da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa, no parlamento europeu. É de lavar a alma:


Publicado em 9 de jul de 2015

Acompanhe o discurso do liberal Guy Verhofstadt, ex-primeiro ministro da Bélgica e atual líder da Aliança dos Democratas e Liberais pela Europa, no parlamento europeu.

De forma franca e sem demagogia, Verhofstadt se dirige diretamente ao primeiro ministro grego, Alexis Tsipras, e aborda os atuais problemas da Grécia que ameaçam arrastar toda a Zona do Euro a uma crise econômica.

Tradução: César Pacheco
Revisão: Hugo Silver

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Vídeo original: https://youtu.be/MdKbfWKso2w

CONSEQUÊNCIAS DA CRISE NA GRÉCIA!*
01. Zeus vende o trono para uma multinacional coreana.
02. Aquiles vai tratar o calcanhar na saúde pública.
03. Eros e Pan inauguram prostíbulo.
04. Hércules suspende os 12 trabalhos por falta de pagamento.
05. Narciso vende espelhos para pagar a dívida do cheque especial.
06. O Minotauro puxa carroça para ganhar a vida.
07. A Acrópole é vendida e aí é inaugurada uma Igreja Universal do Reino de Zeus.
08. Eurozona rejeita Medusa como negociadora grega:”Ela tem minhocas na cabeça!”.
09. Sócrates inaugura Cicuta’s Bar para ganhar uns trocados.
10. Dionisio vende vinhos à beira da estrada de Marathónas.
11. Hermes entrega currículo para trabalhar nos correios. Especialidade: entrega rápida.
12. Afrodite aceita posar para a Playboy.
13. Sem dinheiro para pagar os salários, Zeus libera as ninfas para trabalharem na Eurozona.
14. Ilha de Lesbos abre resort hétero.
15. Para economizar energia, Diógenes apaga a lanterna.
16. Oráculo de Delfos vaza números do orçamento e provoca pânico nas Bolsas.
17. Áries, deus da guerra, é pego em flagrante desviando armamento para a guerrilha síria.
18. A caverna de Platão abriga milhares de sem-teto.
19. Descoberto o porquê da crise: os economistas estão todos falando grego!!!
*Do blog do Tambosi
- GRÉCIA: A CRISE COMEÇOU COM UMA FRAUDE
(aqui)

 
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Xuxa revela que tinha cadelas chamadas Angélica e Mara, em vídeo dos anos 90

Xuxa Meneghel nos anos 90 em programa na Argentina

A gravação é dos anos 90, em um programa que a 'rainha dos baixinhos' apresentava na Argentina. Cadela loira foi batizada de Angélica e a morena de Mara

As rivalidades dos anos 90 estão vindo à tona por conta de um vídeo antigo, que está causando polêmica nas redes sociais. A gravação mostra a apresentadora Xuxa, em seu programa na rede de TVArgentina 'Telefé', revelando que batizou suas cadelas com os nomes de Mara e Angélica, duas de suas principais concorrentes nos anos 80.
No vídeo, Xuxa diz que a cadela loira se chama Angélica, na época trabalhando na extinta TV Manchete, e que a morena se chamava Mara, em referência à apresentadora de bastante sucesso no SBT.
Segundo informações do portal 'iG', a assessoria de Xuxa, atualmente na TV Record, negou que ela tenha sido irônica e ofensiva ao chamar os animais pelos nomes das também apresentadoras de programas infantis antigos e que tudo teria sido uma homenagem às rivais do passado.
Veja vídeo:
 
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Dom Orani Tempesta é assaltado mais uma vez


Dom Orani Tempesta foi assaltado pela segunda vez em menos de um ano (foto: ANSA)
06 JULHO, 17:43•SÃO PAULO•ZGT

Religioso não ficou ferido em ação

(ANSA) - O cardeal-arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, foi assaltado na noite deste domingo (05) na Rua Goiás, em Quintino, na zona norte da capital fluminense.

Os bandidos levaram o carro em que o religioso estava com um motorista e um casal de amigos. Ninguém ficou ferido na ação.

Esse é o segundo roubo que Tempesta sofre em menos de um ano. Em setembro de 2014, os assaltantes levaram um anel, um crucifixo e os celulares do arcebispo, de um seminarista e de um fotógrafo que estavam em um carro da diocese.

Os bandidos chegaram a reconhecer o religioso e pediram perdão pela ação. (ANSA)

Envolvido em escândalos, Banco HSBC pode deixar o Brasil, diz Jornal Financial Times




Publicado: Atualizado: 

Envolvido em uma série de escândalos e diante de fracos resultados financeiros em vários países, o banco britânico HSBC considera vender a operação de varejo e uma parte do seu banco de investimento no Brasil como parte do seu novo plano estratégico, segundo a edição online do jornal Financial Times. O desinvestimento no Brasil, conforme a publicação, faz parte do plano do banco de sair de mercados emergentes em um esforço para ser "simples e menor".

Essa estratégia está acelerada e inclui não só venda de ativos no Brasil, mas também na Turquia, conforme publicou o FT, citando fontes que pediram anonimato. A saída de mercado emergentes vai, de acordo com a publicação, de encontro com o direcionamento anterior, que durante anos foi seguido pelo HSBC, de ser um banco global com atuação local.

Considerado o maior banco europeu em valor de mercado e com presença em mais de 80 países, a instituição tem adotado uma postura mais defensiva após o envolvimento em uma série de escândalos e ter apresentado o lucro anual mais baixo dos últimos cinco anos.

A filial do HSBC na Suíça é personagem central de um escândalo tributário que está sendo investigado em vários países. A subsidiária teria colaborado com algumas dezenas de milhares de clientes para evitar o pagamento de impostos. No Brasil, o HSBC também está sendo investigado por suposta relação entre contas da filial suíça com o escândalo de corrupção na Petrobras.

O Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, entrou em contato com a área de comunicação do HSBC em Londres, mas nenhum porta-voz estava disponível para comentar o tema.
Em fevereiro, o HSBC anunciou que a filial brasileira registrou prejuízo de US$ 247 milhões em 2014Esse foi o pior resultado entre todas as filiais latino-americanas. A direção do banco explicou que o prejuízo foi gerado pelo ambiente econômico desfavorável e a continuidade dos ajustes gerados pelo reposicionamento do banco no País.

Em meio ao fraco resultado no Brasil, a instituição financeira fez uma grande provisão de US$ 640 milhões durante o 4º trimestre na América Latina, sem detalhar em qual país. Vale lembrar, porém, que várias instituições financeiras fizeram provisão ante o risco de eventual problema em empréstimos corporativos, especialmente ligados ao setor de petróleo e gás e construção.

Sem a provisão, o conjunto das unidades da América Latina do HSBC teria tido lucro ao invés do prejuízo reportado. Na região, as filiais mais importantes são do Brasil, Argentina e México.

O HSBC detalha anualmente o resultado financeiro de 21 filiais. Entre todas as subsidiárias, Brasil e Turquia têm reportado prejuízos consecutivos no segmento de varejo. Na filial brasileira, as perdas acontecem desde 2013. Na Turquia, a o resultado não é positivo desde 2012. Junto, o varejo das duas unidades gerou perdas de US$ 549 milhões nos últimos anos à sede. Entre as demais filiais, não há persistência de prejuízos como nos dois países emergentes.

No ano passado, a unidade de varejo da França também teve perda de US$ 181 milhões. O resultado negativo, porém, parece um ponto fora da curva, já que a unidade francesa apresenta normalmente o segundo melhor resultado da Europa - atrás apenas da sede no Reino Unido.

No início do mês, a imprensa mexicana também publicou que o banco inglês estuda vender os ativos no país e no Brasil. Segundo o jornal El Financiero os bancos Scotiabank e Ve por Más estariam negociando a compra. Procurado, o HSBC disse que não comentaria especulações de mercado.

Dieese: banco tiveram ano de recordes em lucros no Brasil

Mesmo num ano de crise como foi 2014, os cinco maiores bancos brasileiros tiveram recordes de lucro, segundo estudo do Dieese (Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos). A informação é do portalUOL. As instituições ganharam com cobranças de taxas e serviços.

Segundo o levantamento, Itaú, Bradesco, Banco do Brasil, Caixa e Santander tiveram lucro de R$ 60,3 bilhões, o que significa 18,5% a mais que em 2013. "A rentabilidade seguiu elevada nos grandes bancos, mantendo o setor financeiro entre os mais rentáveis da economia nacional e mundial", aponta o estudo.

COMENTÁRIO DO BLOG:

SWISSLEAKS

Não posso deixar de citar que o HSBC é uma organização criminosa envolvido em vários crimes a nível mundial entre eles com muitos figurões do Brasil e com um bom número deles sendo operadores do direito principalmente do judiciário brasileiro até gente da Justiça Eleitoral do Rio de Janeiro tem rabo preso, mas aí a coisa tem que parar pois vai chegar nas urnas fraudadas eletronicamente. O centro de tudo era a empresa venezuelana Smartmatic condenada nos EUA por corrupção (aqui)

Jornalista, como pregava o maior deles, Pulitzer, não tem amigo. Porque amizades interferem no noticiário.
Da mesma forma, juízes não deveriam ter amigos. Mas, no Brasil, ambos os têm.

O HSBC é o foco de um escândalo bancário iniciado com o vazamento de dados de 106 mil clientes de 203 países que mantinham contas na Suíça.

Autoridades de muitos países investigam e prendem com as evidências de sonegação fiscal e lavagem de dinheiro envolvendo correntistas.

Parte dos indícios apontaria ainda para uma "ajuda" dada por funcionários do banco para que clientes ricos evitassem pagar milhares de dólares em impostos.

Os documentos vazados por Falciani, funcionário denunciante do HSBC na Suíça, também incluem dados sobre 8.667 mil contas secretas de brasileiros, entre pessoas físicas e jurídicas, com um saldo total de US$ 7 bilhões (cerca de R$ 19,5 bilhões).

O BRASIL

De acordo com o consórcio de jornalistas ICIJ, está em 9º (nono) lugar na lista dos 203 países com a maior quantia em dólares nos documentos vazados da filial suíça.
Segundo as acusações, o banco não somente teria feito vista grossa para a evasão de impostos como também teria ajudado ativamente alguns clientes a violarem a lei.

A lista de correntistas do HSBC inclui, por exemplo, o nome de três dos quatro réus no escândalo de desvio de recursos do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) comandado pela técnica Jorgina de Freitas, na década de 1990, que foi condenada em 1992 e cumpriu cinco anos de prisão. O esquema desviou um total de R$ 550 milhões dos cofres públicos, valor equivalente, na época, a mais de 50% de toda a arrecadação do INSS.

ESTADOS UNIDOS EM 2012

HSBC paga multa de quase US$ 2 bilhões os Estados Unidos para encerrar um processo de lavagem de dinheiro e evitar um processo no país.

 
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CNBB critica ‘politização da Justiça’ e ausência do ‘princípio da imparcialidade’


Postado em 11 de julho de 2015 às 8:52 pm

Da ansa

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil criticou a agenda “hostil aos direitos humanos” do Legislativo, a politização do Judiciário com base na Lava Jato e o ajuste fiscal do governo Dilma Rousseff. A avaliação está na última análise de conjuntura da entidade, datada dia 30 de junho. 

O objetivo do documento, segundo a CNBB, é oferecer a bispos e assessores a “possibilidade de dialogar sobre o momento atual e sua incidência na missão específica da entidade”. Além dos temas nacionais, a entidade trata da reforma política no Chile e do escândalo da Fifa.

No capítulo sobre o Legislativo, a CNBB aponta uma aceleração da agenda política que deixa o Executivo na defensiva, permitindo a propagação da “tese de que se vive quase um ‘parlamentarismo no Brasil'”, e pautas voltadas a “interesses econômicos”, a maioria “refratária à garantia de direitos”.

(…)

No documento, a CNBB também diz que há um crescimento da “politização da Justiça”, com uma “atuação seletiva” de membros do Judiciário que fazem uma “abstração do princípio fundamental da imparcialidade”.

Sem mencionar a operação Lava Jato, que investiga esquema de desvios e propina envolvendo a Petrobras, empreiteiras e partidos políticos, a Confederação diz que o caminho “coloca em risco o ordenamento constitucional do país”. “Estabelece-se assim um rito sumário de condenação, agravando os direitos fundamentais da pessoa humana, seja ela quem for”, destaca o documento. “Não se faz justiça com açodamento de decisões ou com uma lentidão que possa significar impunidade.”

Na opinião da entidade, há ruptura de princípios jurídicos fundamentais, como a presunção de inocência e o devido processo legal, e uso da delação premiada como objeto de “pressão sobre acusados e de ‘premiação’ em dinheiro sobre o que poderá ser retomado de recursos públicos”. “Tais práticas, realizadas com os holofotes da grande mídia brasileira, transformam réus confessos em heróis”, afirma o texto.

A CNBB vê a política econômica do segundo mandato de Dilma Rousseff, mais ortodoxa, como “boa para o capital, ruim para o trabalho”.

COMENTÁRIOS DO BLOG:

É da CNBB ou do PT o documento? Ah, esqueci que no momento são a mesma coisa... aparelhamento... aparelhamento...
A CNBB sempre esteve do lado do PT. Na verdade a CNBB é a mãe do PT. 
60.000 homicídios por ano no Brasil. E os nobres bispos discutindo a reforma política no Chile. Eita instituição útil pra nação essa CNBB.
De politização a CNBB entende, afinal são eles os responsáveis pela politização da Igreja Católica no Brasil. Resumindo, politizar a religião pode, politizar o judiciário não pode.


Enviado em 4 de dez de 2011

A imagem é a foto de Dilma com 22 anos diante dos militares da ditadura. Estes escondem a cara para não serem alvo dos terroristas. A fala de Dilma é atual, dirigida ao senador Agripino Maia, cujo partido serviu de apoio à ditadura. A música "Cálice" é de Chico Jabuti Caviar, cantada por ele e Milton.

 
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sábado, 11 de julho de 2015

VERGONHA - Brasil se torna o maior distribuidor de cocaína do mundo




O Brasil se tornou o maior distribuidor de cocaína do mundo. O país também registrou um consumo 300% maior, ou quatro vezes superior à média mundial. Os dados fazem parte de um estudo divulgado pela ONU, que aponta para a existência de 3,3 milhões de usuários da droga no país.

O número corresponde a 1,2% da população nacional, acima da proporção de 0,7% verificada em 2008. A quantidade aumentou significativamente nos últimos dez anos.

Mas isso não tem problema. Na realidade, quem pensa que isso é um problema é careta e retrógrado. Deixa nossa juventude se divertir de forma saudável e livre de culpa. Cocaína é bem legal e ainda é produzida por países vizinhos amigos e companheiros ideológicos… (ironia)

Fonte: ONU



 
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