terça-feira, 5 de agosto de 2014

JUIZ DIZ QUE BLACK BLOCS SÃO “ESQUERDA CAVIAR”


Marcelo Matias Pereira criticou o comportamento do grupo.
Marcelo Matias Pereira, juiz da 10ª Vara Criminal, disse que os black blocs representam a “esquerda caviar”.
A menção compôs o documento que negou os pedidos de liberdade solicitados por Fábio Hideki Harano e Rafael Lusvarghi.
“Além de descaradamente atacarem o patrimônio particular de pessoas que tanto trabalharam para conquistá-lo, sob o argumento de que são contra o capitalismo, mas usam tênis da Nike, telefone celular, conforme se verifica nas imagens, postam fotos no Facebook e até utilizam uma denominação grafada em língua inglesa, bem ao gosto da denominada esquerda caviar”, argumenta Pereira.
Advogado de Harano, Luiz Eduardo Greenhalgh lamentou a decisão e criticou o comportamento do juiz.

05/08/2014
 às 9:07 \ Lei e ordem

Revolucionários Toddynho: juiz coloca pingos nos is e chama “black blocs” de “esquerda caviar”

Oi coleguinhas, cheguei para salvar o mundo!


Todos conhecem os “revolucionários Toddyinho”, aqueles que querem “salvar o mundo”, mas se recusam a arrumar o quarto. Criados na classe média ou alta, com empregada em casa para lavar a roupa, fazer a comida e arrumar a cama, esses rebeldes niilistas buscam algum sentido para suas vidas medíocres destruindo tudo em volta. Escutaram pouco “não” na vida, não foram bem educados. Viraram “black blocs”.
Eis que agora surgiu um juiz macho para chamar a coisa pelo seu nome. Ao negar a liberdade para dois mimados mascarados, foi direto ao ponto e os acusoude ser “esquerda caviar”. Marcelo Matias Pereira disse que os vagabundos promovem “manifestações” com depredação de patrimônio público e privado, cospem no capitalismo, mas adoram tênis Nike, telefone celular e postam fotos no Facebook.
Usam até a língua inglesa, esses guerreiros que combatem o “imperialismo estadunidense”! O juiz não pestanejou: os moleques agem bem ao gosto do que se denominou “esquerda caviar”. A expressão não é minha, mas admito humildemente tê-la tornado mais popular no Brasil esses dias. Será que o juiz andou lendo meu livro? Gostaria de mandar um exemplar autografado a ele, pois o homem merece!
E do outro lado? Quem era o advogado dos revolucionários mascarados? Ninguém menos do que Luiz Eduardo Greenhalgh, aquele do PT ligado a vários bandidos, o que ganhou rios de dinheiro com a indústria das indenizações por conta do regime militar, o mesmo do desarmamento de civis inocentes. Para Greenhalgh, a decisão do juiz foi “absolutamente ideológica”.
Ideológica? Deixe-me lhe dizer o que é decisão ideológica, advogado: só defender criminosos comuns que se julgam acima das leis porque carregam um discurso revolucionário nas costas! Enaltecer gente que quebra nosso patrimônio privado e comum como se fosse um ato legítimo em busca de um “mundo melhor”! Isso é ideológico!
Aplicar as leis e punir tais criminosos é apenas respeitar o Estado Democrático de Direito. Greenhalgh não vai ganhar livro de presente, até porque não acredito em milagres, sei que de nada adiantaria, pois ali estamos diante de um caso perdido…
Rodrigo Constantino
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REFLEXÕES DE UM PAI JUDEU SOBRE GAZA, MAS COMO ASSIM? UM EXÉRCITO QUE NÃO TEM CANHÃO!



Esse é um texto resposta ao Gustavo Ioschpe no site da Revista Veja (aqui)

Ele demonstrou bastante conhecimento ( muito bem usados para inflar o texto), mas pareceu um leigo a cada vez que omitiu as próprias opiniões. 

1 - Centenas de túneis a custa de milhões de dólares cada, cavados a mais de dez metros de profundidade não são substituídos em semanas. Aliás, segundo o próprio prisioneiro do Hamas, esses túneis começaram a ser cavados ha 12 anos! Em algumas semanas, consegue-se cavar aqueles túneis rasos que desembocam ainda próximos da fronteira e que não resistem por muito tempo, como muitos que desabaram com chuvas ou sozinhos, matando vários terroristas por todos esses anos. São túneis também com potencial ameaçador, mas nunca, com potencial de uma operação coordenada na qual dezenas milhares de terroristas surjam em meio a cidades e colonias israelenses tomando de assalto em minutos,conforme os próprio prisioneiro do Hamas também comentou portanto, a destruição destes túneis possuem relevância sim.

2 - A palestina era uma terra sem povo SIM. Haviam pessoas morando nela Islâmicos, cristãos e JUDEUS) da mesma forma que haviam morando na Síria, Líbano e Jordânia no chamado IMPÉRIO OTOMANO até a Primeira Guerra Mundial. Após esta guerra, a área do IMPÉRIO OTOMANO foi dividida entre os agora, países, sendo todos eles de domínio Islâmico com o referente ao MANDATO BRITÂNICO para o LAR NACIONAL JUDAICO ou seja, TODA A ÁREA!



3 - No acordo com a ONU, Israel não aceitou a oferta do território como tanto gostam de supor. ISRAEL ACEITOU ABRIR MÃO de quase metade de seu território pois como já citado, a proposta de ali ser o lar judaico nacional, já tinha sido firmada juntamente com a proposta de fundarem a Síria, Líbano e Jordânia.

4-"Empurrar Israel ao mar" não é paranoia do interlocutor. Está em documento de reunião da Liga Árabe cujo ano não postarei por não ter certeza agora, mas acredito que a maioria dos "paranoicos" possam informar!

5 - Sim, O Hamas é um grupo terrorista, sabemos que ele não vai parar com suas técnicas como o próprio autor do texto fala, mas isso não nos obriga a aceitar e deixar que nos matem. Denunciamos tal técnica para que o restante das pessoas saibam e entendam oque acontece em Israel e que não estamos nessa guerra por prazer.

6 - Um acordo na mesa de negociações realmente seria a única form de resolver a questão, como o autor fala. Quem sabe o mesmo não se voluntaria para convencer o comando do Hamas a aceitar negociar com Israel? Até agora a primeira exigência do Hamas é o "Israel deixar de existir como um Estado Judaico". Se o autor considera o SUICÍDIO como um gesto moderado a fim de se conseguir um acordo, que ele dê o exemplo!



7 - Eles (O Hamas ) não lutam por 20% e nem por 42% do território. ELES DECLARAM ( até mesmo em sua constituição) que lutam POR TODA ISRAEL! Interessante como alguém que demonstra tanto conhecimento ao inflar seu texto, comete "erros" como misturar a reivindicação do povo palestino (o mesmo que ele separa do Hamas na hora de vitimiza-los) e as do Hamas!

7b - O percentual ainda não está certo pois todas as vezes que Israel se propõe a negociar, aceita rever as fronteiras e deixando o limite sempre flexível para futuras negociações conforme for comprovando a estabilidade de tal governo sem risco de estourarem uma guerra com seus territórios plantados no meio de Israel. LEMBREMOS QUE ATÉ MESMO GAZA FOI DESOCUPADA SEM QUE NEM O HAMAS E NEM A ALP QUISESSEM. A MEDIDA QUE ISRAEL PREPARAVA A DESOCUPAÇÃO, O HAMAS INTENSIFICAVA OS ATAQUES na esperança de mais uma vez, inviabilizar um Estado Palestino pois a clandestinidade o favorece!

8 - População palestina em "área ocupada" deve ser inclusa na população israelense apenas até que a área passe a fazer parte do Estado Palestino. Se você pede para seu país ser anexado a outro, o mínimo que você deve querer, é sua cidadania transferida junto com o território, não?!



9 - Independente do percentual populacional, ISRAEL FOI CRIADO E RECONHECIDO PELA ONU COMO LAR NACIONAL JUDAICO. Nos países árabes incluindo a Síria, Líbano e Jordânia (PARTES DO IMPÉRIO OTOMANO E CRIADAS PELA ONU DA MESMA FORMA QUE ISRAEL), somente muçulmanos podem ocupar cargos políticos. Não entendo porque Israel que foi criado e RECONHECIDO PELA ONU COMO LAR JUDAICO NACIONAL, não possa ser governado exclusivamente por judeus!

10 - Como o próprio autor comenta, 90% dos palestinos que deixaram Israel durante a guerra seguida logo após seu reconhecimento, querem retornar ao território, mas não sobre comando israelense. Ou seja: SAÍRAM POR NÃO CONCORDAR COM O PAÍS E QUEREM RETORNAR AINDA SENDO CONTRA A EXISTÊNCIA DO MESMO! Qualquer país considera o próprio cidadão que conspira contra o mesmo, como traidor. Qual deles entrega cidadania a um inimigo declarado!?

11 - O Exército de Israel não "suprimi a liberdade alheia". Os soldados passam a maior parte de seu tempo (os combatentes) tomando conta das fronteiras em seu próprio território e protegendo a vida dos seus. Os "postos de checagem" (ALFANDEGAS, quando em outros países) são situados entre os territórios palestinos 9 com seus governos) e Israel. Não haveria necessidade de tantos postos e tantos soldados (incluindo reservistas que são convocados anualmente) se Israel, seguido exemplo dos demais países, simplesmente não permitisse a entrada de países oriundo de um outro com o qual não mantem relações diplomáticas

12 - Israel não domina outra população. Entrou em Gaza recentemente ao descobrir tais tuneis e pretende se retirar o mais breve possível. Os "palestinos"em território Israelense não são dominados. São cidadãos com total direito e inclusive ocupam cadeiras no congresso, podendo até mesmo legislar!

13 - Minha conclusão: O autor , além de demagogo é burro ao se dizer "Judeu Sionista" no mesmo texto em que chama uma das bases do SIONISMO, de "PECADO ORIGINAL"

PS: De alguém que não "vai para Israel todo ano", mas possui mais de dez anos de vivência ali (inclusive agora) e serviu ao exército e atualmente é reservista da brigada Givati

Givati Brigade officers


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MÉDICO “HERÓI NACIONAL” DA SERRA LEOA MORREU COM O VÍRUS DO ÉBOLA


Sheik Omar Khan tinha 39 anos UMARU FOFANA/REUTERS   29/07/2014 - 20:32
Virologista contraiu a doença neste mês, entrou na ala de tratamento dos Médicos Sem Fronteiras na semana passada mas não sobreviveu à infecção.

Os médicos e os enfermeiros são os trabalhadores mais expostos às doenças. No surto do ébola que se iniciou em Fevereiro na Guiné-Conacri, mas que já passou para a Libéria e para a Serra Leoa, este problema é muitas vezes fatal. Sheik Omar Khan, reconhecido médico e virologista da Serra Leoa, morreu nesta terça-feira numa ala de tratamento dos Médicos Sem Fronteiras, no norte do país, avançam as agências.


Este virologista foi responsável por tratar mais de 100 doentes infectados com o vírus ébola, de acordo com a agência Reuters. “O doutor Omar Khan morreu às 14h [15h em Lisboa]”, disse Brima Kargbo, chefe de serviços de saúde. A ministra da Saúde da Serra Leoa, Miatta Kargbo, tinha chamado a Omar Khan um “herói nacional” depois de meses “a trabalhar 12 horas por dia para salvar pessoas, num sacrifício formidável”, cita a agência France Press.



O médico de 39 anos era chefe num centro de tratamento contra a febre hemorrágica em Kenema, no Sudeste da Serra Leoa, uma das zonas mais afectada pelo vírus. Em Junho, antes de ter sinais da doença, o médico confessou numa entrevista à Reuters o medo que tinha em contrair o vírus.



“Tenho de admitir que tenho medo pela minha vida, porque prezo-a”, disse. “Os trabalhadores da saúde estão mais sujeitos a apanhar a doença porque são os primeiros a serem contactados por alguém que a tem. Mesmo com todo o vestuário de proteção usado, estamos em risco.”



Este é o maior surto do vírus ébola desde o seu aparecimento em 1976, em territórios do atual Sudão do Sul e da República Democrática do Congo. De acordo com a Organização Mundial da Saúde, estima-se que nestes três países já tenham sido infectadas 1201 pessoas, das quais 672 morreram. Vários profissionais de saúde estão entre as pessoas que já morreram neste surto.



Ainda não há uma vacina preventiva nem um tratamento eficaz para o vírus do ébola. 
A doença começa por se parecer com uma gripe. De seguida, surgem sintomas mais graves, como vômitos, erupções cutâneas, diarreia hemorrágica. Estas hemorragias internas tornam-se incontroláveis e os doentes perdem sangue pelos ouvidos e olhos. O vírus vai dissolvendo os órgãos internos dos doentes, até os levar à morte.


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1º - GUERRILHEIROS ESTRANGEIROS INVADEM A ZONA URBANA DE SÃO PAULO E TODO O BRASIL (aqui)
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2º - O HAITI É AQUI! LEIA A TRAMA DE UMA GUERRA PARA MATAR O POVO BRASILEIRO (aqui)
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3º - HAITIANOS JÁ TEM TÍTULO DE ELEITOR E FORAM INSTRUÍDOS A VOTAR NO PT (aqui)
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4º - VÍRUS EBOLA ENTROU NO BRASIL??? (aqui)
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5º - ALERTA GERAL: VINTE MIL HOMENS VINDOS DO HAITI EM IDADE MILITAR ESTÃO AQUI NO BRASIL! (aqui)
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6º - GOVERNO BRASILEIRO REFORÇA VIGILÂNCIA CONTRA VÍRUS EBOLA EM PORTOS E AEROPORTOS (aqui)
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7º - MÉDICO “HERÓI NACIONAL” DA SERRA LEOA MORREU COM O VÍRUS DO ÉBOLA 
(aqui)


Ratinho (aqui) 

GOVERNO BRASILEIRO REFORÇA VIGILÂNCIA CONTRA VÍRUS EBOLA EM PORTOS E AEROPORTOS


Membros do Médicos sem Fronteiras atuando em Conakry, capital da GuinéFoto: CELLOU BINANI / AFP

01/08/2014 | 13h10
Ministério da saúde não está analisando medidas mais drásticas, como a suspensão de voos. OMS alerta que a epidemia avança rapidamente
O governo brasileiro reforçou recomendações às equipes de saúde encarregadas de atender passageiros que apresentaram durante a viagem ao Brasil problemas como febre, diarreias ou hemorragias.
A medida, na avaliação do Ministério da Saúde, é suficiente para identificar de forma rápida casos de uma eventual contaminação por ebola em viajantes – vírus que de acordo com a Organização Mundial da Saúde é responsável por epidemia que até agora atingiu 1,3 mil pessoas e provocou 729 mortes na África Ocidental.
Ações mais drásticas, como a suspensão de voos, não estão sendo analisadas. Pela rotina, a tripulação é orientada a encaminhar a agentes sanitários instalados em portos e aeroportos brasileiros pessoas que apresentem sintomas de doenças cuja causa não é identificada. Depois do desembarque, o viajante é encaminhado para uma área remota e, então, é avaliada por profissionais de saúde. 


– A atenção é praxe, e é dada para sintomas de voos procedentes de todos os locais, não apenas de regiões africanas – afirmou o secretário de Vigilância do Ministério da Saúde, Jarbas Barbosa.



Nesta quinta-feira, 31, a Organização Mundial de Saúde anunciou um plano de resposta ao surto que prevê US$ 100 milhões. O governo brasileiro deverá enviar na próxima semana 10 kits para Libéria e Serra Leoa com itens usados em catástrofes. No início do mês, um conjunto com mesmos produtos foi encaminhado para Guiné. Cada kit é suficiente para atender necessidades de 500 pessoas, por três meses.


OMS alerta que ebola avança mais rápido que esforços para controlá-lo


A epidemia do ebola, que afeta oficialmente três países africanos, está se acelerando e pode se propagar sem controle, o que provocaria perdas humanas catastróficas, advertiu nesta sexta-feira a diretora da OMS, Margaret Chan.


A resposta à epidemia foi infelizmente inadequada e, como consequência, o vírus "está se movimentando mais rápido que nossos esforços para controlá-lo", disse Chan aos líderes de Guiné, Serra Leoa e Libéria durante uma cúpula regional.


Os líderes chegaram à capital da Guiné, Conakry, para organizar a mobilização de centenas de médicos extras como parte de uma ajuda de emergência avaliada em mais de 100 milhões de dólares da OMS.
A epidemia deixou até o momento mais de 700 mortos.

* Estadão Conteúdo e AFP
Governo petista do Acre teve uma ideia para resolver problema com a imigração de haitianos: despachá-los para São Paulo! Ou: PT cria o problema, orgulha-se dele e joga batata quente no colo alheio

Haitianos num acampamento de Brasiléia, no Acre: segundo a mística petista, isso é evidência da pujança do "novo Brasil"Haitianos num acampamento de Brasileia, no Acre: segundo a mística petista, isso é evidência da pujança do “novo Brasil”

24/04/2014  às 6:41
Há três anos já, o Acre tem recebido uma boa leva de imigrantes haitianos. Eles chegam primeiro ao Peru e à Bolívia e depois se instalam em território brasileiro. Nesse tempo, o governo federal — e imigração é um problema federal — não moveu uma palha nem para impedir a entrada ilegal nem para alojá-los ou lhes arrumar emprego. Mas estimula o fluxo ao regularizar a situação e anunciar ao mundo que eles são bem-vindos.
Mais do que isso: os petistas passaram a alardear que a chegada desses haitianos é uma evidência da pujança do Brasil. O assunto até foi tema da redação do Enem em 2012. A tese era a seguinte: antes, o Brasil era pobre e expulsava mão de obra; agora, na gestão petista, é rico e atrai mão de obra. O governo brasileiro, de resto, é um crítico de países que criam dificuldades para a entrada ilegal de imigrantes.
Resultado: há uma explosão de haitianos no Acre, especialmente na cidade de Brasileia. Vivem em condições miseráveis, em acampamentos imundos. O governo Dilma não faz nada. Tião Viana, governador do Acre, seu aliado partidário, teve uma ideia: “Ah, vamos mandá-los para São Paulo”. E foi o que fez. Fechou um dos abrigos de Brasileia e despachou os imigrantes sem nem mesmo um comunicado prévio ao governo do outro Estado, que se indignou com essa postura.
Nilson Mourão, secretário de Justiça e Direitos Humanos,do Acre, resolveu dar uma de cínico, afirmando que não entende a postura do governo paulista. Referindo-se aos haitianos, afirmou à Folha: “Eles não ficam aqui. É apenas uma porta de entrada. A maioria segue viagem rumo ao sul do país. Nós chegamos no limite. A cidade de Brasiléia, de 10 mil habitantes, está com 20% da sua população formada por imigrantes”. Segundo Mourão, o Estado de São Paulo, “o mais rico da federação”, tem total condições de abrigar os 400 haitianos que acabaram de chegar.
Não me digam! Ora vejam! O governo do PT decide aplicar uma política de portas abertas a toda e qualquer imigração ilegal. Basta ir chegando. Não só pratica isso como alardeia seu malfeito. Não contente, ainda se orgulha dele e o transforma em teoria e até em tema de redação do Enem. E depois joga a batata quente na colo alheio.
A secretária de Justiça do Estado de São Paulo, Eloisa Arruda, classificou a atitude do governo do Acre de “irresponsável” e se disse indignada. Agora pense um pouquinho, leitor: imagine se é o governo de São Paulo a agir dessa maneira. Imagine se Geraldo Alckmin tivesse resolvido lotar alguns ônibus com nigerianos, por exemplo, e os enviado a estados administrados pelo PT. A essa altura, as milícias petistas nas redes sociais o estariam tachando de racista, de higienista e de fascista.
Quando, no entanto, um governo petista envia imigrantes que ele próprio recebeu a outro estado como se fosse uma leva de gado, aí não! Aí se trata de política humanista, certo? Tenham paciência! E o que fez, até agora, o Ministério da Justiça, de José Eduardo Cardozo, a quem compete cuidar do assunto?
Nada! Se Dilma quisesse que a pasta funcionasse, não teria escolhido Cardozo para cuidar dela. Só gente ocupada tem tempo de fazer o que deve.
Por Reinaldo Azevedo
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1º - GUERRILHEIROS ESTRANGEIROS INVADEM A ZONA URBANA DE SÃO PAULO E TODO O BRASIL (aqui)
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2º - O HAITI É AQUI! LEIA A TRAMA DE UMA GUERRA PARA MATAR O POVO BRASILEIRO (aqui)
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3º - HAITIANOS JÁ TEM TÍTULO DE ELEITOR E FORAM INSTRUÍDOS A VOTAR NO PT (aqui)
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4º - VÍRUS EBOLA ENTROU NO BRASIL??? (aqui)
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5º - ALERTA GERAL: VINTE MIL HOMENS VINDOS DO HAITI EM IDADE MILITAR ESTÃO AQUI NO BRASIL! (aqui)
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segunda-feira, 4 de agosto de 2014

IÊMEN DIZ QUE HÁ BRASILEIROS ENTRE TERRORISTAS DA AL QAEDA MORTOS NO PAÍS. PAÍS SEGUE SEM UMA LEI ANTITERROR. E A LEMBRANÇA DE UMA ESTUPIDEZ DITA POR TARSO GENRO


30/04/2014
 às 3:56

Por que essa imagem está aí? Vocês vão entender.
Algo de muito grave aconteceu caso se confirme mesmo a notícia — e não creio que possa haver desmentidos: numa ação do Exército do Iêmen contra forças da Al Qaeda, a maior desde 2012, foram mortos 26 terroristas, ou jihadistas, como eles próprios se definem. No grupo, dizem as autoridades iemenitas, estão… brasileiros. Sim, caros leitores, vocês leram direito: havia brasileiros em campos de treinamento da Al Qaeda. Segundo Abdu Rabo Mansur Hadi, presidente daquele país, há ainda terroristas mortos oriundos da Holanda, França, Austrália e outros países.
Por que a notícia é especialmente grave no que nos diz respeito? Porque o Brasil, e não será a primeira vez que escreverei isso aqui, é uma das poucas democracias do mundo — na verdade, deve ser a única — que não dispõe de uma lei para punir ações terroristas. Se esses brasileiros que morreram no Iêmen tivessem sido presos e eventualmente deportados para o Brasil, não haveria, acreditem, como puni-los aqui. Da mesma sorte, este país não tem como aplicar penas adequadas para ações terroristas praticadas por estrangeiros ou por nativos em solo brasileiro. Teria de apelar a alguma outra legislação.
E por que não temos essa lei, a menos de dois meses da Copa do Mundo? Porque as esquerdas, muito especialmente os petistas, não aceitam. Aliás, a imprensa, com as exceções de praxe, não tem sido muito sábia quando debate o assunto.
Em maio de 2009 foi preso no Brasil o libanês Khaled Hussein Ali, identificado na imprensa brasileira como o “libanês K”. Era ligado à Al Qaeda. Foi, acreditem, solto! No dia 26 de maio daquele ano, diante da evidência de que a rede terrorista já estava entre nós, o inefável Tarso Genro, então ministro da Justiça, tratou o terrorismo como uma variante de “corrente de opinião”. No dia seguinte, sustentou que o país realmente não precisa tipificar esse crime porque a legislação comum dá conta do recado — o que é conversa mole.
Reportagens da revista VEJA de abril e dezembro de 2011 demonstraram que o terrorismo islâmico já operava no Brasil e recrutava pessoas para a sua causa. A revista revelou as conexões de cinco grupos extremistas no Brasil. Mais tarde, a análise de processos judiciais e de relatórios do Departamento de Justiça, do Exército e do Congresso americanos expôs laços de extremistas que vivem no Brasil com a Fundação Holy Land (Terra Santa, em inglês), uma entidade que, durante treze anos, financiou e aparelhou o Hamas, o grupo radical palestino que desde 2007 controla a Faixa de Gaza e cujo objetivo declarado é destruir o estado de Israel.
A Holy Land tinha sede em Dallas, no Texas, e era registrada como instituição filantrópica. Descobriu-se que havia enviado pelo menos 12,4 milhões de dólares ao Hamas e que ajudava o grupo a recrutar terroristas nos Estados Unidos e na América do Sul. Em 2001, entrou para a lista de organizações terroristas da ONU e, em 2008, seus diretores foram condenados na Justiça americana por 108 crimes, entre os quais financiamento de ações terroristas, lavagem de dinheiro e formação de quadrilha. A maior pena, de 65 anos de prisão, foi para Shukri Abu Baker, fundador, presidente e diretor executivo da Holy Land. Curiosamente, passou despercebido o fato de que Baker é brasileiro. Mais do que isso: durante muitos anos ele manteve operações no Brasil, e alguns de seus comparsas ainda estão por aqui.
Sem leiMuito bem! Todas as vezes em que se tentou votar uma lei contra o terrorismo no Brasil, a esquerda impediu o debate. Chegaremos à Copa sem ela. E é provável que às Olimpíadas também. A Comissão de Juristas que propôs a reforma do Código Penal chegou a prever, sim, a pena para ações terroristas, mas o fez de maneira muito particular: livrava de qualquer sanção quem cometesse desatinos em nome de causas socais, o que é, obviamente, piada. Na maioria das vezes, um terrorista sempre alega uma motivação nobre, não é mesmo? De resto, pode até haver causas nobres que mobilizam fanáticos. O que os tolos têm de entender é que não há causa legítima o bastante que justifique o ataque contra alvos ilegítimos: os inocentes.
Precisamos agora saber quem são esses brasileiros, sua origem, seus vínculos no Brasil, suas conexões. É claro que a votação de uma lei antiterror se tornou ainda mais urgente.
Por Reinaldo Azevedo

Exclusivo: documentos da CIA, FBI e PF mostram como age a rede do terror islâmico no Brasil

A Polícia Federal tem provas de que a Al Qaeda e outras quatro organizações extremistas usam o país para divulgar propaganda, planejar atentados, financiar operações e aliciar militantes


O terrorista Osama bin Laden, líder da Al Qaeda (Divulgação/AFP/VEJA)
02/04/2011 - 11:41
Khaled Hussein Ali nasceu em 1970, no leste do Líbano. Seguidor da corrente sunita do islamismo, prestou serviço militar. Depois, sumiu. No início dos anos 90, reapareceu em São Paulo. Casou-se e teve uma filha. Graças a ela, obteve, em 1998, o direito de viver no Brasil. Mora em Itaquera, na Zona Leste paulistana, e sustenta sua família com os lucros de uma lan house. Ali leva uma vida dupla. É um dos chefes do braço propagandístico da Al Qaeda, a organização terrorista comandada pelo saudita Osama bin Laden. De São Paulo, o libanês coordena extremistas em dezessete países. Os textos ou vídeos dos discípulos de Bin Laden só são divulgados mediante sua aprovação. Mais: cabe ao libanês dar suporte logístico às operações da Al Qaeda. Ele faz parte de uma rede de terroristas que estende seus tentáculos no Brasil.
Tratado como “Príncipe” por seus comparsas, Ali foi seguido por quatro meses pela Polícia Federal, até ser preso, em março de 2009. Além das provas de terrorismo na internet, a Polícia Federal encontrou no computador de Ali spams enviados aos Estados Unidos para incitar o ódio a judeus e negros. Abordado por VEJA, Ali negou sua identidade. Esse material, no entanto, permitiu que a Polícia Federal o indiciasse por racismo, incitação ao crime e formação de quadrilha. Salvou-se da acusação de terrorismo porque o Código Penal Brasileiro não prevê esse delito. O libanês permaneceu 21 dias preso. Foi liberado porque o Ministério Público Federal não o denunciou à Justiça. Casos como o de Ali alimentam as divergências do governo americano com o Brasil.
Há dois meses, VEJA teve acesso a relatórios da PF sobre a rede do terror no Brasil. Além de Ali, vinte militantes da Al Qaeda, Hezbollah, Hamas e outros dois grupos usam ou usaram o Brasil como esconderijo, centro de logística, fonte de captação de dinheiro e planejamento de atentados. A reportagem da revista também obteve os relatórios enviados ao Brasil pelo governo dos EUA. Esses documentos permitiram que VEJA localizasse Ali e outros quatro extremistas. Eles vivem no Brasil como se fossem cidadãos comuns. Embora seja autora das investigações, a PF assume um comportamento ambíguo ao comentar as descobertas de seu pessoal. A instituição esquiva-se, afirmando que “não rotula pessoas ou grupos que, de alguma forma, possam agir com inspiração terrorista”. Esse discurso dúbio e incoerente não apenas facilita o enraizamento das organizações extremistas no Brasil como cria grandes riscos para o futuro imediato.

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VOCÊ ACHA O NAZISMO REPUGNANTE? ENTÃO POR QUE APÓIA O COMUNISMO?



Nazismo e comunismo: ambos são de inspiração marxista. Um povo inteligente deveria aprender com o passado para não cometer os mesmos erros!!!
Brasileiros patriotas, reajam! 


As Desconcertantes Semelhanças entre o Nazismo e o Comunismo


O nazismo é repugnante. Um indivíduo precisa ter sérios distúrbios psíquicos para apoiar um regime cruel como esse. Contudo, seu irmão mais velho, o comunismo, desfruta de uma áurea de beleza e bondade. Por que um deles é visto como um pesadelo enquanto o outro seria um sonho?



Em primeiro lugar, devemos lembrar do que é nazismo. Nazismo foi o regime político implementado pelo partido nazista na Alemanha de Hitler. Tal como PT é a abreviação de partido dos trabalhadores, o nazismo também é a abreviação de um nome: partido nacional-socialista dos trabalhadores alemães, ou simplesmente, partido nazista.



O partido nazista, tal como o partido comunista, buscou sua inspiração nas idéias de Karl Marx. Costuma-se dizer que comunismo é a ditadura da esquerda, enquanto o nazismo seria a ditadura da direita. Nada mais falso, tanto o nazismo quanto o comunismo tem inspiração marxista. Ambos compartilham do ódio contra a burguesia, desrespeitam a propriedade privada (basta ver os confiscos realizados por ambos os regimes), do desprezo pelas liberdades individuais, da glorificação do Estado como centro das atenções, e da respectiva diminuição da importância do papel do indivíduo. Além disso, ambos os regimes pregam a planificação da economia, isto é, defendem o planejamento central da atividade econômica.




Como é bem sabido, a planificação da economia (ou o planejamento central) demanda necessariamente alguma forma de controle de preços. É exatamente por isso que tanto o nazismo quanto o comunismo necessitam de um Estado grande e onipresente. Na ausência de um mecanismo de preços de mercado, é impossível direcionar a atividade econômica sem se recorrer à força física. Daí o caráter autoritário de ambos os regimes. Desnecessário dizer que tanto o nazismo quanto o comunismo foram responsáveis pela execução sumária, e pelo aprisionamento, de milhões de pessoas que cometerem um de dois crimes: ou não concordavam com o regime, ou pertenciam a alguma minoria escolhida para mover o ódio das massas. 


Aliás, você já notou que tanto Hitler (a figura que ilustra o nazismo) quanto Stalin ou Mao-tsé-tung (figuras que ilustram bem o comunismo) pregavam a morte dos "traidores da pátria"? Já notou que essas figuras sempre justificavam seus crimes com base num sonho futuro? Ou então argumentavam igualmente que a "ganância" de alguns impunha a miséria ao povo (justificando assim o confisco da propriedade pivada e a prisão generalizada de determinados grupos de indivíduos)?

Resumindo, são muitas as inquietantes semelhanças entre o nazismo e o comunismo. Dizer que o nazismo é um regime de direita é um absurdo lógico. Regimes de direita defendem a propriedade privada, o sistema de preços via mercado, e a liberdade individual. Essas três características são desprezadas tanto por nazistas quanto por comunistas. Você pode criticar um liberal por sua crença no mercado. Pode criticar o liberalismo por seu profundo respeito à propriedade privada, e pode criticar o "egoismo" do liberalismo que só pensa em si mesmo (isto é, coloca o indivíduo no centro da análise). 

Mas são justamente essas características do liberalismo que o colocam no extremo oposto dos regimes nazistas e comunistas.


Publicação by Voz Conservadora.

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Noite dos Cristais quiz chazit
Este filme faz parte do pórtal noite dos cristais da chazit SP 

domingo, 3 de agosto de 2014

A MÃO DE STÁLIN ESTÁ SOBRE NÓS




Olavo de Carvalho
O Globo, 03 de agosto de 2002

Neste país há três e não mais de três correntes políticas organizadas: o socialismo fabiano que nos governa, o socialismo marxista e o velho nacional-esquerdismo janguista.

O socialismo fabiano distingue-se do marxista porque forma quadros de elite para influenciar as coisas desde cima em vez de organizar movimentos de massa. Seu momento de glória veio com a administração keynesiana de Roosevelt, que, a pretexto de salvar o capitalismo, estrangulou a liberdade de mercado e criou uma burocracia estatal infestada de comunistas, só sendo salva do desastre pela eclosão da guerra. 

O think tank mundial do fabianismo é a London School of Economics, parteira da “terceira via”, uma proposta da década de 20, periodicamente requentada quando o socialismo revolucionário entra em crise e é preciso passar o trabalho pesado, temporariamente, para a mão direita da esquerda. 

No poder, os fabianos dão uma maquiada na economia capitalista enquanto fomentam por canais aparentemente neutros a disseminação de idéias socialistas, promovem a intromissão da burocracia em todos os setores da vida (não necessariamente os econômicos) e subsidiam a recuperação do socialismo revolucionário. Quando este está de novo pronto para a briga, eles saem de cena envergando o rótulo de “direitistas”, que lhes permitirá um eventual retorno ao poder como salvadores da pátria se os capitalistas voltarem a achar que precisam deles para deter a ascensão do marxismo revolucionário. Então novamente eles fingirão salvar a pátria enquanto salvam, por baixo do pano, o socialismo.

Desde seus fundadores, Sidney e Beatrice Webb, o fabianismo nunca passou de um instrumento auxiliar da revolução marxista, incumbido de ganhar respeitabilidade nos círculos burgueses para destruir o capitalismo desde dentro. Os conservadores ingleses diziam isso e eram ridicularizados pela mídia, mas a abertura dos Arquivos de Moscou provou que o mais famoso livro do casal não foi escrito pelo marido nem pela esposa, mas veio pronto do governo soviético.

A articulação dos dois socialismos era chamada por Stalin de “estratégia das tesouras”: consiste em fazer com que a ala aparentemente inofensiva do movimento apareça como única alternativa à revolução marxista, ocupando o espaço da direita de modo que esta, picotada entre duas lâminas, acabe por desaparecer. A oposição tradicional de direita e esquerda é então substituída pela divisão interna da esquerda, de modo que a completa homogeneinização socialista da opinião pública é obtida sem nenhuma ruptura aparente da normalidade. A discussão da esquerda com a própria esquerda, sendo a única que resta, torna-se um simulacro verossímil da competição democrática e é exibida como prova de que tudo está na mais perfeita ordem.


No governo, nossos fabianos seguiram sua receita de praxe: administraram o capitalismo como se fossem capitalistas, ao mesmo tempo que espalhavam a doutrinação marxista nas escolas, demoliam as Forças Armadas, instituíam novas regras de moralidade pública inspiradas no marxismo cultural da Escola de Frankfurt, neutralizavam por meio da difamação midiática as lideranças direitistas, criavam um aparato de repressão fiscal destinado a colocar praticamente fora da lei a atividade capitalista e, last not least, subsidiavam com dinheiro público o crescimento do MST, a maior organização revolucionária que já existiu na América Latina. 

Em suma: fingiam cuidar da saúde do capitalismo enquanto destruíam suas bases políticas, ideológicas, culturais, morais, administrativas e militares, deixando o leito preparado para o advento do socialismo. Fizeram tudo isso sob o aplauso de uma classe capitalista idiota, incapaz de enxergar no capitalismo nada além da sua superfície econômica e ignorante de tudo o que é preciso para sustentá-la. Agora podem ir para casa, seguros de ter um lugar ao sol no socialismo, se ele vier amanhã, assim como no capitalismo, se ele durar mais um pouco.


Se o socialismo marxista tinha sua encarnação oficial no Estado soviético, enquanto o fabianismo era o braço “light” da estratégia stalinista, o nacional-esquerdismo que brotou na década de 30 também foi substancialmente uma invenção de Stalin. A grande especialidade de “tio Josef” era justamente o problema das nacionalidades, ao qual ele dedicou um livro que se tornou clássico. Foi ele que criou a estratégia de fomentar ambições nacionalistas, quando podia usá-las contra as potências ocidentais, ou freá-las, quando se opunham ao “internacionalismo proletário”. 

É verdade que falhou em aplicá-la com os nazistas, que se voltaram contra a URSS, mas obteve sucesso nas nações atrasadas, onde xenófobos de todos os naipes -- getulistas, nasseristas, peronistas, africanistas e aiatolás variados -- acabaram se integrando nas tropas da revolução mundial, varrendo suas divergências ideológicas para baixo do tapete e transmitindo uma impressão de unidade a seus adeptos nos países ricos (donde o milagre de feministas e gays marcharem contra os EUA ao lado de machistas islâmicos). A multidão dos nacionalistas revoltados dá um reforço externo à estratégia das tesouras, seja como massa de manobra ou, quando fardada, como arma de guerra.

Stalin foi o maior estrategista revolucionário de todos os tempos. Os efeitos de sua ação criadora chegaram às terras tupiniquins e ainda estão entre nós.Todo o panorama político nacional está hoje montado segundo o esquema delineado por ele nos anos 30. Mas, dos poucos que têm envergadura intelectual para enxergar isso, quantos têm interesse de discuti-lo em público?


Você está ali no canto direito inferior com a bandeira de Cuba.

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook