quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

IMÓVEIS - TORRES ACÁCIA - Lançamento PDG/Leal Moreira

















 







 

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LUXO NO AR/MANSÕES VOADORAS

Chão de mármore e ducha no banheiro. Essas são algumas das tendências de decoração aplicadas nas portentosas e cada vez mais confortáveis aeronaves que servem à aviação executiva

Por Márcia PEREIRA

Vende-se amplo espaço de 74 m2, com salas de jantar e de reuniões decoradas com estofados capitonês de veludo azul, carpete alto e equipadas com tevês de plasma, linhas telefônicas e conexão de internet, suíte com cama king size e banheiro com ducha. Com capacidade para se movimentar para qualquer lugar do mundo que tenha uma pista de 1,6 mil metros de comprimento para recebê-lo, o Airbus ACJ 318, um dos atuais ícones da aviação executiva, pode ter um interior como esse. Desde que o interessado pague a bagatela de US$ 65 milhões. Sua versão para a aviação comercial transporta 109 passageiros, mas, adaptado para a aviação executiva, acomoda 19 pessoas com o que há de mais sofisticado na decoração de interiores. Decoração essa que pode ser personalizada conforme o gosto do freguês. “Nossos clientes chineses exigem uma mesa redonda com o centro giratório, pois, em casa, é nesse tipo de móvel que eles fazem suas refeições”, diz François Chazelle, vice-presidente mundial de vendas da Airbus para aviação executiva. “Eles também costumam exigir que seus aviões venham equipados com karaokê."
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O interior das aeronaves da empresa tem o mesmo luxo das residências dos seus clientes,que pagam cerca de US$ 65 milhões por um avião que pode ter até banheiro com ducha (à direita)
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Breno César S. Corrêa, diretor de marketing e vendas para a América Latina da concorrente Embraer, sabe que a personalização é uma aliada para quem quer conquistar mercado. “Hoje, o propósito de um avião executivo é ser uma extensão do escritório ou da casa de quem o utiliza”, diz Corrêa. A empresa brasileira é a terceira do mundo em número de entregas de aeronaves executivas e detém 19% do mercado mundial. Segundo o diretor da Embraer, a meta para 2011 é entregar 100 aviões da linha Phenom, os menores da companhia, e 18 modelos maiores, gerando uma receita de US$ 1,2 bilhão. A grande vedete para 2011 é o Lineage 1000, um avião também para 19 passageiros, como o Airbus ACJ 318, com cinco áreas de cabine (sendo uma reservada à suíte com ducha) e preço inicial de US$ 50,5 milhões. “Para equipá-lo com materiais luxuosos e tecnologias avançadas é preciso desembolsar mais cerca de US$ 3 milhões”, afirma o executivo.
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Luxo no ar: o vice-presidente mundial de vendas para a aviação executiva da Airbuss, François Chazelle, apresenta o ACJ 318
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De acordo com Corrêa, o empresário brasileiro anda comprando mais aviões executivos com todo o luxo e a riqueza que ele merece. Mas o mercado ainda tem muito a crescer até alcançar o patamar de consumo dos EUA e da Europa, os maiores compradores desse tipo de aeronave. Das 500 maiores empresas dos EUA, cerca de 90% possui ou freta aeronaves executivas. No País, somente 20% delas têm essa prática. “Por aqui, o avião executivo está deixando de ser um luxo para relaxar nos fins de semana e vem se tornando uma importante ferramenta de produtividade”, diz o diretor da Embraer. Ele enumera as vantagens do avião próprio ou fretado. “O empresário não fica horas na sala de espera de um aeroporto lotado e pode trabalhar durante o voo, com a ajuda da conectividade e sem ninguém da poltrona ao lado espionando o balanço da sua empresa”, diz. “Imagine, ainda, economizar horas sem ter que fazer escalas.”
A decoração de interior, antes encarada como supérflua, hoje é fundamental na concretização dessa experiência corporativa de voar. Afinal, quanto mais equipado e à vontade o empresário se sentir, mais ele irá render. Por essa razão as grandes companhias de aviação mantêm designers em sua folha de pagamento ou contratam empresas especializadas na atividade e no gerenciamento de aeronaves, como a americana Comlux. Ela é parceira da Airbus na decoração de aviões executivos e faz fretamento e leasing de sua frota, que também inclui modelos Legacy, da Embraer. Apesar de a imaginação dos designers das companhias aéreas muitas vezes alçar voo, há um teto quando se trata de criar o mais aconchegante e elegante ambiente interno de um avião. Ela vai sempre esbarrar nas limitações das certificações, determinadas pelos órgãos que regulamentam o setor aéreo, bem como em outras impostas pela engenharia. Afinal, uma aeronave de dez lugares não levanta voo com toneladas de ouro.
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Lançando tendências: "Usamos madeiras certificadas, mármore e prata Christofle para decorar
e equipar nossos aviões executivos", diz Breno César S. Corrêa, da Embraer
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Mesmo com esse tipo de limitação, os fabricantes podem enriquecer com mármore, um material notoriamente pesado, o chão de suas mansões voadoras. Uma das tendências, por sinal, da decoração dos superjatos executivos. Segundo Corrêa, da Embraer, isso só é possível graças à aplicação de tecnologias de aviação – como a base em forma de colmeia, que mistura materiais leves, a exemplo do alumínio e do kevlar, e serve de sustentação para o piso da cabine. “Em cima dessa base, aplicamos uma fina camada da pedra, que, também graças à tecnologia, pode ser cortada nessa espessura”, diz o diretor de marketing da empresa brasileira. Outras tendências destacadas por ele são os carpetes e estofados nas cores bege e cinza e o uso de madeiras foscas e certificadas nos móveis. “Acabamos de lançar o revestimento piano black, uma madeira preta, que faz referência aos pianos de cauda”, diz o executivo da Embraer. “Só o luxo exagerado não é tendência.”
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Sonhando nas nuvens: o sofá vira cama, para acomodar o passageiro, no Legacy 650, aeronave da Embraer cujo preço básico é US$ 30,24 milhões
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Concierges do ar

Depois de comprar um avião executivo é só fazer as malas e sair voando por aí, certo? Nem sempre. Quem vai pilotar, limpar e preparar a comida? Onde ficará estacionado o novo, caro e grande brinquedo? Na hora de administrar essas verdadeiras “mansões aéreas” entram em ação as empresas de gerenciamento de aeronaves. Como a brasileira Líder Aviação. “Providenciamos desde a contratação de tripulação, revisão e limpeza até a parte burocrática junto à Anac e Infraero, que permite que um avião desses decole e pouse”, diz Heron Hollerbach Nobre, diretor do serviço de gerenciamento da Líder, que mantém salas vip paras seus clientes em 22 aeroportos, no País.
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Além disso, essas empresas fornecem combustível, contratam o seguro e administram o tempo ocioso do avião. “Quando não está voando, o cliente pode capitalizar em cima do seu bem”, afirma Nobre. “Fazemos isso a partir do fretamento da aeronave.” A receita com o aluguel do avião ajuda a minimizar os custos de gerenciamento, que podem variar entre R$ 130 mil e R$ 300 mil mensais, dependendo do tamanho e da performance da aeronave.
Fonte: Revista Isto É Dinheiro, Edição 725, de 31 de agosto de 2011.



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IMÓVEIS - Tijolos em Dólar

Queda no preço de imóveis e valorização do real estimulam brasileiros a buscar uma segunda casa, nos Estados Unidos

Por Lilian SOBRAL
Uma casa de luxo para passar as férias. Imóvel amplo, com mil metros quadrados de área total, localizado em um condomínio fechado, e próximo a alguns dos mais conhecidos centros de entretenimento. O valor? R$ 480 mil. É praticamente impossível encontrar um imóvel desse tipo – e por esse preço – nas principais cidades brasileiras. No entanto, essa residência em Orlando, no centro do Estado americano da Flórida, pertence à família do industrial paulista Sylvio Ribeiro Júnior. “Passamos alguns dias lá em julho e pretendemos voltar para aproveitar o Natal e o Ano-Novo”, diz Mara Ribeiro, mulher de Sylvio. Eles fazem parte de uma nova leva de brasileiros que aproveitam os baixos preços nos Estados Unidos e a força do real em relação ao dólar para comprar imóveis fora do País.
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O empresário paulista Elias Zak Zak, franqueado da rede imobiliária americana Century 21, vem testemunhando o aumento das vendas. “Minha unidade funciona há apenas um ano, e já vendi seis imóveis no Exterior para compradores brasileiros”, diz ele. Zak Zak nota como os preços compensam na vizinhança. Seu escritório fica na Vila Nova Conceição, um dos bairros mais valorizados da cidade de São Paulo. Lá, o metro quadrado de um apartamento de alto padrão pode custar R$ 15 mil em média. Na Flórida, uma propriedade comparável em padrão de construção e em localização sai por R$ 5 mil o metro, um terço do valor paulistano. Essa divergência tem dois motivos, a queda do preço dos imóveis nos Estados Unidos e a valorização do real. Quando a bolha imobiliária americana estourou em 2008, milhares de famílias não conseguiram mais pagar seus empréstimos. Seus imóveis foram retomados e revendidos.
A chegada abrupta e simultânea de tantas casas ao mercado fez os preços desabar. No Brasil, a situação é o inverso. O aumento da renda e a expansão do crédito imobiliário têm feito os preços subir sem parar. Esse cenário atraiu muitos compradores que já têm casa própria no Brasil e buscam uma segunda ou terceira residência nos Estados Unidos para passar férias em inglês ou para investir. “São viajantes habituais para os Estados Unidos que pretendiam comprar imóveis lá e agora podem realizar esse sonho”, diz Celso Pinto, CEO da Sotheby’s Realty São Paulo. A empresa de Pinto é especializada na venda de empreendimentos americanos para brasileiros. Uma das opções mais visíveis é a Trump Towers de Miami, conjunto de três torres à beira-mar, com 45 andares cada um. Para ser contratados, os porteiros têm de falar português: 75% dos apartamentos foram vendidos para compradores brasileiros. Os novos proprietários já começam a impor seus hábitos, inclusive o brasileiríssimo costume de petiscar na praia. “Até serviço de restaurante no nível da areia o empreendimento tem”, diz Pinto.
Outro empreendimento bem-sucedido em Miami é o Canyon Ranch Living. O local funciona como um spa e tem 580 apartamentos com preços que partem dos US$ 400 mil, cifra bem abaixo da média de prédios residenciais de alto padrão no eixo Rio-São Paulo. Do total oferecido, 17% das unidades foram vendidas para brasileiros. Fonseca diz que o Estado preferido dos brasileiros é a Flórida, que concentra 31% dos negócios fechados com compradores que falam português. Miami e Orlando não caíram no gosto dos brasileiros por acaso. A popularidade deve-se à proximidade com o Brasil, ao clima ameno e à aceitação local dos costumes brasileiros. “Às vezes parece que a língua oficial de Orlando é o português”, diz Mara, mulher do empresário Sylvio Ribeiro. Depois da Flórida, os Estados preferidos são a Califórnia, endereço de 12% dos imóveis adquiridos, e o Texas, com 9%. Os brasileiros preferem apartamentos. “A manutenção é mais fácil e barata”, diz Marco Fonseca, presidente para o Brasil da National Association of Realtors, que representa os corretores de imóveis nos Estados Unidos.
Para os que optam por casas, empresas especializadas em gerenciamento de propriedades cuidam dos imóveis quando os donos estão no Brasil. Quem quer comprar um imóvel no Exterior deve tomar alguns cuidados. Comprar e manter uma segunda casa de frente para o mar de South Beach pode ser fácil com o dólar a R$ 1,70. “Você estaria preparado para os mesmos gastos se fosse R$ 2,70?”, é a pergunta que Elias Zak Zak faz aos clientes. Quem pensa em revender com lucro deve se lembrar de que a valorização dos imóveis não é garantida, ainda mais com uma nova crise ameaçando a economia americana. Obter renda com o aluguel das casas pode ser mais fácil. As sócias Gabriela Haddad e Tatiana Mosaner, do Halmoral Group, lançaram na quinta-feira 25 um serviço de venda de imóveis na Flórida que já vem com um importante item na proposta: inquilinos, que garantem uma renda mensal entre 7% e 9%. “Os interessados são pessoas que investem em imóveis no Brasil e buscam diversificação”, diz Mosaner.
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"O brasileiro prefere comprar apartamentos, cuja manutenção é mais barata" - Marco Fonseca, corretor de imóveis
Os inquilinos, por sua vez, são os nativos. “Com a crise, poucos americanos têm dinheiro para comprar um imóvel, e acabam tendo que alugar”, afirma outro especialista, Fernando Ponzeto Alves, que trabalha como corretor nos Estados Unidos há sete anos. Se o dinheiro do aluguel ficar nos Estados Unidos, a tributação será feita lá. A alíquota varia de acordo com localização e tamanho, mas pode chegar perto dos 15% cobrados no Brasil. Se o dinheiro for recebido no Brasil, a tributação também será feita aqui. Para os que pretendem aproveitar os juros perto de zero e comprar com dinheiro emprestado, há financiamentos disponíveis que cobrem até 70% do valor do imóvel. O visto necessário é apenas o de turista. “Noven-ta e nove por cento dos meus clientes brasileiros que compram imóveis aqui continuam morando no Brasil”, diz Alves.
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Fonte: Revista Isto É Dinheiro, Edição no. 725, de 31 de agosto de 2011.



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TECNOLOGIA - Novidades no Facebook - 10 dos melhores aplicativos para sua timeline no Facebook


10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
Facebook
O novo design dos perfis no Facebook dividiu opinião entre usuários - alguns amaram e outros simplesmente não conseguem mais olhar para o seu próprio perfil na rede. De qualquer forma, este formato novo chegou para ficar e o Facebook adicionou uma série de novas funcionalidades, com mais de 60 aplicativos feitos especialmente para melhorar a sua timeline. Cada um destes irá atualizar a sua timeline com o que for que você estiver fazendo, seja sair para uma corrida, cozinhando a sua janta ou discutindo sobre o último filme que você assistiu. Olhe adiante os 10 melhores.

1 - Foodily

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
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Este aplicativo de receitas foi feito especificamente para o mercado norte americano, mas se você entender bem de inglês e conseguir converter as medidas corretamente, ele tem muito a oferecer. Selecionando as suas receitas favoritas, elas irão se fixar em sua timeline para todos os seus amigos verem. Com certo tempo de uso, você terá uma lista de refeições preferidas suas e dos seus amigos, o que pode ser bastante útil naquele dia em que você está pouco inspirado.

2 - The Guardian

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
Facebook
O aplicativo do jornal 'The Guardian' está disponível em versão completa para Facebook, com uma seleção das matérias mais lidas e comentadas todos os dias. Mas a melhor seção é chamada 'Activity stream', que mostra todas as histórias que estão sendo lidas pelos seus amigos. Navegando por estas seções pode servir como um meio interessante de se manter atualizado e perceber por quais assuntos os seus amigos se interessam mais.

3 - Oodle 

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
Facebook
O Oodle combina em um só lugar todos os anúncios dos mais variados sites de comércio da internet, desde o eBay até o seu site local de compras. Você ainda pode fazer os seus próprios anúncios direto do aplicativo, e é aí que ele realmente começa a ficar interessante. O Oodle é feito para tornar as relações comerciais na web mais 'sociais', mostrando a foto e o perfil de quem quer que esteja vendendo algo para você. Você ainda pode escolher fazer anúncios somente para os seus amigos, ou amigos de amigos, e receber atualizações direto em sua timeline.


4 - Pinterest

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
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O Pinterest é um mural virtual onde você pode agrupar as imagens que você quiser em grupos separados por categorias que você mesmo estabelece. Seu mural também pode ser customizado para lugares, eventos ou simplesmente coisas legais que você achou pela web. Uma vez instalado, o aplicativo, quando atualizado, mostra as suas imagens mais recentes direto na timeline.

5 - Rotten Tomatoes

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
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Um dos sites sobre cinema mais populares do mundo, o Rotten Tomatoes agora está disponível para Facebook. O grande trunfo do programa é a seção de resenhas de filmes, podendo consultar as notas de filmes que você pretende ver e fazer recomendações para os seus amigos na rede.


6 - TripAdvisor

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
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O TripAdvisor é um mapa para viagens. Uma vez instalado, você pode marcar o seu próprio mapa com os lugares que você já visitou ou pretende visitar. A intenção do aplicativo é que o usuário dê notas para os lugares frequentados na viagem e, assim, fazer recomendações para amigos que pretendem ir para o mesmo local.



7 - Lyst

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
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 Para os fashionistas de plantão, o Lyst permite que você siga os passos dos seus designers favoritos, ou até mesmo curtir recomendações de outros fãs do mundo da moda. Criando uma conta no serviço, você poderá selecionar os seus itens favoritos e montar a sua própria página com as suas roupas favoritas. Todos estes itens aparecem em sua timeline, em ordem cronológica, servindo como uma bela fonte de inspiração para amigos que querem te presentear, mas não sabem com o que.

8 - RunKeeper

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
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Se você é um corredor, ou está tentando virar um, RunKeeper irá te acompanhar pelo seu caminho. Com o seu aplicativo para aparelhos Android e iOS, o programa irá acompanhar as suas rotas, tempos, distâncias e velocidades. Conectando tudo isso ao aplicativo para Facebook, você irá poder compartilhar um resumo de suas corridas direto em sua timeline, com um mapa de sua rota, para você fazer inveja para os seus amigos que já quebraram a promessa feita no ano novo de emagrecer e se manter em forma em 2012.

9 - Spotify

10 dos melhores aplicativos para Facebook (Facebook)
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Um dos primeiros aplicativos para a timeline do Facebook, o Spotify posta uma lista das últimas músicas que você ouviu em seu perfil. Qualquer um que esteja vendo o seu perfil poderá clicar e ouvir a música na mesma hora, contanto que eles também tenham o aplicativo Spotify. É um ótimo jeito de descobrir novas bandas e artistas, ou até relembrar músicas que você já havia esquecido. Claro que, quando você quiser escutar aquela música que você ama, mas ninguém pode ficar sabendo, o aplicativo possui uma função para esconder estas faixas do seu perfil. Nós sabemos que você canta 'Ai Se Eu Te Pego' secretamente em seu quarto...

10 - Color

Com as próprias palavras do Color - 'as atualizações de status precisam de uma atualização'. Sim, você agora não precisa mais descrever o que está fazendo com palavras em seu mural, ao invés disso este aplicativo permite que você transmita vídeos ao vivo de 30 segundos, direto de seu celular. Disponível para iOS e Android, o aplicativo irá avisar todos os seus amigos que possuem o Color sobre a sua transmissão e os seus amigos no Facebook irão ver o vídeo postado em seu perfil quase que instantaneamente.

Fonte:  site msn.

E então? O que você está esperando? Mãos à obra: Dinamize o seu Facebook.





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terça-feira, 24 de janeiro de 2012

PSICOLOGIA - Depressão e tireoide

A síndrome depressiva é caracterizada por alterações de humor, com ansiedade, insônia e demais sintomas psicológicos que persistem por um período mínimo de duas semanas, com impacto mais ou menos profundo nas atividades sociais e ocupacionais, prejudicando o trabalho do paciente, ou limitando sua atividade produtiva e profissional. A severidade da depressão é geralmente avaliada por uma escala de pontos em que cada sintoma ganha um valor numérico.
 

Os pacientes que, nesta escala, têm um “score” muito elevado são portadores de depressão extremamente severa.
A classificação psiquiátrica emprega várias terminologias para diferentes subtipos de sintomas depressivos. É o caso da depressão pós-parto (relativamente comum, atingindo 10% das puérperas e com alterações na glândula tireoide); da doença depressiva sazonal, que ocorre em invernos prolongados do hemisfério norte; e da depressão com predomínio melancólico, com sinais depressivos durante o período matinal, perda do apetite, peso e retardo psicomotor.
As causas
Em nosso cérebro, as comunicações são efetuadas por meio de ondas eletromagnéticas perceptíveis ao exame chamado de eletroencefalograma. Por outro lado, os elementos que constituem a massa cerebral – os neurônios – têm como forma de mensagem as substâncias químicas chamadas monoaminas (serotonina, dopamina e nor-adrenalina).
A hipótese mais aceita pelos cientistas e neurologistas clínicos é que as síndromes depressivas se associam a uma queda da atividade da serotonina. Com menor conteúdo de serotonina, o sistema de mensagem entre neurônios torna-se errático, levando ao desequilíbrio de outros neurotransmissores, tais como a nor-adrenalina. Quando o clínico, o psiquiatra, o neurologista indicam medicamentos que elevam a serotonina, os sintomas depressivos se atenuam e progressivamente desaparecem.
Outras teorias sobre estados depressivos indicam que baixos níveis de hormônio feminino (estradiol), encontrados na maioria das mulheres menopausadas, podem ser coadjuvantes no desencadear da depressão e que a reposição hormonal com estradiol favorece a “cura” do estado depressivo.

A função da tireoide e a depressão
Os hormônios da tireoide, tiroxina (T4) e tri-iodo-tironina (T3), são essenciais para o funcionamento do sistema nervoso central. O cérebro transforma o hormônio tiroxina em T3 por meio de uma atividade enzimática peculiar à célula nervosa. O hormônio T3 liga-se à célula nervosa por um receptor especial e induz vários efeitos metabólicos dentro da célula nervosa.
Desta breve descrição da importância do hormônio da tireoide para o tecido cerebral veio a noção de que a falta de T3, como ocorre em pessoas com HIPOTIREOIDISMO (falta de hormônio da tireoide) seria causa de síndromes depressivas ou seria um agravante da depressão.
Mais tarde, estudos realizados em pacientes que tiveram a glândula tireoide totalmente removida por cirurgia, por doença auto-imune ou por uso de iodo radioativo em dose elevada indicaram que o estado de melancolia, baixa capacidade de comunicação e alterações psicomotoras estavam associados à baixa produção de hormônios tireoideos.

Hoje já se sabe que o hipotireoidismo agrava os estados depressivos. Por outro lado, a persistência do estado de baixa função da glândula tireoide pode dificultar o tratamento do depressivo com os fármacos serotoninérgicos usuais. Por este motivo é consensual a solicitação da dosagem do nível de hormônios tireoideos (T4, T3, T4 livre) e de TSH (hormônio da hipófise que estimula a tireoide) no conjunto de exames que avaliam o paciente com depressão.
Alguns autores propõem a introdução de pequenas doses de hormônios da tireoide em casos de depressão em que exista o chamado hipotireoidismo sub-clínico, isto é, pacientes que possuem níveis de tiroxina livre (T4 livre) normais, mas TSH elevado. Tal prática, contudo, ainda não é aceita por alguns endocrinologistas, embora tenha o sentido terapêutico de abreviar o retorno do paciente depressivo a suas atividades habituais com o alívio dos sintomas melancólicos.


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PSICOLOGIA - Não há vantagem evolutiva na depressão
Por Dr. Richard A. Friedman, The New York Times News Service/Syndicate

Em alguns setores acadêmicos, só se fala em analisar o comportamento humano por meio da biologia evolutiva. Os pesquisadores querem descobrir que vantagens evolutivas estariam escondidas em nossas ações, ou mesmo em nossas patologias.
É a vez de a depressão ser examinada em detalhes. Alguns psicólogos evolucionistas acreditam que essa doença dolorosa e incapacitante pode esconder algo de positivo. Mas, como eu, a maioria dos profissionais que tratam pacientes discorda com veemência.
Tome como exemplo uma paciente que analisei há algum tempo, uma mulher de trinta anos de idade cujo marido a havia traído e abandonado. Durante muitas semanas, ela se tornou abatida e se isolou socialmente. Ela desenvolveu insônia e começou a refletir constantemente sobre o que havia feito de errado.
Um psicólogo evolucionista talvez afirmasse que a resposta de minha paciente tinha alguma lógica. Afinal de contas, quando sua rotina normal foi quebrada, ela procurou se isolar, tentou entender a razão para seu abandono e se planejar para o futuro. Talvez você perceba alguma vantagem evolutiva na habilidade que as pessoas depressivas têm de fixar sua atenção de forma rígida e obsessiva em um único problema, desligando-se de tudo e de todos a seu redor.
Alguns estudos parecem dar apoio a essa perspectiva. Paul W. Andrews, psicólogo da Virginia Commonwealth University, relata que sujeitos normais ficam tristes quando tentam resolver um teste de reconhecimento de padrão espacial mais complicado, o que sugere que alguma característica da tristeza possa melhorar a capacidade analítica dos sujeitos.
Com uma abordagem similar, Joseph P. Forgas, psicólogo da Universidade de New South Wales, na Austrália, descobriu que sujeitos tristes obtiveram mais sucesso no reconhecimento de mentiras do que sujeitos felizes submetidos ao mesmo teste. Nele, os sujeitos eram expostos a vídeos desenvolvidos para induzir sentimentos de felicidade ou tristeza e, em seguida, Forgas exibia uma série de entrevistas, algumas verdadeiras e outras mentirosas, nas quais os entrevistados negavam ter cometido um roubo. Os sujeitos que foram expostos ao vídeo triste eram mais céticos e detectavam com maior precisão os discursos mentirosos; já os sujeitos que foram expostos ao vídeo positivo confiavam com muito mais facilidade nos entrevistados.
Resultados como esses podem sugerir alguns benefícios da tristeza, mas, com o tempo, eles foram generalizados para pacientes que sofriam de depressão profunda. Por exemplo, Andrews e o Dr. J. Anderson Thomson Jr., psiquiatra da Universidade da Virgínia, propuseram que a reflexão entre os depressivos seria uma estratégia de adaptação para resolver um problema doloroso. Os psicólogos clínicos, por outro lado, continuam a afirmar que o aspecto sombrio dos depressivos é uma evidência de que seus processos cognitivos estão distorcidos e funcionando de forma errônea. Esses processos devem ser corrigidos, não incentivados.
Há evidências concretas de estudos neuropsicológicos e de imagem cerebral que demonstram que a depressão clínica está ligada a vários tipos de deficiências da memória em todas as faixas etárias e em todos os graus de depressão. Desafiar e modificar os pensamentos disfuncionais da depressão é o objetivo da terapia cognitivo-comportamental, uma das formas mais populares e empiricamente comprovadas de psicoterapia.
Mas quem está certo sobre a depressão, os psicólogos evolucionistas ou os psicólogos clínicos?
Para começar, os sujeitos dos estudos citados eram controles saudáveis, cujo estado de espírito havia sido manipulados para que ficassem temporariamente tristes. Eles não são realmente depressivos do ponto de vista clínico, condição que pode durar por meses ou até anos.
Forgas afirmou por e-mail: "Nunca trabalhei com depressivos e não acredito que os experimentos que realizamos enquanto procurávamos uma relação entre os efeitos do estado de espírito sobre os processos cognitivos em populações normais que vivenciam diferenças de humor corriqueiras possam ser generalizados para os processos cognitivos de pessoas com depressão".
Sob olhares mais atentos, o caso dos benefícios evolutivos da depressão apresenta grandes problemas. O fato é que o pensamento reflexivo dos deprimidos não é particularmente eficiente na resolução de problemas. Um de meus pacientes disse certa vez: "Eu pensava sempre da mesma maneira e era incapaz de decidir o que fazer. Essa não é uma forma muito criativa de pensar".
Além disso, a depressão pode surgir sem a influência de qualquer fator psicossocial, o que torna difícil o argumento de que a depressão seria a resposta a uma situação difícil ou a um problema. O Dr. David J. Kupfer, psiquiatra da Universidade de Pittsburgh, descobriu que o primeiro episódio de depressão é quase sempre precedido por um grande fator estressante, mas os episódios recorrentes podem ser desencadeados por pequenos fatores, ou mesmo sem causa aparente.
Caso a depressão aumentasse a capacidade de solucionar problemas, ela nunca iria se transformar em uma condição crônica ou autônoma, mas é isso o que ocorre em praticamente metade dos pacientes.
De acordo com a Organização Mundial da Saúde, a depressão é a principal causa de afastamento do trabalho e a quarta doença mais difundida no mundo, devendo alcançar a segunda posição em 2020. Há evidências claras de que ela é um fator de risco para problemas no coração e diversos estudos demonstram que a depressão prolongada está associada a danos seletivos e permanentes no hipocampo, a região do cérebro responsável pela memória e pelo aprendizado.
Se adicionarmos ainda o fato de que de 2 a 12 por cento dos deprimidos cometem suicídio, as "vantagens" da depressão deixam de parecer assim tão boas.
Mas, por que ainda existe esta noção de que a depressão traz benefícios e autoconhecimento?
Recentemente, um paciente me ajudou a compreender essa questão. Ele era um jovem educado e articulado, infeliz porque o mundo era um lugar horrível, segundo dizia. Já que ele tinha diversos outros sintomas da depressão _ insônia, fadiga, pouca libido e baixa autoestima _ eu confirmei seu diagnóstico de depressão clínica e lhe disse que sua visão de mundo provavelmente era um resultado da depressão, não sua causa.
Ele zombou, mas estava disposto a tentar um tratamento cognitivo-comportamental associado ao uso de antidepressivos, caso isso o fizesse se sentir melhor. Meses depois, quando já estava recuperado, eu lhe perguntei mais uma vez sobre sua visão de mundo.
Para ele, o mundo continuava terrível, mas ele se sentia melhor. Ainda assim, refletiu melancolicamente que sua alegria recém-descoberta não representava o seu verdadeiro eu, que, segundo ele, seria ensimesmado e criativo.
Essa é a razão pela qual a depressão é cada vez mais romantizada. De acordo com esse pensamento, o que é natural, é bom. Se nós fomos projetados para sofrer de depressão como resposta às doenças da vida, deve haver uma boa razão para isso e nós devemos permitir seu curso natural e doloroso.
Mas, ao contrário da tristeza comum, o curso natural da depressão pode ser devastador e até letal. Mesmo que a tristeza possa ser útil, a depressão clínica assinala uma falha na adaptação à perda ou a situações estressantes, uma vez que diminui a habilidade de resolver os dilemas que a causaram.
Mesmo que a depressão seja "natural" e evolua a partir de um estado emocional que, em algum momento, foi vantajoso, isso não significa que ela seja uma doença mais desejável do que outras. A natureza nos oferece infecções, câncer e problemas do coração, e nós fazemos o possível para evitar esses problemas e tratá-los da melhor forma. Não podemos agir de outra forma com a depressão.
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*Se você precisar de informações sobre consultoria de gestão organizacional:
2- Consultoria Organizacional Interim Manager/Arquiteturada de Inovação - Breakthrough. 
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*Se você precisar de informações sobre cinema:
3- Cinema Como Recurso Pedagógico. 
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CIDADANIA - Vigilantes buscam inspiração e fantasias nos quadrinhos
 
Por Kirk Johnson, The New York Times News Service/Syndicate


Salt Lake City _ Red Voltage e dois de seus parceiros mascarados na luta contra o crime caminhavam em direção a um cruzamento aqui na capital de Utah recentemente, fazendo a patrulha noturna a pé, quando um carro de repente desacelerou ao lado deles. A noite estava terrivelmente fria e encoberta por uma ondulada nuvem de névoa que poderia ou não estar ocultando milhares de perigos. A janela do carro se abriu.
"Olá, super-heróis!", gritou uma mulher de dentro do carro. "Sou apaixonada por vocês!"
Morra de inveja, Batman. Em um nicho de vida urbana que tem se desenvolvido nos últimos anos entre a fantasia das histórias em quadrinhos e o juramento dos escoteiros, uma célula de vigilantes autoproclamados _ alguns com capas, outros sem, mas todos com algo a provar _ está na ativa.
Eles espreitam as noites de Boston, São Francisco, Milwaukee, Minneapolis, e até mesmo da Austrália. Ainda não é certo se estão tornando o mundo mais seguro, ou apenas mais esquisito.
Alguns saem armados com equipamentos como gás lacrimogêneo, spray de pimenta e cassetetes; outros dizem que usam apenas celulares, com o objetivo de trabalhar como os olhos e ouvidos da polícia, que, na maioria das cidades, incluindo Salt Lake City, está mantendo uma distância cautelosa deles.
"Não os estamos defendendo, apoiando, condenando ou qualquer outra coisa assim _ estamos nos mantendo imparciais e longe deles", disse o detetive Joshua Ashdown, porta-voz da polícia de Salt Lake City. "Apoiamos apenas aqueles que treinamos."
Red Voltage, que durante seu dia-a-dia comum e pacato é um gerente de locação de imóveis de 23 anos chamado Roman Daniels, acenou casualmente para a sua fã no carro. Coberto da cabeça aos pés com uma fantasia de couro vermelha e preta, e com o rosto coberto de elastano, ele afirma tornar-se uma pessoa diferente quando está mascarado _ uma pessoa melhor.
Dave Montgomery, a former alcoholic known in the street as the black-leather-clad Nihilist, studies a map to see where his group of fellow crime fighters will patrol, in Salt Lake City, Dec. 15, 2011. A cadre of self-cast crusaders from San Francisco to Australia are on the march, but whether they are making the world safer, or just weirder, remains an open question. (Jim Wilson/The New York Times)
Mike Gailey, a former bouncer whose crime-fighting persona is called Asylum, with his child Gabriel, on Gailey's back, and Frankie Montgomery, in Salt Lake City, Dec. 15, 2011. A cadre of self-cast crusaders from San Francisco to Australia are on the march, but whether they are making the world safer, or just weirder, remains an open question. (Jim Wilson/The New York Times)

"Mas às vezes estou vestindo a fantasia e penso: 'Será que sou louco por fazer isso?'. Realmente, sinto-me estranho e diferente", disse Daniels, que assumiu a liderança do grupo local, chamado Black Monday Society, há alguns meses, depois de dois anos de patrulhas. "Mas é bom", ele disse. "A sensação é muito boa _ na maior parte das vezes."
Mike Gailey, um homem robusto que antes trabalhava como leão de chácara em uma boate de striptease, e cuja persona de combatente do crime se chama Asylum, disse que, para ele, juntar-se à Black Monday Society foi, em parte, uma maneira de se retratar por certas coisas que fez no passado, como o tempo em que cobrava dívidas para traficantes de drogas.
"Eu era um capanga", disse Gailey, de 31 anos. "Existem muitos caras como eu, que querem se retratar por coisas do passado."
Outro patrulheiro da Black Monday se identificou como ex-membro de uma gangue. O cofundador do grupo, Dave Montgomery, um tatuador conhecido nas ruas como Nihilist, vigilante com roupas pretas de couro, disse que já foi alcóolatra e que vestiu a máscara quando parou de beber.
É claro que o fato de combatentes do crime terem problemas pessoais é uma tradição antiga. O Super-homem foi enviado à Terra por seus pais. Os X-Men são mutantes desprezados. E não precisamos nem falar do rico Bruce Wayne _ aquele da Batcaverna, que tem o Robin como ajudante.
Alguns combatentes do crime arrumam problemas com as autoridades. Em Seattle, por exemplo, um homem com uma fantasia musculosa, chamado Phoenix Jones, foi preso em outubro depois que a polícia afirmou que ele usou spray de pimenta em algumas pessoas ao tentar apartar uma briga de rua.
Outros vingadores mascarados, do passado e do presente, já tiveram objetivos muito específicos em suas lutas contra os problemas da sociedade. No começo dos anos 2000, por exemplo, uma mulher em Nova York, cuja persona se chamava Terrifica, começou a patrulhar os bares de paquera vestida de elastano rosa e roxo.
The patch of the Black Monday Society, a masked crime-fighting group in Salt Lake City, Dec. 15, 2011. A cadre of self-cast crusaders from San Francisco to Australia are on the march, but whether they are making the world safer, or just weirder, remains an open question. (Jim Wilson/The New York Times)
Dave Montgomery, a former alcoholic known in the street as the black-leather-clad Nihilist, with his crime-fighting attire at his home, in Salt Lake City, Dec. 15, 2011. A cadre of self-cast crusaders from San Francisco to Australia are on the march, but whether they are making the world safer, or just weirder, remains an open question. (Jim Wilson/The New York Times)
"Parece que ela havia tido algumas experiências ruins com homens", disse Tea Krulos, um escritor de Milwaukee que está fazendo pesquisas para um livro sobre o que ele e outras pessoas chamam de "movimento de super-heróis de verdade". "Sua missão era alertar mulheres bêbadas sobre o fato de que elas talvez não estivessem tomando decisões muito boas."
Novas atitudes em relação à polícia também podem estar afetando a maneira como as pessoas veem os combatentes do crime. Aqui em Salt Lake City, por exemplo, uma patrulha da Black Monday que passava por um acampamento do Occupy Salt Lake City em uma praça do centro da cidade, recentemente, foi recebida com muito carinho. Muitos manifestantes afirmam que uma patrulha contra o crime que não pertença à polícia é mais que bem-vinda hoje em dia.
"É exatamente isso que precisa acontecer no mundo _ sabe, por que precisamos da polícia se podemos ajudar uns aos outros?", disse Poyce Denikma, um ex-peão de obras de 21 anos que hoje é manifestante. "Eles estão dando um exemplo, um exemplo maravilhoso, do que precisa acontecer."
Outras pessoas que encontraram a patrulha não tinham tanta certeza disso.
"Ainda estou pensando no assunto", disse Rebecca Vest, uma moradora de Seattle que estava visitando Salt Lake City para o casamento de uma amiga e havia saído para caminhar. Vest disse que o caso em sua cidade, envolvendo o super-herói com o spray de pimenta, havia levantado algumas preocupações.
"Mas acho que, às vezes, só a presença das pessoas já ajuda, e eles certamente não estão se escondendo de ninguém", ela disse, depois de posar para uma foto com a patrulha da Black Monday. "Eles estão lá fora, dizendo 'Ei, aqui estamos nós'."
Montgomery, o Nihilist, disse que as máscaras estão por toda a parte, se você olhar bem. Ele disse que o que é escondido e o que é revelado pela fantasia é a psicologia básica da vida de um super-herói.
Dave Montgomery, a former alcoholic known in the street as the black-leather-clad Nihilist, with a shruiken he likes to carry when patrolling the streets, in Salt Lake City, Dec. 15, 2011. A cadre of self-cast crusaders from San Francisco to Australia are on the march, but whether they are making the world safer, or just weirder, remains an open question. (Jim Wilson/The New York Times)
Red Voltage, center, and fellow crime fighters patrol the streets of Salt Lake City, Dec. 15, 2011. A cadre of self-cast crusaders from San Francisco to Australia are on the march, but whether they are making the world safer, or just weirder, remains an open question. (Jim Wilson/The New York Times)

"É quase freudiano", ele disse. "Quando você usa uma máscara, você consegue realmente se tornar quem você realmente é. Isso se transforma quase em uma droga."
Ele admite que usar roupas que muitas pessoas consideram fantasias de Dia das Bruxas já transformou, em certas ocasiões, os patrulheiros da Black Monday nos próprios alvos de crimes, ou ao menos de provocações. Mas ele disse que a inteligência e a razão quase sempre desmontam a tensão ocasional com bêbados e outros durões que possam enxergar os patrulheiros como alvos de zombaria.
"Quando começamos a conversar, eles deixam de nos enxergar como patetas ou idiotas fantasiados", ele disse.
Ultimamente, no entanto, Montgomery tem patrulhado menos, para se dedicar mais à atividade de ser pai.
Ele e sua ex-mulher têm guarda conjunta de sua filha de 5 anos de idade, Frankie, e ela passa a maioria das noites com o pai. Mas às quintas e sextas, ela vai para a casa da mãe, deixando-lhe duas noites livres para vestir a fantasia e ir patrulhar as ruas.
"Pegou seu cobertorzinho?", ele perguntou à filha enquanto se preparava para levá-la ao jardim de infância em uma manhã recente de quinta-feira. Dentro da sala de aula, as crianças estavam preparando uma festa de fim de ano _ cada aluno deveria preparar um presente secreto para outro. Mesmo antes da primeira série, Frankie já estava trabalhando infiltrada.
"Lembre-se, você é o Papai Noel Secreto", Montgomery sussurrou para a filha. "Não conte para ninguém."
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Olimpia Pinheiro
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