sexta-feira, 11 de setembro de 2015

Por que devemos aceitar refugiados muçulmanos?





A mídia vem tratando esta questão dos refugiados Sírios com muito sensacionalismo, buscando claro, o lucro, sem, no entanto, mostrar o que pode estar por trás desta onda imigratória massiva para a Europa, e sem se fazerem a pergunta mais óbvias até o momento! Por que o mundo árabe não está recebendo estes refugiados? Já que dividem a mesma língua, os mesmos costumes e a mesma fé religiosa! Por que nós ocidentais temos este dever? E o que está por trás disto tudo?



Os "humanistas" de plantão dirão que temos o dever porque "exploramos" o petróleo deles! O que é mentira! Nós compramos e pagamos o preço que nos pedem, hoje o barril está na faixa US$ 50,00, mas já pagamos US$ 110,00 por barril, e o que os produtores fizeram com os lucros? Por que não fizeram mais por seu povo, melhoraram as condições de vida desta população? Dirão que a culpa é do ocidente? Que o ocidente é que tem a responsabilidade de fazer os "donos" do petróleo criar melhores condições para esta população? É óbvio que não, é este povo que hoje imigra para a Europa que deveria ter feito isso e nunca fizeram, sempre aceitaram a condição de subumanidade com a qual sempre foram tratados.



Esta mesma mídia, hoje não toca no assunto nefrálgico desta onde imigratória, que é a promessa do Estado Islâmico de "exportar" para o ocidente 500 mil radicais islâmicos, pois se tem uma coisa, e isso não são apenas os radicais islâmicos, que o islã não tolera, é o modo de vida do ocidental, e segundo sua própria religião, a palavra do profeta Maomé deve ser levada para todos os cantos do mundo, pela força da espada se necessário! Vejamos o diz o livro sagrado do islã:


Verso 9:5. Então quando os meses sagrados (os meses 1, 7, 11 e 12 do Calendário Islâmico) passarem, matem os Mushrikun {incrédulos} e capture, cerque e prepare-se para cada emboscada. Mas se eles se arrependerem ou se comportarem como As-Salat (Iqamat-as-Salat {as orações rituais Islâmicas}) e darem Zakat {esmolas}, então nesse caso deixem o caminho livre. Na verdade, Alá é Clemente e Misericordioso.

Este verso é claro quanto ao que deve ser feito, MATAR todo aquele que o islã o julga "incrédulo", e poupar aquele que abandonar seu estilo de vida, suas crenças suas raízes, pois assim segundo o islã, é o desejo de Alá. Este mesmo Alá, que nós ocidentais hoje repulsamos por entender, que Deus é tudo, menos um sanguinário, promotor da guerra.

E quando lhes disserem, que as minorias dos muçulmanos são de radicais, acredite, é verdade, mas vamos ver o quanto representa esta minoria?

Eles hoje representam 22,9% da população mundial, ou seja 1.650.000.000 (um bilhão, seiscentos e cinquenta milhões) e estima-se que os radicais estejam em torno de 15% à 25%, portanto uma minoria que representa de 247.5 à 412.5 MILHÕES de radicais, e esse é o tamanho da minoria islâmica de radicais, e vale lembrar, que o silencio da maioria esmagadora dos muçulmanos não radicais, avaliza as ações da minoria, como aconteceu na Alemanha nazista, no Japão imperial da segunda guerra, que juntos levaram à morte mais de 60 milhões de seres humanos; e possibilitaram por exemplo, que em 2011, quando nos EUA existiam 2.5 milhões de muçulmanos, apenas 19 radicais fossem responsáveis diretos pela morte de 3 mil seres humanos, o que equivale à 158 mortes por radical, ou seja, a potencialidade de assassinatos por cada radical muçulmano levaria quase à extinção dos acidentais, e acabaria com todo o nosso modo de vida, nossas conquistas, ou seja, eles querem que nós, que hoje vivemos em paz em relação aos nossos usos e costumes e nossa crença religiosa, passemos a orar 5 vezes por dia à Alá, que tomemos nosso café não coado, que nossas mulheres usem burcas, e sejam oprimidas, que todo as nossas conquistas sejam deixadas de lado.


Estes números, exemplificam, por que não podemos deixar que os refugiados sírios sejam recebidos e integrados à nossa cultura, pois para cada 100 muçulmanos que a Europa recebe, entre 15 e 25 são radicais e em breve, teremos na Europa, ou seja no ocidente, os 500 mil radicais que o Estado islâmico prometeu enviar para destruir o nosso estilo de vida; isso é xenofobia? Não, isso é sobrevivência.


COMENTÁRIO DO BLOG:

Ao animal autor desse texto - 
Augusto Alexandre, finalmente só li agora (hoje, dia 19/09/2015, as 07:30) teu texto e rapidamente já vi um erro e uma desonestidade.

O erro é quanto ao Zakat que explico neste link:
Jizya, dhimmīs e zakat (aqui)

A desonestidade é com relação aos teus números citados em vários momentos:

- O Estado Islâmico ou qualquer outra instituição islâmica jamais determinou um número de invasores jihadistas ou não com relação ao Ocidente ou qualquer outra parte do mundo. Pelo contrário, o Estado Islâmico é até contra. Veja abaixo:
Estado Islâmico diz que muçulmanos que vão para a Europa são pecadores (aqui)

Com relação ao Estado Islâmico, o número oficial estimado de seus membros é de 30 mil a 50 mil combatentes.

É a estimativa do número de militantes lutando atualmente pelo Estado Islâmico, de acordo com uma estimativa de Hisham al-Hashimi, um especialista no grupo. Muitos ex-soldados do Exército iraquiano foram forçados a unirem-se ao grupo antes conhecido como Estado Islâmico no Iraque e na Síria (Isis) (aqui) e outros foram recrutados.
Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) ou Estado Islâmico do Iraque e da Síria (EIIS) é uma organização jihadista no Oriente Médio. O grupo é conhecido em árabe como ad-Dawlat al-Islāmiyah fī al-ʿIrāq wa sh-Shām, levando ao acrônimo árabe Da'ish ou Daesh. Um califado foi proclamado em 29 de junho de 2014, Abu Bakr al-Baghdadi foi nomeado como seu califa e o grupo passou a se chamar Estado Islâmico (em árabe: الدولة الإسلامية, ad-Dawlat al-Islāmiyah), mas não foi reconhecido pela comunidade internacional

O Estado Islâmico, grupo terrorista formado por sunitas, pretende criar um califado onde atualmente estão os territórios da Síria e do Iraque. Minorias das regiões, como católicos e yazidis, estão deixando suas moradias nesses países para fugir do conflito com os extremistas.

Porra! De onde vão arrumar os 500 mil invasores do teu texto seu mequetrefe otário?

Seria da proporção de que, no máximo, 25% dos islâmicos são radicais? Então teríamos 1 (hum) milhões de invasores neste momento na Europa?

Aqui estão 5 números importantes referentes ao Estado Islâmico:
Cinco números reais sobre o Estado Islâmico (aqui)

Aqui um texto completo da minoria pacífica que tu tanto falas e eu acrescento: Se a maioria é pacífica, por que os palestinos, sabendo que o Hamas é radical, escolheram, em eleição, esse grupo terrorista para governá-los?
O mito da minoria radical muçulmana (aqui)

Esse pateta, 
Augusto Alexandre, acredita em cada merda!

Aqui mais outra falha do texto dele:
Estado Islâmico diz ter infiltrado mais de 4 mil terroristas entre refugiados (aqui)

Putz! o 
Augusto Alexandre é doente mesmo! Ele já tinha me bloqueado antes de tudo.

AQUI OS NÚMEROS DAS VÍTIMAS DO 11 DE SETEMBRO

                                                                                      "Quando a disciplina dos números 
                                                                                          é ultrajada nada mais tem valor"

Houve um total de 2 996 mortes, incluindo os 19 sequestradores e as 2 977 vítimas. As vítimas foram distribuídas da seguinte forma: 246 nos quatro aviões (onde não houve sobreviventes), 2606 na cidade de Nova Iorque e 125 no Pentágono. Todas as mortes ocorridas foram de civis, exceto por 55 militares atingidos no Pentágono.

Em 2007, o escritório examinador médico da cidade de Nova Iorque divulgou o número oficial de mortos do 11 de setembro, adicionando a morte de Felicia Dunn-Jones. Dunn-Jones faleceu cinco meses após o 11/09 devido a uma doença pulmonar que foi associada à exposição à poeira durante o colapso do World Trade Center. Heyward Leon, que morreu de linfoma em 2008, foi adicionado ao número oficial de mortes em 2009.

Instituto Nacional de Padrões e Tecnologia (NIST) estimou que cerca de 17 400 civis estavam no complexo do World Trade Center no momento dos ataques, enquanto as contas da Autoridade Portuária de Nova Iorque sugerem que 14.154 pessoas estavam nas Torres Gêmeas às 08h45min. A grande maioria das pessoas abaixo da zona de impacto evacuaram os edifícios com segurança, junto com 18 pessoas que estavam na zona de impacto na torre sul, e um número de pessoas que estava acima da zona de impacto que, evidentemente, usaram a escadaria intacta na Torre Sul. Pelo menos 1.366 pessoas morreram, pois estavam no andar do impacto da Torre Norte ou em andares superiores, e pelo menos 618 na Torre Sul, onde a evacuação tinha começado antes do segundo impacto. Assim, dos 2 753 mortos no WTC, 1 950 estavam nos andares atingidos pelas aeronaves ou acima deles.

De acordo com o relatório da comissão centenas foram mortos instantaneamente com o impacto, enquanto os demais ficaram presos e morreram após o colapso da torre. Pelo menos 200 pessoas pularam dos edifícios para a morte (como mostrado na foto "The Falling Man"), caindo nas ruas e telhados de edifícios adjacentes, centenas de metros abaixo. 


Um homem salta do World Trade Center para a morte, durante os ataques de 11 de setembro de 2001. Fotografia conhecida como The Falling Man.


Alguns dos ocupantes de cada torre, e que estavam acima do ponto de impacto, subiram em direção ao teto, na esperança de um resgate por helicóptero, mas as portas de acesso ao telhado estavam bloqueadas. Não existia qualquer plano de resgate de helicóptero e, em 11 de setembro, a fumaça e calor intenso teria impedido tais aeronaves de realizarem salvamentos.

Um total de 411 trabalhadores de emergência que responderam aos chamados de socorro morreram quando tentavam resgatar as pessoas e apagar os incêndios. O Corpo de Bombeiros da Cidade de Nova Iorque (FDNY) perdeu 341 bombeiros e dois paramédicos. O Departamento de Polícia da Cidade de Nova Iorque (NYPD) perdeu 23 funcionários. O Departamento de Polícia da Autoridade Portuária perdeu 37 oficiais, e 8 EMTs adicionais e paramédicos de unidades privadas de serviços de emergência foram mortos.

Oficialmente, todas as mortes nos ataques, com exceção dos sequestradores, foram consideradas homicídios (em oposição a "suicídio") e o escritório examinador médico da cidade de Nova Iorque afirmou que não classificou as pessoas que saltaram como "suicidas" – "um "suicida" é alguém que vai ao escritório de manhã sabendo que vai cometer suicídio. Essas pessoas foram forçadas a sair pela fumaça e pelas chamas.

Devido ao grande número de pessoas que foram forçadas a saltar do prédio em chamas, identificá-las não foi algo simples. Contabiliza-se que pelo menos duzentas pessoas, das 1.334 que ficaram presas, tenham pulado dos prédios do WTC.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Bem, por hora chega! Volte sempre canalha Augusto Alexandre! Isso sempre me estimula a fazer as coisas melhores.

Deixo aqui as ofensas gratuitas do aleijado mental o que me fez fazer esse longo comentário. Tenho que deixar "printado" por que o famigerado, também, é covarde e deleta seus comentários.



Outra coisa: Não sei nem por que postei essa bosta de texto, pois tenho exatos 1.028 (mil e vinte oito) textos só no rascunho (veja o print) para ler e postar sem contar o que tenho no email, uns 2.000, e no OneDrive perdi a conta, mas o que Deus faz faz bem feito.



6 charts and a map that show where Europe's refugees are coming from - and the perilous journeys they are taking. A população do Kosovo são etnicamente albaneses e os albaneses são muçulmanos. Aqui está a prova de que a maioria dos refugiados vêm da própria Europa - Kosovo, que já foi motivo dos duas Guerras Mundiais.

Record numbers of people fleeing war, persecution and poverty are entering the EU



Wednesday 02 September 2015



More migrants and refugees are arriving in Europe than ever recorded before as war, persecution and poverty continues to drive people from their homes - and the numbers are still rising.
One in every 122 people in the world is currently either a refugee, internally displaced or seeking asylum because the "world is a mess", according to the head of the UN’s refugee agency.
It comes as The Independent publishes powerful images of a dead child washed up on a beach in a Turkish tourist spot, thought to be one of 11 Syrians who drowned trying to reach Europe.
The true number of arrivals, mainly taking perilous voyages over the Mediterranean and Aegean seas, or trekking through the Balkans, is impossible to gauge but 350,000 have been detected so far this year.


Many families arriving in the EU have stayed in several countries on their long journeys, while others have been driven out of places like Libya where they initially worked or sought refuge before it descended into turmoil.
READ MORE: THOUSANDS OF MIGRANTS ARRIVING IN ATHENS
MIGRANTS LOCKED OUT OF TRAIN STATION IN BUDAPEST
THIS IS HOW DESPERATE REFUGEES ARE TO ENTER THE EU
Ranked by citizenship, most migrants and refugees are from Kosovo, a partially-recognised state where youth unemployment stands at more than 55 per cent.
Syrians, Afghans and Iraqis make up some of the other largest groups, fleeing conflict and insurgencies from Islamist groups including Isis and the Taliban.

According to Frontex, the EU border agency, trends at the start of this year showed a tenfold annual increase in people travelling from Greece on the Western Balkans route.
Dozens of men, women and children have been killed walking on railway lines on the long trek through Macedonia, Serbia, Croatia and Hungary, which is building a controversial 100-mile long fence to keep them out.
A huge proportion of people are continuing to cross the Mediterranean in voyages that have killed more than 2,000 so far this year.

Most people coming by sea are currently arriving in Greece, closely followed by Italy. Other destinations include Spain and Malta, on a far smaller scale.
In Greece, 23,000 migrants entered last week alone, mainly making the journey to islands in the Aegean including Kos and Lesbos in flimsy rubber dinghys.

EU law states that people must apply for asylum in their country of arrival and wait for their application to be granted before they can legally travel onwards through the Schengen zone.
But as countries like Italy and Greece struggle to cope with overwhelming demand on their administration, many people are carrying on to other European nations on their journey or delaying the process until they arrive in their final destination.
Statistics from the European Commission show that 185,000 people applied for asylum for the first time across the EU in the first three months of this year, but only a tiny fraction were in Britain.

Germany is received the bulk of applications at the start of this year and expects to receive more than 800,000 refugees in 2015 - mostly from Syria.
Most of those lodging applications in Britain were from Pakistan, followed by Eritrea and Syria.
For someone to be recognised as a refugee in the UK, the government must be satisfied that they are unable to go back to their own country or live safely there because of conflict or persecution.
When the figures are adjusted to be proportionate to countries’ respective populations, the UK ranks in 17th place.
There were 114 asylum seekers for every million people already living in the country in the first three months of this year.
In Hungary, which is a major entry point for refugees taking the land route through the Balkans, the figure was almost 30 times that.
According to UNHCR figures, the country with the most refugees in the world per capital (1,000 inhabitants) last year was Lebanon at 232 - more than a fifth of its population.
In second place was Jordan, followed Nauru, Chad, Djibouti, South Sudan and Turkey.
The only European countries on the list were Sweden and Malta, on 15 and 14 respectively.

Calais: Illegals complain and throw away food given by French leftists



Sabe aquela história que os islâmicos não recebiam a comida da Cruz Vermelho por que era cristã e a coisa era bem pior não aceitavam por que estavam com raiva por não serem atendidos como queriam a sua própria vontade.
Aqui eu posto um outro momento no Norte da França em Calais eles fazendo a mesma coisa.


Publicado em 4 de ago de 2015
Some French leftists decided to hand out food to illegal immigrants in Calais. Illegals quickly took over the distribution of the food and stormed the van, trying to get in and grab all they could. Afterwards the woman visited a camp and the illegal immigrants were complaining to her that ''the food is not good''. The ungrateful illegals then took the food and threw it on the ground. Illegal immigrants in Europe expect to be placed in 5 star hotels when they arrive, when their expectations aren't met they get aggressive. How long will we tolerate these demanders?

Germany is ‘exploiting’ refugee suffering to recruit ‘slaves’ via mass immigration – Marine Le Pen

France's National Front political party leader Marine Le Pen  © Jean-Paul Pelissier



Published time: 7 Sep, 2015 01:07 Edited time: 10 Sep, 2015 23:55
As Germany welcomes thousands of refugees, with industries seeking ways to integrate newcomers into country’s workforce, Berlin’s move to temporarily bypass EU-wide regulations has met strong criticism from France’s Marine Le Pen who accused Germany of recruiting “slaves.”
The German drive to open its doors to refugees, as well as debated plans to resettle asylum seekers across the EU has been met with strong criticism from a number of politicians, including the leader of right-wing French party National Front, Marine Le Pen who accused Germany of imposing its immigration policy on the EU.
“Germany probably thinks its population is moribund, and it is probably seeking to lower wages and continue to recruit slaves through mass immigration,” Marine Le Pen said in Marseille, refusing to admit that pure benevolence was Germany’s only motive.
Le Pen criticised European politicians for “exploiting the suffering of these poor people who cross the Mediterranean Sea.”
“They are exploiting the death of the unfortunate in these trips organized by mafia, they show pictures, they exhibit the death of a child without any dignity just to blame the European consciences and make them accept the current situation,” the National Front leader said.
Following days of chaos and uncertainty, thousands of refugees – mostly Syrians – were bused from Hungary to Austria, and then brought by train to Germany, after the countries agreed on allowing migrants access, bypassing the Dublin Regulation.
By Sunday night almost 11,000 migrants arrived in Germany, authorities in Munich said. Germany in August registered more than 100,000 asylum seekers with some 800,000 refugees overall expected to come to Germany in total this year – four times the level of last year.
However, Le Pen blamed Germany for its policies which will affect the whole of the European Union.
“Germany seeks not only to rule our economy, it wants to force us to accept hundreds of thousands of asylum seekers,” she said, adding that France would not its doors to the “world's misery.”
While the French National Front leader criticized German actions and their potential knock-on effect in the EU, Turkish PM Ahmed Davutoglu said that German portion of the refugees influx is “ridiculously small.” He accused the EU of building a“Christian fortress” in Europe, pointing out that Turkey had already accommodated more than two million people from Syria and Iraq.
The Turkish PM’s comments came in reply to Hungarian Prime Minister Viktor Orban’s statements calling for the defense of Europe’s prosperity, identity and “Christian values” against Muslim migrants. On Sunday, the Hungarian PM, accused Germany of exacerbating the refugee crisis.
“As long as Austria and Germany don't say clearly that they won’t take in any more migrants, several million new immigrants will come to Europe,” Orban told Austrian broadcaster ORF.
Austria has already announced that it planned to end emergency measures that have allowed thousands of refugees in Hungary entry into Austria and Germany, but provided no exact details.
“We have always said this is an emergency situation in which we must act quickly and humanely. We have helped more than 12,000 people in an acute situation,” Austrian Chancellor Werner Faymann said. “Now we have to move step-by-step away from emergency measures toward normality, in conformity with the law and dignity.”
LISTEN MORE:
Meanwhile even in the face of criticism, the Germans are doing everything to warmly welcome and help the newcomers. Berlin plans to introduce a supplementary budget to free up funds for the refugees while the business elite is looking to utilize migrant skills to close the gap in the lack of professional and skilled labor on the market.
On Saturday German Finance Minister Wolfgang Schaeuble said that hosting the migrants will cost the government, federal states and municipalities 10 billion euros this year as opposed to 2.4 billion euros in 2014. Angela Merkel meanwhile announced that Germany can cope with refugees without raising taxes.
Big businesses are optimistic about prospects for integrating the refugees into the German workforce, as an aging population in the country and low birth rate are eating away at its pool of skilled labor.
“If we can integrate them quickly into the jobs market, we'll be helping the refugees, but also helping ourselves as well,” the head of the powerful BDI industry federation, Ulrich Grillo, said this week, cited by AFP.
Germany with its 6.4 percent unemployment rate is still short of 140,000 engineers, programmers and technicians. The healthcare and leisure sectors are also low on skilled workers, with sociological research showing that shortage of qualified workers will rise to 1.8 million in 2020. If nothing is done to reverse the trend as many as 3.9 million jobs will need to be filled by 2040.
The influx of migrants could therefore be the answer as many of them are young and have “really good qualifications,” said Grillo.
Meanwhile the flow of migrants risking the dangerous journey across the Mediterranean shows no sign of easing. More than 2,600 have died this year making the journey. But despite the massive influx of refugees and the flawed EU asylum system, the UN refugee chief Antonio Guterres said the crisis was “manageable.”
“The European asylum system is deeply dysfunctional, it works badly. Some countries make the necessary effort, and the effort of many others is nearly non-existent,” he told French radio station RFI and the TV5Monde television channel.
Guterres's comments came as German Finance Minister Wolfgang Schaeuble urged EU states to “act together” to come up with a single EU-wide policy. Faymann meanwhile said there is “no alternative to a common European solution.”
On Wednesday, European Commission President Jean-Claude Juncker is scheduled to present a plan to relocate 120,000 refugees from Italy, Greece and Hungary. Under the new arrangement Germany is to accept a further 31,000 migrants, followed by France with 24,000 and Spain with almost 15,000, Germany's Welt am Sonntag newspaper reported.

The Truth About the Migrant Crisis






A crise dos migrante está sendo explorada por governos para impor a imigração em massa em países ocidentais cujos eleitores em sua esmagadora maioria rejeitou a política fracassada do multiculturalismo.

Estranho como "refugiados" não têm interesse em permanecer nos países europeus que se recusam a regá-los com dinheiro livre.

Estranho também que "refugiados" pagam 3000 euros, ou mais, por pessoa para um "passeio de barco perigoso" ...
Eu acho que é mais barato pegar um avião ....

Hungria, República Checa e Eslováquia estão apenas dispostos a defender suas fronteiras.


O Estado Islâmico (ISIS) recruta aos gritos de "Alá Akbar" em trens de imigrantes que vão para a Alemanha





Obrigado liberais, por este presente incrível de enriquecimento cultural!

O mito da minoria radical muçulmana


Em 07/01/2015 Por Felipe Moura Brasil


Bem mais grave do que o mito da “minoria infiltrada de vândalos” nos protestos do Movimento Passe Livre em 2013 no Brasil é o da minoria radical muçulmana, decerto defendido pelos “especialistas” da Globo News. Não é difícil disseminá-lo. Basta mostrar às pessoas que os terroristas que matam inocentes são minoritários entre os muçulmanos e daí concluir que a maioria é pacífica uma vez que não comete atentado algum. Diga ainda que líderes de tais e quais entidades muçulmanas condenam os atos e pronto. Já convenceu os incautos.
O problema é que terroristas recebem apoio moral, financeiro e religioso daqueles que não são os próprios terroristas, mas que podem e devem ser chamados de radicais. No vídeo legendado abaixo, Ben Shapiro mostra por meio dos dados de pesquisas feitas em cada país com população muçulmana quantos indivíduos são radicais de fato.
Pois é. Mais de 800 milhões de muçulmanos são radicais. Mais da metade da população muçulmana na Terra. E, infelizmente, o mito da minoria radical muçulmana “ainda vai matar muita gente civilizada”, como supostamente aconteceu nesta quarta-feira em Paris, já que durante o atentado, parcialmente filmado por testemunhas nos prédios vizinhos, os agressores gritavam “Alá é grande”, em árabe. (A chargista Corinne Rey, que assina como Coco, presenciou o ataque e afirmou ao jornal francêsL’Humanité que os terroristas “falavam francês perfeitamente” e “reivindicaram ser da Al Qaeda”.)
Eu também havia falado aquiaqui e aqui da histeria politicamente correta que, sob a bandeira do multiculturalismo, impede não só certas medidas de segurança que eventualmente podem salvar vidas, mas o próprio debate sobre quais delas seriam as mais eficazes para conter o avanço dos radicais islâmicos sobre o Ocidente.
Citei os casos emblemáticos do atirador de Fort Hood e dos terroristas de Boston, em que a morte de inocentes poderia ter sido evitada não fosse a irresponsabilidade – para dizer o mínimo – disfarçada de “tolerância” promovida pelo governo Obama, o mesmo que abriu caminho, como mostrei aquiaqui eaqui, para os terroristas do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (ISIS, na sigla em inglês) cometerem as maiores atrocidades no Iraque, decapitando e executando cristãos, yazidis e até jornalistas internacionais.
Como escrevera João Pereira Coutinho no artigo “Nós, os vermes“: “Mas já seria um grande contributo se o Ocidente fosse um pouco mais intolerante com a intolerância daqueles que recebemos, alimentamos, sustentamos – e enlouquecemos de ódio com o ódio que sentimos por nós próprios.” Em seu livro A civilização do espetáculo, Mario Vargas Llosa também defende ideia semelhante, enfatizando que é o imigrante quem tem de se adaptar à cultura local, não o contrário.
Na Inglaterra, vale lembrar que Mohammed já é o nome mais popular entre os bebês do sexo masculino; e, só para se ter uma ideia de como o pavor de ferir suscetibilidades vai se transformando na pura submissão de um país às imposições de uma religião minoritária que representa apenas 4,5% de sua população, a rede Subway resolveu abolir todos os derivados de porco (basicamente presunto e bacon) de seu cardápio para, segundo eles, não ofender os muçulmanos.
Os conservadores, tratados no mínimo como porcos pelos esquerdistas, também tiveram suas ideias – ainda mais saborosas que presunto e bacon – abolidas do cardápio universitário ocidental para não ofender os professores militantes. E o resultado prático está aí: um rastro interminável de sangue.
* Veja também os vídeos abaixo:
1) Achando que conseguiria pegar David Horowitz no contrapé durante palestra no campus de UC San Diego (um dos mais esquerdistas dos EUA), uma estudante radical é confrontada com sua própria incoerência e admite publicamente o que poucos admitem:
2) A jornalista libanesa e sobrevivente do terror islâmico Brigitte Gabriel dá uma resposta arrasadora a uma estudante identificada como Saba Ahmedo em debate promovido pela Heritage Foundation sobre as mortes de quatro americanos em atentado em Bengasi, na Líbia.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil
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COMENTÁRIOS DO BLOG:


O discurso da Brigitte Gabriel teve uma falha: se a maioria é pacífica, por que os palestinos, sabendo que o Hamas é radical, escolheram, em eleição, esse grupo terrorista para governá-los?

As mutilações genitais das meninas (crianças mesmo) são feitas com lâminas enferrujadas, sem anestesia e muitas morrem de hemorragia sem qualquer assistência. Uma brutalidade sem igual, um terror. Basta ver o filme “A Flor do Deserto”. Esse islã não faz parte do mundo moderno, nem o comunismo. Mas nossa presidenta apóia o Estado Islâmico.

Drácula só deteve esses monstros empalando seus asseclas. Ai eles deixaram a Romênia em paz.
O Alcorão manda MATAR o que eles chamam de infiéis. Veja: 5 ayahs do Alcorão que promovem a violência…
“Sempre que recebem informação de que um grupo islâmico levou a cabo mais um ato de violência, os maometanos ocidentalizados dirão que esses atos não representam o verdadeiro islão, e que esses homens não são muçulmanos genuínos. Eles responderão que as raízes da sua fé são inteiramente pacíficas, e que a sua religião – o islão – é inteiramente pacífico.

Obviamente que isto logicamente levanta a questão do porquê tantos maometanos estarem a matar pessoas, e a alegar que o Alcorão apoia os seus atos. Eu proponho que eles têm razão no que dizem, e que o Alcorão de fato prescreve o assassinato daqueles que eles consideram como “infiéis”. Eis aqui 5 ayahs que promovem a violência:

1 – “E quando vos enfrentardes com os incrédulos, (em batalha), golpeai-lhes os pescoços, até que os tenhais dominado, e tomai (os sobreviventes) como prisioneiros.” – Alcorão 47:4
Os estudiosos liberais frequentemente dirão aos seus estudantes que a palavra ” decapitam” não aparece nesta passagem, e eles têm razão. Em vez da palavra “decapitem” o Alcorão (isto é, Maomé) disse aos maometanos para golpear os pescoços dos incrédulos até que tenha infligido matança.

2 – “Matai-os onde quer se os encontreis e expulsai-os de onde vos expulsaram, porque a perseguição é mais grave do que o homicídio. … E combatei-os até terminar a perseguição e prevalecer a religião de Deus. Porém, se desistirem, não haverá mais hostilidades, senão contra os iníquos.” – Alcorão 2:191,193
O contexto histórico desta passagem não é uma guerra defensiva. Os maometanos tinham acabado de chegar a Medina e não estavam a ser atacados. Maomé não está a ordenar aos seus seguidores que tomam ações contra os inimigos que os estão a perseguir, mas sim a ordenar os seus fiéis a subjugar as povoações dos infiéis e matá-los.

3 – “Também vos está vedado desposar as mulheres casadas, salvo as que tendes à mão. Tal é a lei que Deus vos impõe.” – Alcorão 2:24
Quando o Alcorão fala sobre “as que tendes à mão”, ele refere-se àquelas que estão na sua posse – propriedade sua. No contexto da surah 4, o Alcorão fala das mulheres que eles capturaram em guerra. Aquelas mulheres que foram capturadas como reféns numa guerra são aquelas que “tendes à mão”. Maomé sancionou o abuso sexual destas mulheres capturadas em guerra.

Alguns maometanos interpretam este verso como sendo um que dá permissão aos maometanos que tenham relações com múltiplas esposas, mas o versículo claramente faz distinção entre as esposas que aquelas que “tendes à mão”.

4 – “Infundiremos terror nos corações dos incrédulos, por terem atribuído parceiros a Deus, sem que Ele lhes tivesse conferido autoridade alguma para isso.” – Alcorão 3:151
Quando o versículo diz “por terem atribuído parceiros a Deus”, refere-se a idolatria; politeísmo. Uma vez que alguns maometanos acreditam que o conceito Cristão de Cristo é politeísmo, esta ayah também se refere a eles.

5 – “Está-vos prescrita a luta (pela causa de Deus), embora o repudieis. É possível que repudieis algo que seja um bem para vós e, quiçá, gosteis de algo que vos seja prejudicial” – Alcorão 2:216
Sabemos a partir da Tradição islâmica (Hadeeth) que o contexto desta passagem não é uma guerra defensiva. Maomé narra esta ayah como forma de motivar e encorajar os seus discípulos a atacar as caravanas dos mercadores de Meca. Ele diz-lhes que embora eles odeiam combater, qualificando isso de imoral, isso é uma ordem a qual eles, como maometanos, estão obrigados a seguir.”

Bahá’u’lláh (1819-1892) foi prisioneiro do Império Otomano por mais de 4 décadas e perseguido pelo clero da Pérsia xiíta desde a década de 1840, e ao fundar a Fé Bahá’í em 1863, dentre os princípios para seus seguidores prescreveu:
“Bem-aventurado e feliz é aquele que se levanta para promover os melhores interesses dos povos e raças da Terra.”
“O povo de Bahá deve pairar bem alto acima dos povos do mundo.”
“Em assuntos de religião, toda forma de fanatismo, ódio, dissensão e contenda é estritamente proibida.”
“Esforçai-vos, ó povo de Bahá, para que o tumulto da dissensão e luta religiosa que agita os povos da terra possa ser aquietado e todos os seus vestígios completamente obliterados. Por amor a Deus e àqueles que O servem, erguei-vos para ajudar esta sublime e solene Revelação. O fanatismo religioso e o ódio são um fogo que devora o mundo, cuja violência ninguém pode abafar. Somente a Mão do Divino poder é capaz de libertar a humanidade desta desoladora aflição.”
Fonte: bahairesearch.com
Segue link de Pesquisa
É muito engraçado ver que 12 jornalistas valem mais que 50, 100 mil cristãos!

Nós, temos denunciado isso incansavelmente sem ninguém dar ouvidos, aí surge a liberdade de expressão, a santíssima, ainda que a perseguição aos cristãos tenham total ligação com ela, porém não se pode ser tão descabido e desvalorado para que 12 mortes signifique mais que 50 mil.

Espero que o ocidente ao menos dê atenção para esta ideologia genocida de uma vez por todas.

Perfil de perseguição aos cristãos:


A lei deveria ser muito simples:
“Um único atentado dentro do nosso país, iremos colocar no chão todas as mesquitas e se houver um próximo atentado, todos mas, todos mesmo os muçulmanos serão expulsos do país”. Chega de tolerância!

COMENTÁRIO DO BLOG:

O mito de que todo árabe é muçulmano... tem gente que não gosta de árabes independente da religião que sejam.
O mito de que existe ou já existiu a Palestina e que eles seriam árabes é o maior mito que conheço.

Itália! Imigrantes ilegais reclamam e amotinam-se com a desculpa de ''más condições de vida"



Em 25 de ago de 2015


Protesto em campo de migrante da Cruz Vermelha em Bresso, perto de Milão, contra o fracasso em obter uma autorização de residência e supostamente por "pobres condições de vida?".


Eles têm condições limpas, apesar da sua falta de asseio, eles estão bem vestidos, não estão desnutridos, o cara tem até fones de ouvido que com esse dinheiro gasto poderia alimentar uma criança africana para dois dias, isso não é o sofrimento de refugiados.

Vocês sabem por que não são agradecidos?
Por que é uma invasão.


Eles querem que as mulheres brancas ... eles querem o seu trabalho, a sua casa e, eles vão buscá-las podem acreditar.

Você não tem que ajudar ninguém. Essa é a mentira que está sendo vendida. O Japão é um país rico e eles não aceitam qualquer um - são racistas mesmo. Eles são mais do que 98% japonês. Eles não estão ajudando esses muçulmanos e africanos porque eles são inteligentes e sabem que eles não vão fazer nada além de causar problemas. O Japão tem uma população enorme com uma taxa de homicídios tão baixo quanto a da Islândia. São países homogêneos e pacíficos. Não há migrantes para estuprar suas mulheres ou provocar distúrbios em suas ruas.

Watch African migrants destroy southern Italy - Assistam migrantes africanos destruindo o Sul da Itália


Publicado em 5 de jun de 2015





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Hungarian Police Battle with Muslim Protesters in Migrant Camp Debrecen City - Polícia Húngara em batalha com manifestantes muçulmanos em Campo de Migrantes




Em 12 de jul de 2015

Hungarian police have fired tear gas to subdue hundreds of people fighting each other and throwing rocks in an overcrowded camp for migrants in the eastern city of Debrecen, authorities have said.

While African Muslims leaks into Europe through Italy, Balkan Muslims leak in through Hungary. And with it comes Afghanistan-style Islamic riots. Meanwhile, in lack of EU’s willingness to effectively defend its borders, Hungary has decided to build a 200 km long, 4 meter high fence on the border to Serbia…

…A conflict of a religious nature between two refugees (a turkish and an afgan) at the Debrecen camp was allegedly behind the riots that happened on a nearby road on Monday afternoon. About 100 migrants staying at the refugee camp in Debrecen, in eastern Hungary, started throwing stones at cars passing by on road 471 and beating the vehicles with sticks, according to eye-witnesses.

Later, police said one officer took a hit from a stone and was slightly injured. Police appeared in raid gear and managed to drive the refugees back into the camp, behind a fence where they remained in a line, facing police and shouting, the correspondent said. The conflict turned violent after 2.30 pm when two refugees engaged in a row over religious (islam) matters, the local county police said.

The argument turned heated and “hundreds of others” joined in, including a man who allegedly “stamped his feet on the Koran”, police said, citing eyewitnesses. Another witness said one refugee took the other’s Koran, which contained 200 euros hidden among the pages. Police spokesperson Erika Demeter said the refugees blocked the nearby highway, lit rubbish bins and threw stones at cars passing by.

Rioting migrants also set fire to rubbish and a policeman was injured on Monday when a rock struck him in the head, Interior Ministry spokesman Attila Samu said.

"The conflict broke out after a Turkish migrant seized the Quran of an Afghan migrant and [because] allegedly there were 200 euros of cash inside the Koran," Samu told the Reuters news agency.

"This set off the initial conflict, in which subsequently hundreds were embroiled. They broke out of the camp, occupied a road, pelted rocks and set fire to garbage containers. Police then forced them back into the camp."

The camp, which was designed to hold about 823 people but is now crammed with 1,655, is located on the outskirts of Debrecen, 230km east of the capital Budapest.

Hungary, a landlocked central European country of 10 million people, is in the European Union's Schengen visa-free travel zone and thus an attractive destination for tens of thousands of migrants entering Europe through the Balkans from the Middle East and Africa. Most then move on to western Europe.

High number of refugees

Prime Minister Viktor Orban's government has started constructing of a 175km fence along its border with Serbia, angering its southern neighbour.

The government has also sent the public questionnaires linking immigration to "terrorism" and launched a nationwide poster campaign urging migrants not to break laws or take jobs from Hungarians. 

In a visit to Debrecen last month, Orban said the camp should be closed for good.

Police spokesman Denes Dobo said police had arrested one Turkish migrant. "Right now there is calm in the camp, police are upholding public order and security," he said.

Samu said an extra 154 policemen were scrambled to the scene from nearby districts to restore order. They will remain on site as long as necessary, Samu added.

'Boat is full'

Earlier this month, Hungary indefinitely suspended the application of a key EU asylum rule, which requires claims by migrants to be processed in the EU country they first arrive in.

Zoltan Kovacs, the Hungarian government spokesman, said "the boat is full," referring to the recent influx of migrants. 

"We all wish for a European solution, but we need to protect Hungarian interests and our populaton," he said.

The EU has asked Hungary to urgently clarify its suspension of the rule.

In the first six months of this year, the number of migrants crossing into the EU via Hungary's border with Serbia exceeded 66,000, overtaking even the number arriving in Italy.

The increase in migrants is fuelling public hostility to the EU's open borders and to the EU project as a whole.

EU summit talks last week over how to cope with the problem exposed sharp differences between 
Mediterranean states, which have borne the brunt of the influx, and poorer, former Communist central and east European countries, who fear costly disruptions from proposals to make them take in a share of those in transit.