terça-feira, 31 de março de 2015

Defendido pelo PT, financiamento de campanha 100% público só existe em um país

Mariana Schreiber Da BBC Brasil em Brasília

30 março 2015 

Em meio ao escândalo de corrupção na Petrobras (de onde recursos teriam sido desviados para financiar partidos), o PT defende hoje que as campanhas eleitorais sejam financiadas 100% por dinheiro público.

O sistema só existe em um lugar do mundo, o Butão, país que apenas em 2008 deixou de ser uma monarquia absolutista e realizou suas primeiras eleições. Conforme a BBC Brasil mostrou na semana passada, 39 países proíbem doações de empresas. No entanto, a proibição também de contribuição de pessoas físicas é uma exceção só presente no país asiático.
O financiamento público de partidos e/ou candidatos, em pequena ou larga escala, é adotado em 118 países, de acordo com um monitoramento realizado pelo Instituto Internacional pela Democracia e Assistência Eleitoral (Idea, na sigla em inglês). Em alguns deles, como México, Colômbia, Itália e Espanha, chegam a representar mais de 80% dos gastos das campanhas.
No Brasil, os partidos têm acesso a doações privadas e a recursos públicos - prevendo dificuldades de obter financiamento de empresas após a Operação Lava Jato, senadores e deputados decidiram triplicar a verba do fundo partidário neste ano, para R$ 867,56 milhões, há duas semanas.
Mas quais as vantagens e desvantagens de aumentar o financiamento público no Brasil? A BBC Brasil preparou um guia sobre o assunto. Confira abaixo.

Qual o princípio do financiamento público?

O objetivo do financiamento público é contrabalancear - ou mesmo anular - a influência do poder econômico nas eleições. Os defensores de um modelo majoritariamente ou totalmente público argumentam que doações privadas desvirtuam a democracia, pois as grandes corporações são muito mais ricas que os indivíduos e, assim, têm mais recursos para influenciar nas eleições.

O PT defende que o financiamento seja exclusivamente público, ou seja, que nem mesmo pessoas físicas possam doar. A proibição de doações de empresas também é defendida por centenas de movimentos sociais (como UNE, CUT e MST) que integram a Campanha pela Constituinte - proposta de convocação de um Assembleia exclusiva para votar uma reforma política. Mas não há consenso entre eles sobre doações de pessoas físicas.
"Para nós, o financiamento privado é a base da corrupção. Empresas de diversos setores financiam os políticos e depois cobram seus interesses no Congresso. Isso é totalmente antidemocrático porque o voto da empresa passa a valer mais que o do eleitor", afirma Paola Estrada, integrante da coordenação nacional da campanha.

Quais seriam as desvantagens?

Entre os defensores do financiamento público, há também quem aponte potenciais riscos nesse modelo. Para o Instituto Internacional pela Democracia e Assistência Eleitoral (Idea, na sigla em inglês), uma dependência excessiva de recursos públicos pode levar os políticos e seus partidos a se afastarem da sociedade.
"Quando administrado e distribuído de forma adequada, o financiamento público dos partidos políticos pode ser um bom contrapeso para doações privadas e também pode aumentar o pluralismo político. No entanto, os partidos políticos não devem perder o contato com seus eleitores, ou tornar-se excessivamente dependentes de financiamento público", nota um documento de janeiro do instituto.
O diretor da área de Partidos Políticos do Idea, Sam van der Staak, defende um modelo que equilibre recursos públicos e doações de membros dos partidos, empresas e pessoas físicas - limitadas a um teto baixo, para evitar que um grupo tenha mais peso que outro.

Como distribuir os recursos?

Outro risco do modelo de financiamento essencialmente público é dar pouco espaço para o surgimento e crescimento de novos partidos, na medida em que a distribuição dos recursos tende a ser proporcional ao tamanho das bancadas no Congresso.
Por outro lado, dividir igualmente também não é considerada a melhor maneira de distribuição. "Essa abordagem (divisão igualitária) cria o risco de que partidos sejam criados apenas para obter financiamento do Estado. Além disso, também pode ser um desperdício significativo usar recursos públicos para apoiar partidos e candidatos que não têm nenhum apoio entre o eleitorado", nota o relatório do Idea.
A opção para contornar isso, aponta o instituto, é repartir parte dos recursos públicos igualmente e parte proporcionalmente. Manter a possibilidade de doações de pessoas físicas ou mesmo de empresas, sob um limite baixo, é também uma forma de permitir que o financiamento eleitoral tenha mais dinamismo.
No Brasil, a distribuição de recursos públicos via fundo partidário se dá da seguinte forma: 5% são repartidos igualmente entre os 32 partidos existentes, e 95% são distribuídos na proporção dos votos obtidos na última eleição para a Câmara dos Deputados.

Como isso tem funcionando em outros países?

Entre os 180 países monitorados pelo Idea, apenas um tem financiamento de campanha exclusivamente público: o Butão. Essa pequena nação asiática, espremida entre China e Índia, realizou suas primeiras eleições em 2008, quando o sistema político passou de monarquia absoluta para monarquia constitucional.
Outros países, embora não adotem o modelo 100% público de financiamento, tem níveis altos de participação pública nos fundos de campanha. No México, por exemplo, 95% das campanhas às eleições presidenciais de 2012 foram bancadas com recursos do Estado. Esses índices também foram altos nos últimos anos na Colômbia (89%) e no Uruguai (80%). Em países europeus como Espanha, Bélgica, Itália e Portugal, os fundos públicos também respondem por mais de 80% dos custos das campanhas.
Existem vários modelos de distribuição desses recursos. Há países, como Alemanha, em que o Estado transfere para o partido um euro para cada euro arrecadado de doadores (prática chamada de matching funds). Já na Holanda, os repasses dependem do número de pessoas filiadas ao partido.

Na França, a lei institui um teto para os gastos de campanha, que varia de acordo com o tipo de eleição. A partir desse teto é calculado o reembolso com dinheiro público das despesas eleitorais do candidato. No caso da eleição presidencial, por exemplo, em 2012 foi definido que cada candidato poderia gastar até 16,8 milhões de euros (R$ 58,8 milhões, na cotação atual) no primeiro turno e 22,5 milhões de euros (R$ 78,75 milhões) no segundo. A título de comparação, a campanha da presidente Dilma Rousseff em 2014 consumiu R$ 350 milhões.
Na França, cada candidato que conseguisse 5% dos votos, poderia receber 50% do valor gasto em reembolso. As regras determinam que o candidato que ultrapassar o teto de gastos da campanha, não pode receber o financiamento público de parte de suas despesas. Foi exatamente o que ocorreu com o ex-presidente Nicolas Sarkozy, que teve suas contas da campanha presidencial de 2012 rejeitadas pelo Conselho Constitucional.

Quanto dinheiro público os partidos já recebem no Brasil?

Partidos políticos já recebem hoje dinheiro público no país, mas a maioria dos recursos que bancam as campanhas eleitorais vem de doações de empresas.
Nas últimas eleições, partidos e candidatos arrecadaram cerca de R$ 5 bilhões de doações privadas, quase na sua totalidade feitas por empresas. Além disso, receberam no ano passado R$ 308 milhões de recursos públicos por meio do Fundo Partidário, enquanto o tempo "gratuito" de televisão custou R$ 840 milhões aos cofres da União por meio de isenção fiscal para os canais de TV.
Em 2015, porém, haverá um salto expressivo na verba do Fundo Partidário. O Congresso aprovou neste mês que o orçamento previsto inicialmente pela União fosse triplicado, passando de R$ 289,56 milhões para R$ 867,56 milhões.
O aumento teria sido motivado pela dificuldade que os partidos estão enfrentando para se financiar após a operação Lava Jato - que investiga desvio de recursos na Petrobras - ter colocado no banco dos réus executivos de grandes empresas doadoras.
O relator do Orçamento, senador Romero Jucá (PMDB-RR), disse que o aumento refletiu uma demanda de diversos partidos e que representa um teste para a tese do financiamento público de campanha.

Quanto custaria um modelo com mais financiamento público?

O PT não tem hoje uma estimativa de quanto seria o custo de um financiamento exclusivo de campanha, de acordo com a vice-presidente nacional do PT, Gleide Andrade, responsável por coordenar as discussões sobre reforma política dentro do partido. Segundo ela, isso dependerá de outras alterações que podem ser feitas no sistema eleitoral, como por exemplo modificar a forma de eleger os deputados.
"Mas uma coisa é certa: será um campanha bem mais barata do que a que temos hoje", afirmou.
Outro projeto de lei que já tramita no Parlamento - o PL 268, apresentado em 2011 como conclusão dos trabalhos de uma comissão de reforma política no Senado - sugere que o financiamento de campanha será exclusivamente público e que o valor total a ser distribuído seguirá o seguinte cálculo: total de eleitores inscritos até 31 de dezembro do ano anterior vezes R$ 7,00 a valores de janeiro de 2011.
Atualizando esse valor pela inflação até 2014 (R$ 8,40) e considerando o número de eleitores que puderam votar no ano passado (141,8 milhões), as últimas eleições teriam consumido R$ 1,2 bilhão, segundo a regra do PL 268/2011.

Aumentar o peso do financiamento público exigiria outras mudanças?

Mudar o sistema de financiamento não é algo trivial. Especialistas no assunto dizem que extinguir as doações por empresas e aumentar o peso do dinheiro público obrigaria necessariamente a alterar as regras das eleições para o Legislativo.
Claudio Abramo, ex-diretor da Transparência Brasil, diz que teria que ser adotado a eleição em lista - método em que o voto vai para o Partido, que decide qual será a ordem dos deputados e vereadores eleitos pela legenda. Tal mudança seria necessária por causa da dificuldade de distribuir e fiscalizar os recursos para todos os candidatos. Dessa forma, os partidos que centralizariam a gestão dos recursos públicos.
O filósofo e cientista político Marcos Nobre discorda da tese de que o financiamento exigiria lista fechada. "É perfeitamente possível fiscalizar (a distribuição de recursos) desde que você torne os partidos responsáveis pela atuação de cada um de seus candidatos", argumenta.
COMENTÁRIOS DO BLOG:
Mais uma do PT, financiamento publico para campanha, sabe qual partido vai levar a maior parte do BOLO, o PT.
Acorda povão, dia 12 esta ai, mostre a sua indignação.
Fora DILMA, fora PT e seus aliados corruptos
  
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Delator diz que ofereceu propina 'na cara e na coragem' a gerente de refinaria

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O engenheiro Shinko Nakandakari, um dos delatores da Operação Lava Jato, afirmou à força tarefa do Ministério Público Federal que ofereceu “na cara e na coragem” propina para o gerente geral da Refinaria do Nordeste (RNEST) Glauco Colepícolo Legatti. Segundo Nakandakari, na Petrobrás “era muito difícil aprovar aditivo (aos contratos)”.
“Glauco não facilitava nada. Para que esse aditivo fosse aprovado é que era pago o valor para Glauco.”
Glauco Colepícolo Legatti
Ao todo, segundo o delator, foram repassados R$ 400 mil para Legatti, valor pago “em parcelas”. O primeiro pagamento foi em junho de 2013. “A princípio a reação de Glauco não foi natural, em nenhum momento eu tinha tido esse tipo de relacionamento com ele”, disse Nakandakari.
Legatti foi afastado do cargo em novembro de 2014, oito meses depois da deflagração da Lava Jato. Os pagamentos para o então gerente geral da Abreu e Lima ocorreram principalmente ao longo de 2014, afirma o delator. No dia do primeiro encontro, disse Shinko Nakandakari, “sentiu que Glauco iria aceitar o suborno”.
No segundo encontro, Nakandakari levou R$ 50 mil em dinheiro vivo. Segundo ele, o então gerente da Refinaria Abreu e Lima aceitou a propina. Os encontros ocorriam em hoteis no Rio. O primeiro foi no Sofitel, depois no Hotel Cesar Park. Os pagamentos ocorriam em intervalos de 30 e 60 dias, “alguns com valores maiores, outros menores”.
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segunda-feira, 30 de março de 2015

Trigêmeas fazem casamento coletivo com direito a 18 padrinhos em Passo Fundo

Foto: Diovane Moraes/Everton Rosa Associados / Divulgação

Inseparáveis, Rafaela, Rocheli e Tagiane entraram na igreja lado a lado

30/03/2015 | 14h25

Elas sempre fizeram (quase) tudo igual. No último dia 21, as gêmeas idênticas Rafaela, Rocheli e Tagiane Bini celebraram uma grande cerimônia de casamento juntas em Passo Fundo. E para completar (ou para confundir os convidados) as irmãs entraram na Catedral Nossa Senhora Aparecida ao mesmo tempo e com maquiagem e cabelos idênticos — além de usarem vestidos e alianças parecidíssimos.
Não pense que foi fácil fazer as três entrarem juntas. As cadeiras da igreja precisaram ser afastadas do centro para que as irmãs pudessem caminhar lado a lado. Depois, elas pararam no meio do caminho e o pai, o Seu Pedro, encarou uma pequena maratona para levar uma de cada vez até o altar. 


Dezoito padrinhos somaram-se aos noivos (Rafael, Gabriel e Eduardo, respectivamente) no altar. Para não dar confusão, eles foram separados por cor: os de amarelo eram de Rafaela; de vermelho, da Tagiane e de azul os da Rocheli.
Inseparáveis na infância, as irmãs fantasiavam em casar juntas. Só faltava encontrar os maridos.
O primeiro passo para o sonho foi dado há cerca de 10 anos, quando Rafaela e Rafael se conheceram na faculdade. Rocheli e Gabriel ficaram juntos um ano depois. Finalmente, há três anos, Tagiane e Eduardo começaram a namorar e o desejo do casamento triplo começou a tomar forma.



A rotina não mudou muito depois da troca de alianças, já que os casais moravam juntos desde o ano passado. No entanto, as coisas ficaram diferentes mesmo depois que a festa de casamento foi exibida no Fantástico (clique aqui para assistir), no domingo. 
— Para nós, sempre foi tudo normal, mas o pessoal está comentando agora. A vida não mudou muito, a novidade é a fama — conta Rocheli.

  
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Depois de debochar das manifestações de 15 de março, Marcelo Heitor, sobrinho do Zeca do PT, deveria aceitar o convite de uma conterrânea: Vem pra rua!


Marcelo Heitor vestido de mulher, na rede social Instagram, ao lado de um amigo mostra do que sempre gostou - somente deboche? O cara dá uma de machão e é um queima rosca, vai entender.




Esse desgraçado já se mudou para a capital Campo Grande para tentar ser prefeito - pensa na desgraça desse Brasil.

19/03/2015 às 20:44 \ O País quer Saber

BRANCA NUNES

Sobrinho do deputado federal Zeca do PT, ex-governador de Mato Grosso do Sul, Marcelo Heitor Miranda dos Santos decidiu revelar ao país o que pensa das manifestações que, em 15 de março, levaram às ruas mais de 2 milhões de brasileiros. Óculos escuros de piloto do próprio jatinho, camisa pólo cor de rosa, sotaque de quem morou no Rio em vidas passadas, o filho do prefeito de Porto Murtinho (MS) usou o celular para filmar-se a bordo do seu carrão esporte com teto solar: “Bom dia Campo Grande, Capital Morena! Bom dia Brasil!”, capricha no sorriso cínico que sublinha a saudação inicial. “Deu não, né? Dilminha tá lá, né? Como é que faz? Muito bom, é delicioso ganhar da direitinha. São quatro anos saboreando a vitória, o desespero, o mimimi, o chororô eterno, tipo aquela criancinha mimada que perde o doce, sabe?”

Entre risadinhas e fungadas, o playboy esquerdista pisa no acelerador: “Não deu, né? Mas valeu a caminhada, perdeu um pouquinho de caloria, tipo caminhada da saúde, né?”, desdenha. “Mas olha, não cansa não. Vamos continuar fazendo manifestaçõezinhas dessas daí política, né? Não tem essa de apolítica, né? Manifestação política de quem não votou na Dilma, está com dorzinha de cotovelo, doído pela derrota, mas Lulinha vem aí em 2018 e aí é ferro de novo e mais quatro anos de chororô e mimimi. Mas que é bom é, é muito bom ganhar de vocês. Um beijinho gente, até a próxima, tchau!”

Marcelo Heitor, em sua página do Facebook

Aos 33 anos, torcedor do Botafogo carioca e apreciador de duplas sertanejas, Marcelo Heitor percebeu tarde demais que se tornara protagonista de um sucesso de público devastado pelo fracasso de crítica. Assustado com o tsunami de insultos, provocações e deboches de grosso calibre, tentou refugiar-se num boletim de ocorrência por “injúria”. O pai, Heitor Miranda dos Santos, correu em socorro do filhão com a alegação de que não houve maldade alguma no vídeo. “Eu já vi montagens muito piores contra a presidenta Dilma e nada foi comentado”, garantiu ao site Campo Grande News. “Há dois pesos e duas medidas, de um lado pode-se tudo em nome da liberdade de expressão, mas do lado de cá, quando alguém se manifesta, recebe essa avalanche de críticas”.

Zeca do PT, José Dirceu, Heitor Miranda dos Santos e Marcelo Heitor (da esquerda para a direita)

Não foi a primeira vez que Marcelo apareceu numa delegacia. Primo do deputado federal Vander Loubet, um dos 49 políticos denunciados na Operação Lava Jato por envolvimento no escândalo do Petrolão, ele responde a um processo por improbidade administrativa na 1ª Vara de Direitos Difusos, Coletivos e Individuais Homogêneos de Campo Grande. Coerentemente, protagoniza o caso de polícia em companhia de parentes.

Segundo o jornal Correio do Estado, Marcelo, Loubet, seu tio Ozório Miranda dos Santos e o pai prefeito são acusados de irregularidades na concessão do terminal portuário de Porto Murtinho. Na ação civil pública, o Ministério Público Estadual acusa a família Miranda dos Santos de ferir o princípio da impessoalidade na concessão para exploração do terminal já que, na época, o Estado era governado por Zeca do PT e Loubet comandava a secretaria de Infraestrutura.

Já que esbanja confiança na popularidade de Dilma, de Lula e do PT, Marcelo deveria retribuir “o chororô e o mimimi” da “direitinha” com a aceitação da proposta apresentada por uma moradora de Porto Murtinho, reproduzida no vídeo abaixo. Depois de relatar alguns desmandos do pai e denunciar o estado degradante de escolas e prédios públicos, a conterrânea faz a exortação ao filho do prefeito: “Vem pra rua!”.



Dilma, o PT, os MAVS contratados atacam a melhoria e desenvolvimento de Minas Gerais mas ocultam os 360 milhões de dólares do BNDES para construção de aeroporto em HAVANA - CUBA!


A coluna espera que Marcelo tope o convite. E lhe deseja boa sorte.


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A Vacina contra o HPV "Será o Maior Escândalo Médico de Todos os Tempos"





Bernard Dalbergue é um médico francês que trabalhou durante 20 anos na indústria farmacêutica. Foi demitido depois da fusão de seu laboratório com a gigante farmacêutica Merck. O supervisor e encarregado das relações com os hospitais, descobriu a corrupção do sistema sanitário, os pacientes são sacrificados no altar da rentabilidade.

Dalbergue publicou o livro "Omerta dans les labos pharmaceutiques: confessions d'un médecin" - "Omertá nos laboratórios farmacêuticos: confissões de um médico". Em uma entrevista que você pode ler em espanhol aqui, ele conta coisas muito interessantes. Por exemplo, o número entre 18.000 e 30.000 das mortes relacionadas com o uso de medicamentos (somente na França) e de umas 20.000 mortes reconhecidas pela Comissão Europeia.

Este médico, que conhece bem o interior do laboratório da Merck, fala abertamente sobre a vacina contra o papilomavírus (HPV) que este laboratório fabrica com o nome de Gardasil, que é exatamente a vacina utilizada no Brasil.

"Consideremos o caso da Gardasil para medir a magnitude deste escândalo: todo o mundo sabia no momento de obter a autorização nos EUA para a comercialização desta vacina que não acrescentaria rigorosamente em nada. Diane Harper, líder de opinião nos Estados Unidos, soou o alarme no início, observando que aquilo era um engano e uma fraude.

Ou consideremos outro caso, o do Vioxx, um anti-inflamatório responsável por milhões de mortes por acidente vascular cerebral e parada cardíaca, um caso de corrupção que varreu ao menos 30.000 vidas. Mas a Merck lançou uma falsa novidade do medicamento Vioxx, o Arcoxia. Rejeitado no outro lado do Atlântico, foi admitido para sua comercialização na Europa. Assim, os médicos prescrevem Arcoxia, que se trata do mesmo medicamento chamado Vioxx.."

Atenção:

Arcoxia é encontrado nas farmácias, se prescrito, entra no sistema pago pela Segurança Social, e é extremamente perigoso. Gardasil é uma vacina inútil e estão pagando uma verdadeira fortuna. E em todos os níveis de decisão isso é conhecido.

Principes de Santé: Para não mencionar os custos humanos dos efeitos adversos...

Bernard Dalbergue: Você pode encontrar casos de síndrome de Guillain-Barré, paralisia dos membros inferiores, placas de esclerose induzida e encefalopatia induzida. Mas quando se trata de proteger milhões de pessoas contra a varíola ou poliomelite, não se obtêm um omelete sem antes quebrar os ovos. Isto é... minha previsão é que a Gardasil será o maior escândalo médico de todos os tempos. Ao invés de provar a capacidade técnica e científica desta vacina, o certo é que não se tem nenhum efeito sobre o câncer de colo de útero e sim muitos efeitos secundários, incluindo a morte e que está lá para benefício exclusivo dos laboratórios.

PS: Você que já esteve lá, por que não é retirado a Gardasil e outros medicamentos?

BD: Os interesses financeiros são muito mais importantes que a retirada de um medicamento"...

BD: Ele teria que refazer o sistema de farmacovigilância. Quando foi descoberto a caneta injetora contra a hepatite C, fui até os responsáveis da companhia para informar-lhes do problema com o nosso produto, que poderia matar por ineficácia e indiquei que era necessário levar ao conhecimento das autoridades sanitárias sobre os efeitos adversos dos produtos, a famosa farmacovigilância. Isto levou à minha demissão imediata. Nunca havia visto algo parecido em minha vida: a Indústria ignorava os dados da farmacovigilância, pondo em perigo a saúde e violando todas as normas éticas."

Leia mais: 



caso_grave_efeito_adverso_vacina_hpv


Fontes:

Sua Fonte Natural de Informação

Leia mais: http://forum.noticiasnaturais.com/Topico-a-vacina-contra-o-hpv-ser%C3%A1-o-maior-esc%C3%A2ndalo-m%C3%A9dico-de-todos-os-tempos#ixzz3VsvHfMoU

  
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Os Correios renderam-se à força do imperialismo ianque


Os Correios: de repente, uma eficiência espetacular
27/03/2015 às 18:22 \ Tema Livre

Sem qualquer interesse pessoal, mas objetivando criticar um serviço público que, no Brasil, já foi impecável — os Correios –, publiquei recentemente uma nota irônica dizendo que a estatal provavelmente havia se tornado bolivariana, porque não entregava de forma alguma qualquer encomenda que fosse proveniente dos Estados Unidos.
Na ocasião, o post dizia: “Se compro um livro, digamos, num site da França ou da Espanha, ele chega direitinho. Já se for dos Estados Unidos, neca. CD e DVD, nem pensar. Provavelmente os Correios estão atentos às más influências causadas pela ideologia neoliberal do Imperialismo Ianque sobre os incautos brasileiros”.
Espetei os correios dizendo que, naquele momento, me deviam “uma série de encomendas que revelam toda as malévolas intenções dos neoliberais de me promover lavagem cerebral.”
E informei que, “desde 9 de setembro de 2014, quando foram embarcados nos Estados Unidos, aguardo três livros ameaçadores ao bolivarianismo governamental: Unto the Sons, em que Gay Talese conta a saga de sua família, que emigrou da Itália para os Estados Unidos; A Good Life — Newspapering and Other Adventures, memórias de Ben Bradlle, o mitológico editor do jornal The Washington Post, falecido em outubro passado aos 95 anos; e Loyalties, a Son Memoir, memórias da perseguição do macartismo à família de outra figura emblemática doPost, Carl Bernstein, um dos dois repórteres, junto com Bob Woodward, que explodiram o escândalo de Watergate, pivô da renúncia do presidente Richard Nixon.”
As capas desses três livros estão aqui embaixo:
livros galeria
As memórias pessoais de Bradlee, o livro de Bernstein sobre a perseguição do macartismo a sua família e o de Gay Talese sobre suas origens italianas: apareceram, “por coincidência”, depois da publicação de um post neste blog
Observei, também, que “o fato de os três livros serem autografados pelos autores certamente os torna mais suspeitos ainda aos olhos dos Correios bolivarianos: mostram o quanto o comprador (eu) é um sabujo dos nefandos “irmãos do Norte”, chegando ao ponto mesmo de admirar jornalistas que atuam ou atuaram na imprensa fascistoide e golpista do país” e arrematei dizendo que “é contra esse tipo de coisa que os gloriosos Correios bolivarianos estão sempre atentos”.
A nota continuava por aí afora. Foi publicada dia 18, com o único e exclusivo objetivo de mostrar um exemplo entre muitos da ineficiência dos outrora exemplares Correios. Passado tanto tempo, eu não tinha a mais remota esperança de que os livros aparecessem e nem escreveria um post para resolver um problema pessoal. Em dois casos, a empresa até havia me devolvido o dinheiro.
Pois bem, mal saiu a nota e ontem, dia 26, os livros chegaram, direitinho e misteriosamente, a meu escritório.
Estavam mofando em algum depósito — sabe lá Deus onde, como e por quê –, enquanto o idiota do consumidor que sou eu, e que são tantos, não tinha ideia do que havia se passado. Algumas centenas de dólares pagos ao site de livros nos EUA haviam ficado por isso mesmo, até então.
Os livros vieram impecavelmente embalados, todos despachados no começo de setembro do ano passado e com alguns dados nas etiquetas borrados em tinta preta (não sei o que é). Os autógrafos dos três autores estão nas fotos abaixo:
autografos galeria
Os autógrafos de Ben Bradlee, de Carl Bernstein e de Gay Talese: seis meses mofando em algum depósito (Cliquem na imagem para ampliá-la)
Cabe-me, portanto, agradecer ao anônimo funcionário dos Correios que, seis meses depois, resolveu cumprir seu dever elementar e mandou entregar as encomendas que me pertenciam.
Agora, pergunto: e como ficam os incontáveis cidadãos que levam o cano dos Correios e não podem bradar num blog?





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