sexta-feira, 27 de junho de 2014

ENQUANTO MENSALEIROS SÃO SOLTOS POLICIAL RODRIGO LUCCA FONSECA É MORTO




Foi sequestrado no dia 20, o policial Rodrigo Lucca Fonseca, de 28 anos, bom caráter, amigo, que pertencia a Força Tática do 17º BPM e foi encontrado morto apenas no dia 24, ele foi abordado por dois criminosos de 21 e 25 anos e como estava armado e com agasalho da PM foi morto com 2 tiros na cabeça e 2 tiros na costa, antes foi torturado e severamente machucado, com várias marcas pelo corpo, teve nariz arrebentado por socos, marcas de corte na cabeça, abertura na região da boca, teve seus dentes quebrados, ficou quatro dias amarrados e parte do corpo carbonizado... 

Ele foi abordado quando chegava em sua casa em Mogi das Cruzes, teve seu veículo Citroen C 3 jogado em um córrego em Suzano... os vermes usaram sua senha para saques em caixas eletrônicos, fizeram compras com seu cartão de crédito de bicicleta, tênis, perfumes e roupas.... Como diz um amigo meu policial, em desabafo... Temos policiais e cidadãos deixar de ser caça para ser caçador... 



Temos que voltar ao nosso lugar e executar autoridade que nos foi delegada pela sociedade e leis, o policial não pode continuar a ser perseguido por trabalhar, por aplicar a lei, a política não pode continuar sendo a lei dos policiais operacionais, os policiais não podem continuar sendo punidos por corregedorias que se esquecem de investigar corrupção e persegue aqueles que trabalham na defesa da sociedade, não estou defendendo os excessos, mas aplicação rigorosa da lei na defesa da sociedade e da vida dos policiais...não queremos que outras mães, esposas e filhos de policiais vejam suas fotos estampadas amanhã nos jornais como vítima de vermes como esses...

Não podemos continuar sendo intimidados por corregedorias, comissões de direitos humanos, MP e até Poder Judiciário... Temos que fazer leis... Em defesa de quem aplica a lei e não na defesa de bandidos......ufa.....é vou ficar por aqui.....


Pessoal, essas crianças fazem um protesto sobre o caso do soldado de Lucca que estavava desaparecido me emocionei muito quando chegou essa foto até mim, que Deus proteja todos os policiais. 


PRESO SUSPEITO DE PARTICIPAR DO SEQUESTRO E MORTE DE PM EM SUZANO




O delegado seccional de Mogi das Cruzes, Marcos Batalha informou que um homem suspeito de participar do sequestro e morte do policial militar do 17º Batalhão da PM de Mogi das Cruzes, Rodrigo de Lucca Fonseca, foi preso na noite de ontem, quarta-feira (25).

O policial que estava desaparecido há quatro dias foi encontrado morto na terça (24) em um terreno em Suzano. Segundo um tenente, o suspeito confessou que foi um roubo e quando descobriu que se tratava de um PM começaram a torturá-lo. Porém, ele diz que não participou da execução. Em entrevista coletiva na tarde de ontem, o Delegado Seccional Marcos Batalha relatou que acredita que os criminosos que sequestraram o policial militar Rodrigo de Lucca Fonseca espancaram e torturaram a vítima antes de matá-la. O corpo do policial militar Rodrigo de Lucca Fonseca foi enterrado às 11h de ontem, quarta-feira (25). O velório que começou na noite de terça-feira no Memorial do Alto Tietê movimentou um grande número de policiais, amigos e familiares do jovem.






O OUTRO SUSPEITO DA MORTE DO PM LUCCA QUALQUER COISA LIGUEM 190 OU 181

Davis Willians da Silva, de 24 anos. O homem já tem passagem por receptação e roubo. 





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Policial Rodrigo Lucca sendo homenageado pela policia de Los Angeles.   
Se fosse o Amarildo vagabundo, tava na imprensa do mundo inteiro!



O corpo do policial militar da Força Tática, Rodrigo de Lucca Fonseca, foi sepultado às 11h desta quarta-feira (25/6), no Cemitério da Saudade, em Mogi das Cruzes. 

Para quem defende a educação como saída para o crime aqui está ela

O GAROTO ÍNDIO QUE FOI ENTERRADO VIVO



Amalé quase foi morto em nome dos costumes indígenas. E a Funai faz vista grossa ao infanticídio de algumas tribos


PRECOCE O pequeno Amalé sonha com uma mochila, mas tem consciência de seu drama
Amalé tem quatro anos. Como muitas outras crianças, na terçafeira 12 ele foi pela primeira vez à escola, em Brasília. Índio da etnia kamaiurá, de Mato Grosso, Amalé chamava a atenção dos demais garotos porque era o único que não usava uniforme nem carregava uma mochila nas costas. Mas Amalé se destaca dos demais por um motivo muito mais preocupante. O pequeno índio é, na verdade, um sobrevivente de sua própria história. Logo que nasceu, às 7 horas de 21 de novembro de 2003, ele foi enterrado vivo pela mãe, Kanui. Seguia-se, assim, um ritual determinado pelo código cultural dos kamaiurás, que manda enterrar vivo aqueles que são gerados por mães solteiras. Para assegurar que o destino de Amalé não fosse mudado, seus avós ainda pisotearam a cova. Ninguém ouviu sequer um choro. Duas horas depois da cerimônia, num gesto que desafiou toda a aldeia, sua tia Kamiru empenhou-se em desenterrar o bebê. Ela lembra que seus olhos e narinas sangravam muito e que o primeiro choro só aconteceu oito horas mais tarde. Os índios mais velhos acreditam que Amalé só escapou da morte porque naquele dia a terra da cova estava misturada a muitas folhas e gravetos, o que pode ter formado uma pequena bolha de ar.
A dramática história desse pequeno índio é a face visível de uma realidade cruel, que se repete em muitas tribos espalhadas por todo o Brasil e que, muitas vezes, tem a conivência de funcionários da Funai, o organismo estatal que tem a missão de cuidar dos índios.
“Antes de desenterrar o Amalé, eu já tinha ouvido os gritos de três crianças debaixo da terra”, relata Kamiru, hoje com 36 anos. “Tentei desenterrar todos eles, mas Amalé foi o único que não gritou e que escapou com vida”, relata. A Funai esconde números e casos como este, mas os pesquisadores já detectaram a prática do infanticídio em pelo menos 13 etnias, como os ianomâmis, os tapirapés e os madihas. Só os ianomâmis, em 2004, mataram 98 crianças. Os kamaiurás, a tribo de Amalé e Kamiru, matam entre 20 e 30 por ano.
Os motivos para o infanticídio variam de tribo para tribo, assim como variam os métodos usados para matar os pequenos. Além dos filhos de mães solteiras, também são condenados à morte os recém-nascidos portadores de deficiências físicas ou mentais. Gêmeos também podem ser sacrificados. Algumas etnias acreditam que um representa o bem e o outro o mal e, assim, por não saber quem é quem, eliminam os dois. Outras crêem que só os bichos podem ter mais de um filho de uma só vez. Há motivos mais fúteis, como casos de índios que mataram os que nasceram com simples manchas na pele – essas crianças, segundo eles, podem trazer maldição à tribo. Os rituais de execução consistem em enterrar vivos, afogar ou enforcar os bebês. Geralmente é a própria mãe quem deve executar a criança, embora haja casos em que pode ser auxiliada pelo pajé.
Os próprios índios começam a se rebelar contra a barbárie. Neste momento, há pelo menos dez crianças indígenas em Brasília que foram condenadas à morte em suas aldeias. Fugiram com ajuda de religiosos e sobrevivem na capital graças a uma ONG, Atini, dirigida por missionários protestantes e apoiada por militantes católicos. A política oficial da Funai é enviar os exilados de volta à selva, mesmo que isso signifique colocar suas vidas em risco. “Não é verdade que entre os povos indígenas há mais violência e mais crueldade com seus infantes do que na população em geral”, sustenta Aloysio Guapindaia, presidente em exercício da Funai, em resposta por escrito à ISTOÉ. “O tema, tratado de uma forma superficial, transparece preconceito em relação aos costumes dos povos indígenas”, completa. Tem índio que não concorda. “Ninguém do governo nos ajuda a resolver o problema”, queixa-se Kamiru, com o auxílio de um tradutor. A recompensa pelo seu gesto de desafiar os costumes de sua gente vem daquele que ela salvou. “Minha verdadeira mãe não é a minha mãe. Minha mãe é a Kamiru”, diz o pequeno Amalé.
Outra índia que ousou enfrentar a tradição foi Juraka, também kamaiurá, de uma aldeia próxima à de Amalé. Ela está refugiada com a filha, Sheila, nove anos, no abrigo ao lado da Granja do Torto. A menina faz tratamento no hospital Sarah Kubitschek. Nasceu com distrofia muscular progressiva, uma doença que a impossibilita de andar. A tribo descobriu o problema quando Sheila deveria estar dando os primeiros passos. A mãe fugiu antes de ser obrigada a aplicar a tradição. “Não gosto desse costume de enterrar a pessoa viva”, diz Juraka, também com a ajuda do tradutor. No hospital os médicos disseram que não há nada a fazer. Sheila deverá passar a vida numa cadeira de rodas. “É a pessoa que mais amo no mundo, mais que meus outros filhos”, diz Juraka. Mãe e filha já retornaram algumas vezes à tribo. Os índios passaram a respeitar a coragem de Juraka e já começam a aceitar Sheila.
“É um absurdo fechar os olhos para o genocídio infantil, sob qualquer pretexto”, diz Edson Suzuki, diretor da ONG Atini. “Não se pode preservar uma cultura que vai contra a vida. Ter escravos negros também já foi um direito cultural”, compara. Suzuki cria a garota Hakani, dos surwahás do Amazonas. Ela hoje tem 13 anos. A menina nasceu com dificuldades para caminhar. Os pais se recusaram a matá-la; preferiam o suicídio. O irmão mais velho, então com 15 anos, tentou abatê-la com golpes de facão no rosto, mas ela sobreviveu.
“O infanticídio é uma prática tradicional nociva”, ataca a advogada Maíra Barreto, que pesquisa o genocídio indígena para uma tese de doutorado na Universidade de Salamanca, na Espanha. “E o pior é que a Funai está contagiada com esse relativismo cultural que coloca o genocídio como correto”, ataca o deputado Henrique Afonso, do PT do Acre, autor de um projeto de lei que pune qualquer pessoa não índia que se omita de socorrer uma criança que possa ser morta.
Longe da tribo, Amalé quer continuar a freqüentar a escola, mas exige uma mochila. Ele já fala bem o português e avisa que gosta muito de carros. Quer dirigir um quando crescer. “Vamos aprender muito mais com Amalé do que ele com a gente”, diz a diretora da escola, Aline Carvalho.
“NÃO SE PODE PRESERVAR UMA CULTURA QUE VAI CONTRA A VIDA”
Edson Suzuki, diretor da ONG Atini


Publicado em 16/10/2013

As imagens são do documentário intitulado 'Hakani', dirigido David Cunningham, filho do fundador de uma organização missionária norte-americana, lançado em 2008

Na gravação, um dos irmãos da vítima se revolta e grita: "Eu cuido deles! Eu cuido deles!", sem sucesso. Ainda utilizado por volta de 20 etnias entre as mais de 200 do Brasil, infanticídio leva à morte não apenas de gêmeos, mas também filhos de mães solteiras, crianças com problema mental ou físico, ou doença não identificada pela tribo. VEJAM O VÍDEO ABAIXO!

Índios enterram crianças vivas na Amazônia




O tema já gerou projetos de leis e muita polêmica em torno de saúde pública, cultura, religião e legislação. Em 2004, o governo brasileiro promulgou, por meio de decreto presidencial, a Convenção 169 da OIT (Organização Internacional do Trabalho), que determina que os povos indígenas e tribais "deverão ter o direito de conservar seus costumes e instituições próprias, desde que não sejam incompatíveis com os direitos fundamentais definidos pelo sistema jurídico nacional nem com os direitos humanos internacionalmente reconhecidos".

Entretanto, em novembro do ano passado, o jornalista australiano, Paul Raffaele, que participou de audiência pública na Comissão de Direitos Humanos (CDH) do Senado, denunciou a tolerância ao crime de infanticídio e omissão de socorro a crianças expostas ao ato que ainda ocorre em tribos isoladas no território brasileiro.


ASSASSINATO DE CRIANÇAS INDÍGENAS NA AMAZÔNIA (IMAGENS FORTES, PERTURBADOR) 



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TRABALHAR QUE É BOM NADA!

A GRANDE MENTIRA DO PAGAMENTO DA DÍVIDA EXTERNA



Revela Brasil · Editado

Um dos argumentos mais usados pelos petistas na defesa de Lula, é que o ex-presidente pagou a dívida externa brasileira, recuperando crédito junto ao FMI. Esse foi o discurso do PT para a classe menos informada do país, e que por absoluta tristeza nossa, compõe a maioria dos brasileiros.

No dia 22 de fevereiro de 2008, o Governo Lula anunciou, por meio do Ministério da Fazenda e do Banco Central, que a dívida externa brasileira havia sido quitada. E ainda mais: já éramos até credores.

Tal notícia foi estampada, na época, na manchete dos principais jornais do país, como, por exemplo, no jornal Estado de S. Paulo: “O relatório divulgado ontem pelo Banco Central, segundo o qual o Brasil, pela primeira vez em 508 anos de história, deixa o papel de devedor e ingressa no seleto time dos credores do mercado internacional, é a consolidação de uma virada histórica”.

Quando Lula assumiu o seu primeiro mandato em 2002, a dívida externa era de R$ 212 bilhões, enquanto a dívida interna era de R$ 640 bilhões. Ou seja, o total, dívida externa mais interna, chegou aos inacreditáveis R$ 852 bilhões.

Em 2008, quando Lula assumiu ter pago a dívida, a dívida externa caiu para 0, já a interna chegou a - pasme - R$ 1,4 trilhão. Total da dívida: R$ 1,4 trilhão - 65% do PIB do Brasil. Agora em 2014 passou de R$ 2 trilhões!!

Mas por que nosso endividamento aumentou tanto? Então aí vai a resposta que os petistas que tanto abrem a boca pra falar em "elite e burguesia" não queriam ouvir: Para pagar ao FMI, Lula captou dinheiro junto aos banqueiros, que compraram os títitulos da dívida (pagaram ao FMI). O Brasil, que pagava 4% de juros ao ano para o FMI, passou a pagar 19,5% ao ano para os banqueiros, beneficiando-os.

Ou seja, os banqueiros, ou a “elite” satanizada pelos petistas passaram a ser donos do Brasil, e que foi entregue por Lula para sustentar uma mentira política. E esses dados são da CPI da Dívida, que ocorreu entre 2009 e 2010 da Câmara dos Deputados, com farta documentação do Ministério da Fazenda e do Banco Central, sendo assim INCONTESTÁVEIS!

OS EFEITOS COLATERAIS SOBRE A POPULAÇÃO

Mais uma vez os petistas desinformados haverão de chorar na cama, que é lugar quente. Ainda com um endividamento crescente, Lula não deixou de pegar novamente dinheiro no FMI. Não para pagar qualquer parcela da dívida interna que se avolumava, mas para sustentar os falsos programas sociais como PAC e obras faraônicas superfaturadas que nunca foram concluídas.

Além de pagarmos juros extorsivos aos banqueiros, passamos a dever também, novamente ao FMI. Isso causou um impacto na economia sem precedentes, e posso dizer que vivemos numa bolha de endividamento prestes a estourar, pois já chegamos a quase R$ 3 TRILHÕES no nosso endividamento total. Isso porque Lula assumiu com um endividamento de R$ 852 bilhões e fez o “favor” de mais que triplicá-lo.

Assim, tornou-se impraticável qualquer pretensão de reforma tributária, e o que aconteceu foi o contrário: A carga de impostos aumentou e foi regressiva, prejudicando as classes menos favorecidas. Lula deu vários incentivos para que a indústria barateasse seus produtos (mais uma vez a elite), estimulando o consumo. As indústrias tiveram a chance de vender seus produtos com prazos longos, lastreados pelos bancos e financeiras que já estavam com os cofres abarrotados.

Por outro lado, Lula deu uma falsa vantagem ao povo de baixa renda, pois carregou nos impostos sobre os produtos, diminuindo o poder de compra da população carente. O pobre podia comprar a TV dos sonhos, mas em prestações com juros extorsivos, e achando que Lula era “o cara”. Só enriqueceu mais ainda os bancos.

Já não bastasse a população estar com pele de vira-lata mas latindo como pastor alemão, iludida por Lulla, esta também foi a mais prejudicada e achatada pela política populista do PT, pois o Brasil chegou a ter 43,8% de sua receita total comprometida com a amortização da dívida e pagamento de spreads (juros) tanto ao FMI quanto aos banqueiros, e com isso sacrificou todos os investimentos em serviços públicos.

Vejamos em 2011 como a nossa receita foi distribuída:

Amortização da dívida e pagamento de juros: 43,8% da receita
Saúde: 4,17% da receita
Educação: 3,34% da receita
Trabalho: 2,42%
Ciência e Tecnologia: 0,34% da receita.
Cultura: 0,05% da receita
Saneamento: 0,04%

Ou seja, tudo aquilo que é essencial ao povo brasileiro representou APENAS 10,36% do dinheiro aplicado pelo governo, sendo que foi aplicado QUATRO VEZES mais só para beneficiar banqueiros e pagar dívidas.


Lula pagou alguma coisa, ou nos colocou no caminho da falência financeira e social? — com Paulo Ikeda e Rodrigo Pinheiro em Rio de Janeiro Brasil.

O dividômetro (aqui) auditoria cidadã




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1º - A GRANDE MENTIRA DO PAGAMENTO DA DÍVIDA EXTERNA (aqui)
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2º - BRASIL, O PAÍS ONDE OS IMPOSTOS FAZEM MENOS PELA POPULAÇÃO (aqui)
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3º - DÍVIDA PÚBLICA BRASILEIRA DESDE OS ANOS 50: GRAÇAS AO PT, UMA BOMBA PRESTES A EXPLODIR (aqui)
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4º - PEDIDO DO GOVERNO DILMA PARA PERDOAR DÍVIDAS DE PAÍSES AFRICANOS PODE VOLTAR À PAUTA NO SENADO (aqui)
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5º - NA CALADA DA NOITE GOVERNO ACABA DE VEZ COM A RESPONSABILIDADE FISCAL: O QUE PODEMOS ESPERAR EM 2015? (aqui)
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6º - A INCOMPETÊNCIA TUDO VAI EXPLODIR EM 2015, O ANO DA VERDADE FEIA DE VER (aqui)
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7º - ECONOMIA DO GOVERNO DIMINUIU (aqui)
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8º - GOVERNO DO PT INVESTE 15 VEZES MAIS NOS PORTOS DE CUBA DO QUE NO SISTEMA PORTUÁRIO DO BRASIL! (aqui)

quinta-feira, 26 de junho de 2014

CRISTÃOS SÃO MORTOS ENQUANTO ASSISTIAM JOGOS DA COPA



Por Jarbas Aragão

Grupos terroristas fizeram vítimas em pelo menos 3 países

Para os muçulmanos extremistas, os jogos de futebol são um pecado. O líder islâmico egípcio Yasser Borhami afirmou no início da semana que assistir a jogos Copa do Mundo é algo “inaceitável” no Islã. Para ele, é uma distração dos deveres religiosos, e a prática levará, no final, à “destruição das nações e dos povos”.
Na Nigéria, país cuja seleção está disputando o mundial, o grupo Boko Haram jogou uma bomba no local onde havia um grande grupo assistindo ao jogo entre Brasil e México. No total, 21 pessoas morreram e 27 feridos da explosão.
A maioria dos mortos, segundo as autoridades, eram cristãos, mas havia muçulmanos no grupo. Entre os feridos há crianças e vários homens jovens, que tiveram queimaduras e fraturas, entre outras lesões. O Boko Haram já tinha proibido os “centros de projeção” em dois estados no norte da Nigéria.
Ao mesmo tempo, na região costeira do Quênia, 53 pessoas morreram enquanto assistiam aos jogos da Copa em Majembeni e mais 15 na cidade vizinha de Poromoko. Soldados do grupo radical islâmico Al-Shabab atacaram as cidades que ficam perto da fronteira com a Somália, onde o grupo terrorista se originou.
Segundo testemunhas, cerca de 50 homens divididos em grupos, batiam nas casas e exigiam que as pessoas saíssem. Eles eram repreendidos publicamente por estar vendo TV e, em seguida, questionados sobre o Corão e as obrigações muçulmanas. Aqueles que não davam respostas satisfatórias eram executados. A maioria dos mortos foram identificados como cristãos. As autoridades do Quênia afirmaram que irão reforçar a segurança na região fronteiriça, mas não prendeu ninguém até agora.
Contudo, o ataque mais extremo durante os jogos da Copa ocorreu no Iraque e na Síria. O grupo terrorista ISIS, promoveu um verdadeiro banho de sangue em sua cruzada contra cristãos e muçulmanos considerados traidores. Em um dos ataques atiraram com metralhadoras contra um grupo que assistia os jogos em Beirute. Também decapitaram um policial e postaram no Twitter uma mensagem com mostrando a cabeça dele separada do corpo dizendo “Está é a nossa bola. É feita de pele #Copadomundo”. Com informações Daily Mail


Vejam com são usadas as crianças na palestinas (aqui) e (aqui)


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Brigitte Gabriel responde Muçulmana.

MUÇULMANOS MONTAM TENDA E DIVULGAM O ISLAMISMO NA COPA


Muçulmanos montam tenda e divulgam o islamismo na Copa

Por Leiliane Roberta Lopes

Além de mostrar a religião para pessoas de outras crenças, eles também recepcionam os muçulmanos que vieram para o Brasil

Muçulmanos de Cuiabá resolveram divulgar o islamismo durante a Copa do Mundo 2014. Quem for acompanhar os jogos na Arena Pantanal, na capital mato-grossense, vai encontrar esses religiosos divulgando sua fé e defendendo a paz.
A Assembleia Mundial da Juventude Islâmica (Wamy – sigla oficial do grupo) enviou cerca de 100 mil livros para Cuiabá, publicações que foram distribuídas para os turistas que chegaram na tenta montada pelos muçulmanos que moram na cidade.
Mais de 15.000 desses livros já foram entregues segundo o Omar Omama, líder religioso da comunidade muçulmana em Cuiabá. Muitos dos visitantes esperados são os torcedores da Bósnia e da Nigéria, países de maioria muçulmana.
Nesta semana, de acordo com o site G1, muitos desses torcedores já haviam passado pela tenda e até participaram dos cultos na mesquita de Cuiabá. “Eles chegam nos hotéis e perguntam se há alguma mesquita e onde ficam os restaurantes com a culinária islâmica. E os hotéis nos indicam, já sabem da mesquita”, explicou o sheikh Jihad Hammadeh, diretor da Wamy.
O sheik afirma que os livros são entregues a todos que se aproximam e cada título é entregue segundo as perguntas que os visitantes da tenda fazem. “Não perguntamos a religião das pessoas. Percebemos pelas perguntas delas, pela curiosidade. Já os muçulmanos se identificam de início. É uma forma também de levar a nossa cultura a todas as pessoas”, disse Hammadeh.
Mas além de divulgar suas crenças, a tenda dos muçulmanos de Cuiabá também serve para recepcionar os turistas que professam a mesma fé que eles. “Muitos deles nem sabem que existem muçulmanos aqui [em Cuiabá] e quando nos encontram ficam surpresos”.
A Wamy é uma entidade internacional, reconhecida até pela ONU, que tem um projeto intitulado ‘Paz é a mensagem do Islam’. Além da ação em Cuiabá, os muçulmanos estão com projetos parecidos em todas as doze cidades sedes da Copa do Mundo.
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PEDIDO DO GOVERNO DILMA PARA PERDOAR DÍVIDAS DE PAÍSES AFRICANOS PODE VOLTAR À PAUTA NO SENADO



A Comissão de Assuntos Econômicos deve realizar reunião na próxima terça-feira (1º) para análise de requerimentos e projetos. Segundo matéria da Agência Senado, há a chance de serem colocados em apreciação, extra pauta, quatro pedidos da presidente da República, Dilma Rousseff, que solicitam autorização do Senado para que o governo assine acordos de reestruturação de dívidas de países africanos. Esses projetos, embora estejam prontos para entrar na pauta, enfrentam obstáculos políticos na CAE. 

De um total de cinco pedidos, só um deles, em benefício da República do Congo (conhecida como Congo-Brazzaville), foi aprovado pela CAE e pelo Plenário do Senado. De uma dívida de US$ 352,6 milhões, após o perdão de parcelas referentes a mora e outras taxas, o Congo-Brazzaville foi autorizado a pagar ao Brasil US$ 68,4 milhões.

As dívidas de países africanos cujo reescalonamento foi proposto pelo governo somam US$ 709,1 milhões. Essas dívidas têm origem em operações de financiamento às exportações brasileiras nas décadas de 1970 e 1980. Além do Congo-Brazzaville, são beneficiários Congo-Kinshasa (US$ 4,7 milhões), Zâmbia (US$ 113,4 milhões), Tanzânia (US$ 236,9 milhões) e Costa do Marfim (US$ 1,2 milhão).

O assunto vem rendendo muita polêmica, tanto na CAE como no Plenário do Senado. O senador Alvaro Dias, desde o ano passado, tem sido um dos mais veementes opositores à autorização para o perdão dessas dívidas. Na CAE e no Plenário, o senador Alvaro Dias criticou duramente as iniciativas do governo Dilma, e se opôs à votação dos pedidos para que sejam perdoadas as dívidas dos países africanos. Na época, o senador observou que o Brasil está concedendo perdão de US$ 352 milhões à República do Congo, “onde reina Denis Sassou-Nguesso, autocrata bilionário que tem 156 imóveis riquíssimos em Nova York”. 
Junto com Pedro Taques e outros senadores, Alvaro Dias conseguiu da CAE a suspensão da deliberação sobre os pedidos de perdão até que o Ministério da Fazenda preste os esclarecimentos solicitados, com a aprovação da Resolução 5/2014. com novas regras para a renegociação de dívidas de alguns países com o Brasil. De acordo com essa norma, os pedidos devem ser acompanhados de informações de risco político.

“Perdoar as dívidas dos países africanos é esbofetear a pobreza e as dificuldades do nosso povo. É ignorar os problemas que têm levado milhares às ruas para protestar. Não podemos aqui pedir o perdão da dívida dos estados, mas vamos conceder o perdão de uma dívida de US$ 352 milhões para um país onde reina um ditador?”, questionou o senador Alvaro Dias por diversas vezes.


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1º - DÍVIDA PÚBLICA BRASILEIRA DESDE OS ANOS 50: GRAÇAS AO PT, UMA BOMBA PRESTES A EXPLODIR (aqui)

2º - PEDIDO DO GOVERNO DILMA PARA PERDOAR DÍVIDAS DE PAÍSES AFRICANOS PODE VOLTAR À PAUTA NO SENADO (aqui)

3º - A INCOMPETÊNCIA TUDO VAI EXPLODIR EM 2015, O ANO DA VERDADE FEIA DE VER (aqui)



4º - A GRANDE MENTIRA DO PAGAMENTO DA DÍVIDA EXTERNA (aqui)