quarta-feira, 13 de novembro de 2013

TRANSTORNO DE IDENTIDADE DE GÊNERO SUBMETE CEARENSE À APOSENTADORIA COMPULSÓRIA – COTAS GAY





"Por Tribuna do Ceará"

O sonho da estabilidade financeira virou realidade para a cearense Bruna Marx aos 17 anos de idade. Estudou, passou em um concurso público e teve de assumir o emprego no Rio de Janeiro, longe de tudo que hoje lhe dá saudade. Tapioca, baião de dois com nata, rapadura e farinha d’água ficaram para trás, assim como sua família, contrária a todas as decisões por uma simples particularidade: Bruna é, ou era, um homem.

Na Cidade Maravilhosa, isso virou apenas um detalhe. Se destacou pelo trabalho, empenho e caráter, assumindo inclusive funções de confiança. Mas, há um ano, a transgênero começou a tomar hormônios para adotar características físicas femininas. “Ainda não me reconhecia na frente do espelho. Surgiu, portanto, o conflito de viver apenas para ter, e não ser”.

A decisão, tomada com a ajuda do parceiro, Gustavo Benevides, foi difícil. E o preço, mais caro ainda: o constrangimento de uma aposentadoria compulsória. “Enquanto pessoa do sexo masculino estou amparada pelas normas internas de onde trabalho. Mas, a partir do momento que apresento o Transtorno de Identidade de Gênero, sou considerada incapaz de desempenhar minhas funções e suas demandas específicas dentro do órgão do qual faço parte”, explica.

O transtorno de identidade de gênero (TIG) – ou transsexualismo – caracteriza-se por uma forte identificação com o gênero oposto, por um desconforto persistente com o próprio sexo e por um sentimento de inadequação no papel social deste sexo. Trata-se de uma condição que causa um sofrimento psicológico clinicamente significativo e prejuízos no funcionamento social, ocupacional ou em outras áreas importantes da vida de um indivíduo.

À medida que os hormônios surtem efeito no corpo de Bruna, hoje com 33 anos, menos normal volta a se tornar o seu dia a dia. Tudo o que queria era continuar acordando todos os dias às 6h para trabalhar, sair às 17h e correr para a academia. Ainda desejaria chegar em casa, preparar o jantar e esperar o namorado. A espera era uma vitória diária por mais um dia sem ser tratada como diferente.

“Estou tentando lidar da melhor maneira possível. Eu me identifico com o gênero feminino, pois é o que mais se aproxima da forma como me vejo e me sinto, por isso a necessidade de mudar o meu corpo”, revela.

Do Ceará ao Rio de Janeiro

O nome de batismo ela rejeita e sequer gostar de revelar. Sempre enfrentou, no entanto, a punição da sociedade por ser supostamente diferente da maioria. A falta de legislação específica para casos como o de Bruna deixa pessoas à margem do conceito de cidadania. E ela não escolheu ser assim.

Quando ainda morava em Fortaleza, apareceram as primeiras características consideradas desapropriadas para o comportamento de um menino. Era meiga, super educada e tímida.

“Nos meus 5 anos de idade, foi a primeira vez que ouvi a palavra ‘veadinho’. Era reprimida por meus pais, que justificavam como proteção. Ia aos cultos obrigada, ouvia ameaças de ser lançada no inferno, de ser pecadora e amaldiçoada por algo que eu ainda nem entendia direito, que para mim era natural. Não via maldade nisso”, lembra.

Com o passar do tempo, o preconceito das pessoas foi aumentando. Na adolescência, começou a ser cobrada a se submeter a um enquadramento social. “Ouvi coisas absurdas e que me machucavam muito, sem eu saber o motivo de tanto ódio”.

Foi na Cidade Maravilhosa que realizou os sonhos de assistir ao Carnaval, estar nos lugares onde suas novelas preferidas eram gravadas, e o melhor de tudo: começar a se sentir vista de igual para igual. Construiu nome limpo e digno.

A transgênero conquistou espaço no mundo LGBT (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Transexuais e Transgêneros), sendo reconhecida como uma expressiva personalidade no meio. Mas ainda existiam obstáculos para uma vida feliz de fato.

O mais difícil para Bruna foi assumir que não era quem pensava que fosse e ter de fazer a transição. Não, ela não nasceu no corpo errado – como muitos dizem –, mas foi necessário haver adequação na forma como se vê para a forma como queria que as pessoas a vissem. “A partir daí, comecei o tratamento hormonal e acompanhamento psiquiátrico e psicológico para chegar ao ponto que desejava. A opção de mudar ou não é muito pessoal e depende de cada um. Cada um sabe o que está disposto a passar para ser quem é”.

Para a decisão, apoio é o que não lhe falta. Há 2 anos, Bruna Marx mora com o estudante de Educação Física Gustavo Benevides, de 20 anos. O primeiro namorado da transgênero e seu grande companheiro. “Pensei que jamais encontraria alguém disposto a enfrentar todo o preconceito que as pessoas trans passam. E, por consequência, que ele também passaria”, desabafa.

Benevides teve de sair de casa após a família descobrir o namoro. Foi um verdadeiro alvoroço. “Havia acabado há pouco um relacionamento heterossexual. Minha vida deu uma virada total. Mas queremos e gostamos de ficar juntos. Não nos preocupamos com o que os outros pensam. Estamos apenas preocupados em construir um futuro juntos”, afirma o estudante.

A vida depois da transição

Tudo o que Bruna passou, sejam coisas boas ou ruins, formaram o que ela é hoje. A transgênero se diz orgulhosa por todos os ‘nãos’ que ouviu e pelas portas que foram fechadas no caminho. “Tudo isso me fez querer lutar sem me importar com as consequências. Não podia me dar ao luxo de deixar a vida passar em vão. Creio que sou feliz e abençoada porque fui forte”.

Depois de assumir a identidade feminina, após a aposentadoria, Bruna pretende renascer para a vida. “Quando concluir minha transição – não pretendo fazer mudança de sexo –, vou retomar a faculdade, me informar e me engajar na luta contra a homofobia”.

A luta contra a legislação ela pode ter perdido, tendo que “abandonar” o emprego conquistado com tanta determinação. A nova identidade, conforme seus desejos, não a impedirá, entretanto, de continuar empenhada contra o que considera injusto e desigual. A foto no RG será apenas uma lembrança do que foi no passado, mas Bruna continuará sendo aquela que ainda mantém contato com os amigos do Ceará e que faz questão de citá-los para lembrar que não será outra pessoa.

“Minha sexualidade deixou de ser algo relevante. Agora acredito em mim e no meu potencial”, orgulha-se.


ISSO É UMA BICHONA

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Caros Amigos. Eu particularmente, entendo que a hierarquia atualmente no Brasil, seja integrada infelizmente pelo comandante supremo general Fidel Castro - Vice comandante o metalúrgico e sindicalista Lula da Silva e primeira rainha a moça da colina Dilma Rousseff e o resto são as autoridades "faz de contas" da república das bananas com as batatas. Acorda Brasil!

Enquanto isso na América Latina!
Tudo não passa de armação esquerdista para destruir a moral (polícia e etc) dos países Livres Ocidentais.
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- PORQUE “MÉDICOS” CUBANOS?
R: Aborto, o número de estupros no Brasil já ultrapassou o número de homicídios dolosos (aqui)

JULGAMENTO DO DEPUTADO BOLSONARO NO CONSELHO DE ÉTICA EXPÕE PSOL

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GOVERNO DO PT LEGALIZA A PROFISSÃO DE PROSTITUTA COMO EMPRESA INDIVIDUAL






Fonte: (aqui)

O que muita gente duvidava, já está acontecendo no Brasil. O governo do PT está esculhambando de vez com os valores morais da família brasileira. Prostituição agora tem o apoio total do governo federal. 

De acordo com a coluna do jornalista Ancelmo Gois, do jornal “O GLOBO”, a Caixa Econômica Federal fechou parceria com a Associação das Prostitutas de Minas Gerais (Aspromig). Com o título “Master Saliência”, a publicação afirma ainda que “as duas mil moças de vida difícil, filiadas, poderão aceitar cartão de crédito e débito”. 

O pagamento em crédito ou débito para o serviço sexual passará a valer a partir desta semana, segundo matéria publicada no portal R7. O convênio da Caixa com a Aspromig levará uma máquina de cartão para cada garota cadastrada, que poderá diversificar o pagamento. 

Com a iniciativa, inédita no Brasil, as garotas de programa passam a ser consideradas na prática como empreendedoras individuais. As prostitutas também receberão benefícios como qualquer outro trabalhador por abrir conta no banco como pessoa jurídica. 

De acordo com a presidente da Aspromig Cida Vieira, o registro da “compra” no extrato do cartão não vai “entregar” o cliente. “É um registro de pessoa jurídica, sigiloso. Tudo guardado a “sete chaves”. Com a adesão ao programa da Caixa Econômica, as prostitutas passam a ter cobertura da Previdência Social e benefícios como auxílio doença, salário maternidade, aposentadoria e taxas de financiamento diferenciadas. A Caixa Econômica Federal não se pronuncia sobre o assunto. Muito em breve, do jeito que a coisa vai caminhando, teremos o “Cartão Drogas” lançado por esse governo. 

Eu falo e “nêgo” duvida! 

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DEP. RONALDO CAIADO CRITICA O PROGRAMA MAIS MÉDICOS PARA O MINISTRO ALEXANDRE PADILHA

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terça-feira, 12 de novembro de 2013

A COISA FICOU PRETA PRA DONA XUXA



Xuxa a pouco tempo xingou Marco Feliciano e o acusou de "Monstro" pelas frases ditas contra a negros e gays. Ela acusou Feliciano de ser homofóbico e racista. Pois é, agora um gay pirado chama a Xuxa de Homofóbica, covarde, careta e babaca.

O Colunista se mostrando ofendido por Xuxa chamar Justin de Bi...inha faz pesadas criticas.

"Que eu saiba nunca foi nada barato consumir os produtos licenciados pela senhora, e inclusive a maneira como a senhora colaborou para transformar as crianças brasileiras em mini seres sexuais é tema exaustivo de debate entre especialistas e sociedade civil."

Ninguém aqui esta defendendo Justin das besteiras feitas no Brasil, mas realmente a Xuxa não tem moral pra falar de ninguém, uma mulher que faz filme dando para uma criança não tem moral pra chamar ninguém de bixinha, as palavras de Xuxa incomodaram o mundo gay...


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“DIFAMAÇÃO PURA” – UM ARTIGO DE OLAVO DE CARVALHO

Essa é só parte sobre esquerdismo


Leiam um artigo de Olavo de Carvalho publicado no “Diário do Comércio” (os negritos são meus). 12/11/2013 às 6:15
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Meu artigo “Nem um pouquinho” veio com um erro: o colunista Rodrigo Constantino não entrou na Folha, mas no Globo e na Veja. Quem foi para a Folha junto com o Reinaldo Azevedo foi o Demétrio Magnoli. Qualquer que seja o caso, a observação que fiz sobre as reações indignadas dos mandarins da esquerda foi exata, apenas incompleta. Esqueci de enfatizar que essas reações não se voltavam contra isto ou aquilo que os articulistas tivessem escrito, mas contra a sua simples presença na mídia. Não se tratava de refutar opiniões, mas de cortar cabeças.

Também deixei de observar que os apelos à guilhotina não vieram todos de fora, mas alguns apareceram nos próprios jornais onde os novos colunistas estreavam. Nunca, nunca, em toda a história da mídia brasileira, se viu uma pressão coletiva de jornalistas pela expulsão de algum colega socialista ou comunista da redação de qualquer jornal, estação de rádio ou canal de TV.
A solidariedade de classe entre os jornalistas brasileiros é só para os comunistas e seus companheiros de viagem. Até os direitistas correm para protegê-los, como se viu tantas vezes no tempo dos militares. Mas o infeliz liberal ou conservador, pego em flagrante delito de escrever artigos para a grande mídia, não tem perdão. É abandonado até pelos seus correligionários.
É verdade que os jornalistas da direita vêm ganhando algum espaço, mas no Brasil a esquerda está tão acostumada a mandar sozinha na mídia, que se escandaliza e espuma de raiva com isso. Em qualquer país decente, a direita e a esquerda repartem mais ou menos equitativamente os meios de difusão. No Brasil, quando a direita salta dos dois por cento para os cinco por cento, já é o alarma geral, em tons sinistros de quem anuncia um golpe de Estado. Um dos indignados, o indefectível Paulo Moreira Leite, mente como um vendedor de terrenos submarinos ao dizer: “Quem estava no centro foi para a direita. Quem estava à direita foi para a extrema-direita.” Constantino, Azevedo e Magnoli, desde que estrearam como colunistas, não mudaram de convicções em absolutamente nada. Foram os censores esquerdistas, como o próprio Moreira Leite, que, estreitando cada vez mais a área do direitismo permitido na mídia, passaram a rotular simples liberais de “extremistas de direita”, tentando criminalizá-los. Moreira Leite confunde maquiavelicamente a régua com o objeto medido.
Mais obsceno ainda é Antonio Prata, da própria Folha, que, imaginando fazer sátira, escreve: “Como todos sabem, vivemos num totalitarismo de esquerda. A rubra súcia domina o governo, as universidades, a mídia, a cúpula da CBF e a Comissão de Direitos Humanos e Minorias, na Câmara” – uma descrição bem exata e literal do estado de coisas. Tanto que vários leitores levaram a afirmativa a sério e a aplaudiram. O autor teve de avisar, “ex post facto”, que pretendera fazer piada. No meu tempo de ginásio, quem quer que ignorasse que não se satiriza a verdade tiraria zero de redação. Mas, para expulsar os liberais e conservadores da mídia, vale até um colunista se expor ao ridículo. Tudo pela causa.
Voltando ao sr. Moreira Leite, sei que é inútil tentar levar alguém como ele a um debate sério, mas, para dar aos leitores uma ideia de quanto o uso atual do rótulo de “extrema direita” na mídia é abusivo, notem esta distinção, que toda a ciência política do mundo confirma: a diferença de esquerda e extrema esquerda é de graus e de meios, a de direita e extrema direita é de natureza, de fins e de valores.
O esquerdista torna-se extremista quando quer realizar, por meios revolucionários e violentos, o mesmo que a esquerda moderada busca fazer devagar e pacificamente: a expansão do controle estatal na economia, visando à debilitação e, no fim, à extinção da propriedade privada dos meios de produção.
Totalmente diversa é a relação entre direita e extrema direita. Ser de direita, ou liberal, é ser a favor da economia de mercado, das liberdades civis e da democracia constitucional (a versão conservadora defende essas mesmíssimas políticas, mas o faz em nome da tradição judaico-cristã, que para o liberal não significa grande coisa). Se por extrema direita se entende aquilo que o vocabulário corrente e a esquerda em especial designam por esse nome, isto é, o fascismo e o nazismo, o fato que estou assinalando salta aos olhos da maneira mais clara e inequívoca: ser de extrema direita não é querer mais economia de mercado, mais liberdades civis, mais democracia constitucional — é querer acabar com essas três coisas em nome da ordem, da disciplina, da autoridade do Estado, às vezes em nome do anticomunismo, do combate à criminalidade ou de qualquer outro motivo. Não houve um só governo conhecido como de extrema direita que não fizesse exatamente isso. A conclusão é óbvia: passar da esquerda à extrema esquerda é somente uma intensificação de grau na busca de fins e valores que permanecem idênticos em essência. Passar da direita à “extrema direita” é mudar de fins e valores, é renegar o que se acreditava e, em nome de alguma urgência real ou fictícia, empunhar a bandeira do que se odiava, se desprezava e se temia. Constantino, Azevedo, Magnoli não fizeram isso. São odiados precisamente porque defendem o que sempre defenderam. Por isso o único meio de difamá-los é trocá-los de classificação, alistá-los à força no exército dos seus inimigos, identificá-los com tudo o que abominam e combatem.
Eis aí por que uma frase como a do sr. Paulo Moreira Leite – “passaram da direita à extrema direita” – é um expediente difamatório apenas, não uma afirmação séria, pensada, digna de um intelecto respeitável.
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Nos comentários, prefiro que vocês debatam teses, não nomes. Deixem com “eles” o monopólio da difamação. Combina.
Por Reinaldo Azevedo
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LOBÃO, RODRIGO CONSTANTINO E BENE BARBOSA: ESQUERDA CAVIAR E O DESARMAMENTO CIVIL

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Este domingo, dia 10 de novembro de 2013, os convidados do Lobão vão falar sobre a esquerda caviar, violência e desarmamento. Rodrigo Constantino vai nos contar também como anda a divulgação de seu mais novo livro, Esquerda Caviar, que de cara entrou nas listas dos mais vendidos e Bene Barbosa sobre o Movimento Viva Brasil e as insanas tentativas de manter o cidadão como pato gordo nadando no lago, ao sabor da bandidagem.

Lobão, Rodrigo Constantino e Bene Barbosa: a esquerda caviar e o desarmamento civil.
Transmitido ao vivo, dia 10/11/2013, via hangout, 22 horas (horário de Brasília)
SITE OFICIAL DO LOBÃO: http://www.lobao.com.br
SITE LOBÃO ENTREVISTA: http://www.lobaoentrevista.com.br
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SITE DO RODRIGO CONSTANTINO: http://rodrigoconstantino.blogspot.com.br/
COLUNA DO RODRIGO NA VEJA: http://veja.abril.com.br/blog/rodrigo-constantino/
FACEBOOK DO RODRIGO CONSTANTINO: http://www.facebook.com/rodrigo.constantino.90
YOUTUBE DO RODRIGO CONSTANTINO: http://www.youtube.com/user/constantinorodrigo
TWITTER DO RODRIGO CONSTANTINO: http://twitter.com/Rconstantino
SITE DO BENE BARBOSA (MOVIMENTO VIVA BRASIL): http://www.mvb.org.br
FANPAGE DO MOVIMENTO VIVA BRASIL: http://www.facebook.com/movimentovivabrasil
YOUTUBE DO MOVIMENTO VIVA BRASIL: http://www.youtube.com/user/presidentemvb
TWITTER DO BENE BARBOSA: http://twitter.com/presidentemvb 

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BLACK BLOCS AFIRMAM QUE SÃO FINANCIADOS POR ONGS NACIONAIS E ESTRANGEIRAS



ÉPOCA passou o fim de semana num campo de treinamento do grupo que adotou o quebra-quebra como forma de manifestação política.

REDAÇÃO ÉPOCA COM REPORTAGEM DE LEONEL ROCHA
08/11/2013 21h00 - Atualizado em 11/11/2013 11h27

Em um sítio no interior de São Paulo, pouco mais de 30 pessoas se reuniram, no fim de semana do Dia dos Finados, para organizar uma nova onda de protestos contra tudo e contra todos. O local se tornou um centro de treinamento para uma minoria que adotou o quebra-quebra como forma de manifestação política e ficou conhecida como Black Bloc. O repórter Leonel Rocha testemunhou as reuniões e relata na edição de ÉPOCA desta semana que, ao contrário do que afirmam órgãos de segurança federais e estaduais, eles não são manifestantes que aparecem nos protestos "do nada", sem organização. Os Black Blocs têm método, objetivos, um programa de atuação e, segundo afirmaram, acesso a financiamento de entidades estrangeiras.

De acordo com Leonardo Morelli, jornalista que coordena a ONG Defensoria Social, braço visível e oficial que apoia os Black Blocs, a ONG Instituto St Quasar, ligada a causas ambientais, já repassou, neste ano, € 100 mil aos cofres da entidade. Morelli recebeu a reportagem de ÉPOCA no sítio em São Paulo. Segundo ele, o próprio veículo (uma Kombi) que levou Leonel Rocha ao local do treinamento, a partir do vão livre do Museu de Arte de São Paulo (Masp), foi financiado com doação de entidades nacionais e estrangeiras. 

Morelli diz que um Jeep Willys também foi comprado com esse dinheiro. Ele também cita entre seus doadores organizações como as suíças La Maison des Associations Socio-Politiques, sediada em Genebra, e Les Idées, entidade ligada ao deputado verde Jean Rossiaud. Procurados por ÉPOCA, ambas negaram ter enviado dinheiro. Morelli diz que a Defensoria Social também foi abastecida pelo Fundo Nacional de Solidariedade, da CNBB. A CNBB negou os repasses. Morelli ainda relacionou entre seus contatos os padres católicos Combonianos e a Central Operária Boliviana.



TREINAMENTO

Leonardo Morelli, da ONG Defensoria Social, e três dos participantes do encontro. Ele influencia os Black Blocs com suas causas (Foto: Leonel Rocha/ÉPOCA)



O sítio black bloc 1. Sem sinal de animais ou lavoura, dois dos três casebres usados pelos ativistas são encobertos pela vegetação 2. Fachada da única casa habitável. Lá, tudo precisa de reparos 3. A mesa comprida chega até a cozinha. É usada para reuniões, não para refeições 4. Em cartazes e faixas espalhados pelas paredes que clamam por pintura, os Black Blocs pedem paz apesar de agir com violência (Foto: Leonel Rocha/ÉPOCA)


Em ÉPOCA desta semana, na reportagem Por dentro da máscara dos Black Blocs, Leonel Rocha relata o fim de semana com os ativistas que, de rostos cobertos, tomaram a frente dos protestos no país. E Todos contra a violência, outra reportagem da edição 807 (nas bancas a partir deste sábado e nos tablets), mostra diferentes grupos políticos e autoridades concordam que a democracia não pode conviver com movimentos que defendem o quebra-quebra como forma de protesto.



BLACK BLOC SEM MÁSCARA: LÍDER DE GRUPO ASSUME DINAMITES

LEONEL ROCHA
28/10/2013 11h30 - Atualizado em 28/10/2013 13h57


119 bananas de dinamite e cordões detonantes foram apreendidos na quarta-feira (23), em Guarulhos (Foto: Polícia Militar/Divulgação)

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CRISE DA SEGURANÇA AQUECE DEBATE SOBRE FIM DA POLÍCIA MILITARIZADA

“Ainda que eu ande pelo vale da sombra da morte, não temerei mal nenhum, porque tu estás comigo.” (Salmo 23.4)



Hébely Rebouças hebely@opovo.com.br

PROPOSTA 10/11/2013 NOTÍCIA
No Congresso, há pelo menos três PECs a favor da unificação das polícias em torno de um sistema civil.

Os números do recentíssimo Anuário Brasileiro de Segurança Pública são alarmantes: 70% dos brasileiros dizem não confiar na Polícia e pelo menos cinco pessoas morrem todos os dias vítimas da instituição que deveria protegê-las. A quantidade de mortos em intervenções policiais é quase cinco vezes maior que a registrada nos Estados Unidos. Tal diagnóstico esquentou ainda mais um debate que ganhou força após os protestos de junho: afinal, é mesmo este o modelo de Polícia que queremos?

Embora construída para recuperar e garantir direitos civis, a  Constituição de 1988 manteve a Polícia Militar como braço das Forças Armadas, que atuam em situações de guerra e encaram seus alvos como inimigos a serem derrotados. Para os críticos ao atual sistema de segurança pública, a ligação com o Exército seria a origem do suposto caráter violento da PM.

“Não cabe na democracia uma polícia que não está aí para proteger as pessoas, mas para combater o inimigo. Para se ter ideia, o juramento da PM jura obediência à hierarquia, e não o respeito à lei, que deveria estar acima de tudo”, defendeu Givanildo da Silva, líder do movimento nacional pela desmilitarização da PM, com nove comitês no País e perspectiva de ampliação para 18 até o fim do ano.

Com base nessa tese, pelo menos três propostas de emenda à Constituição (PEC) tramitam no Congresso Nacional para mudar a parte da lei que vincula a PM às Forças Armadas – uma delas de autoria do deputado federal Chico Lopes (PCdoB-CE), que autorizas os governos dos estados a desmilitarizarem a PM e a unificarem suas polícias.

Mas, o assunto está longe do consenso. “A hierarquia militar ainda é importante. Pôr fim a ela é aumentar o descontrole e até piorar a violação de direitos humanos. Corre-se o risco de perder controle total da instituição, de dar uma sensação de ‘liberou geral”, avalia o ex-secretário da Guarda Municipal de Fortaleza, Arimá Rocha, considerado responsável pelo suposto processo de “militarização” do perfil da Guarda.

O espelho civil

Vale ponderar que, se o parâmetro para a desmilitarização for a atuação das polícias civis, corre-se o risco de dar com os burros n’água. Práticas de tortura, violação de direitos e abuso de poder são chagas que atingem também as delegacias e seus agentes desfardados. No Ceará, a situação é grave. Hoje, do total de investigações que em andamento na Controladoria Geral de Disciplina dos órgãos de Segurança, cerca de 30% são contra policiais civis.

Por quê

ENTENDA A NOTÍCIA

A reação policial às manifestações deste ano virou prato cheio para a defesa de mudanças no sistema. Antes, em 2012, a Dinamarca chegou a recomendar, em reunião da ONU, que o Brasil extinguisse a Polícia Militar.

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BLOOD MONEY! DIVULGUEM!













DIVULGUEM!

Confira onde o filme Blood Money será exibido em sua cidade!

Acesse nosso site: http://bit.ly/bloodmoneyofilme



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POR QUE OS JOVENS DEVEM ASSISTIR BLOOD MONEY? (O PRODUTOR RESPONDE)
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Publicado em 11/11/2013

Breve entrevista com David Kyle, produtor do filme Blood Money (dinheiro de sangue), na pré-estreia em Brasília. O documentário - que não exibe imagens de abortos - traz fatos dos bastidores da milionária indústria do aborto nos EUA. Infelizmente, empenho semelhante - de maneira orquestrada - tem sido realizado no Brasil para que o aborto seja legalizado e para que mais pessoas possam ganhar dinheiro com a eliminação de vidas humanas e destruição das mulheres. Assista e forme sua opinião! Dia 15 de novembro nos cinemas.

BLOOD MONEY, ABORTO LEGALIZADO A INDÚSTRIA DO CRIME

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A Mulher que calou os illuminati em reunião no Brasil 

Aborto - O grito silencioso - Completo - dublado pt-br