quarta-feira, 28 de março de 2012

JUSTIÇA - RICARDO LEWANDOWSKI É O JUIZ MAIS SANTO DO JUDICIÁRIO BRASILEIRO


Papai do céu Lulallate, me dê o sono dos justos....















- Deus é brasileiro!!! Brasiiiiiilllll!!!!!

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Ricardo Lewandowski é o juíz mais pilantra e corrupto do judiciário brasileiro.
Mandou interromper uma investigação onde juizes são acusados de receber R$700.000,00 de auxílio moradia. (ah ele também recebeu...). Atualmente está tentando adiar o processo do mensalão até que os crimes prescrevam.
Ajude a combater a corrupção no Brasil, divulgue.

Isso tudo quer dizer que enquanto o Ricardo Lewandowsky não liberar o processo o país vai continuar nas mãos dos mensaleiros do Dirceu Lewandowerba




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ISTO É LEVANDOUISQUE:
FONTE: REVISTA ÉPOCA

Luis Marinho (prefeito), Ricardo Lewandowski, Luis Demarchi (dono do restaurante São Judas tadeu) e Lula pertencem a um mesmo círculo de amigos – e o relacionamento dos quatro vem se estreitando nos últimos tempos. O prefeito Marinho é um homem afeito a celebrações públicas. Nos últimos dois anos, organizou três homenagens a Lewandowski, cuja família fez história em São Bernardo.

Lewandowski esteve presente a todas. A mais recente foi no dia 28 de março, na Faculdade de Direito de São Bernardo, controlada pelo município. Lewandowski, com Marinho a seu lado, deu uma aula magna a um auditório lotado e foi saudado como o mais ilustre ex-aluno e ex-professor da faculdade. Um mês antes, Marinho inaugurara uma escola de educação infantil com o nome da mãe do ministro, Karolina Zofia Lewandowska, morta em 2010. Em 2011, Marinho já homenageara Lewandowski por ele ter sido o primeiro presidente do Conselho Municipal do Patrimônio Histórico e Cultural (Compahc) do município.

Lewandowski ingressou na vida pública pelas mãos dos Demarchis.
As famílias Lewandowski, de origem suíça, e Demarchi, sobrenome italiano, se conheceram em São Bernardo no final do século passado e se estabeleceram no mesmo pedaço de terra que hoje abriga o bairro Demarchi. Os Lewandowskis tinham um sítio onde fica hoje o condomínio de alto padrão Swiss Park, ao lado do restaurante e onde os Lewandowskis mantêm uma casa. A família Demarchi se orgulha de ter sugerido o nome de Lewandowski quando surgiu uma vaga no Supremo. “O único favor que pedimos ao Lula, que foi meu irmão Laerte quem pediu, foi para que ele colocasse o Ricardo como ministro, porque não sei que ministro ia se aposentar (era Carlos Velloso). O Lula falou: ‘Tudo bem’”, afirmou Walter Demarchi a ÉPOCA. E Lewandowski se tornou ministro em 2006.



Petição pública “Pelo Início do Julgamento do “Mensalão” no STF”:
http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoVer.aspx?pi=P2012N22495


Tem que ter pressão popular para garantir que esse processo não será engavetado!


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22/05/2012 às 21:27 \ Sanatório Geral

Toga na retranca

“Este ano ainda julgaremos o mensalão. A expectativa é não só dos ministros, mas da sociedade e também minha”.

Ricardo Lewandowski, ministro do Supremo Tribunal Federal e revisor do processo do mensalão, que continua segurando a bola para prorrogar o jogo até 2013 e chegar à decisão por pênaltis depois da mudança de dois batedores

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Amigos, ao teclado: (aqui) 

"O que me preocupa não é nem o grito dos corruptos, dos violentos, dos desonestos, dos sem caráter, dos sem ética... O que me preocupa é o silêncio dos bons."
Martin Luther King



Veja Mais Sobre Justiça: Os Togas Sujas (aqui)




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MEDICINA/PSIQUIATRIA - EUA: piloto sofre crise nervosa e provoca pânico em avião - Aviação Civil

Comandante foi trancado fora da cabine após gritar sobre bomba e Al Qaeda

Algemado, piloto da JetBlue deixou o avião direto para a ambulância Algemado, piloto da JetBlue deixou o avião direto para a ambulância (Steve Douglas / AP)
O piloto de um avião da companhia americana JetBlue sofreu uma crise nervosa durante um voo de Nova Iorque para Las Vegas provocando pânico entre os passageiros e obrigando a aeronave a realizar um pouso de emergência na cidade de Amarillo, no Texas.

Surto - Segundo testemunhas, o piloto deixou a cabine gritando quando faltavam cerca de duas horas para a chegada em Las Vegas. “Ele começou a falar sobre a Al Qaeda, uma possível bomba no avião, o Irã e o Iraque e sobre como todos nós iriamos cair”, relatou o passageiro Gabriel Schonzeit para o jornal local Globe-News.

Preocupado com o comportamento do colega, o co-piloto trancou a cabine de comando pelo lado de dentro. Fora de si, o piloto ainda tentou voltar ao comando da aeronave, dando socos na porta da cabine e gritando: “Temos que aterrissar esse avião”. Foi nesse momento que dois comissários de bordo, com a ajuda de seis passageiros, jogaram o comandante no chão e o imobilizaram. Um piloto fora de serviço que estava no voo assumiu o lugar vago no comando da aeronave.

"Senti que se ele entrasse na cabine, iria tentar colocar o avião abaixo. E não em um pouso seguro", afirmou para a rede americana CNN o policial nova-iorquino aposentado Paul Babakitis, um dos responsáveis pela ação contra o alterado piloto.

Com a situação controlada, o co-piloto desviou o curso para o aeroporto de Amarillo, onde uma ambulância, escoltada por policiais, aguardava para internar o comandante para uma avaliação médica. A JetBlue não revelou o nome do piloto envolvido no incidente.



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PINK FLOYD


O MURO QUE NEM O TEMPO CONSEGUIU DERRUBAR


Por Gary Graff, The New York Times News Service/Syndicate

NYTimes
Em julho de 1977, o Pink Floyd se reuniu nos estúdios Britannia Row, em Londres, para ouvir o baixista Roger Waters apresentar suas ideias para dois álbuns conceituais.


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Um, então intitulado "Bricks in the Wall", falava de um astro do rock em turnê e sua alienação, isolamento e depressão; o outro falava sobre uma única noite na vida de um homem, seus sonhos e ideias sobre casamento, família e fidelidade.
"O Roger tinha preparado os demos mais ou menos completos dos dois e disse: 'Um é meu álbum solo; o outro é da banda'", relembra o baterista Nick Mason. "E foi interessante porque embora 'The Wall' seja meio autobiográfico, todos nós nos identificamos com ele. A forma como o tema foi abordado e aquilo de que se tratava atingiu todos nós na veia e, por isso, foi mais fácil optar por ele."
"Foi uma decisão unânime", Mason continua. "Todo mundo quis fazer 'The Wall'".

NYTimes

Boa escolha. Lançado em 1979, "The Wall" se tornou um dos clássicos da banda, tão popular quanto "The Dark Side of the Moon" (1973), vendendo mais de 25 milhões de cópias no mundo inteiro. Chegou ao topo das paradas nos EUA e no Reino Unido e deu ao Pink Floyd seu single de maior sucesso, "Another Brick in the Wall (Part II)". Além disso, ficou em 87º lugar na lista dos 500 Melhores Álbuns de Todos os Tempos da Rolling Stone.
E "The Wall" continua firme e forte. Em 2010, Waters começou a apresentar o álbum inteiro num show aclamado pela crítica - uma produção de US$ 60 milhões que já foi exibida para mais de 1,6 milhão de pessoas (por enquanto). No início deste ano, como parte do catálogo "Why Pink Floyd?", a banda lançou as edições "Immersion" e "Experience", acrescentando os demos originais de Waters e subsequentes gravações não lançadas da banda, além de documentário, gravações ao vivo e outros materiais.
"'The Wall' é incrivelmente simbólico, talvez até mais agora do que quando o compus", diz Waters, que deixou o Pink Floyd em 1985 e processou (sem sucesso) Mason e o guitarrista David Gilmour quando os dois optaram por continuar juntos. "Era sobre um cara que tem tanto medo que acaba se acostumando a ele. Suas defesas são tão poderosas por causa de seu sentimento de inadequação... ele acaba construindo um muro em torno de si e se isola do mundo."

NYTimes

"É estranho como geralmente o macro e o micro se refletem", o baixista continua, "de modo que a história de um homem, seus relacionamentos fracassados, sua vergonha e seus problemas refletem a nossa situação global/política/religiosa. Há um muro entre o norte e o sul; outro entre os ricos e os pobres. Há, com todo o respeito, um muro que chamamos de imprensa entre os cidadãos e a realidade da vida".
"Ele descreve uma condição muito mais ampla, mais universal do que imaginamos em 1980, mas acho que é isso que ainda faz o público continuar se identificando".
"Não foi fácil fazer 'The Wall'; havia muita política na banda, o que não ajudou em nada" relembra Waters - tanto que o tecladista Rick Wright acabou sendo expulso. Apesar disso, Mason recorda o período como sendo um dos mais criativos do grupo.

AP Images

"O pessoal tem uma ideia de que esse álbum foi feito por pessoas revoltadas, que se detestavam, mas esse não é bem o caso", dispara Mason que se apresentou ao lado de Gilmour e Waters para uma apresentação de "The Wall" no O2 Arena de Londres em 2011. "Praticamente durante o álbum todo o clima foi bem civilizado, a energia era positiva. O negócio começou a azedar depois, quase no final das gravações - e aí teve uma explosão entre o Roger e o Rick quase no fim do processo."
"Apesar disso, a coisa toda foi bem criativa e profissional", ele continua. "O trabalho de produção foi muito maior que dos outros álbuns, tivemos que pensar muito bem sobre cada uma das partes, tocar cada uma delas em separado e não fazer a coisa completa, como antes."

AP Images

O produtor Bob Ezrin, que trabalhava com a banda pela primeira vez, fez questão de dar atenção aos menores detalhes, numa metodologia inclusiva que, às vezes, ia de encontro à visão de Waters.
"Sob vários aspectos, o trabalho do Bob teve um valor inestimável", diz Mason. "Ele estava o tempo todo produzindo ideias e achava que até uma ideia ruim podia ser boa no sentido de que, se fosse rejeitada, a pessoa teria que oferecer uma opção melhor."
Foi Ezrin que sugeriu a diferenciação rítmica tão distinta em "Another Brick in the Wall (Part II)".
"O Bob estava decidido a fazer um single disco, com aquela batida", relembra Mason com uma risada. "Sabe Deus por que resolvemos ouvi-lo. Se fosse pelo nosso instinto, não ia rolar de jeito nenhum, mas acho que acabamos curiosos com a possibilidade e depois que começamos a trabalhar nela, pegamos o jeito - e até botamos fé que poderia dar certo..."
"Eu fiquei meio surpreso por ter feito tanto sucesso", admite Waters, "mas também muito orgulhoso de tudo o que fizemos naquele álbum. O sucesso foi inacreditável... e ainda hoje ele se destaca musicalmente".

AP Images

Quanto à expulsão de Wright, arquitetada por Waters, mas com o aval de Gilmour e Mason, hoje o baterista se arrepende.
"Acho que a gente não devia ter deixado acontecer", ele confessa. "Todo mundo andava numa fase meio brava. Aposto que até o Roger acha que foi meio injusto... mas será que se tivesse agido de outro modo e evitado a expulsão teria sido melhor? Não sei. De repente a gente acabaria um ameaçando o outro ou fazendo alguma coisa mais drástica. Embora tenha sido uma coisa impensada, não sei se teria dado certo de outro jeito."
Wright participou da turnê seguinte como músico contratado e não como membro da banda - e essa versão de "The Wall", uma produção grandiosa com 31 apresentações em quatro cidades em 1980 e 1981, está registrada em "Is There Anybody Out There: The Wall Live 1980-81" (2000), um álbum incluído no novo pacote "Immersion". Ironicamente, a turnê acabou dando prejuízo e Gilmour, Mason e Waters perderam dinheiro enquanto Wright, por ser contratado, foi o único que se deu bem. Ele foi readmitido no grupo no fim dos anos 80, mas morreu em 2008.

AP Images

E "The Wall" continua vivo: virou filme em 1982, dirigido por Alan Parker e estrelado por Bob Geldof, vocalista do Boomtown Rats. Em 1990, Waters fez um espetáculo estrelado para comemorar os dez anos da queda do Muro de Berlim - e depois de tocar "The Dark Side of the Moon" na íntegra com sua própria banda em 2007/2008, começou a pensar em levar "The Wall" para a estrada de novo.
"Eu comecei a pensar nisso", ele relembra, "e quando me recuperei da turnê anterior, tive aquela sensação de que valia a pena tentar pelo menos mais uma vez, de que poderia virar alguma coisa boa".
A produção de Waters, mais uma vez, gira em torno de um muro de verdade - 73 metros de comprimento e dez de altura - construído durante a primeira metade do show e destruído no final. O espetáculo usa vários bonecos criados por Gerald Scarfe, que trabalhou para o projeto original, além de projeções, efeitos especiais (incluindo o famoso porco voador) e imagens de cunho sócio-político que ajudam a dar ao show um significado muito maior.
"É uma peça de teatro", Waters resume, "mas com engenharia e tecnologia melhoradas, principalmente as técnicas de projeção. Agora podemos fazer uma imagem bem brilhante em toda a extensão do estádio, coisa que antes não dava. É muito visual, ou seja, a gente toca baseado em deixas calculadas eletronicamente. Eu não ligo; prefiro sacrificar a liberdade dos guitarristas para criar um show que emocione as pessoas e tenha cunho político".

AP Images

As várias encarnações novas de "The Wall" surgiram durante um período de relativa paz entre os membros do Pink Floyd: os quatro se reuniram para uma apresentação no Live 8, em 2005, e Mason revela que quando ele, Waters e Gilmour tocaram em Londres no ano passado, foi relativamente tranquilo.
"Foi legal até", diz o baixista. "Deu para ver que a gente ainda pode trabalhar junto, ficar na companhia um do outro e, lá no fundo, ainda ficou a amizade."
"Acho que conforme a gente foi envelhecendo, foi ficando mais esperto", Mason conclui. "Se fosse para se arrepender de alguma coisa, acho que seria de não ter amadurecido antes para poder trabalhar mais, fazer mais coisas juntos. Infelizmente, o mundo da música não é o melhor lugar do mundo para crescer."
(Gary Graff é redator de Beverly Hills, Michigan.)
The New York Times News Service/Syndicate – Todos os direitos reservados. É proibido todo tipo de reprodução sem autorização por escrito do The New York Times._NYT_




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terça-feira, 27 de março de 2012

Copenhague: Vejam como os passageiros da Estação Central de Copenhague começaram bem a tarde - Flashmob

26/03/2012
às 18:35 \ Tema Livre

Não é qualquer dia que um passante qualquer de uma estação de metrô e trens, pouco depois das duas e meia da tarde, tem essa colher de chá: ouvir, como se surgisse do nada, o Bolero de Ravel tocado por uma das mais antigas orquestras profissionais do mundo, a Filarmônica de Copenhague, na Dinamarca, em atuação desde 1843.
O próprio maestro titular da orquestra, Jesper Nordin, atuou para o público presente na Estação Central da capital dinamarquesa.
Confira a alegria das pessoas, nesse vídeo de alta qualidade:







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DESTRUIÇÃO DE ISRAEL - PSTU decide me atacar em seu site, claro! Legenda que recebe dinheiro do Fundo Partidário reitera conteúdo de texto que pede o fim de um país

27/03/2012 às 6:51

A defesa que o PSTU faz em seu site da destruição de Israel é tema mais importante do que parece. E eu direi por quê. Comecemos por uma questão geral.

A boçalidade não tem ideologia. 
Pode vestir qualquer camisa. Mas só os boçais de extrema esquerda têm a cara de pau de afirmar que agem movidos por intenções humanistas. A canalha fascista não disfarça seu intento: é violenta, ignorante, extremista… E diz que o mundo é assim mesmo; quem pode mais chora menos, e o resto que se dane! Já a canalha comunista, ou seus herdeiros contemporâneos — afinal, falar em comunismo, hoje, parece um flerte com os tiranossauros —, pretende disfarçar sua violência, sua ignorância e seu extremismo com nobres propósitos em favor da igualdade. Em nome dela, então, todos os crimes lhe são permitidos. É assim hoje — o Brasil está coalhado de ladrões de esquerda; alguns viram até “consultores de empresas privadas”; e assim foi no passado.

Já notei aqui e o faço de novo: FELIZMENTE, PARA O BEM DA HUMANIDADE, os admiradores dos vários fascismos não chegam a ter importância nem residual nas democracias. É justo que assim seja! Quem quer que fale em nome daqueles valores está a escarnecer de milhões de mortos. Mas me digam: e os que se querem herdeiros do pensamento socialista ou comunista? São melhores dos que os neofascitas? Em essência, são idênticos. Para efeitos práticos, são ainda piores porque muito mais numerosos. São onipresentes: estão nos partidos, nas escolas, nos governos, nas igrejas, nas ONGs, nas fundações de grandes conglomerados capitalistas (os espertinhos…).

Muito bem! Escrevi ontem um post sobre um artigo publicado no site do PSTU. Falando claramente em nome do partido, o autor pede nada menos do que a destruição do estado de Israel. Que fique claro: o texto não aceita nem sequer aquela que, para todos os efeitos, é hoje a posição oficial da Autoridade Nacional Palestina (AP): dois povos, dois estados! Nada disso! O PSTU acusa a antiga OLP (Organização Para a Libertação da Palestina) e seu então líder, Yasser Arafat, de capitulação. Outro capitulante seria Mahmoud Abbas, atual presidente da AP. Ao PSTU, não serve nada que não seja a destruição de Israel. E deixa claro que qualquer outra solução ou é tola ou está comprometida com o sionismo. Só com o fim de Israel, sustenta o texto, a região alcançará a paz, livre do racismo.

Entenderam, agora, por que faço aquela introdução sobre a natureza da esquerda? O PSTU pede o fim de Israel em nome, vejam vocês, do fim do racismo! 

Os nazistas também gostariam de acabar com Israel — de verdade, com todos os judeus. Porque eles não gostam de judeus. Estes outros, que são seus aliados objetivos, têm o cinismo de falar em nome das crianças palestinas — a exemplo do que fazem notórios assassinos, como o Hamas, o Hezbollah e Mahmoud Ahmadinejad.

PSTU reitera conteúdo de texto

O PSTU, nem poderia ser diferente, decidiu me atacar em sua página na Internet. O texto está aqui (eles nunca tiveram tantas visitas). O curioso é que não há recuo, matização de posições, nada! Ao contrário! O partido, nota-se, reitera os termos do artigo anterior. Continua, pois, a defender a destruição do estado de Israel — como Mohammed Merah, o assassino da França.

Tudo bem? Liberdade de expressão? Uma ova! O PSTU é um partido legalizado. Está sujeito, pois, às balizas institucionais da democracia brasileira. 

A Constituição, a Lei dos Partidos e a Lei Antirracismo punem esse tipo de comportamento. Trata-se de um crime. Não é só! Em parte, todos nós estamos financiando essa boçalidade porque a legenda recebe dinheiro do Fundo Partidário. Como sabemos todos, para escândalo do bom senso, partidos são entidades semiestatais no Brasil. Recebem grana para fazer a sua pregação. Na campanha eleitoral, tem ainda acesso ao horário eleitoral gratuito, que também custa uma fábula.

Assim, o Tesouro Nacional está financiando uma entidade que pede, abertamente, o fim de um país — e isso quer dizer, na prática, que o PSTU endossa todas as ações violentas contra Israel. 

Não por acaso, critica Abbas, que hoje lidera o Fatah (corrente adversária do Fatah), por sua suposta posição conciliadora com Israel. No texto, eles me caracterizam, ora vejam!, como “direita” (estou enganado ou a pauta do nazismo é a deles?) e se colocam com os grandes defensores dos negros, das mulheres, dos homossexuais… Não, acho que ao menos não tiveram a ousadia de se dizer defensores também dos judeus…

ENQUANTO O PSTU MANTIVER AQUELE TEXTO NO AR E ENQUANTO NÃO FIZER UM MEA-CULPA, estará violando a Constituição e duas leis, com o patrocínio do estado brasileiro. 

Desconheço coisa semelhante no Brasil e no mundo a não ser, obviamente, saída da pena de nazistas e de extremistas islâmicos. O PSTU pode espernear o quanto quiser. Entendo que está cometendo um crime e violando a Constituição. E crime inafiançável.

Eis aí: esse caso ilustra como poucos a máxima que acompanha as esquerdas desde as suas origens, marca do período chamado “Terror”, na Revolução Francesa. Todas as suas virtudes são virtudes, mas todos os seus crimes também são virtudes. 

Todos os crimes dos seus adversários são crimes; mas todas as suas virtudes também são crimes. Logo, para eles, não há diferença entre o criminoso e o virtuoso. Um indivíduo será uma coisa ou outra a depender do lado em que esteja. Se com eles, virtuoso; se contra eles, criminoso. Um militante do PSTU deve achar criminoso que um neonazista queira a destruição de Israel. Mas certamente acha uma virtude que o seu partido queira a mesma coisa.

É por isso que as esquerdas mataram tanto. Foi para o nosso bem!

Por Reinaldo Azevedo