sexta-feira, 11 de julho de 2014

SOLUÇÕES COMEÇAM COM A VERDADE! NÃO SE TRATA DE "OCUPAÇÃO" - SE TRATA DO ISLÃ



"Por Daniel Greenfield e Osvaldo Aires" 

Os corpos dos três adolescentes israelenses assassinados, Naftali, 16 anos, que gostava de jogar basquete, Gilad, 16 anos, que tinha acabado de fazer um curso de mergulho e Eyal, de 19 anos de idade, com sua guitarra, vão enfrentar o mesmo horrível desfile com os seguradores de alça de caixão que acompanham todas as vítimas do terrorismo.

Os repórteres irão rabiscar alguma coisa sobre "assentamentos" e "Ciclo de Violência". Os diplomatas vão exigir contenção e lembrar a todos que a única solução possível é através de negociações com os terroristas. E os especialistas irão colocar tudo em perspectiva, enterrá-los sob camadas de palavras, colocando em seus caixões o peso das pedras do esquecimento.

Mas todas as palavras vazias sobre "Ocupação", "Ciclo da Violência", invocação de uma solução pacífica, sempre prestes a chegar, mas que nunca chega, e sobre os mapas que cedem mais territórios para terroristas, estão abordando um problema que não existe.

O problema não se trata de território físico, mas sim de território espiritual. Não se trata de nacionalismo. Trata-se do islamismo.

Não se trata de "Ocupação." Se trata do Islã e isso que fique bem claro é, e sempre foi, um problema mundial.

"Eu criei os meus filhos com base na religião [islâmica], eles são pessoas religiosas, honestas e de mãos limpas, e o objetivo deles é trazer a vitória para o Islã", disse a mãe de um dos assassinos do Hamas.

Não se trata de uma nação Palestina. Não se trata de uma solução de dois estados. Não se trata de quarenta por cento disto ou sessenta por cento daquilo, se trata SOMENTE da vitória do Islã.

Naftali, Gilad e Eyal foram assassinados pelo mesmo motivo que inúmeras pessoas foram mortas na Síria, Iraque, Egito, Afeganistão, Nigéria e Paquistão, sem mencionar o Reino Unido e os Estados Unidos.

Eles foram assassinados em nome de uma guerra religiosa que já se arrasta por mais de mil anos. Os Muçulmanos não começaram de repente a matar Judeus, em 1948 ou 1929. Eles não começaram a matar Cristãos por causa da política externa norte-americana ou por causa do negócio do petróleo.

Os Muçulmanos não começaram a matar Judeus e Cristãos por causa da política externa. Eles começaram a perseguir e a matar seus vizinhos Cristãos e Judeus porque a sua religião lhes disse para fazê-lo.

Hamas, o grupo terrorista que assassinou os três adolescentes, não é uma organização nacionalista Palestina, embora, ocasionalmente, faça de conta que é. Sua carta de constituição começa com Alá e termina com Alá. O artigo Quinto da sua carta afirma que o grupo se estende para "onde quer que hajam Muçulmanos no planeta Terra, que adotem o Islã como seu modo de vida."

Seu objetivo é criar um estado Islâmico. Todo o resto é secundário.

A carta do Hamas descreve o grupo como parte do "Movimento da Irmandade Muçulmana". Os terroristas da Irmandade matam Judeus em Israel, pela mesma razão que matam Xiitas na Síria ou Cristãos Coptas no Egito.

O artigo Sétimo da Carta do Hamas termina com o infame Hadith Islâmico que proclama que o fim dos tempos Muçulmanos só virá quando os "Muçulmanos lutarem contra os Judeus (e matá-los); até que os Judeus se escondam atrás das pedras e das árvores, que irá gritar: Ei Muçulmano! Há um judeu se escondendo atrás de mim, venha e mate-o!"

A fora a óbvia intolerância genocida, esta é uma citação de um texto de mais de mil anos de idade. Seu autor não estava pregando o assassinato em massa de Judeus por causa de assentamentos na Cisjordânia. Na época os Muçulmanos governavam a subjugada população judaica do Oriente Médio. Os Judeus não eram uma ameaça para eles. A ideia de um exército judaico, à época, era tão ridícula quanto viajar para a lua.

O ódio que vaza deste texto não tem nada a ver com Israel e tem tudo a ver com o Islã.

A insistência em uma explicação política externa para o anti-semitismo Muçulmano é tão a-histórica, quanto afirmar que Hitler apenas odiava os Judeus por causa da Guerra do Yom Kipur. Só que, pelo menos, estes dois eventos aconteceram no século XX. O Islã vem odiando e perseguindo os Judeus por mais de 1300 anos antes do renascimento do moderno Estado de Israel.

Há duas maneiras de olhar para a praga do terrorismo Muçulmano espalhado pelo mundo. Uma é abordando cada conflito Islâmico com Cristãos, Judeus, Budistas, Hindu e com uma dúzia de outras religiões submetidas a algum tipo de queixa política. A outra é entendê-la como expressão local de uma guerra religiosa histórica e a continuação da onda de conquistas que fez do Islã uma religião mundial.

Nós podemos ser como os seis cegos tateando o elefante Islâmico e dizendo que o seu tronco corporal e presa são coisas totalmente distintas. Ou podemos abrir os olhos e ver o elefante na sala.

A carta do Hamas começa com o Alcorão louvando os Muçulmanos "como o melhor povo" e amaldiçoando Cristãos e Judeus a serem "afligidos com a degradação" por terem "provocado a ira de Alá."

Esta não é uma declaração do nacionalismo Palestino. É uma declaração da supremacia Islâmica.

Nada é negociável na dominação. A dominação não pode ser aplacada. A dominação não quer um pedaço do bolo. Ela quer todo o bolo. Os aliados aprenderam isso da pior maneira, com Hitler. Assim também foi com os incontáveis ​​reinos que tentaram viver em paz com os exércitos dos conquistadores Maometanos.

Se Israel nunca houvesse existido, o Hamas ainda assim existiria, assim como os outros braços da Irmandade Muçulmana existem em outros lugares por todo o Oriente Médio. Mesmo que o sionismo não existisse, ainda assim a Irmandade Muçulmana perseguiria os Judeus sob seu controle, assim como perseguiu os Cristãos no Egito e na Síria.

Se Netanyahu, Sharon, Begin e outros mil vilões israelenses dos apologistas do Islã nunca tivessem nascido, ainda assim os seguidores de Maomé teriam ido matar Judeus, da mesma forma como o fizeram por mais de mil anos.

Se as cores azul e branca nunca tivessem tremulado sobre Jerusalém, se os Judeus tivessem permanecido oprimidos e perseguidos nas terras do Islã como os coptas e os zoroastristas os adolescentes, Naftali, Gilad e Eyal ainda assim teriam sido assassinados por dois assassinos que foram criados por suas mães para conduzir "o Islã à vitória".

Não existe solução política para um conflito de supremacia. Nenhuma quantidade de retiradas que possam fazer a intolerância desaparecer. Se mil anos de humilhações e perseguições judaicas não satisfizeram os ancestrais dos assassinos desses três adolescentes, como é que entregar parte de Jerusalém resolveria o problema?

Soluções começam com a verdade. A verdade é que a violência Islâmica contra os Judeus não é recente nem excepcional. O assassinato de Judeus por Muçulmanos, seja em Israel ou na Bélgica, não é diferente da brutalidade Muçulmana contra Cristãos, Hindus, budistas e até mesmo contra credos minoritários dissidentes Muçulmanos. Esses conflitos não podem ser resolvidos por meio de conciliação. Eles só podem ser resolvidos através da resistência.

Não são as vítimas de uma milenar campanha supremacista que precisam apaziguar seus conquistadores. São os conquistadores que devem por um termo aos horrores infligidos por eles através de uma campanha de colonialismo e de limpeza étnica e buscar o perdão de suas vítimas.

Não pode haver paz até que os Muçulmanos entendam que as conquistas Maometanas foram uma atrocidade genocida que destruiu povos e culturas inteiras. Só então eles poderão honestamente condenar ISIS por tentar repetir aquelas atrocidades. E só então eles serão capazes de viver em paz com o resto do mundo.

ISRAEL E AS FORÇAS DO BEM E DO MAL

Eu entendo que, diante dos fatos, uma pessoa não mudar suas ideias, aí já é uma questão de caráter e inteligência que não são aspectos antagônicos.

Não tem jeito é a eterna luta do bem contra o mal.

Israel além dos inúmeros e muitos distantes índices positivos de avanços humanitários com relação a toda a região - e a comparação não é só sobre o mundo árabe - é o único país do mundo que foi feito sem guerra.

Só existe um único povo que foi chamado de povo - o povo de Israel, o resto são invasores Árabes ou outro qualquer. Os seguidores de 
Yasser Arafat nascido em 24 de agosto de 1929 na Província do Cairo Egito são todos comunistas. 
Que raio de povo é esse afinal de contas?
Yasser Arafat foi o líder da Autoridade Palestiniana, presidente (desde 1969) da Organização para a Libertação da Palestina (OLP), líder da Fatah, a maior das facções da OLP, e co-detentor do Nobel da Paz.
Todos os inimigos de Israel são socialistas.

Quando foi decretado o Estado de Israel pela ONU, oficialmente anunciado em 14 de maio de 1948, Israel já possuía essas suas próprias terras por que Israel foi o único povo que sempre habitou essas terras continuamente desde 5774, e é o único povo denominado por Deus e Jerusalém foi construída pelo Rei David para ser a capital de Israel.

As terras de Israel, foram ao longo do tempo expropriadas, por vários povos em todas as épocas. Recentemente teria sido criado um fundo internacional para a compra de mais terras pertencente a Israel, portanto quando foi decretado o Estado de Israel Israel já existia, de fato, com sempre existiu.

Israel concordou em ceder, por varias vezes, parte de suas próprias terras para aumentar ainda mais as terras ocupadas por palestinos - a palavra Palestina quer dizer povos invasores que vieram do mar.

Palestinos nunca foi povo é no máximo uma denominação de varias tribos e se Israel viesse a ser destruído, como é a proposta Islâmica, eles vão continuar se matando.
Nos países islâmicos suas constituições é o Alcorão que prega não só a destruição de Israel, mas as dos judeus também, essa escravização ou destruição se estende para toda o resto da humanidade – Islã não por acaso quer dizer submissão.

Veja bem, o Estado Palestino está dentro das terras de Israel e Israel nunca se opôs a criação desse Estado invasor.
O mundo árabe é que nunca concordou com a criação do status dado pela ONU ao Estado de Israel. E por que?
Porque não só os Árabes como muitos outros povos sempre invadiram essa área e recentemente quando estava sobre o domínio do Islã, junto como a Europa, os judeus assim como nenhum outro povo nunca ficaram com mi mi mi e fazendo atentados terroristas pelo mundo a fora.

Israel é definido como um "Estado Judeu e Democrático" em suas Leis Básicas, e é o único Estado de maioria judia do mundo.
Após a adoção de uma resolução pela Assembleia Geral das Nações Unidas em 29 de novembro de 1947, recomendando a adesão e implementação do Plano de Partilha da Palestina para substituir o Mandato Britânico, em 14 maio de 1948, David Ben-Gurion, o chefe-executivo da Organização Sionista Mundial e presidente da Agência Judaica para a Palestina, declarou o estabelecimento de um Estado Judeu em Eretz Israel, a ser conhecido como o Estado de Israel, uma entidade independente do controle britânico.

As nações árabes vizinhas invadiram o recém-criado país no dia seguinte, em apoio aos árabes palestinos. Israel, desde então, travou várias guerras com os Estados árabes circundantes, no decurso das quais ocupou estrategicamente, por defesa própria, os territórios da Cisjordânia, Península do Sinai, Faixa de Gaza e Colinas de Golã. Partes dessas áreas ocupadas, incluindo Jerusalém Oriental, foram anexadas por Israel, mas a fronteira com a vizinha Cisjordânia ainda não foi definida de forma permanente.


A presença israelense na Cisjordânia é legal? Assista e aprenda.



Israel assinou tratados de paz com Egito e Jordânia, porém os esforços para solucionar o conflito israelo-palestino até agora não resultaram em paz.
Israel é uma democracia representativa com um sistema parlamentar, representação proporcional e sufrágio universal. O primeiro-ministro serve como chefe de governo e o Knesset como o corpo legislativo unicameral do país.

Israel tem uma das mais altas expectativas de vida do mundo e é considerado um país desenvolvido, sendo membro da OCDE e da ONU. E é o único país democrático das regiões próximas  - e do conflito.

A criação de Israel se baseou numa resolução aprovada um ano antes na Organização das Nações Unidas (ONU) e que previa a divisão do então território da Palestina em dois estados: Um árabe e um judeu. Na época, a Palestina estava sob administração britânica e era habitada por uma maioria árabe. Por isso, a resolução da ONU, que foi aceita por líderes judeus, acabou sendo recusada pelos governantes dos países árabes vizinhos da Palestina.

As discussões diplomáticas ainda estavam quentes quando líderes judeus se apressaram para decretar a independência de Israel em maio de 1948. A resposta árabe foi imediata: no dia seguinte à declaração de independência, Egito, Síria, Líbano e Iraque atacaram o novo país. 


Cerca de 750 mil árabes que viviam na região foram obrigados a fugir por causa do conflito. Por outro lado, 800 mil judeus residentes em países como Síria, Iraque, Tunísia, Líbia e Iêmen deixaram às pressas seus lares, a maioria tornando-se imediatamente cidadãos de Israel.

A vitória israelense viria no ano seguinte, em 1949, garantindo a sobrevivência do novo país. Mas, longe de tranquilizar as coisas, o resultado do conflito só semeou mais violência na região. Violência que dura até hoje.


A ISLAMIZAÇÃO

Somente a partir de 1447 é que as coisas começaram a mudar para o Ocidente subjugado ao Islã.
O Islã foi criado em 600 na Arábia Saudita que não era colônia de ninguém. O Islã é uma doutrina militar que em 150 anos de existência já tinha tomado e escravizava terras do Império Romano em toda a África do Norte e boa parte da Europa.
O Islã considera grande parte da Europa como seu território e quem moram neles são considerados escravos - a palavra escravo quer dizer Eslavo que é um povo branco da Europa.

A escravidão acabou no ocidente e no mundo, por que outro povo branco lutou e determinou seu fim - os Ingleses.

A politica e economia da escravidão até hoje é dominada pelo Islã e, portanto ela ainda existe no mundo islâmico e somente 1962 é que foi abolida na Arábia Saudita, por exemplo.

As cruzadas cristãs foram apenas uma reação à escravidão islâmica.
Para o mundo islâmico Israel além de não existir tem que serem eliminados e escravizados.

Ao contrário de seus maiores inimigos Israel não possui petróleo e seu produto interno bruto (PIB) nominal foi o 40º maior do mundo em 2011, enquanto o país tem o mais alto padrão de vida do Oriente Médio.
O primeiro registro histórico conhecido do termo Israel surge na Estela de Merneptá, monumento que celebra as vitórias militares do faraó Merneptá, datado do final do século XIII a.C. O nome Israel é o único precedido pelo determinativo para povo, assinalando a sua distinção em relação às populações de cidades-Estado presentes na mesma inscrição, o que sugere uma identidade contrastante com a dos seus vizinhos.

RAÍZES HISTÓRICAS 


Extensão do Reino de Israel e Judá no século XI a.C.

história da Antiga Israel abrange o período desde o século XX a.C. até à expulsão e Diáspora do povo judaico no século I, na área compreendida entre o Mar Mediterrâneo, o deserto do Sinai, as montanhas do Líbano e o deserto da Judeia. 

Concentra-se especialmente no estudo do povo judeu neste período, e de forma secundária dos outros povos que com ele conviveram, como os filisteusfeníciosmoabitas,idumeushititasmadianitasamoritas e amonitas.

As fontes sobre este período são principalmente a escrita clássica como a Bíblia hebraica ou Tanakh (conhecida pelos cristãos como Antigo Testamento), o Talmude, o livro etíope Kebra Nagast e escritos de Nicolau de Damasco, Artapano de Alexandria, Fílon e Josefo.

Outra fonte principal de informação são os achados arqueológicos no EgitoMoabeAssíria ou Babilónia, e os vestígios e inscrições no próprio território.

Terra de Israel, conhecida em hebraico como Eretz Israel, é sagrada para o povo judeu desde os tempos bíblicos. De acordo com a Torá, a Terra de Israel foi prometida aos três patriarcas do povo judeu, por Deus, como a sua pátria; estudiosos têm colocado este período no início do 2º milênio a.C.

A terra de Israel guarda um lugar especial nas obrigações religiosas judaicas, englobando os mais importantes locais do judaísmo (como os restos do Primeiro e Segundo Templos do povo judeu).

A partir do século X a.C.35 uma série de reinos e estados judaicos estabeleceram um controle intermitente sobre a região que durou cerca de 150 anos, para o Reino de Israel, até à sua conquista pelos assírios em 721 a.C., e quatro séculos para o Reino de Judá, até à sua conquista por Nabucodonosor em 586 a.C. e destruição do Templo de Salomão pelos babilónios

Em 140 a.C. a revolta dos Macabeus levou ao estabelecimento do Reino Hasmoneu de Israel, cuja existência enquanto reino independente durou 77 anos, até à conquista de Jerusalém por Pompeu em 63 a.C, altura em que se tornou um reino tributário do Império Romano.

Sob o domínio assírio, babilônico, persagrego, romano, bizantino e (brevemente) sassânido, a presença judaica na região diminuiu por causa de expulsões em massa. Em particular, o fracasso na revolta de Bar Kokhba contra o Império Romano em 132 resultou em uma expulsão dos judeus em larga escala.

Foi durante este tempo que os romanos deram o nome de Syria Palæstina à região geográfica, numa tentativa de apagar laços judaicos com a terra. No entanto, a presença judaica na Palestina manteve-se, com o deslocamento de judeus da Judeia para a cidade de Tiberíades, na Galileia. No início do século XII ainda permaneciam cerca de 50 famílias judaicas na cidade. A Mishná e oTalmud de Jerusalém, dois dos textos judaicos mais importantes, foram compostos na região durante esse período. A terra foi conquistada do Império Bizantino em 638 durante o período inicial das conquistas muçulmanas.

niqqud hebraico foi inventado em Tiberíades nessa época. A área foi dominada pelos omíadas, depois pelos abássidascruzados, os corésmios e mongóis, antes de se tornar parte do império dos mamelucos (1260-1516) e o Império Otomano em 1517.
 
Réplica do Segundo Templo, em Jerusalém, destruído no ano 70 pelo Império Romano.
Embora a presença judaica na Palestina tenha sido constante, os judeus que "sempre lá estiveram" reduziam-se à pequena comunidade rural de Peki'in, árabes em tudo excepto na religião. Durante os séculos XII e XIII, houve um pequeno, mas constante movimento de imigrantes judeus para a região, especialmente vindos do Norte de África.

Após o Decreto de Alhambra em 1492, muitos judeus expulsos de Espanha partiram para a Terra Santa, embora se tenham fixado nas cidades onde viviam da caridade e do halukka enviado pelos seus pares na Diáspora. Após 1517, sob o domínio Otomano, a região tornou-se uma província esquecida do Império, declinando em população devido à extrema pobreza, impostos exorbitantes, doença e falta de segurança. 
A população era maioritariamente muçulmana, da qual dez por cento eram católicos. Em 1777, judeus europeus começaram a voltar à região, juntando-se à pequena comunidade sefardita local. Por volta de 1800, a população judaica rondaria os três milhares, vivendo sobretudo nas "Quatro Cidades Sagradas", JerusalémHebronSafed e Tiberíades.

Despreparados para a rudeza da região, sem conseguir arranjar emprego e impedidos de possuir terras, os judeus europeus viviam na miséria, sobrevivendo, mais uma vez, do halukka.
Já na década de 1850, os judeus chegariam mesmo a constituir pelo menos a metade da população de Safed, Tiberíades e Jerusalém.


Réplica do Segundo Templo, em Jerusalém, destruído no ano 70 pelo Império Romano


Daniel Greenfield, Jornalista do Freedom Center, é uma escritor de Nova York focado no Islã radical. Ele está concluindo um livro sobre os desafios internacionais que a América enfrenta no século 21.



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2º - ISLÃ PECADOR MORRENDO NA PAZ - MULHERES SÃO VISTAS COMO PROPRIEDADES DOS HOMENS NO LÍBANO PAÍS MAIS AVANÇADO DO MUNDO ÁRABE (AQUI

3º - Islã 101: Uma Introdução ao Islã e a Jihad Islâmica (AQUI

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8º - Brasil não reconhece mais Jerusalém como capital de Israel (aqui)

9º - 
ÍNTEGRA DO ESTATUTO DO HAMAS E DOCUMENTÁRIO DAS TENTATIVAS DE PAZ NO MUNDO ISLÂMICO 
(aqui)

10º - LAG BA’OMER (aqui)
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11º - VEJA AQUI QUEM MUDOU O NOME DO PAÍS DE JUDEIA PARA SYRIA PALESTINA (AQUI)
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12º - ISRAEL E O SEU VIZINHO MAIS CIVILIZADO: O LÍBANO. E POR QUE? (AQUI)
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13º - OS JUDEUS NO ESPAÇO ALEMÃO E A PROCURA DE UMA PÁTRIA (aqui)
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14º - AS CRUZADAS - HISTÓRICO DO MOTIVO DAS BATALHAS (aqui)


Programa infantil: cristãos e judeus "são inferiores e menores, mais covardes e desprezados"



Estudioso muçulmano: conquistaremos a Espanha e o Vaticano



Clérigo da Autoridade Palestina incita muçulmanos a matar judeus em nome de Alá

5 comentários:

  1. O MUNDO PRECISA CONHECER A NATUREZA TOTALITÁRIA E ASSAS
    SINA QUE O ISLÃ ENCERRA !!

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    1. Sim concordo com você, e precisa saber que mesmo quando souber sobre o terror o número de ataques terroristas vai aumentar.

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  2. Gostaria de saber se Israel vai parar de anexar territórios depois de engolir a faixa de gaza e a cisjordânia,e cumprir com sua profecia fanática da terra santa,e continuar a conquistar e expulsar povos do oriente médio de seus territórios milenares,depois de ler todo o seu texto reparei que você tem um posicionamento bem radical sobre o que se fazer na Palestina,muito similar a um ideal de um sionista bem famoso ''Theodor Herzl'',que proclamou a terra santa(Israel),com seus territórios se estendendo do rio Nilo ate o Eufrates,pelo andar das coisas isso vem se tornando uma triste projeção de um futuro a médio e longo prazo,me diga se você defenderia Israel se o mesmo lançasse sua conquista ao oriente medio sob a bandeira da promessa da terra santa,que argumentos você usaria para defender a tomada de metade do Iraque,Egito,Arabia Saudita,e toda a Síria,Líbano e Jordânia?

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  3. Se o Brasil eh um pais de puta e de covardes, va embora dai

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  4. O mundo precisa se unir para exterminar todos seguidores de Alá. Não existe seguidor de Alá que não seja no mínimo extremista. Nem Malala é! Alá foi um merda, que fez merda e cheira a merda.
    Os EUA foi esperto em ter apoiado a criação dos Israel. Tudo interesse próprio. Os EUA com a maioria cristão calvinistas estão seriamente ameaçado pelo moçomanos. Apoiaram Israel porquê enquanto eles (os EUA) estivessem preocupados com o mundo, com seu imperialismo, os Israel cuidaria de eliminar e fazer ofensiva aos árabes moçomanos.

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