quinta-feira, 26 de março de 2015

Islândia, Pessoas Construindo uma Revolução





Pots, Pans and Other Solutions - full movie
Publicado em 20 de jun de 2012
This documentary was idealized, conceived and produced by Miguel Marques, Yolanda Rienderhoff, Pedro Bruno Carreira and LIGHTS ON(E). 


Sinopse

Na Islândia, o primeiro país europeu a despertar para uma crise econômica, as pessoas tornaram-se conscientes de que eles podem e devem intervir na sociedade e começaram a exigir uma participação mais democrática. 
O pagamento de dívidas bancárias de cidadãos foi a referendo. O governo foi forçado a criar um Conselho para escrever uma nova Constituição: um grupo de cidadãos - sem políticos, advogados ou professores universitários - que abriram o processo de discussão a todos e conseguiu aprovar por consenso um projecto de proposta.

Na Islândia, muitos cidadãos estão agora organizados em associações e têm propostas substanciais para uma sociedade onde todos possam participar.

Vamos conhecer os islandeses que a mídia se recusam a falar.




Este documentário foi idealizado, criado e produzido por Miguel Marques, Yolanda Rienderhoff, Pedro de Bruno Carreira e LIGHTS ON (E). O hotel não tinha patrocinadores qualquer.


Se você gostou e você tem os meios, sinta-se livre "para pagar o seu bilhete". Você pode fazer uma transferência bancária de 1 a 5 euros para:

International Bank Account Number: PT50 0035 0549 0005 4403 9005 4

Número de Conta português: 0035 0549 0005 4403 9005 4


Paypal: miguel.marques70 @ gmail.com

Temos também o filme disponível em DVD. Basta escrever um e-mail para potspans2012 @ gmail.com com seu nome, endereço postal e uma prova da transferência bancária - 10 € + taxas postais: 2 € (Portugal), 3 € (Europa), 4 € (EUA e resto do mundo) para cobrir as despesas.

Sua doação irá torná-lo possível para que possamos continuar a trabalhar. 
Sinta-se livre para fazer exposições públicas do documentário. Você pode pedir o cartaz do filme por e-mail.


Tachos e panelas e outras soluções com Inglês, Alemão ou Espanhol legendas está disponível aqui

Dios bendiga a Islandia (God bless Iceland) -- subtitulado parte 1 de 7

Publicado em 29 de abr de 2012


Uno de los países más afectados por la crisis mundial ha sido Islandia, donde ha habido consecuencias gravísimas desde el año pasado, ya que la bonanza de su economía se sustentaba básicamente en la dinámica de los mercados financieros, crediticios y bancarios, el núcleo del problema. En esa pequeña isla desgajada de Europa, que tiene una superficie de poco más de 100 mil km2 - menos de la décima parte del territorio peruano - y una población de apenas 316 mil habitantes, la Bolsa de Valores cayó en un 77% en un solo día, el 14 de octubre del 2008, luego el Estado nacionalizó tres grandes bancos, el partido de gobierno dejó el poder después de 18 años, el FMI tuvo que rescatar al país de la bancarrota, la inflación galopó, el desempleo creció y el valor de su moneda, la króna, se redujo a la mitad (podemos decir que esta situación nos resulta históricamente familiar). 

  
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Lula foi quem polarizou o Brasil, diz criador do Vem Pra Rua Rogério Chequer no Programa Roda Viva


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ATIVISTA DIZ QUE MOVIMENTO SERÁ 'CAÇADOR DE PIZZAS'




O idealizador do Vem Pra Rua, o empresário Rogério Chequer, afirmou no "Roda Viva" da "TV Cultura" desta segunda-feira (23), que o período do PT (Partido dos Trabalhadores) no governo federal contribuiu para a atual polarização de extremos políticos na sociedade brasileira.


"Acho que isso veio em grande parte da atuação do PT nos últimos 12 anos e do ex-presidente [Luiz Inácio] Lula, nos discursos que ele sempre trouxe, de colocar um contraponto entre trabalhadores e empresários. Nós contra eles. Os ricos contra os pobres. Isso é lamentável, pois estamos em uma guerra de extremos no Brasil, e não precisa ser assim. Se quiserem colocar um lado contra o outro, seria os que pagam impostos contra os que recebem", disse, referindo-se à sociedade e a classe política, respectivamente. 

O movimento Vem Pra Rua foi criado em outubro de 2014 e atualmente é um dos principais grupos contra a atual gestão do governo federal. Além de mobilizar os protestos de 15 de março, já está agendando novos atos para abril.

Para Chequer, o movimento político pretende atuar como "caçador de pizzas", em alusão à possibilidade das investigações sobre a Operação Lava Jato e o escândalo da Petrobras não levem às punições dos culpados. Também discordou que estaria se concentrando apenas na oposição a Dilma.

"Nosso caminhão [no protesto em São Paulo, no último dia 15 de março] trazia os nomes de todos os acusados na lista do [procurador-geral Rodrigo] Janot. Queremos monitorar os processos de investigação e punição, que envolvem o governo, mas estão ligados ao Congresso. Será uma investigação neutra? Haverá interferência entre os poderes? Estamos criticando qualquer possibilidade de pizza, estamos nos colocando como caçadores de pizza", disse Chequer.

O empresário voltou a negar que o Vem Pra Rua prega o impeachment da presidente Dilma Rousseff. "Nenhuma das acusações traz bases que dariam início ao processo [de impeachment] como deveria, mas isso pode mudar a qualquer instante."

Chequer também rebateu acusações comuns de que o movimento é elitista, afirmando que 34% dos participantes da passeata na avenida Paulista, no dia 15 de março, eram de pessoas com renda de zero a dois salários mínimos; e que o Vem Pra Rua também é contra golpismo ou intervenção militar.

"Quando você marca [a data do ato], as pessoas vão às ruas também e não tem nada que possamos fazer pra evitar", declarou, referindo-se aos participantes pró-golpe.

Um dos fundadores do Vem Pra Rua, o empresário Rogerio Chequer começa a sabatina do Roda Viva de segunda-feira (23) explicando que todas as classes sociais têm um espaço no movimento. “Temos líderes de todos os tipos, todas as classes sociais pelo país. Temos médicos, empreendedores, donas de casa, desempregados, todos têm seu espaço no projeto”, diz.

Chequer foi questionado sobre o foco dos protestos ser o impeachment da presidente. “Discordo que estamos só concentrados na Dilma ou no governo federal. Pra quem estava nas manifestações, nosso caminhão estava coberto com todos os nomes da lista de Janot”. E continuou: “quem vê nosso Facebook, percebe que um dos nossos principais objetivos é monitorar os processos que ocorrem no poder. Estamos extremamente vigilantes para saber o que irá acontecer com essa investigação [Lava Jato]. Será que vai ser julgada de forma neutra?”, questiona.

O empresário analisa a onda de manifestações e protestos pelo Brasil, que ganhou uma nova força nos últimos anos. “As manifestações nunca foram coordenadas de forma sustentável, elas iam e vinham. A sociedade nunca se engajou por mais tempo; conforme a sociedade foi se conformando com a situação que vive, o momento do governo foi piorando. Nós acreditamos que a sociedade educa o governo. E nós temos vergonha de deter esse recorde de maior escândalo político da história do país”, salienta.

Experimental

Para Chequer, a manifestação do dia 15 [de março], além de ter atraído um número muito grande de adeptos, foi importante para mostrar que o movimento é organizado, afinal havia milhares de pessoas na Avenida Paulista, mas “não se viu uma vitrine quebrada” ou qualquer vandalismo do tipo, ao contrário do que pregam grupos anarquistas como os Black Blocs.

O momento do movimento Vem Pra Rua ainda é experimental, diz o empresário, salientando que é muito importante sentir como as ruas estão reagindo. “Existem inúmeros pontos em que ainda não tocamos, pois estamos querendo sentir o que a sociedade quer, e não partir pra um nicho específico. Queremos que a população comece a ficar confortável com esses movimentos, e que as pessoas entendam que é possível mudar algo desta vez”, afirma.



Chequer explica a ideologia do movimento que surgiu há seis meses. “A nossa estratégia e os nossos pilares serão os mesmos que eram no primeiro dia do movimento. Temos três pilares do Vem Pra Rua, exigimos uma separação entre poderes; exigimos liberdade de expressão e não queremos que ocorra a democratização da mídia”. Segundo Chequer, um dos maiores problemas para o combate à corrupção no país é a “interferência entre poderes”, o que gera uma “vergonha” para o povo e uma ameaça à democracia, quando o Executivo e o Judiciário se misturam, finaliza.

O líder do Vem pra Rua comenta a possibilidade de usar o movimento com um viés mais político, talvez até apoiando algum partido nas eleições do ano que vem. “Apoiar políticos que seguem premissas do movimento, pra 2016, é uma discussão totalmente presente em nossa pauta”, afirma.

A bancada de entrevistadores deste Roda Viva é formada por Mauro Paulino (sociólogo e diretor-geral do Instituto de Pesquisa Datafolha), Glenda Mezarobba (cientista política), Gabriel Manzano Filho (repórter do jornal O Estado de S. Paulo), Carla Jimenez (editora-chefe do jornal El País no Brasil) e Daniela Lima (repórter de política do jornal Folha de S. Paulo). O cartunista Paulo Caruso tem presença fixa e é responsável por desenhar caricaturas do convidado.

  
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Angola: Pastor faz campanha e lambe bumbum de fiéis solteiras para conseguirem marido



O mundo religioso está cada vez mais distante de ser um mundo onde a palavra de Deus é verdadeiramente seguida tal como encontramos nas escrituras, em parte, pelos fatos que hoje vem acontecendo e mostrando claramente que algumas igrejas estão mais interessadas em atos carnais e não espirituais.


Essa imagem mostra um pastor na Angola, que convidou todas as crentes solteiras à praia para ajudá-las a ter marido, mas para isso, todas elas tinham que ficar nuas deitadas na areia e com os bumbuns inclinados para cima. Todas elas fizeram o que o pastor pediu e o pastor começou a lambê–las uma por uma até terminar o trabalho que tem como objetivo ajudá-las a conseguiram maridos, tudo aconteceu nesse último domingo (18).

Uma chamada de atenção, todos aqueles que dizem ser crentes, não sejam tão burros em crer que um milagre de lamber bumbuns, vai proporcionar marido ou dar a salvação. É preciso tomar muito cuidado no que se faz quando vai á igreja, e defina sempre bem o que você procura na igreja, não siga o vento, que ele pode levar ao inferno ou até a praia.

Se você acha que esse pastor devia prestar contas com a justiça, pôs eu não. Todas essas mulheres burras e desesperadas, é que deviam pagar o mico por terem acreditado numa crença dessas. (folhanewsletter)


  
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Bondade com o dinheiro alheio





Eliane Cantanhêde
25 Março 2015 | 02h 06


Depois de furado o esquema gigantesco da Petrobrás, era apenas questão de tempo para começarem a estourar os tumores de outras estatais. Era cutucar e aparecer. O Estado chegou antes e temos aí os Correios, para confirmar a expectativa. Não foi o primeiro, certamente não será o último.
Fala sério: investir em títulos da Venezuela?! Isso não pode ser verdade. Mais do que uma aplicação de altíssimo risco, com o governo Nicolás Maduro desabando, é também uma operação suspeita e confirma o que todo brasileiro sabe, ou tinha obrigação de saber, a esta altura do campeonato: o modus operandi da era PT.
Além da má administração, impera a confusão entre Estado e governo e entre governo e partido. Dá nessas coisas. A maior empresa do País foi fatiada e dilapidada em mais de R$ 1 bilhão, a querida e popular instituição dos Correios foi chamada a financiar ditaduras destrambelhadas, o programa Mais Médicos foi maquiado para disfarçar uma mãozinha milionária para os "cumpanheiro" cubanos.
A Operação Lava Jato expôs dirigentes partidários, parlamentares, ex-ministros, diretores, doleiros e executivos das grandes empreiteiras - com o tesoureiro do PT, João Vaccari Neto, no meio do furacão. E todos eles expuseram o Brasil à vergonha internacional e a processos judiciais preocupantes nos Estados Unidos. Sabe-se lá quanto tempo a Petrobrás levará para se recuperar financeiramente. Pior: quanto tempo levará para resgatar a credibilidade e a autoestima.
E os Correios gastaram a seu bel prazer, principalmente no ano eleitoral de 2014, e serão julgados pelo Tribunal de Contas da União (TCU) por ações irregulares pró-Dilma durante a campanha à reeleição. Agora, com um rombo de bilhões de reais, o que fazem seus chefões? Mandam a conta para os funcionários.
Conforme a reportagem do Estado, o Postalis, fundo de pensão dos Correios, espetou um extra de 26% sobre os ganhos de empregados, aposentados e pensionistas para cobrir um rombo que foi criado pela incompetência, pelo partidarismo e pela ideologia. Como Robin Hood ao contrário, os Correios tiram dos trabalhadores para dar aos patrões e candidatos.
E a história de Cuba? O Mais Médicos faz sentido, porque há municípios sem nenhum atendimento. E trazer generalistas cubanos também faz sentido, porque eles são especialistas em prevenção básica justamente em áreas carentes e não atendidas. Mas uma gravação obtida pela TV Bandeirantes mostra que o objetivo real não era nem uma coisa nem outra. Era despejar um bom dinheiro no regime dos irmãos Castro. Os médicos de outras nacionalidades só serviram para dourar a pílula.

Como resultado, temos que o Ministério da Saúde financia Cuba, os Correios dão uma forcinha ora para a Venezuela, ora para a campanha de reeleição da presidente, e a Petrobrás financia PT, PP e PMDB antes, durante e depois de eleições, para eternizar um projeto de poder.
Tem muita investigação, muito inquérito, muitos réus, muita gente presa, mas, no frigir dos ovos, adivinha quem paga essa conta? Você!

Juiz. A Polícia Federal não tem dúvida de que o juiz Flávio Roberto de Souza está armando tudo para se passar por maluco e sair dessa afastado das funções, mas com uma gorda aposentadoria vitalícia e com uma bolada extra no bolso (ou em paraísos fiscais).
Nada faz sentido: chegar no Porsche de Eike Batista em pleno fórum? Já com os fotógrafos a postos? Levar piano para a casa do vizinho? Depois de tudo isso falar em budismo, carma e "repousar a mente"? Isso não é coisa de louco, é coisa de gente muito viva.

  
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No ar, Danilo Gentili ironiza fim de seu ex-programa

O apresentador Danilo Gentili: alfinetas no colega Rafinha Bastos e na ex-emissora (Foto: Lucas Limas/VEJASP)

Apresentador do The Noite, no SBT, afirmou estar rindo por dentro com o extinção do Agora é Tarde, da Band

Por: Veja São Paulo - Atualizado em 
O apresentador Danilo Gentili, que por dois anos comandou o Agora é Tarde, ironizou, na noite de terça-feira (24), o fim do programa exibido pela Rede Bandeirantes.
"Quando eu vi que anunciaram o fim do Agora é Tarde, eu fiquei triste. Foi uma criação minha, era como se fosse o meu bebê. O programa era como uma ceia de Natal para nós. Ceiamos, comemos tudo e nos deliciamos. Agora virou 'o resto da ceia' que sobrou e demos para um mendigo, no caso, o Rafinha Bastos", disse em seu talk show The Noite, que vai ao ar no SBT. 
Publicado em 24 de mar de 2015

Danilo comenta o fim (oficial) do programa “Agora é Tarde”.
Veja mais em http://www.sbt.com.br/thenoite/


O apresentador ainda comparou a audiência do ex-programa ao desempenho do Palmeiras. "Tava legal acompanhar [o programa] porque era igual ao Palmeiras, que comemora quando ganha um pontinho.”
Com a língua afiada, Gentili alfinetou o ex-colega de CQC: “Rafinha, você continua na internet fingindo não ter o orgulho ferido e eu continuo aqui, fingindo que não estou me cagando de rir por dentro”.
Em sua conta no Twitter, Rafinha Bastos, que continuará no ar com o Agora é Tardeaté 10 de abril, tem brincado com o fim do programa. “Estou fora. O Agora é Tarde de hj será apresentado pelo meu pai”, escreveu ele na terça-feira”, escreveu. “Coloquei trabalho no Waze e ele me mandou pra casa”, postou ele em outra mensagem. .
A Band anunciou o fim do programa na última segunda-feira (23). No lugar do talk show, será exibida a série Roma, com 20 capítulos. A emissora disse que Rafinha continua na casa e que está estudando novos projetos para o apresentador. A produção do Agora é Tarde foi demitida. A banda Os Nerds, capitaneada por André Abujamra, e a ex-BBB Francine Piaia deixam a Band. Gustavo Mendes, que faz imitações de Dilma, e Marcelo Mansfield ainda negociam seus contratos.
  
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Pela primeira vez uma mulher comanda helicóptero de ataque da FAB. Aos 23 anos, a Tenente Vitória conduz uma máquina de guerra capaz de disparar mísseis e foguetes


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Publicado: 08/03/2015 07:39h
Fonte: ESQUADRÃO POTI
A Tenente Aviadora Vitória Bernal Cavalcanti entrou para a história da aviação brasileira ao se tornar a primeira mulher do País a alçar voo no comando de um helicóptero de ataque. Na última sexta-feira (06/03), ela realizou a sua primeira instrução no cockpit da aeronave AH-2 Sabre, com sede na Base Aérea de Porto Velho.

“É uma grande honra e responsabilidade ser a primeira mulher a pilotar um helicóptero de ataque da Força Aérea Brasileira. Espero que isso sirva de inspiração para todas as mulheres, mostrando que, por meio do esforço e da dedicação, nós podemos alcançar qualquer objetivo”, ressaltou.

Formada pela Academia da Força Aérea (AFA) em 2013, a Tenente Vitória,hoje aos 23 anos, é natural de São Paulo (SP). Ela é a primeira aviadora do Esquadrão Poti, equipado com os helicópteros de ataque AH-2. A aeronave, armada com um canhão de 23mm e capaz de lançar mísseis e foguetes, é blindada e pesa 12 toneladas.

"Ainda terei muitos estudos e treinamentos pela frente para cumprir todas as ações da FAB atribuídas ao Esquadrão Poti, que são defesa aérea, ataque, escolta, supressão de defesa aérea inimiga, varredura e apoio aéreo aproximado”, destacou.

Após voar aviões T-25 e T-27 na AFA, a Tenente Vitória passou um ano em Natal (RN), no comando de helicópteros H-50 Esquilo. Transferida em 2015 para Porto Velho, seu primeiro desafio foi o curso teórico da aeronave AH-2 Sabre. Agora, ela treina para atuar como POSA (Piloto Operador de Sistemas de Armas), responsável
  
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Ministro da justiça José Eduardo Cardozo em 2008 discursando no Foro de SP! Defendendo a ditadura cubana! Defendendo a implantação do socialismo em bloco na América Latina! Foro de São Paulo homenaje al terrorista Raul Reyes Montevidéu 2008




“O STF corre o risco de tornar-se uma corte bolivariana isso tem de ser denunciado” diz o ministro Gilmar Mendes Leia mais aqui 

O PMDB é contrario a candidatura de José Eduardo Cardozo leiam mais aqui

O Líder do PSDB na Câmara, deputado federal Antonio Imbassahy (BA), afirmou nesta sexta-feira que irá acionar a Câmara de Direitos Sociais e Fiscalização de Atos Administrativos em Geral, vinculada ao Ministério Público Federal, contra o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, Leiam mais aqui

O PSDB reitera a posição de defesa intransigente da rigorosa apuração do maior escândalo de corrupção da história do País, através da Operação “Lava Jato”. Leiam mais aqui


Enviado em 24 de mar de 2009

Los miembros del Foro de Sao Paulo, en Montevideo, Uruguay, lloran la muerte del sanguinario terrorista asesino, Raul Reyes,dado de baja en una impecable acción del glorioso Ejercito Nacional de Colombia responsable de la seguridad nacional y democratica.

Foro de Sao Paulo lanza ofensiva continental contra Uribe

Caracas, 24 de marzo.- El 11 y 12 de marzo pasado, se llevó a cabo en Ciudad de México una reunión del Grupo de Trabajo del Foro de Sao Paulo (FSP), con el doble objetivo de analizar la crisis entre Colombia y Ecuador, y de preparar el XIV Encuentro de esa organización, a realizarse en mayo de este año en Montevideo.

En su declaración final, el Grupo de Trabajo del FSP acordó emprender una ofensiva continental en contra del gobierno de Álvaro Uribe, por haber atacado un campamento de las FARC en territorio ecuatoriano.

El FSP realizará una campaña en toda la región para: En primer lugar, condenar la agresión del gobierno de Álvaro Uribe a Ecuador; en segundo lugar, exigir que las declaraciones del presidente Uribe, pidiendo perdón, tengan un carácter obligante como resolución de la OEA; en tercer lugar, manifestar su solidaridad con el Polo Democrático Alternativo, movimiento político izquierdista colombiano, vinculado al Foro de Sao Paulo; y en cuarto lugar, apoyar al gobierno progresista en Ecuador 1.

La declaración no menciona un minúsculo detalle: que las FARC pertenecen al Foro de Sao Paulo desde hace dieciocho años. Tampoco menciona que una delegación de las FARC fueron invitadas a participar en la reunión del Grupo de Trabajo, pero que el gobierno mexicano le negó la visa 2.

El Foro de Sao Paulo fue creado en julio de 1990 y pertenecen a esa organización, entre otros, Fidel Castro, Hugo Chávez, Rafael Correa, Daniel Ortega, Evo Morales, Lula da Silva, Tabaré Vásquez y las FARC 3.

Todo indica que los miembros más radicales del FSP pretenden desestabilizar al gobierno de Álvaro Uribe provocando un conflicto armado, si es necesario antes de que sean incriminados por la información extraída de las computadoras de las FARC, incautadas durante la Operación Fénix.

Alejandro Peña Esclusa
Presidente de Fuerza Solidaria

1 Ver Declaración final del Grupo de Trabajo del Foro de Sao Paulo disponible en: http://www.mundoposible.cl/index.php?...

2 Ver nota de El Universal, Invitan a las FARC a un foro en México, disponible en http://www.eluniversal.com.mx/primera...

3 Ver artículo El Foro de Sao Paulo a los 16 años de fundado, disponible en:
http://www.fuerzasolidaria.org/WebFS/...

Dossiê FARC, PT, Lula, Chávez, Correa e Foro de São Paulo - os computadores de Raúl Reyes




  
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quarta-feira, 25 de março de 2015

Espionagem americana: Insegurança para Israel e para o mundo



Julio Severo
De acordo com a FoxNews, a mais recente vítima das espionagens do governo americano é Israel. Informações de Edward Snowden, o americano que fez um imenso favor ao seu país e ao mundo ao revelar as práticas antiéticas do governo americano de monitorar e salvar toda comunicação de internet do mundo, revelam que Israel não escapou dos tentáculos da NSA, a Agência de Segurança Nacional dos EUA.
Qual o motivo da NSA espionar Israel? A nação dos judeus representa ameaça ao mundo? Homens-bombas israelenses se explodem na Europa e EUA? Israel tem financiado o terrorismo internacional? Israel está por trás do atentado terrorista contra as Torres Gêmeas em Nova Iorque em 11 de setembro de 2001?
Nenhum desses questionamentos traria uma resposta positiva. Israel nunca foi ameaça ao mundo e, em todas as guerras em que Israel esteve envolvido, sua única postura foi de defesa, contra um imenso Golias islâmico que tem total responsabilidade pelos homens-bombas, o financiamento do terrorismo internacional e o atentado terrorista contra os EUA em 11 de setembro de 2001.
Pior: quase todos os terroristas do atentado de 11 de setembro de 2001 são da Arábia Saudita, um dos principais aliados e financiadores da política americana. Apesar disso, a Arábia Saudita tem saído ilesa das supostas políticas americanas antiterrorismo. Até a agenda gay, que tem a total paixão do governo americano, é sacrificada por amor à Arábia Saudita: em 2011, o governo dos EUA rejeitou pedido de asilo de um homossexual saudita — entregando-o para ser condenado à pena de morte no seu país onde impera a lei islâmica.
Qual deveria ser então a condenação para as autoridades americanas que estão ativamente espionando Israel, e não a Arábia Saudita?
Em 1987, Jonathan Pollard foi condenado pelo governo dos EUA à prisão perpétua por espionar para Israel. Suas atividades não envolviam colocar os EUA em risco, mas passar para Israel informações sobre sua segurança nacional no que se referia ao conhecimento que os americanos tinham sobre os países islâmicos do Oriente Médio. Apesar de que na época os EUA, sob o presidente Ronald Reagan, tinham uma relação razoável com Israel, essa relação não era exclusiva, pois os EUA sempre foram também próximos de alguns dos mais ferozes inimigos de Israel no Oriente Médio.
Pollard hoje está velho e doente, cumprindo sua sentença de prisão por ajudar na segurança de Israel. Os EUA jamais perdoaram sua espionagem para Israel. Mas se ele fosse saudita, teria sido “misteriosamente” devolvido a seu país em 1987.
Contudo, ao contrário do que muitos imaginam, a espionagem americana não tem, na maioria dos casos, o propósito altruísta e inocente de monitorar apenas terroristas e criminosos. As atividades ilegais da NSA têm servido também para propósitos devingança e bisbilhotice por pura vontade dos chefões da Casa Branca, como bem apontou meu amigo Don Hank, um americano que coloca a justiça e a verdade acima de um patriotismo cego e irracional.
A espionagem americana é então feita do jeito que seus chefões querem, devidamente maquiada como “combate ao terrorismo,” e suas informações podem e são tranquilamente usadas para justificar ataques e agressões indesculpáveis. Ou, como disse o jornalista veterano Seymour Hersh, dentro e fora do contexto da NSA, “A mentira se tornou a principal matéria-prima” do governo dos EUA.
E Israel, mais do que nunca, precisa se proteger de mentiras, que podem ser fatais. O presidente americano tem um nome completamente islâmico e sob seu governo, o favoritismo pró-islamismo é descarado. O diretor da CIA é da religião islâmica, tendo se convertido na Arábia Saudita. A balança americana está cada vez mais pendendo para o islamismo e contra Israel.
Quando os EUA do socialista Barack Obama, com motivações insinceras, espionam o Brasil da socialista Dilma Rousseff, que também tem motivações insinceras, é só mais um problema de uma nação em conflito com outra.
Mas quando as motivações insinceras da NSA tocam Israel, Alguém maior entra em cena. Espionar Israel é espionar Aquele que vigia e guarda Israel.
Cedo ou tarde, os EUA e seus governantes, que há muito tempo se esqueceram do temor de Deus, vão saber com quem estão lidando.
Aquele que monitora está sendo vigiado.
Leitura recomendada:
  
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Em busca dos altares antigos: Rejeitando as raízes de Israel e acolhendo as raízes afros

AXÉ!!!

O significado espiritual da visita da Secretária de Estado Condoleezza Rice a Bahia

Julio Severo

Um secretário de Estado dos Estados Unidos ocupa uma posição privilegiada que lhe permite tomar decisões importantes nas questões de política externa. Por exemplo, se ele decide que Israel deve entregar suas terras aos árabes palestinos, essa determinação deve ser cumprida, com muita pressão sobre Israel para que obedeça aos caprichos americanos.
Quem ocupa essa posição hoje é Condoleezza Rice, filha de pastor presbiteriano. Apesar de ter vivido num ambiente evangélico, com muitas pregações, suas atitudes na política externa americana com relação a Israel não refletem nem respeitam as fronteiras estabelecidas por Deus para a Terra Prometida que Deus garantiu aos descendentes de Abraão, Isaque e Jacó.

De acordo com a política de Rice, pode-se dividir Israel e Jerusalém com os árabes palestinos, violando gravemente as raízes e alianças antigas do povo judeu com Deus, porém ela não demonstrou a mesma atitude de violar as raízes e alianças antigas da África. Pelo menos, é o que se viu em sua recente visita a Bahia, Brasil, de 13 a 14 de março de 2008.



Em todos os lugares aonde chega, Rice é recebida com muitos protestos. Contudo, a visita dela à Bahia foi estranhamente tranquila. Não havia protestos antiamericanos. Aliás, os esquerdistas que estavam com ela — Marta Suplicy e Jaques Wagner, ambos do PT — foram extremamente amáveis. É de admirar (a menos que haja fortes interesses envolvidos) como eles conseguiram conter seus habituais sentimentos antiamericanas.

A feminista pró-aborto Suplicy, que é a Ministra do Turismo, fez pós-graduação na Universidade de Harvard, a mais famosa universidade “capitalista” do mundo. Ela é pioneira em projeto de lei de “casamento” homossexual no Brasil. Wagner é o governador da Bahia. Os fortes interesses deles eram atrair e aumentar o número de turistas negros americanos para conhecer raízes afros na Bahia, que é o estado brasileiro que mais preservou o sincretismo com as religiões africanas. E da Bahia os deuses dessas religiões se expandiram para o restante do Brasil, atingindo negros e brancos.

Eu poderia dizer, pela experiência de milhões de pessoas na África e no Brasil, que as religiões ocultistas de origem africana trazem miséria espiritual e material, porém não preciso usar a experiência dos outros. Dentro da liberdade de testemunhar o Evangelho, posso dizer que as religiões afros trazem destruição, pois minha mãe seguia essas religiões e chegou a trabalhar como ajudante de uma mãe-de-santo negra. Por experiência sabíamos o que era derrota em todos os sentidos, porém Jesus a libertou numa igreja batista renovada, e seus filhos puderam ter a oportunidade de se libertar das correntes da bruxaria afro-brasileira.

Por isso, como alguém que conheceu por dentro as raízes espirituais afros, vivendo num lar consagrado a orixás, posso alertar que é um perigo mortal tentar uma aproximação a qualquer ponto de contato com os orixás.





O primeiro ponto de contato de Condoleezza ocorreu em sua chegada à Bahia, onde uma baiana a presenteou com fitinhas religiosas de várias cores. A baiana disse: “Ela gostou, escolheu uma fitinha vermelha e fez questão de fazer os pedidos, seguindo a tradição da cultura da Bahia”. A fitinha vermelha foi amarrada no pulso esquerdo de Rice. 

No candomblé, o vermelho faz referência a Iansã, poderoso orixá (demônio) das tempestades.

Rice veio discutir principalmente o programa de incentivo ao turismo étnico-afro, que vem sendo elaborado desde o ano passado pelo ministério de Marta Suplicy e o governo da Bahia. Jaques Wagner, o governador da Bahia, declarou: “Nosso objetivo mesmo foi contar com o apoio da secretária, até por ela ser negra, aos nossos projetos de turismo, ampliando o fluxo de visitantes negros americanos para nosso estado, já que eles têm interesse pelas raízes culturais de matriz africana”. Os projetos, que já receberam investimentos de R$ 1,3 milhão, são inspirados pelo crescente interesse dos afro-descendentes americanos em conhecer lugares no mundo com fortes raízes africanas. A Bahia é o lugar certo, pois sua capital, Salvador, não só tem muitas de suas ruas com nomes de orixás da África, mas 82% dos 2,9 milhões de seus habitantes são negros. Salvador é considerada a maior cidade negra fora da África.

Quem, porém, captou melhor a importância da vinda de Rice foi o Ministro da Cultura Gilberto Gil, que declarou: “A vinda de Condoleezza Rice à Bahia foi antes de tudo a visita de uma afro-descendente a um berço importante da Diáspora Negra, uma visita pessoal, que vai além de sua missão enquanto secretária de estado americana”. Ele acompanhou Rice em sua estadia toda na Bahia.

Num país em que religiões como candomblé são consideradas cultura dos afro-descendentes, nada mais natural do que Gilberto Gil ser Ministro da Cultura. Quando a revista Almanaque Brasil lhe perguntou o que é ser ministro, Gil respondeu: “Ser ministro já sei o que é… Eu já era ministro do [orixá] Xangô lá no terreiro do Afonjá, na Bahia”. Embora tenha o maior respeito pelos orixás, sobre Deus Gil declara: “Deus é uma criação do homem. É o criador criado pelo homem”.

Gil é também um militante esquerdista radical. Durante o governo militar anticomunista no Brasil, ele foi exilado, passando seus dias viajando pela Europa e EUA, “sofrendo” muito conforto financeiro. Na mesma época, cristãos perseguidos pela ideologia esquerdista eram “exilados” na Sibéria ou outras prisões e campos de concentração, onde viviam anos de torturas e horrores — quando tinham a “sorte” de não serem imediatamente fuzilados. Nenhum deles “sofria” confortos financeiros nem sonhava em ter o privilégio de serem deportados e exilados em Londres ou Paris, cidades ricas que Gil suportou com muito sacrifício viver.

Por isso, sendo esquerdista, é estranho que ele tenha acolhido tão bem Rice, que está estreitamente ligada a Bush. Aliás, num show de Gil em 2004, um telão atrás dele mostrava o terrorista comunista Che Guevara fumando charuto e George Bush com uma corda de forca no pescoço e a seguinte frase: “Morra, Bush, morra!” Mais tarde, Gil alegou que não tinha nada a ver com a cena de seu show pedindo a morte de Bush.

Contudo, ele pôde deixar momentaneamente de lado suas posições antiamericanas a fim de que a espiritualidade da Bahia possa se expandir para a América do Norte. Essa chance veio com o interesse oficial de Rice em facilitar que os negros americanos venham a conhecer na Bahia as “raízes” afros. Qual é a lacuna que existe entre negros americanos e negros brasileiros para que se invista tanto para que um busque sentido no outro?

Em entrevista ao jornal esquerdista Folha de S. Paulo, o antropólogo Antonio Risério se queixa do “assassinato espiritual dos africanos nos EUA”. Ele declarou: “Se tivesse acontecido no Brasil e em Cuba o que aconteceu nos EUA, não teríamos hoje um só orixá em toda a vastidão territorial das Américas”.

Em visita a Salvador, Condoleezza Rice foi conhecer o Pelourinho na manhã desta sexta-feira (14). A secretária de estado norte-americana, que chegou à cidade na tarde de quinta-feira (13), já participou de um jantar com autoridades e artistas baianos e conheceu Centro Histórico da capital baiana. Rice ficou encantada com os projetos sociais que conheceu e tocou instrumentos musicais artesanais produzidos pelo Grupo Cultural Bagunçaço. Ela conferiu uma roda de capoeira e também visitou a Igreja do Rosário dos Pretos, no Pelourinho. Rice foi recebida pelo coral da igreja que a homenageou com um canto de acolhida. (Foto: Edgar de Souza/G1)



A diferença fundamental entre negros do Brasil e dos EUA são os orixás.

O Brasil é abundante de seguidores (negros e brancos) de religiões sincréticas afro-brasileiras e seus deuses. Cuba tem a santeria, religião de Fidel Castro e Hugo Chavez, semelhante ao candomblé. Contudo, fenomenalmente, os descendentes de escravos negros nos EUA não têm nenhuma herança semelhante ao candomblé ou santeria.

Apesar dos muitos escravos negros no passado dos EUA, a “espiritualidade” deles vinda da África — juntamente com todos os seus orixás, deuses e demônios —, sucumbiu diante da cultura cristã dos americanos. Realidade oposta ocorreu no Brasil, onde a “espiritualidade” dos africanos se misturou à fraca e doente espiritualidade dos portugueses.

A fim de fortalecer essa “espiritualidade” entre os negros da Bahia, Gilberto Gil tem viajado até a África, fazendo contatos com grandes pais-de-santo. Ninguém melhor do que ele para ajudar Rice e muitos outros negros americanos a encontrar certas “raízes”. E nenhum lugar melhor para mostra essas raízes do que a Bahia.

Entretanto, se nem Rice, que é filha de pastor, conseguiu ver o perigo de seus contatos com orixás, como multidões de turistas negros americanos poderão ver? Provavelmente, muitos acharão que é mitologia, ou realmente “cultura”, e só tarde demais descobrirão que tocaram forças muito mais poderosas e malignas. O livro The Twilight Labyrinth: Why does spiritual darkness linger where it does?, escrito por George Otis (Chosen Books: Grand Rapids, Michigan, 1997), mostra como objetos, práticas e costumes de bruxaria podem trazer forças de destruição para indivíduos, famílias e sociedades inteiras.

Não é preciso conhecer o contato de Rice com Iansã para saber que algo está errado na vida cristã dela. A política dela com relação a Israel expõe as graves deficiências de seu próprio Cristianismo.

Ronald Reagan, como cristão e como presidente dos EUA, sempre se opôs ao estabelecimento de um Estado “palestino” dentro das terras de Israel, e jamais aceitou que Jerusalém fosse divida com os árabes palestinos. No entanto, Rice tem opiniões diferentes e opostas nessas duas questões, e essas opiniões estão determinando e forçando Israel a fazer concessões contra seu direito divinamente legítimo de ocupar as terras que seus inimigos mortais reivindicam com todas as forças do inferno.

Outros evangélicos negros americanos têm assumido posturas muito mais radicais contra Israel, como a igreja negra evangélica do candidato presidencial Barack Obama, que apóia um documento terrorista que não reconhece o direito de Israel existir e favorece grupos terroristas anti-Israel. Mas a mídia liberal americana não critica os negros radicais, mesmo quando é necessário, pois a ideologia anti-preconceito transforma as minorias em castas intocáveis. Se um homem branco dissesse apenas metade das asneiras deles, seria imediatamente tachado de nazista. Mas a tendência do multiculturalismo impede que o mesmo padrão seja aplicado às minorias, tornando-as impunes — mediante uma imunidade politicamente correta — em seu próprio radicalismo racial.

A maior tragédia não é quando os satanistas fazem a vontade de Satanás, mas quando indivíduos de origem cristã fazem tal vontade. É natural que satanistas, muçulmanos e até ateus queiram dividir a Terra Prometida entre judeus e árabes palestinos. Mas é natural cristãos terem esses mesmos sentimentos?

É principalmente estranho que a filha de um pastor tenha esse tipo de postura. Aliás, Rice também se considera às vezes levemente pró-aborto — como se fosse também possível, por exemplo, alguém às vezes ser levemente satanista ou assassino.
Quando um cristão anda errado, a única saída é ele se abrir para ser tocado pelo Espírito Santo. Depois de anos de políticas desfavoráveis a Israel durante sua administração, é de duvidar que Rice esteja conseguindo se abrir para Deus. Essa lacuna espiritual está dando abertura para influências espirituais que querem ainda mais afetar Rice e, conseqüentemente, a política externa americana — principalmente com relação a Israel.





Na Bahia, Rice visitou um terreiro de candomblé, considerado patrimônio cultural nacional. Isto é, ela entrou num lugar consagrado para a adoração e manifestação de orixás. Ela também tocou pandeiro com Gilberto Gil. Não se sabe o que foi que Gil tocou, mas o que é conhecido é que ele é compositor de músicas afro-brasileiras. Ele é autor das músicas Iemanjá e Iansã, em homenagem a dois poderosos orixás da “cultura” afro-brasileira.

Por coincidência, além da fitinha de Iansã, que recebeu na chegada à Bahia, antes de sair do Brasil a Secretária de Estado Condoleezza Rice ganhou uma estátua de Iansã. Essa entidade — muito venerada no candomblé e considerada deusa na “cultura” africana Yoruba — é a Senhora dos ventos, raios e tempestades. A política de Rice com relação a Israel anda tumultuada. Agora, para transformá-la em tempestade, só falta um toque Iansã.
O exemplo de Rice revela o que poderá acontecer com os negros americanos, que vierem para a Bahia em busca de suas raízes. Virão carregados de dinheiro e curiosidade e voltarão sobrecarregados da “cultura” de Iansã e outros orixás, levando para casa as mesmas entidades responsáveis por muitas das misérias e pobreza que Rice deve ter visto na Bahia.



O PT, o partido socialista que domina hoje o Brasil, prega muito o Estado laico e até violenta valores cristãos em sua promoção do aborto e homossexualismo — tudo em nome do Estado laico. Nada disso, porém, impediu os petistas Marta Suplicy, Gilberto Gil e Jaques Wagner de ajudarem os orixás no estabelecimento de uma ponte entre os negros americanos e raízes espirituais afros na Bahia.

Aliás, embora seja antiamericano, o PT vem importando e amplificando no Brasil a ideologia das minorias dos EUA. O governo socialista brasileiro implementa o programa federal “Brasil Sem Homofobia”, cujo objetivo é eliminar toda oposição ao homossexualismo na sociedade brasileira. O governo Lula vem também implementando cotas raciais para negros e até tem uma Secretaria Especial de Política da Promoção da Igualdade Racial, cuja recente secretária, a negra Matilde Ribeiro, declarou: “Eu acho natural a discriminação dos negros contra os brancos”. Ela jamais foi repreendida por tal declaração racista, mas meses depois caiu por causa de corrupção financeira.

No Brasil, os cristãos já estão enfrentando perseguição por causa do favorecimento estatal à “cultura” negra. Livros cristãos que revelam as feitiçarias e sacrifícios de animais (e às vezes até de seres humanos) são proibidos, condenados como literatura racista. Há exemplos reais de importantes livros que foram retirados do mercado por denunciarem a feitiçaria das religiões afros no Brasil.



O esquerdismo dos EUA trouxe ao Brasil a ideologia da igualdade racial, que tem protegido a bruxaria africana como cultura. Qualquer crítica a essa “cultura” é considerada crime de racismo. Em sua visita ao Brasil, Rice também assinou acordos para fortalecer o combate à discriminação contra os negros — significando mais proteção à “cultura” deles. Agora, em troca, o esquerdismo do Brasil vai introduzir essa “cultura” nos negros (e brancos) dos EUA.

De acordo com a Bíblia, Rice se envolveu com demônios na Bahia. De acordo com as autoridades socialistas do Brasil, ela teve simplesmente um envolvimento “cultural”. Mas percebendo ou não, ela colaborou para que os deuses da Bahia se expandam para fora do Brasil.

Mesmo não conhecendo Cristo profundamente, algumas importantes autoridades americanas do passado tinham muito mais bom senso do que Rice. Depois de vencer o Japão na 2ª Guerra Mundial, o General Douglas MacArthur desafiou os missionários evangélicos nos EUA a aproveitarem a oportunidade para evangelizar o Japão. Ele estava tentando construir uma ponte de transformação espiritual entre os EUA e Japão.

A atitude de Secretária de Estado Condoleezza Rice de incentivar os negros americanos a encontrarem suas raízes espirituais na Bahia está construindo uma ponte espiritual. Do ponto de vista da ideologia da diversidade e multiculturalismo, as ações espirituais de MacArthur e Rice têm o mesmo valor. Mas na balança da Palavra de Deus, só alianças e raízes com Cristo trazem vida, não destruição.

Um cristão verdadeiro, sendo ou não Secretário de Estado dos Estados Unidos, não ajuda os orixás a destruir as pessoas, mas ajuda as pessoas a se libertarem dos orixás. Foi assim que, com a ajuda de cristãos que testemunham o verdadeiro Evangelho, minha mãe conheceu Jesus, foi liberta dos orixás e se tornou uma nova criatura. Dou graças a Deus porque na vida dela o poder do Espírito Santo prevaleceu sobre os orixás. Se não fosse o poder do Evangelho, eu mesmo hoje poderia ser um dos milhões de escravos dessa herança espiritual da África.



Condoleezza Rice cumprimenta religiosa na Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos (Foto: Lucio Tavora/AFP)

No segundo dia da visita à capital baiana, Rice visitou a Igreja Nossa Senhora do Rosário dos Pretos, no Pelourinho. Ela foi recebida pelo coral da igreja, que a homenageou com um canto de acolhida. Na ocasião foi transmitida uma mensagem retratando a história dos negros baianos e da igreja.

Estiveram presentes o governador Jaques Wagner, o prefeito de Salvador, João Henrique, o arcebispo Dom Geraldo Majella, o ministro Gilberto Gil, além de secretários estaduais e outras autoridades civis, militares e religiosas. 


Rice e o arcebispo Dom Geraldo Majella (Foto: Edgar de Souza/G1)



  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook