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Sejam Bem Vindos! O que queremos ainda Não Sabemos.O Brasil é um país onde o povo é passivo. O crime compensa. A corrupção é a mãe de todos os crimes e a impunidade embala. A bandidagem seria bem menor sem os bandidos de toga e sua máfia no STF. Aqui você tem uma ideia... lê.Tem outra ideia... relê...E muda de ideia. Assim é a mágica cura do amor e da ciência. Aqui relembramos os fatos que não podem ser esquecidos e frisamos que os que mais podem e sabem são os que nada fazem.
segunda-feira, 4 de março de 2013
FUGIR AO ASSUNTO
"Por Stephen Downes"

Postagem com homenagem a Sócrates (Σωκράτης)
Autoridade anônima
- VOLTANDO AO ASSUNTO COM OUTRAS PALAVRAS
Aparentemente foi John Locke no seu 'Ensaio sobre o entendimento humano'; há alguma literatura sobre o tema, mas não lembro onde li a respeito (embora seja segura a tese sobre Locke). De qualquer modo, Aristóteles já listava esse argumento nos Tópicos.
PS: Encontrei. Comece com a monografia de C. L. Hamblin, 'Fallacies', London, 1970. Ali há uma discussão histórica.
"Por Stephen Downes"

Postagem com homenagem a Sócrates (Σωκράτης)
As falácias desta secção fogem ao assunto, discutindo a pessoa que avançou um argumento em vez de discutir razões para aceitar ou não aceitar a conclusão. Em algumas ocasiões é aceitável citar autoridades, (por exemplo, citar o médico para justificar o uso de um medicamento) quase nunca é apropriado discutir a pessoa em vez dos seus argumentos.
Ataques pessoais (argumentum ad hominem)

Platão, discípulo de Sócrates e um dos mais influentes filósofos até os dias de hoje. É através de seus diálogos que se pode saber sobre a vida de Sócrates.
Ataca-se pessoa que apresentou um argumento e não o argumento que apresentou. A faláciaad hominem assume muitas formas. Ataca, por exemplo, o carácter, a nacionalidade, a raça ou a religião da pessoa. Em outros casos, a falácia sugere que a pessoa, por ter algo tem algo a ganhar com o argumento, é movida pelo interesse. A pessoa pode ainda ser atacada por associação ou pelas suas companhias.
Há três formas maiores da falácia ad hominem:
- Ad hominem (abusivo): em vez de atacar uma afirmação, o argumento ataca pessoa que a proferiu.
- Ad hominem (circunstancial): em vez de atacar uma afirmação, o autor aponta para as circunstâncias em que a pessoa que a fez e as suas circunstâncias.
- Tu quoque: esta forma de ataque à pessoa consiste em fazer notar que a pessoa não pratica o que diz.
Exemplos:
- Podes dizer que Deus não existe mas estás apenas a seguir a moda (ad hominem abusivo).
- É natural que o ministro diga que essa política fiscal é boa porque ele não será atingido por ela (ad hominem circunstancial).
- Podemos passar por alto as afirmações de Simplício porque ele é patrocinado pela indústria da madeira (ad hominem circunstancial).
- Dizes que eu não devo beber, mas não estás sóbrio faz mais de um ano (tu quoque).
Prova: Identifique o ataque e mostre que o carácter ou as circunstâncias da pessoa nada tem a ver com a verdade ou falsidade da proposição defendida.
Referências: Barker: 166; Cedarblom e Paulsen: 155; Copi e Cohen: 97; Davis: 80.
Apelo à autoridade (argumentum ad verecundiam)

Anaxagoras, um dos professores de Sócrates
Ainda que às vezes seja apropriado citar uma autoridade para suportar uma opinião, a maioria das vezes não o é. O apelo à autoridade é especialmente impróprio se:
- A pessoa não está qualificada para ter uma opinião de perito no assunto.
- Não há acordo entre os peritos do campo em questão.
- A autoridade não pode, por algum motivo ser levada a sério — porque estava brincar, estava ébria ou por qualquer outro motivo.
Uma variante da falácia do apelo à autoridade é o "ouvi dizer" ou "diz-se que". Um argumento por "ouvir dizer" é um argumento que depende de fontes em segunda ou terceira mão.
Exemplos:
- O famoso psicólogo Dr. Frasier Crane recomenda-lhe que compre o último modelo de carro da Skoda.
- O economista John Kenneth Galbraith defende que uma apertada política económica é a melhor cura para a recessão. (Apesar de Galbraith ser um perito, nem todos os economistas estão de acordo nesta questão.)
- Encaminhamo-nos para uma guerra nuclear. A semana passada Ronald Reagan disse que começaríamos a bombardear a Rússia em menos de cinco minutos. (Claro que o disse por piada ao testar o microfone.)
- Sousa disse que nunca perdoaria ao Pinto. (Trata-se de um caso de "ouvir dizer" — de facto ele apenas disse que Pinto nada tinha feito para ser perdoado.)
Prova: Mostre uma de duas coisas (ou ambas):
- A pessoa citada não é uma autoridade no campo em questão;
- Entre os especialistas não há consenso sobre o assunto discutido.
Referências: Cedarblom and Paulsen: 155; Copi e Cohen: 95; Davis: 69.
Autoridade anônima

Ilustração do Emblem book, retratando Xântipe a esposa de Sócrates esvaziando um pote sobre Sócrates, do Emblemata Horatiana ilustrado por Otho Vaenius, 1607.
A autoridade em questão não é nomeada. Isto é uma forma de apelo à autoridade porque quando a autoridade não é nomeada é impossível confirmar se se trata de um perito. Esta falácia é tão comum que merece uma menção especial. Uma variante desta falácia é o apelo ao rumor. Como a fonte do rumor é, em regra, desconhecida, não é possível verificar se o rumor merece crédito. Rumores falsos e caluniosos são lançados muitas vezes intencionalmente com o objectivo de desacreditar o oponente.
Exemplos:
- Um membro do governo disse que uma nova lei sobre posse e uso de armas será proposta amanhã.
- Os peritos dizem que a melhor maneira de prevenir uma guerra nuclear é estar preparado para ela.
- Sabe-se que milhares de operações desnecessárias são realizadas todos os anos.
- Diz-se que o primeiro-ministro vai decretar outro feriado antes das eleições.
Prova: Argumente que pelo facto de não conhecermos a fonte e a base da informação, não temos maneira de avaliar a fiabilidade da informação.
Referências: Davis: 73.
Estilo sem substância

"A Morte de Sócrates", por Jacques-Louis David (1787)
Pretende-se que o modo como o argumento ou o argumentador se apresentam contribui para a verdade da conclusão.
Exemplos:
- Nixon perdeu o debate presidencial porque tinha suor na testa.
- Trudeau sabe dirigir as massas. Ele deve ter razão.
- Por que não aceitas o conselho daquele jovem elegante e bem parecido?
Prova: É um facto que o modo como o argumento é apresentado, influencia a crença das pessoas na verdade da conclusão. Mas a verdade da conclusão não depende do modo como o argumento é apresentado. Para mostrar que esta falácia está a ser cometida, mostre que, neste caso, o estilo não afecta a verdade ou a falsidade da conclusão.
Referências: Davis: 61.
Um Argumentum ad hominem (latim, argumento contra a pessoa) é uma falácia identificada quando alguém procura negar uma proposição com uma crítica ao seu autor e não ao seu conteúdo.
Um argumentum ad hominem é uma forte arma retórica, apesar de não possuir bases lógicas.
A falácia ocorre pois conclui sobre o valor da proposição sem examinar seu conteúdo, o que é absurdo.
O argumento contra a pessoa é uma das falácias caracterizadas pelo elemento da irrelevância, por concluir sobre o valor de uma proposição através da introdução, dentro do contexto da discussão, de um elemento que não tem relevância para isso, que neste caso é um juízo sobre o autor da proposição.
Pode ser agrupado também entre as falácias que usam o estratagema do desvio de atenção, ao levar o foco da discussão para um elemento externo a ela, que são as considerações pessoais sobre o autor da proposição.
Osvaldo
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Aparentemente foi John Locke no seu 'Ensaio sobre o entendimento humano'; há alguma literatura sobre o tema, mas não lembro onde li a respeito (embora seja segura a tese sobre Locke). De qualquer modo, Aristóteles já listava esse argumento nos Tópicos.
PS: Encontrei. Comece com a monografia de C. L. Hamblin, 'Fallacies', London, 1970. Ali há uma discussão histórica.
domingo, 3 de março de 2013
INVEJA DOS EUA
"A INVEJA INFANTIL IMPRODUTIVA"!
"Por Vera Lucia Godinho"
A relação de grande parte da nossa mídia e dos intelectuais locais com os Estados Unidos continua sendo a de uma inveja infantil improdutiva, uma síndrome que podemos chamar de "I. I. I. Adição". Psiquiatras brasileiros poderão descrevê-la no futuro, caso eles mesmos não sofram da síndrome de inveja infantil improdutiva. E, como toda síndrome infantil, é primitiva e quase incurável.
Agora, com a eleição nos EUA, de novo, a síndrome se mostra na ridícula parcialidade da maior parte da cobertura e análises (se podemos chamar "gritos da torcida" de análise). A torcida grita: Obama é a prova de que homens criados por mulheres fortes e independentes produzem homens melhores (na realidade, homens com medo das mulheres...), Obama é a cura para a doença (a crise econômica) que assolou os EUA porque ele não representa os milionários e esses são malvados... risadas...
As "cheerleaders" gritam: os republicanos são obviamente idiotas que representam velhos caquéticos brancos que não representam a população americana (apesar de os republicanos terem o controle da Câmara de Deputados e de vários Estados). Pesquisas apontam que, em anos, o partido estará morto porque esses caquéticos terão morrido (pouco importa se grande parte dessas pesquisas são feitas pelos próprios liberais, "esquerda americana", e de existirem mulheres, negros e hispânicos mesmo entre candidatos no Partido Republicano).
Não acredito em causas ideológicas para as ideias políticas, mas sim em causas mais primitivas e da ordem da tara: a base da crítica aos EUA é a simples inveja de que eles são mais ricos.
A figura do Obama (fraco, populista e marqueteiro) é tudo a que a inveja nacional para com os Estados Unidos precisa: um negro, portanto vítima, que queria que os Estados Unidos fossem a Suécia.
Exagero. Obama não queria isso, mas nossos invejosos é que queriam que ele quisesse. Ele apenas discursa para liberais americanos (que nunca tiveram que lidar com uma folha de pagamento) que desdenham o fato de que os EUA são o único país do mundo com enorme população e de história bastante "jovem" a ser rico devido a própria capacidade de sua população produzir riqueza.
A Europa ocidental, com seu Estado de bem-estar social, está falida, inclusive por causa desse. Países como Suécia têm uma população de mil habitantes (trata-se de uma ironia, aviso aos especialistas em população da Suécia). Mas, ainda assim falida, essa Europa claudicante é o modelo que os invejosos tupis têm na cabeça e adoram o Obama porque pensam que ele seja um paladino de fazer os Estados Unidos virar a Suécia.
Ele inchou a máquina de impostos americana com sua versão INSS do Medicare. Os americanos não gostam de pagar a conta alheia, e têm razão de não gostarem. E perdeu de cara seu primeiro teste quando perdeu a maioria na Câmara de Deputados dois anos depois de eleito.
Prometeu fechar Guantánamo (a base americana em Cuba na qual são "interrogados" suspeitos de terrorismo) quando sabia que a segurança americana não podia se dar ao luxo de fazer isso.
Coitado, mas grande parte de sua torcida tupi pensa como membros de centro acadêmico, ou seja, tem uma visão infantil da política e da geopolítica de segurança, ainda que passem por humilhações contínuas nos aeroportos por conta da segurança dos voos, inclusive quando vão para os EUA comprar tênis e iPads baratos, ainda que falem mal dos Estados Unidos.
A Fox News é acusada de ser descaradamente pró-Partido Republicano. O que é verdade. Mas até aí, como chamarmos a torcida desvairada do restante da mídia pelos democratas? Sempre que se fala do Partido Republicano, logo após vem expressões como "homens brancos", "velhos", "milionários", "não havia mulheres, afro-americanos ou hispânicos". As "cheerleaders" tupis se referem ao elefante branco do Medicare do Obama como "avanço nos direitos sociais" destruído pelos republicanos.
Os americanos fizeram o país mais rico do mundo num curto espaço de tempo sem ficar gemendo ou culpando os outros ou pedindo "Bolsa Família". Em vez de babar de inveja dos Estados Unidos, deveríamos aprender com eles.
Osvaldo
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O PT ESTÁ
ISLAMIZANDO O BRASIL!!!
O mal
progride rapidamente – a porta é larga!!! (aqui)
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TREINO PARA PETRALHAS
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LULLA O PSICOPATA: TODO PSICOPATA É PERVERTIDO
LULA TEVE INICIAÇÃO SEXUAL AOS 16 ANOS COM UMA CABRA E É ACUSADO DE ESTUPRAR UM JOVEM NA PRISÃO DURANTE O REGIME MILITAR
Pau-de-arara...
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Lula é o cara!!!
LULLA O ESPÍRITO DE PORCO
Governo Federal chamou e taxou de “maluca” a denúncia do ex-ativista político e fundador do Partido dos Trabalhadores (PT) César Benjamim ao jornal Folha de S. Paulo.
As denuncias de César Benjamim ao jornal são sobre o presidente Luis Inácio Lula da Silva. Na denuncia Lula da Silva teria tentado estuprar um jovem na prisão durante a ditadura militar.
Indivíduo inescrupuloso,
nojento e que nem tem vergonha de declarar-se zoófilo...
Pobres das cabritas,
que não puderam (podem????) se defender de um monstro !!!
Esses caras são
totalmente diferentes dos humanos:
Eles fazem sexo com a bunda dos pagadores de
impostos e com as deles também. O cara realmente é um deturpado mental em
último estágio.
E por falar em galinha,
a galinha sumiu.
Comia???
Então não esta
mais comendo a cabritinha galhinha Rosemary só a vaca da Marisa Letícia. Camisa de força
no CARA! Ele quando presidente do sindicato atacava as viúvas quando iam pegar
ajuda assistencial.
Tomara que a Marisa – A
mudinha fique viúva logo, logo!!!
Elle O Mulla:
O-Chefe-Cumpenhêro-Kamarada-Imperador-Intiliquitual-Ahmadinejad-Chaveszuela-Luiz-Ignorácio-Presidente-Câncer-do-Mentiroso-GuguDadáHaddad-Evo-do-Crak-Sabe-De-Nada-Lullalate-Da-Silva-51-A-Próxima-Vai-Saber-Roubando-ComoNuncad’AntesnaHistóriadaViaLácteaDestepaíz...
E Sua Nulla III:
Dilmente-Mãe-Do-Chuk-Brinquedo-Assassino-Ventríloqua-Poste-Apagada-Pelo-Bispo-Erótico-Tarado-Do-Paraguai???...
Lullalate em seu melhor momento usando de sua grande "intiligencia"
Dois fatos são incontestes:
1º: Lula foi preso durante o regime militar e possivelmente não ficou sozinho em sua cela.
2ª: Estupros eram freqüentes na época; os presos ficavam muitas vezes presos por meses e não continham o libido sexual.

É de tirar o chapéu!!!
As acusações são gravíssimas e precisam ser provadas e apuradas, mas o assunto “sexo” é recorrente na fala do presidente à revista Playboy, em julho de 1979, onde confessou sua iniciação sexual aos 16 anos com uma cabra.
Trajetória política de César Benjamin
César Benjamin foi guerrilheiro, lutando contra o regime militar de 1964. Iniciou na guerrilha com 14 anos. Foi preso quando tinha 17 anos.
Sofreu tortura em interrogatórios. Como conseqüência, perdeu a audição (unilateral).
Em 1976 foi exilado na Suécia. Voltando ao país, com a anistia, foi um dos fundadores do PT, de onde saiu em 1995, por divergências de opinião, que já vinham se avolumando desde 1989.
César Benjamin
Em 2004, filiou-se ao PSOL, pelo qual foi candidato a vice-presidente da república em 2006. Em 2006, concorreu ao cargo de vice-presidente da República no Brasil, na chapa da senadora Heloisa Helena, do PSOL. No mesmo ano, em total desacordo com decisões internas do partido, que nas suas palavras tentou modificar um texto seu original, com o conteúdo programático daquelas eleições, acabou desfilando-se.
César B. trabalhou na Fundação Getúlio Vargas, na Sociedade Brasileira para o Progresso da Ciência, na Prefeitura do Rio de Janeiro e na Editora Nova Fronteira. É editor da Editora Contraponto e colunista da Folha de S. Paulo.
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Lula é o cara!!!
Lulla velho conhecida do polícia
Lula e seus múltiplos talentos
7 PECADOS DE UM PREFEITO CORRUPTO
"Por Vilhelm Filho"
Vamos ficar de olho.
Preste atenção aos sinais que os prefeitos corruptos emitem, os principais são:
1 – Sinais exteriores de riqueza: Quando o eleito, amigos e parentes exibem bens de alto valor, adquiridos de uma hora para outra, como pick-ups, imóveis de luxo, jóias. Desconfie também quando o padrão de consumo não for compatível com a renda, como grandes viagens, festas ou despesas em bares e restaurantes.
2. Resistência a prestar contas: Se o prefeito dificulta o acesso à informação, especialmente sobre os gastos da Prefeitura, desconfie. Por lei, todo cidadão tem direito a esse tipo de informação. O município deve deixar à disposição da população, no serviço de contabilidade, uma cópia da prestação de contas do exercício anterior.
3. Falta crônica de verba: O orçamento da Prefeitura é calculado para cobrir os serviços básicos da cidade. Sinais de abandono ou negligência podem ser indicadores de má administração ou desvio de recurso público.
4. Parentes e amigos empregados:Uma dos artifícios mais utilizados para o pagamento de favores de campanha é a contratação de correligionários amigos e parentes no serviço público sem necessidade real.
5. Não divulgação dos gastos públicos (falta de transparência): A Lei Orgânica do Município obriga o prefeito a divulgar diariamente o movimento do caixa do dia anterior. Ele também deve tornar público o balancete mensal da Prefeitura.
6. Transferências de verbas orçamentárias: Remanejamentos de grandes somas são suspeitos. Desconfie de transferências de verbas acima de 5%. O prefeito pode subverter todas as prioridades originais com grandes transferências entre as rubricas. Isso pode em algumas situações ser feito para atender necessidades emergenciais, mas na maioria das vezes é feita para atender interesses eleitorais e pessoais dos prefeitos.
É preciso uma análise cuidadosa das transferências, e elas deveriam ser analisadas pela Câmara Municipal.
7. Perseguição a outros administradores honestos: Os corruptos tentam eliminar qualquer obstáculo ao seu esquema de enriquecimento ilícito. Um sinal de que há corrupção é quando há perseguição a administradores honestos. Se o seu prefeito comete pelo menos um desses “pecados” fique de olho, reúna provas e denuncie.
Vamos lá cidadãos!
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sábado, 2 de março de 2013
MANTEGA: "FOI UM ANO COM PIB ABAIXO DAS NOSSAS EXPECTATIVAS"
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comenta o resultado do PIB de 2012 (Foto: Elza Fiúza/ABr)
A festa acabou. A economia empacou. O investidor fugiu. E agora?
Ministro da Fazenda reconheceu baixo crescimento da economia do Brasil, mas vê trajetória positiva e acredita que o PIB será maior em 2013
REDAÇÃO ÉPOCA, COM AGÊNCIA BRASIL E ESTADÃO CONTEÚDO
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comenta o resultado do PIB de 2012 (Foto: Elza Fiúza/ABr)
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, comentou nesta sexta-feira (1) sobre o baixo crescimento da economia brasileira. Segundo dados divulgados nesta sexta pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Produto Interno Bruto (PIB), a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, cresceu apenas 0,9% em 2012.
"Foi um ano de PIB mais baixo, abaixo das nossas expectativas", disse Mantega. O ministro, no entanto, minimizou o baixo crescimento e disse que os números mostram uma trajetória positiva, uma " trajetória de aceleração que vai continuar e nos levar aos objetivos de crescimento que nós estabelecemos para o Brasil".
Segundo Mantega, o ano de 2012 começou com baixa atividade. O primeiro trimestre registrou crescimento de apenas 0,1%. Já no último trimestre, o país cresceu 0,6%, o que indicaria a trajetória positiva. "Foi um ano de crise, parecido com o ano de 2009, quando o PIB foi negativo em 0,3%, mas, dessa vez, tivemos um PIB positivo", disse.

Mantega disse que, embora o crescimento foi baixo, 2012 foi um ano bom para a maioria dos brasileiros. “A crise internacional não bateu à porta da família brasileira. Nós tivemos a criação de 1,3 milhão de postos de trabalho. A massa salarial cresceu 6% ao ano, o que não é pouca coisa. O aumento real de renda da população chegou a 4% e houve o aumento do financiamento para habitação, em 35%. Isso significa que população está adquirindo mais moradia e automóveis".
Mantega prevê 2013 positivo na economia
saiba mais
Segundo Mantega, o governo precisa ter mais iniciativas para alavancar o crescimento da economia. Apesar disso, o ministro acredita que as ações tomadas em 2011 e 2012 ainda vão surtir efeito. "As ações já tomadas levaram mais tempo para fazer efeito devido à crise internacional em 2012", disse.
O ministro acredita que o rendimento da economia brasileira será melhor neste ano, devido à recuperação de alguns países que enfrentaram crise no ano passado. "Para 2013, o cenário internacional é mais benigno. A economia mundial deverá crescer mais e devemos ter mais mercados para a indústria brasileira exportar".
Entre as medidas consideradas importantes para alavancar a economia do Brasil, Mantega citou o lançamento de um programa de concessões nas áreas de infraestrutura - portos, aeroportos, ferrovias e rodovias -, além da política de redução da tarifa de energia.
Imprensa internacional ironiza "otimismo" de Mantega
O jornal britânico Financial Times voltou a criticar o ministro Guido Mantega por causa do baixo crescimento do PIB brasileiro. O texto fala sobre a previsão de que 2013 terá 3% de crescimento econômico e diz que "seu otimismo incansável não é bom para a credibilidade do governo".
A festa acabou. A economia empacou. O investidor fugiu. E agora?
O Brasil não brilha mais no céu das finanças globais. Por que nossa imagem no exterior se deteriorou tanto – e como isso afeta nossa economia e nosso futuro
JOSÉ FUCS
ECONOMIA - 22/02/2013 21h57 - Atualizado em 22/02/2013 21h57

>>Trecho de reportagem de ÉPOCA
Três anos atrás, enquanto o mundo ainda estava nas trevas da crise de 2008, o Brasil brilhava como um Sol ao meio-dia. O país crescia em ritmo acelerado, ajudado pelas medidas de estímulo do governo, e acabara de ser escolhido como palco da Copa de 2014 e da Olimpíada de 2016. O brilho iluminava nossas vantagens competitivas – um ambiente institucional mais sólido que noutros países emergentes, um mercado interno gigantesco, uma agroindústria pujante e imensas riquezas minerais e energéticas. As publicações internacionais davam de ombros para os gargalos históricos da economia brasileira e reverenciavam o então presidente, Luiz Inácio Lula da Silva. A austera revista britânica The Economist chegou a publicar uma reportagem de capa exaltando a força e o dinamismo do país. Sob o título “O Brasil decola”, a reportagem era ilustrada pela figura do Cristo Redentor disparando como um foguete em direção ao espaço sideral. O eterno país do futuro, outrora marcado por calotes nos credores externos, uma inflação estratosférica e um crescimento pífio, parecia ter se tornado enfim o país do presente, pronto para realizar seu potencial.
saiba mais
Parecia.
A lua de mel durou pouco. No fim do ano passado, a percepção do Brasil no exterior, que se deteriorava gradualmente desde o final do governo Lula, piorou muito. Nos últimos meses, as críticas se multiplicaram e se tornaram ainda mais fortes. Como num eclipse que oculta os raios do Sol, o brilho do Brasil perdeu intensidade na arena global. “A ideia do Brasil decolando passou”, disse a ÉPOCA o megainvestidor Mark Mobius, presidente da Templeton Emerging Markets, empresa que administra um patrimônio de US$ 54 bilhões em mercados emergentes, US$ 4,3 bilhões no Brasil. “A percepção do Brasil pelos investidores estrangeiros está no pior momento desde 2002”, afirma o cientista político Christopher Garman, diretor da área de estratégia para mercados emergentes do Eurasia Group, uma consultoria americana especializada na análise de riscos políticos. “Exceto em circunstâncias excepcionais, o mundo não se deixa enganar por muito tempo”, diz Rubens Ricupero, ex-ministro da Fazenda e ex-secretário-geral da Conferência das Nações Unidas sobre Comércio e Desenvolvimento (Unctad). A mesma Economist, que louvara o Brasil três anos antes, defendeu recentemente em editorial a saída do ministro da Fazenda, Guido Mantega, considerado inepto para garantir o crescimento de que o país carece. “Aquela capa do Cristo Redentor falava que o Brasil estava decolando e não que tinha chegado à Lua”, afirma a correspondente da Economist no Brasil, Helen Joyce. “Aquele momento especial chegou ao fim.”


A mudança radical na imagem do Brasil lá fora tem a ver, em boa medida, com o desempenho sofrível da economia brasileira. Depois de crescer 7,5% em 2010, no último ano do governo Lula, o país desacelerou. Para desconforto da presidente Dilma Rousseff e de sua equipe econômica, confirmaram-se as previsões mais pessimistas dos economistas. Em 2011, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) não passou de 2,5%, um resultado apenas razoável para um país emergente do porte do Brasil. Em 2012, de acordo com as projeções oficiais, ele desacelerou ainda mais, para 1,35%. É um patamar bem inferior à média mundial no período, de 3,3%, e das estimativas hiperotimistas, de até 5%, feitas por Mantega no início do ano passado. “Lula manteve sem necessidade os estímulos econômicos criados no combate à crise para gerar um clima de euforia e eleger Dilma presidente”, afirma Ricupero. “Mas ele sabia que o dia do juízo chegaria depois.”
>>Continue lendo esta reportagem em ÉPOCA que está nas bancas.
>>Leia mais em ÉPOCA desta semana!
Osvaldo
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