sábado, 14 de março de 2015

Devastador: o que o Moro não perguntará à Camargo Corrêa - Até o Reinaldo Azevedo está no Petrolão?



Conceição desafia a Lava Jato a enfrentar os tucanos!
Conversa Afiada republica do Viomundo devastadora reportagem da magnifica Conceição Lemes, que já demonstrou incomparável competência para enfrentar o impune farisaismo tucano: aqui e aqui também.

Vamos ver se o Juiz Moro de Guantánamo, os procuradores fanfarrões e os delegados aecistastem a coragem de seguir a pauta da Conceição!

MÍDIA CONCENTRA FOCO NA LAVA JATO, MAS IGNORA EMPREITEIRAS NA CASTELO DE AREIA E NO TRENSALÃO


A delação premiada de Dalton Avancini e Eduardo Leite, respectivamente presidente e vice-presidente da Camargo Corrêa, se restringirá à Petrobras ou abrangerá contratos com outras empresas e órgãos públicos em todo o País, inclusive com sucessivos governos tucanos do Estado de São Paulo?

por Conceição Lemes

Em 27 de fevereiro, dois executivos da cúpula da Construtora Camargo Corrêa fecharam acordo de delação premiada com o juiz Sérgio Moro e os procuradores da Operação Lava Jato, que investiga a corrupção na Petrobras.

São Dalton Avancini e Eduardo Hermelino Leite, respectivamente, presidente e vice-presidente da empreiteira. O criminalista Celso Vilardi, advogado de ambos,  não participou das negociações e já informou que vai renunciar à defesa desses clientes.

A Camargo Corrêa também não participou do acordo. Em nota, diz que “tomou conhecimento pela imprensa que seus executivos Dalton Avancini e Eduardo Leite firmaram acordos individuais de colaboração com o Ministério Público Federal”.

A pergunta que não quer calar: a delação premiada de Avancini e Leite vai se restringir à corrupção na Petrobras ou abrangerá também contratos da Camargo Corrêa com outras empresas e órgãos públicos municipais, estaduais e federais em todo o País?

Na época da ditadura, já era voz corrente que as empreiteiras “engraxavam” agentes de órgãos públicos para obter vantagens.

O empresário tucano Ricardo Semler, em artigo publicado em novembro de 2014, salientou que sob Dilma, “nunca se roubou tão pouco”. E revelou ainda:

Nossa empresa deixou de vender equipamentos para a Petrobras nos anos 70. Era impossível vender diretamente sem propina. Tentamos de novo nos anos 80, 90 e até recentemente. Em 40 anos de persistentes tentativas, nada feito.

A delação premiada de Paulo Roberto Costa, ex-diretor da Petrobras, só veio confirmar o que se supunha. Em audiência à Justiça Federal do Paraná, ele disse que:

1) As principais empreiteiras do País distribuíam entre si os contratos, mediante pagamento de propina e desvio de dinheiro público, repassado a partidos políticos.

2) O esquema revelado na Operação Lava Jato operava em todo o País.

3) Ele  não era exclusividade da Petrobras; existia em outras empresas e órgãos públicos municipais, estaduais e federais.

Em português claro: as empreiteiras denunciadas na Lava Jato estão muito mais juntas e misturadas do que mostram a mídia, a Polícia Federal (PF) e o próprio Ministério Público (MPF). Inclusive a Camargo Corrêa, conectada às operações Lava Jato e Castelo de Areia e ao trensalão tucano.

Diante disso, o Viomundo gostaria de saber:

* O juiz  Sérgio Moro e os procuradores federais perguntarão a Dalton Avancini sobre a sua prisão decretada em 2010 pelo Ministério Público Estadual de São Paulo (MPE-SP) em função de corrupção na Sanasa?

A Sanasa (Sociedade de Abastecimento de Água e Saneamento S/A.) é empresa de economia mista controlada pela Prefeitura de Campinas, no interior do Estado de São Paulo. Na época, Avancini fugiu e foi considerado foragido.

A Camargo Corrêa foi uma das empresas acusadas de integrar o cartel que fraudava licitações na área de saneamento. O próprio MPE-SP menciona contratos bilionários do grupo com a Sabesp.

* O juiz  Sérgio Moro e os procuradores federais indagarão também a Avancini sobre o Consórcio Via Amarela, responsável pela construção da Linha 4- Amarela do Metrô de São Paulo?

Avancini representa a Camargo Corrêa no consórcio do qual participa a Alstom, multinacional francesa envolvida no esquema que fraudou e superfaturou licitações do  Metrô e da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM), em conluio com agentes públicos de sucessivos tucanos no Estado de São Paulo. O chamado trensalão, ou propinoduto tucano, como ficou conhecido o esquema.

Tal qual a Alstom a Camargo Corrêa também integra o cartel fraudador.

Um dos contratos denunciados por superfaturamento é justamente o da Linha 4- Amarela do Metrô. Em valores atualizados, a obra foi orçada em R$ 3,3 bilhões. Na Operação Castelo de Areia, há a informação de pagamento de propina da ordem de R$ 16 milhões.

* O juiz  Sérgio Moro e os procuradores federais questionarão Eduardo Leite sobre o consórcio formado para construir o Sistema Produtor São Lourenço, obra da Sabesp?

O consórcio chama-se SPSL Águas — Sistema de Tratamento e Disposição S/A. Eduardo Leite representa nele a Camargo Corrêa.

O Sistema Produtor São Lourenço consiste em construir uma represa no rio Piraí, no município de Ibiúna, para enviar 4,7 mil litros de água por segundo para cidades da Grande São Paulo por uma tubulação de 83 quilômetros de extensão. Em valores atualizados, uma obra de R$ 6,6 bilhões.

Apenas dois consórcios participaram da licitação. O formado pelas empresas Carioca Christiani- Nielsen e Saneamento Ambiental Águas do Brasil foi desclassificado pela Sabesp.  Saiu vencedor o SPSL Águas, composto pelas empreiteiras Camargo Corrêa e Andrade Gutierrez.

Em reportagem publicada em CartaCapital, o jornalista Fábio Serapião denunciou:

“Mesmo após a apresentação de recurso [pelo grupo desclassificado], a Sabesp manteve sua decisão e sagrou vencedor o consórcio SPSL, com uma proposta cuja contraprestação por parte da estatal supera em 14 milhões de reais o preço referencial estipulado no item 6 do edital. Ou seja: foi feita uma licitação que serviu para aumentar, em vez de baixar por meio da concorrência, o preço a ser desembolsado pela estatal”.

* O juiz  Sérgio Moro e os procuradores federais interrogarão os dois delatores sobre as descobertas da PF na Operação Castelo de Areia?

A  Castelo de Areia  foi desencadeada pela Polícia Federal  (PF)e focou na Camargo Corrêa. Ela investigou um esquema de evasão de divisas, lavagem de dinheiro, crimes financeiros e repasses ilícitos para políticos envolvendo executivos da empreiteira, entre 2009 e 2011.

Em 2011, foi anulada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), sob a alegação de que partiu de denúncia anônima. A  Procuradoria-Geral da  República (PGR) recorreu ao Supremo Tribunal Federal (STF).

Em fevereiro deste ano, o ministro Luís Roberto Barroso, do STF, confirmou a decisão do STJ.

Daí, outra pergunta que não quer calar: será que, agora, com a delação premiada, os dois executivos da Camargo Corrêa finalmente esclarecerão as provas obtidas pela PF na Castelo de Areia?

DOCUMENTOS DA CASTELO DE AREIA CITAM CONSELHEIROS DO TCE, JORNALISTA DE VEJA E MATARAZZO

A Castelo de Areia, repetimos, concentrou-se na Camargo Corrêa. Um dos relatórios da PF sobre essa operação (na íntegra, ao final desta reportagem) tem 284 página e  refere-se a informações contidas em  pen-drives e documentos físicos apreendidos.

Um deles é o manuscrito abaixo, de 31/01/2008, que indica a base de cálculo de valores referentes à sigla PMN, que é como, na Camargo Corrêa, se convencionou chamar a Linha 4-Amarela do Metrô de São Paulo.

De acordo com as anotações do documento, a Camargo Corrêa teria recebido até dezembro de 2007 R$ 21.314.104,00 referentes aos lotes 4 e 5 da Linha Amarela. Desse montante, foi calculado 1% –  R$ 213.140,00 –, que se seria o “por fora” para a pessoa indicada pela sigla “F.B.” ainda não identificada.

Fonte: Relatório da PF, página 47

O documento abaixo concerne à  obra identificada como PSM, que significa Anel Viário – Metrô de São Paulo.

Ele tem duas partes. Na superior, manuscrito em azul, está o valor de R$ 125 mil, que seria a “contrapartida” pela autorização de “acerto de aditivo” da obra. Estaria relacionado à sigla “E.B.”, que a PF identificou como sendo Eduardo Bittencourt Carvalho.

O relatório da PF diz:

Considerando-se algumas citações em outros documentos relacionados mais a frente, há indícios de que tais citações dizem respeito a EDUARDO BITTENCOURT CARVALHO, ex-presidente e atual conselheiro do TCE-SP, uma vez que este seria um dos responsáveis pela liberação de pagamento de aditivos das obras no âmbito estadual.

Na parte inferior do documento, surge a menção ao termo CLEIMS – METRO L4. Na verdade, segundo o relatório da PF, o correto seria CLAIMS — o termo utilizado para designar os aditivos aos contratos de prestação de serviços executados pelas empreiteiras.

Ainda com relação a esta anotação há a indicação de compromisso de valores da ordem de R$ 5 milhões referentes a três parcelas devidas nos meses de janeiro a março de 2008.
Fonte: Relatório da PF, página 48 

O documento seguinte relaciona valores datados de 01.04.2008.

Na parte superior do manuscrito, o valor de R$ 55.900,00 refere-se à propina paga por acordo judicial com a Prefeitura de Jundiaí. Está registrado como Custos Diversos (Polt), que poderia indicar a expressão Políticos. Diz a respeito a 10% do valor total  — R$ 559.000 — recebido pela Camargo Corrêa naquela data. Não há indicação de possível beneficiário.

Na sequência, há citação de R$ 192.000 referentes ao “acerto” do contrato para execução de obras da Linha 4-Amarela (PMN) do Metrô de São Paulo.

Dos R$ 192.000, R$ 126.000 seriam para o (a) CMr. Para OG4 iriam R$ 66.000.

O relatório da PF diz:

Estas siglas ainda não estão identificadas. Contudo, ao lado dos valores surge o nome de Robson Marinho, possivelmente referindo-se ao auditor do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo (TCE-SP).

Robson Marinho é conselheiro do TCE-SP e foi denunciado em vários casos de corrupção, entre eles o da Alstom.

Atualmente, por decisão da Justiça de São Paulo, o conselheiro está afastado do cargo.  Chefe da Casa Civil do governo Mário Covas (PSDB), entre 1995 e 1997, Marinho é acusado pelo Ministério Público de receber propina da multinacional francesa Alstom para favorecê-la em um contrato com a Eletropaulo quando esta empresa ainda pertencia ao governo do estado.

O relatório da PF acrescenta:

Em outra pesquisa chegamos à informação de que o Metrô criou um Grupo de Trabalho para avaliar as propostas do Consórcio Via amarela, o chamado GT, que foi criado em 10/01/2005, pelo então presidente do metrô, Luiz Carlos Frayze David. Esse grupo foi criado em 10 de janeiro de 2005 e tendo como Coordenador Marco Antonio Buoncompagno – GC 4 –, o que poderia indicar ser ele o beneficiário indicado pela sigla OG4.


Fonte: Relatório da PF, página 29

O documento abaixo mostra quatro valores. Nos três primeiros, não há indicação de beneficiário.

Segundo o relatório da PF, o primeiro — R$ 146.443 – diz respeito à sigla ACOO (Aeroporto de Congonhas). Representa aproximadamente 5,5% do que a Camargo Corrêa recebeu pela obra de setembro a novembro de 2005.

O segundo — R$ 63.839 – relaciona-se à sigla AV (Aeroporto de Vitória). Representa aproximadamente 5,5% do que a Camargo Corrêa recebeu por essa obra em outubro de 2005.

O terceiro — R$ 234.912 – refere-se à obra CBM (DER – Bauru – Marília). Representa aproximadamente 5,5% dos recebimentos da Camargo Corrêa pela obra nos meses de novembro e dezembro de 2005..

O único valor – R$ 50.000 — com indicação de beneficiário é o quarto. Aparece relacionado à sigla genérica NNN, não sendo atrelado a uma obra específica.

O relatório da PF expõe:

Há menção de que este valor estaria direcionado à Revista “A”, mais precisamente ao jornalista REINALDO AZEVEDO, atualmente articulista da Revista VEJA.

Depois, acrescenta:

Outros nomes que surgem no manuscrito são de ANDREA MATARAZZO, que provavelmente seria o então secretário de coordenação das subprefeituras da Prefeitura de São Paulo, além do prenome “CARLOS”, o qual ainda não foi possível identificar.


Fonte: Relatório da PF, página 129

Diante desses indícios, os documentos obtidos na Castelo de Areia não mereceriam ser melhor investigados? O que mostramos é apenas a mínima parte de um dos relatórios da PF sobre a operação.

CAMARGO CORRÊA: A CONEXÃO LAVA JATO-CASTELO DE AREIA- PROPINODUTO TUCANO

Na verdade, as digitais da Camargo Corrêa estão nos três escândalos mencionados no intertítulo acima.

Por exemplo, ela e a Andrade  Gutierrez (outra empreiteira denunciada na Lava Jato e no trensalão) têm um contrato de R$ 1,2 bilhão para execução de um dos lotes da Linha 5-Lilás do Metrô de São Paulo, onde houve ação do cartel e superfaturamento de mais de R$ 300 milhões.

Não é o único. Os contratos do governo paulista com a Camargo Corrêa somam quase R$ 11 bilhões. Entre as obras, figuram o desassoreamento da calha do rio Tietê e  o Rodoanel Sul, onde o Tribunal de Contas da União (TCU) apontou superfaturamento.

Estima-se que, de 1996 a 2010, a Camargo Corrêa teria pago cerca de R$ 200 milhões em propina para agentes públicos de sucessivos governos tucanos em São Paulo. O cálculo baseia-se no valor dos contratos da empreiteira  com o governo paulista e o percentual de propina  – 3% a 6% — pago a agentes públicos. Já em todo o país o esquema teria movimentado mais de R$ 500 milhões.

– Além da Camargo Corrêa, outras empreiteiras denunciadas na Lava Jato  também estão no trensalão tucano? – alguns leitores devem estar já perguntando.

A resposta é sim. Iesa, OAS, Odebrecht, Queiroz Galvão e Galvão Engenharia, por exemplo, estão tanto no trensalão quanto na Lava Jato.

Aliás, a divulgação da Lista da Lava Jato comprovou o que já havíamos denunciado: os vazamentos seletivos na mídia, que funciona como partido político de oposição ao governo federal.

Do contrário, como explicar o nome do senador Aécio Neves (PSDB-MG) ter sido escondido durante toda a campanha eleitoral e só aparecido quando se soube oficialmente na semana passada que ele não seria investigado pelo STF, apesar de mencionado pelo doleiro Alberto Youssef na Lista de Furnas?

Curiosamente, em 6 de março,  O Globo publicou que Dalton Avancini, presidente da Camargo Corrêa, iria detalhar na sua delação premiada como funcionava o esquema de propina na Usina de Belo Monte. E que isso teria sido fundamental para os procuradores federais aceitarem fazer acordo com o executivo.

Belo Monte é do setor elétrico, não tem nada a ver com a Petrobras.

Curiosamente, o procurador-geral da República, Rodrigo Janot, ao justificar a não abertura de inquérito de Aécio Neves no STF disse que a Lista de Furnas não se referia à Petrobras.

Por que a não conexão de Furnas com a Petrobras serviu para Janot tirar Aécio da lista oficial da Lava Jato e agora o MPF vai investir sobre o Belo Monte?

Youssef é um velho “conhecido” da Justiça, pois atuou fortemente no caso Banestado.

As referências do doleiro a Aécio Neves na Bauruense e na Lista de Furnas (aqui e aqui) indicam que esses esquemas se comunicavam no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso (PSDB). Só para lembrar: empresas do grupo Alstom (denunciada no trensalão) em consórcio com a Bauruense (envolvida na Lista de Furnas e ouras improbidades) prestaram serviços ao governo paulista.

Será que se pode ser parcial na apuração dos malfeitos? Afinal, delações parciais acabam protegendo e mantendo esquemas em outros lugares que há muito já deveriam ter sido estancados.

Por que não se investigar todo o cartel de empreiteiras, que age no Brasil inteiro de modo a viciar licitações de órgãos públicos federais, estaduais e municipais?

Tampouco esquemas fraudulentos são exclusividade de empreiteiras. As contas bancárias de personagens do trensalão tucano no Credit Suisse e provavelmente no HSBC suíço (Leia  PS do Viomundo)  poderão mostrar que esses esquemas usavam os mesmos dutos para pagar propinas. Por isso, tem de se investigar todos os contratos dos governos estaduais com o clube de empreiteiras, assim como atacar todos os esquemas.

É o único jeito de se superar práticas cristalizadas. Também de impedir que escândalos envolvendo tucanos e demos continuem a ser colocados embaixo do tapete, graças à blindagem da mídia bandida e à colaboração de alguns membros do Judiciário.
PS do Viomundo: Já havia sido divulgado que 11 integrantes da família Queiroz Galvão (donos de empreiteiras citadas na Lava Jato) tinham contas no HSBC da Suíça.

Hoje, 12 de março, O Globo revela que dois engenheiros envolvidos no trensalão tucano também abriram contas no HSBC da Suíça. Paulo Celso Mano Moreira da Silva, hoje com 70 anos, foi diretor de operações do Metrô, e Ademir Venâncio de Araújo, de 62 anos, diretor administrativo do Metrô e diretor de obras da CPTM. Atualmente são acusados de improbidade administrativa pelo MPE-SP.

Em 10 de abril de 1997 Silva e Araújo assinaram contrato para que a Alstom fornecesse, sem licitação, um sistema de sinalização e controle da linha Norte-Sul (Vermelha) do Metrô de São Paulo. Eles recorreram a um termo aditivo sobre um contrato firmado oito anos antes entre o Metrô e Alstom.

Silva aparece como proprietário da conta numerada 22544FM, aberta em 12 de outubro de 1994. Em 2007, ele tinha US$ 3 milhões. Sua mulher, Vera Lúcia Perez Mano Moreira da Silva, que já morreu, constava como co-titular.

Araújo consta, por sua vez, como “diretor técnico do metrô de São Paulo” e dono de três contas numeradas: uma aberta em nome da Jemka Investments Limited, outra em nome da Mondavi Holding Trading Ltd. e uma terceira com o número 29233SC. Segundo as planilhas do HSBC, somando as três, Araújo dispunha de US$ 6,9 milhões em 2007.
  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

FEMINISMO, O MITO DA VIOLÊNCIA MASCULINA




Vocês sabiam que nada menos que 35% das vítimas de violência doméstica são vítimas do sexo masculino. Então, por que praticamente todo o governo, empresas, sem fins lucrativos, e dinheiro de doação privada de dinheiro violência doméstica ir para as mulheres?


O "the Centers for Disease Control’s" em um estudo sobre violência domêstica (lançado em novembro 2011) constatou: " Mais do que 1 em cada 3 mulheres (35,6%) e mais de 1 em cada 4 homens (28,5%) nos Estados Unidos sofreram estupro , violência física e / ou perseguição por um parceiro íntimo na vida "e" Cerca de 1 em cada 4 mulheres (24,3%) e 1 em 7 homens (13,8%) sofreram violência física grave por parceiro íntimo (por exemplo, bater com um punho ou algo duro, espancados, bateu contra alguma coisa) em algum momento de sua vida. Você pode ver o documento aqui: http://www.cdc.gov/ViolencePrevention/pdf/NISVS_Report2010-a.pdf



O mais engraçado é que, ao ser noticiado nesse sitehttp://www.startribune.com/nation/135586678.html foi mencionado apenas o número das mulheres vítimas. Devemos ainda levar em conta que existe um enorme preconceito por parte da sociedade e que causa enorme constrangimento em o homem admitir que foi agredido por uma mulher e isso sempre foi refletido nos números das pesquisas Deixo aqui referenciado quase 300 estudos que demonstram que mulheres são tão agressivas, senão mais, que os homens: http://www.csulb.edu/~mfiebert/assault.htm {como podem ver é um site sério da California State University e não blogs [tipo da lola (a feminista, não a garota de programa)] que muitas mulheres usam como referencia na hora de falar sobre esse assunto}.



Outro estudo, publicado no American Journal of Public Health em 2007 demonstrou, após estudar quase 19 mil casais demonstrou que 24% das relações tinham alguma violência. Dessas, 50% eram violências reciprocas. Agora o mais impressionante. Nas relações de violência não reciproca as mulheres foram responsáveis mais de 70% dos casos: http://ajph.aphapublications.org/doi/abs/10.2105/AJPH.2005.079020 Novamente vemos que ao ser estudado a sério os números não correspondem em nada a proporção que a mídia dá importância.



As mulheres muitas vezes alegam que tais agressões são geralmente em auto-defesa, mas esses 70% não demonstram isso. Ainda assim, deixo um estudo com 1000 mulheres universitárias (acredito que bem esclarecidas, portanto) aonde 30% delas admitiram agredir os parceiros. O mais legal disso é ver os principais motivos: (1) o meu parceiro não estava me ouvindo, (2) o meu parceiro não estava sendo sensível às minhas necessidades, e (3) eu queria ganhar a atenção do meu parceiro. [1997, Psychological Reports, 80, 583-590] http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9129375



Temos ainda que considerar que se a situação das mulheres vitimas da violência doméstica já é precária como todos nós sabemos, a situação do homem é muito pior já que é praticamente inexistente qualquer tipo de estrutura ou instalação para ajudar os homens que se encontram nesse tipo de situação. Por fim, é muito triste ver a situação dos homens em todo o planeta completamente desprotegidos contra esse tipo de problema, fora a pressão da sociedade. Outro assunto que não cabe no momento, mas gostaria de citar é apenas que, apesar de muitas mulheres reclamarem das diferenças trabalhistas, não vemos ninguém citando, por exemplo que de acordo com esse registro 92% das mortes no trabalho. são de homens http://www.bls.gov/iif/oshwc/cfoi/cftb0186.pdf







Michelle Elliott expõe um assunto que feministas censuram e negam existir, ajudando assim a proteger criminosas que praticam a pedofilia feminina e estupradoras. Pessoas criminosas deste tipo devem ser punidas sendo homens ou mulheres. Isto é justiça.






Simone Alvim, psicóloga e mestranda, autora do livro "Homens, mulheres e violência" traz a tona um tabu: a violência doméstica mas de um modo diferente do que o movimento feminista prega pois as feministas lucram com isso ( e também censuram). Simone repete o que a trabalhadora social inglesa Erin Pizzey sempe afirmou: que homens e mulheres se agridem na mesma proporção. Simone sofre censura por dize isso. Erin Pizzey também sofreu e inclusive foi ameaçada de morte por feministas. (Cade a igualdade, justiça para todos, feministas?)



Simone também fala da censura do movimento feminista sobre o assunto (visto que este movimento sempre quer o homem como agressor) e outras coisas chocantes. Erin Pizzey sempre afirmou que o feminismo lucra com a violência doméstica. Aqui no Brasil isto também é uma realidade.



Fatos importantes:



a) A violência familiar contra os homens não só é ignorada, como é ridicularizada e estimulada na nossa cultura mesmo com a legislação sendo feito por feministas ( cade a tal igualdade?);



b)Existem profissionais atuando na área que JUSTIFICAM a violência, quando é da mulher contra o homem, inclusive assassinato;



c) As crianças são as grandes vítimas;



d) violência física da mulher contra o homem tende a começar com arranhões com as unhas e uso de objetos como facas, pentes, utensílios diversos;



e) A Alienação parental também é uma forma de violência contra o cônjuge ou ex-conjuge, que utiliza as crianças como arma;



f) Há indicação de que o número de homens alvo de violência fíaica por suas parceiras íntimas possa ser quase o mesmo que o contrário;



g) Pesquisadores que incluem os fatos da violência contra o homem sofrem censura (em geral por parte de feministas), hostilidade e estigmatização no âmbito dos profissionais que atuam com violência doméstica;


h) Erin Pizzey, trabalhadora social que sofre ameças por parte das feminisas sempre afirmou isso desde os anos 60;

i) Mulheres violentas usam, também, outros homens para auxilia-las a cometer crimes contra seus companheiros;

j) As Delegacias da Mulher, a Lei Maria da Penha e as Varas judiciais especializadas, consideram, por padrão, a palavra da mulher como tendo mais peso do que a do homem, o que é inconstitucional (cade a igualdade e justiça das feministas ?);

k) O agressor mais forte pode machucar mais, porém, o agressor mais fraco pode usar de armas, objetos, terceiros e pode manipular o sistema a seu favor, pode fazer vitimismo e tudo o mais se posto acima da lei comum;


COMENTÁRIOS DO BLOG:



Não existe essa Lei Maria da Penha o que existe é a lei contra a violência domestica - qualquer ela que seja por parentes ou não.

Deu para entender o espirito da lei e que ela ainda está sendo politizada por doentes como o Jean Wyllys?



Estou apenas trazendo o espirito da lei que inclusive já está sendo aplicado - muitas mulheres estão sendo presas.
Já tem delegados prendendo mulheres que vão na delegacia como intuito de fazer "falsas" queixar. 



A tal lei Maria da Penha é o que envolve tudo que ocorre no âmbito domestico. 



Tardiamente (mas, antes tarde do que nunca), o povo está acordando para as arapucas das gangues marxistas.



SE SER FRUSTADO É NÃO DAR O PORRA DO RABO EU ME SINTO FRUSTRADÍSSIMO SEXUALMENTE. 

GRAÇAS A DEUS!




ESTÁ DECLARADO GUERRA AOS CRISTÃO - Jean Wyllys


Então vi saírem da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios que realizam sinais milagrosos; eles vão aos reis de todo o mundo, a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso.

"Eis que venho como ladrão! Feliz aquele que permanece vigilante e conserva consigo as suas vestes, para que não ande nu e não seja vista a sua vergonha."

Então os três espíritos os reuniram no lugar que, em hebraico, é chamado Armagedom.

Apocalipse 16:13-16

Por isso, esperem por mim", declara o Senhor, "no dia em que eu me levantar para testemunhar. Decidi ajuntar as nações, reunir os reinos e derramar a minha ira sobre eles, toda a minha impetuosa indignação. O mundo inteiro será consumido pelo fogo da minha zelosa ira.

"Então purificarei os lábios dos povos, para que todos eles invoquem o nome do Senhor e o sirvam de comum acordo. Sofonias 3:8-9

Jean Wyllys e os esquerdopatas, preparem-se:

Dilma foi a ONU apoiar o Estado Islâmico, declarando como "Islamofobia" qualquer reação ao Estado Islâmico - ISIS OU EL, sendo que ela se "esqueceu" que eles não matam somente cristãos, mas matam homossexuais também.
E matam, mais ainda, os próprios islâmicos.

E, a "homofobia" que ela e Jean Wyllys tanto repudiavam?
ESQUERDOS HUMANOS: A CASA CAIU!

ÓDIO DE Jean Willys AOS CRISTÃOS




Link do projeto de lei do Deputado Jean Willys


Jean Willys servo fundamentalista do Gayzismo!
O destruidor da hetoromormatividade?
É tudo de bom que há nele...apenas um funcionário da aguenta Gay conta o Ocidente Livre Sim, esses vermes não dão um pio contra os horrores do Califado islâmico!

CRIANÇA EDUCADA POR "DOIS PAIS"



Será que algum homossexual está pensando na criança? Será que esta criança não tem DIREITO a ter uma mãe e um pai (como na verdade ela tem, pois foi concebida por um homem e uma mulher!)? Furtar esse direito a essa criança e ainda força-la a conviver num ambiente totalmente diferente da grande maioria de seus coleguinhas é correto? Será que algum psicólogo vai acompanhar o desenvolvimento dessa menina? Será que tem alguém preocupado com isso?



A Psicologia fala da importância dos referenciais materno e paterno. 



É um crime, a própria criança sente falta da mãe, que é uma mulher que lhe ensinará coisas que só uma mulher sabe ensinar à sua filha.



Fim dos tempos mesmo!



Pelo que eu sei tem que ter mamãe. Ponto final.

Não é porque se apresenta na natureza que devemos copiar na sociedade humana. O homossexualismo está sim na natureza assim como o canibalismo, por exemplo.





Entrevista concedida á Radio Pânico na Band em 2006.



Opinião atualizada de Dr. Enéas sobre homossexualidade.



11 anos após a entrevista do Roda Viva, percebe-se que o Dr. Enéas emite opiniões menos radicais sobre o tema.



Dr. Enéas não é contra a União Civil de casais do mesmo sexo. É "justo" e está "previsto na constituição", diz ele.



Apesar de se pronunciar contra a adoção de crianças por casais homossexuais, ele mostra conhecer alguns estudos dizendo que o comprometimento para a criança não é grande, sinalizando que, se/quando houver consenso científico, ele poderia, sim, mudar de ideia, mas esclarece que isso não é argumento nem é suficiente para resolver o problema das crianças de rua.

Dr. Drauzio Varella DESMORALIZADO



Documentário - Mulheres atacadas com ácido



O que islâmicos fiéis fazem contra os infiéis.

Islã quer punir os infiéis no Brasil.

Estado Islâmico começa a dar o ar da graça no Brasil. A imprensa Brasileira calada. Será por qual motivo?




Como devem ser tratados os homossexuais segundo o deus islâmico



Sei que Maomé era tarado e pedófilo entre outras coisas, mas não sei se é boato vou publicar no sentido de alguém me provar se é mentira.

O mais engraçado nisso tudo é que o Maomé era um viado...Pois ele beijava pênis, chupava a língua de meninos e ainda prometeu, alem das 72 virgens, meninos tenros que nunca sangram.


COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS

REQUERIMENTO Nº ______ DE 2014
(Do Sr. Jean Wyllys)
Requer a realização do 11º Seminário LGBT com a finalidade de debater e dialogar com a sociedade civil organizada e com o Governo Federal temas relacionados às DST/HIV/AIDS.

Senhor Presidente,
Requeiro, nos termos do artigo 255 do Regimento Interno, a realização do 11º Seminário LGBT do Congresso Nacional, no âmbito desta Comissão Permanente, em conjunto com a Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados e com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, com a finalidade de debater e dialogar com a sociedade civil organizada e com o Governo Federal temas relacionados às DST/HIV/AIDS.

O Seminário deverá ser realizado no dia 14 maio de 2014, em plenário a ser designado, das 9 às 18 horas e contará com a participação de representantes do Governo Federal, da sociedade civil e de especialistas em Saúde, Direito, Educação, Sexualidade, Psicologia e Cultura.

Para a realização do Seminário, deverão ser convidados:

a) Ministro de Estado da Saúde;

b) Ministra-Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência
da República;

c) Ministro de Estado da Educação;

d) Representante da Organização Internacional do Trabalho – OIT;

e) Representante da Organização Pan-americana da Saúde – OPAS

f) Dr. Drauzio Varella, médico oncologista, cientista e escritor;

g) Eduardo Luiz Barbosa, pesquisador.

JUSTIFICATIVA

O enfrentamento das DST/HIV/AIDS passa, necessariamente, pela luta dos Direitos Humanos e dignidade da pessoa humana.
O estigma e a discriminação constituem sérios obstáculos à promoção do acesso universal à prevenção e ao tratamento. Além disso, muitas vezes a discriminação em razão do HIV/AIDS é somada a outras discriminações, acentuando o impacto da doença nas pessoas vivendo com ela, bem como de seus familiares e cuidadores.

Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados no boletim epidemiológico Ano II – n° 01 de 2013, foram notificados 39.185 casos de AIDS no Brasil em 2012, valor que se mantém estável nos últimos cinco anos. A taxa de detecção de AIDS sofreu uma elevação de cerca de 2% nos últimos dez anos, porem distribuída de forma diversa pelo país.

Outro fator importante é a tendência de aumento da prevalência da infecção pelo HIV na população jovem, fato que se apresenta também no contexto mundial. O aumento dos casos em grupos específicos, como o de jovens homossexuais, travestis e mulheres de 13 a 19 anos é motivo de preocupação. Em alguns casos, a chance de um jovem gay estar infectado pelo HIV é 13 vezes maior em comparação a jovens heterossexuais.
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Ainda nesta faixa etária, as mulheres ultrapassaram os homens em número de novos casos, um fenômeno inédito e alarmante. Já na faixa etária acima de 50 anos, a taxa de incidência de AIDS em mulheres aumentou quase 76% entre 1998 e 2010, enquanto nos homens o aumento foi de menos de 23% no mesmo período.

No Brasil há cerca de 718 mil pessoas vivendo com o HIV. Destas, 150 mil não sabem de sua sorologia. Os esforços atuais para o controle da epidemia no Brasil passam pelo diagnóstico precoce da infecção e no tratamento das pessoas vivendo com HIV e AIDS, bem como na implementação de estratégias combinadas de prevenção para toda a população. Pensando nisso, a campanha de 2013 do Ministério da Saúde para o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS teve como lema o incentivo ao diagnóstico precoce da doença. Apesar da pasta comemorar a estabilidade da AIDS no Brasil, 39 mil novos casos são registrados por ano.

Este enfrentamento reúne um leque de temas convergentes que vão da saúde à educação sexual e à diversidade sexual reprodutiva, além da laicidade do Estado. Com o crescimento do fundamentalismo religioso, campanhas de prevenção e redução de riscos empreendidas pelo Governo Federal foram canceladas ou reduzidas após a manifestação contrária das bancadas religiosas. 

Uma pesquisa publicada pela ONU concluiu que as leis punitivas e as práticas discriminatórias de muitos países prejudicam o progresso contra o HIV, práticas também experimentadas em nosso próprio país.

Por exemplo, leis e costumes que criminalizam e desumanizam as populações com maior risco de contágio de HIV – incluindo homens que mantêm relações sexuais com outros homens, trabalhadores do sexo, transexuais e usuários de drogas injetáveis – empurram as pessoas para a clandestinidade, afastando-as de serviços de saúde essenciais, aumentando assim o risco de contágio pelo HIV. Da mesma forma como leis e costumes legalmente tolerados, que aprofundam as desigualdades entre gêneros, também aumentam a vulnerabilidade de mulheres e meninas ao HIV.
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“As leis que proíbem a discriminação e a violência e que protegem as populações de maior risco são poderosas ferramentas de baixo custo, que asseguram que os investimentos para o HIV não sejam desperdiçados.

Sem dúvida, impor essas leis é complexo e um desafio político, mas o nosso relatório mostra que isso pode e deve ser feito”, afirma o ex-presidente do Botsuana, Festus Mogae, membro da comissão da ONU responsável pela pesquisa.

Discutir tais políticas públicas não se resume à questão LGBT, mas afeta tanto homossexuais, heterossexuais e transexuais de igual forma. O Seminário LGBT do Congresso Nacional é uma atividade democrática que há dez anos garante espaço para as discussões e reivindicações políticas que perpassam também a questão da saúde pública. Em anos anteriores, este seminário discutiu a importância da tolerância religiosa e o respeito à liberdade de crença e de não crença, além de também discutir os papéis de gênero na infância, o bullying e evasão escolar, um problema grave que também não se limita ao público LGBT, mas que o afeta de forma especial.

O objetivo deste 11º Seminário é, portanto, apontar caminhos para esse enfrentamento de forma que todos os temas pertinentes sejam abordados e levados em consideração na promoção dos direitos humanos e da dignidade de pessoas vivendo com as DST/HIV/AIDS.

A AIDS é um ponto de interseção entre várias questões que são caras à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, entre eles a saúde da mulher, do homem, da população carcerária e dos jovens LGBTs, entre outros temas que estão diretamente ligados aos propósitos desta Comissão. Sendo esta uma Comissão de parlamentares interessados na promoção e defesa dos Direitos Humanos, sobretudo os das minorias, ela não poderia ficar de fora da construção e realização deste Seminário. Ao contrário, o envolvimento da CDHM na realização do 11º Seminário LGBT do Congresso Nacional, como ocorreu nos anos anteriores, em conjunto com a Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados e com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, é
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essencial para o evento que se espera realizar, além de estar em absoluto acordo com os propósitos da Comissão.

Sala da Comissão, de março de 2014.
JEAN WYLLYS
Deputado Federal

PSOL/RJ


Relatora da Lei Maria da Penha propõe primeira alteração: incluir mulheres trans

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB/RJ), que redigiu a Lei Maria da Penha em 2006 para proteger mulheres vítimas de violência, quer estender a proteção para atingir mulheres trans



Agência Câmara

Jandira Feghali, relatora da Lei Maria da Penha em 2006, quer ampliar a proteção para as mulheres trans
A proposta de ampliar a Lei Maria da Penha para vigorar também sobre as mulheres transexuais já estava de certa forma rondando o pensamento da deputada federal Jandira Feghali quando ganhou um empurrão inusitado dentro de sua própria casa.

No ano passado, a filha mais velha da deputada, a estudante de psicologia Helena, de 22 anos, questionou a mãe sobre o tipo de proteção que o Estado oferecia para o público trans, uma discussão que veio à tona na universidade.


Se a pessoa vive como mulher e se reconhece como tal, é dever do poder público lhe dar as mesmas ferramentas de prevenção à violência e aplicação da pena da Maria da Penha aos agressores (Jandira Feghali)

A deputada, que é mãe também de um garoto de 12 anos, viu que era chegada a hora de fazer a primeira alteração em nove anos de aplicação da Lei Maria da Penha, que ela relatou em 2006. E no fim do ano a líder do PCdoB na Câmara dos Deputados apresentou a proposta de modificar a lei para atender os cidadãos trans. "Se a pessoa vive como mulher e se reconhece como tal, é dever do poder público lhe dar as mesmas ferramentas de prevenção à violência e aplicação da pena da Maria da Penha aos agressores", aponta Feghali. "Há uma enorme demanda social abafada, restringida à interpretação dos juízes para aplicação da Lei Maria da Penha ao público trans. O projeto tem o objetivo de atender essa parcela significativa da sociedade com a garantia de direitos pelo Estado, sem passar por constrangimentos sociais ou vulnerabilidade jurídica."

A parlamentar pondera que desde a criação da Lei Maria da Penha, a realidade foi se impondo de forma diferente. Os cidadãos trans ganharam mais visibilidade, vários projetos na Câmara incluem essa população, mas os números da violência contra eles segue sendo preocupante. No segmento LGBT, os transexuais são, proporcionalmente, os mais afetados pelos crimes.

Estudo do antropólogo Luiz Mott, do Grupo Gay da Bahia, mostra que, enquanto gays representam 10% da população, ou cerca de 20 milhões de pessoas no Brasil, cidadãos trans não chegam a 1 milhão e têm número de assassinatos quase igual ao de gays. Ano passado, 84 travestis foram mortas, a maior parte por violência de seus parceiros. A legislação, atualmente, só é aplicada para este segmento de acordo com a interpretação do juiz, o que na maioria dos casos não ocorre devido ao conservadorismo.

Corregedoria vai apurar caso de travesti agredida em São Paulo veja aqui
À luz do caso Verônica, a travesti que foi presa em São Paulo por agredir a vizinha e teria sido espancada na prisão, a parlamentar destaca que o projeto tem chances de ser aprovado. "Apesar de termos uma maioria conservadora na atual Legislatura, temos grandes chances de levar o assunto ao Senado Federal. Além disso, o debate público no Parlamento sobre proteção aos cidadãos trans aumenta a visibilidade sobre essa demanda e amplia a conscientização da sociedade", diz Jandira.

O projeto foi apresentado no final do ano passado e desarquivado em março. Está tramitando em três instâncias: Na Comissão dos Direitos Humanos, na Seguridade Social e Família e na CCJ, Comissão de Constituição e Justiça, a última das três. Se aprovado nas três, segue direto para o Senado Federal.

Uma vitória recente na pauta de gênero no Congresso foi a aprovação da questão do feminicídio, onde o assassinato de mulheres passou a ser considerado crime hediondo. "Acreditamos que a discussão sobre a proteção de cidadãos trans pelo Estado na questão da Lei Maria da Penha também repassa no combate à homofobia e ao reconhecimento da identidade trans a estes cidadãos", declara Feghali.

1º - "Eu abri a porta e ela disse que ia me matar", diz idosa agredida por travesti em São Paulo (aqui)
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2º - FEMINISMO, O MITO DA VIOLÊNCIA MASCULINA (aqui)
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3º - Corregedoria vai apurar caso de travesti agredida em São Paulo (aqui)
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4º - Brasileiro convertido ao Islã é preso (e solto) nos EUA, após ameaçar “cortar cabeças” em sinagoga. E, a merda não para de subir no Brasil (aqui)


  
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sexta-feira, 13 de março de 2015

Em dia de debate, sutileza zero nas ruas de SP




Encontros simultâneos de simpatizantes dos presidenciáveis Dilma Rousseff (PT) e Aécio Neves (PSDB) em São Paulo reforçaram o clima nada sutil que permeia o segundo turno da disputa eleitoral.

Os eventos, formados para acompanhar o debate desta quinta-feira (16), revelaram a mesma tensão e agressividade dos candidatos no discurso dos militantes, como mostra o vídeo acima.

Um telão montado por coletivos que apoiam a petista, como o Fora do Eixo, mostrava o debate para cerca de 200 pessoas na praça Roosevelt (região central).

Enquanto isso, no Largo da Batata (oeste), cerca de 300 pessoas ouviam pelo rádio, ao redor de uma picape, o programa com os presidenciáveis.

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Produção: Douglas Lambert

Fotografia e reportagem: Isadora Brant e Rodrigo Machado

Edição: André Felipe e Giovanni Bello

  
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Dissidente do Estado Islâmico explica por que reféns do grupo estão sempre 'tranquilos' nas execuções





Porque eles não sabem que irão morrer naquele momento.

Um dissidente do Estado Islâmico afirmou, em entrevista exclusiva à emissora Sky News que todos os reféns que são executados em frente às câmeras já haviam “encenado” a situação diversas vezes antes.

Diante de muitos ensaios, os reféns não sabiam exatamente quando iam morrer e já faziam seus discursos mais “relaxados”. Eles também eram enganados pelos captores.Porque eles não sabem que irão morrer naquele momento.

Sky News fala com exclusividade com membro do Estado Islâmico, que testemunhou o homem que ele afirma ser conhecido como John Jihadi que matou o japonês refém Kenji Goto.



  
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