sábado, 14 de março de 2015

FEMINISMO, O MITO DA VIOLÊNCIA MASCULINA




Vocês sabiam que nada menos que 35% das vítimas de violência doméstica são vítimas do sexo masculino. Então, por que praticamente todo o governo, empresas, sem fins lucrativos, e dinheiro de doação privada de dinheiro violência doméstica ir para as mulheres?


O "the Centers for Disease Control’s" em um estudo sobre violência domêstica (lançado em novembro 2011) constatou: " Mais do que 1 em cada 3 mulheres (35,6%) e mais de 1 em cada 4 homens (28,5%) nos Estados Unidos sofreram estupro , violência física e / ou perseguição por um parceiro íntimo na vida "e" Cerca de 1 em cada 4 mulheres (24,3%) e 1 em 7 homens (13,8%) sofreram violência física grave por parceiro íntimo (por exemplo, bater com um punho ou algo duro, espancados, bateu contra alguma coisa) em algum momento de sua vida. Você pode ver o documento aqui: http://www.cdc.gov/ViolencePrevention/pdf/NISVS_Report2010-a.pdf



O mais engraçado é que, ao ser noticiado nesse sitehttp://www.startribune.com/nation/135586678.html foi mencionado apenas o número das mulheres vítimas. Devemos ainda levar em conta que existe um enorme preconceito por parte da sociedade e que causa enorme constrangimento em o homem admitir que foi agredido por uma mulher e isso sempre foi refletido nos números das pesquisas Deixo aqui referenciado quase 300 estudos que demonstram que mulheres são tão agressivas, senão mais, que os homens: http://www.csulb.edu/~mfiebert/assault.htm {como podem ver é um site sério da California State University e não blogs [tipo da lola (a feminista, não a garota de programa)] que muitas mulheres usam como referencia na hora de falar sobre esse assunto}.



Outro estudo, publicado no American Journal of Public Health em 2007 demonstrou, após estudar quase 19 mil casais demonstrou que 24% das relações tinham alguma violência. Dessas, 50% eram violências reciprocas. Agora o mais impressionante. Nas relações de violência não reciproca as mulheres foram responsáveis mais de 70% dos casos: http://ajph.aphapublications.org/doi/abs/10.2105/AJPH.2005.079020 Novamente vemos que ao ser estudado a sério os números não correspondem em nada a proporção que a mídia dá importância.



As mulheres muitas vezes alegam que tais agressões são geralmente em auto-defesa, mas esses 70% não demonstram isso. Ainda assim, deixo um estudo com 1000 mulheres universitárias (acredito que bem esclarecidas, portanto) aonde 30% delas admitiram agredir os parceiros. O mais legal disso é ver os principais motivos: (1) o meu parceiro não estava me ouvindo, (2) o meu parceiro não estava sendo sensível às minhas necessidades, e (3) eu queria ganhar a atenção do meu parceiro. [1997, Psychological Reports, 80, 583-590] http://www.ncbi.nlm.nih.gov/pubmed/9129375



Temos ainda que considerar que se a situação das mulheres vitimas da violência doméstica já é precária como todos nós sabemos, a situação do homem é muito pior já que é praticamente inexistente qualquer tipo de estrutura ou instalação para ajudar os homens que se encontram nesse tipo de situação. Por fim, é muito triste ver a situação dos homens em todo o planeta completamente desprotegidos contra esse tipo de problema, fora a pressão da sociedade. Outro assunto que não cabe no momento, mas gostaria de citar é apenas que, apesar de muitas mulheres reclamarem das diferenças trabalhistas, não vemos ninguém citando, por exemplo que de acordo com esse registro 92% das mortes no trabalho. são de homens http://www.bls.gov/iif/oshwc/cfoi/cftb0186.pdf







Michelle Elliott expõe um assunto que feministas censuram e negam existir, ajudando assim a proteger criminosas que praticam a pedofilia feminina e estupradoras. Pessoas criminosas deste tipo devem ser punidas sendo homens ou mulheres. Isto é justiça.






Simone Alvim, psicóloga e mestranda, autora do livro "Homens, mulheres e violência" traz a tona um tabu: a violência doméstica mas de um modo diferente do que o movimento feminista prega pois as feministas lucram com isso ( e também censuram). Simone repete o que a trabalhadora social inglesa Erin Pizzey sempe afirmou: que homens e mulheres se agridem na mesma proporção. Simone sofre censura por dize isso. Erin Pizzey também sofreu e inclusive foi ameaçada de morte por feministas. (Cade a igualdade, justiça para todos, feministas?)



Simone também fala da censura do movimento feminista sobre o assunto (visto que este movimento sempre quer o homem como agressor) e outras coisas chocantes. Erin Pizzey sempre afirmou que o feminismo lucra com a violência doméstica. Aqui no Brasil isto também é uma realidade.



Fatos importantes:



a) A violência familiar contra os homens não só é ignorada, como é ridicularizada e estimulada na nossa cultura mesmo com a legislação sendo feito por feministas ( cade a tal igualdade?);



b)Existem profissionais atuando na área que JUSTIFICAM a violência, quando é da mulher contra o homem, inclusive assassinato;



c) As crianças são as grandes vítimas;



d) violência física da mulher contra o homem tende a começar com arranhões com as unhas e uso de objetos como facas, pentes, utensílios diversos;



e) A Alienação parental também é uma forma de violência contra o cônjuge ou ex-conjuge, que utiliza as crianças como arma;



f) Há indicação de que o número de homens alvo de violência fíaica por suas parceiras íntimas possa ser quase o mesmo que o contrário;



g) Pesquisadores que incluem os fatos da violência contra o homem sofrem censura (em geral por parte de feministas), hostilidade e estigmatização no âmbito dos profissionais que atuam com violência doméstica;


h) Erin Pizzey, trabalhadora social que sofre ameças por parte das feminisas sempre afirmou isso desde os anos 60;

i) Mulheres violentas usam, também, outros homens para auxilia-las a cometer crimes contra seus companheiros;

j) As Delegacias da Mulher, a Lei Maria da Penha e as Varas judiciais especializadas, consideram, por padrão, a palavra da mulher como tendo mais peso do que a do homem, o que é inconstitucional (cade a igualdade e justiça das feministas ?);

k) O agressor mais forte pode machucar mais, porém, o agressor mais fraco pode usar de armas, objetos, terceiros e pode manipular o sistema a seu favor, pode fazer vitimismo e tudo o mais se posto acima da lei comum;


COMENTÁRIOS DO BLOG:



Não existe essa Lei Maria da Penha o que existe é a lei contra a violência domestica - qualquer ela que seja por parentes ou não.

Deu para entender o espirito da lei e que ela ainda está sendo politizada por doentes como o Jean Wyllys?



Estou apenas trazendo o espirito da lei que inclusive já está sendo aplicado - muitas mulheres estão sendo presas.
Já tem delegados prendendo mulheres que vão na delegacia como intuito de fazer "falsas" queixar. 



A tal lei Maria da Penha é o que envolve tudo que ocorre no âmbito domestico. 



Tardiamente (mas, antes tarde do que nunca), o povo está acordando para as arapucas das gangues marxistas.



SE SER FRUSTADO É NÃO DAR O PORRA DO RABO EU ME SINTO FRUSTRADÍSSIMO SEXUALMENTE. 

GRAÇAS A DEUS!




ESTÁ DECLARADO GUERRA AOS CRISTÃO - Jean Wyllys


Então vi saírem da boca do dragão, da boca da besta e da boca do falso profeta três espíritos imundos semelhantes a rãs. São espíritos de demônios que realizam sinais milagrosos; eles vão aos reis de todo o mundo, a fim de reuni-los para a batalha do grande dia do Deus todo-poderoso.

"Eis que venho como ladrão! Feliz aquele que permanece vigilante e conserva consigo as suas vestes, para que não ande nu e não seja vista a sua vergonha."

Então os três espíritos os reuniram no lugar que, em hebraico, é chamado Armagedom.

Apocalipse 16:13-16

Por isso, esperem por mim", declara o Senhor, "no dia em que eu me levantar para testemunhar. Decidi ajuntar as nações, reunir os reinos e derramar a minha ira sobre eles, toda a minha impetuosa indignação. O mundo inteiro será consumido pelo fogo da minha zelosa ira.

"Então purificarei os lábios dos povos, para que todos eles invoquem o nome do Senhor e o sirvam de comum acordo. Sofonias 3:8-9

Jean Wyllys e os esquerdopatas, preparem-se:

Dilma foi a ONU apoiar o Estado Islâmico, declarando como "Islamofobia" qualquer reação ao Estado Islâmico - ISIS OU EL, sendo que ela se "esqueceu" que eles não matam somente cristãos, mas matam homossexuais também.
E matam, mais ainda, os próprios islâmicos.

E, a "homofobia" que ela e Jean Wyllys tanto repudiavam?
ESQUERDOS HUMANOS: A CASA CAIU!

ÓDIO DE Jean Willys AOS CRISTÃOS




Link do projeto de lei do Deputado Jean Willys


Jean Willys servo fundamentalista do Gayzismo!
O destruidor da hetoromormatividade?
É tudo de bom que há nele...apenas um funcionário da aguenta Gay conta o Ocidente Livre Sim, esses vermes não dão um pio contra os horrores do Califado islâmico!

CRIANÇA EDUCADA POR "DOIS PAIS"



Será que algum homossexual está pensando na criança? Será que esta criança não tem DIREITO a ter uma mãe e um pai (como na verdade ela tem, pois foi concebida por um homem e uma mulher!)? Furtar esse direito a essa criança e ainda força-la a conviver num ambiente totalmente diferente da grande maioria de seus coleguinhas é correto? Será que algum psicólogo vai acompanhar o desenvolvimento dessa menina? Será que tem alguém preocupado com isso?



A Psicologia fala da importância dos referenciais materno e paterno. 



É um crime, a própria criança sente falta da mãe, que é uma mulher que lhe ensinará coisas que só uma mulher sabe ensinar à sua filha.



Fim dos tempos mesmo!



Pelo que eu sei tem que ter mamãe. Ponto final.

Não é porque se apresenta na natureza que devemos copiar na sociedade humana. O homossexualismo está sim na natureza assim como o canibalismo, por exemplo.





Entrevista concedida á Radio Pânico na Band em 2006.



Opinião atualizada de Dr. Enéas sobre homossexualidade.



11 anos após a entrevista do Roda Viva, percebe-se que o Dr. Enéas emite opiniões menos radicais sobre o tema.



Dr. Enéas não é contra a União Civil de casais do mesmo sexo. É "justo" e está "previsto na constituição", diz ele.



Apesar de se pronunciar contra a adoção de crianças por casais homossexuais, ele mostra conhecer alguns estudos dizendo que o comprometimento para a criança não é grande, sinalizando que, se/quando houver consenso científico, ele poderia, sim, mudar de ideia, mas esclarece que isso não é argumento nem é suficiente para resolver o problema das crianças de rua.

Dr. Drauzio Varella DESMORALIZADO



Documentário - Mulheres atacadas com ácido



O que islâmicos fiéis fazem contra os infiéis.

Islã quer punir os infiéis no Brasil.

Estado Islâmico começa a dar o ar da graça no Brasil. A imprensa Brasileira calada. Será por qual motivo?




Como devem ser tratados os homossexuais segundo o deus islâmico



Sei que Maomé era tarado e pedófilo entre outras coisas, mas não sei se é boato vou publicar no sentido de alguém me provar se é mentira.

O mais engraçado nisso tudo é que o Maomé era um viado...Pois ele beijava pênis, chupava a língua de meninos e ainda prometeu, alem das 72 virgens, meninos tenros que nunca sangram.


COMISSÃO DE DIREITOS HUMANOS E MINORIAS

REQUERIMENTO Nº ______ DE 2014
(Do Sr. Jean Wyllys)
Requer a realização do 11º Seminário LGBT com a finalidade de debater e dialogar com a sociedade civil organizada e com o Governo Federal temas relacionados às DST/HIV/AIDS.

Senhor Presidente,
Requeiro, nos termos do artigo 255 do Regimento Interno, a realização do 11º Seminário LGBT do Congresso Nacional, no âmbito desta Comissão Permanente, em conjunto com a Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados e com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, com a finalidade de debater e dialogar com a sociedade civil organizada e com o Governo Federal temas relacionados às DST/HIV/AIDS.

O Seminário deverá ser realizado no dia 14 maio de 2014, em plenário a ser designado, das 9 às 18 horas e contará com a participação de representantes do Governo Federal, da sociedade civil e de especialistas em Saúde, Direito, Educação, Sexualidade, Psicologia e Cultura.

Para a realização do Seminário, deverão ser convidados:

a) Ministro de Estado da Saúde;

b) Ministra-Chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência
da República;

c) Ministro de Estado da Educação;

d) Representante da Organização Internacional do Trabalho – OIT;

e) Representante da Organização Pan-americana da Saúde – OPAS

f) Dr. Drauzio Varella, médico oncologista, cientista e escritor;

g) Eduardo Luiz Barbosa, pesquisador.

JUSTIFICATIVA

O enfrentamento das DST/HIV/AIDS passa, necessariamente, pela luta dos Direitos Humanos e dignidade da pessoa humana.
O estigma e a discriminação constituem sérios obstáculos à promoção do acesso universal à prevenção e ao tratamento. Além disso, muitas vezes a discriminação em razão do HIV/AIDS é somada a outras discriminações, acentuando o impacto da doença nas pessoas vivendo com ela, bem como de seus familiares e cuidadores.

Segundo dados do Ministério da Saúde, divulgados no boletim epidemiológico Ano II – n° 01 de 2013, foram notificados 39.185 casos de AIDS no Brasil em 2012, valor que se mantém estável nos últimos cinco anos. A taxa de detecção de AIDS sofreu uma elevação de cerca de 2% nos últimos dez anos, porem distribuída de forma diversa pelo país.

Outro fator importante é a tendência de aumento da prevalência da infecção pelo HIV na população jovem, fato que se apresenta também no contexto mundial. O aumento dos casos em grupos específicos, como o de jovens homossexuais, travestis e mulheres de 13 a 19 anos é motivo de preocupação. Em alguns casos, a chance de um jovem gay estar infectado pelo HIV é 13 vezes maior em comparação a jovens heterossexuais.
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Ainda nesta faixa etária, as mulheres ultrapassaram os homens em número de novos casos, um fenômeno inédito e alarmante. Já na faixa etária acima de 50 anos, a taxa de incidência de AIDS em mulheres aumentou quase 76% entre 1998 e 2010, enquanto nos homens o aumento foi de menos de 23% no mesmo período.

No Brasil há cerca de 718 mil pessoas vivendo com o HIV. Destas, 150 mil não sabem de sua sorologia. Os esforços atuais para o controle da epidemia no Brasil passam pelo diagnóstico precoce da infecção e no tratamento das pessoas vivendo com HIV e AIDS, bem como na implementação de estratégias combinadas de prevenção para toda a população. Pensando nisso, a campanha de 2013 do Ministério da Saúde para o Dia Mundial de Luta Contra a AIDS teve como lema o incentivo ao diagnóstico precoce da doença. Apesar da pasta comemorar a estabilidade da AIDS no Brasil, 39 mil novos casos são registrados por ano.

Este enfrentamento reúne um leque de temas convergentes que vão da saúde à educação sexual e à diversidade sexual reprodutiva, além da laicidade do Estado. Com o crescimento do fundamentalismo religioso, campanhas de prevenção e redução de riscos empreendidas pelo Governo Federal foram canceladas ou reduzidas após a manifestação contrária das bancadas religiosas. 

Uma pesquisa publicada pela ONU concluiu que as leis punitivas e as práticas discriminatórias de muitos países prejudicam o progresso contra o HIV, práticas também experimentadas em nosso próprio país.

Por exemplo, leis e costumes que criminalizam e desumanizam as populações com maior risco de contágio de HIV – incluindo homens que mantêm relações sexuais com outros homens, trabalhadores do sexo, transexuais e usuários de drogas injetáveis – empurram as pessoas para a clandestinidade, afastando-as de serviços de saúde essenciais, aumentando assim o risco de contágio pelo HIV. Da mesma forma como leis e costumes legalmente tolerados, que aprofundam as desigualdades entre gêneros, também aumentam a vulnerabilidade de mulheres e meninas ao HIV.
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“As leis que proíbem a discriminação e a violência e que protegem as populações de maior risco são poderosas ferramentas de baixo custo, que asseguram que os investimentos para o HIV não sejam desperdiçados.

Sem dúvida, impor essas leis é complexo e um desafio político, mas o nosso relatório mostra que isso pode e deve ser feito”, afirma o ex-presidente do Botsuana, Festus Mogae, membro da comissão da ONU responsável pela pesquisa.

Discutir tais políticas públicas não se resume à questão LGBT, mas afeta tanto homossexuais, heterossexuais e transexuais de igual forma. O Seminário LGBT do Congresso Nacional é uma atividade democrática que há dez anos garante espaço para as discussões e reivindicações políticas que perpassam também a questão da saúde pública. Em anos anteriores, este seminário discutiu a importância da tolerância religiosa e o respeito à liberdade de crença e de não crença, além de também discutir os papéis de gênero na infância, o bullying e evasão escolar, um problema grave que também não se limita ao público LGBT, mas que o afeta de forma especial.

O objetivo deste 11º Seminário é, portanto, apontar caminhos para esse enfrentamento de forma que todos os temas pertinentes sejam abordados e levados em consideração na promoção dos direitos humanos e da dignidade de pessoas vivendo com as DST/HIV/AIDS.

A AIDS é um ponto de interseção entre várias questões que são caras à Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados, entre eles a saúde da mulher, do homem, da população carcerária e dos jovens LGBTs, entre outros temas que estão diretamente ligados aos propósitos desta Comissão. Sendo esta uma Comissão de parlamentares interessados na promoção e defesa dos Direitos Humanos, sobretudo os das minorias, ela não poderia ficar de fora da construção e realização deste Seminário. Ao contrário, o envolvimento da CDHM na realização do 11º Seminário LGBT do Congresso Nacional, como ocorreu nos anos anteriores, em conjunto com a Comissão de Legislação Participativa da Câmara dos Deputados e com a Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa do Senado Federal, é
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essencial para o evento que se espera realizar, além de estar em absoluto acordo com os propósitos da Comissão.

Sala da Comissão, de março de 2014.
JEAN WYLLYS
Deputado Federal

PSOL/RJ


Relatora da Lei Maria da Penha propõe primeira alteração: incluir mulheres trans

A deputada federal Jandira Feghali (PCdoB/RJ), que redigiu a Lei Maria da Penha em 2006 para proteger mulheres vítimas de violência, quer estender a proteção para atingir mulheres trans



Agência Câmara

Jandira Feghali, relatora da Lei Maria da Penha em 2006, quer ampliar a proteção para as mulheres trans
A proposta de ampliar a Lei Maria da Penha para vigorar também sobre as mulheres transexuais já estava de certa forma rondando o pensamento da deputada federal Jandira Feghali quando ganhou um empurrão inusitado dentro de sua própria casa.

No ano passado, a filha mais velha da deputada, a estudante de psicologia Helena, de 22 anos, questionou a mãe sobre o tipo de proteção que o Estado oferecia para o público trans, uma discussão que veio à tona na universidade.


Se a pessoa vive como mulher e se reconhece como tal, é dever do poder público lhe dar as mesmas ferramentas de prevenção à violência e aplicação da pena da Maria da Penha aos agressores (Jandira Feghali)

A deputada, que é mãe também de um garoto de 12 anos, viu que era chegada a hora de fazer a primeira alteração em nove anos de aplicação da Lei Maria da Penha, que ela relatou em 2006. E no fim do ano a líder do PCdoB na Câmara dos Deputados apresentou a proposta de modificar a lei para atender os cidadãos trans. "Se a pessoa vive como mulher e se reconhece como tal, é dever do poder público lhe dar as mesmas ferramentas de prevenção à violência e aplicação da pena da Maria da Penha aos agressores", aponta Feghali. "Há uma enorme demanda social abafada, restringida à interpretação dos juízes para aplicação da Lei Maria da Penha ao público trans. O projeto tem o objetivo de atender essa parcela significativa da sociedade com a garantia de direitos pelo Estado, sem passar por constrangimentos sociais ou vulnerabilidade jurídica."

A parlamentar pondera que desde a criação da Lei Maria da Penha, a realidade foi se impondo de forma diferente. Os cidadãos trans ganharam mais visibilidade, vários projetos na Câmara incluem essa população, mas os números da violência contra eles segue sendo preocupante. No segmento LGBT, os transexuais são, proporcionalmente, os mais afetados pelos crimes.

Estudo do antropólogo Luiz Mott, do Grupo Gay da Bahia, mostra que, enquanto gays representam 10% da população, ou cerca de 20 milhões de pessoas no Brasil, cidadãos trans não chegam a 1 milhão e têm número de assassinatos quase igual ao de gays. Ano passado, 84 travestis foram mortas, a maior parte por violência de seus parceiros. A legislação, atualmente, só é aplicada para este segmento de acordo com a interpretação do juiz, o que na maioria dos casos não ocorre devido ao conservadorismo.

Corregedoria vai apurar caso de travesti agredida em São Paulo veja aqui
À luz do caso Verônica, a travesti que foi presa em São Paulo por agredir a vizinha e teria sido espancada na prisão, a parlamentar destaca que o projeto tem chances de ser aprovado. "Apesar de termos uma maioria conservadora na atual Legislatura, temos grandes chances de levar o assunto ao Senado Federal. Além disso, o debate público no Parlamento sobre proteção aos cidadãos trans aumenta a visibilidade sobre essa demanda e amplia a conscientização da sociedade", diz Jandira.

O projeto foi apresentado no final do ano passado e desarquivado em março. Está tramitando em três instâncias: Na Comissão dos Direitos Humanos, na Seguridade Social e Família e na CCJ, Comissão de Constituição e Justiça, a última das três. Se aprovado nas três, segue direto para o Senado Federal.

Uma vitória recente na pauta de gênero no Congresso foi a aprovação da questão do feminicídio, onde o assassinato de mulheres passou a ser considerado crime hediondo. "Acreditamos que a discussão sobre a proteção de cidadãos trans pelo Estado na questão da Lei Maria da Penha também repassa no combate à homofobia e ao reconhecimento da identidade trans a estes cidadãos", declara Feghali.

1º - "Eu abri a porta e ela disse que ia me matar", diz idosa agredida por travesti em São Paulo (aqui)
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2º - FEMINISMO, O MITO DA VIOLÊNCIA MASCULINA (aqui)
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3º - Corregedoria vai apurar caso de travesti agredida em São Paulo (aqui)
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4º - Brasileiro convertido ao Islã é preso (e solto) nos EUA, após ameaçar “cortar cabeças” em sinagoga. E, a merda não para de subir no Brasil (aqui)


  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

5 comentários:

  1. Até me interessei pelo blog mas perdi o interesse depois do texto vira-lata do início. Vão se foder.

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    1. Isso que é uma argumentação bem fundamentada de um(a) esquerdista.

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  2. Excelente artigo. Parabéns.

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