Sejam Bem Vindos! O que queremos ainda Não Sabemos.O Brasil é um país onde o povo é passivo. O crime compensa. A corrupção é a mãe de todos os crimes e a impunidade embala. A bandidagem seria bem menor sem os bandidos de toga e sua máfia no STF. Aqui você tem uma ideia... lê.Tem outra ideia... relê...E muda de ideia. Assim é a mágica cura do amor e da ciência. Aqui relembramos os fatos que não podem ser esquecidos e frisamos que os que mais podem e sabem são os que nada fazem.
Imagens obtidas pelo robô Curiosity, enviado a Marte pela Nasa, a agência espacial norte-americana, deixou os responsáveis pela missão um tanto envergonhados. A trilha feita pelo veículo - segundo os cientistas, de forma acidental - formou o desenho de um pênis na superfície do planeta vermelho,segundo matéria do site Huffington Post.
Em Marte desde agosto de 2012, o Curiosity tem o objetivo de explorar o planeta e encontrar vestígios de vida. Diariamente, o robô envia imagens de Marte para a Nasa. Para explorar o planeta vizinho, a Nasa investiu cerca de US$ 5,2 bilhões (R$ 10,4 bilhões). Parece que o primeiro legado humano por lá foi a pornografia... (a dica foi do Leonardo Sacco)
Osvaldo Aires Bade Comentários
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O ISLÃ NÃO SE CANSA DE SE SUPERAR! DIVULGADAS AS FOTOS DO HOMEM DEPORTADO DA ARÁBIA SAUDITA POR SER 'BONITO DEMAIS'
O blog Asian Town descobriu a identidade do rapaz: ele atende por Omar Borkan al-Gala e em seu Facebook se define como ator, fotógrafo de moda e poeta. Segundo as autoridades religiosas sauditas, al-Gala "poderia monopolizar a atenção das mulheres presentes ao evento". O rapaz é tudo isso mesmo, moças? Digam lá nos comentários! (vi no Huffington Post)
Foto: Facebook
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BRASIL, O PAÍS QUE AMA APAIXONADAMENTE BANDIDOS - UM PAÍS DE VERMES! Dentista é morta
Bandidos atearam fogo em dentista em São Bernardo do Campo
Atualizado: 25/04/2013 18:30|Por Redação
Até agora não teve nenhuma manifestação com relação a este crime animal. Um país feito pelo incesto no fundo da coxia! Bandidos atearam fogo e mataram a dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, na tarde desta quinta-feira, dia 25, em São Bernardo do Campo.
Ao menos três bandidos participaram do crime. A polícia divulgou a imagem de um dos suspeitos.
Os criminosos invadiram o consultório da vítima e anunciaram o assalto. Quando descobriram que a dentista tinha apenas R$ 30, atearam fogo em Cinthya ainda viva.
O consultório de Cinthya funcionava nos fundos de sua casa. Ela morava com os pais e uma irmã.
Ao menos três bandidos atearam fogo e mataram a dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza, de 47 anos, na tarde desta quinta-feira, 25, em São Bernardo do Campo. O crime aconteceu por volta das 12h30, na Rua Copacabana. Os criminosos invadiram o consultório da vítima e anunciaram o assalto. Quando descobriram que a dentista tinha apenas R$ 30, atearam fogo nela ainda viva.
Segundo o delegado seccional de São Bernardo, Waldomiro Bueno Filho, a dentista estava atendendo uma paciente quando os criminosos apertaram a campainha. Um dos bandidos se passou por um paciente, o que fez a vítima abrir o portão, e outros dois invadiram a casa. A paciente ficou vendada durante todo o crime e ouviu a dentista gritar pedindo para os bandidos não atearem fogo. "Atearam fogo por maldade", afirmou Bueno Filho. Ele desconfia que uma quadrilha especializada em assalto a consultórios esteja agindo na região.
Vizinhos ouviram os gritos da dentista e chamaram o Corpo de Bombeiros e a polícia. Eles identificaram um carro Audi preto estacionado em frente ao consultório. Segundo testemunhas, um quarto bandido ficou o tempo todo dentro do carro.
O consultório de Cinthya funcionava nos fundos de sua casa. Ela morava com os pais e uma irmã. O pai da vítima, Viriato Gomes de Souza, de 70 anos, afirmou que ela só estava sozinha porque precisava atender a paciente. Normalmente nesse horário ela buscaria a irmã, que tem deficiência mental, na escola. Como tinha paciente, ficou em casa enquanto os pais foram buscar a irmã. Emocionado, Viriato diz que não sabe os motivos de tamanha brutalidade. "Ela era uma pessoa boa, que não tem inimigos. Agora a gente não sabe o que vai fazer, se vai continuar morando lá", afirmou. "Espero que ninguém precise passar pela dor que eu estou passando."
A dentista Cinthya Magaly Moutinho de Souza. Mais aqui (clique)
Osvaldo Aires Bade Comentários
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DIREITO CONSTITUCIONAL - CONCURSO PÚBLICO - STF
CONTITUIÇÃO BRASILEIRA
CURSO: REFORMA DO JUDICIÁRIO
Enviado para o youtube em 28/10/2009
No programa Saber Direito, o professor de Direito Constitucional Zélio Maia, que também é procurador do Distrito Federal e autor de vários livros, fala sobre a Constituição Federal, a reforma do Judiciário e a democracia. Entre os temas abordados por ele durante as aulas estão a democratização da Justiça pós 1988 e o alcance da reforma judiciária. O procurador fala ainda de tratados internacionais sobre direitos humanos, dos tratados com força supra legal, e da extradição de brasileiro nato.
AULA 1 - DEMOCRATIZAÇÃO DA JUSTIÇA
AULA 2 - CELERIDADE PROCESSUAL
AULA 3 - HIERARQUIA DAS NORMAS CONSTITUCIONAIS
AULA 4 - TRATADOS INTERNACIONAIS
AULA 5 - TRIBUNAL PENAL INTERNACIONAL
SOBRAM BOLSAS PARA BRASILEIROS EM HARVARD E MIT
Doutorados em diversas universidades dos EUA têm 1,5 mil vagas abertas até 2015; inglês ainda é entrave para estudantes do País
Atualizado: 25/04/2013 02:02 | Por Davi Lira, estadao.com.br
Universidades Harvard
As Universidades Harvard, Stanford, Columbia, da Califórnia, o Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT) e outras instituições americanas de ponta vão reservar 1,5 mil bolsas de estudo integral até 2015 para estudantes brasileiros cursarem doutorado completo. As bolsas serão financiadas pelo governo federal, por meio do programa Ciência Sem Fronteiras (CsF).
Apesar do convênio com as universidades ter sido firmado no ano passado - motivado pela ida da presidente Dilma Rousseff aos Estados Unidos em abril de 2012 -, a falta de divulgação da oportunidade levou a Laspau (entidade vinculada à Harvard), que administra a concessão das bolsas, a realizar ontem uma visita ao País.
Stanford
"Trata-se de um acordo histórico, sem precedentes. Os estudantes brasileiros precisam saber que eles podem estudar nas melhores universidades norte-americanas", disse Angélica Natera, diretora adjunta da Laspau, durante agenda de reuniões com parceiros institucionais em São Paulo.
Mesmo exigindo que os estudantes tenham apenas diploma de graduação nas áreas prioritárias do CsF - Engenharia, Tecnologias e Saúde -, além de bom nível de inglês, pouco mais de cem candidatos foram pré-selecionados até o momento. É prevista neste primeiro ano de acordo a seleção de outros 400 estudantes. As inscrições para início dos estudos em 2014 vão até setembro e podem ser feitas pelo site da Laspau (www.laspau.harvard.edu).
Columbia
A baixa demanda pelas bolsas pode ser justificada pelo desconhecimento de muitos estudantes, que tendo apenas diploma de graduação podem se candidatar diretamente para o curso de doutorado. Ou seja, não precisam cursar primeiramente o mestrado. "Geralmente, quem sabe desse detalhe é aquele estudante que teve maior aproximação com pesquisa na graduação, com projetos de iniciação científica, por exemplo. Mas quem não teve muito esse contato desconhece", disse Luana Bonone, presidente da Associação Nacional de Pós-Graduandos.
A falta de domínio de inglês é outro entrave às candidaturas. "Até o pós-graduado tem inglês ruim, mas essa deficiência é curável", disse o economista Cláudio Moura Castro, ex-diretor-geral da Capes, uma das agências de fomento federal que administram o CsF.
Solução. E a "cura" pode ser até mensurada, afirma André Marques, diretor da EF Englishtown, especialista em certificação. "Para alcançar o patamar que é exigido pela seleção, o pós-intermediário, o estudante que tem nível básico de inglês, precisaria estudar diariamente por um ano e meio", afirmou.
Instituto de Tecnologia de Massachusetts (MIT)
O esforço para preencher as vagas disponíveis pode aumentar a presença de pesquisadores brasileiros nas melhores universidades do mundo. Isso deve fazer avançar áreas da ciência estratégicas para o País, afirmou Luiz Felipe d'Avila, diretor-presidente do Centro de Liderança Pública (CLP). "Podemos nos desenvolver ainda mais na agroindústria e aviação", disse d'Avila. O CPL pretende implementar uma incubadora nos Estados Unidos para identificar boas ideias dos doutorandos.
"Esperamos com o convênio retomar o envio de pesquisadores brasileiros para fazer o doutorado pleno nos Estados Unidos, algo que ocorria mais intensamente nos anos 1960 e 1970", afirmou o presidente da Capes, Jorge Guimarães.
Osvaldo Aires Bade Comentários
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Walcyr Carrasco: "Livros ajudarão pais e professores a debater temas importantes"
Além de ‘Meus dois pais’, autor também publica dois outros livros que falam sobre preconceito social e físico.
06/06/10 - 10h58- Atualizado em06/06/10 - 10h58
Mais conhecido por novelas como "O cravo e a rosa“, “Alma gêmea” e "Chocolate com pimenta“, o autor Walcyr Carrasco também é dono de extensa obra voltada para o público infantil.
Aos mais de trinta livros publicados, se juntam agora os títulos “A ararinha de bico torto”, “Pituxa, a vira-lata” e “Meus dois pais” lançados de uma vez só pela Editora Ática.
Nos três livros Walcyr fala sobre o preconceito gerado pelas diferenças e inova ao escrever pela primeira vez sobre a temática homossexual para crianças na faixa dos 8 aos 10 anos. Em "Meus dois pais", o autor conta a história de um menino que descobre que o pai é gay e os conflitos que surgem a partir disso. Para saber como foi a experiência de escrever obra tão pioneira, o EGO foi conversar com autor. Confira!
Capa dos livros de Walcyr: Em "Ararinha...", autor fala do preconceito físico, e em "Pituxa", aborda a discriminação social
EGO: Seus três novos livros falam sobre diferenças sexuais, físicas e sociais. Qual foi o mais delicado, mais difícil de escrever?
WALCYR CARRASCO: O mais difícil foi o primeiro, "A ararinha de bico torto", pois surgiu a partir de um caso real. Meu cabeleireiro, Mário Nunes, criou de fato um filhote de arara de bico torto e a ensinou a comer. Desse fato surgiu a ideia da coleção. Mas tive que pesquisar, para saber o tipo de ração e tudo mais. Os outros vieram em seguida, a partir da minha observação sobre a realidade. No caso de "Meus dois pais", já conheci casais gays que criaram filhos e vi os problemas que enfrentaram para que suas crianças fossem felizes.
Teve algum receio ao abordar a homossexualidade para crianças?
De maneira alguma. A criança é aberta, sensível, está em processo de formação e por isso tem mais facilidade de aceitar as diferenças, desde que não sejam influenciadas pelo preconceito dos adultos.
Qual era o seu grande objetivo escrevendo um livro com essa temática?
Sempre digo que o escritor, além de entreter, ilumina aspectos do ser humano, e por isso pode contribuir para uma sociedade melhor. Isso está presente em todas as minhas obras, inclusive nas novelas. Acho que os livros ajudarão as crianças, pais e professores a debater temas importantes para a formação do cidadão e a aceitação do outro.
"Meus Dois Pais": obra pioneira do autor
Você recebeu orientação de um psiquiatra especialista em sexualidade humana no livro “Meus dois pais”. Isso foi opção sua? Teve medo de fazer uma abordagem errada do tema para as crianças?
Na verdade, o processo foi diferente. Eu escrevi o livro, e o psiquiatra foi convidado pela editora e sem ter nenhum contato pessoal comigo. Ele fez algumas sugestões de mudança, principalmente em relação a termos que eu usava e também em relação a trechos onde eu tentava ser muito explicativo e podia me tornar confuso. Ele enviou as sugestões por e-mail, e vi que ele estava certo em tudo. A participação do psiquiatra foi importante porque em um tema tão delicado eu não podia cometer erros.
Na obra, você diz que se inspirou em um casal de amigos que tem exatamente aquela formação familiar, com dois pais gays. Chegou ouvir alguma oposição de casais heterossexuais de que a temática não era adequada para livros infantis?
Sinceramente, mesmo no meu Twitter não senti nenhuma oposição. E olha que tenho 48 mil seguidores. Pelo contrário, recebi apoio e tenho recebido. É o primeiro livro que trata dessa temática para crianças dessa faixa etária. Obviamente, muita gente será contra. Mas a forma como eu coloquei é delicada e as ilustrações são lindas. Estou certo que crianças de oito a dez anos vão gostar do livro em si, pela história que conta. E que muitos pais vão ficar felizes em poder conversar, através dos livros, sobre esse tema que já está presente em toda a sociedade.
Acha que existe uma carência de livros e outras mídias que possam colaborar para acabar com o preconceito contra homossexuais?
Acho, sim. Não só contra os homossexuais, mas contra o preconceito em geral. Fala-se muito, mas há pouco debate a respeito. Meu próximo livro vai falar sobre uma menina gorda. O preconceito estético também é terrível, ainda mais entre crianças e adolescentes. E quase não se fala sobre isso.
Jean Wyllys: segundo o autor, presença articulada do ex-BBB foi importante para movimento gay
Há duas semanas, a revista "Veja" publicou matéria de capa afirmando que hoje em dia é muito mais fácil ser gay e assumir isso para a família sem tantos sustos. Também enxerga assim?
Eu não estou cercado de famílias com filhos adolescentes gays para dar uma opinião taxativa. Certamente eles tiveram acesso a um universo que não conheço muito bem. Mas do meu ponto de vista, o preconceito ainda é muito forte. Acho sim, que as famílias aceitam mais. Mas na sociedade em geral, o gay ainda é discriminado por sua sexualidade.
Acha que a presença de homossexuais no último Big Brother Brasil foi positiva ou influenciou muito pouco o debate e a aceitação da homossexualidade?
Acho que o BBB onde o Jean Willys ganhou foi mais forte. O Jean é um homem inteligente, com excelente formação, que soube mostrar com profundidade sua forma de ver a vida, o preconceito e principalmente a sua sexualidade. No último BBB, o Serginho e o Dicesar eram simpáticos, mas não levaram o debate a um nível tão profundo. Mesmo assim, é claro, o simples fato de estarem lá ajudou a diminuir o preconceito.
Na maioria das vezes, as crianças reproduzem na escola o preconceito que veem seus pais exercendo. Pensa em escrever algo nesse sentido voltado para o público adulto?
Olha, nunca planejo muito o que vou escrever. A não ser novelas, que exigem sinopse, personagens, cenários, tudo muito bem elaborado para a TV Globo estudar o orçamento. Fora isso, escrevo o que me dá vontade. Nesse momento, penso em um livro adulto sim, mas com outro tema. Só que não vou contar: é segredo! E também já estou criando a sinopse para uma próxima novela. E isso me ocupa quase todo o tempo!
Amo minhas mães
ABSURDO:CRIANÇAS
GRAVAM VÍDEO ERÓTICO EM SALA DE AULA DE ESCOLA DE VILA VELHA, NO ESPÍRITO SANTO
Ver esse tipo de coisa é desanimador.... Além, é claro, de embrulhar o estômago. As crianças dessa geração e da próxima estão propensas a se tornarem vítimas desses "estupradores intelectuais" que vão surgindo aos montes. Uma lástima.
Num mundo menos devasso, esse cara deveria ser marginalizado, do tipo que não poderia nem sair na rua com risco de ser linchado, no entanto é exaltado como ''autor''. Por isso a doutrinação da sociedade já está completa. Previsível.
Homossexualismo está na moda. É claro que existe muito de militância e de panfletagem nisso, mas o mercado também faz parte da equação. Eis, por exemplo, que Daniela Mercury subitamente saiu do limbo depois que saiu do armário.
Não se trata apenas de ganhar fiéis à causa gay, trata-se também de ganhar dinheiro. Depois dos anos 80, quando começaram a vender droga na porta de escolas, vale tudo. Novelas não retratam a realidade das famílias nem da sociedade e sim promovem ÊNFASES de comportamento aprovadas pelos autores e por um grupo de manipuladores da opinião pública.
Sob o pretexto de se mostrar a realidade de uma sociedade, autores de novelas, sob a permissão das emissoras, fazem escancaradamente apologia a comportamentos humanos deploráveis: traição, sexo livre, drogas, opções sexuais diversas etc, etc.
São um desserviço para a sociedade que só servem para incutir ideologias duvidosas ou imorais na mente do incauto povo brasileiro.
Novelas são peças importantes no complexo maquinário da engenharia social.
Eles querem sodomizar nossos filhos como afirmou certa vez um militante gay esquizofrênico Michael Swift.
Pelo jeito é o que querem também o sr. Jean willys e o carrasco, dois pederastas FDP!
A grande prova que homossexualismo também pode ser estimulado pelo comportamento, é esse foco no estímulo infantil.
Vejam aqui que já estava previsto desde 2011 (aqui)
Caetano Veloso responde a ensaio em que Roberto Schwarz analisa ‘Verdade tropical’ e reabre polêmica de 1969
RIO - A reunião de ensaios e entrevistas "Martinha versus Lucrécia" (Companhia das Letras), do crítico literário Roberto Schwarz, chega às livrarias na segunda-feira trazendo um texto inédito que reabre uma antiga polêmica. Em "‘Verdade tropical’: um percurso de nosso tempo", escrito em 2011, o crítico de formação marxista analisa o livro lançado em 1997 por Caetano Veloso, apontando contradições e ressaltando uma visão positiva, em vários aspectos, que o cantor e compositor teria do golpe militar de 1964, da presença da direita no poder e, no plano internacional, da consolidação da hegemonia do capitalismo.
Em 1969, no volume de ensaios "Cultura e política, 1964-69", Schwarz se contrapusera ao tropicalismo, que, ao fazer da cultura pop um dos pilares de sua proposta, ganhara a rejeição da esquerda. A posição do crítico vem sendo respondida, desde então, com ironias por Caetano. E Schwarz também se vale de ironias em seu novo artigo, procurando desmontar algumas argumentações do artista — mas não deixa de destacar qualidades em seu texto.
O intelectual não quis, por enquanto, dar entrevista. Caetano respondeu a perguntas enviadas por e-mail.
Não são novos os embates de ideias entre você e o Schwarz. Qual a gênese deles? É uma questão de ideologia?
CAETANO VELOSO: Não houve embates entre nós. Ele escreveu um artigo sobre o tropicalismo em 1969, e às vezes eu me referi a coisas ditas ali de forma irônica. Mas sempre achei o artigo cheio de interesse. Schwarz é bom ensaísta. Quem sabe a questão ideológica tenha nos posto em lugares que se opõem às vezes.
O que pode tê-lo motivado a revisitar o "Verdade tropical" tanto tempo depois?
Não faço ideia. Talvez ele tenha demorado para digerir.
O texto parece saudar você como ótimo analista das artes (ou da cultura quando associada a manifestações artísticas), mas questiona suas posições políticas e análises sociais, que mostrariam um alinhamento progressivo seu em direção a um pensamento de direita. Você concorda com a análise do Schwarz?
É verdade que o pensamento de direita era anátema quando eu era jovem. Pelo menos nos meios em que eu andava. Isso mudou em mim no pré-tropicalismo — e mudou em muitos ambientes, bem depois. Considero um avanço. Percebi que o texto de Schwarz mostra admiração por minha capacidade literária. Isso inclui poder de análise social e política. O que ele diz deplorar é que minhas análises tenham mudado de polo depois do golpe. Não foi assim. Há uma complexificação gradativa da leitura dos fatores políticos, e essa complexificação põe a esquerda também sob crítica. Essa mudança gradual (mas não sem turbulência) é que é narrada no livro. Mas eu me sentia no campo da esquerda antes, durante e depois do tropicalismo.
Para você, o que o Golpe de 64 representou para o Brasil? Você aceita a sugestão de que a Tropicália serviria como uma espécie de diluidor dos movimentos revolucionários de esquerda na época da ditadura?
Não aceitaria tal sugestão. Nem mesmo a vejo por trás da marcha cerrada da prosa de Schwarz. O golpe de 64 foi um ato regressivo no sentido de manter nossas desigualdades e servia sobretudo ao campo americano na Guerra Fria. Os esforços de superação da nossa injustiça social não se organizaram de modo eficaz. Os esboços de mudança foram mostrando as marcas do autoritarismo que poderiam produzir. As experiências do "socialismo real" se provaram apavorantes. Lembro-me de, em Londres, ouvir de Arthur Guimarães, em resposta a uma aproximação poética feita por Jorge Mautner entre a Guarda Vermelha e a Jovem Guarda: "Tenho medo do maoísmo até nos filmes de Godard: não posso acreditar numa cultura de um livro só". Muitos valores liberais iam ganhando luz aos meus olhos. Quando saiu o livro de Roberto Campos, li todo, com muito interesse. As críticas de Olavo de Carvalho a certos absurdos da esquerda, mais tarde, me pareceram relevantes. E, finalmente, tive de reconhecer que Delfim Netto não é a única coisa que Lula deve aos milicos. Nem por isso nutro simpatia pelo regime militar. Ao contrário: sou pela Comissão da Verdade e não acho que torturador deva ser perdoado.
O texto de Schwarz avalia que, a partir da leitura de "Verdade tropical", você aparentaria ser uma pessoa com um pé aqui e outro lá, com uma "mescla peculiar de ruptura radical com respeito ou apego", posicionando-se entre a elite e o popular. Você aceita essa definição?
Não. Tudo é muito mais.
Você teria algum recado para o Schwarz?
Só se fosse de agradecimento pela atenção. Na França deram meu livro para analfabetos traduzirem (já a partir da versão americana, que foi editada para analfabetos lerem), embora as traduções italiana e espanhola (feita por uma argentina) sejam bastante boas. Não deixa de ser um luxo que um intelectual com as qualificações de Schwarz tenha gastado tanta energia na análise do livro de um cantor de rádio. Mas Augusto de Campos viu muito mais, muito melhor e muitíssimo mais cedo.
Osvaldo Aires Bade Comentários
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LULLA TAMBÉM VAI ESCREVER SOBRE DRINKS NO NEW YORQUE O PRIMEIRO É A BASE DE SÊMEN HUMANO QUE É SUCESSO NAS BALADAS BRASILEIRAS
O sêmen utilizado pode ser doado pelo consumidor ou alguém indicado por ele
Uma tendência das boates holandesas chegou ao Brasil se tornando a nova sensação das baladas vips. O drink “Semence de la vie” é atualmente um dos mais comercializados segundo estatística da ABRASEL (Associação Brasileira de Bares e Restaurantes).
Um mix de amarula, cherry brandy, gin, sêmen humano e yakult virou febre na Europa e agora já é moda no Brasil. Com custo variando entre R$ 50 e R$ 120 o “Semence de la vie” eleva o estado mental de quem ingere quase que imediatamente. Esta virtude faz do drink uma excelente opção para quem está de dieta de restrição calórica e deseja entrar no clima da balada sem ter que secar baldes de cerveja ou garrafas de uísque.
O sêmen utilizado na confecção do drink pode ser doado pelo consumidor (ou alguém indicado por ele), mas de maneira geral o ingrediente é conseguido por meio de fornecedores cadastrados e com exames de saúde que atestam a plena isenção de doenças sexualmente transmissíveis.
Pesquisas da ABRASEL apontam que mulheres representam que 67% do consumo deste drink. Os 33% de consumidores se dividem entre 21% de homossexuais e 12% de heterossexuais. Para Carlos Magno Brizola, presidente interino da International Bartenders Association, “ainda existe um machismo muito forte no Brasil que faz um homem achar que pode ter sua virilidade arranhada apenas por consumir o sêmen de um outro homem. Isso precisa acabar. É preciso aprender a se desfazer dos preconceitos para degustar novas sensações etílicas e gastronômicas”.
Segue a receita para fazer em casa esta delícia:
Semence de la vie 100 ml de amarula
100 ml de cherry brandy
150 ml de gin
1 colher de chá de sêmen humano (recém colhido)
3 unidades de Yakult de 65ml
Acrescente gelo picado
Osvaldo Aires Bade Comentários
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Eita Porra (literalmente)!
Para Carlos Magno Brizola, presidente interino da International Bartenders Association, “ainda existe um machismo muito forte no Brasil que faz um homem achar que pode ter sua virilidade arranhada apenas por consumir o sêmen de um outro homem. Isso precisa acabar. É preciso aprender a se desfazer dos preconceitos para degustar novas sensações etílicas e gastronômicas."
SOBRE COTAS E OUTROS BICHOS!
Manolo Florentino,
autor do livro "Em costas Negras", pesquisador, professor da UFRJ,
Mestrado, Doutorado. Estudou a África e a escravidão no Brasil profundamente.
Avanços historiográficos,
pontos e conclusões importantes:
"A África não foi
uma vítima inerte em relação a escravidão".
"A África foi um
continente que exportou escravos por tanto tempo...Há registros de exportação
para a Grécia, para Roma, depois para o mundo islâmico, sem contar com a
tradicional escravidão africana."
"Hoje em dia
o discurso da África vítima é apropriado basicamente por movimentos
sociais". "As academias já não sustentam mais isso."
Sobre a polarização
entre liberdade e cativeiro e a pobreza no Brasil:
"O mundo da
pobreza junta brancos pobres, negros pobres - mestiços em geral, caboclos
cafuzos. (independente da cor, quem é pobre não tem terra no Brasil.)
E talvez a gente chegue
a uma das características mais marcantes da sociedade brasileira, que é a
pobreza que se reproduz. Exemplo concreto disso: encontramos brancos pobres
livres em quilombos. Aí você pensa:
“Brancos livres vivendo
com quilombolas, o que junta essas pessoas?”
“Não é o estatuto
jurídico, é a miséria, é a pobreza como categoria sociológica."
"Há um mundo enorme - em geral de pobreza - que interage matrimonialmente
e culturalmente com esse escravo"
"Se a gente fugir
das polarizações - cativeiro por um lado e liberdade pelo outro - podemos
encontrar uma sociedade mais complexa e rica."
“Sobretudo de um ponto
de vista que para mim é muito caro: a nossa natureza mestiça.”
Em função dessa
mestiçagem que tem origem na pobreza, o Brasil se permitiu criar essa categoria
mulata e fugir da bipolarização racial americana, por exemplo.
"Obama para nós é
mulato. Para eles é negro. Por que?
Porque eles não têm
categorias classificatórias para o mestiço.
“Conquistar essa
categoria é dar um lugar a essas pessoas.”
Essa é uma das características
de poucos países, e é a nossa fortaleza.
"Curiosamente,
nesse sentido, nós antecipamos a globalização. Nós nos misturamos desde muito
antes. Percebe? O Brasil é muito avançado deste ponto de vista, muito sutil,
muito rico."
“Não há dívida nenhuma
a ser paga”. O Brasil é uma civilização que, a partir de muita dor (escravidão
indígena e negra, e semiescravidão de mestiços e pobreza da maioria dos
brancos), conseguiu apresentar uma agenda cultural e racial muito avançada para
sua época.
Não há passivo. “Ao
contrário, há um ensinamento para o mundo”.
Obs: Manoel Florentino
é negro para os americanos e racialistas no Brasil e mulato (mestiço) para nós,
os brasileiros.
Osvaldo Aires Bade Comentários
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1º - CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES (aqui)