sexta-feira, 7 de agosto de 2015

Panelaços e buzinaços são registrados durante inserção do PT na TV

Manifestações contra o programa partidário exibido nesta noite ocorreram em várias capitais do País.
Pessoas bateram panelas, buzinaram e fizeram gritos de protesto durante os 10 minutos de propaganda do PT em vários bairros da capital paulista e também em outras capitais do País. Enquanto protestavam, manifestantes gritavam "fora PT", "fora Dilma" e "acorda Brasil".
Houve protestos no Itaim, zona nobre de São Paulo, e também no bairro de Santa Cecilia. Em Pinheiros, no quadrilátero entre a Cardeal Arcoverde e os bares da Vila Madalena, ao longo da Mourato Coelho, houve buzinaço e apitaço nas ruas  e panelaço nos prédios. Moradores apagavam e acendiam a luz dos apartamentos enquanto motoristas gritavam Fora Dilma quando passavam perto dos frequentadores dos bares.
Houve princípio de bate boca em um bar na Mourato Coelho, esquina com Cardeal, onde um grupo de frequentadores saiu em defesa da presidente Dilma enquanto outro gritava palavra de ordens pelo impeachment.
Os protestos, porém, foram menos intensos do que os ocorridos no último pronunciamento da presidente. Na Barra Funda, algumas pessoas xingaram Dilma. "Vai lavar louça", gritou um morador do bairro. "Bandidagem", gritaram outros. Carros que passavam na redondezas do bairro buzinaram. 
Rio. Intensos panelaços foram promovidos na Região Metropolitana do Rio durante os dez minutos em que o PT veiculou sua propaganda eleitoral, em cadeia nacional de rádio e TV, das 20h30 às 20h40 desta quinta.
O bater de panelas, o soar de buzinas e gritos de "Fora, Dilma" foram registrados em praticamente todos os bairros da zona sul, como Ipanema, Lagoa, Jardim Botânico, Copacabana, Leme, Botafogo, Flamengo, Largo do Machado e Catete, e alguns da zona norte, como Tijuca, Vila Isabel, Grajaú e Pilares. Em Niterói também se ouviram panelas, no bairro de Icaraí.
O protesto se intensificou durante o breve pronunciamento da presidente Dilma Rousseff (PT). Nas imediações da Rua Fonte da Saudade, na Lagoa, o coro era de "ladrão" e "vagabundo". Na maioria dos bairros as manifestações continuaram por mais alguns minutos após o fim do programa.
Belo Horizonte. Assim como nos dois protestos anteriores, o panelaço contra a presidente Dilma Rousseff (PT) na capital mineira se concentrou em bairros de classe média e alta da cidade. Além do som dos utensílios de cozinha, manifestantes também pediram a saída da presidente com gritos de "fora Dilma'. O protesto aconteceu durante o horário eleitoral do PT em cadeia nacional. Houve ainda buzinaço. Carros piscavam os faróis. Em pontos da cidade, como no bairro Gutierrez, de classe média alta, simpatizantes da presidente retrucaram gritando "estão com fome"? enquanto as panelas eram batidas.
Os protestos realizados anteriormente, em 8 de março, quando a presidente Dilma Rousseff (PT) falou em cadeia nacional pelas comemorações do Dia Internacional da Mulher, e em 5 de maio, durante programa do partido, também se concentraram em bairros das classes média e alta da cidade, como Belvedere, Serra e Gutierrez. Em regiões com população com poder aquisitivo mais baixo, como Salgado Filho, Betânia, Havaí e Palmeiras, não houve registro de manifestações. Nesta quinta, também nesses bairros, não houve protesto.
Ao longo do dia, lideranças sobretudo do PSDB foram para as redes sociais convocar a população para o protesto. O ex-presidente do partido no Estado, deputado federal Marcus Pestana, compartilhou foto de uma panela publicada pelo colega de Câmara Bruno Araújo (PSDB-PE) no Facebook. Um texto dizia: "Você está satisfeito com a crise? Feliz com a corrupção? Contente com mentiras? Não? Hoje, às 20h30, tem PT, Dilma e Lula na tv. Apitos e panelas, ação"!.
Bahia. O panelaço ecoou por diversos bairros de Salvador nesta noite. Mesmo antes do início do programa político do PT em cadeia de TV já era possível ouvir nas janelas e varandas de apartamentos o som inconfundível das panelas, que se tornou uma constante a cada fala de líderes petistas em rede nacional. Foram dez minutos de protestos.
Mas o panelaço ganhou corpo mesmo a partir do início da inserção política e não somente em bairros nobres da capital baiana. A exemplo do que ocorreu no dia 5 de maio, o som das panelas veio acompanhado de buzinaço, além do acender e apagar das luzes nas residências. 
Também era possível ouvir gritos de "fora PT", "fora Dilma", apitaço e vuvuzelas em bairros como Pituba e Costa Azul, na orla da cidade. Deu para ouvir as manifestações de forma clara até mesmo no boêmio bairro do Rio Vermelho, conhecido reduto do PT, além de localidades como Cidade Jardim, Graça, Itaigara, Brotas, Santo Agostinho entre outras regiões da capital baiana.    
Pernambuco. No Estado, as manifestações de repúdio ao programa eleitoral do PT foram registradas no Recife, Olinda, Jaboatão dos Guararapes e algumas cidades do interior, a exemplo de Petrolina, no Sertão, e Caruaru, no Agreste. Na capital, o panelaço foi ouvido em pelo menos 10 bairros, especialmente nas áreas mais nobres da cidade. Em Casa Forte, um dos mais tradicionais do Recife, o movimento começou antes mesmo da exibição do programa. Por volta das 20h alguns pequenos grupos de moradores circulavam pela Praça de Casa Forte (cujo jardins foram projetados por Burle Max), carregando panelas e cartazes com frases contra o PT e a presidente Dilma Rousseff. 
Em Boa Viagem, na Zona Sul, os prédios da beira-mar, se transformaram em palco contra o PT e o Governo Federal. Além de bater panelas nas varandas e janelas, alguns moradores realizaram um buzinaço. Na Ilha do Leite, bairro onde está localizada a sede do Diretório Estadual do PSDB, houve um tumulto envolvendo manifestantes contrários e a favor do PT. O episódio aconteceu na calçada em frente a um restaurante. Cinco pessoas acenavam para os transeuntes, segurando bandeiras vermelhas, quando foi atacado com pedras por três rapazes que passavam pelo local. Uma viatura da Polícia Militar que passava pela região foi acionada, mas não conseguiu identificar os agressores. 
Nas Graças, o comerciante Marcelo Silva aproveitou para "faturar" durante o panelaço alugando por R$ 5,00 panelas e colheres de pau para quem quisesse se manifestar. "Quinta-feira é um dia de muito movimento. Nos últimos tempos as conversas dos meus clientes sempre envolviam política e a crise. A televisão aqui está sempre ligada, então, decidi que quem quisesse poderia alugar umas panelas para bater", revelou. E teve que quis.  Marcelo alugou sete panelas e faturou R$ 35,00. 
Também houve panelaço no Espinheiro, Encruzilhada, Pina, Tamarineira, Jaqueira, Madalena, Torre e Boa Vista. / RICARDO CHAPOLA, PEDRO VENCESLAU, FÁBIO GRELLET, LEONARDO AUGUSTO , MÔNICA BERNARDES, E HELIANA FRAZÃO

Sete razões para a queda da popularidade de Dilma

A popularidade da presidente Dilma Rousseff caiu para o pior nível já alcançado por um chefe de Estado brasileiro desde que o Instituto Datafolha começou essa medição.
Na pesquisa divulgada nesta quinta-feira (06/08) pelo jornal Folha de S. Paulo, o governo Dilma é reprovado por 71% dos entrevistados. Apenas 8% consideram o governo bom ou ótimo.
De acordo com o Datafolha, 66% dos entrevistados defendem que o Congresso abra um processo de impeachment da presidente, mas apenas 38% acreditam que Dilma será afastada do cargo.
Até agora, o recordista de impopularidade entre os presidentes avaliados desde 1990 era Fernando Collor de Mello, que às vésperas de seu impeachment, em setembro de 1992, tinha 9% de aprovação e 68% de reprovação.
A DW Brasil lista as sete principais razões que explicam esse recorde negativo de Dilma.
Mau desempenho da economia
Quando o bolso dos cidadãos reclama, fica difícil manter em alta a popularidade de qualquer presidente. E, no Brasil, a situação da economia está especialmente difícil – o país caminha a passos largos para a recessão. "Tem muita gente desesperada e insatisfeita", comenta o cientista político David Fleischer, da UnB.
O Produto Interno Bruto (PIB) está caindo – recuou 0,2% no primeiro trimestre, e o governo espera queda de 1,2% no ano. A inflação, que diminui o poder de compra dos salários, está em alta, com as previsões se aproximando dos 10% ao ano. A taxa de desemprego sobe a cada mês, e especialistas já falam que ela pode alcançar os dois dígitos nos próximos meses.
Tudo isso contrasta fortemente com a situação herdada por Dilma do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. No governo Lula, o PIB cresceu, o desemprego caiu, e a inflação estava controlada. O bom desempenho da economia impulsionou a popularidade do ex-presidente.
Escândalo de corrupção na Petrobras
"Dilma é uma pessoa honrada e não está envolvida em corrupção", afirmou recentemente o ex-presidente Fernando Henrique Cardoso. E a própria presidente declarou à DW: "Um dos ônus [de combater a corrupção] é acharem que nós é que a fazemos."
Mas, honradez à parte, quando o partido da presidente é apontado como um dos principais beneficiários de um esquema milionário de corrupção numa estatal do porte da Petrobras, é impossível essa situação não respingar na imagem e não se refletir na popularidade do mandatário, seja ele quem for.
E o caso de Dilma tem ainda um agravante: a ligação dela com a Petrobras. A petrolífera é subordinada ao Ministério de Minas e Energia, que Dilma ocupou de 2003 a 2005. Além disso, ela foi presidente do conselho de administração da Petrobras de 2003 a 2010. Quando já era presidente, Dilma escolheu uma pessoa muito próxima para comandar a estatal, Graça Foster, que só deixou o cargo com o início do atual escândalo.
"Ela foi ministra de Minas e Energia, da Casa Civil e depois presidente. Muita gente acha impossível que ela não soubesse o que acontecia", comenta Fleischer, que também destaca não haver sinais de que Dilma tenha lucrado pessoalmente com a corrupção.
Dificuldades na comunicação
Calada, gerentona, durona, inflexível – esses são alguns dos adjetivos que costumam acompanhar a presidente. Dilma está muito longe do estilo carismático e próximo do povo cultivado pelo ex-presidente Lula. No Brasil, carisma faz a diferença para um prefeito, governador ou presidente, e um estilo como o de Dilma não ajuda a melhorar a popularidade de ninguém.
"O governo tem um grave problema de comunicação", comenta o analista político Gaspard Estrada, ligado ao Instituto de Ciências Políticas de Paris. Dilma não gosta de dar entrevistas e passou meses em silêncio. Só há pouco mudou de atitude, falando inicialmente com alguns veículos estrangeiros – entre eles a DW – e depois com a imprensa brasileira.
"Sem declarações, não há como a imprensa repercutir o ponto de vista do governo. Assim o ambiente parece dominado por opiniões da oposição, que sempre tem interesse em falar", diz Estrada.
Já Lula falava regularmente com a imprensa no seu segundo mandato, após um período de silêncio no primeiro. "Lula também ouvia mais os marqueteiros. Dilma é muito convencida de que sabe tudo e que está sempre certa. Marqueteiro tem a vida difícil com ela", diz Fleischer.
Crise política
A crise política pode não ter um efeito direto sobre a popularidade da presidente, mas indiretamente influencia. Sem diálogo com os líderes do Congresso, o governo não consegue aprovar as políticas que deseja para recolocar o país nos trilhos. Como resultado, a economia não deslancha, e o desempenho econômico é crucial para a aprovação de qualquer presidente.
A crise política tem ainda outro efeito: lideranças políticas, mesmo dentro do PT, começam a se afastar da presidente, que fica cada vez mais isolada. "Nenhum político quer se associar seu nome a um presidente com tanta reprovação", comenta Fleischer.
Desgaste do PT no governo
Ser governo desgasta mais a imagem de um partido governante do que ser oposição – essa é uma regra não escrita da política. O PT já está há 13 anos no Palácio do Planalto, e Dilma participa do governo desde o primeiro dia, inicialmente como ministra de Lula e mais tarde como presidente. É natural que parte da queda da popularidade venha do desgaste de ser governo.
Polarização política
O Brasil saiu tão polarizado da última eleição, vencida por Dilma com uma pequena margem, que uma boa parte da população vai simplesmente ser contra a presidente, não importa o que ela faça. E a polarização estimula os movimentos contrários à presidente a sair para as ruas. Protestos em larga escala, como os vistos neste ano no Brasil, também tem um efeito negativo na popularidade de Dilma.
Movimento cíclico
É incomum, em qualquer parte do mundo, um presidente manter um alto nível de popularidade ao longo de um longo período. Mesmo no Brasil, é raro o caso de um presidente que tenha se mantido sempre popular – Lula é exceção e não regra. O sobe e desce da popularidade têm também, portanto, um elemento cíclico natural.
"Raros são os presidentes que não enfrentam uma queda de popularidade. Dilma saiu de um patamar muito alto em 2013, era esperado que o número fosse cair. Atípicos mesmo são presidentes como Lula, que conseguem manter os números altos por tanto tempo", comenta Estrada.
O cientista político Frédéric Louault, da Universidade Livre de Bruxelas, concorda. "Esses números de popularidade, apesar de chamativos pela velocidade com que se consolidaram, muitas vezes são cíclicos, mesmo em outros países da região."
Ele lembra ainda outro aspecto muito característico da democracia brasileira: a centralização na figura do presidente, que passa a ser o responsável por tudo o que acontece, ainda que não governe sozinho o país nem possa resolver todos os problemas sozinho.
"No Brasil, o povo tende a concentrar todas as suas expectativas no presidente, que é uma figura que alimenta a imaginação. Isso é bom para o presidente quando as coisas vão bem, já que as pessoas vão ligar esse bom momento ao governo que está no poder. Mas, quando algumas coisas vão mal, o presidente é responsabilizado por tudo que está acontecendo", afirma Louault.

Collor recebeu R$ 26 milhões de propina em 5 anos, diz Janot

O procurador-geral da República, Rodrigo Janot, enviou manifestação ao Supremo Tribunal Federal (STF), para que os carros de luxo do senador Fernando Collor (PTB-AL), apreendidos na Operação Lava Jato, não sejam devolvidos ao parlamentar. No documento, o procurador-geral narra que os veículos são possivelmente produto de crime e que as investigações apontam que Collor recebeu R$ 26 milhões em propina, entre os anos de 2010 e 2014, através de um “sofisticado esquema de lavagem de dinheiro”.  
Entre 2011 e 2013, o senador teria recebido cerca de R$ 800 mil em depósitos “fracionados”, o que levantou suspeita do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf). O relatório das investigações enviado ao STF menciona ainda pagamentos de altos valores em dinheiro vivo feitos ao parlamentar, como depósito de R$ 249 mil feito pela TV Gazeta da Alagoas, da qual o senador é sócio. 
Além da TV, outras duas empresas do senador aparecem nas investigações da PGR: a Água Branca Participações e a Gazeta de Alagoas. Há depósitos feitos em nome de uma empresa em favor de outra, com operação realizada por um assessor de Collor no Senado desde 2007, conforme a investigação.  A suspeita dos investigadores é de que a Água Branca é uma empresa de fachada, por não ter empregados, sede e nem participação em outras empresas. “Mas estranhamente tem a propriedade de três carros de luxo”, escreve o procurador-geral ao STF. 
Os investigadores relatam transferências para pagamento de um dos veículos feitas por empresa que já recebeu mais de R$ 900 mil, no mesmo ano da aquisição do carro, de negócios vinculados ao doleiro Alberto Youssef, delator da Lava Jato. 
Janot sustenta que a maior parte dos veículos – Lamborghini, Ferrari, Bentley e Land Rover – estão registrados em nome da empresa Água Branca Participações. Já o Porsche está em nome da GM Comércio de Combustíveis. Para o procurador-geral, as empresas que deveriam solicitar a devolução e não Collor, a menos que fosse apresentada uma justificativa que apontasse o motivo de o senador se considerar proprietário dos automóveis. Além disso, o procurador-geral afirma que não cabe restituição de produto de crime, pedindo que o STF negue a solicitação do senador.
A compra da Lamborghini, explica Janot, foi feita com entrega de um veículo no valor de R$ 400 mil, mais financiamento de R$ 1,6 milhão, além de pagamento de parcelas em dinheiro no total de R$ 1,2 milhão. Na peça encaminhada ao STF, Janot revela que o financiamento da Lamborghini está “inadimplente”, provavelmente em razão do “fim do fluxo de propina” pela deflagração da Lava Jato. 
Em todo o documento, o procurador-geral aponta indícios de que os veículos foram usados para lavagem de dinheiro. O caso será analisado pelo ministro Teori Zavascki, relator da Operação Lava Jato no STF. Devido ao horário, a assessoria de Collor não foi localizada pela reportagem.

Lula se delata por roubo, e a todos do PT, e avalia que: Nem a melhora da economia salva o PT

São Paulo - O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva avaliou nesta quarta-feira, 5, em reunião com deputados estaduais e dirigentes petistas, em São Paulo, que, ao contrário do escândalo do mensalão, em 2005, quando o bom desempenho da economia ajudou o PT a superar a tempestade e vencer a eleição do ano seguinte, os efeitos da Operação Lava Jato não poderiam ser suplantados nem por uma repentina e milagrosa melhora das finanças sob a gestão Dilma Rousseff.
Conforme o cenário projetado pelo ex-presidente, a diferença é que, desta vez, existem indícios de enriquecimento pessoal dos envolvidos nos desvios da Petrobrás, ao contrário do que ocorreu no mensalão, cujo objetivo, segundo Lula, era financiar o “projeto político” do PT.
Lula se reuniu ontem com os 14 deputados estaduais do PT de São Paulo e os presidentes nacional e estadual do partido, Rui Falcão e Emídio de Souza, na sede do Instituto Lula, no Ipiranga, zona sul de São Paulo.
Lula não citou nominalmente em momento algum o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, preso na segunda-feira pela Lava Jato sob suspeita de receber dinheiro desviado da Petrobrás para pagar despesas pessoais como viagens de avião e reformas de imóveis. Os dois não se encontram pessoalmente desde antes da primeira prisão de Dirceu, pela condenação no processo do mensalão, em novembro de 2013.      
A fala de Lula, no entanto, foi interpretada como uma referência à prisão do ex-ministro. Participantes notaram diferenças em relação ao discurso de Lula antes da prisão do ex-ministro, quando o ex-presidente dizia que, se Dilma e a economia saíssem da crise, levantariam o PT.
Agora, ao contrário de 2005, Lula avalia que a economia pode reerguer o governo, mas não é suficiente para salvar o PT. O enriquecimento pessoal de envolvidos na Lava Jato diferencia o partido das demais legendas e o PT precisa de uma nova “narrativa” para explicar os desvios. Ainda segundo relatos, Lula chegou a dizer que confia nos companheiros presos, fez a ressalva de que é preciso provar as suspeitas de enriquecimento pessoal e reclamou várias vezes dos “vazamentos seletivos” contra o PT. 
Para o ex-presidente, diferentemente do mensalão, quando o até então insuspeito PT foi jogado na vala comum dos partidos que praticam caixa 2 eleitoral, a Lava Jato diferencia a sigla das demais legendas, o que dificulta a elaboração do discurso de defesa. “Não entendo como pode o dinheiro da mesma empresa ser sujo para o PT e limpo para outros partidos. É como se tivessem dois caixas. Um para o PT e outro para o PSDB”, disse Lula.
Segundo participantes, Lula ouviu atentamente avaliações e sugestões de cada um dos convidados durante mais de uma hora e só então falou, por aproximadamente 20 minutos. “Ele está claramente em processo de consulta, procurando o discurso”, afirmou um deputado.
Apesar do tom “duro e cru” adotado em sua avaliação, nas palavras de um dos convidados, o ex-presidente também apontou sinais otimistas.
Economia. Para o ex-presidente, a recuperação da economia é uma “certeza absoluta” e pode ocorrer antes do que foi previsto inicialmente pelo próprio governo, a depender das condições internacionais. 
A recuperação da economia seria suficiente para afastar as ameaças imediatas contra Dilma – Lula também não usou a palavra impeachment – e garantir o término do mandato.O petista também fez uma análise positiva sobre o comportamento da presidente Dilma Rousseff diante da crise. Segundo ele, a presidente passou a dar mais atenção aos políticos, se abrindo ao diálogo e rompendo o isolamento que marcou o primeiro mandato dela.

quinta-feira, 6 de agosto de 2015

Hiroshima, 70 anos da bomba


Após a explosão, cogumelo macabro paira sobre Hiroshima (Imagem: Wikipédia)

Sinos tocam em Hiroshima 70 anos após a bomba atômica

Os sinos tocaram esta quinta-feira em Hiroshima, no Japão, num gesto que assinala o 70.º aniversário do bombardeamento atômico por parte dos Estados Unidos.

Às 8.15 horas locais, tocaram os sinos num memorial em Hiroshima, numa cerimônia que conta com representantes de um centena de países, um número recorde.
A essa hora decorreu um minuto de silêncio em memória das vítimas da bomba atómica de urânio lançada pelos Estados Unidos.



Cerimônia no Parque da Paz de Hiroshima (KIMIMASA MAYAMA/EPA)

A 6 de agosto de 1945, os Estados Unidos lançaram uma bomba atômica de urânio (batizada "Little boy") sobre a cidade de Hiroshima.


Entre 70 mil e 80 mil pessoas, cerca de 30% dos residentes da cidade, morreram na explosão e consequente onda de choque e 70 mil ficaram feridas.


Tanto Hiroshima (oeste) como Nagasaki (sudoeste), a segunda cidade japonesa a sofrer um ataque nuclear norte-americano no final da II Guerra Mundial, pedem há anos a Barack Obama que se torne no primeiro Presidente norte-americano a visitar ambas as cidades.


Apesar de Obama não marcar presença nas cerimónias, a Casa Branca não descartou a possibilidade de a visita poder ocorrer antes do termo do seu mandato, em 2017.


Jornal de Notícias/montedo.com

COMENTÁRIO DO BLOG:

Eu queria saber se a alguma autoridade máxima do Japão já visitou Pearl Harbor?

DETECTED ESQUERDISMO!
Covardia é apoiar as politicas sanguinárias do Japão marcial e seus parceiros da época: Alemanha e Itália frutos do financiamento do islã contra o Ocidente Livre com a criação de escolas de subversão Nazicomunistas ateias com o propósito claro, até hoje, de acabar com a Civilização Judaica Cristã.

O Japão apoia o Islã até hoje como medida subversiva contra Moscou, ou Moscab, como queiram.

O Japão não se rendeu nem com uma muito menos com duas bombas e se a intenção fosse apenas matar por matar teriam jogado bombas, também, na Coreia do Norte o General Artur McCartney estava lá esperando por isso.

Até hoje o Japão não se rendeu e não mandou nenhuma autoridade para Pearl Harbor para confissão, aí sim, de uma enorme covardia já que neste momento os EUA nem na Guerra estavam. Foi a partir daí que os EUA entraram na Guerra.


25 anos: como a Guerra do Golfo mudou o Oriente Médio

Há 25 anos, o Iraque invadia o Kuwait, e a comunidade internacional respondia com uma grande ofensiva militar. O conflito durou pouco, mas alterou a região drasticamente, abrindo caminho para a radicalização religiosa.

Em agosto de 1990, a tensão em torno do petróleo chegava ao extremo no Oriente Médio. O então presidente do Iraque, Saddam Hussein, achava que a insistência do Kuwait em aumentar a produção de petróleo não era somente irritante, mas uma provocação.

O governo iraquiano acusava o vizinho de provocar baixas no preço do petróleo no mercado internacional ao vender mais que a cota estabelecida pela Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep). Na argumentação iraquiana, todo o barril adicional que o Kuwait lançava no mercado pressionava os preços.

O Iraque exigia que o Kuwait abandonasse a prática imediatamente. O pequeno emirado ignorou o apelo, e, então, no dia 2 de agosto de 1990, Saddam deu ordens para atacar o vizinho. Em pouco tempo, o emirado estava ocupado.

As Nações Unidas pediram reiteradamente para Saddam retirar suas tropas do Kuwait, mas não houve qualquer reação concreta do ditador iraquiano. Em poucos meses, o ex-presidente dos Estados Unidos, George H. W. Bush formou uma aliança militar internacional e instalou a chamada Operação Tempestade no Deserto.

Na noite do dia 17 de Janeiro de 1991, a coalizão internacional lançou os primeiros bombardeios sobre Bagdá. Em cinco semanas, as forças iraquianas foram alvo de mais de 100 mil ataques aéreos. No dia 24 de fevereiro, os aliados invadiram o território do Iraque e do Kuwait, sem encontrar resistência significativa.

As tropas de Saddam foram derrotadas em apenas quatro dias. A "mãe de todas as batalhas", como o ditador costumava chamá-la, marcou o início do fim de seu reinado, que somente se concretizaria 12 anos depois, em 2013, quando as tropas americanas invadiram o Iraque pela segunda vez.

"Bombardeios cirúrgicos"

A Guerra do Golfo é um divisor de águas na história do Oriente Médio. Ao mesmo tempo, abriu um novo capítulo no estilo de cobertura da mídia de confrontos armados. Pela primeira vez, uma guerra era transmitida em tempo real.

A decolagem de caças a partir porta-aviões a quilômetros de distância, as explosões iluminando a noite de Bagdá, os alvos visíveis no computador sendo atingidos por bombas segundos depois. Tudo isso indicava a superioridade militar absoluta dos Estados Unidos. Também fazia parecer plausível, pelo menos de início, a afirmação do general dos EUA Norman Schwarzkopf de que os americanos conduziam "ataques aéreos cirúrgicos", através dos quais dificilmente a população civil era afetada.

Mas as primeiras impressões foram rapidamente corrigidas. Ao mesmo tempo em que surgiam os tais "ataques cirúrgicos", apareceu outra expressão até então pouco conhecida – o "collateral damage" ou "dano colateral" –, que mostrava o lado sujo da guerra, supostamente mais "limpa" devido ao emprego de métodos e instrumentos de alta tecnologia.

Radicalização religiosa

O Oriente Médio da época em que o Kuwait foi invadido pelo Iraque era diferente do atual. A maioria dos árabes era imune à incitação religiosa. Saddam sentiu isso na pele ao tentar transformar o confronto contra a coalizão internacional numa guerra santa.

"Convocamos todos os árabes, todos os guerreiros crentes a se engajarem na jihad. Convocamos todos a atacarem as forças do mal, da traição e da corrupção. Esta é a obrigação de todos vocês", apelou o ditador em 1991. O chamado foi em vão. Os árabes não se impressionaram nem mesmo com a tentativa de impor um teor religioso ao conflito lançando mísseis contra Israel.

No entanto, a Guerra do Golfo e suas consequências transformaram-se em terreno fértil para o fanatismo religioso. O embargo internacional imposto ao Iraque atingiu sobretudo a população, levando-a à pobreza e aumentando sua disposição à radicalização religiosa. "Talvez se voltar a Deus tenha sido uma forma de os iraquianos lidarem com as catástrofes que os atingiram na Guerra do Golfo e depois dela", escreve o cientista político iraquiano Fanar Haddad.

A miséria, a corrupção política – iniciada já na guerra contra o Irã, de 1990 a 1988 – e os danos ambientais intensificados na investida contra o Kuwait, com poços de petróleo queimando durante meses, contribuíram para uma gradual radicalização do islã no Iraque. O extremismo religioso também ganhou força com a invasão do país pelos EUA em 2003, considerada politicamente injustificada e que mergulhou o Iraque definitivamente no caos.

Também a Arábia Saudita sofreu efeitos colaterais. Para que os EUA conduzissem ataques ao Iraque, o reino saudita colocou aeroportos à disposição dos americanos. Parte das unidades dos Estados Unidos se manteve no país após o fim da Operação Tempestade no Deserto. Isso enfureceu combatentes radicais ligados à Al Qaeda de tal maneira que eles declararam a família real saudita ilegítima. A resistência ganhou força rapidamente, se direcionando também ao Ocidente.

A comunidade internacional mal havia enfraquecido militarmente o ditador Saddam Hussein e já se via tendo que enfrentar jihadistas, que, em nome da religião, propagavam o medo e o terror. 
(Colaborou: Beny Bandeira)
DW/montedo.com

Organizações do Mundo Inteiro Dizem à ONU “Não Jogue no Lixo a Declaração Universal dos Direitos Humanos”

Stefano Gennarini
NOVA IORQUE, EUA (C-Fam) À medida que os países negociam a reformulação do sistema de desenvolvimento da ONU, eles estão também renegociando o lugar da família nas políticas da ONU.
Mais de 70 organizações do mundo inteiro fizeram um pedido para que a ONU mantenha a linguagem há muito sagrada da Declaração Universal de Direitos Humanos sobre a família como a “unidade natural e fundamental da sociedade” num novo acordo influente da ONU.
Governos esquerdistas, inclusive os Estados Unidos, estão tentando convencer a Assembleia Geral a descartar a linguagem pró-família da Declaração Universal e em vez disso usar frases que os críticos consideram como ideologicamente carregadas, especificamente “todas as famílias” e “várias formas da família.” Esses tipos de frases têm sido rejeitados em anos recentes, mas o governo de Obama transformou em prioridade usá-las neste importante documento de desenvolvimento.
“Setenta anos depois da fundação da ONU, essa linguagem continua a ser a base de praticamente todas as resoluções e conferências da ONU que mencionam a família,” as organizações dizem numa declaração conjunta sobre o acordo que está atualmente sendo negociado e será adotado em setembro enquanto a ONU celebra o aniversário de 70 anos de sua fundação.
A declaração acrescenta que seria “trágico” ver a inclusão de linguagem ambígua sobre família no acordo em vez disso.
A declaração exorta os países membros das ONU a incluir a linguagem da declaração a fim de “garantir que o resultado da cúpula pós-2015 reflita a opinião da maioria de que a família é a unidade natural e fundamental da sociedade, onde crianças são o fruto natural do amor entre homens e mulheres.”
O artigo 16 da Declaração Universal de Direitos Humanos tem feito parte de praticamente todas as referências sobre família nos acordos da ONU desde que a declaração foi adotada pela primeira vez em 1948. Esse poderá não ser o caso por muito mais tempo.
O parágrafo que menciona a família na versão preliminar do acordo que está no momento sendo negociado deixa de fora linguagem da Declaração Universal de Direitos Humanos.
O grupo africano, que consiste de 57 nações africanas, e o maior bloco regional de negociação na ONU, é o único grupo de nações que expressa seu desejo para que a linguagem da Declaração Universal de Direitos Humanos seja incluída no novo acordo de desenvolvimento até agora nesta semana. Eles disseram que prefeririam não ter nenhuma referência sobre família no documento final do que não incluir a linguagem da declaração.
Outros blocos de negociação que normalmente ficariam do lado dos africanos, tais como o grupo árabe e as nações caribenhas, têm estado indecisos sob pressão dos Estados Unidos e países europeus. Embora não fizessem o compromisso de reconhecer relações de mesmo sexo, estão aceitando deixar de fora a linguagem da declaração.
Durante as negociações os países da Europa e América disseram que a família é irrelevante para o desenvolvimento social e econômico, e pediram a eliminação do parágrafo sobre reconhecimento de “várias formas da família” — uma frase com a qual eles também querem dizer relações de mesmo sexo. Nenhum deles tem apoiado a inclusão da linguagem da declaração.
Pessoas bem informadas sabem que isso é uma tática de negociação.
Os europeus e os americanos não querem uma referência à família com a linguagem da Declaração Universal de Direitos Humanos porque exclui todo reconhecimento internacional de relações de mesmo sexo como capazes de constituir uma família. Uma referência à família acompanhada pela linguagem da declaração especificaria todas as referências à família no contexto da implementação do novo acordo de desenvolvimento.
Ao deixar de fora a linguagem da declaração esses países sentirão que têm a flexibilidade necessária de interpretações para promover relações de mesmo sexo como famílias no sistema da ONU.
Tradução: Julio Severo
Fonte: Friday Fax
Divulgação: www.juliosevero.com

Arruaceiros subversivos do MST provocam “quebra-quebra” na agência da Receita Federal, em Ji-Paraná e são expulsos pela PF e PM


RONDÔNIA - Seis integrantes do Movimento Sem Terra (MST) foram presos pela Polícia Federal (PF) na segunda-feira (3) após quebrarem a porta e invadirem a sede da Receita Federal, em Ji-Paraná, região central do estado. A invasão no prédio aconteceu durante uma manifestação por reforma agrária, que reuniu cerca de 400 pessoas. Com os manifestantes também foram apreendidas facões e foices.



Durante o manifesto a PF efetuou disparos de bala de borracha e bombas de gás, já que os manifestantes tinham foices e facões nas mãos. De acordo com o delegado da PF, Everton Manso, além de quebrarem uma porta da receita, os servidores foram ameaçados pelo grupo.
"Foice e facões são instrumentos de trabalho no campo, mas na cidade são armas usadas para ameaçar, agredir e até matar pessoas. Retiramos estes armamentos e prendemos seis pessoas que não estavam aqui para se mobilizar, mas sim para agredir, tacando pedras na polícia", informou o delegado.

O representante do MST, Valdinei dos Santos, admite que houve excesso dos manifestantes, mas alega que também teve abuso na ação policial. "Era uma movimentação muito mais pedagógica para mostrar ao governo que nós aqui na ponta estamos insatisfeitos com a sua política econômica. Mas infelizmente, o que a gente presenciou é que a polícia agiu com excesso de força", afirma.
Mesmo depois dos manifestantes se dispersarem, de acordo com Manso, a polícia deve permanecer no local enquanto considerar que existem riscos tanto para a sede da Receita Federal quanto para os prédios vizinhos. "Nossa ação agora vai depender do próprio MST, pois nós agimos em reação a um ato de vandalismo ou agressivo deles", afirma. 

Vejo o vídeo da ação:

PRF prende deputado Carlos Augusto por desacato no Rio Grande do Norte



Policiais rodoviários federais prenderam na madrugada deste sábado (1), no município de Caicó, o deputado estadual Carlos Augusto Maia, do PT do B, do Rio Grande do Norte.
O motivo, segundo a polícia, teria sido por desacato a um agente federal.

O Inspetor Roberto Cabral, da PRF, informou que Carlos Augusto ia saindo de uma festa de Aviões do Forro na AABB, de Caicó, quando foi abordado pela equipe da PRF na BR fazendo uma blitz exatamente com o objetivo de evitar acidentes. O deputado, aparentando embriaguez, teria proibido o motorista de sair do carro para fazer o exame de alcoolemia. Daí começou a confusão.

Testemunhas relataram que o deputado teria tentado tirar satisfação de um policial rodoviária federal, no momento em que este solicitou exame de bafômetro no motorista do carro dele e filmava a ocorrência.

Carlos Augusto recebeu voz de prisão, apesar de ter dito aos gritos que era deputado e tinha imunidade parlamentar. Inclusive teria chegado a ser algemado para ser contido. Ele foi levado à Delegacia de Polícia Civil de Caicó, onde foi recebido pelo delegado Helder Carvalhal.

Por telefone, os agentes civis disseram que o deputado foi liberado por ter imunidade parlamentar. O delegado Carvalhal informou que ao concluir o procedimento deve enviar ao Ministério Público Federal para que sejam adotadas as medidas cabíveis.

Em nota divulgada por volta do meio dia, o deputado estadual Carlos Augusto diz que os policiais rodoviários federais utilizam abordagens a pessoas públicas para se promoverem, de forma irresponsável.

Veja o vídeo e tire suas conclusões:

PORTUGAL É O PAÍS MAIS BARATO DA ZONA DO EURO

O país mais caro da zona euro é o Luxemburgo.




A zona euro é composta por 19 países que partilham a mesma moeda, mas estão longe de ser próximos no que toca aos preços dos produtos, poder de compra e custo de vida. A título de exemplo, o The Guardian explica que 100 euros não valem o mesmo em todos os Estados-membros. 
A Alemanha é o país que está mais próximo da média europeia. Para os germânicos, 100 euros valem exatamente 100 euros. Já para os italianos, valem 99 euros.
Num extremo encontra-se o Luxemburgo, o país mais caro na zona euro. Aqui, os mesmos 100 euros valem não mais de 68 euros. No extremo oposto está a Lituânia, o país mais barato, onde 100 euros chegam a valer 142 euros. Seguem-se Eslováquia (137 euros), Letónia (134 euros) e Estónia (127 euros).
O jornal britânico destaca ainda Portugal, definindo-o como o país mais barato na Europa Ocidental. Quem viajar para Portugal com os 100 euros da média europeia, poderá fazer compras até 122 euros.
A mesma publicação diz ainda que a Irlanda é o país onde é mais caro comprar álcool e tabaco, estando a Bélgica no extremo oposto. As roupas são mais caras na Suécia. Já o calçado atinge os valores mais elevados na Dinamarca.

Guarda Civil de São Caetano do Sul, tem cão e policial com certificado internacional

GCM Clayton e pastor holandês Scar evidenciam o bom trabalho do Canil da corporação
Divulgação

Referência nacional, o Canil da Guarda Civil Municipal (GCM) de São Caetano do Sul é formando por homens e cães altamente capacitados que, não raro, compartilham seus conhecimentos com outras corporações e auxiliam as forças policiais em diversas ocorrências. E um dos exemplos deste preparo é a dupla formada pelo guarda Clayton Martinez e o pastor holandês Scar de Saint Jacques, única da região com o concorrido Certificado Internacional de Cães Farejadores, assinado pelo norte-americano Ken Licklider, um dos maiores especialistas da área no mundo.

Clayton e Scar conquistaram o documento em março, durante seminário internacional ministrado por Licklider em Goiânia. Participaram de provas e foram abonados pelo norte-americano – somente outras nove duplas alcançaram o feito na ocasião.

“Esta é uma certificação muito valiosa, que reconhece o trabalho sério e dedicado que todos nós realizamos no Canil”, afirma Clayton. “É motivo de muito orgulho.”

Em 2014, Clayton e Scar se destacaram no 6º Campeonato de Cães Policiais das GCMs do Brasil, em Itapevi. Conquistaram o segundo lugar na prova de intervenção tática e o quinto no teste de detecção de entorpecentes.

Além dos títulos, a dupla também acumula participações em ocorrências. Em uma delas, ajudou a Polícia Civil a prender dois homens em flagrante por receptação, tráfico e associação ao tráfico na Zona Sul da Capital, em junho – Scar encontrou os entorpecentes.

Obama diz que bombas choverão em Israel se EUA rejeitar acordo nuclear



Presidente teme perder votação no congresso americano -"ou tem medo de alguma coisa"...
O presidente americano Barack Obama sabe que pode ter problemas caso o Congresso norte-americano vete o acordo nuclear com o Irã. Inimigo político do primeiro-ministro Benjamin Netayanu, o presidente americano fez uma ameaça velada ao Estado judeu em um discurso nesta semana.

Em um encontro com os 22 líderes judeus que ele convidou à Casa Branca, advertiu que caso o Congresso derrube o acordo nuclear iraniano, “foguetes do Hezbollah vão chover sobre Tel Aviv”.

Desde a guerra do Líbano de 2006, uma grande quantidade dos mísseis e foguetes lançados contra o território israelense foram fornecidos pelo Irã. O grupo terrorista Hezbollah é reconhecidamente ligado a Teerã.

Para Obama, o acordo nuclear irá manter a paz no Oriente Médio, pois os iranianos serão vigiados constantemente. Curiosamente, no mesmo dia, unidades do Hezbollah sob o comando de oficiais iranianos estavam disparando pesados mísseis Zelzal 3 contra os rebeldes sírios na cidade de Zabadani, que fica a apenas 200 km de Tel Aviv.

Em seu discurso no encontro que durou duas horas, Barack Obama declarou que se não houver acordo, dentro de pouco tempo haverá guerra entre os EUA e o Irã. Neste caso, quem pagará o preço será o Povo de Israel, pois seria impossível impedir os mísseis iranianos de atingirem Tel Aviv.

O presidente sabe que o lobby judeu é muito forte nos Estados Unidos e o fato dele não ter revelado todos os detalhes do acordo até agora, só aumentou as suspeitas.

O encontro do presidente ocorreu horas depois de o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu ter participado de uma conferência on-line, onde dialogou com influentes judeus americanos, membros da Federação Judaica da América do Norte e os presidentes das principais organizações judaicas dos EUA.

“Eu não me oponho a este acordo porque quero guerra. Eu me oponho a este acordo porque quero evitar a guerra. Todo este acordo trará guerra”, enfatizou Neanyahu. Segundo os organizadores,mais de 10 mil pessoas assistiram a conferência.

Ao contrário do que afirma Netanyahu, Obama disse que chamou o primeiro-ministro para conversar. Também enfatizou que os EUA vão continuar a apoiar e ajudar a fortalecer a segurança de Israel.

A votação do congresso americano ocorrerá em setembro, e a imprensa americana tem divulgado que a Casa Branca poderá ter dificuldades em conseguir a maioria.
Hoje (5) pela manhã, Obama fez um discurso nos mesmos termos, exortando o Congresso a aprovar o acordo nuclear com o Irã. Afirmou ainda que Netanyahu é sincero, mas está “errado”. Deixou claro que Israel está sozinho em sua oposição ao acordo.

O presidente alertou que “Se matar este acordo, o Congresso não irá apenas pavimentar o caminho do Irã para a bomba nuclear, mas acelerá-lo”. Com informações de Times of Israel [2] e Haaretz

quarta-feira, 5 de agosto de 2015

São Caetano conquista o 1º lugar em Segurança no ranking Smart Cities, que mapeou o Brasil

Ranking premiou por setor, faixa populacional e geral

São Caetano do Sul é destaque no Connected Smart Cities 2015, ranking que mapeou o Brasil considerando os setores estruturantes para o desenvolvimento de cidades inteligentes. O município conquistou o primeiro lugar em Segurança e também na faixa populacional de cidades entre 100 mil e 500 mil habitantes (este resultado das ações desenvolvidas em 11 áreas). Além disso, obteve a sexta colocação no ranking geral, sendo o único município sem ser capital entre os dez primeiros – o Rio de Janeiro foi o melhor classificado.

A premiação foi realizada nesta segunda-feira (3/8), em São Paulo. O evento reuniu cerca de 400 pessoas, entre prefeitos, secretários do governo federal e empresários.

O prefeito Paulo Pinheiro representou São Caetano na cerimônia. “Este é o resultado da preocupação de todos. Temos o primeiro IDH do Brasil graças também à nossa população. Recebemos estes prêmios hoje, mas já estamos melhorando para o futuro. Queremos que todos os setores públicos municipais sejam reconhecidos pela excelência”, afirmou.

O chefe do Executivo recebeu os três troféus das mãos da diretora da Sator (idealizadora do Connected Smart Cities), Paula Faria, e do presidente da Urban Systems (responsável pelo estudo), Thomaz Assumpção. Paulo Pinheiro esteve acompanhado do secretário de Segurança de São Caetano, Marco Antonio Barreiras, do comandante da Guarda Civil Municipal (GCM), Douglas Bispo da Silva; e do diretor de Desenvolvimento Econômico e Relações de Trabalho, Arnaldo Gonzalez Xavier.


O evento premiou os municípios que se destacaram em três rankings: por setor (Mobilidade e Acessibilidade; Urbanismo; Meio Ambiente; Energia; Tecnologia e Inovação; Saúde; Segurança; Educação; Empreendedorismo; Governança; e Economia), faixa populacional (até 100 mil habitantes; de 100 mil a 500 mil habitantes; e acima de 500 mil habitantes) e geral (que considera os 11 setores acima e engloba todas as faixas populacionais). Além dos troféus, São Caetano conquistou o segundo lugar na Educação.

Metodologia – O Connected Smart Cities possui metodologia exclusiva criada pela Urban Systems. Cada um dos 11 setores públicos é avaliado com base em indicadores. Na Segurança, por exemplo, foram considerados os índices de homicídios; acidentes de trânsito; atenção ao Pronasci; efetivo e atuação de policiais, guardas municipais e agentes de trânsito; despesas em segurança e defesa pública.

A série de investimentos no setor executada pela Prefeitura a partir do lançamento do Programa Cidade Segura, em 2014, garantiu o primeiro lugar a São Caetano. A municipalidade paga para que guardas e policiais militares atuem em dias de folga (com a Diferenciada e a Atividade Delegada, respectivamente), estimulou a integração das forças de Segurança e implantou inédito sistema de monitoramento nas viaturas da GCM, com transmissão de imagens em tempo real para a sala de comando.

A Prefeitura segue investindo, com a renovação e ampliação da frota da corporação. As 37 viaturas já estão sendo substituídas por 52 zero-quilômetro. E em breve será iniciada a construção de base 24h na Avenida Guido Aliberti com a Rua Baraldi, de frente para a Avenida Almirante Delamare, na divisa com a Capital.