Sejam Bem Vindos! O que queremos ainda Não Sabemos.O Brasil é um país onde o povo é passivo. O crime compensa. A corrupção é a mãe de todos os crimes e a impunidade embala. A bandidagem seria bem menor sem os bandidos de toga e sua máfia no STF. Aqui você tem uma ideia... lê.Tem outra ideia... relê...E muda de ideia. Assim é a mágica cura do amor e da ciência. Aqui relembramos os fatos que não podem ser esquecidos e frisamos que os que mais podem e sabem são os que nada fazem.
Finalmente Liberada foi, na Noite Desta sexta-feira (6) a Lista dos Políticos OS contra Quais a Procuradoria-Geral da República recomendou Abertura de Inquérito POR Envolvimento não Esquema de Corrupção investigado Pela Operação Lava Jato. O ministro Teori Zavascki, relator no STF da Investigação, anunciou OS nomos e Seu despacho acatando OS Pedidos fazer procurador-Geral Rodrigo Janot.
O PP E o partido com Mais Políticos Entre OS Que responderão um Inquéritos (32). Em SEGUIDA, a VEM PMDB (sete), PT (SEIS), PSDB (um) e PTB (um).
Veja Abaixo a Lista de investigados:
PP
- Senador Ciro Nogueira (PI)
- Senador Benedito de Lira (AL)
- Senador Gladson Cameli (AC)
- Deputado Aguinaldo Ribeiro (PB)
- Deputado Simão Sessim (RJ)
- Deputado Nelson Meurer (PR)
- Deputado Eduardo da Fonte (PE)
- Deputado Luiz Fernando Faria (MG)
- Deputado Arthur Lira (AL)
- Deputado Dilceu Sperafico (PR)
- Deputado Jerônimo Goergen (RS)
- Deputado Sandes Júnior (GO)
- Deputado Afonso Hamm (RS)
- Deputado Missionário José Olímpio (SP)
- Deputado Lázaro Botelho (TO)
- Deputado Luis Carlos Heinze (RS)
- Deputado Renato Molling (RS)
- Deputado Renato Balestra (GO)
- Deputado Lázaro Britto (BA)
- Deputado Waldir Maranhão (MA)
- Deputado José Otávio Germano (RS)
- Ex-Deputado e ex-ministro Mario Negromonte (BA)
- Ex-Deputado João Pizzolatti (SC)
- Ex-Deputado Pedro Corrêa (PE)
- Ex-Deputado Roberto Teixeira (PE)
- Ex-Deputada Aline Corrêa (SP)
- Ex-Deputado Carlos Magno (RO)
- Ex-Deputado e vice-governador João Leão (BA)
- Ex-Deputado Luiz Argôlo (BA) (filiado Ao Solidariedade desde 2013)
- Ex-Deputado José Linhares (CE)
- Ex-Deputado Pedro Henry (MT)
- Ex-Deputado Vilson Covatti (RS)
PMDB
- Senador Renan Calheiros (AL), presidente do Senado
- Senador Romero Jucá (RR)
- Senador Edison Lobão (MA)
- Senador Valdir Raupp (RO)
- Deputado Eduardo Cunha (RJ), presidente da Câmara
- Deputado Aníbal Gomes (CE)
- Ex-governadora Roseana Sarney (MA)
PT
- Senadora Gleisi Hoffmann (PR)
- Senador Humberto Costa (PE)
- Senador Lindbergh Farias (RJ)
- Deputado José Mentor (SP)
- Deputado Vander Loubet (MS)
- Ex-Deputado Cândido Vaccarezza (SP)
PSDB
- Senador Antonio Anastasia (MG)
PTB
- Senador Fernando Collor (AL)
Outros
Ex-ministro Antonio Palocci
Fernando Antonio Falcão Soares, o Fernando Baiano
ARQUIVADOS
* Aécio Neves (PSDB)
* Alexandre José dos Santos (PMDB)
* Delcídio do Amaral Gomes
* Henrique Eduardo Alves (PMDB)
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Robert Orell, um ex-neonazista, que se desradicalizou e agora participa da Exit, instituição que oferece ajuda a radicais que deixam o movimento, em Estocolmo
Katrin Bennhold
Em Londres (Inglaterra)
Pieter Ten Hoopen / The New York Times
Nascido e criado no arborizado oeste de Londres, Ibrahim Ahmed sempre torceu para o time de futebol local e ouvia o que chamava de "música branca". Mas na escola, ele era um "muçulmano" e foi ficando cada vez mais descontente com a sociedade britânica. Quando recrutadores o abordaram em uma mesquita 18 anos atrás e lhe disseram que poderia travar uma guerra santa "bem aqui em casa", ele prontamente concordou.
Na Suécia, Robert Orell estava lendo "Mein Kampf" (manifesto autobiográfico do líder nazista Adolf Hitler) e se preparando para sua própria guerra. Os imigrantes que praticavam bullying contra ele na escola agora estavam, na visão dele, praticando bullying contra sua cultura enquanto os políticos liberais apenas observavam. Ele fantasiava em invadir o Parlamento com uma das armas que seus amigos neonazistas escondiam na mata.
As ideologias que antes motivavam Ahmed e Orell dificilmente poderiam ser mais diferentes. Mas ao remover a ideologia, o que surge são duas histórias notavelmente semelhantes de radicalização, militância e, no caso desses dois homens, desradicalização.
Ambos tinham queixas que minavam sua autoestima e os deixavam furiosos. Ambos foram seduzidos por uma narrativa que os colocava no centro de uma causa maior e lhes oferecia o que mais desejavam: um senso de pertencer e um plano para agir em relação ao seu ressentimento.
Bandeira da divisão Hanzar da SS (com a cimitarra e a suástica)
Ambos posteriormente rejeitaram a violência, dissuadidos não pelas autoridades ou por parentes, mas por ex-extremistas como eles.
Os paralelos são instrutivos à medida que a Europa tenta se recuperar de dois ataques mortais em dois meses, ambos cometidos em nome do Islã. A ideologia religiosa exerce um papel central na radicalização de jovens europeus muçulmanos sendo atraídos para se juntar ao Estado Islâmico ou matar em nome do grupo em casa. Mas o processo psicológico por trás da radicalização é notavelmente universal, dizem especialistas em terrorismo.
"Nós somos tão seduzidos pela ideologia que deixamos de notar o fato de que os jihadistas e neonazistas têm muito em comum", disse John Horgan, autor de "The Psychology of Terrorism" e diretor do Centro para Estudos de Terrorismo e Segurança da Universidade de Massachusetts, em Lowell. "As semelhanças sobre como se engajam, se envolvem e desengajam no terrorismo superam em muito as diferenças."
Tom Jamieson/The New York Times
Ibrahim Ahmed, que disse que se juntou a uma gangue muçulmana para defender-se, e também para fazer vingança por ter sido atacado por jovens brancos na escola, em Londres
A história longa e diversa da Europa de extremismo de direita e outras variedades de militância, do marxismo violento ao Exército Republicano Irlandês, torna o continente um rico laboratório para contraterrorismo e desradicalização.
Hoje, o sucesso no recrutamento por grupos como o Estado Islâmico é considerado a maior ameaça. Mas décadas de pesquisa, infiltração e reação a outros movimentos oferecem algumas lições em um momento em que os governos estão buscando por formas de combater a ameaça além do endurecimento da segurança, disseram analistas.
Uma lição, eles disseram, é que ex-extremistas têm um papel central a exercer na argumentação contra as tentações radicais. Eles têm uma credibilidade que os governos carecem.
"Nós precisamos substituir a fantasia pela realidade", disse Amy Thornton, do Departamento de Ciência Criminal e de Segurança da University College London. "Ex-extremistas têm um papel muito importante. Apenas eles podem dizer com credibilidade: a Síria não é um videogame, você pode acabar limpando latrinas, sendo babá na linha de frente; não é o que estão lhe prometendo."
Outra lição, dizem os especialistas, é que apenas refutar a propaganda extremista não basta. Esforços para estender a mão são mais eficazes, eles disseram, quando oferecem uma contranarrativa e alternativas palpáveis para a violência.
Um programa pioneiro na Dinamarca trata ex-combatentes não como terroristas potenciais, mas como jovens rebeldes. Observado atentamente pelas autoridades de toda a Europa, o programa envolve aconselhamento, ajuda na readmissão na escola e reuniões com os pais. Apesar de agora estar sendo aplicado a radicais islâmicos que voltam do Oriente Médio, ele foi inicialmente desenvolvido em 2007 para extremistas de direita.
Há limites para a disposição dos governos em empregar esses programas. Mas especialistas em radicalização dizem que o entendimento do processo pelo qual às pessoas se deixam seduzir pela brutalidade medieval de uma ideologia religiosa é vital para combatê-lo.
"Nós não conseguiremos nenhum progresso se continuarmos obcecados pela questão do 'por que' alguém se torna extremista", disse Horgan. "Um melhor ponto de partida é perguntar 'como'."
Orell, que estava tentando viver à altura dos ideais arianos ao abandonar o álcool e as drogas e malhar diariamente, se tornou desencantado por companheiros menos disciplinados. Quando um grupo de neonazistas foi preso por ligação com o assassinato de dois policiais suecos, Orell ficou atônito. Foi por volta dessa época que ele começou a conversar com um ex-militante, que se mudou para o interior com sua família.
"Foi bom conversar com alguém sem ser julgado", disse Orell. "Eu ainda era radical, mas estava ficando desiludido com o grupo."
O amigo o apresentou ao Exit, uma caridade que oferecia apoio a extremistas de direita que deixavam o movimento. Muitos assistentes sociais no Exit também são ex-extremistas. Eles escutavam, jogavam futebol com ele e, gradualmente, "acabaram com a visão radical".
No Reino Unido, Ahmed planejava lutar na Bósnia. Ele nunca prestou atenção quando sua família dizia que o Islã e a violência eram incompatíveis. Mas quando um pregador salafista que já tinha estado envolvido em violência de gangue lhe disse o mesmo em 1999, ele deu ouvidos.
"Ele disse que compartilhava minhas queixas, mas que a violência não era a forma de resolvê-las", disse Ahmed. "Ele disse: 'Eu entendo, eu já passei por isso'."
Essa é a mensagem que ele tenta passar aos adolescentes que aconselha, como um garoto de 16 anos que está tentado a ir para a Síria.
"Eu não o julgo", disse Ahmed. Se tivesse 16 anos hoje, ele acrescentou, ele próprio poderia estar tentado a ir para a Síria.
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)
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Jânio Aparecida Jardim foi presa logo após a internação do filho, de cinco anos, que chegou ao hospital em estado grave. Com muitos ferimentos, ele morreu depois de dois dias. Veja! Se matar a Presidenta o crime é maior que se for um Presidente ou o Zé Direceu por exemplo.
. "Por Maria Do Rosário Nunes" Conseguimos aprovação do PL 8305/2014 que torna feminicidio crime hediondo. Agora vai para sanção da presidenta Dilma Rousseff. É mais um avanço na legislação brasileira no combate ao machismo que mata diariamente as mulheres do nosso país.
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( http://www.clarionproject.org ) The Third Jihad é um filme que expõe a ameaça que o extremismo islâmico representa para o modo de vida americano. Em 1988, o FBI descobriu um documento secreto da Irmandade Muçulmana, que lançou os seus planos para substituir a Constituição com a lei islâmica Sharia. (Documento original aceito como prova no julgamento financiamento Santo terror do terreno: http: //www.clarionproject.org/Muslim _... )
O documento afirma que "A Ikhwan [Irmandade Muçulmana] deve entender que seu trabalho na América é uma espécie de grande jihad na eliminação e destruição da civilização ocidental a partir de dentro e 'sabotar' a sua casa miserável por suas mãos e as mãos dos fiéis. .. "
Uma pessoa que se atreveu a falar sobre a ameaça islâmica é Dr. Zuhdi Jasser, um devoto muçulmano-americano que serviu como oficial na Marinha dos EUA e também como um médico para o Congresso dos EUA.
Depois que o FBI lançou o manifesto radical islâmico descrevendo como para destruir a América a partir de dentro, Dr. Jasser decidiu investigar.
The Third Jihad é sobre o que ele descobriu.
Clarion Projeto (ex-Fundo Clarion) reúne especialistas em Oriente Médio, acadêmicos, ativistas de direitos humanos e muçulmanos para promover a tolerância e moderação e desafiar o extremismo.
BAURU - Suzane Von Richthofen ficou sozinha na penitenciária feminina de Tremembé, no interior de São Paulo. Isso porque sua namorada, Sandra Regina Ruiz Gomes, foi transferida para o Centro de Ressocialização Feminino de São José dos Campos. Sandrão, como é conhecida, recebeu a progressão de regime, pleiteada em 12 de fevereiro, e se mudou nesta quarta-feira, 4. A informação foi confirmada pela Secretaria de Administração Penitenciária.
Sandra Regina Ruiz Gomes - Sandrão Com a transferência da namorada, Suzane deixará a ala dos chamados "celões", destinada às presas casadas, onde morava com Sandra e outras dez detentas, e voltará para a área de convivência com as outras detentas, entre elas Elize Matsunaga, presa por matar, esquartejar e esconder o corpo do marido, o empresário Marcos Kitano Matsunaga. Sandra e Elize teriam se relacionado antes de Suzane.
Como o período de seis meses que Suzane pediu para continuar no semiaberto terminou, ela poderá pedir novamente a progressão da pena, pois já havia conquistado o benefício. Em agosto do ano passado, quando poderia deixar a prisão para trabalhar, ela preferiu ficar no regime fechado alegando que lá teria mais segurança.
Elize Matsunaga
De acordo com a SAP, com a progressão, Sandra poderá sair durante o dia para trabalhar e dormir à noite na prisão, ou então trabalhar no próprio centro de ressocialização, que oferece atividades profissionais para as presas. Antes disso, ela terá de passar pelo Regime de Observação, quando será avaliada para saber se pode mesmo conviver no semiaberto.
Com a transferência, Sandra retorna à mesma prisão de onde foi expulsa em 2010, após agredir um agente prisional. Ela já cumpria pena no semiaberto, mas por causa agressão havia retornado para o fechado.
De acordo com a SAP, a capacidade do CR é para 183 presas e está com 156.
Sandra cumpre pena de 24 anos por sequestro seguido de morte e Suzane, de 39 anos - 12 deles já cumpridos - por ter matado os pais.
COMENTÁRIOS DO BLOG:
A justiça brasileira é um convite para assassinos ladrões, de todos os tipos, o Brasil é um "paraíso dos ladrões," deveria colocar um cartaz bem grande em todas as divisas do país dizendo: "BEM VINDOS HOMICIDAS, CORRUPTOS, E TODA CLASSE DE CRIMINOSOS DO MUNDO" pois aqui o menor mata o pai de família e vai pra rua, os políticos fazem mensalão e recebem carta de alforria, esse é o país que massacra o trabalhador com impostos e bate palmas para os corruptos.
Agora fico pensando...porque será que os ladrões não assaltam seus sócios políticos? Eles sim tem dinheiro se fosse apelar, então que sequestrem os que fazem nossas lei assim se num sequestro desses morrer um ente querido deles com certeza aprovarão a pena de morte e não aceitarão a corrupção e as leis serão mais duras.
Esse é um desabafo de quem esta cansado de ver o inocente preso e o corrupto que nos assalta todos os dias no congresso desfilando com altos salários e aprovando leis que beneficiam a si próprios, mais um detalhe se a Dilma quer cortar gastos que comece diminuindo os salários, as regalias e o número de deputados, senadores e vereadores do país. Põe um salário mínimo pra cada um e que o governo seja o pagador direto dos funcionários de gabinetes dos deputados assim eles não teriam acesso ao dinheiro alheio. Psicopatas são todos pervertidos sexuais e ainda assim não se pode dizer que algum é negro. PSICOPATAS - COMO RECONHECÊ-LOS E SE PREVENIR? (aqui)
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Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook
A lei que exige o processo de regulamentação delas ainda não entrou em vigor na capital Publicado em 05.03.2015, às 08:40 | Atualizado em 05.03.2015, às 09:53
Por Site Da TV Jornal
As motocicletas de cinquenta cilindradas, popularmente conhecidas como cinquentinhas, tomam conta das ruas e representam quase 10% da frota de veículos de Pernambuco. Além de serem bastante acessíveis, são livres das taxas de emplacamento e das normas do código nacional de trânsito. Das 900 mortes envolvendo motos em 2014 no estado, 15% envolviam as cinquentinhas.
O ministério público foi acionado e denunciou as prefeituras de Recife, Olinda e Jaboatão, pelo não comprimento do Código de Trânsito Brasileiro e por não iniciarem o processo de regulamentação dos ciclomotores, que exige o cadastramento do proprietários dos veículos, emplacamentos das cinquentinhas, uso de capacete e carteira de habilitação. Em Caruaru, esse processo demorou apenas seis meses. No Recife, já se vão mais de 3 anos desde que a lei foi sancionada pelo prefeito Geraldo Júlio. Mas, até agora, não entrou em vigor.
26.abr.2013 - Na imagem, integrante da banda punk feminina Pussy Riot Nadia Tolokonnikova participa de audiência na cidade de Zubova Polyana (Rússia). Na ocasião, ela apelou contra condenação de dois anos por vandalismo motivado por ódio religioso. O grupo cantou no altar da catedral do Cristo Salvador, considerada a mais importante da igreja ortodoxa russa
Do BOL, em São Paulo 04/03/201517h49
Mikhail Voskresensky/Reuters
Uma integrante da banda punk Pussy Riot foi morta a tiros em Moscou na terça-feira (3). Segundo informações do site Chronicle, Nadia Tolokonnikova teria sido assassinada apor supostos assaltantes. A morte de Tolokonnikova marca o segundo assassinato de um crítico do governo de Vladimir Putin apenas uma semana depois da morte de Boris Nemtsov, um político da oposição russa e ex-vice-primeiro ministro, que foi morto na sexta-feira (28).
Nadia Tolokonnikova, que esteve à frente de manifestações contra Putin, chegou a enfrentar a violência da polícia durante ato contra a rede de fast food McDonald's e em uma filmagem de um vídeo nas Olimpíadas de Inverno de Sochi. Em 2012, Tolokonnikova e as integrantes da Pussy Riot foram presas sob acusação de vandalismo e ódio religioso por protesto no altar da Catedral de Cristo Salvador, em Moscou.
Recentemente, a ativista filiada ao Voina – grupo russo de arte de rua conhecido por suas obras provocativas - participou da série "House of Cards", do Netflix.
Assassinato de opositor teve fundo político, diz Putin
Pavel Golovkin/AP
Multidão acompanha funeral de Boris Nemtsov em Moscou
O presidente russo, Vladimir Putin, afirmou nesta quarta-feira (4) que o assassinato do líder oposicionista Boris Nemtsov foi uma tragédia com fundo político.
Crítico do Kremlin, Nemtsov foi morto na última sexta-feira quando passeava com a namorada pela praça Vermelha, em Moscou.
Em encontro com autoridades do Ministério do Interior, Putin afirmou: "A maior atenção deve ser dada a crimes de grande repercussão, incluindo aqueles com fundo político. A Rússia deve se livrar finalmente dessas tragédias e vergonhas que temos visto. Me refiro ao audaz assassinato de Boris Nemtsov bem no centro da capital".
Colaboradores de Nemtsov responsabilizaram o Kremlin pela sua morte; já o governo russo diz que o ato é uma tentativa de desacreditar Putin.
Nesta quarta, o chefe do serviço secreto da Rússia, Alexander Bortnikov, afirmou que seus agentes identificaram os primeiros suspeitos pela morte de Nemtsov. Não foi informado, porém, quais seriam os investigados pelo crime. (Com agências internacionais)
Jornalista que criticava Putin é assassinada em Moscou
Por James Kilner 07/10/2006 - 17h47
MOSCOU (Reuters) - A jornalista russa Anna Politkovskaya, crítica aberta do presidente Vladimir Putin, foi assassinada neste sábado no prédio de apartamentos em que morava, no centro de Moscou, informou a polícia.
"Segundo as informações iniciais, ela foi morta com dois tiros quando saía do elevador. Os vizinhos encontraram o corpo dela", disse à Reuters uma fonte da polícia.
A polícia encontrou uma pistola e quatro balas detonadas no elevador.
Politkovskaya, de 48 anos e mãe de dois filhos, ficou conhecida internacionalmente e recebeu diversos prêmios pela incansável busca de atos de desrespeito aos direitos humanos por parte do governo de Putin, particularmente na violenta província da Chechênia, no sul do país.
"A primeira coisa que nos ocorre é que Anna foi morta pelas suas atividades profissionais. Não vemos qualquer outro motivo para este crime terrível", disse Vitaly Yaroshevsky, subeditor do jornal em que ela trabalhava.
Falando a jornalistas na cena do crime, o procurador de Moscou, Yuri Syomin, disse que estava considerando o caso um assassinato.
Enfermeiros tiraram o corpo de Politkovskaya, embrulhado em um lençol branco, do prédio em que ela morava, um conjunto de apartamentos de nove andares da época soviética, e o levaram em uma ambulância. Uma mulher de meia idade pôs flores nas portas do prédio e chorou, com a cabeça encostada contra a parede.
O Lada prata de Politkovskaya, cheio de compras de supermercado, estava estacionado em frente ao bloco de apartamentos.
O ex-presidente soviético Mikhail Gorbachev, um dos acionistas do jornal Novaya Gazeta, onde Politkovskaya trabalhava, disse que o assassinato foi um "crime bárbaro".
"É um golpe contra toda a imprensa democrática e independente", disse Gorbachev à agência de notícias Interfax. "É um crime grave contra o país, contra todos nós."
Politkovskaya estava trabalhando em uma reportagem sobre tortura na Chechênia, que deveria ser publicada na segunda-feira, disse o jornal.
ELA NÃO CONFIAVA EM PUTIN
A província rebelde da Chechênia sempre foi uma dor de cabeça constante para o Kremlin. A Rússia enviou soldados à província em 1994, para esmagar uma insurgência. Depois de 12 anos de derramamento de sangue e devastação da capital da província, Grozny, porém, ainda ocorrem ataques esporádicos.
Politkovskaya era uma dura crítica de Putin, a quem acusava de sufocar a liberdade e não conseguir se desfazer do seu passado de agente da KGB.
"Não gosto dele pelo... seu cinismo, pelo seu racismo, pelas suas mentiras, pelo massacre de inocentes que ocorreram em todo o seu primeiro mandato como presidente", escreveu ela no livro "Putin's Russia" (A Rússia de Putin), que foi publicado no exterior, mas não na Rússia.
A morte dela ocorreu no 54o aniversário de Putin.
Em Nova York, o Committee to Protect Journalists disse que o assassinato de Politkovskaya é um "desdobramento devastador para o jornalismo na Rússia"."
Politkovskaya nasceu em Nova York, em 1958, filha de diplomatas ucranianos da União Soviética. Ela estudou jornalismo na Universidade Estadual de Moscou e começou sua carreira na imprensa oficial.
Depois do colapso da União Soviética, começou a trabalhar na imprensa independente que começava a florescer durante o governo de Gorbachev.
As reportagens de Politkovskaya sobre guerra fizeram com que ela estivesse com freqüência sendo investigada por políticos russos e, às vezes, pelos serviços de segurança. Ela foi presa e mantida em uma mina durante três dias na Chechênia e recebeu diversas ameaças de morte.
Dizia que não pôde fazer a cobertura do sangrento cerco à escola de Beslan, em 2004 --em que mais de 330 crianças e pais morreram quando soldados invadiram a escola-- porque foi envenenada no vôo de Moscou e acabou sendo hospitalizada.
Esse foi o assassinato de um jornalista de mais destaque na Rússia, desde a morte do jornalista norte-americano Paul Klebnikov, em 2004.
Assassinatos encomendados não são raros em Moscou, onde a violência reinou depois da queda do comunismo, em 1991.
No mês passado, pistoleiros mataram a tiros Andrei Kozlov, do Banco Central, no assassinato por encomenda mais destacado desde a ascensão de Putin ao poder, em 2000.
(Com reportagem de Robin Paxton, Tatyana Ustinova, em Moscou, e Bill Trott, em Washington)
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