sábado, 20 de dezembro de 2014

Os 7 profissionais de TI que serão mais disputados em 2015

OS 7 MAIS PROCURADOS

São Paulo - O próximo ano promete trazer muitas oportunidades de trabalho para profissionais da área de TI nos Estados Unidos. Levantamento do site Sologig.com, plataforma de busca de empregos do CareerBuilder mostra que até o fim de 2014, 95 mil novos postos de trabalho devem ser criados por lá neste setor.
A tendência parece se repetir aqui no Brasil. Entre as 42 carreiras mais demandadas para 2015, pelo menos 7 são da área de tecnologia da informação.
Confira os profissionais mais disputados nos Estados Unidos e quanto eles ganham por hora de trabalho. Em seguida veja os mais demandados no Brasil:
Pesquisa mostra quais serão os profissionais mais demandados em 2015 nos Estados Unidos na área de tecnologia da informação

1. ANALISTA DE SEGURANÇA DA INFORMAÇÃO

Empregos criados em 2014: 81.686.
Projeção de crescimento para 2015: 4,3%.
Salário: 42,98 dólares por hora.

2.DESENVOLVEDOR DE SOFTWARES E APLICATIVOS

Empregos criados em 2014: 684.614.
Projeção de crescimento para 2015: 3%.
Salário: 44,66 dólares por hora

3. ANALISTA DE SISTEMA

Empregos criados em 2014: 550.035.
Projeção de crescimento para 2015: 3%.
Salário: 38,62 dólares por hora. 

4.DESENVOLVEDOR WEB

Empregos criados em 2014: 151.081.
Projeção de crescimento para 2015: 2,8%.
Salário: 28,02 dólares por hora. 

5. CIENTISTA DE DADOS

Empregos criados em 2014: 26.596.
Projeção de crescimento para 2015: 2,7%.
Salário: 50,61 dólares por hora.

6. DESENVOLVEDOR DE SISTEMAS DE SOFTWARE

Empregos criados em 2014: 395.235.
Projeção de crescimento para 2015: 2,6%.
Salário: 48,66 dólares por hora. 

7. ESPECIALISTA EM SUPORTE AO USUÁRIO

Empregos criados em 2014: 620.356.
Projeção de crescimento para 2015: 2,4%.
Salário: 22,67 dólares por hora.

AGORA, VEJA QUAIS PROFISSIONAIS SERÃO MAIS BUSCADOS NO BRASIL



  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

quinta-feira, 18 de dezembro de 2014

O PT morrendo de rir - Carta ao Reinaldo Azevedo


Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net

Por Milton Pires

Eu não pretendia escrever sobre o que aconteceu entre Maria do Rosário e Jair Bolsonaro. Apesar de ter feito uma petição, em solidariedade ao deputado, que já conta com mais de 36 mil assinaturas e de ter chamado, no Facebook, de “Escândalo do Estuprão” a tentativa da imprensa petista de usar o fato, eu, até agora, não havia me detido sobre esse caso. Pois então lá vai: inicio aqui essas linhas em função do que vem sendo dito a respeito de Bolsonaro pelo colunista de VEJA, Reinaldo Azevedo.

Deus me livre de tomar o tempo do leitor com aquele papo de “somos todos contra o PT”..ou “não podemos brigar entre nós porque isso é tudo que o PT quer”. Nessa história eu desde já tenho lado escolhido – é o de Bolsonaro, mas não é o objetivo aqui atacar Reinaldo. Minha intenção é outra. No recente artigo em seu blog, mesmo antes de defender a cassação do deputado “caso ele não se desculpe com Maria do Rosário”, Reinaldo escreveu algo que me interessa abordar e, aí sim, discutir pra valer: ele escreveu - “Em suma, deputado, os males da democracia têm de ser curados com mais democracia.”

Meu caro Reinaldo Azevedo, eu o conheci pessoalmente aqui em Porto Alegre. Tenho dedicatória sua em livros seus que comprei, não tenho absolutamente procuração alguma para defender Jair Bolsonaro, a quem aliás não conheço pessoalmente, mas agora quero lhe perguntar (e pense BEM antes de me responder) – Nós ainda estamos vivendo numa democracia, Reinaldo??

Vamos ver: em 2003 tomou o poder no Brasil uma organização criminosa comandada pelo Foro de São Paulo, formada pela ralé do sindicalismo, pelo narcotráfico e pelos remanescentes do movimento estudantil de 68. Essa gente matou o prefeito de Santo André, comprou deputados com o Mensalão, jamais deixou claro como morreu Eduardo Campos, ROUBOU a eleição de Aécio Neves, faliu a PETROBRAS e, acima de tudo Reinaldo, fez tudo isso com o Supremo Tribunal Federal aparelhado por juízes petistas (alguns incapazes de atuar sequer como escrivães de cartório! (com todo respeito a essa classe para que não iniciem um processo contra o “Dr.Milton por ofensa” já que o sindicato deles em termos de petismo não deve ser diferente de qualquer outro).

Essa gente corrompeu as forças armadas, destruiu a rede hospitalar brasileira, transformou escolas públicas em bailes funks, e os cultos religiosos em reuniões de DCE. O PT levou tudo que é institucional, tudo que é oficial e público..tudo que tem caráter civil ou de cidadania às raias do ridículo..à beira da falência..ao abismo do patético..ou não levou, Reinaldo??

Me responda, meu amigo, pois a única certeza que tenho a seu respeito é a da sua inteligência: você REALMENTE ainda quer nos fazer pensar que vivemos numa democracia? É essa “democracia” que você diz que tem que ser protegida do “benzetacil”..ou do “voltarem” ou do “buscopam” ou seja lá o que for, do Bolsonaro??

Reinaldo, meu caro, vou lhe dizer uma coisa que serve pra você, para Olavo, Lobão, Revoltados Online, e, como não poderia deixar de ser, antes de tudo, para mim (Milton Pires) mesmo: ou nós nos reunimos e respondemos rapidamente a essa pergunta que lhe fiz ou o PT vai acabar “morrendo” sim... Mas vai ser de rir de nós, Reinaldo!


Milton Simon Pires é Médico.



  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

Sobre Jair Bolsonaro: Olavo de Carvalho envia mensagem a Reinaldo Azevedo


ESCRITO POR OLAVO DE CARVALHO | 17 DEZEMBRO 2014 
ARTIGOS - DIREITO
Enviei novamente ao Reinaldo Azevedo, agora completa e com algumas correções:
Prezado Reinaldo: 

Não sou um "seguidor do deputado Bolsonaro" e, é óbvio, jamais assinaria qualquer petição para tirar você da Veja, mas peço que você preste atenção a estas explicações:

(1) Ao chamar o seu colega de "estuprador", sem a menor provocação, a deputada Maria do Rosário lhe imputou caluniosamente uma conduta criminosa; 

(2) Ela não o fez no calor de uma discussão, mas por iniciativa unilateral;

(3) Ela repetiu a acusação calma e friamente, ao responder "É sim" quando o deputado lhe perguntou "Agora sou eu o estuprador?". Isso denota conduta deliberada. 
Em resposta, tudo o que o ofendido fez foi uma piada de mau gosto. 

Interpretar a coisa como apologia do estupro é logicamente inviável. Não creio ser necessário lembrar que ele não disse que a colega MERECIA ser estuprada, o que seria, sim, apologia do crime (aliás cometida pelo sr. Paulo Ghiraldelli impunemente contra a apresentadora Raquel Scheherazade), mas disse que ela NÃO O MERECIA, o que é uma observação sarcástica de ordem estética e nada mais -- injusta, no meu entender, já que a sra. Maria do Rosário não é tão feia assim. 

O ato do sr. Bolsonaro inclui-se claramente nos dois tipos de atenuantes que a lei brasileira admite para o crime de injúria (a) se a ofensa é emitida EM REVIDE a uma ofensa anterior; (b) se é emitida IMEDIATAMENTE após a ofensa. A conduta da sra. Maria do Rosário não tem atenuante nenhum, tem os agravantes de deliberação e da ausência de provocação.

Não há o menor senso das proporções em nivelar a conduta dos dois, muito menos em enxergar maior gravidade nas palavras do sr. Bolsonaro que nas da sra. Maria do Rosário.

A inversão da escala de julgamento torna-se ainda mais intolerável quando se conhece o contexto da discussão. O sr. Bolsonaro estava apresentando um projeto de lei que pedia punições mais graves para os estupradores e reduzia o prazo de maioridade penal de modo a que a punição pudesse atingir tipos como o Champinha, um dos estupradores e assassinos mais cruéis que este país já conheceu. A sra. Maria do Rosário, em contraposição, defendia privilégios legais para os Champinhas da vida. As palavras que ela disse ao sr. Bolsonaro revelam um esforço perverso de INVERTER o sentido dos acontecimentos, fazendo do sr. Bolsonaro um apologista daquilo que ele combatia e ela protegia. 

Sob qualquer ângulo que se examine, a investida geral da mídia contra o sr. Bolsonaro está acobertando a conduta criminosa da sra. Maria do Rosário e falsificando a realidade do que se passou.

P. S. - Dar às palavras do deputado Bolsonaro o sentido de que "estupro é matéria de merecimento" é trasmutar um sarcasmo em afirmação literal e expressão formal de um juízo de valor. Se aceitamos esse tipo de manipulação da linguagem e ainda queremos fazer dele a base para uma condenação judicial, então fica difícil criticar o mesmo expediente quando usado pelos petistas.

Da fanpage de Olavo de Carvalho no Facebook.

  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

Roseana Sarney receberá pensão vitalícia de R$ 24 mil no Maranhão


O governador em exercício do Maranhão, Arnaldo Melo (PMDB), concedeu pensão vitalícia de R$ 24 mil mensais à ex-governadora Roseana Sarney (também do PMDB), que renunciou ao mandato no último dia 10. O ato está publicado no Diário Oficial do Estado, do último dia 12, dois dias após a renúncia da peemedebista.
“O governador do estado do Maranhão, nas suas atribuições legais, resolve: conceder a Roseana Sarney Murad, ex-governadora do estado do Maranhão, subsídio mensal vitalício, nos termos do art. 45, do Ato de Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual, conforme consta no Processo 0237470/2014 da Casa Civil”, diz a publicação do DO, assinada por Melo.
A questão das pensões vitalícias a ex-governadores é controversa, embora todos os ex-governadores do Maranhão – ou seus cônjuges, em caso de falecimento – a recebam, como José Reinaldo Tavares, do PSB (que comandou o Estado de 2002 a 2006), e Clay Lago, viúva de Jackson Lago, do PDT (governador de janeiro de 2007 a abril de 2009).
- Sou legalista, cumpro apenas o que manda a lei, e a lei diz que os ex-governadores têm direito à pensão - disse ao GLOBO a viúva de Lago. Ao mesmo tempo em que o artigo 45 do Ato de Disposições Constitucionais Transitórias, da Constituição Estadual, citado na publicação do DO, garante o benefício, o Tribunal de Justiça do Maranhão (TJ-MA), em decisões de julho de 2003 e abril de 2007, rejeitou o dispositivo – entendimento que também tem sido adotado pelo Supremo Tribunal Federal (STF).
No Maranhão, a ação no TJ-MA que culminou com a rejeição da pensão é do advogado Márcio Endles, representando na ocasião a então deputada Helena Heluy (PT), contra a concessão de aposentadoria ao ex-governador José Reinaldo, que entrou com pedido de aposentadoria vitalícia referente ao primeiro período em que foi chefe do Executivo estadual, de abril a dezembro de 2002.
Adversários políticos da ex-governadora Roseana Sarney informaram que vão recorrer à Justiça contra a concessão da aposentadoria vitalícia, tanto para ela como para os outros ex-governadores.
No início deste mês, o governador da Bahia, Jaques Wagner (PT), que encerrará seu mandato no próximo dia 31, ganhou da Assembleia Legislativa baiana o direito de também receber uma aposentadoria vitalícia no valor de R$ 19,3 mil.
  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

OLAVO DE CARVALHO: PSICOPATIA E HISTERIA (CASO BOLSONARO E MARIA DO ROSÁRIO - PT)

                            



SOMENTE REPLICAMOS A REFERIDA MATÉRIA NESTE BLOG E A UTILIZAMOS COMO PRINCIPAL MEIO DE DIVULGAÇÃO, PORQUE INEXPLICAVELMENTE O SITE (WWW.DIARIODOCOMERCIO.COM.BR) COM A OPINIÃO DO PROFESSOR OLAVO DE CARVALHO, SAIU DO AR.

Psicopatia e histeria

SÃO PAULO, 11 DE DEZEMBRO DE 2014 

POR OLAVO DE CARVALHO

Uma elite de psicopatas sobe ao poder e se cerca de adeptos e militantes que, no afã de enxergar as coisas como seus chefes mandam, acabam desenvolvendo todos os sintomas da histeria.

A saúde mental de uma comunidade pode ser aferida pela dos indivíduos que ela eleva aos mais altos postos e incumbe de representá-la. O mais breve exame do Brasil sob esse aspecto leva a conclusões que já ultrapassam a escala do alarmante e se revelam francamente aterrorizantes.

Já tivemos um presidente que achava lindo fazer sexo com cabritas, se gabava de haver tentado estuprar um companheiro de cela – prova de macheza, segundo ele – e confessava entre risos as mais cínicas mentiras de campanha. É claro que a tropa dos seus guarda-costas e marqueteiros corria, nessas ocasiões, para dar a essas declarações o sentido de meras brincadeiras, mas, supondo que o fossem, é igualmente evidente que pessoas adultas normais não se divertem com gracejos tão torpes.

Qualquer que fosse o caso, no entanto, a conduta desse cidadão não sugeria nenhuma doença mental e sim propriamente uma psicopatia – a deformidade moral profunda que sufoca a voz da consciência e autoriza o indivíduo a viver de manipulações, trapaças e crimes sem nunca enxergar nisso nada de anormal.

Já mencionei, em outros artigos, o livro do psiquiatra Andrew Lobaczewski, Ponerologia: Psicopatas no Poder (Vide Editorial, 2014), em que uma equipe de médicos poloneses condensa os resultados de décadas de observação da elite comunista que dominava o país, e descreve tecnicamente o fenômeno da “patocracia”, o governo dos psicopatas.

Mas, como explica o próprio dr. Lobaczewski, quando uma elite de psicopatas sobe ao poder, ela se cerca de adeptos e militantes que não são psicopatas, mas que, no afã de enxergar as coisas como seus chefes mandam em vez de aceitar os dados da realidade, acabam desenvolvendo todos os sintomas da histeria. A histeria é um comportamento fingido e imitativo, no qual o doente nega o que percebe e sabe, criando com palavras um mundo fictício cuja credibilidade depende inteiramente da reiteração de atitudes emocionais exageradas e teatrais.

Um exemplo, já antigo, esclarecerá isso melhor.

Todo mundo conhece o deprimente episódio da discussão feia na qual a deputada Maria do Rosário xingou seu colega Jair Bolsonaro de “estuprador”. Incrédulo, o deputado perguntou:

-- Agora sou eu o estuprador?

A deputada, fria e pausadamente, confirmou:

-- É sim.

O deputado, que não é lá muito famoso pelas boas maneiras, deu-lhe uma resposta brutalmente sarcástica (“não vou estuprar você porque você não merece”) e a adversária ameaçou dar-lhe uns tapas, deixando de cumprir o intuito ante a promessa de um revide, sendo então chamada de “vagabunda” e tendo um dos mais célebres chiliques da história política nacional.

Está tudo gravado.



As circunstâncias que precederam o acontecimento são muito reveladoras. Bolsonaro tinha apresentado um projeto de lei que previa penas mais severas para os estupradores, inclusive antecipando o prazo de maioridade penal para que a punição pudesse alcançar tipos como Roberto Aparecido Alves Cardoso, o Champinha, um dos estupradores e assassinos mais cruéis que este país já conheceu.

Maria do Rosário era contra a antecipação da maioridade e defendia penas mais brandas para estupradores e assassinos de menos de dezoito anos.

O projeto do deputado Bolsonaro era aprovado por mais de 90% da população. 

Defensora de uma causa impopular, e cunhada, ela própria, de um estuprador de menores, Maria do Rosário tinha todos os motivos para ficar com os nervos à flor da pele quando se discutia estupro e menoridade. Chamar de estuprador o algoz maior dos estupradores não fazia o menor sentido, evidentemente, exceto como inversão histérica da situação real.

Do ponto de vista penal, admitindo-se que ambos os parlamentares tenham cometido delitos, o da deputada foi bem mais grave. Nosso Código Penal pune com seis meses a dois anos de detenção o crime de calúnia (imputação falsa de ato delituoso) e com apenas um a seis meses de detenção o de injúria (ofender a dignidade e o decoro de alguém).

Pior: a lei concede atenuante ao delito de injúria se é cometido em revide a insulto anterior, e um segundo e maior atenuante se o revide foi imediato. Os dois atenuantes aplicavam-se à conduta do deputado Bolsonaro. Em comparação com Maria do Rosário, ele estava praticamente inocente no episódio.

Bem, esses são os dados objetivos da situação, mas a reação da esquerda nacional quase inteira, seguida de perto por toda a grande mídia, foi levantar um escarcéu dos diabos contra o deputado, chegando a pedir a cassação do seu mandato e apresentando Maria do

Rosário como vítima inocente de uma violência verbal intolerável.

Por mais intenso que seja o ódio político que se vota a um inimigo, simplesmente não é normal inverter de maneira tão flagrante a lógica dos fatos e o seu sentido jurídico para fazer do agredido o agressor e do revide injurioso, por mais grosseiro que fosse, um crime mais grave que o de calúnia.

Pior: todos os que incorreram nessa loucura faziam-no em tom de tão profunda indignação – alguns chegando até às lágrimas --, que não pareciam, de maneira alguma, estar mentindo deliberadamente. Ao contrário: a coisa era uma inversão histérica genuína, característica, indisfarçável. E coletiva.

A passagem do tempo não parece tê-la curado, mas agravado. Ainda esta semana, como o deputado Bolsonaro relembrasse o episódio, mostrando não arrepender-se do que tinha dito a Maria do Rosário, a deputada Jandira Feghali viu nisso, não, como seria normal, uma prova de falta de educação, mas – pasmem – uma confissão de estupro. E, aos berros, exigia a cassação do mandato de Bolsonaro, alegando que “não podemos admitir a presença de um estuprador nesta Casa”. Não deixa de ser significativo que, nessa mesma semana, uma pesquisa da Universidade da Califórnia revelasse que a incapacidade de perceber o sarcasmo pode ser um sintoma de demência.

Porém ainda mais significativo é que, também na mesma semana, a deputada, lendo uma frase minha segundo a qual todos deveríamos “atirar à cara dos comunistas, em público, todo o mal que fizeram”, lançou o alarma: Olavo de Carvalho prega assassinato de comunistas!

O histérico não enxerga o que está diante dos seus olhos, mas o que é projetado na tela da sua imaginação pelo medo e pelo ódio.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2014

Cinco reféns deixaram café de Sidney, número indeterminado de pessoas continua sob sequestro



Não é claro se os reféns fugiram ou foram libertados. Na janela, é visível bandeira com inscrição: "Não existe outro Deus senão Alá e Maomé é o seu profeta".

Várias pessoas foram feitas reféns no interior de um café no centro da cidade australiana de Sidney e uma bandeira islâmica foi colocada numa das janelas. O incidente ocorreu por volta das 9.00 (hora local) desta segunda-feira.
A polícia australiana estima que o número de reféns seja inferior a 30 pessoas. Ainda não existem números oficiais, mas os relatos da imprensa local apontam para que, pelo menos, 20 pessoas tenham sido feitas reféns. Outros testemunhos indicam, porém, que o número pode ascender a 50.
Cerca de sete horas após o início do sequestro, três pessoas saíram do café. Duas horas depois, mais duas conseguiram escapar mas, segundo a cadeia de televisão australiana ABC, não é claro se os cinco reféns que saíram do local fugiram ou foram libertados.



Catherine Burn, da Polícia de Nova Gales do Sul, não quis revelar em que circunstâncias os reféns conseguiram abandonar o local e garante que a polícia está, neste momento, cerca de doze horas após o início do sequestro, a negociar com o sequestrador. "Temos os melhores negociadores de todo o mundo e estamos a trabalhar metodicamente para assegurar que ninguém sai ferido", sublinhou.
As forças policiais encerraram parte do centro de Sidney junto ao coração financeiro da cidade, incluindo a emblemática Casa da Ópera - o porta-voz da polícia de Nova Gales do Sul já confirmou a intervenção -, enquanto dezenas de polícias cercavam o Lindt Chocolat Cafe, com as imagens das televisões a mostrarem uma bandeira negra, com inscrições brancas, em árabe, presa numa janela.
Foram retiradas dos edifícios circundantes milhares de pessoas e há várias centenas de agentes no perímetro, numa operação policial inédita na cidade australiana.
Alguns observadores identificaram a bandeira como a al-Raya, um símbolo genérico do islão, com a mensagem: "Não existe outro Deus senão Alá e Maomé é o seu profeta".



Por sua vez, o canal televisivo Channel 7 News, que tem os seus estúdios situados em frente ao estabelecimento comercial, referiu que pelo menos um homem armado mantinha os reféns. Um dos repórteres no local admitiu mesmo poder tratar-se de uma ação associada ao grupo Estado Islâmico (EI) ou à situação no Médio Oriente. A imprensa local identifica o presumível sequestrador como um homem de 40 anos, de feições árabes, com alegadas ligações a organizações terroristas.
Testemunhas disseram ter escutado diversos ruídos semelhantes a disparos.
Entretanto, o primeiro-ministro australiano, Tony Abott, já afirmou, através de um comunicado, estar perante "um incidente bastante preocupante", mas assegurou que as forças de segurança do país "estão bem treinadas e equipadas" e "a responder de forma completa profissional". Segundo o The Sydney Morning Herald, o líder do executivo frisou ainda que assim que tenha novas informações as transmitirá à população.
Depois, em conferência de imprensa, Abott, repetiu que a Austrália tem "forças de segurança preparadas para proteger" a população. Mas advertiu: "Há pessoas que nos querem fazer mal." O primeiro-ministro salientou ainda que este tipo de violência "com motivações políticas" tem como objetivo assustar os australianos - apesar de reconhecer que "não há nada mais aterrador" que este tipo de atos, mas apelou a que o povo australiano prossiga com a suas vida.



A Austrália está em alerta máximo devido a eventuais ataques de cidadãos que estão a regressar ao país após combaterem no Médio Oriente e as autoridades têm efetuado ultimamente diversas operações de grande aparato nas principais cidades.











SUGESTÃO DO BLOG:
Vamos trocar nossa Maria do Rosário Petrolão
 pelos reféns.




Sequestrador de Sydney era velho conhecido da polícia


© Divulgação/Sheikhharon.com O iraniano Man Haron Monis era acusado de dezenas de crimes na Austrália. Estava ainda sob investigação pelo envolvimento no assassinato de sua ex-mulher

São Paulo – O sequestro de um grupo de pessoas em um café em Sydney (Austrália) por um homem armado teve um triste desfecho no início da tarde desta segunda-feira. 
Depois de 16 horas de tentativas de negociação, a polícia australiana decidiu por invadir o local. Durante o conflito com o sequestrador, que morreu no local, conforme revelado pela CNN, um refém foi morto, enquanto que três estão feridos e em estado grave.
Enquanto no controle do Lindt Chocolate Café, o sequestrador identificado como Man Haron Monis teria feito duas exigências: receber uma bandeira do Estado Islâmico e conversar com o primeiro-ministro da Austrália, Tony Abbott.
Nenhuma delas foi atentida e, com a ação dentro do café, a polícia considerou o incidente como encerrado no Twitter.
"Sheik Haron"
Com 50 anos de idade, o iraniano vivia na Austrália desde 1996. Autoproclamado “Sheik Haron”, Monis era um velho conhecido das autoridades australianas e o sequestro não foi a primeira vez que ele chamou a atenção no país.
De acordo com a BBC, ele enfrentava mais de 40 acusações que variavam desde abuso sexual até atos de agressão. Era também acusado de ter participado do assassinato de sua ex-mulher e havia sido libertado da prisão após o pagamento de fiança.
Além de ser suspeito nestes crimes, o iraniano foi o responsável por outro episódio desagradável que envolveu os familiares de soldados australianos mortos em combates contra o Taleban no Afeganistão.
Segundo a rede de televisão 7 News, Monis escreveu cartas para estas famílias nas quais chamava os militares de nazistas e os comparava a porcos.
Em seus perfis nas redes sociais, todos já fora do ar, conforme informou o jornal britânico The Independent, ele alegava que todas as acusações contra ele eram fabricadas e frutos de uma perseguição política.
Em seu site oficial, publicava imagens de crianças mortas e bradava contra a “opressão e terrorismo” dos Estados Unidos e seus aliados. Entre eles, a Austrália. 

- A RELIGIÃO DA PAZ (AQUI)
  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook