quinta-feira, 14 de agosto de 2014

ESTRANHO: ESCRITOR QUE DESFERIU BENGALADAS EM ZÉ DIRCEU NO AUGE DO MENSALÃO MORRE APÓS SER PRESO




Momento em que Hublet aplicou golpes com a bengala em Zé Dirceu



sábado, julho 31, 2010


O curitibano Yves Hublet (foto) ganhou destaque no Brasil no dia 29 novembro de 2005 ao atacar a bengaladas o então deputado José Dirceu, que estava sendo processado por envolvimento no “mensalão”. Hublet era escritor e morreu na segunda-feira (26) na capital federal em circunstâncias estranhas, segundo relato de seu editor e amigo Airo Zamoner, da editora Protexto. Hublet completou 72 anos em abril passado.

Segundo o editor, depois do episódio da bengalada, o escritor enfrentou vários problemas no país e mudou-se para a Bélgica, pois tinha dupla cidadania.

”Voltou em maio último para Curitiba a fim de tratar de um livro a ser publicado por minha Editora e para tratar de papéis de um casamento anterior, pois pretendia se casar novamente na Europa”, revela Zamoner. Segundo este, para retornar à Bélgica Yves Hublet foi até Brasília.

”Ao descer do avião foi preso em Brasília e ficou incomunicável”, segundo o editor. No presídio teria adoecido e foi hospitalizado, sob escolta.

“Alegou-se que estava com câncer. Ele teria falado com uma assistente social e passou o telefone de uma ex-namorada de Curitiba de nome Solange. Foi ela quem recebeu telefonema de Brasília comunicando o falecimento do Yves.

O corpo dele foi cremado por lá”, informa o editor Zamoner. Yves Hublet escreveu livros infantis como “A Grande Guerra de Dona Baleia” e “Artes & Manhas do Mico-leão-dourado”, além de histórias em quadrinhos para a Editora Abril. Do site Jornale











EM TODAS OS GOVERNOS ESQUERDISTAS, NÃO SÓ NA AMÉRICA LATRINA, OCORRERAM MORTES ESTRANHAS

Antes de entrarmos no texto informo que a questão do sigilo na Lei que regulamenta investigação de acidentes aéreos já está em vigor.

Objetivo da nova lei é contribuir para a prevenção de novos acidentes. Já a Associação de Parentes de Vítimas considera que o sigilo previsto pode dificultar a punição de culpados.

A lei (12.970/14) aprovada pelo Congresso que torna sigilosa a investigação de acidentes aéreos no Brasil. Apenas o relatório final será público.

A polícia só terá acesso a informações e ao local de acidentes com determinação judicial, mas as informações também poderão ser usadas em processos judiciais mediante autorização. 
O que tenho a dizer sobre isso é que em países desenvolvidos eles tem leis, pelo menos, parecidas com essa. Mais (aqui)

A ditadura é agora e não é militar. Estranhas mortes e assassinatos marcam a trajetória da esquerda brasileira em 30 anos de poder. Políticos como Tancredo Neves, Ulysses Guimarães, Celso Daniel, Sérgio Motta e Eduardo Campos tiveram mortes estranhas e misteriosas. Seriam acerto de contas? Queimas de arquivo? Ou seriam apenas a eterna cobiça e a ganância pelo poder?

Toninho do PT e Celso Daniel foram justiçados, queimas de arquivo, pois sabiam demais. Sérgio Motta do PSDB sabia das tramas que envolviam seu partido e também seu líder FHC, que teve suas contas pagas pelo mensalão tucano. Resultado: Morte repentina e estranha.

Motta foi contaminado por um fungo que poderia ter origem no "ar condicionado" de seu gabinete em Brasília. Logo ele que seria chamado em uma CPI e ameaçava contar os podres de FHC e do PSDB.

Tancredo Neves também foi assassinado e há muitas suspeitas em torno de sua doença repentina que o impediu de assumir a presidência do país.
Ulysses Guimarães morreu em um acidente aéreo e seus restos mortais jamais foram encontrados. Ulysses, esposa e tripulantes de um helicóptero, morreram em uma queda estranha no mar, assim como Eduardo Campos que explodiu no céu, dentro de um jato em plena cidade de Santos.

Eduardo Campos foi um político que participou do governo Lula como Ministro, conhecia bem Lula e os movimentos da esquerda. Seu atual partido o PSB, assim como o PT, fazem parte da organização terrorista de esquerda, o Foro de SP. Campos sabia de podres e de golpes da esquerda para dominar a América Latina e disse em entrevista que o Brasil teria nojo se soubessem da verdade sobre os escândalos na Petrobras. Campos era, portanto uma ameaça viva, um arquivo vivo que poderia detonar as candidatura de Dilma e também de Aécio Neves, pois como era participante do Foro, Campos sabia dos esquemas entre o PSDB de FHC e do PT de Lula para se perpetuarem no poder.

Sua morte é um grande mistério e continuará sendo, entrando para os "casos misteriosos e sem respostas".

Isso que se chama matar dois coelhos com uma só cajadada




JÚLIO REDECKER, 51 ANOS morreu no acidente aéreo da TAM de 2007


O deputado Júlio Redecker (PSDB-RS) embarcaria de SP para Washington em uma viagem oficial


Nome: Júlio Redecker
Idade: 51 anos
Profissão: deputado federal
Deputado federal pelo PSDB do Rio Grande do Sul, Júlio Redecker foi deixado pelo motorista às 16h no Aeroporto Salgado Filho, onde pegaria o vôo para São Paulo. Ele partiria ainda na terça-feira para Washington (EUA), em uma viagem oficial da Câmara.
Advogado, professor e empresário, Redecker elegeu-se primeiro suplente em 1994 e, depois, conseguiu a votação suficiente para assumir uma cadeira na Câmara dos Deputados em 1998, 2002 e 2006.

Destacou-se nas CPMIs do Mensalão e das Sanguessugas, da qual foi sub-relator no ano passado. Em fevereiro de 2007, devido à sua atuação destacada, acabou indicado para a liderança da minoria na Câmara dos deputados, com forte presença e influência na Casa.

Julio Redecker era casado com Salete e deixa três filhos: Lucas, Mariana, Victória.

REGIME MILITAR!

Outros personagens também foram mortos misteriosamente, e nos faz lembrar dos assassinatos por justiçamentos realizados pelos terroristas brasileiros nos anos 60 e 70. O coronel Paulo Manhães participou do Regime Militar e estava como depoente na tal "Comissão Comunista Imparcial da Verdade". Manhães havia dito em seu depoimento que Lula havia mandado matar dois sindicalistas quando ainda era um mero agitador político da CUT.

Estranhamente o Coronel foi morto e assassinado e até agora nenhuma prova concreta há para esclarecer sua morte. Há sim, mentiras para encobrir as verdadeiras razões de sua morte, assim como as mentiras e farsas montadas para encobrir os mandantes dos crimes de Toninho do PT e de Celso Daniel. A morte de Celso Daniel teve aspectos dos antigos justiçamentos terroristas. Celso foi torturado e assassinado covardemente e sua morte serviu para encobrir as verdades que ele sabia sobre os esquemas de corrupção do PT na prefeitura de Santo André.
Celso ameaçava contar tudo e foi morto.



Tuma Jr revela que o atual ministro do PT, Gilberto Carvalho estava envolvido no crime de Celso Daniel, pois havia dito em lágrimas para Tuma, que tudo na morte de Celso Daniel dera errado, pois era apenas para dar um "susto" e não mata-lo. Gilberto também foi acusado pela filha de um empresário de Santo André de ser o homem que arrecadava as propinas do esquema.

Segundo a filha do empresário, Gilberto ia sempre escoltado por homens armados em um carro preto. Hoje Gilberto Carvalho é ministro e Secretário Geral da República Socialista do Brasil e protegido de Lula.

Foi acusado por Tuma Jr e disse publicamente que iria processa-lo por calúnia. Até hoje o Ministro bandido não processou Tuma e finge nem estar aí para as acusações, pois sabe que a justiça protege as quadrilhas que agem no governo.


ERA COLLOR!




Carta de renúncia de Fernando Collor

Outro assassinato sem respostas foi o de PC Farias, o homem forte de Collor. PC e sua companheira foram assassinados como queima de arquivo e com certeza foi por gente da esquerda corrupta.

PC era o homem que barrava as verbas para a corrupção e peitava comunistas e socialistas. PC sabia demais e poderia dar nomes aos que manipularam a mídia para golpear Collor e contar também quem eram os corruptores que queriam verbas e ofereciam propinas nos esquemas.

PC Farias estava para dar depoimento na Polícia Federal e com certeza ia apontar os "peixes gordos" que queriam a cabeça de Collor e as chaves dos cofres públicos. Lembramos também a morte de Pedro Collor o irmão que derrubou o Fernando Collor e morte da mãe deles Dona Leda Collor.

O advogado do ex-presidente Fernando Collor José Guilherme Villela, 73 anos, foi encontrado morto na noite desta segunda-feira (31/8), em seu apartamento no Bloco C da 113 Sul. Também foram encontrados os corpos de Maria Carvalho Villela, esposa do advogado, e da governanta Francisca Nascimento da Silva, que trabalhava há 32 anos para o casal. Policiais informaram que os corpos estavam cobertos de sangue e com marcas de facadas. 


O advogado do ex-presidente Fernando Collor José Guilherme Villela

O advogado do ex-presidente Fernando Collor José Guilherme Villela mais novo


"MALDIÇÃO" COLLOR


A morte de Villela é mais uma das tragédias que marcaram as pessoas que estiveram próximo ao ex-presidente Fernando Collor no período de seu impeachment. Entre os casos de família, está o do irmão de Collor, Pedro, que morreu em dezembro de 1994, com câncer no cérebro.

A mãe do ex-presidente entrou em coma em setembro de 1992, logo após o escândalo envolvendo o filho, e morreu em fevereiro de 1995, com paralisia em vários órgãos. 

No círculo de amizades próximo a Collor, a mulher de Paulo César Farias, Elma, morreu em julho de 1994 em Brasília, vítima de edema pulmonar agudo e insuficiência cardíaca. O caso deixou dúvidas no ar, já que Elma gozava de perfeita saúde e seu corpo foi cremado no dia seguinte à sua morte. 
Em 1996, o próprio PC Farias morreria em junho, com um tiro no peito, junto com a namorada, Suzana Marcolino.
Em 1999, Rinaldo da Silva Lima, um dos seguranças que fazia a guarda da casa de PC Farias, foi assassinado com quatro tiros.

MENSALEIROS!



Hoje os bandidos e ladrões políticos estão á solta e rindo da cara do povo brasileiro e da justiça conivente. Genoíno e José Dirceu estão livres e soltos por aí e os outros comparsas também o serão em breve. O Brasil de hoje não passa nem perto do Regime Militar, pois naquele período, os bandidos terroristas eram perseguidos, presos e mortos em confronto policial. Hoje as mortes são planejadas, mandadas e executadas como no velho costume comunista, ou seja, de modo covarde e cruel. Está na hora desta esquerda apodrecer no inferno e seus mandantes, bandidos, corruptos e assassinos irem para a cadeia por crimes contra a Pátria.

Fuzilamento seria o mais correto, pois traição e crimes contra a Pátria segundo o artigo 55 do código militar, são punidos com fuzilamento.


MORTES SÚBITAS!

Mortes súbitas também sem explicações convincentes: Juscelino, Getúlio, Castelo Branco... Esqueceram das mortes esquisitas de Antônio Carlos Magalhães, de seu filho Luiz Antônio Magalhães, do Dr. Enéias, do delegado Fleury, do seu auxiliar Raul Careca, do líder do CCC João Marcos Flaquer, e por aí vai...

E o desastre aéreo, 1950, do senador Salgado Filho em campanha pelo governo do Rio Grande do Sul, a morte, 1961, do governador do antigo Estado do Rio de janeiro, Roberto Silveira, do ex-presidente Castelo Branco, em 1967, início do governo Costa e Silva. Tampouco a maior tragédia de todas, o assassinato do presidente John Kennedy, 1963, em Dallas, no Texas. 

Não se esqueçam do José Wilker


A verdadeira morte de Yves Hublet, o brasileiro indignado que enquadrou José Dirceu a bengaladasA bengalada de Zé Dirceu 

Bruno Abbud
08/10/2010  às 17:16 \ O País quer Saber

O deputado federal José Dirceu, do PT de São Paulo, estava cercado por jornalistas quando passou por um corredor da Câmara em 29 de novembro de 2005, um dia antes de ter o mandato cassado e os direitos políticos suspensos até 2016. Não percebeu que, na multidão, havia um dos incontáveis brasileiros indignados com a roubalheira do mensalão. As câmeras de TV documentaram a cena fora do script.  Levou duas bengaladas do escritor curitibano Yves Hublet, de 67 anos. Uma acertou a clavícula, a outra atingiu os braços que protegiam o rosto.
Os flashes voltaram-se imediatamente para o homem de barbas brancas que no dia seguinte foi apresentado ao país na primeira página de todos os jornais. Desde então,  Hublet, que se contentava com a restrita notoriedade que lhe dera a autoria de “Artes & Manhas do Mico-leão” e “A Grande Guerra de Dona Baleia” ─ livros infanto-juvenis bem sucedidos ─ ficou nacionalmente conhecido como o “homem da bengala”. Cinco anos depois, o escritor voltou de uma temporada na Europa, foi preso pela Polícia Federal e morreu num hospital público em Brasília.
A morte de Hublet gerou um tsunami de rumores na internet. O blog do jornalista Cláudio Humberto informou que o corpo fora “cremado na Bélgica”. O colunista Ricardo Boechat explicou que o escritor “não tinha parentes e, por isso, ninguém sabe o destino do corpo”. Em 3 de agosto, no plenário do Senado, o tucano Álvaro Dias mencionou as “circunstâncias suspeitas” da morte. O programa Fantástico, da TV Globo, designou repórteres para investigá-la. Até hoje, a imprensa que tornou Hublet famoso nada publicou de conclusivo sobre o caso.
No fim de 2006, quase um ano depois do episódio das bengaladas, Hublet, que tinha dupla cidadania, mudou-se para a Bélgica. “Ele se dizia decepcionado com o Brasil”, informou um editor dos livros infanto-juvenis, que não quis ser identificado. O escritor refugiou-se num apartamento pago pelo governo na cidade de Charleroi. Frequentava a biblioteca Arthur Rimbaud, onde consumia um bom tempo  conversando com as bibliotecárias Josete, Hélène e Cécile. A solidão o animou a escrever a história de sua família.
Em abril deste ano, Hublet decolou num avião em direção ao Rio de Janeiro. Hospedou-se numa casa na Tijuca, pertencente à ex-mulher Sueli Bittencourt, com quem viveu durante 21 anos. “Ele pedia remédios para hemorróidas”, contou Sueli por telefone. “Eu perguntava se estava tudo bem, mas ele desconversava”. Do Rio de Janeiro, o escritor voou até Curitiba. Ficou na casa de um amigo em Quatro Barras, município a vinte quilômetros da capital paranaense. Em 15 de maio, jantou com o editor. “Ele estava bem, sem aparentar problemas de saúde”. Dois dias depois, partiu para Brasília.
Rômulo Marinho, que se tornou amigo de Hublet durante o convívio no Sindicato dos Escritores do Distrito Federal, obteve o aval da mulher para hospedá-lo. Os dois costumavam falar de política na varanda. Numa das conversas, Marinho notou que o amigo levantava-se com frequência exagerada para ir ao banheiro. “Ele disse que tinha uma pequena hemorragia retal e que vinha tomando remédios”, disse Marinho. “Quis levá-lo ao hospital, mas ele avisou que ia se tratar na Bélgica. Estava com a passagem marcada para 27 de maio”.
A empregada de Meireluci Fernandes, uma amiga de Hublet que naquela semana também o acolheu em Brasília, queixava-se por ter de limpar todos os dias o vaso sanitário repleto de sangue. O escritor ficou ali no sábado e no domingo, e retornou à casa de Marinho. Os intervalos entre as idas ao banheiro encurtaram.
Antes de embarcar rumo à Europa, Hublet foi ao guarda-móveis Dular, na Asa Sul de Brasília, onde armazenara livros e objetos antigos. Levou algumas caixas à casa de Marinho e, de uma delas, tirou um violão castigado pelo tempo. Presente para o neto do anfitrião, que encaminhou o instrumento à Serra Negra, interior de São Paulo, para que fosse restaurado pelo especialista Di Giorgio. De outra, sem que ninguém percebesse, sacou duas garruchas velhas, herança de família. Desmontou e escondeu as peças de ferro entre as roupas na mala.
Por volta das 17h do dia 27 de maio, Marinho levou Hublet ao aeroporto de Brasília, no Lago Sul. Duas horas depois, recebeu o telefonema: Hublet fora preso pela Polícia Federal, que localizou as garruchas desmontadas e instaurou o inquérito 6832010. Como não tinha o registro das armas, o escritor ficou seis dias preso numa cela da PF. Depois voltou para a casa de Marinho. Em 3 de julho, o “homem da bengala” foi internado no quarto 408 do 4º andar do Hospital Regional da Asa Norte (HRAN), vítima de um adenocarcinoma ─ tumor malígno que se instalou no intestino.
Depois de ler a notícia numa rede social da internet, postada por Solange Macuch, ex-namorada de Hublet em Curitiba, uma prima que mora no Rio de Janeiro, e que também pediu para não ser identificada, ligou três vezes para o hospital. “Na primeira, ouvi a voz sofrida dele”, disse. Na segunda, o som soou quase inaudível. Na terceira, a enfermeira avisou que o paciente não tinha condições físicas para atender.
Hublet morreu às 6h30 da manhã de 27 de julho. Marinho acredita que o amigo veio da Europa consciente de que não sobreviveria por muito tempo. Ele supõe que o amigo tenha enfiado as armas na mala porque, no íntimo, preferia ficar no Brasil. Márcia Oliveira, ex-mulher de Hublet na capital, desconfia de que, pelo percurso que o ex-marido fez pelo país, estava tudo planejado. O escritor despedia-se do mundo. “Ele escondeu a doença que tinha, optou por não se cuidar”.
Diferentemente do que se divulgou na internet, o corpo não foi cremado. Yves Hublet está enterrado no setor C, lote 0208, quadra 02032 do Cemitério Campo da Esperança, na Asa Sul, em Brasília. Seus livros continuam circulando pelas escolas do país. A bengala ─ adquirida depois que fraturou o joelho numa queda de planador, e que acertou Dirceu em cheio ─ está guardada num quarto da casa de Rômulo Marinho. Ele pretende um dia torná-la símbolo da luta contra a Era da Mediocridade.

  
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A dama de vermelho - Dilma Rousseff (eleições 2010)





1º - ESTRANHO: ESCRITOR QUE DESFERIU BENGALADAS EM ZÉ DIRCEU NO AUGE DO MENSALÃO MORRE APÓS SER PRESO (aqui)

2º - INDÍCIOS DE QUE EDUARDO CAMPOS FOI ASSASSINADO E AVIÃO SABOTADO (aqui)

3º - CAIXA-PRETA NÃO GRAVOU ÁUDIO DO VOO DE CAMPOS, DIZ FAB (aqui)
Muitas coincidências de antes em meio a muitas contradições após

quarta-feira, 13 de agosto de 2014

CARPE DIEM. ROBIN WILLIAMS TAMBÉM O DIRIA



Um dia destes vou alugar “O Clube dos Poetas Mortos” e voltar a vê-lo. Já foi há tanto tempo: 1989. 25 anos. Será que ainda me causará a mesma impressão? Talvez não. Exceto pela prestação de Robin Williams, que essa deve continuar insuperável.

É assim quando um criador desaparece. Recordamos a sua obra, fica a apetecer-nos revisitá-la, com outros olhos, talvez mais exigentes, talvez mais maduros e capazes de ver o que não vimos há dez, quinze, vinte anos. Creio que muitos dos meu leitores ficaram com a mesma vontade quando hoje acordaram com a notícia da morte de Robin Williams. E reviram algumas imagens dos filmes que fizeram a sua carreira e a nossa delícia. O Observador também ajudou, propondo uma seleção do que consideramos os dez filmes mais marcantes do comediante. Isso e dez (mais uma) frases entre o desconcertante e o hilariante. Como complemento, e uma vez que esta seleção de filmes é só dos trailers, recomendo uma outra seleção, esta do Wall Street Journal, de seis dos melhores momentos de representação (no fim há um bônus para os fãs de stand-up comedy).

Num dia destes há sempre o tempo das reações e o tempo dos obituários. Estes textos, algures entre a nota biográfica e a revisão crítica de uma vida, inscrevem-se numa das grandes, e mais nobres, tradições do jornalismo. Sobretudo do jornalismo anglo-saxônico. Nos sites portugueses a oferta não foi muito abundante. Encontrei textos dignos de nota aqui no Observador - Luzes e sombras da vida de um "camaleão talentoso" – e no Público - Robin Williams, o rosto amargo da comédia
Extrato:
Na edição desta terça-feira da Variety, Williams é colocado no Olimpo daqueles comediantes, daqueles que começaram por se expor sozinhos com um microfone, os stand up comedians, cujo percurso pela gargalhada revela ser, afinal, um duelo pessoal sem tréguas: Lenny Bruce nos anos 1960, figura tutelar na comédia autodestrutiva, John Belushi nos anos 80, Chris Farley nos anos 90... Rimo-nos, rimo-nos, o travo agora volta a ser amargo, um logro. Coisa que, obviamente, já conhecíamos.

Vamos então para fora de portas, um trabalho hoje facilitado porque o João Pedro Pincha o fez em parte, logo de manhã, para todos os leitores do Observador: Os melhores textos de despedida da Internet.

Vou começar por um testemunho pessoal, o de Lilian Ross, na New Yorker, um texto de 1993 que a revista recuperou agora. Chama-se Mr. and Mrs. Williams” e conta a sua experiência quando acompanhou as filmagens de um dos filmes de maior sucesso do ator, Papá para Sempre.



Num registo parecido, de recuperação de um texto antigo, referência para “Robin Williams: ‘I was shameful, did stuff that caused disgust – that’s hard to recover from’”, a transcrição de entrevista realizada em 2010 por Decca Aitkenhead, do Guardian. O Observador, no seu resumo, depois de constatar que o ator fugia à maior parte das questões, destaca a forma como acaba por referir-se ao seu problema de alcoolismo, relatando a forma como voltou a beber, em 2003, depois de 20 anos sem tocar em álcool. “Eu estava numa terra pequena [no Alasca] que não é o fim do mundo, mas dá para vê-lo de lá. E pensei: beber. Só pensei ‘ei, se calhar beber vai ajudar’. Eu estava sozinho e assustado. Era o trabalhar demasiado e pensar ‘porra, talvez isto ajude’. E foi a pior coisa do mundo”, disse.

Sigo depois para a The Atlantic e para duas belas crônicas. 
Robin Williams lived intensly, por James Hamblin, e “The Robin Williams Way of Stardom”, por Megan Garber. Um pouco desta última:
There are many ways for celebrities to become stars, and many ways, as well, for them not to. Robin Williams was a star in the most literal sense of the figurative term. He had an environmental quality. Individually, his performances may have been, as so many of his obituaries have noted, "frenetic" and "giddy," 
imbued with "wild inventiveness" and "a kind of manic energy." And those performances, whether of a president named Roosevelt or an alien named Mork or a perma-boy named Peter Pan, may be striking in their range. But the thing they have in common is Robin Williams. 

Não podia deixar de fazer uma referência ao New York Times, onde A. O. Scott – porventura o mais importante dos críticos de cinema do grande jornal de Nova Iorque – escreveu “Robin Williams, an Improvisational Genius, Forever Present in the Moment”.

Leiam lá esta bela síntese:
It was clear that Mr. Williams was one of the most explosively, exhaustingly, prodigiously verbal comedians who ever lived. The only thing faster than his mouth was his mind, which was capable of breathtaking leaps of free-associative absurdity. 
E mais esta:
Watching him acting in earnest, you could not help but be aware of the exuberance, the mischief, that was being held in check, and you couldn’t help but wonder when, how or if it would burst out. That you knew what he was capable of made his feats of self-control all the more exciting. You sometimes felt that he was aware of this, and that he enjoyed the sheer improbability of appearing as the straight man, the heavy, the voice of reason.

Numa aproximação mais gráfica, mas boa para um pequeno intervalo na leitura e, sobretudo, para recordar as inúmeras peles que Williams podia vestir, aqui fica esta animação gráfica do Los Angeles Times, “The many faces of Robin Williams”.

Termino, como não podia deixar de ser, com a Variety, onde escolhi o artigo sobre a forma como ele inspirou uma geração precisamente com “Dead Poets Society”. O artigo, significativamente intitulado “How Robin Williams Inspired a Generation to Seize the Day”, nota que “Williams seemed to believe that movies could change the world, that by revealing his own flaws and those of the characters he played, we might learn to be better people. I happen to agree. He changed mine, even if I could barely find the words to convey that when I finally got the chance to meet him, briefly, at the press junkets for ‘Insomnia’ and ‘Death to Smoochy’.”

E pronto, por hoje é tudo. Despeço-me com o voto mais vezes repetido em “O Clube dos Poetas Mortos”: Carpe diem. Aproveitem o dia. Ele também o diria – também o disse.

Votos de boas leituras, e até amanhã.

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A ESTRADA 47: OS PRACINHAS VIRAM FILME



Na Segunda Guerra Mundial, o Brasil era aliado dos Estados Unidos, Inglaterra e França. Na época, foram encaminhados mais de 25 mil soldados da FEB (Força Expedicionária Brasileira) para combater os inimigos, representados pelo Eixo: 

Alemanha, Itália e Japão. Quase todos de origem pobre e, em sua maioria, despreparados para o combate, os pracinhas tiveram que aprender na prática a lutar pela sobrevivência. Depois de sofrerem um ataque de pânico coletivo, no sopé do Monte Castelo, os soldados Guimarães (Daniel de Oliveira), Tenente (Julio Andrade), Piauí (Francisco Gaspar) e Laurindo (Thogum) tentam descer a montanha, mas acabam se perdendo um do outros. 

Quando conseguem se reencontrar, precisam decidir se retornam para o batalhão e correm o risco de enfrentar a Corte Marcial por abandono de posto, ou voltam para a posição da noite anterior e se arriscam a enfrentar um ataque surpresa do inimigo. É quando conhecem o jornalista Rui (Ivo Canelas), que conta sobre um campo minado ativo e eles acham ser essa a chance de se redimirem da mancada que cometeram, mas muita coisa ainda está por acontecer e a guerra está longe de acabar.


A Estrada 47 (2013) - Promo - Daniel de Oliveira, Júlio Andrade filme




  
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EM MEIO A TENSÃO, BRASIL VAI DOAR AVIÕES A MOÇAMBIQUE





FERNANDA ODILLA MÁRCIO FALCÃO DE BRASÍLIA



A presidente Dilma Rousseff pediu ao Congresso autorização para doar três aviões Tucano T-27 para a Força Aérea de Moçambique, no momento em que o país africano vive seu momento de maior tensão desde o fim da guerra civil, em 1992.

O repasse, que precisa ser aprovado pelo Congresso, faz parte de pacote que inclui 25 carros de combate blindados do Exército para o Uruguai.

Militares do Exército moçambicano ocupam uma base da força de oposição Renamo, em Sofala, região central do país

Esta é, segundo registros do Ministério da Defesa, a primeira vez que Moçambique pode receber equipamentos militares brasileiros.
Usada para treinamento pelo Brasil, a série de aviões Tucano T-27, da Embraer, foi adquirida pela Força Aérea Brasileira há 30 anos.


Bandeira de Moçambique com a arma AK 47 e a lembrança do Alcorão

Além de destacar que os aviões não são de combate, a Defesa afirma que a decisão de repassar as aeronaves foi tomada muito antes do atual momento de tensão.
Moçambique é um dos maiores aliados do Brasil na África. O país abriga investimentos de empresas como a Vale e ações de agências como Embrapa e Fiocruz.

Os moçambicanos votarão em eleições municipais marcadas em 20 de novembro, e um antigo grupo militar rebelde, a Renamo (Resistência Nacional Moçambicana), renegou, nessa semana, o acordo de paz que pôs fim a uma das mais sangrentas guerras do continente.

Combates têm ocorrido entre a Renamo e forças governistas. O Exército ocupou uma base da Renamo.

A cooperação de defesa entre Brasil e Moçambique foi firmada em março de 2009. Em maio deste ano, a Defesa mandou ao Planalto a exposição de motivos para doar os aviões, argumentando que "tem se empenhado em celebrar acordos bilaterais com nações amigas, visando estreitar laços de amizade e permitir a participação mais efetiva do Brasil em questões internacionais".

Contudo, a presidente Dilma assinou a mensagem encaminhando ao Congresso o texto do projeto que autoriza a doação dos blindados e dos aviões somente na última segunda-feira, quando o conflito entre governo e oposição já havia se acirrado.

As mensagens da presidente foram publicadas no "Diário Oficial" anteontem, mesmo dia em que, por meio de nota divulgada pelo Itamaraty, o próprio governo brasileiro manifestou preocupação com "os incidentes ocorridos nos últimos dias".
As doações são praxe para se livrar de material obsoleto e desativado, quase sempre com elevados custos de manutenção. São usadas ainda, de acordo com a Defesa, para "suprir eventuais carências apresentadas pelas forças armadas de países amigos".

No ano passado, Dilma escolheu a Bolívia para entregar quatro helicópteros H-1H. Em 2011, o Equador foi selecionado para receber um Buffalo C -115, mas, no texto encaminhado esta semana aos congressistas, Dilma pede a revogação da doação.
No governo Lula, o Paraguai recebeu nove aviões, sendo seis Tucanos; o Equador ficou com dez aeronaves, e a Bolívia ganhou seis.

A FAB vem substituindo a frota de T-27 Tucano pelo modelo AT-29 Super Tucano.
No caso dos blindados, as negociações com o Uruguai estão sendo feitas desde 2011.



  
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A dama de vermelho - Dilma Rousseff (eleições 2010)

COMUNIDADE JUDAICA EMITE NOTA DE REPÚDIO AO PT, PCDO B E PSOL POR MANIFESTAÇÃO ANTISSEMITA QUE REALIZARAM EM SÃO PAULO


O ato liderado pelo PT e seus satélites comunistas foi considerado de cunho discriminatório e desonroso em relação à comunidade judaica


terça-feira, agosto 12, 2014


A CONFEDERAÇÃO ISRAELITA DO BRASIL (CONIB) e a FEDERAÇÃO ISRAELITA DO ESTADO DE SÃO PAULO (FISESP), fieis aos princípios pelos quais sempre lutaram, vem a público emitir nota de repúdio ao Partido Socialista dos Trabalhadores Unificado (PSTU), ao Partido Comunista do Brasil (PC do B), e ao Partido Socialismo e Liberdade (PSOL), em virtude de conduta caracterizada por manifestações de cunho discriminatório e desonroso em relação à comunidade judaica.
No último dia 19 de julho foi realizado, na cidade de São Paulo, ato para externar solidariedade árabes de Gaza, tendo por objetivo principal protestar contra o posicionamento do Estado de Israel nos recentes conflitos ocorridos no Oriente Médio. Com ampla divulgação pelos meios de comunicação, a manifestação contou com a participação, dentre outras entidades, dos partidos políticos acima indicados, os quais expuseram suas bandeiras em trios elétricos, nas mãos dos manifestantes, bem como emprestaram seus emblemas para a confecção de cartazes.

É certo que, em meio às manifestações, foi possível verificar, no aludido ato, inúmeras condutas tipicamente discriminatórias, que revelam um alto grau de antissemitismo, com o intuito nítido e incontestável de estabelecer discriminação e preconceito em relação aos judeus. A título ilustrativo, de se citar os numerosos cartazes ostentando uma equação representada com símbolos, que correspondem, em palavras, à expressão “Estrela de David = suástica”.

Como é sabido, a Estrela de David sempre foi utilizada para identificar os judeus. A despeito de estar contida na bandeira do Estado de Israel, ela, em si, como exposta nos cartazes contidos na manifestação, simboliza o judaísmo. A suástica, por outro lado, constitui símbolo representativo do nazismo, isto é, do partido nacional-socialista da Alemanha, responsável pelo extermínio de milhões de judeus e de milhares e milhares de não judeus que tal ideologia considerava indignos de viver, seja por motivos raciais, seja por suas posições políticas, seja por crenças religiosas, por orientação sexual, enfim, por serem considerados seres inferiores.

Os cartazes contendo tal equação, ao sugerirem que judeus comportam-se iguais a nazistas, geram não apenas um sentimento ofensivo à honra de todo e qualquer judeu, como também trazem à tona um episódio da história que ainda guarda profundas marcas nas comunidades judaicas. Em última instância, as figuras representadas nos cartazes servem apenas para incitar, na sociedade brasileira, o ódio, o preconceito e a discriminação em relação aos judeus, provocando um acirramento dos ânimos entre brasileiros que sempre conviveram em paz em nosso país.

De se lembrar que, justamente pelo peso de seu significado histórico, o uso da suástica em símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propaganda constitui, na legislação em vigor, crime apenado de 2 (dois) a 5 (cinco) anos de reclusão, por força do art. 20, § 1º, da Lei 7.716/89. Ressalte-se que não se tem a pretensão de coibir – ou mesmo diminuir – a liberdade de expressão, constitucionalmente assegurada, e de fundamental importância em um Estado Democrático de Direito que se preze. Partidos políticos mantêm – e é bom que assim seja – ideologias próprias, e são livres para defender e expor seus ideais pelos meios legítimos.

Contudo, não há como se possa aceitar que, a pretexto de respeitar a liberdade de expressão, esses mesmos partidos políticos sejam coniventes com práticas manifestamente preconceituosas e discriminatórias em atos populares aos quais prestam aberto apoio. Espera-se dos partidos políticos, entidades de monumental relevo para uma sólida democracia, uma conduta de integração da sociedade e respeito às diferentes culturas, e não de avalizadores de atos revestidos de pensamentos inquestionavelmente racistas.


A Confederação Israelita do Brasil e a Federação Israelita do Estado de São Paulo defendem e sempre defenderão o direito dos cidadãos a manifestações públicas pacíficas, ainda que contrárias aos interesses de qualquer Estado, incluído o Estado de Israel, pois isso faz parte da democracia. No entanto, estarão sempre vigilantes contra atos que, a pretexto de demonstrar solidariedade a países, grupos ou pessoas, em nada contribuem para a paz entre os povos, gerando, ao contrário, problemas graves no tocante ao relacionamento entre concidadãos, incitando sentimentos de ódio, de preconceito e de discriminação relativamente a um grupo determinado. Nota veiculada no site Pletz

Enquanto partidos de esquerda demonstram ódio a Israel, grupo de evangélicos sai em defesa dos judeus e critica Dilma
07/08/2014
 às 23:26 \ 
DemocraciaGuerrasRacismoReligião

Não sei quem é alvo de mais ódio da esquerda radical brasileira: os judeus ou os evangélicos. Essa esquerda, como todos sabem, fala em “diversidade” e “igualdade” o tempo todo, e condena todo tipo de preconceito. Mas contra judeus e cristãos, principalmente os evangélicos, todo preconceito é não só tolerado e permitido, como fomentado.
Vejam o que alguns partidos oficiais fizeram em passeatas recentes. Havia um cartaz com o nome do PSOL demandando nada menos do que o fim de Israel! Ou seja, um partido de esquerda demandando o extermínio de uma nação, o término da representação legítima de um povo em forma de estado.

PSOL Israel

Isso não chega a ser novidade, quando lembramos que um deputado do partido queimou a bandeira de Israel em local público:


Agora, o absurdo mesmo foi colocarem, desta vez, uma criança para segurar uma bandeira com uma suástica, como se fosse o símbolo de Israel no lugar da estrela de Davi. Isso é um golpe baixo até para os padrões pantanosos dessa esquerda abjeta. A menina sequer sabe o que foi o Holocausto, e a utilizam como massa de manobra para propaganda política da forma mais nefasta que existe:

Menina suastica

Enquanto isso, sabe aqueles evangélicos, ridicularizados pela esquerda como alienados, idiotas, massas manipuláveis? Pois bem: veja que vários líderes evangélicos saíram em defesa de Israel e criticaram a presidente Dilma:


Fonte: BBC
A mobilização evangélica teve início em 23 de julho, quando o governo federal divulgou uma nota condenando os ataques israelenses em Gaza e convocando o embaixador brasileiro em Tel Aviv para consultas.
No dia seguinte, cerca de 80 pessoas – em sua maioria evangélicos – foram ao Ministério de Relações Exteriores protestar contra a decisão.
Uma das organizadoras do ato, a pastora Jane Silva – que preside a Associação Cristã de Homens e Mulheres de Negócios e a Comunidade Brasil-Israel – diz que líderes evangélicos de vários Estados e de diferentes igrejas compareceram à manifestação.
Com o apoio do deputado federal Lincoln Portela (PR-MG), um dos principais nomes da bancada evangélica no Congresso, Silva marcou uma audiência no Itamaraty para expressar a insatisfação do grupo. Eles foram recebidos pelo embaixador Paulo Cordeiro, subsecretário-geral do órgão para África e Oriente Médio.
“Ficamos ofendidos e magoados com a postura do governo brasileiro, que para nós não condiz com a posição da população cristã brasileira em relação ao conflito”, diz a pastora à BBC Brasil. Não há dados, no entanto, que confirmem a avaliação da pastora.
“Quando o governo fala mal de Israel, fala mal de nosso Jesus. E Israel tem o direito de se defender e de existir.” “Israel é palco da história bíblica e está muito claro para nós que o Hamas é um grupo terrorista que quer destruí-lo”, acrescentou.
Pois é, leitor. Da próxima vez que você se deparar com um “tolerante” esquerdista, desses que demonstra uma abnegação típica de um Hitler ou um Stalin, que queima bandeiras de outras nações demandando seu extermínio, e escutar dele que os evangélicos é que são um atraso de vida, uma massa de ignorantes e alienados, pense duas vezes antes de concordar com ele.
E claro: lembre-se de quem é o verdadeiro intolerante, radical, raivoso, extremista nessa história toda na hora do voto. Se, depois disso tudo, a esquerda radical brasileira (e isso inclui o PT) receber um só voto de algum judeu ou evangélico é porque a cegueira é crônica mesmo…
Rodrigo Constantino




  
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A dama de vermelho - Dilma Rousseff (eleições 2010)

terça-feira, 12 de agosto de 2014

JORNALISTA DESAFIA ALGORITMO DO FACEBOOK E CONTA A EXPERIÊNCIA


(Foto: Reprodução)

Por Redação Olhar Digital - em 11/08/2014 às 16h50


O que acontece se você sair curtindo tudo o que aparece na timeline? Para responder a essa pergunta, o jornalista Mat Honan passou 48h clicando em “curtir” para todas as postagens que surgissem pela frente. O resultado, segundo ele, foi catastrófico.

De cara, Honan descobriu que curtir um artigo qualquer pode levar o usuário a um loop, uma espécie de ciclo constante de conteúdo relacionado, que é sugerido de acordo com os likes. Ele, então, estabeleceu duas regras: apenas os quatro primeiros itens relacionados seriam curtidos e nada de curtir notícias de morte. De resto, estava tudo liberado.

Após algum tempo, o jornalista se deparou com dois Feeds de Notícias diferentes: no celular, só havia posts de marcas e anúncios publicitários, sem qualquer presença humana; já no computador, ainda era possível ver algumas postagens de amigos. 


Isso acontece porque a disposição do conteúdo na timeline não é aleatória. Tudo é organizado por um poderoso algoritmo do Facebook que define o que aparece para os usuários com base no histórico de navegação e supostos interesses.



Neste caso, para atrair a atenção do usuário no smartphone, o algoritmo escondeu as atualizações de pessoas e exibiu apenas propagandas. Além disso, o jornalista diz notado que, ao curtir uma notícia com determinado posicionamento político, a rede social passava a exibir mais conteúdo sobre o tema, inclusive com posicionamentos extremistas.


As conseqüências do experimento não se reduziram apenas ao Feed de Honan. Durante os dois dias de duração, o jornalista diz ter sido abordado por amigos que questionaram se o perfil havia sido hackeado e reclamaram da explosão de notificações.

A experiência, portanto, resultou em mais de 1.000 itens curtidos sem qualquer relação com o gosto de Honan, uma timeline cheia de propagandas, discursos inflamados e amigos insatisfeitos.

Via Wired



  
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GIGANTESCO TÚNEL CONSTRUÍDO PELOS TERRORISTAS DESCOBERTO PELAS FORÇAS DE DEFESA DE ISRAEL


terça-feira, Outubro 15, 2013

Sempre atentas às inovadoras capacidades destrutivas dos terroristas do Hamas, as FDI conseguiram descobrir um enorme túnel com uma profundidade de 22 metros e um comprimento de 1,7 kms, escavado a partir da aldeia de Absan al-Zarir, na Faixa de Gaza e que desembocava em pleno território de Israel, 200 metros dentro do território de Israel, no meio de um campo de trigo não cultivado.


Este túnel é uma verdadeira obra de engenharia, ainda não completada e que se iniciou há cerca de 2 anos, estava quase finalizada, e era suficientemente larga para deixar passar uma pessoa, calculando-se que o plano seria usar o túnel para entrar em território israelita e raptar soldados. Uma "jogada de mestre" dos terroristas, certamente encorajados pelo excelente negócio (para eles) da troca do soldado israelita Gilad Shalit por 1000 prisioneiros terroristas palestinianos...! 




A ironia de tudo isto é que esta é uma obra "subsidiada" pelas ofertas generosas de muitos países demasiado "comovidos" pela causa das ¨pobres vítimas "oprimidas" na Faixa de Gaza, revelando-se agora ao mundo como é que essas "ajudas humanitárias" são utilizadas...!

Dentro do muito que se encontrou desta obra, chegaram-se a encontrar até blocos de cimento "made in Israel"...! Aquilo que Israel tem deixado entrar na Faixa de Gaza como forma de permitir a construção de casas e equipamentos sociais é utilizado pelos terroristas para possibilitar ataques à nação judaica!

A enorme construção inclui arcadas e paredes em cimento armado, uma extensa instalação com cabos eléctricos, num total de umas 500 toneladas de material.

As forças israelitas têm estado a usar bulldozers e camiões para descobrir e destapar esta sofisticada construção. Foram encontrados cabos que permitiam uma interligação constante com a base operacional dos terroristas.

As forças israelitas estão agora na busca de outros túneis nas imediações, pois acreditam que este será apenas um entre uma organização de túneis destinados a provocar o caos em Israel.

O comandante militar das forças israelitas do sul de Israel já alertou os terroristas da Faixa de Gaza que esta foi uma gravíssima transgressão da soberania israelita, sendo já o terceiro túnel descoberto desde o início deste ano e que o Hamas, ao ter sido desmascarado nas suas intenções terroristas, especialmente através da abertura de um túnel, "irá pagar um elevado preço, e a Faixa de Gaza não voltará a ser a mesma."

Segundo o comandante, "eles estão a escavar muitos túneis, e é já uma grande indústria que envolve muitas casas particulares, donos de terrenos, engenheiros e operários. É uma verdadeira indústria do terrorismo, e todas as partes, desde os planeadores aos trabalhadores, irão pagar um elevado preço."

DEZENAS DE MILHÕES DE DÓLARES...

E elucidou com toda a clareza: "O Hamas tem andado a investir dezenas de milhões de dólares na escavação de túneis, em vez de os investir na comunidade, na construção de casas ou escolas, lojas e indústrias."
E continuou ainda: "O Hamas continua a fortalecer-se e a crescer, e tem andado cinicamente a aproveitar-se das nossas boas intenções quando deixamos entrar na Faixa materiais de construção para o sector privado e para os cidadãos."

Esperamos que Israel possa dar uma boa lição aos terroristas do Hamas, que conseguem manipular a opinião pública mundial para se compadecer dessa escória humana que não olha a meios para atingir os seus fins, prejudicando a sua própria população sem qualquer hesitações, desde que o objectivo seja eliminar o estado de Israel.

Shalom, Israel!



  
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