terça-feira, 29 de julho de 2014

OS DETALHES MACABROS DA BOLSA CRACK DO PT. OU: EM SP E NO BRASIL, SER VICIADO É MORALMENTE SUPERIOR A SER POBRE. OU: HADDAD CONSOLIDA PARTE DE SUA HERANÇA MALDITA: O CENTRO FOI ENTREGUE PARA SEMPRE A VICIADOS E TRAFICANTES

O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,bolsa-crack-de-r-1350-vai-pagar-internacao-de-viciados-do-estado-de-sp,1029486O material jornalístico produzido pelo Estadão é protegido por lei. Para compartilhar este conteúdo, utilize o link:http://sao-paulo.estadao.com.br/noticias/geral,bolsa-crack-de-r-1350-vai-pagar-internacao-de-viciados-do-estado-de-sp,1029486
Haddad: ele entregou para sempre o Centro de SP ao consumo e ao tráfico de drogas

15/01/2014 às 4:02

As palavras são fortes, sim, mas, infelizmente, as coisas precisam ser classificadas segundo aquilo que são. A Prefeitura de São Paulo deu início a um programa que me parece moral, filosófica e tecnicamente criminoso de suposto combate ao crack. Por que “suposto”? De fato, a gestão do petista Fernando Haddad deu início, nesta terça, ao financiamento público do consumo de crack. Agora é para valer: está criada a “Bolsa Crack”. E, como sempre, os que trabalham, os que levam uma “vida careta”, passarão a financiar o consumo dos viciados, que não terão nem mesmo de se submeter a tratamento para receber salário, comida e moradia gratuitas. A cidade de São Paulo se torna, assim, o paraíso dos traficantes e continuará a ser o inferno dos dependentes — mas, agora, em fase de estatização. É isto: a sede estatizante do PT chegou ao crack. O presidente do Uruguai, José Mujica, é um doidivanas, mas é intelectualmente mais honesto.
A primeira grande impostura
Vamos ver o que a Prefeitura decidiu fazer e analisar as medidas no detalhe. OJornal Nacional levou ao ar nesta terça uma reportagem bastante favorável ao programa da Prefeitura. Faz sentido. A emissora está ligada a grupos e entidades que defendem a descriminação das drogas e se opõem à internação de viciados. Já escrevi posts a respeito. Ok. As pessoas e as emissoras são livres pra ter as suas crenças.
Mas não estão livres dos fatos. O texto do Jornal Nacional começou assim:
“A cidade de São Paulo começou, nesta terça-feira (14), mais uma tentativa de combater o consumo de crack. Dependentes químicos vão ganhar hospedagem, alimentação e emprego.
Os barracos de madeira e lona na região da Cracolândia começaram a ser desmontados durante a tarde. Uma nova tentativa de acabar com a Cracolândia, que concentra dependentes de crack no centro da cidade. A partir de agora, 300 vão receber ajuda desse novo programa.”
Epa! Se o objetivo, como se anuncia acima, é “acabar com a Cracolândia”, então é preciso apontar a primeira impostura: o público volante da região é de… DUAS MIL PESSOAS, NÃO DE 300. Se o programa, então, pretende extinguir a Cracolândia oferecendo emprego, comida e moradia a 300 viciados, cumpre perguntar o que pretende fazer com os outros… 1.700! Uma coisa, pois, é a convicção, a escolha ideológica ou sei lá como chamar. E outra pode ser a verdade. Assim, a primeira grande mentira do programa está no seu alcance. Vai atingir apenas 15% dos frequentadores da área.
E que publico é esse?
A segunda grande impostura
Justamente aquele que passou a construir barracos em pleno logradouro público, no chamado quadrilátero da Luz, nas ruas Helvétia e Dino Bueno e Alameda Cleveland. O leitor de outras cidades e estados talvez não saiba. Com a chegada do PT ao poder na cidade e a determinação da Prefeitura de não mais “reprimir” o consumo de drogas, os viciados voltaram a ocupar hotéis caindo aos pedaços, casas abandonadas, praças e calçadas. E deram início à construção de uma “favela do crack” nas ruas, como se pode ver na foto abaixo.


O programa que agora tem início, pois, busca atender apenas esses viciados. Assim, está para ser provada a tese do Jornal Nacional de que se trata de, como é mesmo?, “uma nova tentativa de acabar com a Cracolândia”. Não! A Prefeitura está tentando é acabar — e ela logo vai voltar, já digo por quê — com a favela do crack que surgiu logo nos primeiros meses da gestão Fernando Haddad.
Não há programa nenhum para as centenas de pessoas que se concentram na praça Sagrado Coração de Jesus. Aliás, até a Guarda Municipal saiu de lá. Agora, aquela praça é dos viciados e traficantes como o céu é do condor.
Ao Jornal Nacional, José de Filippi Junior, secretário municipal de Saúde, afirmou, num tom quase carnavalesco: “O tratamento é pra que essa pessoa reconstrua sua vida. Reconstrua a vida dela e possa ver que ela pode ser feliz. Que possa buscar no trabalho, no emprego, a reestruturação dos amigos, da família e a saúde. Acho que é um passo importante pra isso, buscar o seu bem-estar integral”. É preciso ter estômago forte. De que TRATAMENTO este senhor está falando? 
 A terceira grande impostura
E como é que se decidiu pôr fim à favela? Ora, premiando com emprego, salário, comida e moradia gratuitas aqueles que decidiram criá-la. Eles foram cadastrados e “convencidos” a deixar os seus barracos. Em troca, terão de trabalhar apenas quatro horas por dia na conservação de logradouros públicos, além de dedicar duas horas  a cursos de qualificação. Mas essa segunda parte não é obrigatória. Receberão, a cada dia, R$ 15 — ao fim do mês, note-se, o benefício será maior do que a maioria do que paga, per capita, o Bolsa Família: como sábados e domingos são remunerados, serão R$ 450 mensais. Ser viciado, em São Paulo e no Brasil, é moralmente superior a ser apenas pobre. Entenderam?
A coisa não para por aí. Os viciados do Bolsa Crack de Fernando Haddad terão vantagens que os beneficiários do Bolsa Família não têm: vão morar de graça em hotéis do Centro especialmente preparados para isso, e terão direito a três refeições por dia. A forma de pagamento é a “semanada”: a cada semana, o dinheiro será depositado numa conta, a ser movimentada com um cartão.
Ao todo, o beneficiário terá de dedicar apenas quatro horas do seu dia ao “programa” — que poderão ser seis caso faça o curso. Se começar, sei lá, às 9h, já estará livre às 15h. Pra quê? É uma boa pergunta. Ora, se os que decidiram criar a “favela do crack” receberam como recompensa emprego, salário, casa e comida, o que impede outros de recorrerem aos mesmos métodos para ter benefícios idênticos? Cada um deles custará R$ 1.086 à Prefeitura. O programa do governo do Estado paga, sim, para os que participam do programa Recomeço. Mas eles são obrigados a se tratar, e o pagamento é feito à comunidade terapêutica, não ao viciado.
A quarta grande impostura
O aspecto mais deletério — e eticamente asqueroso — do programa de Haddad é que os viciados não serão obrigados a se tratar. No Jornal Nacional, Luciana Temer, secretária de Assistência Social, dizia orgulhosa: “Foi absolutamente voluntário. Quem quer participar, quem não quer participar. É um grande desafio, mas é um caminho que estamos buscando”.
Isso tudo é música — macabra! — para os ouvidos do que chamo de “militantes da cultura da droga”. No Brasil e em várias partes do mundo, considera-se, no fim das contas, que consumir tais substâncias é uma questão de escolha e de direito individual. Posso até flertar com essa ideia; aceito discuti-la. O que me pergunto, então, é por que a sociedade tem de arcar com as consequências e com os custos quando, digamos, algo dá errado?
Se estamos tratando de uma escolha individual, que cada um faça a sua! Mas não pode morar no logradouro público. Não pode receber um salário por isso. Não pode comer de graça por isso. Não pode morar de graça por isso. Se, no entanto, o estado tiver de arcar com as consequências, então ele tem o direito de fazer exigências.
A quinta grande impostura
Pesquisem, conversem com especialistas. Crack não é maconha. Crack não é cocaína. Crack não é, se quiserem, cigarro, analgésico ou diazepínico, para citar drogas legais. A possibilidade de um viciado deixar a droga sem ajuda médica — e o concurso de alguns fármacos — é praticamente nula. Mais: não existe uma forma, digamos, minimamente digna de conviver com o consumo da pedra. Ela rouba a vontade, os valores, a ética, a moral, tudo.
Tenho lido bastante a respeito. Estudos empíricos, especialmente ligados à área da psicologia comportamental, indicam que a remuneração — em dinheiro mesmo — pode ter um papel importante no tratamento de um viciado. Mas atenção! Para que a tática funcione, são necessárias precondições que absolutamente não estão dadas no caso.
Terapeutas e psiquiatras têm obtido respostas positivas quando passam a remunerar viciados em troca da abstinência. Trabalha-se com a ideia da recompensa — a punição, no caso, é só a cessação do benefício. A cada vez que cumpre etapas de uma sequência de desafios — que incluirão, no seu devido tempo, a abstinência —, é remunerado por isso. Se falha, então não recebe. Mas atenção! Isso se faz em situações de absoluto controle. É preciso que o paciente seja rigorosamente acompanhado. Para começo de conversa, ele tem de estar ancorado numa estrutura familiar ou similar — uma comunidade terapêutica, por exemplo. Não pode respirar um ambiente em que a droga é dominante.
O programa de Haddad fornecerá a dependentes químicos que já romperam laços familiares e de amizade fora do mundo das drogas conforto, comida e dinheiro SEM EXIGIR DELES NADA EM TROCA. De resto, os consumidores da Cracolândia têm renda. Fazem bicos, trabalham como catadores, praticam pequenos furtos… Há pessoas que chegam a consumir mais de R$ 50 por dia em pedras. O dinheiro que Haddad vai lhes fornecer, assim, atuará como uma renda suplementar. Não há um só especialista em dependência química com um mínimo de seriedade que possa endossar isso.
A sexta grande impostura
Atentem agora para uma questão de lógica elementar. Se o programa não exige que o beneficiário faça tratamento contra dependência química, pouco importa, pois, para a Prefeitura se ele consome crack ou não, certo? Está, no fim das contas, ganhando salário, moradia e comida porque resolveu criar uma favela no logradouro público.
Estão dadas as condições para que os chamados movimentos de sem-teto comecem a reconstruir a favela dentro de alguns dias — sejam viciados ou não. Ora, se Haddad oferece benefícios sem nenhuma condicionalidade, por que não atender, então, eventuais pessoas que, não tendo teto, também não consumam drogas? O prefeito não seria perverso a ponto de exigir que as pessoas se tornem viciadas para poder receber o agrado, certo?
A sétima grande impostura
Na campanha eleitoral, o então candidato do PT prometeu um programa de fôlego contra o crack, em parceria com a presidente Dilma Rousseff. Agora vemos o que o homem tinha em mente. Não se enganem: essa história do tratamento volitivo, do “procura ajuda quem quer”, é, no fim das contas, economia de dinheiro. É EVIDENTE QUE É MUITO MAIS BARATO FINANCIAR O VÍCIO DO QUE FINANCIAR A CURA, COMO TENTA FAZER O GOVERNO DO ESTADO
Os vigaristas intelectuais no Brasil chamam a essa porcaria de “política de redução de danos”. Pesquisem. A redução de danos — embora eu não a aprove — é outra coisa. O programa da Prefeitura de São Paulo é só uma forma de financiar os viciados para poder desmontar uma favela que já havia se tornado símbolo da gestão Haddad. E que tende a voltar.
Concluindo
No projeto original, não sei se a medida será implementada, os dependentes também teriam direito a… andar de graça nos ônibus — não estou brincando. Vai ver é uma forma de tentar espalhar os viciados cidade afora, sei lá… Já houve quem sugerisse que eles tivessem prioridade em programas de moradia. A cultura de glorificação das drogas é capaz das piores bizarrices.
Não há prazo para os beneficiários deixarem os hotéis. Isso quer dizer o óbvio: não sairão nunca mais. Um tipo de programa como esse, uma vez criado, fica para sempre. E a demanda só irá aumentar. A tendência é que viciados de várias outras partes do estado e do Brasil procurem a cidade de São Paulo. A lógica é econômica. O Centro de São Paulo está para sempre condenado. Esqueçam qualquer processo de revitalização. Nunca mais acontecerá. O PT entregou, para sempre, uma área da cidade ao consumo e, por óbvio, ao tráfico de drogas.
Com um ano de gestão, Haddad já consolidou parte de sua herança maldita. Aguardem: ele ainda tem muitas outras ideias na cabeça.
Por Reinaldo Azevedo
Pelo fim do Bolsa Crack do PT - Paulo Batista Deputado Estadual 




Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

ROMA: NOVO PICHAÇÕES ANTI-SEMITAS NAS PAREDES DA CIDADE E CONTINUA VIOLÊNCIA ANTI-SEMITA NA FRANÇA

Nuove scritte antisemite a Roma minacce e svastiche sui muri tra via Appia e Cola di Rienzo
Roma, 28 Luglio 2014 – Scritte oltraggiose, insulti e minacce sono comparse questa notte in molte strade della città, tra via Appia e via Cola di Rienzo. «Giudei, la vostra fine è vicina», si legge sui muri e ancora «Sporchi ebrei». Altre minacce sono comparse a via Ottaviano, via del Leoncino, via della Lupa: in tutto se ne contano più di 70. Le scritte sono state rimosse stamattina.
Solo pochi giorni fa la periferia di Parigi è stata protagonista di violenze e rivolte. I nuovi morti a Gaza hanno di fatto provocato le urla di odio e ribellione di gran parte dei musulmani francesi. Così, mentre la diplomazia stenta a trovare una via d’uscita, le strade delle capitali europee diventano teatri di manifestazioni in cui, per condannare le bombe, si tira in ballo l’orrore. Frasi antisemite, insulti, minacce. Tanto cheBerlino ha deciso di vietare per legge ai dimostranti pro-Gaza di scandire slogan antisemiti.
Le reazioni «Questa mattina Roma si è svegliata nel peggiore dei modi. I suoi muri sono stati imbrattati da decine di scritte neonaziste inneggianti odio nei confronti degli ebrei. La mente corre al 1993, quando alcune stelle gialle furono attaccate all’entrata dei negozi di proprietà di ebrei», commenta il presidente della comunità ebraica di Roma, Riccardo Pacifici. . «Oggi Roma e l’Italia sono diverse, le Istituzioni sono con noi nel rispetto dei principi costituzionali. Ma non dobbiamo mai abbassare la guardia, per questo facciamo appello al sindaco di Roma Capitale, Ignazio Marino, e al Questore di Roma per individuare gli autori di questi gesti nella speranza che anche le attività di prevenzione possano arginare questa campagna di odio. Roma non può diventare come Parigi dove gli ebrei sono assaltati, le sinagoghe circondate e girare con la kippà in testa – il copricapo ebraico – è un pericolo concreto. Siamo fiduciosi che le forze di sicurezza e le autorità politiche prenderanno in considerazione ogni iniziativa volta a prevenire ciò che la Francia ha sottovalutato per troppi anni».
Solidarietà anche dal presidente dell’assemblea capitolina. «Le scritte e i manifesti antisemiti comparsi nottetempo in alcune strade della città sono una intollerabile provocazione contro Roma e la sua comunità cittadina. Sono certo che le forze dell’ordine sapranno individuare rapidamente e assicurare alla giustizia i responsabili di questa vile aggressione contro la comunità ebraica della capitale che offende la coscienza democratica e antifascista dei cittadini romani». ha dichiarato il Presidente dell’Assemblea Capitolina Mirko Coratti.
«Esprimo alla comunità ebraica di Roma tutta la mia solidarietà e vicinanza interpretando in tal modo il sentimento anche dell’Assemblea Capitolina e della stragrande maggioranza dei nostri concittadini – dice – Roma città aperta, tollerante e centro della spiritualità mondiale respinge qualsiasi rigurgito di intolleranza razziale e con essa la mostruosità di un passato che ha consegnato alla storia tutto l’armamentario dei lugubri aguzzini autori e fautori della tragedia dell’olocausto».
«È l’ennesima offesa a Roma, alla nostra memoria e alla nostra storia di città antifascista e antinazista, Medaglia d’oro della Resistenza», hanno dihciarato in una nota congiunta per la Segreteria del Pd cittadino Enzo Foschi e Marco Tolli. «Esprimiamo la nostra solidarietà ai commercianti colpiti da questi attacchi indegni e a tutta la comunità ebraica di Roma – aggiungono – Chiediamo che il Comune di Roma si adoperi subito per la defissione e le forze dell’ordine per individuare e punire i responsabili: gli ideatori di questi manifesti ma anche chi praticamente li stampa e li attacca».
Thanks to Progetto Dreyfus
Nelle foto in alto: alcune delle tante ignobili scritte antisemite ritrovate oggi sui muri della capitale (altre foto qui)


Volantini con svastiche, celtiche e scritte contro ebrei e Israele e pro Palestina sono comparsi sui muri e sulle vetrine dei negozi in diverse strade di Roma (se ne contano pià di 70), come in via Cola di Rienzo e via della Lupa. "Ogni palestinese è come un camerata. Stesso nemico, stessa barricata", con accanto una celtica, si legge su uno dei tanti manifesti lasciati anche a San Giovanni














CONTINUANO LE VIOLENZE ANTISEMITE IN FRANCIA: TIRATE BOMBE INCENDIARIE SU CENTRO EBRAICO A TOLOSA DOPO LA MANIFESTAZIONE ANTI ISRAELE

La polizia a Tolosa ha arrestato un uomo che scagliò tre bombe incendiarie in un centro della comunità ebraica a seguito di una manifestazione anti-israele avvenuta a poca distanza dall'edificio.

L'incidente è avvenuto Sabato, un'ora dopo la conclusione di una manifestazione contro le azioni di Israele contro Hamas a Gaza, a riferirlo è stata l'agenzia di stampa AFP.

L'uomo lanciò due bombe incendiarie sulla recinzione del centro e una terza sulla facciata del palazzo, ma nessuna delle bombe ha colpito il bersaglio con successo. Il personaggio, identificato dalla polizia, ha anche scagliato pietre al centro "Espace du Judaïsme", struttura che contiene una sinagoga, una biblioteca e una sala conferenze, tra le altre strutture.

"Le nostre vite sono diventate assurde", dichiara Nicole Yardeni, capo della filiale locale del gruppo CRIF (ombrello delle comunità ebraiche francesi). "Noi sopportiamo insulti quotidiani e riceviamo sputato, una sensazione generale di ansia perché una parte della popolazione ha una mente avvelenata che li porta a desiderare di ferire gli ebrei, indipendentemente da Gaza".

Rivolte e scene caotiche a Parigi: immagini che i media non trasmette

  
Parafrasando ciò che è stato a lungo il motto di Paris Match, "Il peso delle parole, delle immagini d'assalto", questo video presenta le dichiarazioni lenitive paralleli e importanti scene dei media di disordini a Parigi durante la manifestazione a sostegno di Gaza 19 luglio. [fonte]

Parigi: giornalisti linciati in AKI per Gaza 

Parigi: altezza di ipocrisia o di jihad rituale, teppisti islamici ha organizzato una strada preghiera dopo aver affrontato la polizia! Penso che ora le cose dovrebbero essere chiare a tutti! 

I gendarmi esitano a manifestanti pro-palestinesi 

Mediatico il sistema politico è ormai impigliata per giustificare il caos organizzato dalle milizie islamiste nel centro di Parigi

nel 2012 ci avevano venduto questo:

nel 2014 questo è ciò che abbiamo: la bandiera della jihad AlQaeda
e soprattutto
Una svastica sulla statua della Repubblica. Anche 39-45, i tedeschi non osavano. 
E 'stato notato più volte che "allah ouakbar" il grido del ralliment Djhiad sono stati lanciati
dalla polizia francese attaccato al grido di "Allah ouakbar"
Cracker QED sono islamisti!
Permalink dell'immagine incorporata
Questo flag abbiamo trovato ovunque sulla terra jihad
Qual è il prossimo passo?
http://civilwarineurope.com/




EUROPA SVEGLIATI O SARA’ PRESTO IL TUO TURNO

Ieri la Commissione per gli Affari della Diaspora del Parlamento israeliano ha convocato gli Ambasciatori europei sull’attuale crisi di Gaza e per la sicurezza degli ebrei in Europa.
“Se i paesi europei non sanno proteggere gli ebrei nel loro paese, ci penserà Israele a farlo perché il sangue degli ebrei non è a buon mercato” tuona il deputato Israel Hasson del partito centrista Kadima che continua: “la NATO ha bombardato 5.000 civili in Kosovo solo perché è stata insultata e gli americani hanno bombardato 27.000 civili iracheni durante l’invasione dell’Iraq. Non esiste un paese al mondo che ci possa insegnare la morale e se non sarete dalla nostra parte, un giorno il terrorismo islamico raggiungerà le vostre case, i vostri letti e i vostri asili”.
Dopo di lui, è Shimon Ohayon del partito di maggioranza Israel Beitenu a prendere la parola: “Israele sta combattendo per la libertà contro le tenebre dell’Islam. Ci piacerebbe vedere le proteste degli europei contro la barbarie commessa in Syria dove 200.000 persone sono state violentate e massacrate”.
Successivamente si è riferito delle violenti proteste antisemite scatenate in tutta Europa dal momento in cui è iniziata l’Operazione Margine Protettivo: “A Berlino le persone non sanno nemmeno salutarsi ma sanno molto bene come urlare contro Israele accusandolo di essere fascista e crudele” afferma un cittadino di Berlino. Il rappresentante dell’Ambasciata francese ha ricordato la politica di tolleranza zero adottata dal governo “perché ogni attacco contro gli ebrei di Francia è un attacco alla Francia”. I rappresentanti danesi, tedeschi e olandesi hanno poi rassicurato che le istituzioni hanno adottato delle misure per proteggere e garantire la libertà di espressione degli ebrei che risiedono sul loro territorio.

https://www.knesset.gov.il/spokesman/eng/PR_eng.asp?PRID=11394


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

segunda-feira, 28 de julho de 2014

FITNA PARTE 1 E 2 EM PORTUGUÊS


Fitna (em árabe : فتنة ) é um documentário cinematográfico de 2008 feito pelo holandês parlamentar Geert Wilders sobre o islã. Com cerca de 17 minutos de duração, o filme mostra trechos selecionados de Suras do Alcorão, intercaladas com clipes de mídia e recortes de jornais mostrando ou descrevendo atos de violência e/ou ódio por muçulmanos.
O filme tenta demonstrar que o Alcorão motiva seus seguidores a odiar todos os que violam os ensinamentos islâmicos.

Conseqüentemente, o filme argumenta que o Islã encoraja entre outras coisas, atos de terrorismo, anti-semitismo, violência contra as mulheres, a violência e a subjugação dos "infiéis" e contra os homossexuais e islâmicos universalismo. Uma grande parte do filme detalha a influência do Islã na Holanda.

A Holanda é aquele país considerado o mais liberal e avançado de todos ou pelo menos era.

O filme foi publicado na internet em 2008. Pouco antes de seu lançamento, o anúncio foi suspenso do seu site, o provedor americano por causa de ameaças. Ele provocou um debate que ainda continua na Holanda, bem como no exterior, e um processo criminal que pretendia islamizar de vez a holanda.





O título árabe-palavra "fitna ‘significa’ discordância e divisão entre as pessoas "ou um" teste de fé nos momentos de provação". Wilders, um proeminente crítico do Islã, descreveu o filme como "uma chamada para afastar a insidiosa tirania da islamização”.

Em 27 de março de 2008, Fitna foi liberado para a Internet no site de compartilhamento de vídeo Liveleak nas versões Holandês e Inglês. No dia seguinte, Liveleak removeu o filme de seus servidores, citando ameaças sérias para a sua equipe.

Em 30 de Março, Fitna foi restaurado em Liveleak após uma atualização de segurança, para ser removido novamente pouco tempo depois pelo próprio Wilders devido a violações de direitos autorais. A segunda edição foi lançada mais tarde.

MÚSICA

"Slowakische Philharmonie, Stefan Jeschko-Suite No. 1 from Peer Gynt, Op. 46: Ases Tod", gravação de som administrado por: 2:19 

FITNA PARTE 1





FITNA PARTE 2




Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

MUÇULMANOS QUEREM A SHARIA NO BRASIL



0,015% é proporção de muçulmanos no Brasil, minoria totalitária cujo exemplo é Maomé, profeta que não serve de modelo pra ninguém. Ele casou com uma criança de 6 anos e a possui aos 9 anos. É justo criar uma lei para beneficiar esta ideologia (lei islâmica). O Estado Brasileiro é laico.
O titulo do vídeo estar correto, querer mudar alei de foto em documentos oficiais para satisfazer uma minoria sectária, é usar uma lei religiosa impostas na constituição do Brasil.
Para as brasileiras é proibido tirar foto para documentos com adereços no cabelo.


1. Quando em minoria dizem "Nós somos da Religião da Paz"

2. Quando em minoria significante, eles exigem tratamento especial

3. Quando em maioria, eles exigem a Sharia (lei islâmica)

O governo do PT aceita este povo de cultura estranha a nossa, a Europa vive hoje as conseqüências de terem aceitado um grande numero de muçulmanos. O meu canal os comentários são livres, diferente dos canais de muçulmanos onde existe censura.
ACORDA BRASIL.


Muçulmanos querem implantar a SHARIA no Brasil 



ARÁBIA SAUDITA: HOMEM DECAPITADO EM PARQUE DE ESTACIONAMENTO DE ACORDO COM A LEI MUÇULMANA SHARIA


Dezenas de pessoas assistiram a decapitação pública de um homem sudanês em um estacionamento da Arábia Saudita depois que ele foi considerado culpado em um julgamento secreto de ser um feiticeiro. visão chocante da execução surgiu, mostrando Abdul Hamid Bin Hussain Bin Moustafa al-Fakki agachado de joelhos e com os olhos vendados, à espera de sua morte. 

A visão mostra o carrasco dar o golpe único que decapita o homem. Abdul Hamid é entendido como tendo sido preso em 2005 depois que ele foi preso por um homem que trabalha para o Mutawa'een (islâmico polícia religiosa) Ele foi convidado a inventar um feitiço que faria com que o pai do oficial para deixar sua segunda esposa. Hamid realizada supostamente para fora a maldição em troca de 6.000 riais sauditas árabe (cerca de 1.500 dólares). 

Em um julgamento secreto, onde ele não foi permitida a representação legal, ele foi condenado à morte pelo Tribunal Geral em Medina, em março de 2007. Sr. Hamid, que foi morto em 20 de setembro, se acredita ter sido a pessoa 44 executada na Arábia Saudita neste ano - eo 11 º estrangeiro. Malcolm Smart, diretor da Anistia Internacional para a África do Oriente Médio e do Norte, fortemente criticado a matança. "execução de Abdul Hamid é terrível como é uso contínuo da Arábia Saudita desta pena mais cruel e extrema", disse ao The Daily Mail. A caridade campanha em nome do Sr. Hamid.





Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 


Repórter Brasil (noite) - Muçulmanos reivindicam implantação da Sharia




A lei islâmica deve ser implantada no Egito, de acordo com milhares de muçulmanos conservadores que manifestaram hoje no país.

Ver episódio:
http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbr...
Ir para o site do Repórter Brasil (noite):
http://tvbrasil.ebc.com.br/reporterbr...

URNAS FRAUDADAS! Você é o fiscal — Fiscalize a eleição, garanta seu voto. Apoie no Catarse!






Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

LIVRO FILHO DO HAMAS

YOUSEF, Mosab Hassan. Filho do hamas: um relato impressionante sobre terrorismo, traição, intrigas políticas e escolhas inpensáveis. Rio de Janeiro: Sextante, 2010.

A história real de um filho do hamas que se tornou espião israelense, se converteu ao cristianismo e ajudou a combater uma das maiores organizações terroristas do mundo.
O testemunho impressionante de Musab Hassan Youssef, filho do xeque Hassan Youssef, um dos fundadores do Hamas. Musab hoje é cristão.

Desde a infância, Mosab Hassan Yousef viveu nos bastidores do grupo fundamentalista islâmico Hamas e testemunhou as manobras políticas e militares que contribuíram para acirrar a sangrenta disputa no Oriente Médio. Por ser o filho mais velho do xeique Hassan Yousef, um dos fundadores da organização, todos acreditavam que ele seguiria os passos do pai.

Às vésperas de completar 18 anos, movido pela raiva e pelo desejo de vingança, Mosab decide assumir um papel mais ativo no combate a seus opressores e acaba sendo preso e levado para o mais terrível centro de interrogatórios israelense.

Depois de dias sob tortura, ele recebe uma proposta do Shin Bet, o serviço de inteligência interno de Israel: sua liberdade em troca da colaboração para identificar os líderes do Hamas responsáveis por ataques terroristas. A princípio, considera a oferta absurda. Afinal, como poderia trair sua religião e seu povo e ajudar seus inimigos?

Filho do Hamas é o relato impressionante do caminho inesperado que Mosab resolve seguir ao questionar o sentido de um conflito que só traz sofrimento para os inocentes, sejam eles palestinos ou israelenses. No livro, ele revela como se tornou espião do Shin Bet, narra passagens da vida dupla que levou durante 10 anos e fala das escolhas arriscadas que fez para conter a violência de uma das organizações terroristas mais perigosas do mundo.


Esta é também uma história de transformação pessoal, uma jornada de redescoberta espiritual que começa com a participação de Mosab num grupo de estudos bíblicos e culmina na sua conversão ao cristianismo e na crença de que "amar seus inimigos" é o único caminho para a paz no Oriente Médio.

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

PARTE 1
 

PARTE 2 



PARTE 3
 
11 de Setembro: O islamismo também é culpado

VENEZUELA DESDE 2010 CONTA COM GENERAIS CUBANOS EM POSTOS DE COMANDO - MANO LIMPIA




O político corrupto se elege com as fraudes vendidas pelos ditadores juízes eleitorais e rouba impunemente graças a venda da impunidade pelos demais ditadores juízes e a corja de advogados pilantras, vagabundos e parasitas, tem o monopólio constitucional de fazerem a corretagem de toda esta putaria e ainda serem chamados de doutores, sem mexer nas causas, absolutamente nada vai mudar!!!
O PT é o produto final e mais visível da ditadura dos juízes em conluio com o monopólio imposto dos advogados, no judiciário se abriga o cérebro de toda a vagabundagem parasitária socialista/comunista!!!
Nunca teve democracia!!!, a parasitária, vagabunda e corrupta classe jurídica tomou conta do país se valendo da ideologia marxista para justificar suas ditaduras e monopólios impostos a nós!!!



O ambiente para o investimento privado é péssimo no Brasil, juros altíssimos devido a um Estado que além de cobrar os maiores impostos do mundo, precisa constantemente de grandes empréstimos para fechar suas contas, complexidades burocráticas imensas, gerando um monte de parasitas vendendo facilidades, insegurança jurídica completa para quem não quer pagar propinas para os ditadores juízes, falta de segurança patrimonial e física, mais de 70 % da população analfabeta funcional e faculdades abrindo sem parar para vender diplomas para esta gente, infra estrutura logística caótica e saturada. Só uma intervenção militar LIBERAL, que garanta retorno aos capitais investidos e fim deste Estado gigante, corrupto e sugador, pode recolocar o Brasil no rumo do desenvolvimento social e econômico!!!

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

VENEZUELA DESDE 2010 CONTA COM GENERAIS CUBANOS EM POSTOS DE COMANDO - MANO LIMPIA




Publicado em 10/12/2013

A ocupação cubana em progresso na Venezuela é o mesmo caso do Brasil.
A Mano Limpia, 1º de Dezembro de 2010 - Oscar Haza e convidados analisam a presença do comando do exército cubano e militares cubanos na Venezuela, junto com provas da presença do General cubano castro comunista Leonardo Andollo e tropas de soldados cubanos. Estes militares foram precedidos pela presença de médicos cubanos, na função de agentes de inteligência cubana.
Veja no minuto 9:00 o ex-general de Fidel fala dos supostos médicos que são informantes de Fidel Castro.
----------------------------------------­---------------
Agradecimentos a USAEVANTOLICO
11 de Setembro: O islamismo também é culpado

COMUNISTAS BOM É COMUNISTA LADRÃO E ASSASSINO! CANDIDATA QUER CONFISCAR BENS DE JUDEUS E PROJETO QUER LIMITE MÁXIMO DE CONSUMO E POUPANÇA FRATERNA



A socialite socialista Ana Amélia Mello Franco resolveu oferecer ao mundo suas idéias sobre a crise em Gaza. Pois é.

Ana Amélia é candidata à deputada estadual pelo Partido Popular Socialista (PPS) e vem de uma família tradicional do Rio. É sobrinha do imortal da ABL e diplomata Afonso Arinos de Mello Franco, além de neta de Afrânio de Mello Franco, que dá nome a uma das principais ruas do Leblon. Uma perfeita socialista, daquelas que o Rodrigo Constantino tão bem retratou em "Esquerda Caviar".

A proposta de Ana Amélia é confiscar os bens dos judeus no Brasil. Sim, você leu direito, e se não acredita segue o print abaixo (a qualquer momento ela pode deletar, mas a web não esquece). Ela defende publicamente o confisco de bens da "colônia judaica no Brasil, que nada mais é do que uma verdadeira lavanderia do fundo judeu financeiro"(!). Você já viu isso acontecer na história e sabe como termina.

Espero que esse post ajude a encerrar de uma vez por todas qualquer dúvida sobre as origens das "opiniões isentas" da imprensa que condenam Israel por se defender do terrorismo: é o velho anti-semitismo de sempre, o mesmo que há 5 mil anos persegue este povo. Que sirva de lição a todo judeu que vota, financia ou defende socialistas e a esquerda em qualquer parte do mundo, especialmente nos EUA.

Visite a página da Ana Amélia no Facebook para entender que esse post é totalmente coerente com o que ela pensa sobre #Israel, país que é tratado por ela e pelos comentaristas da sua página como um estado genocida:

https://www.facebook.com/aamellofranco

via: Alexandre Borges


> Declaração de bens da socialista socialite:http://goo.gl/EBlWJC
> O antissemitismo dos socialistas: http://goo.gl/S8zPYD
> Por que a esquerda odeia Israel: http://goo.gl/aZz8kE

#StandUpForIsrael #EsquerdaCaviar


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

 PROJETO QUER LIMITE MÁXIMO DE CONSUMO E POUPANÇA FRATERNA

domingo, 27 de julho de 2014

A DIFÍCIL QUESTÃO DE ISRAEL E DE GAZA



22/7/2014

Ninguém quer que o conflito em Gaza se eternize, mas é bom não ter ilusões: nenhum estado tolera que disparem rockets contra as suas cidades. O Hamas, ao fazê-lo, quer impedir qualquer processo de paz.

Poucos conflitos inflamam tanto os espíritos como o israelo-palestiniano. Quase todos têm uma posição de partida e, por isso, é muito difícil argumentar, até pensar. Os campos parecem tão irredutíveis como os radicais que, no terreno, têm tornado impossível qualquer avanço para uma solução de paz sustentável. No entanto, sem percebermos o que está em causa neste conflito em concreto, é impossível ser razoável. E eu vou tentar ser razoável.

Naturalmente que tenho posição, uma posição que pode parecer consensual mas não é. O meu ponto de partida é que Israel tem o direito de existir. E que deve ser possível existir, a seu lado, um estado palestiniano viável capaz de viver em paz com o estado judaico. Para que isso aconteça é necessário, entre outras coisas, que Israel aceite uma solução com base nas fronteiras anteriores a 1967, o que implica trocas de território e desocupação de colonatos, e que o lado palestiniano abdique do “direito de retorno“.

Por incrível que pareça, agora que parece estarmos de novo mergulhados na mesma guerra eterna de sempre, até abril houve negociadores israelitas e palestinianos sentados à mesa das negociações e fazendo progressos sensíveis. Sob o auspício do secretário de Estado norte-americano John Kerry. A história vem contada com enorme detalhe na última edição da New Republic, num exemplar trabalho de investigação em que os jornalistas falaram com mais de 100 fontes diferentes, israelitas e palestinianas.

O que a história dessa negociação fracassada nos conta é que existe, dos dois lados, muita gente interessada realmente em conseguir um acordo. Gente que inclui, do lado palestiniano, o presidente, Mahmoud Abbas, e do lado israelita o primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, e a ministra da Justiça, Tzipi Livni. Mas que isso não impede que os radicais consigam quase sempre fazer abortar qualquer acordo.

Numa síntese brevíssima, podemos dizer que o fim das negociações aconteceu em abril no momento em que a Fatah de Abbas fez um acordo de governo com o Hamas, um gesto que se saberia que teria essas consequências. E a Fatah fê-lo porque havia atrasos do lado israelita no cumprimento de alguns compromissos. A escalada veio a seguir e teve como momento detonador o rapto e assassinato de três jovens israelitas.

Se alguma coisa caracteriza o actual conflito é que ele não é entre a Autoridade Palestinana e Israel – é entre Israel e o Hamas. E isso sucede porque tem sido o Hamas que, a partir da sua base em Gaza, tem desencadeado os ataques contra Israel. Por regra, contra as suas populações civis.

A actual guerra de Gaza começou quando o Hamas intensificou a sua barragem de rockets e mísseis, desta vez com capacidade de chegarem até Tel Aviv e Jerusalém. Esses ataques – que não são novos: desde pelo menos 2006 que são disparados regularmente rockets contra as povoações israelitas mais próximas da Faixa de Gaza – deram a Israel o pretexto para começar a sua operação militar que começou por ter como objectivo destruir as rampas de lançamento e os arsenais do Hamas, arsenais esses que tinham crescido enormemente durante o tempo em que a Irmandade Muçulmana esteve no poder no Egipto (o Hamas é uma organização que começou por ser o braço palestiniano da mais antiga organização islamista do mundo árabe).

Os objectivos do exército israelita são, porém, mais amplos: com esta operação pretende-se, também, desarticular a rede de túneis que o Hamas construiu nos últimos anos e que tem utilizado para infiltrar militantes em Israel.

O argumento de Israel é forte. Em 2005, o estado judaico desocupou por completo a Faixa de Gaza, desmantelando todos os colonatos aí existentes e entregando a soberania à Autoridade Palestiniana. Pouco tempo passado, começaram a cair no sul de Israel rockets disparados a partir de Gaza. Em 2007, o Hamas tomou o poder no território, desalojando a Autoridade Palestiniana e a OLP. Entre Dezembro de 2008 e Janeiro de 2009 e em 2012, Israel desencadeia duas operações militares para tentar acabar com o disparo de mísseis, mas a mudança de poder no Egipto acaba por ajudar o Hamas a rearmar-se. Antes de se iniciar a actual operação estimava-se que já dispusesse de mais de dez mil rockets e mísseis, alguns deles com um alcance de 150 quilómetros (o Hamas chegou a ameaçar abater aviões comerciais que se dirigissem para o aeroporto Ben Gurion).

Face a estas ameaças, com as suas cidades mais importantes à mercê de ataques que podem surgir a qualquer hora, Israel reivindica o direito de se defender. E a verdade é que parece haver muita gente, na região e no mundo, a desejar que o faça com êxito. O Hamas, que passou a ter no Cairo um poderoso inimigo e que deixou de contar com o apoio de Damasco, é um grupo radical muito mais isolado. A própria Autoridade Palestiniana, que devia marcar eleições em breve, deseja vê-lo enfraquecido. Há, por isso, a sensação de que a diplomacia evoluiu suficientemente devagar para não parecer que está parada e, ao mesmo tempo, dar tempo a Israel para concluir a sua operação. É como se todos tivessem a percepção de que, com o Hamas entrincheirado em Gaza, daí lançando ataques constantes contra Israel e mantendo a sua retórica de “vamos matar os judeus todos”, será sempre muito difícil recomeçar qualquer processo de paz.

Israel também sabe que tem muito pouco tempo. Cada dia que passa, e em que aumenta o número de baixas civis em Gaza, é menos um dia de tolerância. Isso mesmo estão, neste momento, a dizer todos os analistas na imprensa judaica. No entanto, a falta de tolerância para com as mortes de civis não deve ser confundida com qualquer equivalência moral entre Israel e o Hamas.

Tomemos, a título de exemplo, uma notícia dos últimos dias que passou muito despercebida: a descoberta, pela agência das Nações Unidas que apoia os refugiados palestinianos, a UNRWA, de um pequeno arsenal de rockets no interior de uma escola gerida pela organização humanitária. Foram os porta-vozes da organização que o reconheceram, informando que depois entregaram as armas às “autoridades locais” – ou seja, ao Hamas.

Isto não é propaganda do exército israelita, são fontes oficiais das Nações Unidas, absolutamente insuspeitas pois, por regra, mostram-se alinhadas com os palestinianos. Mas são informações que confirmam o tipo de comportamento seguido pelo Hamas há anos: colocar as suas instalações militares e as suas rampas de lançamento em zonas civis (incluindo escolas, como se vê), para depois atrair o fogo dos aviões israelitas. Quando isso é feito numa zona tão densamente povoada como Gaza tem como consequência a morte de civis. Por muito que estes sejam avisados para saírem das zonas de combate, como têm sido avisados.

Se alguma coisa o exército israelita está a fazer de diferente relativamente a outros exércitos modernos, de países ocidentais, em operações militares recentes, é que está a envolver na operação tropas a pé, que se envolvem em combates quase corpo a corpo, uma forma de combater que provoca muito mais baixas, como de resto está a acontecer.

No conforto das nossas poltronas, é fácil produzir sentenças sobre o que vemos nas televisões sobre Gaza. Diferente é saber o que faríamos se confrontados com a mesma situação. Diferente é entender que não se pode colocar no mesmo plano moral uma organização que procura matar civis, mesmo que com pouco êxito, e um Estado que arrisca a vida dos seus soldados para minimizar as baixas civis. E que aceitou tréguas para que passasse pelas suas fronteiras ajuda humanitária, tréguas que o Hamas quebrou repetidamente.

Não tenhamos ilusões: há nos governos de Israel e da Palestina gente que quer trabalhar pela paz, mas há quem nesses países tudo faça para o impedir. Tragicamente, uma das organizações que o faz, o Hamas, governa hoje um enclave de 1,7 milhões de almas, enclave que utiliza para nunca deixar que alguém discuta sequer uma solução que passe pelo reconhecimento do direito de Israel a existir. Há muita gente a morrer em Gaza por causa disso.

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

GOVERNO DO PT EMPORCALHA O BRASIL PERANTE O MUNDO
 
11 de Setembro: O islamismo também é culpado