domingo, 27 de julho de 2014

COMO ENGANAR E TORNAR O MUNDO COMUNISTA - A MESSAGE FOR ALL OF HUMANITY POR CHARLIE CHAPLIN ONDE SE LÊ DEMOCRACIA QUER DIZER COMUNISMO

Análise da obra "O Grande Ditador", com Charles Chaplin.


INTRODUÇÃO


Osvaldo Aires Bade

Como já tenho infinitos textos tratando do assunto a observação que faço é breve, se trata de que Chales Chaplin foi claramente esquerdista e jamais criticou o comunismo em nenhum de seus filmes, pelo contrário sempre enalteceu o demônio - o esquerdismo. Tanto é que o maior personagem dele é um vagabundo, um típico comunista que vive do trabalho dos outros.

Nesse filme em particular, O Grande Ditador, em nenhum momento ele demonstra que todas as ditaduras são de esquerda e que a Europa lutava, na verdade, era contra o comunismo em suas várias e infinitas matizes. Versões essas tão diabólicas que bebem até no Alcorão.
Ele chega ao descaramento de poupar até o simbolo nazista - um regime socialista.

A Europa sempre lutou para se livrar do jungo Árabe causador de praticamente todas as guerras na Europa talvez tenhamos que ter algo com uma nova cruzada.
No final do texto da resenha desse filme tem um vídeo adaptado com imagens do famoso discurso com 7 traduções (é o que está no meu Facebook) em um esforço fantástico de pregar o comunismo no mundo inteiro e que tem dado certo – hoje o mundo é um grande califado comunista.

RESENHA

Por: Franz Lima


Aviso: apesar de ser um filme com 73 anos, a resenha a seguir contém SPOILERS.

Quantos filmes, livros e músicas somem com o andar ininterrupto do tempo? Quantas obras são perdidas entre outras centenas de milhões? Quantas são desprezadas e postas em um canto obscuro de um porão qualquer? Muitas, amigos. Muitas.
Ontem eu finalizei a contemplação de uma grande obra que, graças ao Criador, não caiu no fosso do descaso e do esquecimento ou foi destruída. Estou falando de um clássico primoroso da Sétima Arte: O Grande Ditador, filme com o imortal Charles Chaplin.
Essa obra data de 1940, período em que o mundo estava absorto em um de seus maiores conflitos: a Segunda Guerra Mundial. Sob a sombra do ditador Adolf Hitler, milhões dormiam com medo de jamais acordarem. Era uma época de caos, temor e morte. Chaplin, visionário e consciente do que poderia vir, lançou esse filme com um conteúdo extremamente crítico, ainda que haja também uma boa dose de humor. O Grande Ditador foi seu primeiro filme falado e, acreditem, o mais marcante de sua carreira. 



Sobre o filme:

O Grande Ditador (The great dictator) é fruto direto da mente de Charles Chaplin que não só atuou  como também produziu, roteirizou e dirigiu o filme. 
A obra é uma clara crítica ao regime nazista e seu principal elemento, Adolf Hitler. Entretanto, também há uma participação de um satírico Mussolini, no filme retratado como Benzino Napaloni. 
A trama inicia-se em 1918, por ocasião da Primeira Grande Guerra quando um soldado alemão, de ascendência judaica, salva um aviador e, durante o resgaste, sofre um acidente que o mantém em amnésia por 20 anos. 

Quando sai do hospital, o ex-soldado não tem sua memória ainda recuperada e em sua loja (ele é um barbeiro de profissão) encontra uma realidade dominada por um regime ditatorial que prega a segregação dos judeus. O barbeiro conhece uma mulher que o acompanha durante toda a trama, a bela Hannah (esposa de Chaplin à época). Hannah é a força que não se curva diante dos perseguidores, uma mulher com coragem e dignidade suficientes para afrontar um poder contra o qual ela não tem chances. 

Na condição de judeus, o barbeiro, Hannah e todos os moradores do Ghetto são perseguidos pelos soldados da Dupla Cruz.
A tentativa de retomar sua rotina não dá certo, pois o barbeiro é sempre perseguido pelos soldados que ganham fúria quando o judeu reage às suas agressões. Finalmente, a violência culmina com a tentativa de assassinato (enforcamento em praça pública) do barbeiro, que é salvo por aquele a quem ele ajudou muitos anosatrás. Agora na condição de Comandante, Schultz, o aviador, declara que não deverão mais ocorrer agressões aos moradores do Ghetto.

A paz dura pouco e a trama acaba recaindo não só na perseguição ainda mais violenta aos judeus como também na decisão de invadir um país. De forma caricata, porém coerente, Chaplin mostra um homem atormentado pelo poder e pelas pessoas que o influenciam. Tal como Hitler, Heynkel é um indivíduo que faz do poder uma arma com a qual suas aspirações e loucuras são impostas. 

Os Judeus:

O filme de Chaplin tem um ponto bastante positivo: a não-caracterização dos judeus como pessoas que valorizam mais o dinheiro que a própria individualidade. Sem esses estereótipos, ficou  simples sentir uma pequena parcela do sofrimento desse povo, dessas pessoas. Mais do que um povo perseguido, eles são retratados como pessoas que tem sua individualidade, seus defeitos e predicados, humanos como quaisquer outros. A mensagem final é de tolerância e respeito pelas diferenças culturais e raciais.


Liberdade?

Aspectos históricos presente no longa-metragem:

Hermann Goering
Joseph Goebells
Pude contemplar grandes citações aos acontecimentos históricos da época. As perseguições, execuções públicas, o perfil controverso de Hitler e a índole megalomaníaca de Mussolini,as apropriações indevidas durante a guerra, os abusos e a influência da oratória de um único homem sobre toda uma nação. Além disso, a ambientação - mesmo que suavizada - mostra alguns aspectos interessantes do Ghetto (o reduto judeu) e da arquitetura tanto admirada por Hitler e concretizada pela mente de Albert Speer. 
Cabe citar também a presença dos temidos Campos de Concentração, onde, acertadamente, Charles Chaplin apresenta como um campo de trabalho, visto que os extermínios ainda eram algo pouco praticado.

A genial adaptação da suástica pela dupla-cruz também merece destaque. 
A presença de judeus fugitivos em porões lembram a opressão sofrida pela jovem Anne Frank, porém é bom ater-se ao fato de que o filme é anterior à descoberta do diário.

Os ministros 
Garbitsch (Henry Daniell) e Herring (Billy Gilbert) são as versões, respectivamente, de Joseph Goebells e Hermann Goering. Schultz representa os alemães que não concordam com a doutrina excludente, opressiva e mortal de Hitler. 


Duelo de egos:

Reparem na ênfase dada pelo ator/diretor ao encontro entre Hynkel e Napaloni. O descaso de um e o temor do outro são alçados de forma satírica, o que leva o espectador a refletir sobre a fragilidade presente até no mais cruel dos humanos. Hitler e Mussolini tinham um relacionamento pautado no temor e respeito de um diante do outro, fato que levou-os a firmar a aliança entre seus países.
A cena onde Hynkel brinca com um globo terrestre ilustra brilhantemente a sede de poder de um ditador no nível do nazista.    
 


O Discurso final:

O vídeo abaixo é um extrato da parte final do filme onde o Grande Ditador faz um discurso acalorado em prol da liberdade e igualdade entre os povos. Substituído pelo barbeiro, o falso Hynkel proclama um dos  mais belos discursos que o cinema tem em sua história. É o ponto final de uma obra que inclui humor e história com uma narrativa crítica, ácida e realista sobre os efeitos negativos do poder e da ganância sobre o caráter humano. 
P.S.: não atentem para o fato de que o barbeiro e Hynkel serem quase gêmeos e isso só ter sido usado no final da obra. O que importa é o resultado final, a crítica aos tiranos e seus regimes que, inclusive, pode ser usado até hoje (direcionado a todos os loucos que detém o poder, mesmo os que vivem sob um regime democrático).



Trecho do filme "O grande ditador" (The great dictator), 1940 de Charles Chaplin com legendas em português. 
Para os que se interessarem em fazer suas próprias legendas, os programas usados foram: Media Subtitler (DivxLand) - criar e editar legendas VirtualDub - para embutir legendas.

Transcrição em português do discurso ao final de 'O Grande Ditador' (via Cultura Brasil):

"Sinto muito, mas não pretendo ser um imperador. Não é esse o meu ofício. Não pretendo governar ou conquistar quem quer que seja. Gostaria de ajudar – se possível – judeus, o gentio... negros... brancos.

Todos nós desejamos ajudar uns aos outros. Os seres humanos são assim. Desejamos viver para a felicidade do próximo – não para o seu infortúnio. Por que havemos de odiar e desprezar uns aos outros? Neste mundo há espaço para todos. A terra, que é boa e rica, pode prover a todas as nossas necessidades.

O caminho da vida pode ser o da liberdade e da beleza, porém nos extraviamos. A cobiça envenenou a alma dos homens... levantou no mundo as muralhas do ódio... e tem-nos feito marchar a passo de ganso para a miséria e os morticínios. Criamos a época da velocidade, mas nos sentimos enclausurados dentro dela. A máquina, que produz abundância, tem-nos deixado em penúria. Nossos conhecimentos fizeram-nos céticos; nossa inteligência, empedernidos e cruéis. Pensamos em demasia e sentimos bem pouco. Mais do que de máquinas, precisamos de humanidade. Mais do que de inteligência, precisamos de afeição e doçura. Sem essas virtudes, a vida será de violência e tudo será perdido.

A aviação e o rádio aproximaram-nos muito mais. A própria natureza dessas coisas é um apelo eloquente à bondade do homem... um apelo à fraternidade universal... à união de todos nós. Neste mesmo instante a minha voz chega a milhares de pessoas pelo mundo afora... milhões de desesperados, homens, mulheres, criancinhas... vítimas de um sistema que tortura seres humanos e encarcera inocentes. Aos que me podem ouvir eu digo: “Não desespereis! A desgraça que tem caído sobre nós não é mais do que o produto da cobiça em agonia... da amargura de homens que temem o avanço do progresso humano. Os homens que odeiam desaparecerão, os ditadores sucumbem e o poder que do povo arrebataram há de retornar ao povo. E assim, enquanto morrem homens, a liberdade nunca perecerá.

Soldados! Não vos entregueis a esses brutais... que vos desprezam... que vos escravizam... que arregimentam as vossas vidas... que ditam os vossos atos, as vossas idéias e os vossos sentimentos! Que vos fazem marchar no mesmo passo, que vos submetem a uma alimentação regrada, que vos tratam como gado humano e que vos utilizam como bucha de canhão! Não sois máquina! Homens é que sois! E com o amor da humanidade em vossas almas! Não odieis! Só odeiam os que não se fazem amar... os que não se fazem amar e os inumanos!

Soldados! Não batalheis pela escravidão! Lutai pela liberdade! No décimo sétimo capítulo de São Lucas está escrito que o Reino de Deus está dentro do homem – não de um só homem ou grupo de homens, mas dos homens todos! Está em vós! Vós, o povo, tendes o poder – o poder de criar máquinas. O poder de criar felicidade! Vós, o povo, tendes o poder de tornar esta vida livre e bela... de fazê-la uma aventura maravilhosa. Portanto – em nome da democracia – usemos desse poder, unamo-nos todos nós. Lutemos por um mundo novo... um mundo bom que a todos assegure o ensejo de trabalho, que dê futuro à mocidade e segurança à velhice.

É pela promessa de tais coisas que desalmados têm subido ao poder. Mas, só mistificam! Não cumprem o que prometem. Jamais o cumprirão! Os ditadores liberam-se, porém escravizam o povo. Lutemos agora para libertar o mundo, abater as fronteiras nacionais, dar fim à ganância, ao ódio e à prepotência. Lutemos por um mundo de razão, um mundo em que a ciência e o progresso conduzam à ventura de todos nós. Soldados, em nome da democracia, unamo-nos! (segue o estrondoso aplauso da multidão).

Então, dirige-se a Hannah :

Hannah, estás me ouvindo? Onde te encontrares, levanta os olhos! Vês, Hannah? O sol vai rompendo as nuvens que se dispersam! Estamos saindo da treva para a luz! Vamos entrando num mundo novo – um mundo melhor, em que os homens estarão acima da cobiça, do ódio e da brutalidade. Ergue os olhos, Hannah! A alma do homem ganhou asas e afinal começa a voar. Voa para o arco-íris, para a luz da esperança. Ergue os olhos, Hannah! Ergue os olhos!."
  
Elenco do filme:

Charles Chaplin - Adenoid Hynkel / Barbeiro judeu
Paulette Goddard - Hannah
Jack Oakie - Benzino Napaloni
Reginald Gardiner - Comandante Schultz
Henry Daniell - Garbitsch
Billy Gilbert - Marechal Herring
Grace Hayle - Madame Napaloni
Carter DeHaven - Spook (embaixador bacteriano)
Maurice Moscovitch
 - Sr. Jaeckel
Emma Dunn - Sra. Jaeckel
Bernard Gorcey - Sr. Mann
Paul Weigel - Sr. Agar
Abaixo 7 traduções, em imagens, do discurso no modelo esquerdista, que finalmente o mundo tem adotado.




1ª - Uma Mensagem Para Toda A Humanidade  - Em Hebraico: 
http://www.youtube.com/watch?v=Z05ZYo ... 

2ª - Uma Mensagem Para Toda A Humanidade – Em Alemão: 
http://www.youtube.com/watch? v = mNr9Db ... 

3ª Uma Mensagem Para Toda A Humanidade - Espanhol:

4ª -Uma mensagem para toda a humanidade - Português:
Observação: Na legenda onde se lê: "Que irão os mecanizar", leia-se: "Que os irão mecanizar". 

5ª - Uma Mensagem Para Toda A Humanidade - Francês:

6ª - Uma Mensagem Para Toda A Humanidade - Árabe:

7ª - Uma Mensagem Para Toda A Humanidade - Italiano:

Música utilizada: Time - por Hans Zimmer:

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BACHA BAZI A PEDOFILIA NO AFEGANISTÃO E MUNDO ÁRABE!

Dança de uma Baccha (dança boy) Samarkand, (cerca de 1905-1915), foto SM Prokudin-Gorskii . Biblioteca do Congresso , Washington, DC.

No Afeganistão, meninos ''dançantes'' são na verdade garotos que dançam para homens e depois são sodomizados pelos mais ricos. "BECHA BAZI" é o nome da ''festa'' onde mulheres não entram. Meninas também não tem destino diferente destes meninos, muitas são vendidas pelos pais para homens velhos, muitas vezes para pagarem dívidas com drogas. A pedofilia é liberada.

Bacheh-Baazi (do persa بچهبازی, que significa " a pedofiliapederastia"), também conhecido como Baccha (do persa بچه ", criança, miúdo") ou bacha bi-Reesh (بچه بیریش , "menino imberbe"), é uma gíria termo que é comumente usado para a escravidão sexual e prostituição infantil, em que pré-adolescentes meninos e adolescentes são vendidos para os homens ricos ou poderosos para entretenimento e atividades sexuais. Este negócio prospera no Afeganistão, onde os homens os tem como símbolos de status. Alguns dos indivíduos envolvidos relatam que são forçados a ter relações sexuais. As autoridades estão apenas tentando reprimir a prática, mas muitos duvidam que consigam, pois muitos dos homens são poderosos e ex-comandantes bem armados.

Um documentário por Najibullah Quraishi sobre a prática foi exibido pela UK Royal Society of Arts em 29 março de 2010 e foi ao ar pela série de TV EUA PBS Frontline em 20 de abril de 2010. A prática é ilegal sob a lei afegã, sendo "contra ambos lei sharia e o código civil", mas as leis raramente são aplicadas contra os infratores poderosos e policiais têm sido alegadamente cúmplice em crimes relacionados.

Retrato de Bacha. Pintura por Vasily Vereshchagin

A ONU Representante Especial do Secretário-Geral para Crianças e Conflitos Armados, relatou em 2009, "É hora de enfrentar abertamente esta prática e para colocar um fim a isso. Líderes religiosos no Afeganistão tem que nos auxiliar no combate a essas atividades. As leis devem ser cumpridas, campanhas devem ser travadas e autores devem ser responsabilizados e punidos. Meninos, assim como as meninas, devem ser protegidos de modo que lhes sejam permitidos todos os benefícios de uma infância sem exploração”.

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ISLAM, PEDOPHILIE, 1/2 , ESCLAVAGE, BARBARIE, BACHA BAZI, BACHA BEREESH



Enviado em 30/09/2010

Extrait du documentaire La Danse des garçons afghans diffusé sur France 5, le 28 septembre 2010.

sábado, 26 de julho de 2014

MINISTRO DAS RELAÇÕES EXTERIORES DE ISRAEL MOSTRA INSATISFAÇÃO COM A DECISÃO DO BRASIL DE TIRAR SEU EMBAIXADOR DE TEL AVIV



ELE EXPLICA QUE O ATUAL CONFLITO SÓ NÃO É PROPORCIONAL POR CAUSA DO SISTEMA ANTIMÍSSIL DE ISRAEL

O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores de Israel, Yigal Palmor, rebateu em entrevista ao Jornal Nacional, exibida na noite desta quinta-feira (24), as críticas feitas pelo governo brasileiro de uso "desproporcional" da força israelense na Faixa de Gaza.
"A resposta de Israel é perfeitamente proporcional de acordo com a lei internacional. Isso não é futebol. No futebol, quando um jogo termina em empate, você acha proporcional e quando é 7 a 1 é desproporcional. Lamento dizer, mas não é assim na vida real e sob a lei internacional", disse Palmor.

Na quarta (23), em nota oficial, o governo brasileiro classificou de "inaceitável" a escalada da violência na Faixa de Gaza e informou que chamou o embaixador em Tel Aviv "para consulta".

A medida diplomática de convocar um embaixador é excepcional e tomada quando o governo quer demonstrar o descontentamento e avalia que a situação no outro país é de extrema gravidade.

Nesta quinta, o jornal "The Jerusalem Post" publicou reportagem na qual Yigal Palmor questiona a retirada do embaixador e chama o Brasil de "anão diplomático".

Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos [sobre cessar-fogo]. Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador"

Em entrevista à TV Globo, Yigal Palmor afirmou ainda que desproporcional seria deixar "centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel". O porta-voz destacou que o que desequilibrou o número de mortos na guerra foi o sistema antimísseis do país.
"A única razão para não termos centenas de mortos nas ruas de Israel é termos desenvolvido um sistema antimíssil e não vamos nos desculpar por isso. Se não tivéssemos esse sistema haveria centenas de pessoas mortas nas ruas de Israel. Isso seria considerado proporcional?", questionou.


"Há muitos contatos diplomáticos sendo feitos. [...] Infelizmente o Brasil não faz parte. O Brasil se afastou de todos os movimentos diplomáticos ao convocar seu embaixador. Mas há outros países envolvidos. Um dia desses vai haver um cessar-fogo. A questão é saber quantas pessoas vão pagar com suas vidas pela teimosia e extremismo do Hamas."

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MOMENTO ÉPICO! EMBAIXADOR DE ISRAEL DETONA CNN NO AR! CADÊ NA MÍDIA A MENSAGEM DO SECRETÁRIO-GERAL DA ONU SOBRE O HAMAS USAR ESCOLAS COMO DEPÓSITO DE ARMAS?



25/07/2014 
às 22:26 \ Cultura
Em uma das melhores performances de um porta-voz israelense desde o começo da Operation Protective Edge (Operação Margem de Proteção)* na Faixa de Gaza, o embaixador de Israel nos EUA, Ron Dermer, detonou a CNN pelo “desserviço aos espectadores” ao ser entrevistado pela âncora Erin Burnett na noite de quinta-feira. Dermer desmascarou a cobertura (esquerdista!) da emissora, que omitiu do público (assim como a imprensa brasileira!) a mensagem de repúdio do secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, sobre o Hamas usar escolas como depósito de armas e, portanto, crianças como escudos humanos. (Uma mensagem importante, sim, conquanto sonsa também, no estilo Lula “Eu não sabia de nada”, mas isto fica para outro post.) Ele também culpou a mídia não por mostrar as imagens das crianças mortas em ataques como o desta mesma quinta a uma escola da ONU, mas por não ligar os pontos quanto às responsabilidades do Hamas. Assista ao épico vídeo, que traduzo abaixo. Voltarei ao assunto no fim de semana.
Burnett: O que aconteceu foi horrível e nós não sabemos ainda quantas crianças morreram. Os relatos iniciais indicavam que pelo menos 16 estão mortas. E os relatos iniciais eram de que os ataques tinham vindo de tanques israelenses. Como você sabe, o exército israelense disse que eles podem ter vindo do Hamas em um foguete mal disparado. Você sabe, a essa altura? Você tem mais alguma certeza?
Dermer: Não, eu não sei. Mas eu sei, sim, quem é o responsável por isso. E é o Hamas. Porque eles estão usando escolas como depósitos de armas. E eu acho que seria um desserviço aos seus telespectadores que um repórter na Faixa de Gaza não mencionasse que, na última semana, tivemos duas escolas diferentes da UNRWA, onde tivemos realmente foguetes encontrados nessas escolas e entregues ao Hamas. Eu também penso que é um desserviço -
Burnett (interrompendo): Essas são duas escolas diferentes da ONU, você está dizendo?
Dermer: Correto. Essa é uma informação publicamente disponível. É uma espécie de fato importante para seu repórter mencionar. E, somando-se a isso, ele poderia ter mencionado adeclaração feita não pelo embaixador de Israel, não pelo porta-voz da IDF [da sigla em inglês para Forças de Defesa de Israel], mas pelo secretário-geral da ONU… ontem!  Eu quero ler pra você o que ele disse ontem. Não no ano passado: ontem! Ele disse isso:
O secretário-geral está alarmado de saber que os mísseis foram colocados em uma escola da UNRWA* em Gaza e que, posteriormente, estes desapareceram. Ele expressa sua indignação e pesar pela colocação de armas em uma escola administrada pela ONU. Ao fazer isso…
Agora ouça, Erin, exatamente o que ele diz:
Burnett: Uhum.
Ao fazer isso, os responsáveis ​​estão transformando as escolas em potenciais alvos militares, e pondo em perigo as vidas de crianças inocentes, funcionários da ONU que trabalham em tais instalações, e qualquer um que usa as escolas da ONU como abrigo.O secretário-geral observa que isto é inconsistente com a Resolução 1860 (de 2009) do Conselho de Segurança das Nações Unidas, que apela para a prevenção do contrabando de armas. Ele exige que os grupos militantes responsáveis ​​parem com essas ações e sejam responsabilizados por colocar em perigo a vida de civis desta maneira.
O secretário-geral pediu uma revisão completa de tais incidentes e de como a ONU reage em tais casos. As Nações Unidas estão tomando medidas combinadas para aumentar a sua vigilância na prevenção de tais episódios para que eles não voltem a acontecer. Para este fim, o secretário-geral das Nações Unidas determinou que o Departamento de Proteção e Segurança (DSS) e do Serviço de Ação contra Minas da ONU (UNMAS) desenvolvam de imediato e implementem um plano de segurança eficaz para a manipulação segura de quaisquer armas descobertas nas instalações da ONU. Além disso, ele orientou o UNMAS a organizar e preparar imediatamente o pessoal com experiência para lidar com esta situação.
O secretário-geral convida todos aqueles que têm alguma influência sobre os grupos militantes para enviar uma mensagem inequívoca de que isto é inaceitável.
Por fim, o secretário-geral expressa seu total apoio ao enorme trabalho do pessoal da UNRWA, que continua a operar sob circunstâncias profundamente desafiadoras.
Isto foi ontem! Você não acha que é relevante informar na CNN que o secretário-geral das Nações Unidas advertiu ontem contra o uso de escolas e abrigos da ONU para depósitos de mísseis do Hamas?
Burnett: Embaixador, isto é relevante. E deixe-me perguntar a você isto, por conta do que você disse -
Dermer (interrompendo)Erin, eu estive escutando por duas horas os relatos da CNN. Já vi telas divididas, fotos horríveis, fotos horríveis com as quais qualquer ser humano decente ficaria horrorizado. Eu não ouvi uma única pessoa dizer o que eu disse a você agora, e eu acho que isso é um desserviço aos seus telespectadores: não dar a eles o contexto de que necessitam para fazer esses julgamentos. Hamas está colocando pilhas de mísseis nas escolas, nos hospitais, nas mesquitas, e tem de haver indignação do mundo em relação ao Hamas.
Burnett: Mas aqui está a minha pergunta. A razão pela qual nós estamos mostrando essas fotos [é] porque estas são crianças mortas. Será que Israel teve tempo para confirmar que as crianças estavam fora da escola antes de disparar – mandar alguém para olhar – ou você acha que está tudo bem se você emitiu o aviso e, em seguida, simplesmente foi em frente e disparou, e, se houver crianças lá, é problema delas?
Dermer: Bem, acho que você não tem nenhuma base para fazer a afirmação que você acabou de fazer. É claro que não iríamos disparar diretamente. O que eu entendo é que demos às pessoas dias para sair da área. Isto é no norte da Faixa de Gaza. Há uma boa chance de que tenha sido um foguete do Hamas a atingi-la. Eu não sei se um combatente do Hamas disparou diretamente daquela escola contra as nossas forças armadas que estão operando lá e então nós reagimos a esses disparos. Eu não sei os fatos. Não me entenda mal. Não estou culpando a mídia por mostrar as imagens. Eu estou culpando a mídia é por não ligar os pontos. Os pontos indicam a responsabilidade do Hamas por usar escolas como depósitos de armas e esconderijos para o Hamas. É inaceitável! E a indignação do mundo tem de se voltar contra o Hamas. Este é o secretário-geral da ONU falando ontem! Ontem, avisando que isto poderia acontecer.
* Assista aos 7 fatos sobre a Operação Margem de Proteção:
** UNRWA é a sigla em inglês para a Agência das Nações Unidas de Assistência aos Refugiados da Palestina no Próximo Oriente.
Felipe Moura Brasil ⎯ http://www.veja.com/felipemourabrasil
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Veja também meus artigos sobre o conflito no Oriente Médio:



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sexta-feira, 25 de julho de 2014

ISRAEL REAGE A NOTA INDIGNA DO GOVERNO DILMA E DIZ QUE ELA EXPLICA POR QUE O BRASIL É POLITICAMENTE IRRELEVANTE. E ESTÁ CERTO! JUDEUS BRASILEIROS PROTESTAM CONTRA ITAMARATY



24/07/2014
 às 16:08


Nestes últimos 12 anos, o Brasil se acostumou à diplomacia de chanchada, à diplomacia circense, à diplomacia momesca. Um presidente brasileiro percorreu, por exemplo, ditaduras árabes e se abraçou a facínoras. Emprestou integral apoio a tiranos, enquanto o povo morria nas ruas. Flertou com aiatolás atômicos, negou-se a condenar homicidas em massa na ONU, apoiou e apoia protoditaduras latino-americanas. De A a Z, a política externa brasileira percorreu todos os verbetes da indignidade.
O auge da estupidez estava reservado para uma nota emitida nesta quarta. O Itamaraty publicou um verdadeiro repto contra Israel, hoje em guerra com o Hamas, e convocou o embaixador brasileiro em Tel Aviv. Para vergonha da história, o Ministério das Relações Exteriores emitiu a seguinte nota:O Governo brasileiro considera inaceitável a escalada da violência entre Israel e Palestina. Condenamos energicamente o uso desproporcional da força por Israel na Faixa de Gaza, do qual resultou elevado número de vítimas civis, incluindo mulheres e crianças.
O Governo brasileiro reitera seu chamado a um imediato cessar-fogo entre as partes.
Diante da gravidade da situação, o Governo brasileiro votou favoravelmente a resolução do Conselho de Direitos Humanos das Nações Unidas sobre o tema, adotada no dia de hoje.
Além disso, o Embaixador do Brasil em Tel Aviv foi chamado a Brasília para consultas.
Como já destaquei aqui, chamar de volta um embaixador é um ato hostil ao outro país. Observem que o governo do Brasil não censura, nessa nota, os ataques feitos pelo Hamas, tratando Israel como mero estado agressor.
Os israelenses reagiram com dureza e fizeram muito bem. Um país que luta contra inimigos poderosos não tem tempo para palhaçadas. Disse a chancelaria de Israel: “O comportamento do Brasil ilustra por que esse gigante econômico permanece politicamente irrelevante”. Segundo aquele governo, o nosso país escolheu “ser parte do problema em vez de integrar a solução”.
É uma reação à altura da indignidade da nota emitida pelo Brasil. Agora, Luiz Alberto Figueiredo, ministro das Relações Exteriores, tenta minimizar o mal-estar, afirmando que a discordância entre países amigos é rotina. Mas emenda: “O gesto que tinha que ser feito foi feito. O Brasil entende o direito de Israel de se defender, mas não está contente com a morte de mulheres e crianças”.
Não me diga! E quem está contente com a morte de mulheres e crianças? Se o Brasil entende o direito de Israel de se defender, deveria ter deixado isso claro na nota. Em vez disso, preferiu transformar o conflito numa luta entre o bem e o mal.
Judeus no Brasil também se manifestaram contra a estupidez. A Confederação Israelita do Brasil emitiu uma nota, que segue:
A Confederação Israelita do Brasil vem a público manifestar sua indignação com a nota divulgada nesta quarta-feira pelo nosso Ministério das Relações Exteriores, na qual se evidencia a abordagem unilateral do conflito na Faixa de Gaza, ao criticar Israel e ignorar as ações do grupo terrorista Hamas.
Representante da comunidade judaica brasileira, a Conib compartilha da preocupação do povo brasileiro e expressa profunda dor pelas mortes nos dois lados do conflito. Assim como o Itamaraty, esperamos um cessar-fogo imediato.
No entanto, a lamentável nota divulgada pela chancelaria exime o grupo terrorista Hamas de responsabilidade no cenário atual. Não há uma palavra sequer sobre os milhares de foguetes lançados contra solo israelense ou as seguidas negativas do Hamas em aceitar um cessar-fogo.
Ignorar a responsabilidade do Hamas pode ser entendido como um endosso à política de escudos humanos, claramente implementada pelo grupo terrorista e que constitui num flagrante crime de guerra, previsto em leis internacionais.
Fatos inquestionáveis demonstram os inúmeros crimes cometidos pelo Hamas, como utilização de escolas da ONU para armazenar foguetes, colocação de base de lançamentos de foguetes em áreas densamente povoadas e ao lado de hospitais e mesquitas.
Também exortamos o governo brasileiro a pressionar o Hamas para que se desarme e permita a normalização do cenário político palestino. Lamentamos ainda o silêncio do Itamaraty em relação à política do Hamas de construir túneis clandestinos, em vez de canalizar recursos para investir em educação, saúde e bem-estar da população na Faixa de Gaza.
A Conib também lamenta que, com uma abordagem que poupa de críticas um grupo que oprime a população de Gaza e persegue diversas minorias, o Brasil mine sua legítima aspiração de se credenciar como mediador no complexo conflito do Oriente Médio.
Uma nota como a divulgada nesta quarta-feira só faz aumentar a desconfiança com que importantes setores da sociedade israelense, de diversos campos políticos e ideológicos, enxergam a política externa brasileira.
Por falar em judeus brasileiros, a Federação Israelita do Estado de São Paulo (Fisesp) e a Juventude Judaica Organizada (JJO)  promovem nesta quinta-feira, 24 de julho, às 19h30, na Praça Cinquentenário de Israel,  em Higienópolis, uma manifestação em favor da paz e pelo direito de Israel de se defender.
Meus caros, política externa é coisa séria. Não pode estar entregue a prosélitos de quinta categoria; não pode ser fruto da ação de camarilhas ideológicas. Qualquer pessoa de bom senso defende o imediato cessar-fogo. Mas este tem de nascer de um entendimento entre as partes em conflito. A cada foguete, entre os milhares, que o Hamas lança contra Israel, numa prática cotidiana, o movimento terrorista investe na guerra, não na paz. E isso a delinquência da política externa brasileira não reconhece.
Por Reinaldo Azevedo
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PSOL QUEIMA BANDEIRA DE ISRAEL COM APOIO DE MARCELO FREIXO E BABÁ PASSEATA PELO FIM DO CONFLITO REÚNE MIL PESSOAS


Protesto na Boca Maldita acabou com queima da bandeira de Israel: comunidade judaica do estado repudiou a atitude

Marcelo Elias/Gazeta do Povo

CURITIBA

Grupo de manifestantes queimou uma bandeira de Israel ao final do evento

  • 10/01/2009, 00:02
  • ESTELITA HASS CARAZZAI E FABIULA WURMEISTER, DA SUCURSAL
Curitiba e Foz do Iguaçu - Cerca de mil pessoas se reuniram ontem pela manhã na Praça Santos Andrade, no centro de Curitiba, para uma manifestação contra a guerra na Faixa de Gaza. O dado é dos organizadores do protesto, o Comitê Árabe Brasileiro de Solidariedade, que reuniu árabes e não árabes para uma passeata que percorreu a Rua XV de Novembro e terminou em frente à Praça Osório. Ao final da passeata, que durou cerca de uma hora e não registrou incidentes, um grupo de manifestantes queimou uma bandeira de Israel.
Entre os manifestantes, que eram de todas as idades, havia tanto descendentes de árabes quanto brasileiros que manifestavam seu apoio à causa palestina e condenavam a atitude dos judeus ou defendiam a paz.

“Não é nem uma guerra o que está acontecendo lá; é um massacre”, diz o estudante Mário de Andrade, tesoureiro da União Paranaense dos Estudantes Secundaristas (UPES), que participava do protesto. Outros manifestantes vestiam camisetas do Hamas e do grupo libanês Hezbollah, e entoavam gritos de guerra como “do povo palestino, Israel é assassino”. “Eu apoio integralmente a causa do Hamas. Sempre estou do lado dos povos que são oprimidos pelo imperialismo dos Estados Unidos, e Israel é uma base americana no Oriente Médio”, acusa o empresário Rogério Martins de Oliveira, 30 anos, que também participava da manifestação.

Entre os descendentes de árabes, o sentimento era um misto de tristeza e indignação. “Eu fiquei boba vendo a televisão, de tanto grito. Mulheres e crianças estão sendo mortas. Eles (os judeus) não têm coração; não são humanos, são animais”, disse a libanesa Nawal Hammoud, de 72 anos, que mora há 55 anos no Brasil. Para o também libanês Mustafa Zahra, que está há 30 anos em Curitiba, os israelenses têm usado pretextos para atacar os palestinos. “Eles estão fazendo um genocídio. Nos últimos combates, apenas 10 israelenses morreram. Quem é o maior agressor?”

Alguns participantes aderiam apenas ao apelo pela paz. “Somos contra qualquer tipo de guerra. Independentemente de política ou de religião, somos todos irmãos”, declarou a atriz e produtora de teatro Gilda Elisa, que estava acompanhada da também atriz Mara Rangel. Mara vestia um lenço com a bandeira palestina. “Enquanto eles têm pedras, os israelenses têm mísseis. Eles são os mais frágeis nesse momento”, justifica. O presidente da Sociedade Beneficente Muçulmana do Paraná, Jamil Iskandar, que também fez parte da organização do evento, destacou que a manifestação não era contra o povo judeu. “Eles também estão sofrendo. Estamos protestando contra o sionismo, que quer aniquilar o povo palestino. A palavra de ordem é a paz.”

Apesar dos apelos dos organizadores, um grupo de manifestantes queimou uma bandeira de Israel ao final do protesto. Sobre o fato, Francisco Manoel de Assis França, ligado ao Centro Brasileiro de Solidariedade aos Povos e Luta pela Paz (CebraPaz) e um dos organizadores do evento, explica que qualquer pessoa podia se manifestar da forma que quisesse. “Não aceitávamos apenas atitudes de grupos skinheads”, diz.

Foz do Iguaçu

Na fronteira com o Paraguai, o dia também foi de protesto contra a guerra. Cerca de mil pessoas percorreram toda a extensão da Avenida Brasil – principal via central de Foz do Iguaçu, no Oeste do estado –- para pedir o fim da ofensiva israelense.
O ato de repúdio contou com a participação de várias das 50 famílias palestinas que vivem na região, representantes da colônia árabe, políticos e líderes religiosos.
Organizações, sindicatos e entidades culturais também demonstraram o apoio à causa palestina. Dezenas de crianças com fotos e cartazes chamaram a atenção para o massacre que em duas semanas já contabiliza quase 800 mortos.


JUDEUS REPUDIAM QUEIMA DE BANDEIRA
A comunidade judaica do Paraná repudiou a queima da bandeira de Israel durante passeata contra o conflito na Faixa de Gaza realizada na manhã de ontem, no Centro de Curitiba. O presidente da Federação Israelita do Paraná (FIP), Isac Baril, reconhece que a comunidade árabe tem todo o direito de se manifestar, mas avalia que a queima da bandeira israelense é uma afronta ao símbolo de um país democrático.
YOSSI MEKELBERG
Se não condena completamente a ação de Israel em Gaza, Yossi Mekelberg, especialista em relações árabe-israelenses da Chatham House, um prestigiado centro de estudos internacionais baseado em Londres, acredita que o governo de seu país esteja cometendo um erro de cálculo com graves consequências no longo prazo. Segundo o acadêmico israelense, a estratégia adotada por Israel não só poderá provocar o aumento do ressentimento dos palestinos, como também poderá abrir espaço para uma maior penetração da al-Qaeda na região.
PSOL QUEIMA BANDEIRA DE ISRAEL COM APOIO DE MARCELO FREIXO E BABÁ





Lamentável a agressão gratuita dessas pessoas que se dizem políticas ao queimar a bandeira de nosso país.

O Brasil nunca teve essa tradição e nosso povo sempre foi muito bem tratado aqui. Atitudes como essa precisam ser banidas, pois são de grave racismo e intolerância.

Que democracia é essa que permite um absurdo desses? Que partido é esse que promove essa intolerância num país pacífico como este?

Acabei de saber que o senhor de vermelho e óculos ao lado do Babá é outro dirigente do PSOL chamado Milton Temer. Partido de gente sem noção e sem respeito.

Bandidos!

Freixo, acabas de comprar o desprezo eterno dos blogueiros cristãos. Se depender da gente, o PSOL não elege nem síndico de prédio!
Amigos blogueiros, vamos espalhar!!!!!!!

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11 de Setembro: O islamismo também é culpado

LULA VIRA PIADA EM ISRAEL



Enviado em 07/06/2010

No Brasil, quando olhamos para Lula, não sabemos se rimos ou choramos. Se a falta de juízo desse homem, que compete com o vasto tamanho da nação brasileira, não produzisse resultados tão devastadores, só riríamos de um grande e presunçoso trapalhão.

Entretanto, as trapalhadas dele estão produzindo resultados. Para proteger o programa nuclear iraniano, Lula fez um acordo entre Brasil, Irã e Turquia.

Esse programa está inteiramente nas mãos do homem que diz publicamente que quer varrer Israel da face da terra.

Como foi que o Brasil chegou ao ponto de ter na presidência um homem sem juízo para se aliar ao tarado atômico de Irã?

Para não chorar, Israel fez piada dessa estupidez do presidente que envergonha o Brasil. Veja a comédia neste link:

Vendo a comédia de Israel sobre Lula, dá vontade de rir.
No entanto, vendo Lula na realidade, dá vontade de chorar, pois as tolices que ele comete não são piada nem ficção.



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