quinta-feira, 26 de junho de 2014

O CÉU É DE VERDADE, FILME PARA CRISTÃOS E NÃO CRISTÃOS



O Céu é de Verdade, filme para cristãos e não cristãos


Longa é baseado em livro de sucesso

Por Jarbas Aragão
Lançado em 2010, o livro O Céu é de Verdade, com o testemunho do menino Colton Burpo contando como foi sua visita ao céu foi um sucesso imediato. Campeão de vendas naquele ano, foi traduzido para diversas línguas e ultrapassou a marca de oito milhões de cópias.
A versão cinematográfica estreou nos EUA em abril e já chegou a vários países da Europa. Quase sempre com sucesso de público, a adaptação de 100 minutos de duração divide a crítica.
Embora seja baseado na história real contada por um menino que aos 4 anos de idade ficou morto em uma mesa de hospital e milagrosamente voltou para contar como é “do outro lado”, muitos insistem em classificá-lo como obra de ficção. Questionar se ele realmente visitou o céu é comum desde que seu pai, o pastor Todd Burpo (que assina o livro) começou a compartilhar com sua pequena igreja o que se passou com o filho em 2003.
A história relatada pelo pequeno Colton dividiu os cristãos e teve um alto custo no ministério de seu pai. Contudo, o pastor Burpo enfrentou as acusações de heresia e ficou ao lado do filho. Algumas denominações importantes pediram que seus membros tivessem “discernimento” na hora de ler relatos sobre o céu, temática de mais de uma obra de sucesso nos últimos anos.
Quanto ao filme, o sucesso nas bilheterias se explica por que a maioria do seu público-alvo já acredita que “o céu é de verdade”, e de alguma maneira estava curioso para saber mais detalhes. Obviamente algumas colocações da narrativa não irão convencer a todos os expectadores. Por exemplo, o menino insiste que no céu todos são jovens.
No tocante a produção, com destaque para a atuação do estreante Connor Corum (que vive Colton), a impressão geral é que a escolha dos artistas foi acertada. A maioria dos críticos reconhece que Greg Kinnear convence na pele do pastor Todd.  Especialmente por que o filme mostra uma rara visão positiva sobre um pastor numa produção de Hollywood.  Sua esposa Sonja (Kelly Reilly) e a pequena Cassie (Styles Lane) completam a família que ocupa a tela na maior parte do tempo.

Todd e Colton Burpo.
Alguns conflitos no aspecto espiritual vividos pela família parecerão familiares aos evangélicos que assistirem a trama que chega aos cinemas brasileiros dia 3 de julho. Falar de fé sem parecer maluco parece algo cada vez mais difícil em nossos dias.  Especialmente quando reúne histórias de um menino que encontrou a irmã que morreu antes de nascer e seu bisavô e conversou com eles no céu.
Em resumo, misture uma mensagem positiva com boas atuações e produção esmerada, que contava entre seus executivos o conhecido pastor TD Jakes, o resultado é um filme que deu certo. O investimento da Tristar, que pertence ao grupo Sony Pictures, custou cerca de 12 milhões de dólares e já rendeu até agora mais de 100 milhões.
Sem estragar o final, pode-se dizer que as cenas que recriam o céu que o menino viu, incluindo os anjos e suas conversas com Jesus são tocantes para os que creem. Para os que não creem, vale dizer que é um filme para a família, com várias pitadas de humor, mesmo sendo classificado como “drama”. Centra-se numa experiência sobrenatural que serve para fortalecer a família e traz uma reflexão sobre o sentido da vida.
Assista o trailer (Legendado):


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ORAÇÃO DE MUÇULMANO NO VATICANO: TRAIÇÃO OU MAL-ENTENDIDO?


Momento em que o xeque reza a controversa frase no encontro pela paz do dia 8 de junho
Durante o encontro promovido pelo papa Francisco no último dia 8 de junho, o representante muçulmano acrescentou uma frase pedindo a "vitória sobre os infiéis", que foi interpretada como provocação
































23.06.2014 // IMPRIMIR


Algumas vozes se levantaram depois do encontro de oração organizado pelo papa Francisco no domingo de Pentecostes, 8 de junho, do qual participaram os presidentes palestino, Mahmoud Abbas, e israelense, Simon Peres.
 
Essas vozes não se levantaram para criticar o grande acontecimento, considerado por muitos, e com toda a razão, como um “pequeno milagre”. Elas se levantaram para criticar as palavras pronunciadas pelo xeque no final do encontro, quando ele recitou as invocações dadas pela comunidade muçulmana nos jardins do Vaticano.
 
As invocações, naturalmente, foram pronunciadas em árabe. O texto não estava traduzido nem constava no folheto distribuído ao público. Mas o problema de fundo é outro.
 
Isto é o que foi dito pelo xeque:
 
“O Mensageiro acreditou no que lhe foi revelado por seu Senhor, e também os crentes: todos acreditaram em Alá, em seus anjos, em seus livros e em seus mensageiros (dizendo): ‘Nós não fazemos nenhuma distinção entre os seus mensageiros’. E eles disseram: ‘Nós escutamos e obedecemos. Senhor, imploramos o teu perdão. A Ti será o retorno’ (versículo 285). Alá não impõe a nenhuma alma uma carga superior à sua capacidade. Esta será recompensada pelo bem que tiver feito e castigada pelo mal que tiver feito. Senhor, não nos castigues se chegamos a esquecer ou a cometer um erro. Senhor! Não carregues sobre nós um fardo pesado como o que carregaste sobre aqueles que viveram antes de nós. Senhor! Não nos imponhas o que não podemos suportar, apaga as nossas faltas, perdoa-nos e tem misericórdia de nós. Tu és nosso Mestre; concede-nos, pois, a vitória sobre os povos infiéis”.
 
O problema está nos últimos versículos da segunda sura do alcorão (Al Baqarah), especialmente a última frase: “Tu és nosso Mestre; concede-nos, pois, a vitória sobre os povos infiéis”.
 
Quem são esses “infiéis”? E por que o xeque escolheu recitar esses versículos durante um encontro de oração que congregava cristãos, muçulmanos e judeus?
 
Não tardaram a surgir algumas reações fortes, em particular na França, onde a direita viu neste versículo uma traição por parte do xeque e se apressou a relacionar o versículo com outros que o precedem, como o 191: “E matá-los onde os encontrardes”, que instaria a matar os cristãos.
 
A acusação foi formulada assim: “A oração pela paz foi encerrada por um chamamento à guerra contra os cristãos e contra os judeus. E isto sob o olhar do papa e dentro da sua casa”.
 
O pretexto do acusador: “Se não fosse assim, por que o texto não aparecia no folheto? O xeque tentava escapar à censura?”
 
E se a verdade fosse outra…
 
A verdade dos fatos e a opinião do especialista
 
Acusações desse tipo são propícias para enfraquecer a plataforma de entendimento comum e para dar um golpe duro contra as relações que a Santa Sé vem se esforçando para estabelecer com os muçulmanos.
 
Por isso, e como temos que apoiar a Santa Sé em geral e o Santo Padre em particular neste percurso rumo à paz, precisamos esclarecer o que aconteceu e impedir toda tentativa de falsificação dos fatos e de ocultação do principal objetivo deste encontro desejado pelo papa.
 
Aleteia conversou com o Dr. Adnan Al Mokrani, professor muçulmano da Universidade Pontifícia Gregoriana e do Instituto Pontifício de Estudos Árabes e de Islamologia.
 
Al Mokrani explicou que, assim como muitos muçulmanos, ele próprio recita esses versículos nas suas orações diárias e que a palavra “infiéis” não designa, em nenhum caso, no Alcorão, os judeus e os cristãos, embora alguns muçulmanos a tenham usado ao longo da história para designar os não muçulmanos em geral.
 
Al Mokrani afirma que, em árabe, o significado etimológico da palavra é “a cobertura”. Um dos versículos do Alcorão qualifica aos agricultores de infiéis, “Kouffar”, para dizer que eles cobrem a terra de sementes ao cultivá-la.

Al Mokrani prossegue dizendo que, num sentido puramente religioso, a palavra quer dizer “aquele que esconde, dissimula e nega a fé, embora o seu coração tenha lhe assegurado que ela é boa”. A palavra quer dizer, em outros termos, “aquele que se opõe ao ditame da sua razão por interesse pessoal ou por egoísmo”.

E Al Mokrani continua explicando: “Um muçulmano pode ser também considerado ‘infiel’ quando nega a graça da misericórdia divina para servir aos próprios fins e paixões”.

E o estudioso muçulmano afirma: “É totalmente inaceitável conceder a este versículo mais importância do que ele merece. O imã escolheu versículos recitados normalmente, sem ter a intenção de atacar alguém ou alguma parte participante na oração”.

“Cabe ressaltar que o início desses dois versículos destaca a fé muçulmana revelada por todos os profetas sem distinção alguma. O imã escolheu esses versículos porque eles abundam em termos e palavras unificadoras”.

“Vamos levar em conta, ainda, que o versículo 191, mencionado anteriormente, não alude aos cristãos, mas aos árabes de Quraish, que tinham perpetrado crimes de guerra contra o profeta Maomé. É perigoso, portanto, ler esses versículos fora do seu contexto histórico”.

Em conclusão

Recordemos as palavras do papa Francisco na entrevista concedida recentemente ao jornal espanhol “La Vanguardia”.

O entrevistador perguntou: “A oração pela paz, deste domingo, não foi fácil de organizar nem tinha precedentes no Oriente Médio nem no mundo todo. Como o senhor se sentiu?”.

O papa respondeu: “Eu sentia que era algo que foge a todos nós. Aqui, no Vaticano, 99% diziam que não ia acontecer e depois aquele 1% foi crescendo. Eu sentia que nós nos víamos empurrados para uma coisa que não tinha nos ocorrido e que, pouco a pouco, foi ganhando corpo. Não era de forma alguma um ato político: isto eu senti desde o começo; era um ato religioso: abrir uma janela para o mundo”.

Interagir olhando através dessa janela nos permitirá avançar e direcionar a nossa atenção para a própria essência deste acontecimento: a paz na Terra Santa.

Se o imã queria dizer outra coisa, o problema é dele, porque nós estamos longe de julgar as intenções de quem recitou essas palavras.



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FUNCIONÁRIO RANZINZA TENDE A SER MAIS EFICIENTE, SEGUNDO ESTUDO




Jairo Bouer 24/06/2014 12:46

Sabe aquele colega de trabalho que está sempre com a cara fechada e não se anima com nada? Todo mundo conhece alguém assim. Pois um estudo feito nos EUA mostra que esse tipo de funcionário é mais eficiente do que aquele que fala “sim'' para tudo e está sempre com um sorriso no rosto.

De acordo com o trabalho, publicado na revista científica Social Psychology, pessoas que gostam de muitas coisas tendem a se envolver em mais atividades. Já o colega mal-humorado, que faz só o que têm de ser feito, acaba executando seu trabalho com mais foco e dedicação.

Os pesquisadores, das universidades de Illinois e da Pennsylvania, fizeram dois experimentos: em um deles, os participantes relataram tudo o que fizeram ao longo de uma semana de trabalho e, em outro, responderam a um questionário que dá uma ideia do tipo de atitude de cada funcionário.

No fim, cerca de 15% das diferenças no total de atividades executadas pelos funcionários foram associadas à atitude deles, ou seja, se eles eram do tipo que gostam de tudo ou que não gostam de nada.

O próprio título do estudo resume bem a história: “Liking more means doing more'' (“Gostar mais significa fazer mais'', em tradução livre). Em outras palavras, quem tem uma atitude positiva e gosta de muitas coisas tende a ser o que a gente chama de “pau pra toda obra'', mas acaba não se especializando em nada. E quem não gosta de muita coisa tende a escolher menos coisas pra fazer e, portanto, dedica mais tempo e se concentra mais em poucas tarefas, desenvolvendo mais habilidades específicas.

A conclusão do estudo contraria a noção geral de que pessoas positivas e bem-humoradas tendem a ser mais produtivas no trabalho. E mostra que, em uma empresa, talvez seja interessante ter pessoas com diferentes perfis. Pelo menos dessa notícia o povo que torce o nariz para tudo deve gostar.

Tags : comportamento humor produtividade trabalho

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É tudo papo furado.
O que importa é a pessoa ser competente e ponto final.
Se tiver talento melhor ainda
LULA CHAMA DE 'BOBAGEM' PASSAGEM BÍBLICA QUE PROMETE O PARAÍSO PARA OS POBRES

Vejam (aqui)

quarta-feira, 25 de junho de 2014

A INCOMPETÊNCIA TUDO VAI EXPLODIR EM 2015, O ANO DA VERDADE FEIA DE VER



O mal que essa gente faz ao país talvez demore muitos anos para se reverter
Nunca vi o Brasil tão esculhambado como hoje. Perdoem a palavra grosseira, mas não há outra para nos descrever. Já vi muito caos no país, desde o suicídio de Getúlio até o porre do Jânio Quadros largando o poder, vi a morte de Tancredo na hora de tomar posse, vi o país entregue ao Sarney, amante dos militares. 

Vi o fracasso do plano Cruzado, vi o escândalo do governo Collor, como uma maquete suja de nossos erros tradicionais, já vi a inflação a 80% num só mês, vi coisas que sempre nos deram a sensação fatalista de que a vaca iria docemente para o brejo, de que o Brasil sempre seria um país do futuro. Eu já senti aquele vento mórbido do atraso, o miasma que nos acompanha desde a Colônia, mas nunca vi o país assim. Parece uma calamidade pública sem bombeiros, parece um terremoto ignorado. Por que será? É óbvio que não é apenas o maluco governo do PT, mas também as marolas que ele espalha, os nós frouxos de uma política inédita no país que nem atam nem desatam.

Tudo vai muito além da tradicional incompetência que sempre tivemos. Dá até saudades. A incompetência de agora é ramificada, “risômica”, em teia, destrutiva, uma constelação de erros óbvios que eu nunca tinha visto.

No dia a dia, só vemos fracassos, obras que não terminam, maquiagem de números, roubalheiras infinitas e danosas, vemos o adiamento de tudo por causa das eleições. Tudo vai explodir em 2015, o ano da verdade feia de ver. O mal que essa gente faz ao país talvez demore muitos anos para se reverter.

Mas, aqui, não quero falar de corrupção, burocracia, clientelismo e outras mazelas. Como é o rationale que usam para justificar o desmembramento do país que estão a executar? Quais são as principais neuroses da velha cabeça da esquerda, suas doenças infantis, etc.?

Interessa ver o mapa do inconsciente petista. Interessa ver a incompetência dessa gente que conheço desde a adolescência, quando participava das infindáveis reuniões políticas para “mudar” o país —muito cigarro e a sensação de viver uma “missão profunda”. As discussões sem fim: “questão de ordem, companheiro!”, “o companheiro está numa posição revisionista” ou “a companheira está sendo sectária em não querer dar para mim”.

Os fins eram magníficos, os diagnósticos tinham pontos corretos, mas no fim das madrugadas, alguém perguntava: “O que fazer?” (como queria Lenin...).

Aí, todo mundo embatucava. Ninguém sabia nada. E tentavam agir, mas só apareciam erros desastrosos e a incapacidade de organização concreta; mas tudo era desculpado pela arrogância de quem se achava na “linha justa”. O povão era usado para a “boa” consciência, o povão era o salvo-conduto para a alma pacificada, sem culpas — o povão era nossa salvação.

Pensávamos: Um dia eles serão “homens totais”, “sujeitos da História”, enquanto os mendigos vomitavam no meio-fio — os que a gente chamava com desprezo de “lumpens”.
O ponto de partida da incompetência é se sentir competente. A incompetência atual é competente como nunca. O homem “bom” do partido não precisa estudar nem Marx nem nada, apenas derramar sua “missão” para o povo. Administrar é coisa de burguês, de capitalista. E dá trabalho, é chato pacas examinar estatística, analisar contratos da PTbrás, tarefas menores, indignas de líderes da utopia.

Para eles, o Estado é o pai de tudo. Logo, o dinheiro público é deles, a empresa pública é deles, roubar é “desapropriar” a grana da burguesia.

Os petistas se sentem “bons”. Eles são o “Bem”, e o resto é ou massa de manobra, a massa atrasada, ou “elementos neoliberais da direita”. Ser o Bem te absolve; é irresistível entrar para um partido assim.

Outra doença infantil (ou senil) é a permanência de (não riam...) Hegel nas mentes da esquerda. O filósofo que formou Marx continua nos corações petistas. Por esse pensamento, qualquer erro é justificável por ser uma “contradição negativa”, ou seja, qualquer cagada (perdão) é o passo inicial para um acerto que virá, um dia.

Como escreveu o filósofo Carlos Roberto Cirne Lima em “Depois de Hegel”, de 2006, Hegel tem a tendência muito forte de dizer que tudo que “é”, a rigor, tinha que ser. Hegel diz que, para entender a História, é preciso afastar a contingência. Hegel vai provocar o grande erro de Marx de que a História é inexorável e que, portanto, a revolução comunista é um momento da História que necessariamente vai acontecer. Esse é o primeiro grande erro de Hegel. E Cirne Lima reclama: “Nenhum lógico lê nosso trabalho porque ele trata de Hegel, e nenhum hegeliano o lê porque é lógica”.

Assim, organiza-se a burrice, a estupidez (falo do “id” petista), a negação de qualquer facticidade, a adoção só de ideias gerais, dedutivas, o desejo de fazer o mundo caber num ideário superado (aufheben). Daí a desconfiança no mercado, nos empreendedores, contra todos que trabalham indutivamente, com o mistério das coisas singulares no centro da sociedade civil, que eles veem como uma anomalia atrapalhando o Estado. Os esquerdistas se sentem parte de uma dinastia desde Stalin — as palavras e os conceitos ainda são usados. E, como no tempo do Grande Irmão, há o desejo de apagamento do sujeito, ou seja, nem a morte tem importância para sujeitos que viram objetos. Vide Coreia. Até o assassinato pode ser absolvido como uma necessidade histórica.

Um dia, um companheiro (que morreu há pouco) me disse: “Não tema a morte. Marx disse que somos seres sociais. O indivíduo é uma ilusão. Para o comunista a morte não existe”. E eu sonhei com a vida eterna.

Essas são algumas das doenças mentais que estão levando o Brasil para um pântano institucional. Temos que nos salvar desse determinismo suicida.
Se houver a vitória de Dilma ou a volta de Lula, estaremos, como diria Hegel, fo&#dos — numa “contradição negativa” que vai durar décadas para ser “superada”.

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Uma lição da Venezuela aos brasileiros - por Garotas Direitas






1º - DÍVIDA PÚBLICA BRASILEIRA DESDE OS ANOS 50: GRAÇAS AO PT, UMA BOMBA PRESTES A EXPLODIR (aqui)


2º - PEDIDO DO GOVERNO DILMA PARA PERDOAR DÍVIDAS DE PAÍSES AFRICANOS PODE VOLTAR À PAUTA NO SENADO (aqui)



3º - A INCOMPETÊNCIA TUDO VAI EXPLODIR EM 2015, O ANO DA VERDADE FEIA DE VER (aqui)


4º - A GRANDE MENTIRA DO PAGAMENTO DA DÍVIDA EXTERNA (aqui)

LULA CHAMA DE 'BOBAGEM' PASSAGEM BÍBLICA QUE PROMETE O PARAÍSO PARA OS POBRES



POR BIAGGIO TALENTO, ESPECIAL PARA O GLOBO, E LETÍCIA LINS / / /
21/07/2011 0:00 / ATUALIZADO 03/11/2011 18:16

SALVADOR e RECIFE - O ex-presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva interpretou, nesta quinta-feira, uma famosa passagem bíblica. Em Salvador, ele disse que é "bobagem" o que o Novo Testamento apregoa sobre a promessa de que o reino dos céus é para os pobres. Ele discursou de manhã para uma plateia formada em sua maioria por pequenos agricultores. Mais tarde, Lula desembarcou em Pernambuco, onde falou rapidamente sobre a crise dos Transportes.

- Tem denúncia, apura. Investiga e pune quem tiver que punir e acabou - disse.

Ele fez o comentário ao chegar ao Parque Dona Lindu, onde será homenageado pela Orquestra Criança Cidadã, em um dos bairros mais violentes de Recife. Lula evitou a imprensa durante todo o dia, mas falou na praça que recebe o nome de sua mãe. Nesta quinta, ele ainda será homenageado por três universidades, que vão conceder-lhe o título de Doutor Honoris Causa. A previsão é que Lula só retorne a São Paulo na sexta-feira, por volta de 17h.

Na Bahia, Lula discursou e fez a sua interpretação sobre uma passagem bíblica:

- Bobagem, essa coisa que inventaram que os pobres vão ganhar o reino dos céus. Nós queremos o reino agora, aqui na Terra. Para nós inventaram um slogan que tudo tá no futuro. É mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico ir para o céu . O rico já está no céu, aqui. Porque um cara que levanta de manhã todo o dia, come do bom e do melhor, viaja para onde quer, janta do bom e do melhor, passeia, esse já está no céu. Agora o coitado que levanta de manhã, de sol a sol, no cabo de uma enxada, não tem uma maquininha para trabalhar, tem que cavar cada covinha, colocar lá e pisar com pé, depois não tem água para irrigar, quando ele colhe não tem preço. Esse vai pro inferno - discursou, para delírio das cerca de mil pessoas que lotavam o auditório de um hotel de Salvador, onde foi realizado o lançamento do Plano Safra da Agricultura Familiar da Bahia 2011/2012.

Pouco antes de falar, recebeu de presente uma garrafa de cachaça e outros produtos de cooperativas. Como se ainda estivesse ocupando a cadeira de presidente da República, Lula fez um balanço de suas realizações na área da agricultura familiar e recomendou que sua sucessora Dilma Rousseff prossiga com "a política de distribuição de renda no campo".

O ponto alto do seu discurso de 15 minutos - que seria apenas uma rápida saudação - foi quando resolveu criticar indiretamente o versículo 25, capítulo 18, do Evangelho de São Lucas, a parábola que Jesus fez sobre as dificuldades do rico alcançar o céu e a facilidade do pobre chegar lá ("Porque é mais fácil entrar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus"). Ele insistiu:

- Queremos que todo mundo vá pro céu, agora. Queremos ir pro céu vivo. Não venha pedir para a gente morrer para ir pro céu que a gente quer ficar aqui mesmo - disse.

Segundo a Bíblia, o consolo dos pobres que levam uma vida terrena dura e de privações seria obter os "tesouros espirituais" quando morresse.




Lula acusa oposição de não ajudar os pobres

Antes de falar aos agricultores, Lula havia repetido sua velha acusação feita à exaustão nas inaugurações e eventos do ano passado: a tese segundo a qual os governantes que o antecederam não ajudavam os pobres:

- Esse país era governado para um terço da população, era uma cultura governar apenas para esse terço, e dois terços já eram considerado como fatalidade de Deus, que tinham que ser pobres, e nós provamos o seguinte: dê oportunidade que o pobre não quer ser pobre, quer ser classe média. E, se brincar, ele quer ser rico - falou, para depois argumentar: - Deveria acabar com essa bobagem de achar que pobre gosta de comer mal, gosta de comprar produto de segunda, que gosta de andar descalço, sem dentes na boca.

Além de pequenos agricultores estavam presentes vários empresários do agronegócio, o governador Jaques Wagner, o ministro do Desenvolvimento Agrário Afonso Florence, senadores, deputados, lideranças sindicais, dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Rurais Sem Terra (MST), militantes do PT e partidos coligados. Dois dirigentes de entidades ligadas a pequenos agricultores que saudaram Lula como "o presidente que mais ajudou a agricultura familiar" insistiam em tratá-lo como ocupante da cadeira presidencial e não ex. Um deles, Rosival Leite, da Fetrafi-Bahia, clamou Lula de "a maior liderança nacional desse país". Após ser ovacionado, no evento, o ex-presidente deixou Salvador em direção a Recife para completar a "agenda" do dia.


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Uma lição da Venezuela aos brasileiros - por Garotas Direitas
 

terça-feira, 24 de junho de 2014

BRASIL, O PAÍS ONDE OS IMPOSTOS FAZEM MENOS PELA POPULAÇÃO



 IMPÁVIDO COLOSSO por André Fuentes
GRÁFICOS, ESTATÍSTICAS E CURIOSIDADES NADA LISONJEIROS SOBRE O BRASIL

há 3 meses 3/4/2014 18:19

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Um estudo com 30 países divulgado pelo IBPT (Instituto Brasileiro de Planejamento e Tributação) mostra que o Brasil é o país onde os impostos arrecadados menos se convertem em serviços para a população. Para calcular as posições de cada país, o IBPT criou um índice, o IRBES (Índice de Retorno De Bem Estar à Sociedade). As posições de cada país no IRBES foram calculadas com base em dados econômicos (carga tributária) e sociais (IDH).  
É a 5ª vez consecutiva que o Brasil aparece em último no ranking.


IOF (imposto federal)



Imposto sobre Operações Financeiras. Incide sobre empréstimos, financiamentos e outras operações financeiras, e sobre ações.

II (imposto federal)

Imposto sobre Importação.

IPI (imposto federal)

Imposto sobre Produto Industrializado. Cobrado das indústrias.

IRPF (imposto federal)

Imposto de Renda Pessoa Física.

IRPJ (imposto federal)

Imposto de Renda Pessoa Jurídica. Incide sobre o lucro das empresas. 

ITR (imposto federal)

Imposto sobre a Propriedade Territorial Rural.

Cide (imposto federal)

Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico. Incide sobre petróleo e gás natural e seus derivados, e sobre álcool combustível.

Cofins (imposto federal)

Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social. Cobrado das empresas.

CSLL (imposto federal)

Contribuição Social sobre o Lucro Líquido.

FGTS (imposto federal)

Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Percentual do salário de cada trabalhador com carteira assinada depositado pela empresa.

INSS (imposto federal)

Instituto Nacional do Seguro Social. Percentual do salário de cada empregado cobrado da empresa (cerca de 28% – varia segundo o ramo de atuação) e do trabalhador (8%) para assistência à saúde.

PIS/Pasep (imposto federal)

Programas de Integração Social e de Formação do Patrimônio do Servidor Público. Cobrado das empresas.

ICMS (imposto estadual)

Imposto sobre Circulação de Mercadorias. Incide também sobre o transporte interestadual e intermunicipal e telefonia.

IPVA (imposto estadual)

Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores.

ITCMD (imposto estadual)

Imposto sobre a Transmissão Causa Mortis e Doação. Incide sobre herança.

IPTU (imposto municipal)

Imposto sobre a Propriedade Predial e Territorial Urbana.

ISS (imposto municipal)

Imposto Sobre Serviços. Cobrado das empresas.

ITBI (imposto municipal)

Imposto sobre Transmissão de Bens Inter Vivos. Incide sobre a mudança de propriedade de imóveis.

Leia também



1º - A GRANDE MENTIRA DO PAGAMENTO DA DÍVIDA EXTERNA (aqui)
.
2º - BRASIL, O PAÍS ONDE OS IMPOSTOS FAZEM MENOS PELA POPULAÇÃO (aqui)
.
3º - DÍVIDA PÚBLICA BRASILEIRA DESDE OS ANOS 50: GRAÇAS AO PT, UMA BOMBA PRESTES A EXPLODIR (aqui)
.
4º - PEDIDO DO GOVERNO DILMA PARA PERDOAR DÍVIDAS DE PAÍSES AFRICANOS PODE VOLTAR À PAUTA NO SENADO (aqui)
.
5º - NA CALADA DA NOITE GOVERNO ACABA DE VEZ COM A RESPONSABILIDADE FISCAL: O QUE PODEMOS ESPERAR EM 2015? (aqui)
.
6º - A INCOMPETÊNCIA TUDO VAI EXPLODIR EM 2015, O ANO DA VERDADE FEIA DE VER (aqui)
.
7º - ECONOMIA DO GOVERNO DIMINUIU (aqui)
.

8º - GOVERNO DO PT INVESTE 15 VEZES MAIS NOS PORTOS DE CUBA DO QUE NO SISTEMA PORTUÁRIO DO BRASIL! (aqui)







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Uma lição da Venezuela aos brasileiros - por Garotas Direitas

PASTOR CAIO FABIO: ENTREVISTA SEM CORTES





Caio Fábio: Da instrução à burrice e à loucura cósmica

Julio Severo
Em entrevista ao humorista Danilo Gentili no programa The Noite em 23 de junho de 2014, Caio Fábio fez o que mais gosta de fazer: ficar sob os holofotes. Onde quer que haja um trono com holofotes, Caio será sorrisos e alegria.
Malhando como sempre faz os evangélicos, ele disse que “os evangélicos ficaram burros” e que o “povo evangélico precisa de instrução.”
Ele afirmou que passou mais de 30 anos, como pastor presbiteriano, instruindo desde “os luteranos aos neopentecostais.” Mas que instrução era essa que acabou deixando os evangélicos burros?
Caio era, em seus áureos anos de reverendo presbiteriano, um proclamador da Teologia da Missão Integral (TMI), que aproxima os evangélicos do socialismo. Na prática de bastidores, ele teve papel fundamental, na década de 1990, na aproximação dos evangélicos de Lula e do PT.
No programa humorístico The Noite, Caio disse que os evangélicos são “massa de manobra” de seus líderes. E quando Caio era o líder dos líderes, o pastor dos pastores? O que foi que ele fez então dos evangélicos? Massa de manobra de seus interesses “espirituais” na TMI e em Lula e no PT. Ele fez tudo isso, que ele classificou de “instrução” aos evangélicos, porque “queria dar parâmetros de saúde mental” aos evangélicos, conforme ele disse ao Gentili.
Só tem saúde mental quem está na TMI? Só tem saúde mental quem está no PT? Ou só tem saúde mental quem crê em ETs?
À pergunta de Gentili se Caio crê em “ETs e vida fora da terra,” Caio respondeu que “está aberto à multiplicidade de todas as existências cósmicas” e aberto também a “mundos paralelos,” bem ao estilo da melhor ficção de Hollywood. Ele pode ter desconfianças da Bíblia, especialmente o Antigo Testamento, que ele disse para a plateia de Gentili que “caducou.” E ele pode ter desconfianças maiores dos evangélicos. Mas sua confiança nos ETs é inabalável!
Se você não acreditar em ETs, Caio dirá que você é um brainless — palavra em inglês que significa “sem cérebro, burro, idiota.” Esse foi o termo que ele empregou para classificar os evangélicos diante da plateia de Gentili.
Pelo visto, os tais parâmetros de saúde mental de Caio se alargaram bastante. Se no passado suas ações nos bastidores se restringiam a ajudar os evangélicos a abraçar a TMI e o PT, hoje buscam levá-los a uma instrução cósmica de “mundos paralelos” e aliens de outros planetas. Essas ideias caem muito bem no The Noite e em outros programas humorísticos.
Quando não está ocupado elogiando ETs ou outras absurdas ideias extra-bíblicas, Caio está falando mal dos evangélicos.
Para outros, falar mal de um grupo de pessoas pode ser apenas um hábito mau. Para Caio, é isso e muito mais. É seu meio de sobrevivência. Se não falar mal dos evangélicos, seus bolsos se esvaziam. Por isso, ele mantém sua fixação, custe o que custar e doa a quem doer. Enquanto ele viver, sua língua amargurada “trabalhará,” pois ele se sente como um pai que criou e instruiu toda a uma geração de evangélicos — e de fato o fez, na TMI — e foi enxotado de casa pelos “filhos.”
Na sua eterna amargura e sentimento de que foi traído, no sentimento da perda do trono, que ele esperava fosse eterno, sua língua manterá o “alvo.” E mesmo que não houvesse nenhuma amargura, o que mudaria? Caio descobriu um filão de ouro na falação de mal dos evangélicos. Isso lhe rende visibilidade e dinheiro. Ele só vai calar quando caducar ou tiver uma overdose.
Um homem tão inteligente, mas que não consegue usar seu próprio conhecimento para sobreviver sem o uso da língua suja, difamatória e apóstata.
Mas inteligência e elevado conhecimento não são sinônimos de saúde mental. Indivíduos inteligentes são capazes de falar e cometer grandes loucuras.
A revista americana USA Today disse que até mesmo um psicopata consegue mostrar inteligência, charme e persuasão.
Os problemas mentais são também caracterizados por distúrbios e desordens no que uma pessoa fala e pensa.
Isso explica muita coisa no comportamento de Caio Fábio.
É evidente que a inteligência humana dele está acompanhada de confusão mental. Caio já foi denunciado defendendo o aborto e o homossexualismo, de acordo com suas próprias declarações, mas seus fãs suspiraram de alívio quando ele negou suas próprias palavras.
A sabedoria de Deus em nós não é a capacidade de entender tudo no universo. É a capacidade de viver para Deus de um modo que lhe agrade. Não tem nada a ver com alguma inteligência humana especial.
É inegável que Caio Fábio é um homem com elevada capacidade de retórica, argumentação e persuasão. Mas suas declarações de conhecimentos mirabolantes de extraterrestres e muitas coisas extra-biblicas e seus frequentes “disse-que-não-disse” mostram muito mais do que só confusão mental: revelam um coração sem o genuíno temor de Deus.
Inteligência humana não é espiritualidade, especialmente quando distorce os ensinos da Palavra de Deus. “Esse tipo de sabedoria não vem dos céus, mas é terrena; não é celestial, mas demoníaca”. (Tiago 3:15 KJA)
Uma sabedoria terrena sabe usar o Evangelho para entronizar o próprio ego.
Uma sabedoria terrena sabe astutamente levar os evangélicos à TMI e ao PT, mas ao ser rejeitada os xinga e malha, para a alegria dos humoristas.
Uma sabedoria terrena quer audiência. No passado, era através de seu status de maior pastor presbiteriano do Brasil. Hoje, através de programas humorísticos, desde que seja levado a sério em sua loucura-inteligência cósmica.
Se essa loucura-inteligência híbrida for o suficiente para lhe dar um pouco de holofote e trono dentro e fora do mundo gospel, Caio será louco-inteligente o resto da vida.
O testemunho dele é prova de que muita instrução humana leva a loucuras cósmicas.
Aquele que sempre instruiu e emburreceu os evangélicos quer prosseguir sua missão, emburrecendo quem quer que entre na esfera do seu “caminho da graça.” Mas ele mesmo possui uma “inteligência” cósmica demais para ser instruído.
“Ora, é impossível para aqueles que uma vez foram iluminados, experimentaram o dom celestial e se tornaram participantes do Espírito Santo, e provaram os benefícios da Palavra de Deus e os poderes da era que há de vir, mas apostataram da fé, sim, é impossível que tais pessoas sejam reconduzidas ao arrependimento; tendo em vista que contra si mesmos estão crucificando outra vez o Filho de Deus, e zombando publicamente dele. Porquanto a terra que absorve a chuva que cai de tempo em tempo, e dá colheita proveitosa àqueles que a cultivam, recebe a bênção de Deus. Todavia, a terra que produz espinhos e ervas daninhas é inútil, e logo será amaldiçoada. Seu fim é ser lançada ao fogo.” (Hebreus 6:4-8 KJA)
No fim, onde Caio espera os ETs, as coisas poderão ficar muito mais quentes do que suas loucuras cósmicas lhe garantem.
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