quarta-feira, 29 de julho de 2015

Falso policial que oferecia cursos é preso em Breves (PA), na Ilha do Marajó


Pedro Junior Rodrigues Corrêa foi preso pela Polícia Civil de Breves, na Ilha do Marajó, em cumprimento a um mandado judicial

A Polícia Civil de Breves, na Ilha do Marajó, com apoio de homens do Grupo de Pronto-Emprego (GPE), cumpriu em Belém, no bairro do Jurunas, na noite desta segunda-feira, 15, o mandado de prisão preventiva expedido pela Justiça contra Pedro Junior Rodrigues Corrêa. Ele é acusado de se passar por soldado da Ronda Tática Metropolitana (Rotam), força tática da Polícia Militar do Pará, para atuar como instrutor de cursos táticos para policiais civis e militares, no Marajó. Ele vai responder por diversos crimes, entre os quais, estelionato, porte ilegal de arma de fogo (por ter manuseado arma no treinamento sem ter porte), usurpação de cargo público e uso de documento falso.

A prisão de Pedro Junior foi comandada pela delegada Renata Gurgel, da Superintendência da Polícia Civil na Região do Marajó Ocidental, sediada em Breves. Segundo a policial civil, no ano passado, o acusado chegou a ministrar um curso tático
para agentes de segurança pública, entre eles, policiais.

Na ocasião, Pedro Júnior apresentou documentos falsos para enganar os coordenadores do curso. Com o andamento das investigações, a polícia descobriu que o acusado estava em Belém. Com isso, foi montada uma operação que contou com o apoio dos investigadores Diogo Torres, Cézar e Augusto, de Breves, além de policiais civis do GPE. O acusado foi conduzido para a Central de Triagem da Superintendência do Sistema Penitenciário, em São Brás, provisoriamente, até ser recambiado para Breves, onde responderá pelos crimes.

Polícia Civil investigou falso policial militar por mais de seis meses 


Segundo a delegada Renata Gurgel, as investigações tiveram início em novembro do ano passado, após ele ministrar um Treinamento Tático Avançado (CTTA), no Tiro-de-Guerra do Exército em Breves. Na época, detalha a policial civil, ele divulgou o treinamento, por meio de redes sociais, fez anúncio em jornal e tevê na região, distribuiu folders e divulgou no Quartel da PM e na Superintendência da Polícia Civil de Breves.

Mais de 20 pessoas, entre policiais militares, bombeiros militares e civis, agentes prisionais, integrantes do Exército, participaram do curso. Cada um pagou em torno de R$ 450 para frequentar as aulas práticas e teóricas. Ao final, certificados foram entregues aos concluintes. Ele se identificou como soldado Junior Corrêa, da Rotam, e que seria formado em um curso tático no exterior.

Ele usava fardamento de policial militar, andava armado e assim viajava sem pagar tarifa em embarcações na região. A delegada explica que, ao final do curso, ele passou a divulgar outro curso que faria em fevereiro deste ano, em Breves, voltado para policiais civis. Foi então que um investigador da Polícia Civil de Breves suspeitou da atitude dele e passou a investigá-lo até descobrir que ele não fazia parte de qualquer força tática da Polícia Militar do Pará, e que não havia participado de treinamento tático operacional. "Ele chegou a trabalhar em serviços gerais na PM, fazendo reparos, serviços de encanamento, entre outros", detalhou. Na época em que divulgou o outro curso, Pedro Junior desapareceu de Breves e não foi mais visto na cidade.

Após ser detido, ele foi ouvido em depoimento pela delegada e depois recolhido no Sistema Penitenciário, de onde foi transferido, no final da tarde, para Breves.

A Campanha das ONGs para Destruir Israel

Denis MacEoin
O mundo ocidental está repleto de voluntários que não fazem nada além do bem, como combater doenças, ajudar os menos favorecidos e proporcionar assistência jurídica. Mas há diversos tipos de voluntariados, as assim chamadas Organizações Não Governamentais (ONGs), estas, não raramente, trabalham no cenário internacional, hipoteticamente em defesa dos direitos humanos, ajuda humanitária e em prol da paz. Essas ONGs são financiadas por fundações, comércio, pessoas físicas e ah, governos. O número de ONGs é espantoso: 1,5 milhões nos EUA, 2 milhões na Índia e milhares na Europa, mais de 500 delas são formadas por lobistas no Parlamento Europeu. O total da receita das ONGs ligadas à OCDE é de aproximadamente US$16 bilhões. Infelizmente algumas dessas ONGs traem seu amor pela humanidade adotando políticas discriminatórias.
Muitas delas, principalmente aquelas excessivamente dependentes de dinheiro do governo são, ao que parece, norteadas por comprometimentos ideológicos ou políticos, sendo inevitavelmente arrastadas para o engajamento político.
Na ânsia de ajudar os menos favorecidos, onde quer que eles se encontrem, muitas ONGs optam de forma ideológica sobre quem cairá na categoria dos menos favorecidos e quem cairá na categoria do "opressor". Essa maneira de ver as coisas muitas vezes significa que o bom trabalho de determinadas ONGs pode ser usado como "proteção" para pessoas e ações menos dignas de admiração.
Não é raro encontrar ONGs que ignoram violações dos direitos humanos em países onde elas procuram ter aliados ou com os quais são obrigadas a trabalhar. Às vezes as ONGs adotam posturas políticas deliberadamente preconceituosas ou prejudiciais. A grande maioria das ONGs politizadas, independentemente da sua área de atuação original, são aquelas que condenam somente um país e o fazem sempre que o tema volta à baila. Esse país, obviamente é Israel. Dentro de Israel, a comunidade que eles atacam é sem exceção, a comunidade judaica. Os israelenses, ao que tudo indica, nunca fazem a coisa certa em suas fronteiras, enquanto os palestinos vistos como pobres coitados e vítimas, jamais erram.
Os Quakers, por exemplo, são famosos por sempre terem apoiado a não violência. No entanto ONGs dos Quakers que alegam trabalhar em prol da paz no Oriente Médio, ignoram flagrantemente a violência palestina ao mesmo tempo em que condenam o direito de Israel de se defender dela. Em cooperação com o Conselho Mundial de Igrejas, organização liderada pelos Quakers autodenominada Programa Ecumênico de Acompanhamento nos territórios palestinos e em Israel (EAPPI), repetidamente desfere violentas criticas contra Israel por este fazer uso de postos de controle, ao mesmo tempo em que nada diz sobre palestinos ávidos em se tornarem homens bomba, que são os responsáveis do porquê da segurança israelense ser um imperativo dessa grandeza, uma hipocrisia que não parece incomodar muito a consciência deles. E é exatamente aí que essas ONGs politizadas causam estragos. A contribuição dessas ONGs ao recente relatório da ONU sobre a guerra de 2014 de Israel em Gaza o distorceu de tal forma que ele se tornou inútil para qualquer averiguação mais séria.
O restante deste artigo está neste link: http://bit.ly/1Ircnw9
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: The NGO Campaign to Destroy Israel
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

Almirante é preso na Operação Lava Jato: Até tu Brutus?



Othon Luiz participou, em 2011, de audiência no Senado para discutir o sistema de energia nuclear do país (Foto: Antonio Cruz/ABr)


Executivo preso na Lava Jato é vice-almirante da Marinha
Othon da Silva comandou programa secreto de enriquecimento de urânio.
Diretor-presidente licenciado da Eletronuclear foi alvo da Lava Jato.
Lucas Salomão
Do G1, em Brasília

Preso na manhã desta terça-feira (28) durante a 16ª fase da Operação Lava Jato, o diretor-presidente licenciado da Eletronuclear, Othon Luiz Pinheiro da Silva, é vice-almirante da Marinha, posto mais alto para engenheiros navais.

Engenheiro naval, mecânico e nuclear, ele é o fundador e responsável pelo Programa de Desenvolvimento do Ciclo do Combustível Nuclear e da Propulsão Nuclear para submarinos da Marinha.

O programa levou ao desenvolvimento de centrífugas de enriquecimento de urânio que, atualmente, produzem parte do combustível das usinas nucleares de Angra dos Reis, no Rio de Janeiro.

Os detalhes do programa comandado por Othon foram mantidos sob sigilo de Estado durante a ditadura militar. Em 1994, ao completar 55 anos, o oficial se aposentou da Marinha e abriu uma empresa de consultoria para projetos na área de energia.

Em 2005, durante o primeiro mandato do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o vice-almirante assumiu a presidência da Eletronuclear, subsidiária da Eletrobras.

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Foi sob a gestão de Othon da Silva que as obras da usina de Angra 3 foram retomadas, após duas décadas do início da construção. Ele foi afastado do cargo em abril deste ano, quando surgiram denúncias de pagamento de propina a dirigentes da empresa.
Durante as investigações da Lava Jato, a Polícia Federal e o Ministério Público Federal(MPF) encontraram indícios de pagamentos de propina para dirigente da Eletronuclear, feitos por um consórcio de empreiteiras.

A Polícia Federal e o procurador federal Athayde Ribeiro Costa afirmaram que o dirigente recebeu R$ 4,5 milhões em propina.

O Grande líder Deputado Jair Bolsonaro é aclamado em formatura da Polícia Civil no Maracanazinho (RJ)

 

O grande líder o Capitão e Deputado federal Jair Bolsonaro (PP) foi aclamado durante formatura de 750 oficiais da cartório da Polícia Civil, na manhã desta terça-feira (28), no Maracanãzinho.

Esse fato vem se repetindo por onde nosso querido mito passa é aclamado e elogiado consolidando cada vez mais sua posição de politico honesto e sério, algo raro no Brasil.

Depois de aplaudir de pé o parlamentar , os novos servidores da Secretaria de Segurança entoaram o coro de "Ohh, o Bolsonaro chegou".

Bolsonaro agradeceu a forma carinhosa como foi recebido pelos formandos.

Parabéns a todos, O BRASIL É NOSSO!

terça-feira, 28 de julho de 2015

Assista ao vídeo de Deltan Dallagnol coordenador da Lava Jato em Curitiba: Campanha Dez Medidas Contra a Corrução



PARTICIPE:

http://www.dezmedidas.mpf.mp.br/

http://www.combateacorrupcao.mpf.mp.br/10-medidas




Parece que a impunidade vai continuar



Os indícios é de que continua, quando o ministro indicado para a Controladoria Geral da União(CGU) pesa contra ele, quando foi secretário da fazenda, ter promovido um Trem da Alegria na Secretaria da Fazenda.



Procurador Deltan Dallagnol, ao lado de Rodrigo Janot. Fonte: GLOBO

12/12/2014 às 8:39 \ BurocraciaCorrupçãoLei e ordem

Nova geração na guerra contra a impunidade


Conversava outro dia com um amigo que tem uma casa de praia, e ele me contava de sua experiência kafkaniana com nossos fiscais corruptos. Para construir uma rampa para subir o jet-ski, foi preciso todo tipo de autorização e aprovação. Coisas do Brasil. Meu amigo, sujeito correto, “caxias” até, fez tudo certinho. E qual não foi sua surpresa quando um fiscal apareceu lá pedindo grana, sem mais nem menos, para não criar problemas?
Parêntese: a essência da burocracia brasileira é criar dificuldades legais para vender facilidades ilegais em seguida. São tantas normas, tantas regras arbitrárias, que sempre é possível encontrar uma ou outra coisa fora do lugar para tentar achacar os outros. O cerne da questão está justamente na quantidade excessiva de regras, fruto de uma fé boboca e infantil no estado burocrata como protetor contra empresários e “ricos malvados” em geral. Fecho o parêntese.



Meu amigo não quis conversa, disse que estava tudo feito dentro das normas, e mandou o fiscal embora. Qual não foi sua nova surpresa quando um oficial da Justiça apareceu com uma intimação às 6h da matina em sua casa?! Resumindo a história: ele foi duas vezes para tribunais, primeiro por uma alegação absurda de que a rampa não atendia aos padrões exigidos, depois sob acusação de impacto ambiental (é mole?). Gastou uma grana com advogado. Desgastou-se. Mas deu tudo certo.
E fiz essa longa introdução justamente pela conclusão que tivemos durante a conversa: sua impressão dos juízes que julgaram e logo arquivaram seus casos por falta de provas foi a melhor possível. Uma mulher jovem, de bom nível, agindo com firmeza e seriedade, e um rapaz jovem que também não perdeu tempo quando notou que aquilo era um absurdo. O receio de meu amigo era que os juízes também fizessem parte do esquema para obter subornos, mas ficou aliviado quando viu que eram pessoas jovens, determinadas e sérias.
Refletimos, então, se essa é uma nova tendência: promotores, juízes, procuradores, gente nova, com boa formação, com um salário que não deixa ninguém rico, mas que garante uma boa qualidade de vida, servidores públicos desprovidos do fervor ideológico de outrora, mas ciosos de sua função primordial no combate à impunidade e à corrupção. São casos cada vez mais comuns, felizmente.
E uma reportagem do GLOBO de hoje mostra exatamente isso, com base na turma por trás da Operação Lava-Jato:
Tendo entre 28 e 50 anos, os nove — Dallagnol, Mattos, Antonio Carlos Welter, de 46 anos, Athayde Ribeiro Costa, de 34, Januário Paludo, de 49, Orlando Martello Júnior, de 42, Paulo Roberto Galvão, de 36, Roberson Henrique Pozzobon, de 30, e Carlos Fernando dos Santos Lima, de 50 — são representantes de uma nova face do MP. Trabalham em conjunto, são especialistas em diferentes áreas — de improbidade administrativa a atividade policial, passando por colaboração jurídica internacional — e a maioria já concluiu o mestrado. Dallagnol estudou em Havard, e Lima, em Cornell, nos EUA. Welter passou pela Universidade de Coimbra, em Portugal, e Galvão, pela London School of Economics, na Inglaterra. Eles ainda costumam dar cursos na Escola Superior do Ministério Público e escrever livros e artigos.
[...]
— Essa nova geração do MP, que é formada por homens e mulheres do seu tempo, tem uma pauta de valores mais clara. Eles já não estão tão ligados à ideologia. Por isso, digo que essa juventude não é revolucionária, mas evolucionista. Esses novos procuradores têm consciência do poder do Ministério Público. Sabem que, com um pouco de boa vontade e destemor, podem operar contra a impunidade — disse o procurador Edilson Mougenot Bonfim, que costuma dar palestras no Conselho Nacional do Ministério Público (CNMP) sobre a nova geração do MP:
— Muitos cresceram acompanhando as expectativas dos pais sobre o Brasil e agora podem corresponder a isso, trabalhando pelo fim da impunidade, pela igualdade de direitos e de aspirações. Se veem assim na incumbência histórica de levar à frente essas ações. Sabem que a vontade de termos uma sociedade melhor sempre existiu, mas veem que agora é o momento, que não dá mais para postergar.
Esse pessoal tem feito a diferença! Eles agem com coragem, com convicção na Justiça, no império das leis, no Estado Democrático de Direito, e valorizam sua independência. Assim como respeitam e estimam a independência da imprensa também. O procurador Dallagnol, discordando da presidente Dilma, que chegou a dizer que não é função da imprensa investigar, afirmou que enxerga na imprensa independente uma “aliada” na guerra contra a impunidade.
E somos mesmo! Nem preciso dizer que tenho orgulho de abrigar meu blog na Veja, ícone dessa imprensa independente que produz jornalismo de verdade, doa a quem doer. E por isso entendo tão bem o que motiva esses jovens procuradores e juízes: nem tudo na vida se mede pela conta bancária. Aliás, as coisas mais importantes não!
Eis algo que um vendido jamais entenderá. Os corruptos costumam medir os demais por sua régua, projetam o que são nos outros, olham a humanidade diante de um espelho. Como se vendem com facilidade, pensam que todos fazem o mesmo. Blogueiros e “jornalistas” que atuam na mídia chapa-branca, ganhando muito dinheiro de verbas estatais em troca da cumplicidade, revoltam-se com aqueles que preferem abrir mão de mais grana em troca de algo bem mais valioso: a consciência limpa e a convicção de que luta a boa luta em prol da liberdade e da justiça.
Juntos, a nova leva de jornalistas corajosos e sem o velho ranço ideológico marxista, e essa nova geração de servidores públicos honrados, preparados e sérios, têm uma chance rara de mudar o Brasil, de finalmente reduzir a impunidade e a corrupção, e implantar uma República de fato neste país. Saibam que contamos com todos vocês, admiramos seu trabalho, e estamos juntos na mesma luta. Tremei, corruptos!
Rodrigo Constantino

15 PESSOAS QUE NÃO ENTENDEM COMO AS ASPAS FUNCIONAM. Dica: elas não servem para dar “ênfase”.



1. Pelo menos as aspas não estavam em “te ama”.

Pelo menos as aspas não estavam em "te ama".

Imagina o trauma da criança. 

2. Coitado do funk, tão injustiçado e agora mais isso.

Coitado do funk, tão injustiçado e agora mais isso.

3. Muito “conveniente”.

Muito "conveniente".

4. Não falei que tipo de chantilly…

Não falei que tipo de chantilly...
Melhor perguntar pro funcionário.

5. Não dá pra ter a “menor” ideia do que vai “acontecer”.

Não dá pra ter a "menor" ideia do que vai "acontecer".
Você não vai “acreditar” nas cenas a seguir.

6. Aspas “abrem” e “fecham” portas.

7. “Cheques”, se é que você “me entende”.

"Cheques", se é que você "me entende".

8. Não quero nem pensar de onde eles foram “importados”.

Não quero nem pensar de onde eles foram "importados".

9. Ou seja: não são “crianças” nem “nossas”.

Ou seja: não são "crianças" nem "nossas".

10. Dica de “higiene”:

Dica de "higiene":

11. Espero que não seja o mesmo banheiro da foto anterior.

Espero que não seja o mesmo banheiro da foto anterior.

12. “O caps lock não adianta, vamos botar umas aspas também.”

"O caps lock não adianta, vamos botar umas aspas também."
“Agora o pessoal vai entender!”

13. Eu até entendo a lógica das aspas erradas anteriores, mas a desta aqui está difícil.

Eu até entendo a lógica das aspas erradas anteriores, mas a desta aqui está difícil.
As aspas têm razões que a própria razão desconhece.

14. Nossa, deve ser “delicioso”.

Nossa, deve ser "delicioso".

15. “Parem”, “por” “favor”, “não” “aguento” “mais”.

"Parem", "por" "favor", "não" "aguento" "mais".
Senti “firmeza” nesse curso.