segunda-feira, 12 de agosto de 2013

A ONU EM AÇÃO! UNICEF AFIRMA QUE CRIANÇAS TÊM DIREITO A SERVIÇOS SEXUAIS CONFIDENCIAIS



O UNICEF diz que as nações são obrigadas pelo direito internacional a reconhecer o direito de crianças a informações e serviços relativos a sexo sem o conhecimento de seus pais.

O mais recente relatório do UNICEF revelou que interpreta dois tratados de direitos humanos da ONU — sobre deficiência e direitos das crianças — como incluindo o direito de uma criança “a informações e serviços confidenciais de saúde sexual e reprodutiva durante a adolescência e no início da vida adulta.” O UNICEF define a adolescência como entre 10 e 19 anos de idade.

Nem um dos dois tratados menciona tal direito, mas em 2009 o comitê que monitora o tratado das crianças começou a interpretar que as crianças devem ter acesso “sem consentimento dos pais” a “informações ou serviços de saúde reprodutiva,” um termo muitas vezes usado pelos funcionários da ONU para incluir o aborto. Em 2010 o Vaticano censurou o comitê que monitora o tratado por interpretá-lo de forma incorreta.

A atitude de passar por cima dos pais em assuntos sexuais é um contraste forte com o resto do relatório que frisa o papel prioritário da família na proteção de crianças deficientes. O relatório recomenda remover crianças de instituições que diz são “substitutos inferiores para um lar que nutre a vida,” e pede uma moratória imediata para novas internações e promoção de serviços que apoiam assistência com base na família.

Só na família as crianças deficientes mais novas recebem o “amor, estímulo dos sentidos, assistência de saúde e inclusão social” que previnem importantes implicações sociais e econômicas, diz o relatório, que recomenda subsídios para compensar o custo elevado de criar uma criança deficiente, tal como auxílios financeiros que “respeitem os direitos de decisões de pais e filhos.” O relatório comenta o “papel fundamental” das organizações de pais para garantir que as crianças com deficiências sejam “valorizadas, amadas e apoiadas” por suas famílias e comunidades.

Embora o relatório censure nações que não ratificaram os dois tratados, admite que o direito internacional “não é suficiente” para ajudar a criança deficiente, e a maior parte do relatório apoia sua descoberta principal — que a assistência básica de saúde e a nutrição são o melhor jeito de prevenir deficiências.

Mais de um milhão de crianças de menos de 5 anos morreram em 2008 de pneumonia, diarreia e gripe, enquanto outras 165 milhões permanecem raquíticas ou cronicamente desnutridas e mais de 100 milhões estão abaixo do peso.

Entre 250 mil e 500 mil crianças estão em risco de se tornarem cegas anualmente da deficiência da vitamina A, evitável por um tratamento que custa apenas alguns centavos por criança, diz o relatório.

Uma das causas mais frequentes de deficiência no mundo é a anemia evitável, que aflige 42% das mulheres grávidas e mais da metade das crianças em idade escolar nos países em desenvolvimento.
A desnutrição em mães que amamentam coloca os bebês em risco maior de doenças que provocam deficiências, assim como fazem os obstáculos à água limpa e saneamento que fazem com que as crianças evitem a escola e comam e bebam menos para evitar pedir assistência em instalações de acesso.

No passado, a missão do UNICEF de promover a sobrevivência de crianças permitia que a agência priorizasse tais questões, mas quando adotou uma metodologia com base em direitos em 1986, teve efetivamente de frisar igualmente todos os direitos contidos na Convenção das Crianças bem como na Convenção das Mulheres. A mudança causou polêmica no passado, tal como quando o UNICEF se uniu a outras agências da ONU em 2006 para exortar o Legislativo da Nicarágua a manter o aborto legal.

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ANTES DE 1964 JÁ EXISTIA TENTATIVA DE GOLPE COMUNISTA - ORVIL









http://www.youtube.com/watch?v=QZlQgqPHexk&feature=share&list=UUyQT0JE9KAVU0EFJHVKo3cA


Publicado em 08/08/2013
ORVIL - TENTATIVAS DE TOMADA DE PODER

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NA EDITORA SCHOBA


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*
Militares põem em livro versão sobre repressão
Volume de 924 páginas, Orvil - livro, escrito ao contrário - destaca o golpe - ou contrarrevolução de 1964, como preferem seus autores - que derrubou o presidente João Goulart e a ação de organizações clandestinas que no período de 1966 a 1975 combateram o regime militar pela luta armada. A primeira parte trata da Intentona Comunista de 1935 e a quarta parte analisa a opção da esquerda por uma nova estratégia - a "doutrinação" pelos meios de comunicação, instituições de ensino, sindicatos e movimentos populares sobre a necessidade da revolução.

O negócio de Dilma era bem outro. Em 1min38s, ela afirma:

"Eu? Eu lutei, sim. Eu lutei pela liberdade e pela democracia. Lutei contra a ditadura do seu primeiro ao seu último dia".

Bem, até que alguém me traga um documento, um indício que seja, evidenciando que os grupos terroristas Colina, VPR e VAR-Palmares lutaram pela democracia, serei obrigado a sustentar: é mentira! Dilma até pode ter "lutado" pela democracia, mas só depois de ter abandonado aquelas organizações. Enquanto pertenceu a elas, lutou, "do primeiro ao último dia", para implantar uma ditadura comunista no Brasil. Também é falaciosa a tese de que nada mais havia a fazer a não ser partir para o terrorismo. Seria desmerecer a resistência pacífica que, ela sim, pôs fim ao regime militar.



BOLSONARO, TERRORISMO NO BRASIL E A COMISSAO DA MEIA VERDADE


Olavo de Carvalho - O que é a Comissão da Verdade

"CONVERSA CALMANTE É PARA ANESTESIAR A VÍTIMA..."
Olavo de Carvalho
*
Mini-Manual do Guerrilheiro Urbano
Carlos Marighella
Junho de 1969
MINI MANUAL DO GUERRILHEIRO URBANO
CARLOS MARIGHELLA 1969
*
AS ESQUERDAS E O CRIME ORGANIZADO
Olavo de Carvalho 

Olavo de Carvalho e a comissão da verdade

O ERRO DOS MILITARES

Olavo de Carvalho - Regime militar: despreparo e desinteresse pelo conhecimento


*
Antecedentes do Movimento Democrático de 31 de Março de 1964
*
Guerrilha comunista no Brasil
Escrito por Félix Maier

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MARCO FELICIANO É ATACADO POR ATIVISTAS GAYS DURANTE VOO




Comandante da aeronave ameaçou retornar enquanto os jovens constrangiam o parlamentar.

Comentário de Julio Severo: A matéria do GospelPrime destaca a hostilização e palavrões de xiitas gays contra Feliciano. Tenho certeza de que se o caso tivesse ocorrido com o deputado supremacista gay Jean Wyllys, Dilma Rousseff e seus ministros expressariam condenação pública contra a “homofobia” dos passageiros contra Wyllys. A Globo e outras redes de televisão passariam mais de uma semana focando em Wyllys como vítima de agressão dos “homofóbico.” No final da matéria, o GospelPrime diz que o Ministério Público, que está bichado de homossexualistas, está se doendo porque Feliciano mandou a polícia prender arruaceiros gays que estavam atrapalhando reunião num templo da Assembleia de Deus. Parece que o Ministério Público se esqueceu de que o lugar de culto é protegido por lei. Imagino que se Wyllys estivesse fazendo uma reunião sobre sexo anal dentro de um templo de exus e do lado de fora houvesse cristãos protestando, Wyllys mandaria prender e o Ministério Público requereria ainda uma condecoração aos policiais por protegerem o lugar de culto. Para Dilma, Globo e Ministério Público, proteger o sexo fecal é muito mais importante do que proteger os lugares de culto cristão e a integridade física do Dep. Feliciano, que é pastor da Assembleia de Deus.


O deputado federal e pastor Marco Feliciano (PSC-SP) foi hostilizado durante voo da Azul com destino a Guarulhos, São Paulo. Após o avião decolar em Brasília cerca de 10 homossexuais passaram a hostilizar o parlamentar.
Feliciano agradeceu através de sua conta no Twitter o apoio dos passageiros e da comissão de bordo. “Os passageiros me defenderam, o piloto ameaçou retornar pra Brasília. Sofri xingamentos o voo todo. Havia crianças no voo, famílias”, disse.
Envolvido em polêmicas desde que assumiu a presidência da Comissão de Direitos Humanos e Minorias (CDHM) o parlamentar tornou-se principal alvo de ativistas de movimentos LGBT.
O parlamentar afirmou que dois ativistas chegaram a ir até a poltrona onde ele estava e passaram a provocá-lo. Como ele não reagia às provocações teria sido tocado no rosto.
O cantor Roberto Marinho, que acompanha o pastor em suas agendas disse que não é a primeira vez que o pastor é hostilizado por ativistas gays em um voo. Marinho também afirmou que enquanto um ativista tentava esfregar a genitália no pastor, outro filmava tudo.
“Tentaram varias vezes tocar no rosto, nos cabelos e no queixo de Marco Feliciano, eu tentei impedir, mas foi em vão. Houve tumulto”, escreveu Marinho no Twitter.
Durante o desembarque da aeronave a companhia aérea teria reservado uma van para levar o parlamentar até o posto da Polícia Federal no aeroporto de Guarulhos, mas o parlamentar não quis prestar queixa.
Feliciano lamentou o ocorrido e disse que a atitude foi de desrespeito. “Estes cidadãos colocaram em risco a segurança dos passageiros. Querem respeito mas não respeitam”.

Caso de polícia

O Ministério Público resolveu denunciar os policiais que faziam a segurança de um evento realizado pela Assembleia de Deus em Santarém, no Pará, com a participação do pastor Marco Feliciano.
Militantes homossexuais conseguiram furar a barreira da polícia e passaram a fazer manifestações no local do culto enquanto Feliciano ministrava. O parlamentar interrompeu a pregação e deu voz de prisão contra os ativistas.
Imediatamente policiais e seguranças contratados para o evento pediram que os jovens se retirassem do local, mas se negaram e foram retirados a força. Os militantes acusam a polícia de ter agido com truculência.


DANÇANDO ROBOCOP GAY PRO MARCO FELICIANO NO CORREDOR DO AVIÃO



Ok, pode parecer engraçado, mas em termos de segurança de voo não tem nada de engraçado.

Aqui você pode ver mais sobre o tema por Bruno Toscano.

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Fonte: GospelPrime
Divulgação: www.juliosevero.com
Leitura recomendada:

domingo, 11 de agosto de 2013

DENÚNCIAS APONTAM GRUPO DE EXTERMÍNIO EM BATALHÃO DE PM MORTA EM CHACINA


Comandante chegou a dizer – e depois desmentiu – que a cabo Andreia havia denunciado colegas por envolvimento em roubo a caixas eletrônicos.



O 18º Batalhão da Polícia Militar, onde trabalhava a cabo Andreia Bovo Pesseghini, 35 anos, – morta ao lado do marido, o filho, a mãe e uma tia entre domingo e segunda-feira em uma chacina que mobilizou a polícia paulista – tem um histórico de suspeitas de corrupção e grupos de extermínio.

Na última quarta-feira, o comandante do batalhão, coronel Wagner Dimas, disse em entrevista à Rádio Bandeirantes que a cabo havia denunciado alguns colegas que estariam envolvidos com roubos a caixas eletrônicos, em São Paulo. Indicando que a autoria do crime poderia estar relacionada a algum tipo de vingança.

Mais tarde, porém, o oficial voltou atrás na declaração e disse não haver qualquer denúncia sobre PMs envolvidos com os crimes e que a policial não fez qualquer menção a respeito. Wagner Dimas se justificou, dizendo “ter se perdido” durante a entrevista à emissora de rádio. Porém, esses não são os únicos casos suspeitos envolvendo o 18º Batalhão.

Um relatório da Polícia Civil divulgado em março de 2011 responsabilizou dois grupos de extermínio formados por policiais militares por pelo menos 150 mortes na cidade de São Paulo entre 2006 e 2010. Entre as vítimas, 61% não tinha antecedentes criminais, sendo que 20% dos crimes teria sido motivado por vingança, 13% por abuso de autoridade, 13% pelo que o relatório chama de “limpeza” (como o assassinato de viciados em drogas), 15% por cobranças ligadas ao tráfico ou ao jogo ilegal e 39% “sem razão aparente”.

A investigação do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) acusa 50 PMs de formar e unir os grupos da zona leste e da zona norte (o “Matadores do 18″) para assumir o controle do tráfico de drogas e explorar jogos de azar. Os Matadores do 18 é apontado como uma milícia formada por policiais do batalhão no qual trabalhava Andreia.

Casos suspeitos
Em junho de 2011, dois PMs do batalhão foram acusados de assassinar um comerciante, em setembro de 2006, após ele se recusar a pagar propina aos policiais em São Paulo. A Polícia Civil concluiu que o soldado Pascoal dos Santos Lima e o 2º sargento Lelces André Pires de Moraes integravam o grupo Matadores do 18.

O DHPP afirma que Alexandre Pereira da Silva foi morto porque se recusou a pagar pela proteção dos PMs a suas máquinas caça-níqueis. O soldado e o 2º sargento já estavam presos na época, por suspeita de participação no assassinato do coronel da Polícia Militar Hermínio Rodrigues. Segundo a polícia, a mesma arma usada para matar o comerciante foi usada na morte do oficial.

Coronel executado
O comandante do policiamento na zona norte de São Paulo, José Hermínio Rodrigues, foi morto a tiros quando passeava de bicicleta na avenida Engenheiro Caetano Álvares, em janeiro de 2008.
Segundo as investigações, os policiais acusados da morte do oficial cometeram o crime após um dos indiciados, o soldado Pascoal dos Santos Lima, ter sido transferido do 18º batalhão para um setor administrativo após se envolver com frequências em ocorrências que terminavam em morte. No início desse ano, o Tribunal de Justiça Militar de São Paulo absolveu os acusados. Eles foram expulsos da corporação em setembro de 2012.

Um exame balístico feito pela Polícia Científica mostrou que a pistola de calibre 380 usada no assassinato do coronel também foi utilizada em uma chacina que deixou seis mortos na Água Fria, zona norte de São Paulo, em junho de 2007.

Chacina suspeita
Uma reportagem publicada pelo jornal O Estado de S. Paulo em fevereiro de 2008 apontou que um exame de balística ligava a morte do coronel José Hermínio Rodrigues ao grupo de extermínio Matadores do 18. Os testes mostrara que a arma que foi usada para assassinar o coronel é a mesma usada em uma chacina que deixou seis mortos e um ferido em Água Fria, na zona norte da capital.

A ligação já havia sido apontada por testemunhas, que acusavam policiais de terem participado das mortes em Água Fria, ocorrida no dia seguinte à morte de um soldado da PM em um assalto na região. As cápsulas de uma pistola calibre 380 utilizada no crime foi comparada com a usada na morte do coronel. As marcas que a arma deixou na cápsula da bala de cada caso se mostrou compatível.

Irmãos executados
Também em fevereiro de 2008 foram presos dois soldados do 18º batalhão, acusados de aproveitar ataques de uma facção criminosa para assassinar o soldado Odair José Lorenzi e a irmã dele, Rita de Cássia. Segundo as investigações, as vítimas foram mortas em uma emboscada, na Vila Nova Cachoeirinha, na zona norte da capital, no dia 12 de junho de 2006. Para a polícia civil, a morte ocorreu por uma disputa entre policiais por um bico como segurança de um bingo.

No dia do crime, os PMs acusados disseram que haviam sido vítimas de um ataque do Primeiro Comando da Capital (PCC), pouco antes do atentado aos dois irmãos.

Amigos mortos após abordagem
Policiais do 18º batalhão disseram que o pintor Charles Wagner Felício, 32 anos, e o amigo dele, Cleiton de Souza, 25, haviam praticado uma chacina, resistiram a prisão e foram mortos em um tiroteio no dia 24 de maio de 2007. Porém, segundo matéria publicada pelo Estado de S. Paulo, em 16 de fevereiro de 2008, pouco antes de morrer, os dois amigos usaram um celular para denunciar seus algozes.

O pintor tirou duas fotos, uma dele mesmo, às 16h51, e a outra, um minuto depois, do amigo e guardou o celular na cueca. De acordo com as imagens, ambos estariam em um banco traseiro de um carro que parece ser uma Blazer, utilizada pela Força Tática da Polícia Militar. O fato que chamou a atenção da Polícia Civil, no entanto, foi o horário da chacina da qual os dois foram acusados: 20h10.

​Além das fotografias, uma testemunha viu quando os policiais do 18º batalhão prenderam a dupla. Segundo ela, a prisão aconteceu por volta de 15h30.

Governador de São Paulo na época, José Serra (PSDB), chegou a admitir a existência de grupos de extermínio na polícia paulista. “ “Não admitimos esquadrões. Grupos de extermínio. Estamos combatendo. Não é uma tarefa fácil. Estamos trabalhando com muita firmeza nessa direção”, disse o então governador durante um evento oficial no litoral do Estado.

Chacina em casa de PMs
Apesar de informações sobre uma possível vingança contra a policial Andrea Pesseghini, a Polícia Civil de São Paulo trabalha com apenas uma linha de investigação, que aponta o filho do casal de PMs, Marcelo Eduardo Bovo Pesseghini, 13 anos,como o autor dos disparos.

Segundo os laudos preliminares do Instituto de Criminalística, tudo leva a crer que o adolescente teria assassinado o pai, o sargento das Rondas Ostensivas Tobias de Aguiar (Rota) Luis Marcelo Pesseghini, 40 anos, a mãe, a cabo da PM Andreia Regina Bovo Pesseghini, 35 anos, a avó Benedita de Oliveira Bovo, 65 anos, e a tia-avó Bernadete Oliveira da Silva, 55 anos.
O delegado Itagiba Franco, do Departamento de Homicídio e de Proteção à Pessoa (DHPP) de São Paulo, afirmou que não tem dúvidas sobre a autoria da chacina. “Eu não tenho dúvidas (sobre a autoria do crime), mas vamos prosseguir normalmente no sentido de registrar todas as informações que chegaram, fazer comparações e chegar ao denominador comum de que esta linha que estamos seguindo é mais acertada”, falou o delegado, que deu detalhes da perícia complementar realizada na noite de ontem.

“No local não tinha sangue nenhum, a não ser nos locais onde estavam os corpos”, disse Itagiba, atestando que não foram encontrados vestígios de um eventual sexto elemento na cena do crime.

“Quero deixar claro que ele era um menino muito bem cuidado, ele foi sozinho de carro e dormiu no veículo. Será que os pais permitiriam que ele passasse a noite inteira fora, sendo que ele tomava uma série de remédios? Com certeza ele sabia que os pais já estavam mortos”, acrescentou o delegado.

Apesar da conclusão apresentada pelo delegado, as investigações continuam e o inquérito continua aberto. Para Itagiba Franco, é preciso ter calma e serenidade para que nenhum erro seja cometido. (Terra).

Veja os vídeos:

A HISTÓRIA OFICIAL DE 1964 - Olavo de Carvalho


Se houve na história da América Latina um episódio sui generis, foi a Revolução de Março (ou, se quiserem, o golpe de abril) de 1964. Numa década em que guerrilhas e atentados espocavam por toda parte, sequestros e bombas eram parte do cotidiano e a ascensão do comunismo parecia irresistível, o maior esquema revolucionário já montado pela esquerda neste continente foi desmantelado da noite para o dia e sem qualquer derramamento de sangue.

O fato é tanto mais inusitado quando se considera que os comunistas estavam fortemente encravados na administração federal, que o presidente da República apoiava ostensivamente a rebelião esquerdista no Exército e que em janeiro daquele ano Luís Carlos Prestes, após relatar à alta liderança soviética o estado de coisas no Brasil, voltara de Moscou com autorização para desencadear – por fim! – a guerra civil no campo. Mais ainda, a extrema direita civil, chefiada pelos governadores Adhemar de Barros, de São Paulo, e Carlos Lacerda, da Guanabara, tinha montado um imenso esquema paramilitar mais ou menos clandestino, que totalizava não menos de 30 mil homens armados de helicópteros, bazucas e metralhadoras e dispostos a opor à ousadia comunista uma reação violenta. Tudo estava, enfim, preparado para um formidável banho de sangue.

Na noite de 31 de março para 1o. de abril, uma mobilização militar meio improvisada bloqueou as ruas, pôs a liderança esquerdista para correr e instaurou um novo regime num país de dimensões continentais – sem que houvesse, na gigantesca operação, mais que duas vítimas: um estudante baleado na perna acidentalmente por um colega e o líder comunista Gregório Bezerra, severamente maltratado por um grupo de soldados no Recife. As lideranças esquerdistas, que até a véspera se gabavam de seu respaldo militar, fugiram em debandada para dentro das embaixadas, enquanto a extrema-direita civil, que acreditava ter chegado sua vez de mandar no país, foi cuidadosamente imobilizada pelo governo militar e acabou por desaparecer do cenário político.

Qualquer pessoa no pleno uso da razão percebe que houve aí um fenômeno estranhíssimo, que requer investigação. No entanto, a bibliografia sobre o período, sendo de natureza predominantemente revanchista e incriminatória, acaba por dissolver a originalidade do episódio numa sopa reducionista onde tudo se resume aos lugares-comuns da "violência" e da "repressão", incumbidos de caracterizar magicamente uma etapa da história onde o sangue e a maldade apareceram bem menos do que seria normal esperar naquelas circunstâncias.

Os trezentos esquerdistas mortos após o endurecimento repressivo com que os militares responderam à reação terrorista da esquerda, em 1968, representam uma taxa de violência bem modesta para um país que ultrapassava a centena de milhões de habitantes, principalmente quando comparada aos 17 mil dissidentes assassinados pelo regime cubano numa população quinze vezes menor.


Com mais nitidez ainda, na nossa escala demográfica, os dois mil prisioneiros políticos que chegaram a habitar os nossos cárceres foram rigorosamente um nada, em comparação com os cem mil que abarrotavam as cadeias daquela ilhota do Caribe.
E é ridículo supor que, na época, a alternativa ao golpe militar fosse a normalidade democrática. Essa alternativa simplesmente não existia: a revolução destinada a implantar aqui um regime de tipo fidelista com o apoio do governo soviético e da Conferência Tricontinental de Havana já ia bem adiantada.

Longe de se caracterizar pela crueldade repressiva, a resposta militar brasileira, seja em comparação com os demais golpes de direita na América Latina seja com a repressão cubana, se destacou pela brandura de sua conduta e por sua habilidade de contornar com o mínimo de violência uma das situações mais explosivas já verificadas na história deste continente.

No entanto, a historiografia oficial – repetida ad nauseam pelos livros didáticos, pela TV e pelos jornais – consagrou uma visão invertida e caricatural dos acontecimentos, enfatizando até à demência os feitos singulares de violência e omitindo sistematicamente os números comparativos que mostrariam – sem abrandar, é claro, a sua feiúra moral – a sua perfeita inocuidade histórica.

Por uma coincidência das mais irônicas, foi a própria brandura do governo militar que permitiu a entronização da mentira esquerdista como história oficial. Inutilizada para qualquer ação armada, a esquerda se refugiou nas universidades, nos jornais e no movimento editorial, instalando aí sua principal trincheira. O governo, influenciado pela teoria golberiniana da "panela de pressão", que afirmava a necessidade de uma válvula de escape para o ressentimento esquerdista, jamais fez o mínimo esforço para desafiar a hegemonia da esquerda nos meios intelectuais, considerados militarmente inofensivos numa época em que o governo ainda não tomara conhecimento da estratégia gramsciana e não imaginava ações esquerdistas senão de natureza inssurrecional, leninista.

Deixados à vontade no seu feudo intelectual, os derrotados de 1964 obtiveram assim uma vingança literária, monopolizando a indústria das interpretações do fato consumado. E, quando a ditadura se desfez por mero cansaço, a esquerda, intoxicada de Gramsci, já tinha tomado consciência das vantagens políticas da hegemonia cultural, e apegou-se com redobrada sanha ao seu monopólio do passado histórico.
É por isso que a literatura sobre o regime militar, em vez de se tornar mais serena e objetiva com a passagem dos anos, tanto mais assume o tom de polêmica e denúncia quanto mais os fatos se tornam distantes e os personagens desaparecem nas brumas do tempo.

Mais irônico ainda é que o ódio não se atenue nem mesmo hoje em dia, quando a esquerda, levada pelas mudanças do cenário mundial, já vem se transformando rapidamente naquilo mesmo que os militares brasileiros desejavam que ela fosse: uma esquerda socialdemocrática parlamentar, à européia, desprovida de ambições revolucionárias de estilo cubano.

O discurso da esquerda atual coincide, em gênero, número e grau, com o tipo de oposição que, na época, era não somente consentido como incentivado pelos militares, que viam na militância socialdemocrática uma alternativa saudável para a violência revolucionária.

Durante toda a história da esquerda mundial, os comunistas votaram a seus concorrentes, os socialdemocratas, um ódio muito mais profundo do que aos liberais e capitalistas. Mas o tempo deu ao "renegado Kautsky" a vitória sobre a truculência leninista.

E, se os nossos militares tudo fizeram justamente para apressar essa vitória, por que continuar a considerá-los fantasmas de um passado tenebroso, em vez de reconhecer neles os precursores de um tempo que é melhor para todos, inclusive para as esquerdas?

Para completar, muita gente na própria esquerda já admitiu não apenas o caráter maligno e suicidário da reação guerrilheira, mas a contribuição positiva do regime militar à consolidação de uma economia voltada predominantemente para o mercado interno – uma condição básica da soberania nacional. Tendo em vista o preço modesto que esta nação pagou, em vidas humanas, para a eliminação daquele mal e a conquista deste bem, não estaria na hora de repensar a Revolução de 1964 e remover a pesada crosta de slogans pejorativos que ainda encobre a sua realidade histórica?

Brasília, DF, 15 de julho de 2013

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1º - PRIMEIRO RESULTADO DE: O QUE ESTÁ REALMENTE POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES - O PROJETO DE "CONTROLE DA MÍDIA" QUE O PT LANÇA NO CONGRESSO NACIONAL NO PRÓXIMO DIA 22 DE AGOSTO (AQUI)


2º - FINALMENTE O PETISMO DEU O GOLPE! CADÊ A INTERVENÇÃO MILITAR DOS COVARDES? (AQUI)


3º - BANDIDO É BANDIDO É PONTO FINAL! (AQUI)

FINALMENTE O PETISMO DEU O GOLPE! CADÊ A INTERVENÇÃO MILITAR DOS COVARDES?



Lewandowski, como presidente do TSE, interferiu em processo para ajudar o PT e a presidente Dilma. E não era função sua!!!
10/08/2013
 às 20:06
O Tribunal Superior Eleitoral sumiu com os pareceres técnicos que sugeriam a reprovação das contas do PT na época do mensalão e da campanha da presidente Dilma, em 2010. Documentos revelam que isso ocorreu por determinação do ministro Ricardo Lewandowski
Por Rodrigo Rangel, na VEJA desta semana:
Em outubro do ano passado, o Supremo Tribunal Federal monopolizava as atenções do país quando alinhavava as últimas sentenças aos responsáveis pelo escândalo do mensalão. Naquele mesmo mês, só que em outra corte de Justiça e bem longe dos holofotes, um auditor prestava um surpreendente depoimento, que jogava luz sobre episódios ainda nebulosos que envolvem o maior caso de corrupção da história. O depoente contou que, em 2010, às vésperas da eleição presidencial, foi destacado para analisar as contas do PT relativas a 2003 – o ano em que se acionou a superengrenagem de corrupção. Foi nessa época que Delúbio Soares, Marcos Valério, José Genoino e o restante da quadrilha comandada pelo ex-ministro José Dirceu passaram a subornar com dinheiro público parlamentares e partidos aliados. Havia farto material que demonstrava que a contabilidade do partido era similar à de uma organização criminosa. Munido de documentos que atestavam as fraudes, o auditor elaborou seu parecer recomendando ao tribunal a rejeição das contas. O parecer, porém, sumiu – e as contas do mensalão foram aprovadas.

Tudo bem seus otários?
Menos de dois meses depois, ocorreu um caso semelhante, tão estranho quanto o dos mensaleiros, mas dessa vez envolvendo as contas da última campanha presidencial do PT. O mesmo auditor foi encarregado de analisar o processo. Ao conferir as planilhas de gastos, descobriu diversas irregularidades, algumas formais, outras nem tanto. Faltavam comprovantes para justificar despesas da campanha. A recomendação do técnico: rejeitar as contas eleitorais, o que, na prática, significava impedir a diplomação da presidente Dilma Rousseff, como determina a lei. Ocorre que, de novo, o parecer nem sequer foi incluído no processo – e as contas de campanha foram aprovadas. As duas histórias foram narradas em detalhes pelo auditor do Tribunal Superior Eleitoral, Rodrigo Aranha Lacombe, em depoimento ao qual VEJA teve acesso. Ambas cristalizam a suspeita de que a Justiça Eleitoral manipula pareceres técnicos para atender a interesses políticos – o que já seria um escândalo. Mas há uma acusação ainda mais grave. A manipulação que permitiu a aprovação das contas do mensalão e da campanha de Dilma Rousseff teria sido conduzida pessoalmente pelo então presidente do TSE, o ministro Ricardo Lewandowski.
(…)
VEJA teve acesso a outros documentos ainda mais contundentes, incluindo mensagens eletrônicas despachadas pelo próprio Lewandowski, que revelam o empenho dele na aprovação das contas de campanha da presidente Dilma Rousseff. Faltavam dez dias para a cerimônia de diplomação da presidente eleita. Nas mensagens trocadas com assessores. o ministro, que nada tinha a ver com o processo, cujo relator era o juiz Hamilton Carvalhido. demonstra irritação com o teor do parecer que pedia a rejeição das contas — um “problemão”, nas palavras dele. “Não estamos lidando com as contas de um “boteco” de esquina. mas de um comitê financeiro de uma presidente eleita com mais de 50 milhões de votos. Se fosse assim, contrataríamos um técnico de contabilidade de bairro”, escreveu o ministro a Patrícia Landi, sua funcionária de confiança e então diretora-geral do TSE.
Em outra mensagem, em resposta a uma minuta que acabara de receber apontando justamente as irregularidades nos documentos apresentados pelo PT, o ministro estrila: “Não entendi! Qual a diferença entre faturas e notas fiscais para o efeito de prestação de contas? É uma irregularidade insanável? As despesas no têm origem? Foram fraudadas?”. Ele segue indagando: “Quais as consequências práticas dessa desaprovação? Não seria possível a aprovação com ressalvas ou essa era a única alternativa? De quem foi a decisão? Qual a repercussão desse parecer sobre a diplomação dos candidatos eleitos?”. “Quero receber explicações detalhadas por ocasião do meu retorno na quarta-feira”, arremata o ministro, em tom imperial. Diligente, Ricardo Lewandowski estava em viagem ao exterior. “Assim que voltou a Brasília, ele reuniu os chefes do setor e ordenou as alterações nos pareceres”, disse a VEJA um graduado funcionário da área técnica.
(…)

Nesta semana, o Supremo Tribunal Federal retoma a parte final do julgamento dos mensaleiros. Analisará os últimos recursos dos 25 réus condenados a cadeia. Provavelmente serão reeditados os acalorados debates entre o relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa, e o revisor Ricardo Lewandowski. que sempre defendeu a absolvição dos principais acusados.

Um e-mail de Lewandowski: interferência indevida em tom pra lá de imperial

Para ler a essa reportagem na íntegra, procure a edição desta semana de VEJA no IBA, no tablet ou nas bancas.
Por Reinaldo Azevedo

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Se danem seus merdas! Cadê a Intervenção Militar de vocês seus covardes?