Sejam Bem Vindos! O que queremos ainda Não Sabemos.O Brasil é um país onde o povo é passivo. O crime compensa. A corrupção é a mãe de todos os crimes e a impunidade embala. A bandidagem seria bem menor sem os bandidos de toga e sua máfia no STF. Aqui você tem uma ideia... lê.Tem outra ideia... relê...E muda de ideia. Assim é a mágica cura do amor e da ciência. Aqui relembramos os fatos que não podem ser esquecidos e frisamos que os que mais podem e sabem são os que nada fazem.
domingo, 5 de maio de 2013
DEONÍSIO DA SILVA
REVISITA O ÚLTIMO DIA DE STEFAN ZWEIG E LOTTE E CONTESTA A VERSÃO DO DUPLO SUICÍDIO
O tema da entrevista é Lotte & Zweig, o mais recente dos 34 livros de Deonísio da Silva. A obra revisita com olhar de repórter investigativo a morte do escritor austríaco Stefan Zweig e sua mulher Lotte, dois fugitivos do pesadelo imposto à Europa por Adolf Hitler. Amparado em pesquisas, Deonísio se vale da técnica do ficcionista talentoso para contestar a versão oficial do duplo suicídio. Nesta conversa dividida em três partes, ele descreve a tragédia ocorrida em Petrópolis em fevereiro de 1942 e reafirma que Lotte e Zweig foram executados por um comando nazista. Bom, vamos começar por esse pequeno vídeo de 4:11 minutos (aqui) que considero instrutivo como todo. Afinal foi tiro ou barbitúricos?
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Muito se falou da tal PEC – Projeto de Emenda Constitucional. Abro um parêntesis para dizer que, quem precisa se emendar são os elementos que compõem o Congresso Nacional e agem como meliantes, quando deveriam honrar os votos que lhes foram atribuídos pelo povo que, na esperança de um Brasil melhor, confiou, mais uma vez, em gente errada.
Como cidadão, sinto-me do dever de protestar e chamar a atenção daqueles que acham que não devem se intrometer em política. Oras! Vigiar os políticos é o mínimo que cada cidadão deveria fazer, afinal, somos nós que pagamos o salário de cada um dos desonestos e incompetentes que nos fazem ganhar pouco, pagar muito e sofrer em filas para não sermos atendidos nos serviços públicos básicos – saúde, segurança, justiça etc.
Voltando a PEC, ou as PECs, só para relembrar:
PEC 33 – permite que o Congresso derrube decisões do Supremo Tribunal Federal.
PEC 37 – Tira o poder de investigação do Supremo e traz de carona outros aspectos que torna a impunidade uma lei, como tudo que acontece no Brasil ultimamente – a inversão de valores.
Estes foram apenas dois dos duros golpes sofridos pelo STF. Digo apenas dois, porque tivemos, além destes, a aprovação de prazo para apresentação de embargos à condenação dos mensaleiros. Mas não para por aí!
Vejamos:
Tomou posse no Supremoo novo Ministro, Teori Zavascki, indicado por Dilma no ano passado. Somente o fato de ter sido indicado pela presidente petista já preocupa, porque tudo, agora, depende do voto do novo Ministro!
No dia 2 de maio termina o prazo de entrega dos embargos, que deverão ser entregues pelos advogados de defesa dos mensaleiros que são amigos e, abertamente, defendidos por Dilma que obedece a vontade do chefe Lula.
Caso Teori Zavascki vote contra Joaquim Barbosa, ou seja, absolva os mensaleiros, principalmente no caso de Zé Dirceu, do crime de formação de quadrilha, sua pena diminui de 10 anos e quatro meses para 8 anos e pouco. Isso, automaticamente, permite que Dirceu cumpra a pena em regime semiaberto. Dorme na prisão, mas fica livre durante o dia, como foi o caso da condenação do Genoino.
No famoso e preocupante caso Dirceu o voto condenatório foi o de Ayres Britto, que não está mais na Corte. Além disso, até o julgamento desses casos, a presidente Dilma Rousseff poderá ter nomeado um novo ministro para o lugar de Britto.
É ou não é para se preocupar?
No País da impunidade muita coisa está acontecendo para tirar e prostituir o STF que, a meu ver, deixou de ser Supremo e agora está sofrendo os golpes do PT e de todo o Congresso.
Poderemos fazer uma pequena alteração e o STF passar a ser chamado de Submisso Tribunal Federal.
Muitas especulações surgem e, chamou minha atenção uma delas!
Caso o novo Ministro Teori Zavascki vote contrário ao voto de Joaquim Barbosa, este poderá deixar o Supremo!
Claro que se trata de uma especulação apenas, mas, se isso ocorrer, confesso a todos que o melhor será mudarmos para o Paraguai, onde a implantação do comunismo foi evitada e a democracia foi reestabelecida.
Qualquer um pode notar que, os golpes que o supremo sofreu, um atrás do outro, não pode ser uma simples coincidência. Oras! Está claro que a lei está sendo golpeada diretamente, enquanto a impunidade está sendo implantada abertamente em todas as instâncias, desde bandidos que assaltam nas ruas até os maiores bandidos do País.
A população brasileira é unânime na condenação de Zé Dirceu. Porém, esta mesma população elegeu bandidos para legislarem. A velha história de colocar a raposa para tomar conta do galinheiro.
Claro que não estou, aqui, tentando depreciar a raposa, comparando-a aos porcos imundos que estão promovendo o crime através da inocentação de quadrilheiros.
E que os porcos me perdoem por usá-los, também, nesta comparação.
Num País onde milhões sofrem de fome na seca, a inflação toma conta e cresce livremente, a violência atinge índices recordes, os cidadãos morrem nos corredores dos hospitais por falta vaga e de atendimento; e tantos outros problemas tão sérios, o circo que chamam de Congresso Nacional, que já foi respeitado em outras épocas, dedica-se a rasgar a Constituição Federal, rasgar a Bíblia, destruir a Família – célula mater da sociedade – e blindar bandidos, deixando o povo na crítica situação de abandono, como diria o chefe da gang: “Nunca antes vista na história deste País”.
Pois eu afirmo uma coisa. Nunca ouvi tanto se falar em intervenção das Forças Armadas, a pedido do povo, como agora!
Não posso dizer que é uma vontade nunca vista na história deste País, porque foi exatamente o que ocorreu em 1964, quando o povo saiu às ruas e clamou pela intervenção e, como o desejo do povo é supremo, as Forças Armadas foram obrigadas a tomar o poder e evitar o mesmo comunismo que estão implantando agora.
Voltarei a falar, mais profundamente, sobre este assunto e, para finalizar, eu pergunto se você ainda pensa que política não deve ser discutida.
Já ouviu esta frase? – “Quando o povo acorda os políticos perdem o sono.”
E você?
Vai continuar sofrendo todos os reveses causados por este bando de incompetentes e desonestos que tomaram o poder?
Ou prefere despertar para esta realidade e movimentar sua família e sua comunidade?
Sua indiferença só alimentará o crime que está sendo cometido, fazendo aumentar este cheiro fétido de corrupção que está tomando conta de todas as instituições do Brasil.
Quando tudo estiver perdido, não haverá mais nenhum tribunal para defendê-lo, pois ele estará tão submisso quanto você.
Então, você lembrará que antes havia um tribunal supremo e dele nada restou. Ao mesmo tempo, poderá observar os novos bilionários que ontem não tinham nada, mas enriqueceram do dia para a noite, passando a governar sua vida e seguir cada passo seu. Eles obrigarão você, simples cidadão comum, a adorá-los, sem direito de contradizê-los, como ocorre em Cuba e na Venezuela.
Até a próxima.
Osvaldo Aires Bade Comentários
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sexta-feira, 3 de maio de 2013
A CONQUISTA DA EUROPA PELO ISLÃO
SUNDAY, MAY 20, 2012
(a partir de um texto de António Justo)
" Muçulmanos salafistas usam uma estratégia de infiltração eficiente em diversos meios, especialmente, na arte, Internet e juventude para uma islamização sistemática nas rigião dos incrédulos (kuffar). Com a sua guerra santa pretendem fomentar o islão com a sharia (direito muçulmano) na Europa, querendo que a Europa volte á Idade Média. Querem distribuir gratuitamente na Alemanha, Áustria e Suiça, alegadamente 25 milhões de livros do corão. Esta inventiva árabe visa radicalizar especialmente muçulmanos moderados (na Alemanha há um número superior a 4 milhões de muçulmanos) e recrutrar principalmente jovens europeus desorientados.
Em acções de 2 fins de semana, em zonas de peões da Alemanha, já distribuíram 300 000 livros. Os resultados da agressão ideológica já se fazem sentir no radicalismo das manifestações na rua.
Emigram para um mundo que consideram inimigo e vêem-no como sua zona de combate. Lutam por uma espécie de califado europeu, onde não se deve aplicar o direito Ocidental mas sim o da sharia (in Der Spiegel nº 17/23.4.12); organizam-se em redes como a "Millatu-Ibrahim (comunidade de Ibrahin) na Alemanha, fundada por Mahmoud e pelo ex-rapper Cuspert; tornam-se muito eficientes através da infiltração em mesquitas moderadas. Com os seus songs, Cuspert consegue atingiros sentimentos da juventude em textos como " O teu nome corre em nosso sangue" referentes a seus ídolos, entre eles, Bin Laden. Muitos vivem da ajuda da assistência social do estado como refere o jornal Stuttgarter Nachriten no caso do pregador salafista Ibrahim Abou-Nagie que receberá para ele e família entre 2300 e 2500 euros por mês. Ele terá sido, segundo afirmou, o iniciador da acção da distribuição dos livros do corão.
Os salafistas usam o âmbito da liberdade europeia para missionar uma sociedade que consideram incompatível com a sua e em que a sua fonte de guerra é o mundo cristão. A nossa arma é a Internet, afirmam os salafistas que se consideram a elite da religião maometana. Na Alemanhã hé entre 3000 e 5000 salafistas recrutados geralmente da segunda e terceira geração de emigrantes. Têm figuras ideais com o ex-pugilista Pierre Vogel e personalidade ligadas à al-Qaida. Tal como os extremistas nazis, encontram-se sob observação do Estado.
O estado sente-se de mãos atadas perante adversários da sociedade ocidental, como os salafistas. Desde que saibam empacotar a sua mensagem de maneira a não apelar directamente á violência, as autoridades não podem fazer nada, embora conheçam a cena de extremistas que preparam atentados como o de Frankfurt em que 2 soldados americanos foram mortos por um companheiro de Mahmoud. Der Spiegel cita Mahmoud, o qual afirma que a diferença entre os seus inimigos e os muçulmanos crentes, é: " Eles amam a vida e nós a morte"
Os salafistas são a ponta de lança dos Wahabis da Arábia Saudita. Por toda a parte se observa o aumento da radicalização de grupos islâmicos que antes eram mais tolerantes. O povo Indonésio que antes tinha uma tradição pacífica, tem sido influenciado por forças muçulmanas radicais árabes. Tem-se observado nas últimas décadas, uma radicalização da sociedade indonésia em que muçulmanos que tinham nomes hindus abdicam do seu nome de tradição hindu para assumirem nomes árabes, e aniquilam indígenas de Papua, transplantando muçulmanos para esta região, seguindo a política dos colonos como faz a China no Tibet. É preocupante observar como tradições culturais de zonas geográficas amenas abdicam da sua alma afável para adquiriram as aspereza cultural nómada do deserto. A Arábia Saudita, O Irão, o Paquistão e o Afeganistão têm sido os maiores incrementadores do extremismo árabe.
São tendências que a História corrige mas a custo de grande tributo. Segundo previsões da CBN, no ano 2030, a maioria da população de Bruxelas será muçulmana. Aber Imran, chefe do grupo Sharia 4 Belgium afirma: A Democracia é contrária ao islão" e allah é quem diz " o que é proibido e permitido".
Grupos moderados de muçulmanos não se levantam contra os salafistas nem contra os terroristas muçulmanos porque estes se fundamentam no corão e para os contradizeram entrariam em contradição com o corão.
Os salafistas no Egipto (Partido da Luz) conseguiram 30% dos votos. Todo o Norte de África se encontra a caminho duma radicalização nunca vista."
Muçulmanos Interferem no Destino e no Futuro dos Franceses
TUESDAY, MAY 8, 2012
" A muçulmanada de bois imigrantes na França votou em
força no dhimmi xuxialista François Hollande. Daí a sua vitória e apenas 18% de
abstenção nestas eleições. Isto comprova que mais de 5,5 milhões de islamitas
que hoje conspurcam a sociedade francesa também votaram, e o seu peso tombou as
tendências inicialmente favoráveis a Sarkozy.
Nicolas Sarkozy sempre lutou contra a invasão muçulmana da
França e sempre condenou os atritos conflituosos e as agressões que estes
cometem contra os cidadãos franceses. Sarkozy está bem consciente do perigo que
representam os islâmicos para a sociedade e identidade nacional.
Portanto, conclui-se que estes preocupantes 5,5 milhões de
muçulmanos, em próspera reprodução multiplicativa, já forçaram a embarcação a
adornar para um dos lados. Agora imagine-se quando eles forem o dobro, dentro
de poucos anos, e o que conseguirão fazer para afundar o barco da democracia
cristã e passarem a vergar a França à sua medida!!!"
Osvaldo Aires Bade Comentários
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É bom saberem que tem bairros na França que já estão admitindo a Sharia e a polícia francesa não entra. Assim como os muçulmanos não precisão de autorização para fazerem passeatas/manifestações na França - todo mundo precisa menos o Islã.
O PT ESTÁ ISLAMIZANDO O BRASIL!!!
O mal progride rapidamente – a porta é larga!!! (aqui)
LIBERDADE DE
IMPRENSA AINDA ESTÁ AMEAÇADA NO BRASIL
Mordaça em ação – Apesar de viverem numa democracia há mais 28 anos, os jornalistas brasileiros ainda encontram dificuldades para exercer livremente a profissão. Somente em 2013, quatro profissionais da imprensa foram assassinados no Brasil.
Segundo ONGs especializadas no assunto, outros problemas enfrentados pelos jornalistas brasileiros são a proibição de vincular notícias sobre determinadas pessoas, a alta concentração da propriedade dos meios de comunicação e a relação próxima entre donos de veículos de comunicação e políticos.
Em 2013, o Brasil caiu nove posições no ranking de liberdade de imprensa da organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF), ficando em 108º lugar numa lista que conta com 179 países.
O Brasil também ficou em décimo lugar no Índice de Impunidade de 2013, organizado pelo Comitê para Proteção de Jornalistas (CPJ) e divulgado nesta quinta-feira (02/05), véspera do Dia Mundial da Liberdade de Imprensa. O índice aponta os países onde jornalistas são assassinados com regularidade e onde esses casos permanecem sem solução. Quanto mais elevada a colocação, pior a situação no país.
O índice é baseado em crimes cometidos entre os anos de 2003 e 2012 e que permanecem na impunidade. Nesse período, há nove casos de assassinatos de jornalistas ainda não resolvidos no Brasil. Segundo o CPJ, desde 2010 o país não registrou nenhuma nova condenação. Repórteres do interior do país estão em situação especialmente vulnerável.
Em 2012, com quatro jornalistas assassinados por causa do seu trabalho e dois obrigados a deixar o país após receber ameaças por investigarem casos envolvendo policiais, o Brasil ficou na quinta posição na lista dos países mais perigosos para se exercer a profissão de jornalista, segundo a RSF.
Exílio para proteção
Depois de 22 anos de profissão, o jornalista Mauri König, da Gazeta do Povo de Curitiba, foi um dos dois profissionais da área obrigados a deixar o país no final do ano passado depois de receber ameaças. König é um jornalista investigativo que recebeu o Prêmio Internacional de Liberdade de Imprensa do CPJ, em 2012.
As ameaças contra o jornalista, que também é diretor da Associação Brasileira de Jornalismo Investigativo (Abraji), ocorreram em dezembro, após a publicação de uma série de reportagens intitulada Polícia Fora da Lei, na qual König denuncia abusos cometidos por policiais, como o uso privado de viaturas por chefes da corporação para ir a bordéis.
Após as ameaças, König contou com o apoio do CPJ, do Instituto Imprensa e Sociedade (do Peru) e do jornal onde trabalha para conseguir deixar o país. O jornalista ficou dois meses escondido no Peru e, em fevereiro deste ano, voltou para o Brasil e retomou o trabalho. Ele contou à DW Brasil que as investigações não descobriram os autores das ameaças.
O jornalista foi obrigado a alterar a sua rotina para evitar que algo de ruim aconteça. “Aparentemente está tudo tranquilo, mas não se pode relaxar. Estou sempre atento a qualquer coisa estranha”, afirma König.
O jornalista atribuiu duas razões principais ao aumento das ameaças feitas contra jornalistas: a crescente quantidade de reportagens investigativas e a impunidade. “Mais gente vai ter os seus negócios obscuros revelados e mais gente, portanto, estaria disposta a ameaçar, a agredir ou até matar jornalista para não ter essa situação exposta”, ressalta König.
Com relação à impunidade, König diz que, de modo geral, os crimes não costumam ser resolvidos no país, e isso gera a sensação de que os autores não serão descobertos. “A polícia brasileira costuma se empenhar mais em crimes que têm grande repercussão na imprensa, e nem sempre os crimes contra jornalistas ganham destaque na mídia. Parece uma coisa paradoxal, mas é que, nesses casos, não existe corporativismo entre os jornalistas. Por isso, boa parte esses crimes acaba caindo no esquecimento.”
Outros problemas
Além da impunidade, o diretor do escritório para as Américas da Repórteres Sem Fronteiras, Benoît Hervieu, cita outros fatores que contribuem para o enfraquecimento da liberdade de imprensa no Brasil, como o modelo econômico do setor de comunicação. Frequentemente donos de jornais estão envolvidos com a política ou dependem da publicidade oficial.
“Quando o dono de um meio também é político ou depende da publicidade oficial, o jornalista sofre pressão política e econômica e tem a obrigação de falar o que o proprietário desse meio determina. Essa dependência econômica faz com que a imprensa não seja independente politicamente”, ressalta Hervieu.
Ele afirma ainda que a censura prévia é também um grande problema no Brasil e cita o exemplo do jornal O Estado de S. Paulo, que há três anos está proibido de publicar assuntos que incomodem a família Sarney. “Um jornal como o Estadão pode assumir os custos de processos judiciais, mas isso pode ser a morte para um veículo médio ou para um blogueiro. No Brasil, existe um risco para a liberdade de informação, porque a ofensiva judicial é impressionante”, relata.
Além disso, para o especialista, há um conflito de interesses quando os donos de meios de comunicação são, na condição de legisladores, os mesmos que estabelecem as regras para esse setor, o que pode limitar a entrada de novos veículos no mercado, impedindo a ampla participação da sociedade.
Mas, segundo Hervieu, apesar de o Brasil ter ficado pela primeira vez antes do México no número de jornalistas mortos, ainda há no país um esforço para tentar resolver esses crimes, e isso não acontece em outros locais.
Soluções práticas
Apesar de ser apenas um começo para melhorar a situação da imprensa, algumas medidas já estão sendo tomadas no Brasil. Em outubro de 2012, a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República criou o Grupo de Trabalho sobre Direitos Humanos dos Profissionais de Comunicação, composto por representantes do governo e de entidades do setor.
O grupo analisará e encaminhará denúncias de violência contra profissionais de comunicação no exercício da função aos órgãos competentes, além de acompanhar os desdobramentos do caso. Outra função do grupo é propor ações e políticas públicas para garantir a proteção de jornalistas.
König participou da primeira reunião do grupo e avalia positivamente a iniciativa. Além do grupo, há uma proposta de lei em tramitação na Câmara dos Deputados que pretende reservar à Polícia Federal a investigação de crimes cometidos contra profissionais de imprensa.
“Com a federalização da investigação desses crimes, grupos locais teriam uma dificuldade muito maior de pressionar para arquivar as investigações. Acho o grupo de trabalho e a proposta de lei bem práticos. Eles podem ajudar muito”, declara König. (DW)
Osvaldo Aires Bade Comentários
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EM MATÉRIA DE LEWANDOWSKI, BOM MESMO É O DO BORUSSIA DORTMUND
às 21:49Este Lewandowski é leal às regras do jogo. E marca gols a favor…
Lewandowski por Lewandowski, os que gostam de futebol, como gosto, preferem o do Borussia Dortmund. O nosso, do STF, faz muito gol contra e chuta a bola pro mato. Em breve, também os apreciadores da ciência do direito vão preferir o jogador polonês, que nasceu em Varsóvia, em 1989. Afinal, joga de acordo com as regras.
Por que isso? Os advogados dos mensaleiros não querem que Joaquim Barbosa seja o relator daquilo que apresentaram, impropriamente chamado de “embargos de declaração”. Escrevo “impropriamente” porque nunca antes na históriadestepaiz se viram embargos como aqueles. O que a banca está pedindo é a anulação do julgamento.
Lewandowski, vice-presidente do tribunal e revisor do processo do mensalão, foi indagado pela imprensa a respeito. Até como deferência ao colega, que está sendo contestado de maneira um tanto bucéfala, deveria ter-se calado. Bastaria que dissesse: “Só me manifesto em plenário”. Ele até disse algo parecido. Mas aí veio a vontade brilhar…
Este Lewandowski parece mais vaidoso do que o seu homônimo goleador. Os holofotes parecem atraí-lo ainda mais. E deitou falação, segundo leio na Folha, em texto de Felipe Seligman e Márcio Falcão:
“Só vou me manifestar em plenário. É uma matéria que vai ser discutida em plenário. Se for alegada, terá de ser examinada. Ele pode até eventualmente decidir monocraticamente, mas de toda decisão monocrática cabe sempre agravo regimental [recurso] ao plenário, como nós todos sabemos”.
Comento Trata-se de um absoluto despropósito. Em primeiro lugar, não quero entrar em minudências, há, sim, decisões que cabem ao presidente. De toda sorte, não cabe ao vice-presidente do tribunal ficar cantando o jogo ou mesmo, como é o caso, ficar dando dicas à defesa. Nota-se pela fala que, desde já, o nº 2 se coloca como o contraponto do nº 1, a quem se refere como “ele”. Muito bem! E se algum ministro, agora, discordar de Lewandowski? Deve também dar a sua opinião? Vai se fazer o debate de plenário na imprensa? Um despropósito total!
Mas prestem atenção a este outro trecho da matéria, que aponta para manobras procrastinadoras. Se a objetividade é a marca do Lewandowski goleador, a do nosso ministro parece ser o toquinho para o lado, quem sabe a bola sempre passada para trás. Segue trecho da Folha em vermelho:
Segundo Lewandowski, o relator terá que definir se os recursos apresentados pelos 25 condenados serão analisados em conjunto ou de forma isolada. Barbosa tem indicado que dele levar ao plenário de forma conjunta. “Tecnicamente é possível julgar separadamente, não há nenhuma razão técnica que obrigue a julgar todos os embargos de uma vez só”, completou Lewandowski.
Então tá. Vou aqui aplicar o que costumo chamar de leitura “borgeana” do texto — referência a Jorge Luis Borges: com alguma frequência, uma mensagem pode dizer o contrário do que pretendeu o emissor. Se, segundo o nosso emérito goleador do contra, “não há nenhuma razão técnica que obriga a julgar todos os embargos de uma vez só”, há de se concluir que não, por óbvio, que também “não há nenhuma razão técnica que obrigue a votar os embargos separadamente”, certo?
Eu conheço a boa terra de São Bernardo, onde LewandowskI se formou intelectualmente. Também há lógica por lá. Em algum momento, o ministro e ela se cruzaram, tenho certeza.
Encerro
“Peguem no pé de Lewandowski”, gritava inutilmente José Mourinho, técnico do Real Madri, especialmente no primeiro jogo. “Pare de pegar no pé de Lewandowski”, protestam os petistas, que sempre o têm como a última esperança de um gol contra a punição dos mensaleiros. Não estou pegando no pé de ninguém. O que não é possível é ele, como membro do tribunal, querer dividir os holofotes no mesmo palco em que estão os advogados dos mensaleiros. Estes, afinal de contas, cumprem o seu papel, ainda que, a meu juízo, não primem por um desempenho exemplar no que concerne à arte da representação do direito. Mas Lewandowski, o ministro, está fora do lugar.
Por Reinaldo Azevedo
Osvaldo Aires Bade Comentários
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LOBÃO DESCASCA MANO BROWN, DILMA, O PT E MAIS UM POUCO. E ACONTECE O ÓBVIO: VIRA ALVO DA AL QAEDA ELETRÔNICA NAS REDES SOCIAIS
Vejam esta imagem com este texto, extraídos da Folha de S. Paulo. Volto em seguida.
02/05/2013
às 20:33
A fala é do cantor e compositor Lobão, referindo-se a Mano Brown e aos tais Racionais MCs em entrevista concedida à Folha. Ele descascou, como se vê, aquela mistura de Kant, Schopenhauer e Robin Hood putativo dos segundos cadernos dos jornais paulistanos. É bem verdade que Brown, este coroa que se nega a envelhecer, torna, finalmente, a luta de classes compreensível para a imprensa militante de Higienópolis, Vila Nova Conceição. Vila Madalena e Alto de Pinheiros. Daí ser tão apreciado.
Estive com Lobão uma única vez. Ele me convidou para um programa de debates na TV de que era mediador. Não é meu amigo. Discordamos, quero crer, sobre uma penca de coisas. Mas eu já escrevi aqui que admiro a sua coragem. Sei conviver com a divergência. Aprecio, no fim das contas, quem rejeita o pensamento de manada, que fala em seu próprio nome, não no de uma suposta coletividade de “homem bons”. Retrato do músico Lobão em terreno ao lado de sua casa em São Paulo
Lobão falou sobre muitos outros assuntos: criticou Dilma e a comissão da verdade, apontou as imposturas dos petistas, afirmou, no que está correto, que há ditaduras avançando América Latina afora… Mas não deu outra! Está apanhando mesmo nas redes sociais por conta do que afirmou sobre Mano Brown e os Racionais. Há outro trecho a respeito. Leiam:
“Os Racionais são o braço armado do governo, são os anseios dos intelectuais petistas, propaganda de um comportamento seminal do PT. Não acredito em cara ressentido. Emicida, Criolo, todos têm essa postura, neguinho não olha, não te cumprimenta. Vai criar uma cizânia que nunca teve, ódios [raciais] estão sendo recrudescidos por razões históricas que nunca aconteceram aqui. Estão importando Black Panthers, Ku Klux Klan. Tem essa coisa de “branquinho, perdeu, vamos tomar seu lugar”. Como permitem esse discurso?”
O músico Lobão na inauguração do Espaço Mofarrej em SP Retomo
Já escrevi aqui vários posts sobre as boçalidades habitualmente ditas pelo líder dos Racionais MCs. A cada vez que toco no nome desse sujeito, lá vem uma penca de ofensas e, sim!, de ameaças mesmo. Ele, claro!, não pode ser responsabilizado por isso, mas sabe muito bem os sentimentos que mobiliza, uma vez que a sua fala, com alguma frequência, justifica atos criminosos.
Em setembro de 2007, escrevi o texto mais duro. Ele concedera, então, uma entrevista ao programa “Roda Viva”, da TV Cultura. Diante de um grupo de jornalistas, disse barbaridades que Marcola, o líder do PCC, não teria coragem de dizer. E não é que se tenha feito apenas um silêncio cúmplice. Ao contrário: a reação de boa parte dos que o ouviam, especialmente de Maria Rita Kehl, psicanalista que está na Comissão da Verdade (!?), era de admiração, glorificação, gáudio. Foi um momento asqueroso.
Reproduzo, em vermelho, uma sequência daquele programa. Prestem atenção:
O músico Lobão participa de entrevista coletiva no Hotel Stream, em Ribeirão Preto O grande momento do programa veio na seqüência. Numa pergunta oportuna, Paulo Lima quis saber: “E o que está acontecendo em Brasília? É um negócio em que você presta atenção, essa movimentação toda, esses escândalos de corrupção, você se liga nisso, acompanha de perto?
Brown – Não de perto, mas acompanho.
Lima – O que você está achando, por exemplo, da forma como o presidente Lula tem se posicionado diante dessas confusões envolvendo o PT, dessa denúncias de corrupção envolvendo o PT, dessas denuncias de corrupção e tal? Eu vi uma entrevista sua aqui dizendo que, talvez, o Lula estivesse melhor fora daquela cadeira de presidente, que, na sua opinião, é a cadeia mais solitária do país. Queria que você falasse um pouquinho do Lula especificamente.
Brown - É, eu gosto do Lula, sou eleitor do Lula, apóio o Lula, falo bem do Lula em qualquer lugar e não espero benefício por isso. Não conto com benefício do Lula ou que venha do PT. Se vier, firmeza, mas eu não espero por isso. Eu acho que o Lula é um cara que veio de baixo, certo? ELE SABE QUE DAR A CABEÇA DOS AMIGOS DELE PARA OS INIMIGOS, ELE NÃO VAI DAR. ELE VAI ESPERAR A JUSTIÇA SE FAZER POR CONTA PRÓPRIA. ELE ESTÁ SE POSICIONANDO CERTO. ACHO QUE NÃO É DA ÍNDOLE DELE ENTREGAR UM AMIGO DELE QUE DEU MANCADA, ENTENDEU? Ele não faria isso. Ele sabe o que é que é isso. Ele não faria isso. Agora, ele vai deixar descobrir. Se descobrir, é pau no gato, é lamentável.
Na seqüência, o petista Paulo Lins tomou a palavra para lembrar que a corrupção está em todos os Poderes – não só no Executivo, claro, claro – e em todos os lugares, inclusive entre empresários, jogadores de futebol. E Lins queria saber (na verdade, já respondia) se é muito difícil falar a uma criança pobre que ela tem de ser honesta.
Brown – Eu chego a dizer que eu nem considero ele [o ladrão] desonesto. Diante da realidade e das armas que eles têm pra lutar, das armas que eles aprenderam como meio de sobrevivência, eles são honestos. EU TENHO CERTEZA DE QUE, COM OS PARCEIROS DELES, ELES SÃO HONESTOS; COM A FAMÍLIA DELES, ELES SÃO HONESTOS; COM OS MANO QUE TÁ PRESO, ELES SÃO HONESTOS, TÁ LIGADO? Eles são honestos com quem é honesto com eles. QUANDO VOCÊ FALA QUE UM ASSALTANTE DE BANCO É DESONESTO, VOCÊ TEM DE OLHAR PARA A SOCIEDADE… SE A NOSSA SOCIEDADE É HONESTA. EU COSTUMO FALAR PARA OS MANO, QUANDO A GENTE TÁ CONVERSANDO, QUE A NOSSA SOCIEDADE É CRIMINOSA, É OMISSA; ELA É CEGA QUANDO QUER, SURDA QUANDO QUER. Omissão é crime. Na categoria de criminosos, tá todo mundo na mesma, é igual.
O cantor Lobão em 1985
Voltei
Comecemos pelo fim. Entenderam? Para Brown, o que importa é que os bandidos sejam “honestos” com os próprios bandidos e com as respectivas famílias. Todo o resto seria permitido já que, segundo o nosso pensador, a sociedade também não é lá grande coisa. Alguém duvida de que o assassino de Victor Hugo Deppman e da dentista Cinthya se enquadram no modelo de Brown? Sobre Lula, a resposta vai acima. Uma das virtudes que ele vê no companheiro é a cumplicidade com os amigos, não é? Brown faz parecer que o governo é um ajuntamento de pessoas que têm de ser fiéis à gangue. Não deixa de fazer sentido.
Lobão está sendo, é claro, demonizado, satanizado, espicaçado na rede. Mas ele conhece bem esse meio e certamente sabia o que o espera. Encerro com outro trecho de sua entrevista:
“Esses que estão no poder, Dilma, Emir Sader, Franklin Martins, Genoíno, estavam na luta armada. Todos esses guerrilheiros estão no poder. Porra, alguma coisa está acontecendo! Em 1991, só tinha um país socialista na América Latina, hoje são 18. São neoditaduras pífias. A Argentina é uma caricatura, o Evo Morales, o Maduro. Vão deixar o comunismo entrar aqui? É a mesma coisa que botar o nazismo. A América do Sul está se tornando uma Cortina de Ferro tropical. Existe uma censura poderosíssima perpetrada por uma militância de toupeiras. Quem está dando golpe na democracia são eles, o PT está há dez anos no governo.”
O cantor Lobão preso no Ponto Zero, no Rio de Janeiro Quando um cantor e compositor enxerga a evidência que os intelectuais do complexo Pucusp se negam a ver, algo está muito errado no… Complexo Pucusp e no país. Não que um roqueiro esteja impedido de ter essa visão da realidade e de fazer avaliações sensatas. Mas convenham: um artista, em essência, é pago para divertir e para se divertir. Eu ainda acredito que a função primeira da arte é a fruição. Como mais elaboração em alguns casos, com menos em outros, acho que é a gratuidade do belo (ainda que do “belo horrível”) o diferencial da dimensão estética. O que quero dizer é que Lobão pode, mas não é obrigado, a pensar. A zerda no Brasil é que os intelectuais, estes sim, estão obrigados a pensar, mas, no momento, não podem porque se tornaram meros esbirros do poder
Fernando Henrique Cardoso cumprimenta Lobão no camarim, após show do cantor no Olympia, em São Paulo; fotografia reproduzida no livro "Fotossíntese", da colunista Joyce Pascowitch
Em livro, Lobão ataca artistas e políticos, como Racionais, Roberto Carlos e Dilma
LUCAS NOBILE DE SÃO PAULO
Lobão não para de falar. Aos 55 anos, volta a anarquizar a cena cultural brasileira.
Retrato do músico Lobão em sua casa na cidade de São Paulo
Com tiragem de 40 mil exemplares --o anterior saiu com 10 mil--, o livro traz duras críticas a figuras dos meios artístico e político do país.
Para a feitura do livro, que demorou sete meses, o compositor diz ter lido mais de 60 obras --de Slavoj Zizek a Olavo de Carvalho e "tudo sobre a Semana de Arte de 1922"-- para sustentar argumentos.
Em "Manifesto do Nada na Terra do Nunca", Lobão defende que as ideias propostas na Semana de 1922 acabaram por moldar todo o pensamento cultural brasileiro até os dias de hoje, influenciando movimentos posteriores, como o cinema novo, o concretismo e a tropicália.
Ele argumenta que a antropofagia, base da Semana de 22, que defendia uma arte brasileira que bebesse das vanguardas estrangeiras, não passava de mero nacionalismo.
O cantor Lobão durante apresentação
Ao longo de quase 300 páginas, quase ninguém escapa da mira de Lobão.
A presidente Dilma Rousseff é chamada de "torturadora" --em capítulo cujo título é "Vamos Assassinar a Presidenta da República?"--, Roberto Carlos, de "múmia deprimida" e os Racionais MCs, de "braço armado do PT".
Além disso, ele explica sua briga com os organizadores do festival Lollapalooza, no ano passado, quando desistiu de se apresentar por ter se considerado subestimado.
O cantor Lobão em seu apartamento em Ipanema, no Rio de Janeiro
Lobão diz que sua apresentação na Virada Cultural, em maio, será um termômetro da reação do público. "Quando escrevia o livro, tive medo de ser 'simonalizado' [referência a Wilson Simonal], tachado de reacionário. Vamos ver se terei espaço para trabalhar."
O cantor e compositor Lobão em 1999
Osvaldo Aires Bade Comentários
Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook
O DISCURSO DAS ESQUERDAS PARA JUSTIFICAR MATANÇA!
Sou marginal porque meu pai um dia não me disse bom dia. sou marginal porque levei um pisão no meu pé sem querer no metro. sou marginal porque não tenho tv de tela plana e a sociedade vai pagar por isso. cambada de assassinos vou matar todos.
Retrato do músico Lobão, em seu estúdio em Perdizes (SP)
A grande maioria dos que tem se manifestam no Brasil defendem o crime (clique)