sábado, 20 de abril de 2013

DIREITO CIVIL - CONCURSO PÚBLICO - STF

CURSO: CÓDIGO CIVIL - PARTE GERAL

PROFº FLÁVIO TARTUCE

VÍDEO ENVIADO PARA O YOUTUBE  EM 14/10/2009
Enviado em 14/10/2009
O professor Flávio Tartuce dá um curso sobre a parte geral do Código Civil no programa Saber Direito, da TV Justiça. Dentre os temas abordados estão as principais questões relacionadas com a pessoa natural, os pontos relativos aos direitos da personalidade, alguns tópicos sobre dano moral da pessoa jurídica, além de uma análise dos três princípios do Código Civil de 2002: eticidade, socialidade e operabilidade. Alguns pontos são particularmente destacados pelo professor, como a desconsideração da personalidade jurídica, tema de grande importância na prática das grandes teorias adotadas tanto pelo Código Civil quanto pelo Código de Defesa do Consumidor, que são duas teorias com tratamentos distintos.

AULA 1/5: PESSOA NATURAL


AULA 2/5: PESSOA JURÍDICA


AULA 3/5: DOS BENS


AULA 4/5: NEGÓCIO JURÍDICO


AULA 5/5: PRESCIÇÃO E DECADÊNCIA

DIREITO CONSTITUCIONAL - CONCURSO PÚBLICO -

STF

CURSO: TEORIA GERAL DA CONSTITUIÇÃO

PROFESSOR FLÁVIO MARTINS

PUBLICADO EM 08/04/2013

AULA 1: CONSTITUCIONALISMO E NEOCONSTITUCIONALISMO


AULA 2: CONSTITUIÇÃO - ELEMENTOS E CONCEITOS


AULA 3: CONSTITUIÇÃO - ESTRUTURA E PRINCÍPIOS


AULA 4: ESPÉCIES DE CONSTITUIÇÃO


AULA 5:  RIGIDEZ CONSTITUCIONAL



CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES


Aconteceu no dia 11 de janeiro do Ano da Graça de 2009. O Estado de S. Paulo— jornal de tradição e glórias mil, cujo apreço pelas liberdades públicas custou a seus comandantes o exílio e a mais odienta perseguição política — publicou, enfim, um artigo que faz a defesa teórico-filosófica do terrorismo. É UM MARCO NA IMPRENSA BRASILEIRA. Assim, o editor do jornal-símbolo da luta contra AS DITADURAS que permitiu tal publicação cruzou a linha do que, até então, entendíamos eu e muitos outros, era impossível. ALGO SE QUEBROU PARA SEMPRE. Agora, é bem possível que, no Estadão, TUDO SEJA PERMITIDO. E, se é no Estadão, devemos temer que outros veículos sigam o seu mau exemplo. JÁ É PERMITIDO, NOS ESPAÇOS QUE AS ESQUERDAS DO COMPLEXO PUCUSP CHAMAM “IMPRENSA BURGUESA”, DEFENDER AS VIRTUDES DA VIOLÊNCIA E DA MORTE COMO EXERCÍCIO CRIATIVO.

Ah, mas do que estou falando, hein, leitor?

No domingo, no Caderno Dois do Estadão, Valdimir Safatle, professor de filosofia da USP, assina uma resenha de duas coletâneas de textos organizadas por Slavoj Zizek: um volume reúne textos do grande humanista Mao Tse-Tung, aquele que matou 70 milhões de pessoas enquanto no poder (Sobre a Prática e a Contradição). Outro traz textos de Robespierre (Virtude e Terror). Safatle não quis ficar atrás dos resenhados, seja o autor da coletânea, sejam os autores dos textos originais, e fez a sua própria apologia do terrorismo. Não é de hoje que ele tem uma particular (na USP, nem tanto) compreensão do terrorismo, como demonstrarei daqui a pouco. Para quem não conhece, Zizek é um sociólogo e filósofo esloveno, autor de vários livros traduzidos no Brasil, e uma das referências dos radicais de esquerda. Quer-se um renovador do pensamento marxista, operando no que seria a interface (argh!) entre o marxismo e psicanálise. Mas vamos à resenha de Safatle, que segue em vermelho, com comentários meus, em azul.

Invenção do terror que emancipa
Eis o título. Que já não esconde o que pretende. “Terror que emancipa” é, por si mesmo, uma formulação imoral.

Há algum tempo, vemos as livrarias serem palcos de um assalto conservador à cultura. Um desavisado poderia imaginar estar em plena época da Guerra Fria, haja vista a quantidade de livros de propaganda anticomunista, de revisionismo histórico e de divulgação de ideologia conservadora que assolam as prateleiras de filosofia e ciências humanas.Ainda que houvesse essa grande produção conservadora — é uma mentira! —, reparem que ela seria um “assalto” a “assolar” as prateleiras. Os conservadores, nessa perspectiva, precisam, claro, ser contidos. São uns vândalos. A civilização está, como veremos, com os terroristas e seus defensores.

Estudos sobre o “sanguinário” Lenin convivem harmoniosamente com elogios ao grande passado imperial da nação brasileira, análises sobre a luta milenar entre os “terroristas” e os defensores da modernidade esclarecida e críticas conservadoras à solidão ontológica do homem contemporâneo com direito a citações de Ratzinger. O conjunto pode parecer heteróclito, mas, infelizmente, não é. Eles são peças de um jogo de xadrez cujo objetivo consiste em impor uma extensa agenda conservadora no campo da reflexão e tirar de cena discussões fundamentais para a crítica cultural e sociopolítica produzidas no calor das lutas e revoluções que fizeram a história do século 20.Viram só? Safatle é do tipo que põe aspas nas palavras para que elas passem a significar o contrário do que significam ou para lhes denunciar a falsidade imanente. Assim, quando ele, ironicamente, se refere ao “sanguinário” Lênin, quer nos dizer que o facínora não era, então, sanguinário. Quando põe aspas em “terroristas”, está dizendo que terroristas não são. Risco mesmo ele vê nos pensadores que citam Ratzinger. Até aqui, vá lá, é a delinqüência intelectual de sempre das esquerdas. E NOTEM QUE ELE AINDA NÃO DISSE NADA DOS LIVROS QUE SE PROPÔS A RESENHAR. Que se danem os livros! Ele tem uma tese, e os volumes servem apenas de pretexto.


Tratamento comum - ácido. Faces do Islã (aqui)

Nesse sentido, a tradução, pela Jorge Zahar, de duas coletâneas organizadas por Slavoj Zizek com textos de Mao Tsé-tung (Sobre a Prática e a Contradição) e de Robespierre (Virtude e Terror, tradução de José Maurício Gradel, 236 págs., R$ 39,90) é extremamente bem-vinda. Figura maior da renovação do pensamento de esquerda, com Alain Badiou, Giorgio Agamben, Ernesto Laclau e Judith Butler, Zizek conseguiu renovar as articulações entre psicanálise e marxismo através de recursos sistemáticos à Jacques Lacan e às figuras maiores do idealismo alemão (Hegel, Schelling, além de uma versão peculiar do sujeito transcendental kantiano). Esse projeto, traçado desde seu O Mais Sublime dos Histéricos: Hegel com Lacan (Zahar), publicado entre nós no início dos anos 90, foi sendo paulatinamente aprofundado até chegar à maturidade com seus dois livros principais: The Ticklish Subject e Visão em Paralaxe (Boitempo).Nesse ponto, Safatle enche lingüiça (a minha, ainda com trema…), engrolando um fácil falar difícil, prática que se estende ao parágrafo seguinte, e omite um dado essencial: Zizek é um “filósofo” empenhado na reabilitação do comunismo — excluindo-se, claro, todos os seus defeitos…

Nesse trajeto, Zizek procurou tirar as consequências de seu projeto filosófico-psicanalítico no campo político. Operação feita por meio da reflexão sobre os problemas legados pela noção de “política revolucionária” em textos de Lenin, Trotsky, Lukács e, agora, Mao e Robespierre lidos à luz da noção de “ato analítico”, de Lacan. Assim, longe de ser uma simples retomada de tais textos e de conceitos como: crítica da democracia formal, ditadura do proletariado, luta de classes, antagonismo social, violência legítima, Zizek procura estabelecer uma articulação original entre política e teoria do sujeito.A vigarice intelectual não tem limites. Recorre-se a categorias lacanianas, como ficará claro mais adiante, para se justificar a ação terrorista.

Podemos dizer isso porque se trata de interrogar o sentido da ação revolucionária no interior do projeto moderno de reconhecimento das exigências de uma subjetividade que não pode ser compreendida nos quadros normativos do humanismo.

Tirado o glacê da linguagem supostamente filosófica — é só texto ruim mesmo —, Safatle se prepara para elevar o terrorismo à categoria das ações respeitáveis. E quem o contestar estará, fatalmente, limitado pelo “quadros normativos do humanismo”. Assim, leitor amigo, ao pensar o 11 de Setembro (e já conto o que Safatle escreveu a respeito) ou as ações do Hamas, esqueça o velho humanismo, seja menos conservador. Pense grande!!!

Ou seja, Zizek quer mostrar como os fatos decisivos da história política mundial desde a Revolução Francesa foram animados pelo advento de uma noção de subjetividade que não podia mais ser definida através da substancialização de atributos do “humano” e cujos interesses não permitiam ser compreendidos através da lógica utilitarista da maximização do prazer e do afastamento do desprazer.

Ah, bom! Vamos parar com essa bobagem de “substancializar” o humano. Devemos é pensar no avanço moral da substancialização da Besta! E chega também dessa história da lógica utilitarista da “maximização do prazer”. Coisa mais ocidental e sem graça! Começo a entender agora a lógica interna do “martírio” dos atentados terroristas. Ali, sim, há pessoas que foram muito além da “substancialização do humano”, né?, apontado as virtudes libertadoras do sofrimento.

Ao contrário, a partir da Revolução Francesa, sobe à cena do político uma subjetividade “inumana” por recusar toda e qualquer figura normativa e pedagógica do homem, por recusar de maneira “terrorista” os hábitos e costumes, por não se reconhecer mais em natureza e em determinação substancial alguma.Como vocês sabem, este escrevinhador já deixou cravado neste blog que a Revolução Francesa transformou a morte em teoria política e atribuiu virtudes filosóficas à eliminação do adversário. Jamais imaginei que leria na “imprensa burguesa” a apologia desse procedimento.

Assim, se Zizek pode olhar para Robespierre e dizer que “o passado terrorista deve ser aceito como nosso”,O escambau! O passado terrorista de Robespierre é o passado do marxismo — porque lá está sua semente e de quantos defendam o terrorismo.
não se trata de fazer apologia voluntarista da violência política, mas de insistir que o verdadeiro problema político legado desde o advento da modernidade é: como construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa? Diga-se de passagem, um problema apontado de maneira clara pela primeira vez por Hegel já em suas leituras sobre (e a coincidência não é aqui casual) o terror jacobino.O recurso a Hegel é vigarice intelectual. A única maneira de “construir estruturas institucionais universalizantes” (como Safatle consegue emprestar aparência de profundidade à defesa do terror, não!?) que abarquem o terrorismo é aceitá-lo como coisa legítima e, quem sabe?, exaltá-lo como prática criativa da política.

A sagacidade de Zizek, apoiando-se aqui em reflexões de Alain Badiou, consistiu em mostrar como essa experiência disruptiva inscrita na essência da conduta do sujeito foi o motor da nossa história recente.Entenderam? O motor de nossa história recente foi o terrorismo.

História revolucionária na qual se imbricam violência, criação, destruição, procura e que, principalmente, não pode ser lida apenas como uma sequência de lutas pela redistribuição de riquezas e de generalização de direitos.Vejam que haveria uma certa gratuidade quase poética no terrorismo. Ele nem mesmo quer redistribuir rendas ou direitos. Quer apenas se exercer.

Recalcar esta história, como se fosse questão de uma sucessão de catástrofes (o comunismo, o terror, as ilusões de ruptura do modernismo, etc.), como se o tempo devesse ser avaliado a partir da contagem de mortos ou, para falar com Habermas, como se este impulso não passasse de uma estetização da violência e do excesso com consequências políticas nefastas é, no fundo, dirá Zizek, maneira de entificar uma política limitada pelo respeito a princípios formais gerais que, simplesmente, não conseguem mais dar efetividade alguma ao que um dia esteve contido na ideia de democracia.É o trecho que, uma vez compreendido, pede que tomemos Dramin. Mortos? Que importância tem isso? Ver apenas os efeitos negativos do terrorismo? Que visão mais limitada e estreita da realidade! Ora, não vamos “entificar” (suponho que a estrovenga signifique “transformar num ente”) essa bobagem de respeitar princípios formais gerais. Eles já não dão mais conta da realidade. Notem o truque: se a gente considerar que o terrorismo não cabe no que se entende por democracia, o caminho é, então, mudar o que se entende por democracia, preservando a prática terrorista. Nesse caso, a “idéia de democracia” só passará a ter virtudes se incorporar a prática terrorista.

Princípios que não têm força para impedir, por exemplo, processos como a generalização do estado de exceção como prática “normal” de governo. Maneira de, no limite, reduzir a política a uma “assustadora reunião de homens assustados” unidos não mais pela possibilidade de “reinventar a ordem da vida cotidiana”, mas apenas pelo medo. Medo em relação ao crime, ao terrorismo, aos imigrantes, ao Estado excessivo com seus impostos, às catástrofes ecológicas.Notem que Safatle é um crítico do “estado de exceção” — realmente um horror, né? Ele viria do quê? Ora, do “medo”, inclusive medo do terror. Besteira! Não devemos temer os terroristas. Devemos chamá-los para “reinventar a ordem da vida cotidiana”.

É claro que há uma série de questões em aberto no interior do projeto de Zizek. Por exemplo, há momentos dos textos onde ocorre certa sobreposição problemática entre violência popular contra o Estado com seu aparato legal e violência estatal, mesmo que esse Estado seja fruto de processos revolucionários. No entanto, há articulações extremamente bem-sucedidas, como a crítica à peculiar ruptura permanente da Revolução Cultural de Mao por ela ter, no fundo, preparado o caminho para a transformação da China em plataforma principal do capitalismo contemporâneo, desterritorializado e autotransgressor. Nesses e em vários outros momentos, Zizek demonstra até onde vai sua capacidade de apreender a complexidade da aposta política na “reinvenção de um terror que emancipa”.Nunca antes neste mundo alguém havia enxergado virtudes na revolução cultural chinesa. Parece que Zizek, para encanto de Safatle, conseguiu. E, oh surpresa!, ela teria aberto as portas para o capitalismo chinês! Haja vigarice dialética! Haja sem-vergonhice histórica.

Não é de hoje Safatle e o terrorismo foram um binômio realmente explosivo no que concerne ao pensamento.
No dia 16 de setembro de 2001, ele publicou no Correio Braziliense um artigo sobre os atentados terroristas contra os Estados Unidos. Foi capaz de escrever coisas como:
“Verdade seja dita: a terça-feira negra mostrou como a ação política mais adequada para a nossa época é o terrorismo. Ele é o que resta quando reduzimos a dimensão do conflito social à lógica do espetáculo. Ele é a política reduzida ao formato de tela plana. A opinião pública norte-americana nunca tinha se dado conta da gravidade da situação no Oriente Médio até o momento no qual as imagens espetaculares da catástrofe começaram a chegar às suas casas. Neste sentido, o ataque teve eficiência absoluta. A pergunta que fica no ar é: se a opinião pública norte-americana não tinha consciência do problema geopolítico mais grave da atualidade, então em que mundo ela estava? Certamente, em um mundo só sensível ao império das imagens.”

Observem que, segundo seu raciocínio delinqüente, os atentados nascem da “situação do Oriente Médio” (provavelmente a existência de Israel…). Mais: segundo ele, os atos podem ter tido efeito didático para aqueles americanos alienados…
E quem eram os verdadeiros culpados pelos atentados terroristas? Safatle também não tinha a menor dúvida:

“Desde há muito vemos um esforço absurdo em despolitizar o conflito no Oriente Médio a fim de transformá-lo em uma luta religiosa que tem suas raízes na pedrada que David acertou na cabeça de Golias. Um conflito eminentemente político e historicamente determinado, resultante de um processo desastroso de descolonização que transformou o povo palestino em uma massa de refugiados, virou a luta da Civilização contra a barbárie fundamentalista. Durante décadas os EUA e a Europa fingiram ignorar a Lei internacional, promulgada pela ONU. Lei capaz de resolver politicamente o problema da constituição de um Estado palestino e dar assim o mínimo de estabilidade à região.”

Eis Safatle! Até então, eu imaginava que sua simpatia pela prática terrorista era específica e aplicada, ou seja: gostava do terrorismo islâmico. Não! A sua resenha prova que ele vê virtudes filosóficas no terrorismo tout court.

Que se note: ninguém deu bola para seu texto. Posto na página eletrônica do jornal, ninguém se interessou em comentá-lo. Isso não quer dizer nada: cruzou-se a linha. Quem avaliou o que ele escreveu e considerou que aquilo ficava bem no Estadão estabeleceu um novo marco no jornal.

E não é assim mesmo que Safatle quer que o terrorismo seja visto? Fora dos limites formais do humanismo? Tudo indica que também o Estadão deva ignorar, doravante, limites formais. E a produção intelectual do terrorismo terá, finalmente, lugar num grande jornal brasileiro. Em nome da pluralidade, né?


Por Reinaldo Azevedo


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1º - CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES (aqui)


2º - CONSCIÊNCIA NEGRA!!!???? (aqui)


3º - NO BRASIL OS ÍNDIOS ENTERRAM RECÉM-NASCIDOS VIVOS!
Menino Albino tem a mão cortada para servir de amuleto (aqui)



4º - CARECAS DO ABC, O VERDADEIRO MOVIMENTO ESQUERDISTA NAZIFASCISTA
Já fui um deles (aqui)


5º - SOBRE COTAS E OUTROS BICHOS! (aqui)


6º - RELIGIÕES PERCENTUALMENTE "MAIS BRANCAS"(AQUI) 



7º - A FARSA DO VITIMISMO AFRO-DESCENDENTE (aqui)

BLOGUEIRO QUE DENUNCIOU ESTUPRO ENVOLVENDO FILHO DO DIRETOR DA RBS É ENCONTRADO MORTO
Postado em: 14 dez 2011 às 14:48

Mosquito foi o blogueiro mais incisivo nas denúncias sobre o caso de estupro envolvendo o filho do dono da poderosa RBS, afiliada da TV Globo

Blogueiro Mosquito
A quem interessava a morte de Mosquito?
Comentário do Site: A morte de Mosquito, que jamais se calou diante da operação abafa implementada por um grupo poderoso e pelos seus cúmplices, é um alívio para quem não estava nem um pouco acostumado a ter o calcanhar pisoteado. Agora já podem retomar tranquilamente a rotina. Caberá novamente às mídias alternativas fazer um pouco de barulho em meio ao silêncio conveniente; um silêncio que nem sequer esboça sinal de partida.
O blogueiro Amilton Alexandre, o Mosquito, foi encontrado morto em seu apartamento, em Palhoça, Santa Catarina, na tarde de ontem (13). Segundo a polícia, tratou-se de “suicídio por enforcamento”. A rápida conclusão, porém, não convenceu seus amigos e familiares, que exigem rigorosa apuração do caso.
Com suas “tijoladas” na internet, Mosquito fez inúmeros inimigos. Nos últimos tempos, ele alertou que estava sendo ameaçado. Na semana retrasada, ele anunciou o fim da sua página: “O blog Tijoladas acabou para eu continuar vivo. Não é uma capitulação. Não mudei meu modo de pensar. Não mudei minhas convicções”.
Um amigo pessoal de Mosquito, que pediu para ter o seu anonimato por ora preservado, revelou a Pragmatismo Político suas importantes impressões sobre a misteriosa morte do blogueiro. As informações seguem caminho completamente contrário às versões oficiais.
“Quem conheceu Mosquito sabe que não se suicidaria”, disse, enumerando as diversas razões que indicam a impossibilidade de suicídio. “Ele era alvo de várias ameaças de morte. Era defensor da sustentabilidade, modo de vida saudável, andava de bicicleta, trocava frutas e verduras do quintal com seus vizinhos. Era defensor da transparência e combatia os poderosos. Era pai de uma adolescente. Filho querido de uma mãe ainda viva por quem tinha muito carinho. Um cidadão com esse perfil não se suicida. A porta da sua casa estava aberta. Sua casa é de esquina, de um lado os fundos, do outro, um terreno baldio. Foi encontrado com lençol enrolado no pescoço, quem se suicida de forma tão cruel, correndo risco de morte lenta e dolorosa? Sendo morador solitário, não seria mais fácil entupir-se de comprimidos?
Mosquito ganhou fama nacional ao denunciar um caso de estupro em Florianópolis, envolvendo o filho de um diretor da poderosa RBS, afiliada da TV Globo. A mídia corporativa abafou o escândalo, só noticiado pela TV Record (vídeo abaixo).
A morte de Mosquito não pode ser abafada. O que se exige é que o caso, bastante estranho, seja apurado com rigor!
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sexta-feira, 19 de abril de 2013

MUITO CUIDADO COM OS VELHOS, PODE SER PERIGOSO!































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LUIZ MOTT: "VOTO NO HADDAD PORQUE QUERO PEDOFILIA JÁ"


CRÔNICAS
6. Meu moleque ideal fonte (aqui)

Este texto também foi publicado na revista Brazil Sex Magazine.

                                           http://youtu.be/tENqDsz5QYA


Gosto não se discute, diz a sabedoria popular, e se assim não fosse, seríamos iguais a carneiros, todo mundo igual, sem nenhuma originalidade, gostando todos da mesma coisa. E a realidade comprova o contrário, que em matéria de gosto ou preferência sexual, nossa imaginação e desejos não têm limites. Basta entrar numa destas lojas de produtos eróticos ou folhear as páginas desta nossa querida revista, e veremos que tem gosto para tudo: os que curtem gente gorda, aqueles que preferem peludos, outras que querem sem pelo, muitos que adoram suruba, outros que sentem o maior tesão em se exibir, etc, etc. Em sexo, tudo é lindo e maravilhoso, e desde que as pessoas estejam de acordo e maiores de 18 anos segundo a lei em vigor, ninguém tem nada a ver com as preferências alheias. Cada qual no seu cada qual e fim de papo. Ou melhor, começo de papo!

Considero-me um gay felizardo pois amo e sou amado por um homem maravilhoso que preenche plenamente minhas fantasias e desejos sexuais, afetivos e de companheirismo. Nos gostamos tanto um do outro que várias vezes manifestamos o desejo de morrer juntos, pois só de imaginar a tristeza e solidão do desaparecimento da outra metade, isto nos provoca enorme tristeza e medo. Ainda existem casais gays românticos em plena época do divórcio, do amor livre e do sexo descartável. Caretice para alguns, felicidade para outros. Afinal, também em questão de afeto, gosto não se discute.

Analisando friamente as razões que levariam dois homens (ou duas mulheres, ou um homem e uma mulher) a viver com exclusividade uma paixão afetiva e erótica, creio que esta fidelidade poderia ser explicada quando menos por uma motivação bastante prática e mesmo oportunista: a dificuldade de encontrar um substituto melhor. Essa regra, constrangedora de ser constatada e verbalizada, parece ser universal: no dia em que a gente encontrar alguém que ofereça mais tesão, amizade e companheirismo do que a transa atual, ninguém é besta de continuar na mesmice em vez de optar pelo que promete ser muito melhor. Os que continuam fiéis a uma velha paixão só não mudam porque ainda não encontraram alguém que valha mais a pena. Ou porque não investem em novas procuras, ou porque não existe outro alguém que represente tão perfeitamente o que idealizamos como sendo nossa alma gêmea ou cara metade.

No fundo, todos nós, gays (e não gays) alimentamos em nossa imaginação um tipo ideal do homem que gostaríamos de amar e ter do lado. E que nem sempre é igual à nossa paixão atual. O ideal pode ser alto e branco, o real, baixo e preto. No meu caso, para dizer a verdade, se pudesse escolher livremente, o que eu queria mesmo não era um "homem" e sim um meninão. Um "efebo" do tipo daqueles que os nobres da Grécia antiga diziam que era a coisa mais fofa e gostosa para se amar e foder.

Se nossas leis permitissem, e se os santos e santas me ajudassem, adoraria encontrar um moleque maior de idade mas aparentando 15-16 anos, já com os pentelhos do saco aparecendo, a pica taludinha, não me importava a cor: adoraria se fosse negro como aquele moleque da boca carnuda da novela Terra Nostra; amaria se fosse moreninho miniatura do Xandi; gostaria também se fosse loirinho do tipo Leonardo di Caprio. Queria mesmo um moleque no frescor da juventude, malhadinho, com a voz esganiçada de adolescente em formação. De preferência inexperiente de sexo, melhor ainda se fosse completamente virgem e que descobrisse nos meus braços o gosto inebriante do erostimo. Sonho é sonho, e qual é o problema de querer demais?!

Queria que esse meu príncipezinho encantado fosse apaixonado pela vida, interessado em aprender comigo tudo o que de melhor eu mesmo aprendi nestes 50 e poucos anos de caminhada. Que gostasse de me ouvir, que se encantasse com tudo que sei fazer (desde pudim de leite e construir uma estante de madeira, a cuidar do jardim e navegar na internet), querendo tudo aprender para me superar em todas minhas limitações. Que acordasse de manhã com um sorriso lindo, me chamando de painho, que me fizesse massagem quando a dor na perna atacar. Honesto, carinhoso, alegre e amigo. Que me respondesse sempre ao primeiro chamado, contente de ser minha cara metade.

Quero um moleque fogoso, que fique logo com a pica dura e latejando ao menor toque de minha mão. Que se contorça todo de prazer, de olho fechado, quando lambo seu caralho, devagarinho, da cabeça até o talo. Que fique com o cuzinho piscando, fisgando, se abrindo e fechando, quando massageio delicadamente seu furico. Cuzinho bem limpo, piscando na ponta do dedo molhado com um pouquinho de cuspe é das sensações mais sacanas que um homem pode sentir: o moleque querendo meu cacete, se abrindo, excitado para engolir a manjuba toda. Gostosura assim, só dois homens podem sentir!
Assim é como imagino meu moleque ideal: pode ser machudinho, parrudo, metido a bofe. Pode ser levemente efeminado, manhoso, delicado. Traço os dois! Tendo pica é o que basta: grossa ou fina, grande ou pequena, torta ou reta, tanto faz. Se tiver catinguinha no sovaco, uma delícia! Se for descarado na cama e no começo da transa quiser chupar meu furico, melhor ainda. Sem pudor, sem tabu.

Ah, meu menino lindo! Se você existir, se você algum dia me aparecer, que seja logo, pois quero estar ainda com tudo em cima e dar conta do recado, pois do jeito que quero te amar e que vamos foder, vou precisar de muito mocotó ou viagra para dar conta do rojão....
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NOKIA LUMIA 720 COMEÇARÁ A SER VENDIDO NA SEMANA QUE VEM POR R$1.069

Smartphone completa, no Brasil, a família de aparelhos da finlandesa com sistema Windows Phone 8.
Atualizado: 18/04/2013 | Por Daniel Junqueira-- Gizmodo
Divulgação


A Nokia anunciou o lançamento do Lumia 720 no Brasil, e assim a família de smartphones com Windows Phone 8 da finlandesa está completa por aqui.

Ele tem tela de 4,3 polegadas com resolução de 480×800 pixels e tecnologia ClearBack. A câmera dele tem 6,7 megapixels e, segundo a Nokia, usa o mesmo sensor do Lumia 920.

Nós testamos rapidamente o Lumia 720 durante o Mobile World Congress e ele nos pareceu bastante interessante. Vale lembrar que é o primeiro Windows Phone da Nokia com entrada de cartão micro SD e feito em peça única.

O Lumia 720 começará a ser vendido nas cores preta e branca na semana que vem em lojas físicas e na loja online da Nokia por R$1.069 (anteriormente a Nokia tinha dito R$ 999) – com a possibilidade de sair por R$ 969 com a desoneração dos smartphones – depende das lojas reduzirem ou não o preço do smartphone, segundo a Nokia. Dentro de algum tempo também chegarão o carregador wireless e as capas opcionais coloridas do Lumia 720.


MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)

MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)

MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)

MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)

MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)

MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)


MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)


MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)


MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)

MWC 2013: Nokia 720 e 520: completando o pacotão de ofertas da Nokia - 1 (© Nokia)




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PAIS GATÕES
Beleza Masculina


Confira uma super galeria de pais famosos!

Atualizado: 12/08/2012 | Por Famosidades, Famosidades


Você confere aqui uma super galeria com os pais mais gatões do mundo dos famosos.


Começamos com um super pai! David Beckham é responsável pela criação de quatro filhos: Brooklyn, Romeo, Cruz e Harper Seven. Aos 37 anos, o jogador de futebol parece ter 20


Ulalá, hein Beckham! Victoria está muito bem servida, e os filhos do casal têm um paizão de dar inveja!


Rodrigo Hilbert também é um super pai. Além de ser carinhoso, o ator vive passeando com os gêmeos João e Francisco, de três anos


Além de simpático, Rodrigo também é ótimo pai de família: ele até leva os pequenos para surfar


Destaque para Cauã Reymond! O ator vai comemorar seu primeiro Dia dos Pais de sua vida como papai. Ownn, fofo!


O bonitão vira e mexe é flagrado surfando nas praias cariocas, e exibindo seu corpo super em forma. Daqui a uns anos, a pequena Sofia vai poder acompanhá-lo


Ahh, Marcello Novaes. De Max ele não tem nada, hein?! Com um tanquinho de dar gosto, o ator também é papai. Ele tem dois filhos, Diogo e Pedro


Tom Cruise é um pai que merece destaque em nossa galeria. Além de ser bonitão, ele é inteligente, um ótimo ator e pai de três filhos: Isabella, Connor e Suri


Brad Pitt já tem seus 48 anos, mas cara e corpinho de 30. O bonitão aí é um super pai de seis crianças: Maddox, Shiloh, Zahara, Pax, Knox e Vivienne


Johnny Depp é a sensação do público feminino. O ator não é tão bonito assim, mas tem um charme que conquista. Ele é pai de Lily-Rose e Jack - frutos de seu relacionamento com Vanessa Paradis, com quem foi casado por 14 anos


Marcos Mion também merece estar na lista, não é?! Ele é pai de Romeo, Donatella e Stefano, que moram nos Estados Unidos. Mesmo de longe, o apresentador cai de amores pelos filhotes


Thiago Rodrigues é de tirar o fôlego, não?! Solteiro, o bonitão tem tempo de sobra para cuidar do único filho, Gabriel


Raoni Carneiro está sempre sorrindo nos cliques que damos aqui no Famosidades. Deve ser porque o bonitão tem motivo de sobra para ser feliz: ele é pai de Luisa


Thiago Lacerda também é um paizão. Ele vive passeando com os filhos, Cora e Gael, e se mostra bem atencioso com os dois


Henri Castelli está com tudo! Solteiro, o ator se dedica bastante à sua carreira preferida: a de pai. Ele é responsável por dar carinho e educação do pequeno Lucas


Fábio Jr. deveria estar nesta galeria. Para representar todas as gerações de leitoras do Famosidades. Gatão de meia idade, o cantor faz sucesso entre a mulherada, é solteiro, mas vem com um super 'pacote' de cinco filhos


Ricky Martin já não é mais um objeto sexual para as mulheres, mas vale o destaque na galeria. Ele faz às vezes de pai e mãe para os gêmeos Matteo e Valentino, e parece ir bem nas funções


Will Smith é praticamente um Mister Simpatia. O ator é só sorriso por onde passa e chama atenção das mulheres de plantão. Ele é pai de dois pequenos astros, Willow e Jaden


Edson Celulari é um gatão de meia idade! O ator faz sucesso entre o público masculino, e é pai de Enzo e Sophia


Rodrigo Lombardi já disse ser super família! Ele é papai de Rafael, seu único filho


Outro patriarca gato é Eriberto Leão. Ele é o paizão de João


Cássio Reis está sempre junto com seu filho, Noah, fruto de seu relacionamento com Dani Winits. O bonitão já contou que o tempo que tem de sobra serve para a dedicação total ao pequeno. Paizão!


Kaká é super novinho, mas já é pai de duas crianças. O jogador de futebol vive mimando Luca e Isabella


Ben Affleck sempre pareceu ser muito atencioso com suas filhas, Violet e Seraphina. Em 2012, ele deu boas vindas a Samuel, o caçula



Hugh Jackman, definitivamente, é um super pai. Daqueles super heróis, mesmo. Ele adotou Oscar e Ava, e diz que os pequenos são como filhos biológicos



Aahhh, Cristiano Ronaldo! Lindão, o jogador de futebol surpreendeu a todos ao anunciar que era pai de uma criança sem mãe, e resolveu assumir o bebê - Cristiano Ronaldo Junior. Fofa a homenagem, não?!


Dave Grohl é um astro do rock há anos, mas não tem nada de grosseiro em sua rotina familiar. Ele é o paizão de duas gatinhas: Violet e Harper


Mesmo se envolvendo em algumas polêmicas recentemente (pela traição da ex-esposa e da agressão a um segurança), Marcelo Faria tem limpa sua carreira de pai da pequena Felipa


Jonatas Faro é novinho ainda, mas já é pai. Depois de um breve relacionamento com Dani Winits, o ator ganhou o pequeno Guy


Jornalista sério, William Bonner também merece destaque na nossa galeria de pais gatos. Ele é papai de trigêmeos: Laura, Beatriz e Vinícius



Murilo Rosa também pode ser considerado o pai do ano. Ele já tem Lucas, mas espera ansiosamente pelo nascimento de seu segundo filho com a modelo Fernanda Tavares


Mesmo separado de Vanessa Giácomo e solteirão na pista, Daniel de Oliveira não deixa de conviver e dar atenção aos filhos, Raul e Moisés











Edu Guedes é tão simpático, tão fofo... Mas pode parar de imaginar coisas. Ele é casadíssimo e pai de uma menina, a pequena Maria Eduarda


Brad Pitt já tem seus 48 anos, mas cara e corpinho de 30. O bonitão aí é um super pai de seis crianças - Maddox, Shiloh, Zahara, Pax, Knox e Vivienne



Adriana Esteves até consegue deixar de lado a chatice de Carminha, sua personagem em Avenida Brasil. Isso porque ela tem um super marido em casa - Vladimir Brichta. O ator é pura simpatia e pai de duas crianças, Agnes e Vicente

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook