domingo, 23 de setembro de 2012

Paulo Rocha - O PARAENSE, mensaleiro graúdo, admite que houve crime, sugere que ministros estão traindo o PT e ataca a VEJA com ilação antissemita. Essa história vem desde o alemão Goebbels: acuse a imprensa e os judeus…
22/09/2012
 às 5:31

Não deixem de ler a reportagem de Maria Lima, do Globo, com o mensaleiro, ex-deputado e dirigente petista do Pará Paulo Rocha (PA). Pela primeira vez, um réu do mensalão admite que houve crime, contrariando todos os advogados de defesa e, por óbvio, dando razão ao relator do processo, o ministro Joaquim Barbosa. Rocha aproveita ainda para atacar a VEJA e faz uma óbvia ilação de caráter antissemita — tudo, obviamente, conforme o caráter desses patriotas.
Leiam esta afirmação de Rocha:
“Ninguém está negando que houve os empréstimos fraudulentos, os repasses, mas não teve compra de votos, foi para pagar conta de campanha.”
José Dirceu, José Genoino e Delúbio Soares devem ter vibrado com a confissão de Rocha: os empréstimos eram fraudulentos!!! Genoino e Delúbio meteram suas respectivas assinaturas numa fraude. E Dirceu na chefia de tudo! É bem verdade que os ministros já sabiam disso, né? Daí terem condenado Kátia Rabello, José Roberto Salgado e Vinicius Samarane, do Banco Rural, por gestão fraudulenta.
Ora, se os empréstimos e os repasses foram “fraudulentos”, como confessa o petista, os ministros do Supremo seguem a lei ao punir os fraudadores, os criminosos. Ah, ocorre que Rocha insiste que o destino do dinheiro era pagar conta de campanha… Ainda que tivesse sido. E daí? Os ministros já decidiram, acertadamente, que pouco importa a destinação que se dê ao fruto de um crime: isso não muda a sua natureza. Se o PT usou o dinheiro para pagar contas de campanha ou para tomar Chicabon, tanto faz como tanto fez. O que caracteriza a corrupção passiva não é ter cometido um ato de ofício (sim, eles cometeram…), mas a expectativa de que um servidor público possa fazê-lo. Alertei para isso desde sempre. Os mensaleiros deveriam ter me contratado: cobro a metade de Márcio Thomaz Bastos: R$ 10 milhões…
Atenção que a fala vai ficando ainda melhor. Indignado, Rocha afirma:
“Não há prova do que estão dizendo. Os ministros do Supremo não foram colocados lá para apenar como estão apenando”.
Como, excelência? Notem que Rocha não se dedica exatamente a negar o fato, mas a sustentar que não há provas. Como bem exemplificou o ministro Luiz Fux, é o caso do filho adolescente que, ao ser indagado pelo pai sobre uma falta, em vez dizer um “não fui eu”, afirma: “Não há provas contra mim”. E qual seria “a prova” na visão de Rocha? Pois é… Ele esqueceu de ler o Artigo 317 do Código Penal, né? Um parlamentar pode cometer corrupção passiva até mesmo votando contra os interesses de quem lhe deu grana.
Mas há mais aí: segundo o deputado, os “ministros do Supremo não foram colocados para apenas como estão fazendo…”. Heeeinnn? Rocha sugere que eles estão traindo um compromisso? Teriam sido colocados lá para inocentar os mensaleiros? A propósito: o que quer dizer “ministros colocados”?
Seu ódio é especialmente dirigido a Joaquim Barbosa:
“O ministro Joaquim Barbosa está movido pelo ego. Não tem opinião pública. A opinião pública não sabe de nada, sabe o que vocês publicam. O ministro não tem prova de nada, só indícios. Semana que vem, ele vai condenar o José Dirceu e o Genoino por causa da eleição”.
Além das provas, há agora uma confissão: a de Paulo Rocha! Os empréstimos foram fraudulentos. Rocha, como se nota, acusa o relator do processo de atrelar seu voto à questão eleitoral. Parece-me que o petista está acusando o ministro do Supremo de cometer um crime — porque é crime uma autoridade submeter a sua autoridade a um ditame extralegal. Barbosa deveria processá-lo, mas isso é com Sua Excelência.
Baixo calãoO deputado estava mesmo com o pensamento e a língua sem freios. Indagado se temia ser preso, mandou brasa:
“Você nunca me ouviu sobre o processo e agora quer saber se estou preparado para ser preso? Ah! Vai se foder!”
É normal. Esse vocabulário é muito comum no PT até quando eles estão numa conversa amena, elogiando-se mutuamente. A escolha de palavras tão desassombradas era uma das características que os assessores e adoradores de Lula mais apreciavam nele. Sigamos com uma cena até engraçada, que vai chegar à revista VEJA. A jornalista e Rocha conversavam numa feirinha de artesanato de um shopping. Transcrevo trecho da reportagem (em azul):
Sem saber que Rocha era um ex-deputado réu do mensalão, a vendedora foi interpelada para dar sua opinião sobre o julgamento em curso.
“Estou amando! Finalmente está havendo justiça nesse país. Mas minha irmã é quem está mais bem informada, porque é cientista política”, disse a moça.
“Ah! Você não sabe de nada, só o que lê na imprensa, na “VEJA”, que só está fazendo esse papel sujo porque o presidente Lula abriu o mercado para os árabes. Sua irmã também não sabe de nada! Intelectual que se informa por livros e não sabe o que se passou de verdade nesse processo!”, esbravejou Paulo Rocha, assustando também a moça.
Depois da discussão, o ex-deputado petista continuou seu passeio pelo shopping.


                                 Aqui o outro paraense BABA queimando a bandeira de Israel 
VolteiEntendi. Rocha é contra intelectuais que se informam por intermédio de livros. Emir Sader também é, hehe. O papel de um intelectual, como já deixaram claro Pol Pot, Mao Tse-tung e os petistas da Apeoesp, em São Paulo, é queimar livros. Agora vamos à VEJA.
Como é? A revista estaria descontente porque “o presidente abriu o mercado para os árabes”??? Hesitei um tantinho antes de chegar ao sentido profundo dessas palavras. O que estaria querendo ele dizer? Mas entendi logo. Roberto Civita, o editor da VEJA, é judeu. Assim, só poderia estar descontente com a dita abertura do mercado aos árabes. Sagaz esse Paulo Rocha! Convenham: uma ilação antissemita, com efeito, não fica mal ornando um pensamento com tal brilhantismo.
Em seu primeiro pronunciamento público depois da chegada de Hitler ao poder, Goebbels prometeu pegar a imprensa e os judeus. Essa é uma história antiga.
Sempre que me defronto com um pensamento sofisticado como o de Paulo Rocha, sou tentado a buscar um emblema que o deixe marcado também por imagem. Escolhi esta foto, de 1º de julho de 2009, quando o então presidente do Brasil, Luiz Inácio das Arábias da Silva se encontrou com o então ditador líbio, Muamar Kadafi, a quem chamou de “irmão”. À época, acreditem, ele escolheu a Líbia para acusar a existência de um golpe em Honduras — golpe que não existiu. Civita, o judeu, como sabem, prometeu se vingar: “Serei mau como um pica-pau. Vou pedir para a VEJA ser contra empréstimos fraudulentos”.
E assim tudo começou!

Lula (à dir.), ao lado do terrorista Kadafi (com seu amarelo coruscante), prega contra o “golpe” em Honduras. Ah, sim: Kadafi caçava opositores, mas jurava que só queria ser “bo-ni-ta” e caçar beduínos no deserto. Acabou mal - Foto Sabri Elmehdwi/Efe
Texto originalmente publicado às 19h54 desta sexta
Por Reinaldo Azevedo

Osvaldo Aires Bade - Comentários Bem Roubados na "Socialização"


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FINALMENTE! DESVENDADA A EPIDEMIA DE ESTUPROS PRATICADOS POR MUÇULMANOS



Adolescente de 14 anos, estuprada e morta por gangue muçulmana


“Eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII"

Bob Unruh
Durante anos houve notícias em blogs, testemunhos pessoais e coisas do tipo a respeito do que parecia ser uma verdadeira epidemia de estupros praticados por homens muçulmanos contra mulheres e crianças, principalmente nos países do norte da Europa, onde há uma grande população de imigrantes muçulmanos.
Mas essas notícias chocantes raramente repercutiam ao ponto de alertar a população em geral acerca dos perigos que estavam se tornando evidentes. Afinal, tal notícia seria reprimida por atacar o islamismo e fazer discriminação contra muçulmanos.
Isso até agora, quando um caso do Reino Unido se mostrou tão grave que não pôde ser ignorado.
A BBC noticiou que nove homens foram condenados por exploração sexual de crianças na região metropolitana da Grande Manchester, depois que aliciaram meninas de até 13 anos. Mas mesmo assim, a notícia identificou os acusados como “asiáticos”, embora revelasse que as vítimas eram brancas.
O jornal Guardian deu um passo à frente e os chamou de “paquistaneses”, mas precisou um site de notícias menos conhecido, The Salfordian, para identificar os suspeitos como “muçulmanos” que “atraíam meninas de até 13 anos com álcool e drogas para abusar sexualmente delas 'várias vezes ao dia’”.
Agora, o assunto ignorado ou suprimido por tanto tempo pode finalmente estar chamando a atenção merecida de uma grande onda de crimes, apesar da censura politicamente correta em torno dos fatos.
Autoridades do Instituto The Gatestone, um conselho de políticas internacionais não partidário e sem fins lucrativos e think tank dedicado à educação do público sobre questões não noticiadas na grande mídia, manifestaram-se.
Em um comentário há poucos dias, a organização destacou que o julgamento de 3 meses onde “os nove homens muçulmanos foram condenados por estuprarem dezenas de meninas inglesas” revelou que “a polícia e os assistentes sociais do norte da Inglaterra se recusaram várias vezes a investigar as gangues de pedófilos muçulmanos: eles alegaram medo de serem chamados de racistas”.
“Os detalhes chocantes que surgiram durante o julgamento abriram ainda outro capítulo no longo debate sobre multiculturalismo na Inglaterra, onde muitos dizem que o politicamente correto foi longe demais”, constata a fundação. “Menos de um mês após o fim do julgamento em Liverpool… foi revelado que assistentes sociais na cidade de Rotherdam, também no norte do país, há seis anos tinham conhecimento de que uma mãe adolescente (identificada como “Menina S”), que foi assassinada por envergonhar as famílias de dois homens paquistaneses que abusaram sexualmente dela, estava claramente sob perigo de gangues predatórias de muçulmanos”.
O Conselho de Proteção à Criança da cidade analisou o caso, mas “passagens chave de conteúdo politicamente incorreto que revelavam que eles sabiam que a jovem corria um risco específico de ‘homens asiáticos’ (muçulmanos) foram rabiscadas”, acusa a fundação.  “O conselho foi ao tribunal em uma tentativa de anular as informações ocultadas depois que uma cópia não censurada do relatório vazou em um jornal britânico, mas a ação legal mais tarde foi abandonada. O relatório sem censura confirmou que “a Menina S” buscou contato com 15 agências diferentes, e identificou “váriasoportunidades perdidas” de protegê-la; observadores acreditam que as agências se recusaram a fazê-lo porque não queriam ser classificadas como racistas”.
A fundação identificou vários incidentes adicionais em que o surgimento de privilégios especiais estava evidente, e todos eles incluíam um fator em comum: o islamismo.
De acordo com a Gatestone, foi em Leicester que uma “gangue de mulheres muçulmanas somalianas” atacou e quase matou um transeunte não muçulmano, mas foi liberada quando um juiz politicamente correto disse que, como muçulmanas, elas “não estavam acostumadas a beber”.
* Em Londres, dois muçulmanos estupraram repetidas vezes uma mulher, mas tiveram as sentenças reduzidas depois que juízes politicamente corretos deram a decisão de que eles não eram “perigosos”.
* Em Wiltshire, a polícia parou um veículo e ordenou que o motorista removesse a bandeira da Inglaterra do seu veículo, pois a bandeira poderia ser “considerada racista e ofender os imigrantes muçulmanos”.
* Em Manchester, a polícia prendeu uma menina de 14 anos que pediu ao professor para trocar de mesa, pois cinco outros estudantes na sua mesa estavam conversando em urdu e ela não podia entendê-los. Foi registrada contra ela uma suspeita de “infração racial contra a ordem pública”.
Mas com relação à epidemia de estupros, a notícia estranhamente direta sobre os nove muçulmanos condenados ocupou a seção editorial por apenas um minuto.
“Como nos acostumamos a ver, a mídia se refere a eles apenas como ‘asiáticos’ em vez de muçulmanos, e os comentários online não foram permitidos, pois poderiam aborrecer os invasores muçulmanos”, critica o relatório.
Devido às circunstâncias (para identificar estupradores muçulmanos, os indivíduos devem ser identificados por sua religião), estatísticas sobre o problema parecem quase não existir.
Dessa forma, muitas das notícias de estupros e ataques ficam sem repercussão, chegando apenas ao nível de fóruns como o the Asian Image, onde uma mulher postou um testemunho em primeira pessoa sobre ter sido atacada por um muçulmano.
“Tenho raiva de terem deixado um homem se safar depois de ter estuprado uma menininha por quatro anos, e ninguém percebeu nada, meus pais não notaram as minhas mudanças de humor, de ficar quieta e irritada. Meu agressor era supostamente um homem religioso, de prestígio, um homem em quem confiávamos e que tinha importância na comunidade… Ele roubou a minha infância e me levou a um lugar escuro, de onde eu não consigo sair”, dizia o sofrido testemunho.
Mas muitos blogs mais conhecidos tentaram, com o The Gates of Vienna, postando um testemunho de Paul Weston, do Partido da Liberdade Britânico (British Freedom Party).
Ele opina, “A esquerda precisa fazer um longo autoexame depois dessas terríveis revelações de gangues de estupradores muçulmanos. Eu não culpo em especial os muçulmanos, pois eles estão simplesmente vivendo de acordo com as normas de um guerreiro do deserto no século VII, mas eu culpo a esquerda por literalmente permitir o estupro e a violação brutal das nossas crianças”.
“Todos vocês esquerdistas são cúmplices desses crimes contra a humanidade. Vocês poderiam ter impedido isso anos atrás, mas escolheram deliberadamente não fazê-lo”, ataca.
“A BBC, o The Guardian, a Procuradoria Geral da Coroa, a Agência de Proteção à Criança, a polícia politicamente correta: Eu acuso vocês e todo a elite esquerdista de deliberadamente acobertar os inúmeros estupros e as inúmeras vidas de crianças vulneráveis que foram arruinadas, devido às suas atitudes completamente imorais e obscenas para o seu próprio povo e à sua conivência covarde com uma ideologia religiosa e política que sanciona a violação de mulheres não muçulmanas”.
“Mesmo agora, quando os fatos estão diante de nós, vocês nos dizem que não é um problema muçulmano e nem aparentemente um problema racial, a não ser, é claro, que vocês sejam um asiático, um termo vago que abrange os muçulmanos. Mas dose nenhuma de evasão esquerdista e politicamente correta pode esconder a realidade, e a realidade confirma que a cultura predominante desses pedófilos é islâmica, e que a raça predominante da maioria das vítimas é de etnia britânicas”, enfatiza.
Esquentando o debate, ele cita a epidemia de estupros praticadas por muçulmanos em Oslo, Malmo, Copenhagem e Sydney.
“Acredito que podemos dizer com segurança que essa é uma questão de uma religião em particular, o islamismo, em vez da descrição obscena da esquerda como simplesmente problema asiático, e de fato é um problema racial quando a grande maioria das vítimas é de etnia europeia”, conclui.
Ele explica que o problema foi identificado em 13 cidades na Inglaterra “e agora foi provado que as autoridades sabiam disso desde o início da década de 90. Ou seja, possivelmente milhares de meninas jovens menores e vulneráveis foram estupradas e feridas física e psicologicamente pelo resto da vida, com pelo menos duas delas tirando as próprias vidas…”
A Jihad Watch também documentou a ameaça.
O relatório indicou que os islâmicos estavam apenas seguindo o islamismo: “O islamismo possui um desprezo supremacista por pessoas que não são muçulmanas, considerando-as ‘as piores das criaturas’ (Al Bayinat 98.6), que os muçulmanos devem tratar com severidade (Al Fath 48:29; Al Taubah 9:123)".
O site The Sheikyermami continua a documentar a epidemia, com as chamadas incluindo “Imigrantes estupram menina após aulas do Alcorão”, “Crianças britânicas estupradas por gangue como celebração do Eid ul-Fitr”, e “Imigrante ilegal estupra jovem três anos após mandado judicial de deportação”.
O Atlasshrugs documentou os ataques na Suécia, e o the MuslimRapeWave cita casos de vários lugares, além de protestos nos lugares onde ocorreram.
Uma das notícias descreve como um taxista muçulmano estuprou e matou uma passageira, depois escondeu o corpo para que “sua comunidade” não descobrisse.
Algumas das notícias sobre o caso datam de uma década atrás, em uma das quais a Jihad Watch testemunhou diretamente o interrogatório de um estuprador.
Na ocasião, o terrorista muçulmano Ramzi Hashem Abed foi questionado sobre suas atividades:
Perguntaram a ele, “Diga-me quantas operações de estupro e sequestro foram realizadas. Segundo minhas informações, as mulheres sequestradas eram estudantes universitárias ou filhas de pessoas famosas. Você as estuprou e ganhou dinheiro para isso, e se você não as matava depois… Isso realmente aconteceu?”
“Sim, foi o que eu fiz”, respondeu Abed.
O interrogador continuou, “Isso é Jihad, estuprar mulheres? Isso é Jihad?”
Abed: “É, porque elas colaboraram com os americanos”.
Interrogador: “Foi por isso que você as estuprou?”
Abed: “Sim”.
Interrogador: “Uma estudante que só está indo para a universidade é sequestrada, estuprada, e depois morta?! Isso era uma colaboradora dos americanos?!”
A comentarista Michelle Malkin também levantou a questão, citando reportagens de que “gangues de estupradores de meninas e mulheres muçulmanas” estão em alta na França.
“Os criminosos são fundamentalistas islâmicos”, diz a reportagem.
A epidemia na Escandinávia é descrita em um vídeo da CBN no YouTube:
Especialista afirma que o problema são homens muçulmanos estuprando mulheres não muçulmanas.
Na reportagem, até mesmo um imigrante muçulmano do Iraque mostra preocupação: “Temos um problema”.
E outro vídeo da majorityrights.com, datado de 2005, explica como meninas suecas foram atacadas, estupradas e quase mortas por quatro muçulmanos somalianos.
Traduzido por Luis Gustavo Gentil do artigo do WND: “Finally! Veil lifted on Muslim rape epidemic”



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sábado, 22 de setembro de 2012

Profissional flux – você é um?
Profissional flux – você é um?
















Sidnei Oliveira
Sidnei Oliveira
sexta-feira, 21 de setembro de 2012




Esse tipo não teme a demissão porque acredita que sempre há emprego para quem inova e faz acontecer. Ele é ambicioso, aspira a posição superior e sabe planejar como e em quanto tempo vai chegar lá. 

Houve um tempo em que podia-se definir a carreira de alguém pela quantidade de cargos ocupados na vida profissional. Era um tempo diferente, em que o conceito de “crescimento na carreira” era determinado simplesmente pelo fato de o indivíduo assumir um cargo de relevância maior que o anterior. Assim, era possível iniciar a carreira em funções bem simples e operacionais, com qualificação acadêmica básica. Nesse cenário, parte da responsabilidade pelo desenvolvimento profissional cabia à empresa, o que estabelecia uma simbiose de conveniência mútua, permitindo décadas de relacionamento.

Agora, vivemos um novo tempo, com intensas transformações nos relacionamentos e, por consequência, na linguagem. Isso é o resultado dos avanços tecnológicos e da exposição à grande quantidade de informações que todos somos submetidos atualmente. Chegou o tempo do profissional flux.

Esse novo profissional não se caracteriza por uma faixa de idade, expectativas de vida ou padrão de consumo. A definição “flux” refere-se muito mais ao comportamento desestruturado e não-linear que diversas pessoas estão adotando em suas vidas, motivadas principalmente por um cenário caótico e mutante que observam ao seu redor.

São pessoas que se adaptaram melhor ao fluxo (flux) inesgotável de informações e utilizam qualquer ferramenta para fazer uso delas. Estão sempre conectadas e buscando inovações. Além disso, adotam uma forma de interagir com as coisas, acreditando que sempre há como fazer melhor. Elas conseguem se motivar e estruturam suas expectativas e aspirações no ambiente caótico.

Um profissional flux não teme a demissão. Não porque é "empregável" – termo usado para definir um bom profissional na década de 1990 – mas, sim, porque confia em sua rede de relacionamentos e em sua capacidade de adaptação em diversos cenários profissionais. Ele acredita que sempre há emprego para quem inova e faz acontecer. É ambicioso com sua trajetória, por isso, diante de um profissional em posição mais privilegiada que a sua, normalmente aspira a posição superior e procura planejar como fazer para chegar lá e quanto tempo isso levará, ao invés de ficar questionando por que não está lá ainda.

E você já é um flux ?


Osvaldo Aires Bade - Comentários Bem Roubados na "Socialização"


Vídeo bacana: o que diferencia a Geração Y?
30/09/2012
 às 17:00 \ Tema Livre

Já ouviu falar em millennials? Em Geração Y? (Foto: Reprodução / Box1824)
Já ouviu falar em millennials? Em Geração Y? (Foto: Reprodução / Box1824)
Como diz o amigo e leitor Reynaldo-BH, que nos enviou este vídeo: “Às vezes um simples gesto (ou ação) nos enche(m) de orgulho. (…) fico com a boa sensação de que, de novo, até aqui fui bem!”
A BOX1824, empresa brasileira de pesquisa especializada em tendências de comportamento e consumo, após o sucesso bacana do vídeo We all want to be young, cria mais uma empolgante peça, baseada no estudo comparativo de três gerações.
É o All work and all play, divulgado sob a forma de um mashup de conteúdo, filmes e cenas que fazem parte da cultura e do mercado de trabalho de cada geração, com suas motivações, aspirações e paixões: baby boomers, geração X e millennial, explicando o que mudou na forma de trabalho com o passar do tempo.
O filme foi escrito e dirigido por Lena Maciel, Lucas Liedke e Rony Rodrigues, montado por Fernanda Krumel e finalizado pelo Bebop Studio.




Acho interessante a terminologia "Flux", mas é muito difícil imaginar uma pessoa com família para cuidar, pensar que só por se achar "Flux", não vai passar nenhuma necessidade em caso de desemprego. A banalização com qual se trata este tema chega a ser infantil. A simples condição de dependermos, via de regra, de nossos empregos para manter nossa sobrevivência e de nossa família, faz com que todos tenhamos que cuidar muito bem de nossas carreiras - empregos.

Outro ponto interessante é a confiança demasiada na chamada "rede de relacionamentos", pois, como o próprio nome diz, relacionamento requer tempo e, em geral, não ajudam muito quando realmente se precisa dela. Quantas pessoas você conhece já viu alguém ter precisado de outro alguém e, na hora do vamos ver, não tiveram a ajuda esperada? Logo, o assunto acima é muito, mas muito mais complexo do que se imagina, não bastando apenas criar uma nova terminologia de MODA, para definir uma carreira profissional.

Concordo e acrescento que independente da nomenclatura usada para definir a nova geração de profissionais, o que as empresas buscam mesmo, são profissionais com maturidade a ponto de viverem os valores da organização sem colocar à frente os seus interesses pessoais. 

Mais uma vez observamos rotulações banais para comportamentos minoritários, muito específicos, transpostos para o macro, por uma mídia ávida de plantar "novidades".

O "Flux" não espera ser convidado para trabalhar ou mudar de empregos ou cargos acima da posição atual. Eles simplesmente recebem propostas diárias ou semanais para optar por qual seria a melhor oferta. Isso acontece muito na área de TI, pois são jovens que se vendem por qualquer aumento de 100 “miréis” que lhes são oferecidos.

Os "Flux" planejam essas mudanças e com o tempo elas ocorrerão. Nunca um "Flux" ficará desempregado. A não ser por roubo, justa causa ou o não comprometimento necessário com sua empresa, fato este muito difícil de acontecer.

Muitos acham que viver na rotina e monotonia é a maneira correta de desenvolver atividades profissionais e atingir sucesso em todos os critérios. Só que nada mais são do que formigas que trabalham... trabalham... e criam filhos pra continuarem trabalhando e morrem assim, sem essência alguma, sem experiência nova para contar, sem ter vivido a emoção da vida que é se aventurar e não sucumbir à sociedade e viver numa rotina infernal, o fato do flux não possuir emprego fixo é justamente para intimar aqueles que o empregam que ele deve receber uma melhor oferta pois sempre existe alguém precisando de um ótimo profissional e o flux se encaixa nesses critérios. Portanto qualquer um que o emprega fica imprimido a oferecer as melhores condições para o empregado (flux), pois, caso contrário, ele simplesmente procura outro lugar que melhor atenda as suas necessidades.

A banalização nada mais é do que essa rotina esquizofrênica que todo mundo resolve se imprimir de nunca ir contra o sistema que cria as condições que vocês acham boas para vivencia. E que bom que existe uma mídia para plantar NOVIDADES, porque o que nós vivemos nada mais é do que um sistema totalmente corrupto e podre e ele nunca muda justamente porque existem pessoas que acham que estão confortáveis na situação que vivem e não pensam em mudar nada, tem medo de mudar, tem medo de que o diferente possa ser pior do que o que já é. Isso só deprime cada vez mais e tira cada vez mais a esperança de quem anseia por mudanças e quer tornar o caráter das pessoas melhor pra que elas mesmas possam ser melhor valorizadas e não imprimidas como é o de costume, podendo tornar-se um bando de “pessoinhas” banais. Assim, vão todos morrer de velhice sem feder e sem cheirar, vão só viver sem sal e sem açúcar e criarão pessoas sem sal e sem açúcar e por ai vai.

Seus interesses pessoais são a única coisa que você tem, foi o que te formou a pessoa que você é hoje. É o que te faz procurar aquilo que gosta e fazer aquilo que gosta, foi ele que colocou pessoas que você ama a sua volta e são exatamente interesses pessoais que fazem com que o seu chefe te empregue e tente te convencer de que você precisa daquilo e tem que fazer aquilo sempre. Então acordem, por favor, e tentem ver a vida um pouco fora da sua bolha e vê se ensina para seus filhos que eles têm que procurar aquilo que gostam e viver a partir dos interesses pessoais que é aquilo que os tornará felizes e não ouvir ordens de um outrem e nunca ter opinião formada pra nada. Viver que nem um robô.

Quero ficar viajando por todo o Brasil e ganhando um salário que supre minhas necessidades familiares. Pelo menos para mim o que mais conta em um emprego é a realização pessoal. Claro que grana é importante, mas você ser feliz e em paz é uma coisa muito gratificante. Sou objetivo demais. Não fico com um problema nas mãos por mais de 5 minutos e acho que é isso o que atrai as empresas. ATITUDE.

Garanto que no salvamento daqueles mineiros do Chile, nenhum engenheiro cobrou para tirá-los de quase 1 km de profundidade. Se ganharam alguma coisa foi salário normal. E somente engenheiros conseguiriam tirar aqueles mineiros do subsolo, no Chile. Nenhum outro profissional faria tal tarefa. Todas as pessoas que faço gestão são meus amigos. Valorizo a vida, a liberdade. Por isso me dão o valor que tenho. Passo tudo isso aos meus filhos. Quanto a funcionário público no Brasil é um grande negócio no momento - Deem um desconto, amigos!!!

Baby boomers, x, y e agora flux? Na verdade não somos y, não somos x, etc. Somos ba-ba-cas! Isso mesmo babacas, porque enquanto nos matamos para manter famílias e coisas básicas do dia a dia, deixamos de ver que na verdade não sustentamos a nos e nossas famílias, mas sim um bando de hipócritas e ignorantes que não dão o mínimo de valor ao trabalhador e à trabalhadora. Do que adianta inovarmos, fazermos das tripas coração, se quando se fala em valorização real, dos quais sustentam este país, nem se quer param pra pensar. Quanto merecemos? Quanto deviam me pagar? Com quanto dinheiro, na verdade, se pode sustentar uma família? E meus amigos e amigas somos o que somos mas somente para o sustento dos que não merecem sequer um dia do nossos trabalhos, mas que nos sugam dia após dia e ainda dizem que se aumentar mais o Brasil quebra. Mas nunca pararam pra pensar: E se os brasileiros, os trabalhadores pararem.. Ai sim eu tenho plena certeza que quebra mesmo, os maiorais dizem que a crise não existe, talvez pra eles não exista, mas porque não tentam sustentar suas famílias com migalhas.

Creio que já exista bastante “dano” às empresas e pessoas pelo simples fato de imputar competência e dinamismo a uma faixa etária em detrimento à experiência de vida que desenvolve em muito o caráter e competência, dentre elas ter mais consideração entre si e terceiros do que pela própria carreira que deveria maturar de forma homogenia ao longo dos anos.

O resultado destas definições de perfil por idade é extremamente ácido, inclusive para aqueles ao entorno dos supers Y´s que colhem frutos de networking interno onde parece que o objetivo é sair de casa fazer carreira e não para se trabalhar e, então, com tempo colher reconhecimento e despontar para uma nessa carreira.

A confusão é tamanha que o imediatismo toma conta, ao ponto de se criar pressões verticais absurdas onde apenas uma porcentagem mínima está satisfeita, em função do “êxito” instantâneo de suas vidas profissionais. Cria-se assim uma categoria de profissional extremamente cínica que atropela e deixa-se atropelar inúmeras vezes em situações absurdas ao bom senso porém admissíveis dentro da natureza e forma de agir da mesma. Pseudo “Y”s atropelam Y´s de fato e assim por diante de forma que o cinismo e tolerância passam a ser incorporados ao indivíduo, muitas vezes, sob a tão falada adaptação e resiliência às pressões.

Todos sempre irão trabalhar e muito, mas estas classificações envaidecem, deslocam e anulam conceitos indispensáveis.
No que diz respeito às políticas administrativas, prefiro aceitar um conceito duro, porém claro em relação às pessoas (método DISC) do que encobri-lo e aplicar siglas da moda.

A complexidade é tamanha que envolve o desenvolvimento de princípios da vida pessoal, lembro-me do conceito de Reengineering Companies dado como solução salvadora e indiscutível no princípio, lá na década de 80, depois falhou inúmeras vezes gerando prejuízos bilionários às empresas. Neste caso a criticidade é a formação de uma geração inteira de indivíduos.

Com a evolução das empresas familiares para mega-transacionais sociedade anônimas o fator gente foi delegado a um setor importantíssimo atuante nas empresas, o famoso RH (Recrutamentamento de Humanos?) que viu-se com a batata quente nas mãos ao ter que influenciar os chefes na escolha de pessoas que eles pré selecionaram e correr o risco do fulano ser despedido posteriormente por "n" razões que deveriam ser explicadas ao funcionário pelo próprio departamento de RH (Retirada de Humanos?);

 O famoso departamento de RH (Rotulação Humana?) achou por bem simplificar os processos da tão complexa intuição e construção da confiança nas pessoas que por vez sempre encontram nomenclaturas para reduzir enormemente a "chuva" de currículos que recebem quando a oferta de bons profissionais está em alta e assim encontram quem quer trabalhar muito por baixos salários iniciais. Por outro lado, quando o mercado esta em baixa, estes nomes bonitos são esquecidos e o Ser Humano Perfeito fica por um tempo esquecido quando aumentam o salário inicial e "roubam" um bom profissional que está na ativa do concorrente.

A classica formação para ser um intrépido empregado de RH (Raros Humanos?) sai dos cursos rápidos de 4 anos de formação abrangente (não desmerecendo o esforço pessoal e o empreendedorismo dos diversos patrões que conseguiram registrar no MEC e abrir sua faculdade particular) do curso de Administração de Empresas, quando não são escolhidos via cargo de confiança dentro das corporações. Assim sendo, perpetuam-se nos deptos de RH, pessoas que tem a nobre tarefa de decidir sobre a vida de outras que para serem notadas devem se destacar no rebanho, sobre a sorte de falar para os deuses do RH o que eles estão esperando ouvir.

Como eu me vejo como profissional? Como sou visto profissionalmente pelo meu setor de RH (Relacionamento Hermético?) Como sou visto profissionalmente pelos meus amigos? Como sou visto profissionalmente pela minha familia? Bem, vou parar por aqui, pois para cada grupo tem respostas diferentes e/ou ligeiramente divergentes, já que sou avaliado em conjunto pelo meu conteudo na área que atuo e o meu jeito de ser como pessoa Humana... O que mais me preocupo aqui é: Como eu sou quando ninguém está me olhando?

Quero apenas afirmar que a mais poderosa afirmação para nós que vendemos nossa mão de obra (que nome heim?) deveria ser....Que a Força esteja comigo, pois trocar toda hora de emprego (que foi a moda que propagaram pelas ultimas décadas recentes) para mim não passa de uma elegante fuga dos problemas mais difíceis que sei que qualquer empresa tem e que, elas, pelo lado delas, acreditam que vão contratar um alguém para lutar de frente com o dragão de sete cabeças. Simplificando, ninguém acredita que dar chance ao coitado que trabalha carregando o mesmo piano anos a fio, pode ser a formula mágica para fazer justiça ao invés de introduzir os jovens vampiros que entram, sugam os mais velhos de casa, apoderam-se de suas almas (ideias), vendem o seu peixe, sobem de cargo e devolvem os problemas mais difíceis para alguém resolver enquanto ele acredita que um Semideus não deva se envolver com a mão na massa.

Creio que devemos buscar solidez no que fazemos (não numa empresa em si), mas na área que escolhemos. O mundo é um elefante (mudanças) com a rapidez de um coelho (flux). Mas tempo e dedicação ainda não foram descartados. Um profissional polivalente tem mercado de trabalho garantido. Pois ele faz acontecer no desenvolvimento de uma empresa. Como nem todas as pessoas são y, o mesmo vale para os flux. É claro que esse termo não pode ser usado para definir todos os indivíduos da sociedade, todos os profissionais. Acreditar em si próprio e encontrar quem precise desse tipo de profissional é a "proatividade" explicitada. A adaptabilidade nem chega a ser "jogo de cintura", é a propriedade do ser atual, das resoluções e dificuldades existentes na sociedade moderna...yéééaaah!...Bonito nome "Profissional flux". Eu sempre tive esta forma de agir e fazer o meu trabalho, ou seja, eu sou um "Flux". Sou um desbravador nato!!! Coisa importante pra se refletir é: Quais métodos esse 'flux' irá utilizar pra 'chegar la'? Pois diante do caos regra ou ética, tendem a não existir. Então esse 'profissional' pode usar das piores vias e meios pra atingir seus objetivos. Coisa mais importante ainda: pessoas entregam a vida pela 'carreira' e se esquecem de que não são uma ilha, se esquecem da sua natureza humana e, no final ou durante a sua 'carreira' se esquizofrenizam ou terminam numa corda bamba (ou bem tesa) porque acharam que sua 'carreira' era tudo o que realmente importava pra sua vida e que sua 'carreira' lhe traria felicidade ou satisfação. Cuidado!!! Equilíbrio é importante!

O que entendi da reportagem, é que hoje já não existe aquela estabilidade e talvez até acomodação de antes, os jovens iniciam em uma firma, recebem proposta de outra e já vão pra lá. Até receber o próximo convite e assim vai. Mas....importante salientar que, aos 40 anos, ele já será considerado um ''flux velho'' e portanto, se não tiver conseguido se estabilizar até então, logo estará fora do mercado de trabalho........ se ele tiver conseguido guardar um dinheiro, poderá montar um comércio, uma empresa.... caso contrário, estará na estatística de desempregados, pois infelizmente o mercado é ingrato e todo funcionário é descartável, pois assim como ele foi quando jovem, aparecerão novos jovens, lutando pela sua vaga, seu salário e em ser seu chefe, ou seja, nada mudou. Apenas, os termos. Nunca acreditei em geração Y e sim em uma geração que estava em um período de transformação ou adaptação com a geração X. E agora sim, estamos falando sobre o perfil profissional da nova geração (gerações após década de 80).




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