domingo, 25 de março de 2012

SABEDORIAS/PSICOLOGIA - Traição: 6 formas de despistar

Veja alguns sinais que podem indicar se você entrou para o clube das traídas. E fique por dentro do comportamento de quem trai.

Algumas pessoas traem por esporte, outras por compulsão e também por necessidade. / Think Stock
Algumas pessoas traem por esporte, outras por compulsão e também por necessidade. / Think Stock
Por MADSON MORAES
Se o ditado "procurar chifre em cabelo de cavalo" é realmente verdade quando uma situação nunca existiu, não sabemos. Agora, quando o assunto é traição, o chifre sai do cavalo e vem estacionar em nossas cabeças. Se a pergunta é quem trai mais, então, o coro é uníssono: eles traem mais que elas. O fato é que algumas pessoas traem por esporte, outras por compulsão e outras por necessidade.
Independente da razão e circunstância, trair é uma arte e os adúlteros conhecem o caminho de Roma e seus truques para uma traição perfeita. Mas, como todo crime perfeito deixa um suspeito, sempre escapa algum detalhe comprometedor em alguma situação que pode revelar se você está sendo traída ou não.
Com base nas dicas do site "Ashleymadison.com", considerado o maior site de relacionamentos extraconjugais do mundo, separamos 6 possíveis sinais que podem indicar se você entrou para o clube das traídas ou não.
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POLÍTICA/ECONOMIA - O Brasil aos olhos de Dilma

Em uma entrevista de duas horas a VEJA em Brasília, a presidente Dilma Rousseff diz que o poder não é desfrutável, mas que também não perde o sono com os problemas com os quais se defronta

Cristiano Mariz(Cristiano Mariz)
Aos olhos de muita gente, a presidente Dilma Rousseff deveria estar uma pilha de nervos na semana passada. Ela vinha de uma viagem à Alemanha, onde pareceu, inadequadamente, dar lições de governança à chanceler Angela Merkel. Na reunião que teria com os maiores empresários brasileiros, ela lhes daria “um puxão de orelha”, e, para completar o quadro recente de tensão, a base aliada do seu governo no Congresso estava em franca rebelião, contrariando seguidas iniciativas do Palácio do Planalto nas votações. Como pano de fundo da semana caótica, havia o fato de Dilma ainda não ter convencido a opinião pública de ser a grande gestora que o eleitorado escolheu para governar o Brasil em 2010. Como escreve nesta edição J.R. Guzzo, colunista de VEJA, capturando uma sensação mais ampla, “a maior parte das atividades do governo brasileiro hoje em dia poderia ser descrita como ficção”. Mas Dilma não estava nem um pouco tensa quando recebeu a equipe de VEJA (Eurípedes Alcântara, diretor de redação, e os redatores-chefes Lauro Jardim, Policarpo Junior e Thaís Oyama) na tarde de quinta-feira passada para uma conversa de duas horas em uma sala contígua a seu gabinete de trabalho no Palácio do Planalto, em Brasília.
Dilma vinha de encerrar a reunião com os empresários, em que, disciplinadamente, cada um dos 28 presentes teve cinco minutos para falar, e não pareceu ter dado — ou levado — metafóricos puxões de orelha. “Tivemos uma conversa séria. Coisa de país que sabe onde está no mundo e aonde quer chegar”, disse ela. “Ficamos todos de acordo que os impostos têm de cair, os investimentos privados e estatais têm de aumentar e o que precisar ser feito para elevar a produtividade da economia brasileira e sua competitividade externa será feito.” Para quem vinha tendo os ouvidos atacados pelo buzinaço estéril da “guerra cambial” contra o Brasil — expressão que, como mostra a entrevista, ela não acha própria —, a frase de Dilma, mesmo sem a sonoridade do português castiço, soa como música.
É saudável quando o governante não põe em inimigos externos toda a culpa por coisas que não funcionam. Melhor ainda quando reconhece que seu próprio campo, além de não ter soluções para tudo, é também parte do problema. “Não dá para consertar a máquina administrativa federal de uma vez, sem correr o risco de um colapso. Nem na iniciativa privada isso é possível. No tempo que terei na Presidência vou fazer a minha parte, que é dotar o estado de processos transparentes em que as melhores práticas sejam identificadas, premiadas e adotadas mais amplamente. Esse será meu legado. Nosso compromisso é com a eficiência, a meritocracia e o profissionalismo.”
“Eu disse aos empresários que seremos aliados nas iniciativas para aumentar a taxa de investimento da economia — e não mais apenas o crédito para o consumo”, contou ela. Suas propostas lembram o gato do chinês Deng Xiaoping. Não importa a cor. O que interessa é que ele cace ratos. Dilma Rousseff, porém, continua sendo a Dilma da lenda da mulher durona, de coração nacionalista. Confrontada com as críticas de que a Petrobras não pode ser um braço de política industrial do governo, ela reagiu: “A Petrobras tem de saber que o petróleo é do Brasil e não dela”. Felizmente, Dilma admite que a extração do petróleo do pré-sal tem prioridade até sobre a sacrossanta exigência de 65% na taxa de nacionalização dos equipamentos — o que inviabiliza ou encarece muitas operações. Ela não verbaliza que a taxa pode ser reduzida, mas diz que, entre a manutenção do patamar de nacionalização e a garantia de produção dos campos do pré-sal, fica com a produção.
Leia, a seguir, destaques da entrevista que ocupa dez páginas na edição desta semana de VEJA:

“O Brasil está em uma situação agora em que podemos dizer aos países ricos que não queremos o dinheiro deles. Eu disse isso com toda a clareza à chanceler Angela Merkel durante minha visita à Alemanha. Aqui se noticiou que eu estava querendo dar lições à Alemanha. Não foi nada disso. Eu quis deixar claro que o Brasil não quer mais ser visto como destinação de capital especulativo ou apenas como mercado consumidor dos produtos que eles exportam”
“Quando o companheiro Mario Draghi (economista italiano presidente do Banco Central Europeu) diz ‘vamos botar a maquininha que faz dinheiro para rodar’, ele está inundando os mercados com dinheiro. O Brasil não pode ficar paralisado diante disso. Temos de agir. Temos de agir nos defendendo — o que é algo bastante diferente de protecionismo”
“Os empresários reclamaram que os impostos cobrados no Brasil inviabilizam as melhores iniciativas e impedem que eles possam competir em igualdade de condições no mundo. Eu concordo. Temos de baixar nossa carga de impostos. E vamos baixá-la. Temos de aumentar nossa taxa de investimento real
para pelo menos 24%”
“Os líderes da China não escondem que não podem mais negligenciar o mercado consumidor interno. Eles estão mudando seu foco aceleradamente para atender às demandas do mercado interno chinês. De ameaça, a China pode se tornar oportunidade de mercado também para as exportações brasileiras de manufaturados”


“Não há crise nenhuma. Perder ou ganhar votações faz parte do processo democrático e deve ser respeitado. Crise existe quando se perde a legitimidade. Você não tem de ganhar todas. O Parlamento não pode ser visto assim. Em alguma circunstância sempre vai emergir uma posição de consenso do Congresso que não necessariamente



 
Obrigada e sucesso a todos nós.
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Reportagem da TV americana mostrando o potencial do Brasil.Muito interessante.O programa que fez esta reportagem chama - se 60 minutes da tv CBS. Não quer dizer que a reportagem sobre o brasil tenha 60 minutos, a reportagem está completa e dura 13 minutos.Reparem quando o reporter compara Brasília a cidade dos Jetsons(desenho animado futurista dos anos 60), fala da alta tolerância dos brasileiros a corrupção, a falta de ambição e o famoso jeitinho brasileiro. Na minha opinião faltou falar é claro,do maior responsável do bom momento que o Brasil atravessa = O PLANO REAL


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sábado, 24 de março de 2012

SABEDORIA/FILOSOFIA/EDUCAÇÃO - O ESTRANHO

 
Alguns anos depois que nasci, meu pai conheceu um estranho, recém-chegado à nossa pequena cidade.
Desde o princípio, meu pai ficou fascinado com este encantador personagem, e em seguida o convidou a viver com nossa família.
O estranho aceitou e desde então tem estado conosco.
Enquanto eu crescia, nunca perguntei sobre seu lugar em minha família; na minha mente jovem já tinha um lugar muito especial.
Meus pais eram instrutores complementares:
Minha mãe me ensinou o que era bom e o que era mau e meu pai me ensinou a obedecer.
Mas o estranho era nosso narrador.
Mantinha-nos enfeitiçados por horas com aventuras, mistérios e comédias.
Dois Lullistas "Descansando"

Ele sempre tinha respostas para qualquer coisa que quiséssemos saber de política, história ou ciência.
Conhecia tudo do passado, do presente e até podia predizer o futuro!
Levou minha família ao primeiro jogo de futebol.
Fazia-me rir, e me fazia chorar.
O estranho nunca parava de falar, mas o meu pai não se importava.
Às vezes, minha mãe se levantava cedo e calada, enquanto o resto de nós ficava escutando o que tinha que dizer, mas só ela ia à cozinha
para ter paz e tranquilidade. (Agora me pergunto se ela teria rezado alguma vez, para que o estranho fosse embora).
Meu pai dirigia nosso lar com certas convicções morais, mas o estranho nunca se sentia obrigado a honrá-las.

As blasfêmias, os palavrões, por exemplo, não eram permitidos em nossa casa… Nem por parte nossa, nem de nossos amigos ou de qualquer
um que nos visitasse. Entretanto, nosso visitante de longo prazo, usava sem problemas sua linguagem inapropriada que às vezes queimava meus ouvidos e que fazia meu pai se retorcer e minha mãe se ruborizar.
Meu pai nunca nos deu permissão para tomar álcool. Mas o estranho nos animou a tentá-lo e a fazê-lo regularmente.
Fez com que o cigarro parecesse fresco e inofensivo, e que os charutos e os cachimbos fossem distinguidos.
Falava livremente (talvez demasiado) sobre sexo. Seus comentários eram às vezes evidentes, outras sugestivos, e geralmente vergonhosos.
Perfil de macaco pensativo 
Agora sei que meus conceitos sobre relações foram influenciados fortemente durante minha adolescência pelo estranho.
Repetidas vezes o criticaram, mas ele nunca fez caso aos valores de meus pais, mesmo assim, permaneceu em nosso lar.
Passaram-se mais de cinquenta anos desde que o estranho veio para nossa família. Desde então mudou muito; já não é tão fascinante como era ao principio.
Não obstante, se hoje você pudesse entrar na guarida de meus pais, ainda o encontraria sentado em seu canto, esperando que alguém quisesse escutar suas conversas ou dedicar seu tempo livre a fazer-lhe companhia...
Seu nome?
Nós o chamamos Televisor...
Nota:
Pede-se que este artigo seja lido em cada lar.
Agora ele tem uma esposa que se chama Computador e um filho que se chama Celular!


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sexta-feira, 23 de março de 2012

JUSTIÇA- Para Calmon, Judiciário ocupa 'banco dos réus' por momentos difíceis

Por Fausto Macedo, estadao.com.br, Atualizado: 23/3/2012 15:39

Marcio Fernandes/AE
"Eliana Calmon revelou ter dificuldades que encontrou em fiscalizar o TJ-SP"

Petição Pública:

Abaixo-assinado Suspeição do Ministro do STF José Antonio Dias Toffoli , de Atuar no Julgamento dos Mensaleiros.

Nós subscrevemos o abaixo-assinado Suspeição do Ministro do STF José Antonio Dias Toffoli , de Atuar no Julgamento dos Mensaleiros.

Para SUPREMO TRIBUNAL FEDERAL

 

SÃO PAULO - A ministra Eliana Calmon, corregedora nacional de Justiça, disse nesta sexta-feira, 23, que o Judiciário 'está no banco dos réus' pelos momentos difíceis que vêm atravessando. Ela participa de uma reunião-almoço no Jockey Clube, promovida pelo Instituto dos Advogados de São Paulo.
A ministra realizou uma palestra sobre Justiça e precatórios, que atormentam grande multidão de credores no País. Por força de Emenda Constitucional 62/09, o Judiciário recebeu a missão de efetuar os pagamentos de precatórios, mas, de acordo com Eliana Calmon, os tribunais não têm estrutura, nem se modernizaram para atender a grande demanda que lhes cabe desde a Constituição de 1988.
Eliana Calmon relatou as dificuldades que encontrou para fiscalizar o Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP), o maior do País. 'Em administração, não é o tamanho que mete medo, nem é o tamanho que dá grandeza', disse a ministra. Segundo ela, 'o que dá grandeza é a humildade de dizer que precisa de ajuda'. Seu recado foi dirigido à ala da toga que resiste à atuação do CNJ.
'O grande papel da Corregedoria é naturalmente a de pulsão disciplinar, e que nós estamos presentes', prosseguiu Eliana Calmon. 'Previne-se a corrupção do Poder Judiciário ensinando-o a ter uma boa gestão. A boa gestão não é privilégio de SP, nem do DF, nem da própria Corregedoria.'
A ministra reiterou: 'Tivemos tantas dificuldades para entrar (no TJ) em São Paulo. Foi um namoro de quase 1 ano e meio. Vim várias vezes oferecer os préstimos e nunca consegui saber o que estava havendo. Eu entendo a cultura do Poder Judiciário.'
Segundo ela, os 'magistrados acham que o controle externo do poder é um absurdo'. Para Eliana Calmon, a corrupção no Poder Judiciário é um problema de desorganização de gestão. A ministra finalizou ao dizer que finalmente conseguiu abrir a fiscalização no Judiciário de SP.
'É uma lição que aprendi e que SP também aprendeu. Eu fui ousada no momento em que eu disse 'vou entrar (no Tribunal) em SP'. Se não for por bem, vai ser por mal. Esta fase passou. Foi entrar em SP que causou todo esse rebuliço', disse.
A corregedora também enfatizou a diferença de atuar em tribunais da relevância como o de São Paulo. 'Tinha feito (fiscalização) em vários tribunais pequenos. Quando se está batendo em desembargador pequeno, de Estados nordestinos, não têm problema. O problema é que quando chega nos grandes tribunais, nos que tem respaldo maior, das elites políticas, da elite econômica. Mas não estamos aqui para brincar de ser corregedora. A Corregedoria tem poderes amplos, sim, e será preservada.'

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quinta-feira, 22 de março de 2012

BRASÍLIA - APESAR DE SUA IDEOLOGIA, DIZEM QUE TEVE UM MOMENTO DE LUCIDEZ - EU NÃO ACREDITO
FRASE DA SEMANA- Niemayer dá show!
Aniversário de 102 Anos!


"Projetar Brasília para os Políticos que vocês colocaram lá, foi como criar um lindo vaso de flores prá vocês usarem como pinico. Hoje eu vejo, tristemente, que Brasília nunca deveria ter sido projetada em forma de avião, mas sim de Camburão"
(Oscar Niemayer)




ARQUITETURA DE VERDADE ESTÁ AQUI:

Esboços de Frank Gehry






COMO O AMERICANO VER O BRASIL?

 REPORTAGEM DA TV AMERICANA



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VEJA MAIS:

- A FALSA CRISE E A VERDEIRA HISTÓRIA (AQUI)


- BRASÍLIA - ‘A era da inocência’ (aqui)



Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

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EXERCÍCIO DE 2012, ANO BASE 2011, TERMINARÁ NO DIA QUE O PAÍS FOR HONESTO E ENTERRAR  PRA SEMPRE O COLETIVISMO




ANO A ANO A DECLARAÇÃO RENDA ESTÁ MAIS DIFÍCIL DE SER PREPARADA PORQUE É NECESSÁRIO 
TOMAR MUITO CUIDADO NA HORA DE DEFINIR QUEM SÃO SEUS DEPENDENTES.

SE VOCÊ ESTÁ ENCONTRANDO ALGUMA DIFICULDADE PODE UTILIZAR A LISTA DE DEPENDENTES 
RELACIONADA ABAIXO.



Vá preparando a Declaração de IR 2011 LEMBRE-SE
Já atualizou sua lista de dependentes do IR? Não?

Então pode copiar da minha.


DECLARAÇÃO ANUAL DE RENDIMENTOS - PESSOA FÍSICA


RELAÇÃO OFICIAL DOS

MEUS DEPENDENTES
:

01)
Governo Federal- IR, CPMFetc.;
02)
Governo Estadual- IPVA, ICMS etc.;

03)
Governo Municipal -IPTU, TRSD,ISSQNetc.;

04)
INSS- Contribuição previdenciária;

05)
Conselho Regional Profissional - Contribuição anual
;

06)
Sindicato da Categoria Profissional - Contribuição anual;

07)
SABESP/PREFEITURA - Contas de água e esgoto (consumo mínimo mesmo que não tenha consumido) e taxa de coleta de lixo;

08)
CPFL/GLP- Contas de luz e gás (consumo mínimo mesmo que não tenha consumido);

09) Telefônica
/Brasil Telecom/TIM/ CLARO/VIVO celular - Assinatura mensal;

10)
Plano de Saúde - Mensalidade;

11)
Detran- Licenciamento anual de veículo, transferência e renovação de carteira de habilitação;

12)
Contran- Taxa de inspeção veicular ;
13)
IRB- Seguro automotor obrigatório ;

14)
Concessionárias de estradas de rodagem - Pedágios ;

15) CET/DSV/ESTAR -
Talões de estacionamento ;

16)
Terminais aeroviários e rodoviários- Taxa de uso dos sanitários e estacionamento ;

17)
Instituições financeiras- Taxas de administração e manutenção de contas correntes, renovação anual de cartões de crédito, requisição de talões de cheque etc.;

18) Tomadores de conta de veículos, guardadores de lugar em filas, cambistas diversos, flanelinhas e vendedores de semáforos
- Caixinha, cafezinho etc.;

19) Carteiro, lixeiro, varredor de rua, porteiro do prédio, leitores de relógios e entregadores de contas, entregadores de gás, de água etc.
- Páscoa, Natal, Ano Novo etc.


Mais 567 deputados federais e
81 senadores, com as respectivas AMANTES e CORJAS...

E também deputados estaduais, Prefeitos e vereadores.

E, ainda, mais todos os presidiários do País, por conta do Auxilio Reclusão. Eles te assaltam, matam quem você ama, e você ainda ajuda a família deles.


É mole ?

Repasse!!! É seu dever informar a todos para completarem devidamente o seu imposto de renda!



Pen Driver da Receita:




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VIAGEM/TURISMO/FÉRIAS - Relaxando no mar das Filipinas

Por Dan Levin, The New York Times News Service/Syndicate

Relaxando no mar das Filipinas
Estávamos flutuando com cuidado sobre uma floresta de corais que pareciam galhadas de veados quando ouvi o sueco que mergulhava de snorkel comigo berrar. Pus a cabeça para fora da água e só ouvi um pedaço de sua declaração entre o chapinhar das ondas: "Monstro num buraco."
Ao tirar a máscara dos olhos, de repente me senti extremamente exposto. Estávamos mergulhando nas águas ao longo da província de Palawan, nas Filipinas, e o "bangka" (barco) de 25 metros que seria nossa casa por cinco dias estava longe demais para uma fuga rápida.
Assim, reajustei o snorkel, inspirei e mergulhei rumo ao recife. Alguns membros da nossa expedição navegadora de 19 pessoas já estavam lá, examinando um coral laranja maior do que uma poltrona. Aquilo significava que a criatura não era letal. Só parecia faminta. Com metade do corpo escondido numa fenda, pairava um predador comprido salpicado de pintas, com as mandíbulas abertas. Eu mantive distância e fiz uma anotação mental para ensinar um novo nome ao meu amigo escandinavo: moreia. Só que antes eu precisava respirar.
Felizmente, relaxamento não faltava a bordo do Buhay.
Estávamos no meio do paradisíaco nada: um mar de azul-celeste em alta definição se estendia até o horizonte, pontilhado somente pelas distantes ilhas desabitadas. Depois de alguns dias navegando, a vida se tornara uma rotina indistinta: comer, snorkel, descansar. Repetir.
A maioria dos turistas que chega às Filipinas em busca de descanso vem direto a Boracay, uma loja de conveniência tropical cheia de jet skis, piscinas de resorts e ressacas. Só que eu procurava uma fuga verdadeira, nada que envolvesse ser derrubado pelo drinque "scorpion bowl".
Assim, fiz uma viagem de van de Puerta Princesa a El Nido, minúsculo e denso aglomerado de lojas de mergulho ao redor da baía Bacuit, em Palawan. O que descobri, depois de seis horas desviando de cabras numa estrada poeirenta, foi um centro de lançamentos de "bangka" às ilhas espetaculares da região.
Shipmates from the sailing outfit Tao Philippines at a local school that Tao supports, on a remote island in the Palawan province of the Philippines, Feb. 7, 2012.  A five-day sailing expedition organized by Tao Philippines took participants from El Nido to Coron, with each day's course set by the winds and currents. (Jes Aznar/The New York Times)
A shipmate from the sailing outfit Tao Philippines dives into the waters off the coast of Palawan province in the Philippines, Feb. 6, 2012. A five-day sailing expedition organized by Tao Philippines took participants from El Nido to Coron, with each day's course set by the winds and currents. (Jes Aznar/The New York Times)
El Nido criou um nicho no circuito de mochileiros, dando a impressão de que simplesmente apareceu no mapa. Imponentes despenhadeiros de calcário guarnecem algumas ruas empoeiradas que ficam vazias muito antes da meia-noite. Os resorts são mantidos à distância pela falta de voos comerciais e pela decrépita infraestrutura da cidade _ não existem caixas eletrônicos e a eletricidade é cortada ao nascer do sol, voltando ao redor das 16h00.
Como a maioria dos moradores itinerantes da cidade, passei as horas de blecaute parcial nadando entre peixes-papagaio e fazendo piquenique numa franja de areia branca. Cada local tinha um nome tomado da mitologia do paraíso, como Praia Escondida e Laguna Secreta.
Só que o segredo acabou. As agências de turismo local oferecem os mesmos quatro itinerários diários _ conhecidos como A, B, C e D _, assim a água, ainda que estonteante, às vezes ficava lotada. Quando todos voltavam para casa à tardinha, as pessoas ficavam vendo o sol se pôr, pediam uma cerveja e logo entravam no Facebook num café a um metro ou dois das ondas. Parecia que os outros turistas (e a internet) estavam estragando minha fantasia de ilha deserta.
A única opção era cortar a ligação com a civilização e todas as suas comodidades modernas. Enquanto planejava minha próxima viagem a El Nido em fevereiro, fiz reserva com a Tao Philippines, que fornece viagens de barco explorando algumas das ilhas mais remotas do Sudeste Asiático e férias totais de tudo que é digital: nada de e-mail, agregadores de notícias ou telefone.
A Tao foi fundada por Eddie Brock, 34 anos, um filipino magrelo, e seu amigo britânico, Jack Foottit, 27 anos, que se conheceram quando trabalhavam como garçons na Escócia e depois fugiram para as ilhas de Palawan. Ao longo dos anos, Brock e Foottit descobriram um verdadeiro planeta solitário de ilhotas desimpedidas, vilas de pescadores e, para a aventura não terminar, começaram a levar as pessoas que conheciam na jornada. Agora eles têm seis "bangkas" e meus colegas de bordo e eu éramos seus mais recentes passageiros clandestinos.
Uma noite antes de zarparmos, Brock foi direto ao explicar o propósito da viagem: "Não existe plano." Durante a viagem entre El Nido e o destino final, Coron, a cerca de 160 quilômetros a noroeste, o andamento de cada dia seria determinado pelos ventos e as correntes. Ao longo do trajeto, desembarcávamos em ilhas tão isoladas que turistas raramente as veem.
Shipmates from the sailing outfit Tao Philippines swim in fresh water on a remote island in the Palawan province of the Philippines, Feb. 6, 2012.  A five-day sailing expedition organized by Tao Philippines took participants from El Nido to Coron, with each day's course set by the winds and currents. (Jes Aznar/The New York Times)
Shipmates from the sailing outfit Tao Philippines at late-night party on a remote island in the Palawan province of the Philippines, Feb. 6, 2012.  A five-day sailing expedition organized by Tao Philippines took participants from El Nido to Coron, with each day's course set by the winds and currents. (Jes Aznar/The New York Times)
Naquela primeira manhã a bordo do Buhay, nos livramos dos chinelos de dedo e testamos nossa capacidade de navegar. O barco era um "bangka" típico reinventado, com dois conveses ao ar livre e dois violões. Na cozinha, a mestre-cuca, Annie, produzia joias das ilhas das Filipinas durante a jornada, como "adobo" de atum e siri ao leite de coco e curry.
Meus colegas a bordo do Buhay eram na maioria europeus, contando com dois belgas acompanhados por belas moças filipinas. Era uma expedição aberta, então qualquer um podia reservar seu lugar. A cada noite nós dormíamos numa ilha diferente, às vezes dividindo uma choupana. Casais em lua de mel e quem desejar uma experiência mais íntima podem reservar um barco particular.
Eu havia vindo sozinho, mas quando desembarcamos no acampamento base da Tao na ilha de Cadlao naquela tarde, qualquer desconforto inicial por dividir alojamentos com estranhos havia desaparecido no primeiro mergulho no mar; estar molhado e seminu faz essas coisas.
Brock surgiu por entre as palmeiras para nos receber em terra firme, acompanhado por Foottit, um ex-londrino bronzeado que trocou as chaves do carro por uma macaca de estimação. A símia de cauda longa pulou do seu ombro, guinchou e correu pela areia para nos cheirar. Ela era a mascote ideal para o acampamento, algumas choupanas de sapé à beira da selva.
Pescadores já moraram aqui, mas venderam a terra para nossos anfitriões anos atrás. Hoje em dia, alguns deles trabalham para a Tao no papel de marujos e cozinheiros. A Tao ajuda cada vilarejo com que trabalha nas ilhas, construindo escolas e pagando professores, um investimento que lhes rendeu a lealdade local. Os membros da tripulação eram desse cenário rural; eles ensinaram nossos anfitriões a escalar coqueiros e navegar pelas estrelas.
"É uma tribo, não uma empresa", disse Foottit, rindo com uma cerveja. "Somos os garotos perdidos."
Toda essa liberdade náutica estava afetando meus colegas de bordo. Antes de começar a viagem, Marly Pols, 43 anos, aeromoça holandesa, disse que só conseguia pensar nas praias que nos aguardavam. No segundo dia, estávamos contando histórias e bebendo garrafas de rum como um bando de piratas de folga.
"Esta agora é a nossa casa", ela disse enquanto descansávamos no convés superior na manhã seguinte. "Estamos nessa juntos."
Shipmates from the sailing outfit Tao Philippines aboard the Aurora off the coast of Palawan province in the Philippines, Feb. 9, 2012. A five-day sailing expedition organized by Tao Philippines took participants from El Nido to Coron, with each day's course set by the winds and currents. (Jes Aznar/The New York Times)
A worker with the sailing outfit Tao Philippines serves coffee to guests on a remote island in the Palawan province of the Philippines, Feb. 5, 2012.  A five-day sailing expedition organized by Tao Philippines took participants from El Nido to Coron, with each day's course set by the winds and currents. (Jes Aznar/The New York Times)
Gabie Vervoort, 37 anos, um bem-sucedido vendedor de impressoras da Holanda, disse que estava flertando com a ideia de desistir de tudo.
"Em casa, quero o carro mais bacana e o maior televisor, mas aqui nada disso faz sentido. Devo ter nascido no país errado."
Mas a vida insular nem sempre é paradisíaca. A elevação da temperatura do mar e o excesso de pesca nas Filipinas estão devastando populações acima e abaixo das ondas. O colapso pesqueiro começou a atingir Palawan, deixando os pescadores locais incapazes de competir na corrida para alimentar a China. Os criadouros de pérolas geram alguns empregos (à noite avistávamos as luzes distantes dos "bangkas" protegendo as ostras submersas), ainda que os moradores locais só recebam uma migalha do lucro final.
A Tao dá suporte a uma pequena economia rural que engloba o arquipélago filipino. Nosso café matinal vinha do vilarejo de Brock, ao norte, já os jantares eram estritamente locais. Quando paramos para passar a noite numa ilha a várias horas de distância do naufrágio, um grande javali era assado num espeto girado por um morador descalço. Mais tarde, nós relaxamos na praia até tarde, destruindo a letra de "Fast Car", de Tracy Chapman, e das músicas do Red Hot Chili Peppers.
Na terceira noite, em outra praia, as letras apareceram. Depois do pôr do sol e dos camarões, nos reunimos numa cabana ao redor do motivo de haver um gerador na aldeia: um aparelho de caraoquê. O inglês não era o idioma nativo de todos os meus colegas, mas eles compensavam os erros com o conhecimento da música pop dos Estados Unidos e da Grã-Bretanha.
Nós cantamos "Wonderwall", do Oasis, e dançamos a macarena. Durante dias fiquei desejando que meus amigos tivessem me acompanhado na viagem, quando então dei por mim: eles estavam ali o tempo todo.
Aproveitando uma pausa, corri descalço para a praia vazia, exceto pelos caranguejos fantasmas que pairavam nas tocas, observando-me com olhos salientes. A maré parecia um suspiro, o céu incandescia com as constelações e eu era, de forma emocionante, a única testemunha.
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Olimpia Pinheiro
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