quarta-feira, 15 de julho de 2015

ZÉ DIRCEU PEDE A MORO PARA NÃO SER PRESO: "SOU UM VELHINHO DE 70 ANOS" (SIC). Primeiro defendem os menores bandidos agora naturalmente os velhos bandidos também.



A defesa do ex-ministro José Dirceu apresentou na noite desta terça-feira uma petição ao juiz Sergio Moro na tentativa da evitar a prisão preventiva do ex-ministro na Operação Lava Jato.


A decisão de protocolar a petição veio após o ex-executivo da Toyo Setal Julio Camargo revelar, em depoimento à Justiça Federal do Paraná, também nesta terça, a informação de que entregou R$ 4 milhões em dinheiro vivo ao ex-ministro a pedido do ex-diretor da Petrobras Renato Duque.

A defesa ainda relata o estado em que se encontra Dirceu, “já com seus 70 anos e rotulado indelevelmente de inimigo público, não aguenta mais a situação a qual é submetido diariamente”. A petição também recorre ao comportamento do ex-ministro durante o julgamento do processo do mensalão.


Dirceu diz que "não aguenta mais a situação"

Em novo pedido a juiz Sérgio Moro para não ser preso pela Lava Jato, ex-ministro suspeito de receber propina justifica que está com idade avançada, aflito e angustiado

AE
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O ex-ministro-chefe da Casa Civil José Dirceu informou o juiz federal Sérgio Moro, que conduz os processos da Operação Lava Jato, na noite desta terça-feira, 14, que “não aguenta mais a situação”. Em novo pedido para não ser preso preventivamente no inquérito que investiga seu envolvimento com o esquema de propina na Petrobras, por meio de sua empresa a JD Assessoria e Consultoria, ele afirma que foi ”rotulado indelevelmente de inimigo público”.

“Com seus 70 anos e rotulado indelevelmente de inimigo público, não aguenta mais a situação a qual é submetido diariamente”, informou Dirceu, por meio de seu defensor, o criminalista Roberto Podval.

“A aflição do peticionário – e também de seus defensores – a respeito de uma possível ordem de prisão contra si já é fato público e notório. Não apenas pipocam diariamente na imprensa notícias sobre seu iminente encarceramento, mas, também, todos os dias surgem ‘novos’ depoimentos que, ainda segundo a mídia, complicariam a situação do peticionário”, diz o criminalista, em petição anexado aos autos às 23h48.

A nova tentativa para afastar o risco de uma prisão preventiva surgiu após depoimento do lobista Julio Gerin Camargo, na tarde desta terça-feira, na Justiça Federal em Curitiba, em que ele afirmou ter pago R$ 4 milhões para o ex-ministro a pedido do ex-diretor de Serviços da Petrobras Renato Duque.

No pedido, Podval informou que buscou no Tribunal Regional Federal – côrte superior – uma medida que afastasse o risco de prisão preventiva nos autos da Lava Jato “tamanha a angústia” do ex-ministro, que é condenado no mensalão e cumpre pena em regime domiciliar.

Segundo o criminalista, “para caracterizar de vez como suplício a situação psicológica que se encontra” Dirceu, durante todo dia de ontem um veículo de rede de televisão permaneceu estacionado na porta da residência do ex-ministro, “certamente aguardando a tão esperada prisão”.
“E isso, para regozijo de uma sociedade que, infelizmente, se contenta e festeja o encarceramento prévio, sem processo, sem formação de culpa e sem qualquer observância ao sistema Constitucional que, ironicamente, serviria para proteger essa mesma sociedade do arbítrios do Estado.”

Para a defesa, “à luz do princípio da presunção de inocência”, o novo depoimento do lobista Júlio Camargo não pode servir de base para uma preventiva. “Máxime quando o suposto delator (Júlio Camargo), anteriormente, em nenhum momento narrou afirmado qualquer fato envolvendo o peticionário, que tivesse o condão de lastrear uma custódia cautelar.”

À disposição. No documento Dirceu informou que por diversas vezes procurou, via defesa, para se colocar à disposição para esclarecer todo e qualquer questionamento e para tentar demonstrar a desnecessidade de uma prisão preventiva.

“Não obstante, e apesar de seus pedidos formais para que fosse ouvido (em Curitiba ou em Brasília, onde cumpre pena), o fato é que até hoje não sinalizou a força tarefa qualquer esforço concreto nesse sentido. José Dirceu nunca pôde, até o momento, mesmo querendo, explicar quaisquer dúvidas porventura existentes quanto a seus negócios, realizados no passado.”

 
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terça-feira, 14 de julho de 2015

Juízes estão usando WhatsApp para intimar réus e mediar negociações

O que fazer quando o réu em um processo na Justiça não responde a cartas, e-mails nem telefonemas? Envie uma mensagem pelo WhatsApp. É o que fez um juiz no Pará - e deu certo.
Este é apenas um dos vários exemplos de como o app de mensagens - comprado pelo Facebook por US$ 22 bilhões - é usado no sistema jurídico brasileiro.
O Ministério Público do Trabalho abriu processo por suspeita de tráfico humano internacional contra a madeireira Brokopondo Watra Wood International N.V., cuja sede fica no Suriname. O brasileiro que aparentemente oferecia mão de obra para a empresa também mora lá.
Inicialmente, o juiz Ney Maranhão - titular da Vara do Trabalho de Tucuruí (PA) - seguiu o procedimento de sempre: enviou uma notificação por carta, o que envolveu gastos com tradutor juramentado e a burocracia do Ministério das Relações Exteriores. No entanto, ninguém respondeu. Diversos contatos por e-mail e telefone tiveram o mesmo destino.
O caso tinha urgência: o juiz afirma que o autor da ação "está com situação de saúde delicadíssima, há muito se sujeitando a diversas e agressivas sessões de quimioterapia".
À medida que o juiz colhia depoimentos de pessoas próximas aos réus, ele descobriu que um dos acusados usava WhatsApp. Então o tribunal enviou, em texto e imagem, a sentença judicial pelo app.
Assim, a mensagem foi visualizada, e a empresa enfim respondeu. O juiz explica em entrevista:
No mesmo dia, o aplicativo acusou a leitura pelo destinatário (duas linhas azuis), o que foi objeto de certificação nos autos. A certeza da eficácia da intimação da sentença pelo WhatsApp veio alguns dias depois, quando a empresa Brokopondo Watra Wood International N.V. encaminhou expediente para a Secretaria da Vara com suas alegações e impressões a respeito do caso.

Intimação

Há outros casos de intimação por WhatsApp. Em novembro de 2014, o juiz João Valério Silva Neto, de Presidente Médici (RO), determinou que a autora de um processo fosse encontrada por meio do app.
A autora ganhou a causa, mas o juizado não conseguia contatá-la. Assim, o juiz escreveu em seu despacho: “não sendo apresentados embargos [recursos], intime-se a autora pelo meio menos oneroso e rápido (e-mail, telefone, WhatsApp…)”. Segundo o G1, ela foi enfim encontrada.
Como se trata de um tribunal de pequenas causas - que preza pela rapidez, informalidade e oralidade - isso não parece ser problema.
Mas nem sempre a intimação por WhatsApp é bem-vista. Segundo o Consultor Jurídico, uma advogada em Cuiabá recebeu esta mensagem de um oficial de Justiça: "Não pude passar a data de sua audiência devido a senhora estar dirigindo....a data é 25/11/2014 às 10:00hrs. ...A partir desse momento a senhora está devidamente intimada".
O presidente da OAB (Ordem dos Advogados do Brasil) em Mato Grosso não gostou: Maurício Aude disse que o aviso pelo WhatsApp, "além de não encontrar o devido respaldo legal, não goza de segurança jurídica necessária para o ato".
Essa prática ainda não é totalmente regulamentada, mas vem sendo adotada oficialmente aos poucos. Por exemplo, desde abril, uma portaria autoriza a intimação por WhatsApp no Juizado Especial Cível e Criminal da comarca de Piracanjuba (GO).
O app também pode ser usado para se informar sobre processos que tramitam em um tribunal. Em abril, a 7ª Vara Criminal Federal em São Paulo oficializou essa prática, e desde então faz o cadastro dos interessados - que podem ser advogados, procuradores ou qualquer pessoa do público em geral. É possível "agendar visitas para consultas dos autos e audiências com o juiz, retirar certidões e alvarás, enviar lembretes de audiências", entre outros.
O WhatsApp até foi usado por um tribunal em Campinas (SP) para mediar uma negociação. O projeto piloto envolveu um funcionário que sofre com hérnia de disco, aparentemente causada pelo trabalho que ele fazia em uma empresa.
As discussões entre o funcionário e a empresa foram feitas em um grupo do WhatsApp, com a ajuda de uma servidora e uma juíza. Em maio, eles chegaram a um acordo - R$ 8.000 à vista para o trabalhador, contra a exigência de R$ 12.000 com parcelamento - e só precisaram ir ao tribunal para assinar os papéis.
O uso do WhatsApp pode causar certa polêmica por não ser totalmente regulamentado. Mas, como afirma a advogada Paula Leite Barreto no Consultor Jurídico, "é importante que exista um diálogo entre a informática e os juristas", porque a tecnologia anda muito mais rápido do que a legislação brasileira.
Mesmo que o Código Civil não esteja pronto para um mundo de smartphones, o "ordenamento jurídico deve ser adaptado para a nova realidade, a fim de solucionar casos concretos", diz Paula.
Foto por Microsiervos Geek Crew/Flickr
 
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O PETISTA




É o cara que se escandaliza com Bolsonaro, mas não vê problema algum em Graça Foster, em Dilma, em Lula.

É o cidadão que se preocupa com os centavos da passagem de ônibus, mas ignora os milhões da Petrobras.

É a moça que defende o aborto, mas considera a palmada um crime hediondo.

É aquele que odeia os judeus e quer a destruição do Estado de Israel, mas faz campanha contra o racismo e xinga os adversários de nazistas.

É aquele que acusa Bolsonaro de ser apologista do estupro, mas ignora o professor que defendeu o estupro de Rachel Sheherazade.

É aquele que chama empresário de sonegador, mas aceita a maquiagem fiscal da Dilma.

É aquele que protesta quando morre um traficante, mas festeja quando morre um policial militar.

É aquele que não se importa em destruir a vida do adversário, se isso for importante para a causa.

É aquele que passa a odiar sua cidade quando a maioria não vota em sua candidata.

É aquele que chama o caso Celso Daniel de "crime comum"

É aquele que usa a expressão "ação penal 470" para se referir ao mensalão.

É aquele que prega a estatização do financiamento eleitoral.

É aquele que usa a palavra "estadunidense".

É aquele que tem uma grande simpatia pelos nanicos da linha auxiliar do PT.

É aquele que não vê nada demais no fato de o PIB per capita da Coreia do Sul ser de 32 mil dólares e o da Coreia do Norte, de 1.800 dólares. Afinal, a Coreia comunista é mais igualitária.

É aquele que apoia o movimento gay, mas também apoia o regime cubano, que já fez campos de concentração para homossexuais.

É aquele que acredita em governo grátis, mesmo quando o País trabalha até maio só para pagar impostos.

É aquele que odeia a censura, mas quer o controle social da mídia.

É aquele que faz tudo para acabar com a família e a igreja, pois sabe que elas são os principais focos de resistência ao poder do Estado e dos movimentos sociais.

No fundo ele sabe que o país está sendo saqueado, exaurido, violentado - mas diz que o problema é o Bolsonaro.

É aquele que nunca perdoa.

É aquele que apoiou o impeachment de Collor e acha que foi legitimo, mas falar no impeachment de Dilma é golpismo.

Publicado originalmente no Jornal de Londrina.


 
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Internet é opção para aprender línguas do mundo todo


Jean Gonçalves fez mandarim online no Senac e conheceu a China

Pagos ou gratuitos, cursos ensinam idiomas online; aluno investe no currículo e pode conhecer novas culturas - veja algumas opções

Jean Gonçalves estudou inglês dos 12 aos 18 anos no Senac de Florianópolis. Em 2009, decidiu aprender mandarim e seguiu o mesmo caminho. Começou as aulas, mas a turma acabou. “O online foi a alternativa para continuar”, conta o desenvolvedor de software, de 25 anos, que concluiu o curso em 2013. “Pude ver os dois lados. No presencial, o professor está ali ajudando, tirando dúvida. No online, com o programa, a gente vai cumprindo lições.” 
Mandarim foi a primeira língua que ele estudou a distância. “Fiz o curso todo em um ano, senão a licença expirava.” Com 40 minutos diários, é possível acabar nesse prazo, segundo o Senac. A motivação do programador veio da viagem à China, realizada em 2014. “Lá as pessoas me entenderam. Às vezes com alguma dificuldade, por causa dos quatro tons do mandarim que mudam o sentido da palavra conforme a pronúncia.” Com o Rosetta Stone, sistema usado pelo Senac, ele diz que exercitou bem “o falar e o escutar”. A cada término de fase, tinha de agendar uma avaliação com professor nativo. “É como se fosse um chat, em que ele aparece com voz e vídeo, e a gente só por voz.”
A parceria do Senac com a empresa Rosetta Stone começou em 2011. “Era um mercado novo, tínhamos projetos locais para o ensino a distância. Mas, como os cursos estavam na internet, alunos de outros Estados também se inscreveram”, lembra Anderson Malgueiro, diretor do Senac EAD em Santa Catarina, responsável pela área de idiomas online da instituição em todo o Brasil. 
Atualmente, o Senac oferece 24 cursos de língua a distância. De 800 alunos em 2013, chegou hoje a 3,2 mil, com a expectativa de alcançar 4 mil até o fim do ano. Segundo Malgueiro, chama a atenção o interesse, ainda que pequeno, por idiomas como filipino e sueco. Já o mandarim vem crescendo no ranking dos mais procurados: responde por 10% dos alunos, mesmo porcentual do inglês britânico. Francês, alemão e espanhol vêm em seguida, com 6% cada. No topo da lista está o inglês americano, com 58%.
Principal idioma. Na internet, é mesmo o inglês que domina os cursos. Muitos ensinam exclusivamente a língua. É o caso do EF Englishtown, líder do segmento. Com 50 anos de experiência, a escola online viu sua base de alunos no Brasil pular de 30 mil em 2011 para os cerca de 130 mil atuais. “Esse crescimento tem a ver com acesso das pessoas à internet. Elas estão interagindo mais com a rede, usando como ferramenta”, explica André Marques, diretor-geral da EF Englishtown. 
Uma divisão da EF Education First, empresa mundial especializada em educação, a Englishtown atua no Brasil desde 2001 e acompanhou a expansão e a transformação do mercado de ensino de inglês online no País. “Em 2010 havia três escolas. No fim de 2013 já eram 22. Hoje, comparado a outros países, o Brasil é o que tem a concorrência mais agressiva”, afirma o diretor, que calcula que o mercado de inglês tenha agora 15 escolas online. 
Marques ressalta que existem vários modelos disponíveis e que “muitas empresas surgiram nesses anos com ferramentas de tradutores, um conteúdo que acaba não prendendo a atenção do estudante”. “A Englishtown é uma plataforma de educação, uma escola dentro da internet. Segue todos os parâmetros, apenas se utiliza da tecnologia para ter acesso ao aluno.” Segundo ele, em média, com uma hora de estudo por dia, é possível acabar o curso em um ano e meio. 
Outra escola mundial de inglês online que atua por aqui é a Open English. Fundada em 2007 pelo venezuelano Andrés Moreno, a empresa conquistou o mercado latino e investe no Brasil há dois anos. Presente em 40 países, tem 100 mil pessoas matriculadas. A empresa informa que quem dedicar pelo menos três horas por semana ao curso se torna fluente em até um ano e meio.
Lançado em 2007 pelo grupo Pearson, uma das empresas mundiais especializadas em educação, o Meuinglês também está na disputa por estudantes de inglês a distância no Brasil. Atualmente o site tem 4 mil usuários no País. Se o aluno estudar duas horas por semana, a estimativa é que saia de iniciante a fluente em dois anos. O curso dá direito a certificado a cada etapa vencida.
Ritmo ajustável. O tempo de conclusão dos cursos online depende do aluno. Essa flexibilidade é a principal vantagem apontada por especialistas e alunos. “O diferencial é poder fazer quando quiser. Antes, se eu não podia ir, faltava aquela aula. No online, não”, diz Daniel Ferreira, servidor público da prefeitura do Rio, que fez parte do curso de inglês a distância do BLC4u.
“Recebi a oferta de um site de venda coletiva para um pacote de seis meses pelo preço de um, achei atrativo. Como eu já tinha feito o básico numa escola física de inglês, comprei o nível intermediário.” Ele aprovou o método: “O conteúdo deu sequência ao que eu tinha aprendido. Acho que funcionei como autodidata”. 
Nos cursos pagos, em geral, o aluno pode definir o ritmo e, dependendo do modelo, até a área a ser enfatizada (gramática ou conversação) e os assuntos de maior interesse. Situações do dia a dia são temas bem explorados nos métodos online em geral, pagos ou gratuitos. Recursos tecnológicos também não faltam: vídeos, podcasts, atividades interativas e textos de blogs sobre atualidades. Além disso, vários cursos oferecem a chance de estudar pelo computador ou por meio de aplicativos no tablet ou no celular. O sistema salva as tarefas cumpridas numa plataforma, e o estudante pode dar continuidade em outra. 
Com cerca de 50 milhões de inscritos, o site gratuito Busuu é um dos que oferecem versão online e aplicativo para Android e iOS. Tem no cardápio 12 idiomas para o aprendizado. Vão desde os mais procurados (como inglês, espanhol e francês) até turco, japonês e russo. 
A página Duolingo também tem ambiente online e aplicativo. É possível aprender inglês, espanhol e francês com o método em que as lições são como etapas de um jogo. Depois do mandarim, o programador Jean Gonçalves resolveu se aventurar em outra língua pela internet usando esse recurso. “Estou aprendendo espanhol no Duolingo. É escutar e repetir, mas é uma alternativa para quem não puder pagar.”
INGLÊS A DISTÂNCIA COBRADO
EF Englishtown
Custa R$ 139 ao mês, com aulas de conversação em grupo. A partir de R$ 189, há aulas particulares. Site: englishtown.com.br
Meuinglês
Professores tiram dúvidas por e-mail ou via chat. O plano mensal custa R$ 59. Site: meuingles.com
Open English
Estão disponíveis aulas com professores americanos a cada hora. A mensalidade equivale a US$ 80. Site: openenglish.com.br
Berlitz
Há cursos com ou sem tutoria – desde R$ 297, para licença de três meses. Site: berlitz.com.br
BLC4u 
Um mês de cursos sai por R$ 57. Site: blc4u.com
ENSINO ONLINE EM TVS E INSTITUIÇÕES
Inglês/BBC
Exige algum conhecimento da língua. O curso gratuito da TV inglesa é de nível intermediário. Inclui vídeos e áudios. Site: bbc.co.uk/learningenglish
Espanhol/TVE
Com material elaborado pelo Instituto Cervantes, o Hola, ¿Qué Tal? tem 8 mil atividades. Desde 24,95 euros por mês. Site: www.holaquetal.com
Francês/TV5
É preciso saber outro idioma, como inglês ou espanhol, para aproveitar as aulas gratuitas do site da emissora francesa. Site: apprendre.tv5monde.com
Alemão/Deutsche Welle
O curso da TV alemã, com vídeos e podcasts, serve tanto para iniciantes quanto para quem quer treinar. Grátis. Site: dw.com
Italiano/Centro de Língua e Cultura Italiana da Fundação Torino
A plataforma está disponível em português. A partir de R$ 450 o curso. Site: clickitalia.com.br
Japonês/NHK
São 48 lições gratuitas em forma de podcast, com texto abaixo do link de áudio. Site: www.nhk.or.jp/lesson/portuguese
VÁRIAS LÍNGUAS, PAGAS OU NÃO
Senac EAD
O agendamento de aulas online com um falante nativo é ilimitado. A licença de um ano de curso custa R$ 920. Site: ead.senac.br
Duolingo
Funciona como um jogo. Grátis. Site: duolingo.com
Busuuu
Gratuito, oferece versão paga com extras (R$ 31,49 ao mês). Site: busuu.com
Livemocha
Tem 35 línguas. O aluno compra lições com feijões (US$ 2,29 por 199 deles) ou pontos (ganhos na inscrição e no fim dos exercícios). Site: livemocha.com
Babbel
Há 14 idiomas. O começo é de graça, mas depois é preciso pagar (R$ 23,95 por mês). Site: babbel.com
 
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AMÉRICA ISLÂMICA: PRÍNCIPE SAUDITA DOA US$ 32 BILHÕES PARA PROMOVER O ISLÃ E A LEI SHARIA NOS EUA


Fonte: http://www.libertar.in/ enviado por Mari Barão

O príncipe saudita Alwaleed bin Talal, um membro sênior da família real saudita, anunciou que ele estará doando toda a sua fortuna de 32 milhões de dólares para a caridade, mas suas declarações passadas e compromisso de promover o Islã nos Estados Unidos fizeram alguns levantarem bandeiras vermelhas.

A Alwaleed Philanthropies fez uma declaração que as intenções do príncipe nesta doação seria de "ajudar a construir pontes para promover a compreensão cultural."

"A filantropia é uma responsabilidade pessoal, que eu embarquei em mais de três décadas atrás, e é uma parte intrínseca da minha fé islâmica. Com esta promessa, estou honrando meu compromisso ao longo da vida para o que mais importa - ajudando a construir um mundo mais pacífico, justo e sustentável para as gerações vindouras ", diz o príncipe Alwaleed.

Alwaleed é CEO do investimento conglomerado saudita Kingdom Holding Company e tem grandes participações no Citigroup, a Apple, Twitter, General Motors, 21st Century Fox, Euro Disney, e outras empresas, de acordo com o Huffington Post . Ele tem sido chamado de o "Warren Buffet Árabe".

Business Daily observa que Alwaleed tem extensas ligações com líderes da Irmandade Muçulmana. "Por exemplo, ele bateu 'tele-islâmico' Tariq Al-Suwaidan, amplamente relatado para ser um líder da Irmandade Muçulmana no Kuwait, como o diretor de canais da sua tomada de TV religiosa islâmica Al Risala".

O "Comité Consultivo Supremo" da rede incluiu Abdullah Omar Naseef, a quem promotor ex-federal, Andrew McCarthy diz que é "uma grande figura Irmandade Muçulmana" que ajudou a levantar fundos para a Al Qaeda. "

No rescaldo do 11/9, Alwaleed deu um cheque de US $ 10 milhões para o Fundo das Torres Gêmeas para ajudar as vítimas dos ataques terroristas. No entanto, depois de fazer a doação, ele também divulgou um comunicado, CNN relatando, que exortou os Estados Unidos a "re-examinar suas políticas no Oriente Médio e adotar uma posição mais equilibrada para a causa palestina".

"Enquanto a ONU aprovou resoluções claras... pedindo a retirada israelense da Cisjordânia e da Faixa de Gaza décadas atrás, nossos irmãos palestinos continuam a ser abatidos nas mãos dos israelenses, enquanto o mundo gira a outra face", disse o comunicado.



Crédito de imagem: Facebook / Sua Alteza o Príncipe Alwaleed Bin Talal Bin Abdulaziz Alsaud

Segundo a Business Daily, em 2002, Alwaleed "doou US $ 500.000 para o Conselho com sede em Washington sobre Relações Americano-Islâmicas, de autoridades federais ligadas à Irmandade Muçulmana e ao Hamas."

Em 2005, o príncipe contribuiu com US $ 40 milhões para expandir estudos islâmicos nos Estados Unidos.Vinte milhões de dólares foi para Harvard para criar um programa de estudos de direito sharia em todo o campus, enquanto outros US $ 20 milhões, foi bombeada para dentro da Georgetown University para um programa de "compreensão entre muçulmanos e cristãos".

Em seu comunicado divulgado no início desta semana, Alwaleed indica que ele planeja para modelar seu trabalho filantrópico após a Fundação Bill e Melinda Gates. O dinheiro irá para "apoio às comunidades carentes, através da promoção da saúde, erradicação de doenças, o fornecimento de energia elétrica para aldeias remotas e aldeias, orfanatos e escolas de construção, e muito mais, bem como o fornecimento de ajuda humanitária eo empoderamento das mulheres, da juventude e da pobreza alívio. "

Bill Gates, co-presidente da Fundação Bill & Melinda Gates, comentou: "generoso compromisso do príncipe Alwaleed promete prolongar significativamente o grande trabalho que sua fundação já está fazendo. Seu dom é uma inspiração para todos nós que trabalhamos na filantropia em todo o mundo. "

A ativista Anti-islam Pamela Geller vê a generosidade de Alwaleed como um cavalo de Tróia, acreditando que o dinheiro vai principalmente para o que ela chama de "islamização da América."

Os sauditas gastaram bilhões já: 80% das mesquitas [construídas] na América são financiados pela Arábia. Grupos islâmicos que trabalham para impor a sharia são em grande parte financiada pelos sauditas.

"Podemos olhar para a frente onde existem 32 bilhões a mais com a marca do reino do Islã, enquanto censuram quem os criticam", escreve Geller.

Via: http://www.westernjournalism.com/look-who-just-pledged-32-billion-to-promote-islam-and-sharia-law-in-america/
 
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