quarta-feira, 24 de abril de 2013

ANARCOCAPITALISMO!






















Sem lucro, não a excedente e nem excelência o estado da arte - e nada existe sem "lucro".
Sem excedente, não se pode ter uma reserva para poupança/investimento.


Sem poupança, não existiria a moral, pois de que adiantaria a temperança.
Sem investimento, não pode haver crescimento econômico e sem a lógica econômica  nem o universo, no sentido lato, resiste.
Sem crescimento econômico, não pode haver crescimento de qualidade de vida e nem da população - o próprio dito "proletariado" - que nada mais é do que a população - não existiria.

Quanto mais rápido e mais barato e os avanços tecnológicos maior é o crescimento e mais justo ele se torna.

Um pais que não cresce economicamente, mas cresce em população, caminha a cada dia, para se tornar um pais mais pobre de alma.

Um pais que desperdiça suas reservas, com estimulo ao consumo abala a melhoria da qualidade de vida de sua população a curto prazo, a ponto de inibir o investimento no setor produtivo que gera riqueza - na seu sentido lato, impedindo o seu crescimento econômico, que leva ao circulo vicioso da piora da qualidade de vida de sua população.

O circulo virtuoso é aquele onde o esforço individual (aquele que é mais preparado) é rapidamente recompensado e reconhecido e os despreparados são punidos mais rápido ainda.

Como o coletivismo, comunismo/socialismo, e afins, considera o lucro (isentivo) pecaminoso - como pode se são ateus, estes sistemas acabam sempre fracassando por ser antinatural que com o tempo leva e restrição, e assim igualitariamente miserável - todo mundo nu.
Um sistema onde ninguém e importante ninguém tem importância alguma.





























Já foi dito pelo famoso economista Milton Friedman que não existe almoço grátis. E isso nos parece lógico pois, até se vivêssemos como Robinson Cruzoé (e teve o Sexta feira) e já vivemos, precisaríamos batalhar diariamente na pesca de peixes e colheita de frutas. O estado natural da humanidade é a miséria. 

Para suprir tanto nossas necessidades mais básicas quanto nossos desejos mais luxuosos precisamos consumir. Para que possamos consumir, precisamos produzir. Para que haja produção precisamos de poupança e investimentos para adquirir os meios de produção e os insumos. E para que todo esse ciclo esteja completo é fundamental o trabalho e o esforço de mentes em busca dos seus objetivos.

"A ação requerida para sustentar a vida humana é primariamente intelectual: tudo o que o homem precisa tem que ser descoberto pela sua mente e produzido pelo seu esforço. A produção é a aplicação da razão ao problema da sobrevivência." - Ayn Rand

A era digital é tão poderosa, porque (ainda) não é controlada pelo estado. Ela favorece as pessoas à consciência de sua individualidade e aumenta a co-laboração inventiva.
O governo não quer uma população capaz de fazer pensamento critico e inovadora. Uma população que lute pela honra, pela propriedade intelectual e pela natural liberdade.

Ele quer trabalhadores "obedientes" que abriram mão de sua individualidade em favor de uma suposta segurança, sendo que, quem supostamente pode "dar" tudo, também, pode tirar tudo - inclusive a vida.
O trabalhador é estatizado o suficiente para controlar máquinas e ficar burro o bastante para aceitarem pacificamente a próxima situação.





ALICERCES DA CULTURA CAMPEÃ II  - VERSÃO ESTENDIDA



1.  Tenha um sonho (um plano): Grande, desafiador e comum a todos isso faz todo mundo remar na mesma direção (da realização). A liberdade com disciplina rígida é a nossa força. Sorte é quando a oportunidade encontra o preparo e é sempre resultado de muito suor. Temos que trabalhar muito, mas com alegria. O maior ativo das empresas de sucesso são talentos trabalhando em equipes - solidários fazemos muito mais e assim progredimos na medida desses talentos. Mérito é a nossa idéia de justiça e somos muito bem recompensados por isso. A remuneração tem que estar alinhada com os interesses dos donos (os clientes).

2.  A liderança, por exemplo, pessoal é vital, tanto nas grandes atitudes heróicas como nos pequenos gestos do dia-a-dia. Para haver realmente boas e rápidas mudanças é preciso bom caráter. Escolher e se acompanhar de gente muito melhor do que si mesmo, supertreiná-las, desafiá-las, motivá-las, promovê-las, enriquecê-las e mantê-las são a principal tarefa do decente e, portanto grande administrador – Só progride quem cria um substituto hipercompetente e útil. A humildade é tudo; a discrição pessoal e corporativa é fundamental. “Aparecer”, só com objetivo concreto de lucro para a empresa. Nosso lema é: A modéstia é necessária para ser o melhor e a humildade para ser o maior.

3.  Foco é essencial. Não dá para ser O MELHOR em tudo. É preciso concentrar-se na vocação percebida e proposta pela empresa/cliente e ser ótimo ao máximo nas outras áreas. Isso é válido tanto para a sua própria autogestão (carreira) assim como para definir atuações (interesses).

4.  Tudo tem que ter um dono, dono este com alta responsabilidade e com a autoridade severa e produtiva do correto. Os diálogos, as conversas e as negociações são muito incentivadas, mas no final, alguém de muita VISÃO EMPRESARIAL/NEGÓCIO tem quedecidir comprometidamente, rapidamente e lucrativamente. Transparênci2 de fevereiro de 2012a e fluxo de informações certas facilitam excelentes decisões amenizando conflitos e boatos. O simples sempre é bem melhor que o complicado.

5.  O lucro alto é o que atrai investidores, brilhantes profissionais e oportunidades promissoras, mantendo a máquina rodando com vigor e são tão importantes quanto amplos, grandes e profundos conhecimentos que começa por si mesmoAdministrar é uma regra de 3 (três) e bom senso colossal (equilíbrio).

6.  Tudo acontece no mercado e na operação (dia a dia). Tem que se gastar sola de sapato e essa inteligência adquirida são sistematizadas na administração através de processos rigorosos plenos aos clientes - POR QUEM SOMOS FANÁTICOS.

7.  Desperdício zero – primeiramente do tempo. A noção exata do que é importante e do que é apenas urgente, a insatisfação permanente com complacência zero garantem a vantagem competitiva e o fazer essencial. Somos paranóicos com relação à antecipação das necessidades do mercado/competição/clientes. Ser obsessivo com custos e despesas que são as únicas e, portanto mais fáceis variáveis sob nosso controle ajuda a garantir o padrão de qualidade, a integridade e a sobrevivência próspera no longo prazo/durabilidade.

8.  Elevada educação vitalícia, aperfeiçoamento e melhorias diárias e constantemente,  são esforços instintivos que integram nosso DNA. A inovação lucrativa é vital, mais copiar o que já funciona magnificamente no mundo todo em todos os setores é muito inteligente e mais prático. Paixão é: Juntar forças, gerar resultados positivos e fazer acontecer algo novo e maior.

9.  Nome, reputação e marcas são ativos valiosíssimos que precisam de décadas para serem construídos e perde-se em instante. Um grupo de marca a marca de um grupo. Malandragens e “espertezas” destroem primeiro você e a empresa por dentro. A ética compensa sempre.

10.  Há compromisso com a verdade que jamais será inconveniente. O que você não sabe pode te prejudicar, agora o que você sabe que não é verdade te salva, te enaltece, te redime.


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

PALHAÇO!



Amigos pra mim, que defendo a liberdade, tudo é valido: 

A postagem. 

E os protestos. 

Palhaços sempre foram inteligentes e criticaram os governos (por isso que tinha o bobo da corte para chamar a atenção do Rei) então poderia ser uma boa ironia se usar o nariz – todo humor é ilógico. 

Nunca consegui ver como desrespeito o uso do nariz - mas como falei, admito todos e quaisquer debates. 

Sou conservador em alguns princípios fundamentais: desde que não defenda o fim da liberdade, afete a saúde e nem a vida acredito que tudo possa ser discutido. 

O uso de nariz de palhaço é uma maneira de dizer, também, que se deve querer ser levado a sério – inclusive sendo considerado como um verdadeiro palhaço.
Fico muito mais preocupado com o politicamente correto das queixas e papos furados de Afro descendentes, “portador” de deficiência física e dependente químico – Saci Pererê.



Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 


- QUEM ROUBOU A CULTURA DOS EUA?! (clique aqui)


- CASO VERÍDICO PAGO COM SEU DINHEIRO TROUXAS!!! (AQUI)

- BRINCAR NO HOSPITAL ESTRATÉGIA DE ENFRENTAMENTO DA HOSPITALIZAÇÃO INFANTIL (AQUI)

domingo, 21 de abril de 2013

Maçonaria Comprovada de Culto a Satanás, Como Seus Símbolos Veneram o Acto Sexual

Esse link foi postado com a intenção, de que, quem conhece da matéria poste um texto sobre.


Ao estressado Sou Maçon:
- Quer desistir de escrever sobre, é só dizer que você fica só com o link de lembrança.
Cópia e cola e guarda. Ele já está, também, na memoria de acesso do seu computador - não é os favoritos. 

Quando você digitar forum ele já aparece.

http://forum.antinovaordemmundial.com/Topico-ma%C3%A7onaria-comprovada-de-culto-a-satan%C3%A1s-como-seus-s%C3%ADmbolos-veneram-o-acto-sexual
XINGU

Documentário inédito sobre hidrelétricas no Brasil e na Turquia mostra uma luta única por sobrevivência e justiça

Filme mostra a realidade e as lutas dos atingidos pelas hidrelétricas de Belo Monte, no Brasil, e de Ilisu, na Turquia, e desconstrói o mito de que a hidreletriecidade é uma energia limpa
Publicado em 20 de abril de 2013 
Neste dia 19 de abril, quando no Brasil se comemorou o Dia do Índio, aconteceu o lançamento internacional do documentário Damocracy , um filme que, pela primeira vez, relaciona dois grandes desastres humanitários e ambientais em andamento, perpetrados por governos de dois países: no Brasil, a hidrelétrica de Belo Monte, no rio Xingu, Pará, e na Turquia a hidrelétrica de Ilisu, no rio Tigre.
Dirigido pelo premiado documentarista canadense Todd Southgate e produzido pela organização turca Doga Denergi, com apoio das ONGs International Rivers e Amazon Watch e do Movimento Xingu Vivo para Sempre, o filme traça paralelos sobre os impactos dos dois projetos nas populações locais e o meio ambiente, colocando em cheque o discurso que aponta a hidreletricidade como fonte de energia limpa.

Assim como Belo Monte, a história do barramento do rio Tigre na região de Ilisu data da década de 1980, quando o governo turco iniciou o projeto da hidrelétrica, com capacidade projetada de 1.200 megawatts. Desde então, da mesma forma que Belo Monte, a usina é foco de uma intensa batalha judicial em função dos seus enormes impactos, principalmente a inundação e destruição de um dos maiores tesouros arqueológicos do mundo: a vila de Hasankeyf.

Hasankeyf tem uma história de mais de 12 mil anos de ocupações por culturas diversas, constituindo um museu a céu aberto. Nos paredões rochosos que margeiam o Tigre, cavernas da era neolítica ainda preservam resquícios dos primórdios da civilização humana. Posteriormente, a região fez parte dos impérios Romano e Bizantino, tendo sido ocupada nos séculos seguintes pelos árabes, Artuqids, Ayyubids, Mongóis e Otomanos.  Além do valor arqueológico inestimável e único de Hasankeyf, porém, a vila e seus arredores são o lar de mais de 35 mil pequenos agricultores e pastores, ameaçados de despejo. O documentário mostra imagens impressionantes e depoimentos comoventes da região e de seus moradores.
 

A semelhança entre o projeto turco e os planos do governo brasileiro para os rios da Amazônia é evidente. Assim como no Brasil, a Turquia planeja construir mais 1.500 hidrelétricas nos rios Tigre e Eufrates, e não só o país, mas Iraque, Irã e Síria sofrerão enormes impactos nos seus reservatórios de água doce. Belo Monte, apenas uma das mais de 60 hidrelétricas planejadas para a região, é uma prova viva dos enormes impactos sociais e ambientais destas mega-obras. “O preço que o mundo está sendo impelido a pagar a governos, como o brasileiro e o turco, para proteger interesses políticos e corporativos, é insano. Damocracy conta uma história de resistência; não deveria se tornar um registro de uma perda que o mundo falhou em prevenir , afirma Engin Yilmaz, diretora executiva da oganização Doga Dernegi, principal movimento de resistência contra a construção da usina de Ilisu.
Ainda na versão em inglês, em breve o documentário será narrado e legendado em português
Sobre os produtores

O nome do documentário, DAMOCRACY, é o mesmo de um movimento internacional criado a partir dos debates, na Rio + 20, sobre a insustentabilidade ambiental e social dos grandes projetos hidrelétricos no mundo. Atualmente  Damocracy é composto pelas organizações Doga Dernegi (BirdLife in Turkey), Amazon Watch, International Rivers, RiverWatch, Gota D’água , Instituto Socioambiental (ISA), Movimento Xingu Vivo para Sempre (MXVPS), Right to Water Campaign Turkey (Su Hakkı Kampanyası), Root Force, Contemporary Visual Arts Society (CVAS), Slow Food Fikir Sahibi Damaklar Convivium, Grand Rapids Institute for Information Democracy, Coordinadora de Afectados por Grandes Embalses y Trasvases (COAGRET) e Environmental Concerns (India). Mais informações sobre o movimento estão disponíveis no site www.damocracy.org.

Sobre o diretor

Todd Southgate formou-se mestre em estudos ambientais na York University em Toronto, no Canadá, e também estudou o “Creative Cinematography” (cinema criativo) no Humber College Institute of Technology and Advanced.

Depois de uma atuação como cinegrafista, jornalista e editor em TVs nacionais no Canadá, Todd passou a dedicar-se ao documentário, tendo dirigido, filmado e escrito mais de 30 documentários e programas ambientais para televisão dos mais variados temas, tais como a exploração dos mares, mudanças climáticas, desmatamento entre outros. Dessas produções, muitas conquistaram prêmios ambientais prestigiados, incluindo o “Grand Prize” no festival EcoFilm na Europa, em 2000.
Nos últimos 13 anos Todd focou a sua lente e concentrou suas produções em um dos sistemas ecológicos mais importante do mundo – a Amazônia.
Suas imagens da Amazônia têm sido vistas nos vários outros canais e redes internacionais de TV. O documentário “Soja: em nome de Progre$$o”, dirigido por ele e produzido em 2005, conquistou o prêmio de votação popular na II Mostra Internacional de Cinema Ambiental (Midcam). Seu trabalho mais recente, “Mudanças do clima, Mudanças de vidas (2006)” está sendo distribuído pela Paramount Pictures em formato “home DVD” no Brasil, juntamente com o documentário que ganhou o Oscar em 2007: “Uma Verdade Inconveniente”. O filme também ganhou um iBEST para melhor documentário on-line em 2008.
Desde 2010, Todd tem trabalhado em parceria com o aclamado cineasta James Cameron, diretor de “Avatar”. Atualmente, é diretor de fotografia de um novo programa da Discovery TV / Animal Planet.

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

NEGÓCIOS EM VÍDEOS



DICAS DO HOMEM MAIS RICO DO BRASIL ( Eike Batista )





Entrevista Silvio Santos - Exemplo de empreendedorismo



       http://youtu.be/CTOaajZX-qo


A história de Silvio Santos parte 1 de 4


                                                 http://youtu.be/f_lSRJQfZI0



Não está fácil para o empreendedor



                                          http://youtu.be/0Xc1I43TkCE

Brasileiros ricos



O relatório sobre a riqueza global 'World Wealth Report', elaborado pelo Merrill Lynch, aponta São Paulo como a nona cidade do planeta em número de milionários. Fortunas que criam celebridades apaixonadas pelo luxo e pela mídia.


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 

sábado, 20 de abril de 2013

DIREITO CIVIL - CONCURSO PÚBLICO - STF

CURSO: CÓDIGO CIVIL - PARTE GERAL

PROFº FLÁVIO TARTUCE

VÍDEO ENVIADO PARA O YOUTUBE  EM 14/10/2009
Enviado em 14/10/2009
O professor Flávio Tartuce dá um curso sobre a parte geral do Código Civil no programa Saber Direito, da TV Justiça. Dentre os temas abordados estão as principais questões relacionadas com a pessoa natural, os pontos relativos aos direitos da personalidade, alguns tópicos sobre dano moral da pessoa jurídica, além de uma análise dos três princípios do Código Civil de 2002: eticidade, socialidade e operabilidade. Alguns pontos são particularmente destacados pelo professor, como a desconsideração da personalidade jurídica, tema de grande importância na prática das grandes teorias adotadas tanto pelo Código Civil quanto pelo Código de Defesa do Consumidor, que são duas teorias com tratamentos distintos.

AULA 1/5: PESSOA NATURAL


AULA 2/5: PESSOA JURÍDICA


AULA 3/5: DOS BENS


AULA 4/5: NEGÓCIO JURÍDICO


AULA 5/5: PRESCIÇÃO E DECADÊNCIA

DIREITO CONSTITUCIONAL - CONCURSO PÚBLICO -

STF

CURSO: TEORIA GERAL DA CONSTITUIÇÃO

PROFESSOR FLÁVIO MARTINS

PUBLICADO EM 08/04/2013

AULA 1: CONSTITUCIONALISMO E NEOCONSTITUCIONALISMO


AULA 2: CONSTITUIÇÃO - ELEMENTOS E CONCEITOS


AULA 3: CONSTITUIÇÃO - ESTRUTURA E PRINCÍPIOS


AULA 4: ESPÉCIES DE CONSTITUIÇÃO


AULA 5:  RIGIDEZ CONSTITUCIONAL



CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES


Aconteceu no dia 11 de janeiro do Ano da Graça de 2009. O Estado de S. Paulo— jornal de tradição e glórias mil, cujo apreço pelas liberdades públicas custou a seus comandantes o exílio e a mais odienta perseguição política — publicou, enfim, um artigo que faz a defesa teórico-filosófica do terrorismo. É UM MARCO NA IMPRENSA BRASILEIRA. Assim, o editor do jornal-símbolo da luta contra AS DITADURAS que permitiu tal publicação cruzou a linha do que, até então, entendíamos eu e muitos outros, era impossível. ALGO SE QUEBROU PARA SEMPRE. Agora, é bem possível que, no Estadão, TUDO SEJA PERMITIDO. E, se é no Estadão, devemos temer que outros veículos sigam o seu mau exemplo. JÁ É PERMITIDO, NOS ESPAÇOS QUE AS ESQUERDAS DO COMPLEXO PUCUSP CHAMAM “IMPRENSA BURGUESA”, DEFENDER AS VIRTUDES DA VIOLÊNCIA E DA MORTE COMO EXERCÍCIO CRIATIVO.

Ah, mas do que estou falando, hein, leitor?

No domingo, no Caderno Dois do Estadão, Valdimir Safatle, professor de filosofia da USP, assina uma resenha de duas coletâneas de textos organizadas por Slavoj Zizek: um volume reúne textos do grande humanista Mao Tse-Tung, aquele que matou 70 milhões de pessoas enquanto no poder (Sobre a Prática e a Contradição). Outro traz textos de Robespierre (Virtude e Terror). Safatle não quis ficar atrás dos resenhados, seja o autor da coletânea, sejam os autores dos textos originais, e fez a sua própria apologia do terrorismo. Não é de hoje que ele tem uma particular (na USP, nem tanto) compreensão do terrorismo, como demonstrarei daqui a pouco. Para quem não conhece, Zizek é um sociólogo e filósofo esloveno, autor de vários livros traduzidos no Brasil, e uma das referências dos radicais de esquerda. Quer-se um renovador do pensamento marxista, operando no que seria a interface (argh!) entre o marxismo e psicanálise. Mas vamos à resenha de Safatle, que segue em vermelho, com comentários meus, em azul.

Invenção do terror que emancipa
Eis o título. Que já não esconde o que pretende. “Terror que emancipa” é, por si mesmo, uma formulação imoral.

Há algum tempo, vemos as livrarias serem palcos de um assalto conservador à cultura. Um desavisado poderia imaginar estar em plena época da Guerra Fria, haja vista a quantidade de livros de propaganda anticomunista, de revisionismo histórico e de divulgação de ideologia conservadora que assolam as prateleiras de filosofia e ciências humanas.Ainda que houvesse essa grande produção conservadora — é uma mentira! —, reparem que ela seria um “assalto” a “assolar” as prateleiras. Os conservadores, nessa perspectiva, precisam, claro, ser contidos. São uns vândalos. A civilização está, como veremos, com os terroristas e seus defensores.

Estudos sobre o “sanguinário” Lenin convivem harmoniosamente com elogios ao grande passado imperial da nação brasileira, análises sobre a luta milenar entre os “terroristas” e os defensores da modernidade esclarecida e críticas conservadoras à solidão ontológica do homem contemporâneo com direito a citações de Ratzinger. O conjunto pode parecer heteróclito, mas, infelizmente, não é. Eles são peças de um jogo de xadrez cujo objetivo consiste em impor uma extensa agenda conservadora no campo da reflexão e tirar de cena discussões fundamentais para a crítica cultural e sociopolítica produzidas no calor das lutas e revoluções que fizeram a história do século 20.Viram só? Safatle é do tipo que põe aspas nas palavras para que elas passem a significar o contrário do que significam ou para lhes denunciar a falsidade imanente. Assim, quando ele, ironicamente, se refere ao “sanguinário” Lênin, quer nos dizer que o facínora não era, então, sanguinário. Quando põe aspas em “terroristas”, está dizendo que terroristas não são. Risco mesmo ele vê nos pensadores que citam Ratzinger. Até aqui, vá lá, é a delinqüência intelectual de sempre das esquerdas. E NOTEM QUE ELE AINDA NÃO DISSE NADA DOS LIVROS QUE SE PROPÔS A RESENHAR. Que se danem os livros! Ele tem uma tese, e os volumes servem apenas de pretexto.


Tratamento comum - ácido. Faces do Islã (aqui)

Nesse sentido, a tradução, pela Jorge Zahar, de duas coletâneas organizadas por Slavoj Zizek com textos de Mao Tsé-tung (Sobre a Prática e a Contradição) e de Robespierre (Virtude e Terror, tradução de José Maurício Gradel, 236 págs., R$ 39,90) é extremamente bem-vinda. Figura maior da renovação do pensamento de esquerda, com Alain Badiou, Giorgio Agamben, Ernesto Laclau e Judith Butler, Zizek conseguiu renovar as articulações entre psicanálise e marxismo através de recursos sistemáticos à Jacques Lacan e às figuras maiores do idealismo alemão (Hegel, Schelling, além de uma versão peculiar do sujeito transcendental kantiano). Esse projeto, traçado desde seu O Mais Sublime dos Histéricos: Hegel com Lacan (Zahar), publicado entre nós no início dos anos 90, foi sendo paulatinamente aprofundado até chegar à maturidade com seus dois livros principais: The Ticklish Subject e Visão em Paralaxe (Boitempo).Nesse ponto, Safatle enche lingüiça (a minha, ainda com trema…), engrolando um fácil falar difícil, prática que se estende ao parágrafo seguinte, e omite um dado essencial: Zizek é um “filósofo” empenhado na reabilitação do comunismo — excluindo-se, claro, todos os seus defeitos…

Nesse trajeto, Zizek procurou tirar as consequências de seu projeto filosófico-psicanalítico no campo político. Operação feita por meio da reflexão sobre os problemas legados pela noção de “política revolucionária” em textos de Lenin, Trotsky, Lukács e, agora, Mao e Robespierre lidos à luz da noção de “ato analítico”, de Lacan. Assim, longe de ser uma simples retomada de tais textos e de conceitos como: crítica da democracia formal, ditadura do proletariado, luta de classes, antagonismo social, violência legítima, Zizek procura estabelecer uma articulação original entre política e teoria do sujeito.A vigarice intelectual não tem limites. Recorre-se a categorias lacanianas, como ficará claro mais adiante, para se justificar a ação terrorista.

Podemos dizer isso porque se trata de interrogar o sentido da ação revolucionária no interior do projeto moderno de reconhecimento das exigências de uma subjetividade que não pode ser compreendida nos quadros normativos do humanismo.

Tirado o glacê da linguagem supostamente filosófica — é só texto ruim mesmo —, Safatle se prepara para elevar o terrorismo à categoria das ações respeitáveis. E quem o contestar estará, fatalmente, limitado pelo “quadros normativos do humanismo”. Assim, leitor amigo, ao pensar o 11 de Setembro (e já conto o que Safatle escreveu a respeito) ou as ações do Hamas, esqueça o velho humanismo, seja menos conservador. Pense grande!!!

Ou seja, Zizek quer mostrar como os fatos decisivos da história política mundial desde a Revolução Francesa foram animados pelo advento de uma noção de subjetividade que não podia mais ser definida através da substancialização de atributos do “humano” e cujos interesses não permitiam ser compreendidos através da lógica utilitarista da maximização do prazer e do afastamento do desprazer.

Ah, bom! Vamos parar com essa bobagem de “substancializar” o humano. Devemos é pensar no avanço moral da substancialização da Besta! E chega também dessa história da lógica utilitarista da “maximização do prazer”. Coisa mais ocidental e sem graça! Começo a entender agora a lógica interna do “martírio” dos atentados terroristas. Ali, sim, há pessoas que foram muito além da “substancialização do humano”, né?, apontado as virtudes libertadoras do sofrimento.

Ao contrário, a partir da Revolução Francesa, sobe à cena do político uma subjetividade “inumana” por recusar toda e qualquer figura normativa e pedagógica do homem, por recusar de maneira “terrorista” os hábitos e costumes, por não se reconhecer mais em natureza e em determinação substancial alguma.Como vocês sabem, este escrevinhador já deixou cravado neste blog que a Revolução Francesa transformou a morte em teoria política e atribuiu virtudes filosóficas à eliminação do adversário. Jamais imaginei que leria na “imprensa burguesa” a apologia desse procedimento.

Assim, se Zizek pode olhar para Robespierre e dizer que “o passado terrorista deve ser aceito como nosso”,O escambau! O passado terrorista de Robespierre é o passado do marxismo — porque lá está sua semente e de quantos defendam o terrorismo.
não se trata de fazer apologia voluntarista da violência política, mas de insistir que o verdadeiro problema político legado desde o advento da modernidade é: como construir estruturas institucionais universalizantes capazes de dar conta de exigências de reconhecimento de sujeitos não-substanciais que tendem a se manifestar como pura potência disruptiva e negativa? Diga-se de passagem, um problema apontado de maneira clara pela primeira vez por Hegel já em suas leituras sobre (e a coincidência não é aqui casual) o terror jacobino.O recurso a Hegel é vigarice intelectual. A única maneira de “construir estruturas institucionais universalizantes” (como Safatle consegue emprestar aparência de profundidade à defesa do terror, não!?) que abarquem o terrorismo é aceitá-lo como coisa legítima e, quem sabe?, exaltá-lo como prática criativa da política.

A sagacidade de Zizek, apoiando-se aqui em reflexões de Alain Badiou, consistiu em mostrar como essa experiência disruptiva inscrita na essência da conduta do sujeito foi o motor da nossa história recente.Entenderam? O motor de nossa história recente foi o terrorismo.

História revolucionária na qual se imbricam violência, criação, destruição, procura e que, principalmente, não pode ser lida apenas como uma sequência de lutas pela redistribuição de riquezas e de generalização de direitos.Vejam que haveria uma certa gratuidade quase poética no terrorismo. Ele nem mesmo quer redistribuir rendas ou direitos. Quer apenas se exercer.

Recalcar esta história, como se fosse questão de uma sucessão de catástrofes (o comunismo, o terror, as ilusões de ruptura do modernismo, etc.), como se o tempo devesse ser avaliado a partir da contagem de mortos ou, para falar com Habermas, como se este impulso não passasse de uma estetização da violência e do excesso com consequências políticas nefastas é, no fundo, dirá Zizek, maneira de entificar uma política limitada pelo respeito a princípios formais gerais que, simplesmente, não conseguem mais dar efetividade alguma ao que um dia esteve contido na ideia de democracia.É o trecho que, uma vez compreendido, pede que tomemos Dramin. Mortos? Que importância tem isso? Ver apenas os efeitos negativos do terrorismo? Que visão mais limitada e estreita da realidade! Ora, não vamos “entificar” (suponho que a estrovenga signifique “transformar num ente”) essa bobagem de respeitar princípios formais gerais. Eles já não dão mais conta da realidade. Notem o truque: se a gente considerar que o terrorismo não cabe no que se entende por democracia, o caminho é, então, mudar o que se entende por democracia, preservando a prática terrorista. Nesse caso, a “idéia de democracia” só passará a ter virtudes se incorporar a prática terrorista.

Princípios que não têm força para impedir, por exemplo, processos como a generalização do estado de exceção como prática “normal” de governo. Maneira de, no limite, reduzir a política a uma “assustadora reunião de homens assustados” unidos não mais pela possibilidade de “reinventar a ordem da vida cotidiana”, mas apenas pelo medo. Medo em relação ao crime, ao terrorismo, aos imigrantes, ao Estado excessivo com seus impostos, às catástrofes ecológicas.Notem que Safatle é um crítico do “estado de exceção” — realmente um horror, né? Ele viria do quê? Ora, do “medo”, inclusive medo do terror. Besteira! Não devemos temer os terroristas. Devemos chamá-los para “reinventar a ordem da vida cotidiana”.

É claro que há uma série de questões em aberto no interior do projeto de Zizek. Por exemplo, há momentos dos textos onde ocorre certa sobreposição problemática entre violência popular contra o Estado com seu aparato legal e violência estatal, mesmo que esse Estado seja fruto de processos revolucionários. No entanto, há articulações extremamente bem-sucedidas, como a crítica à peculiar ruptura permanente da Revolução Cultural de Mao por ela ter, no fundo, preparado o caminho para a transformação da China em plataforma principal do capitalismo contemporâneo, desterritorializado e autotransgressor. Nesses e em vários outros momentos, Zizek demonstra até onde vai sua capacidade de apreender a complexidade da aposta política na “reinvenção de um terror que emancipa”.Nunca antes neste mundo alguém havia enxergado virtudes na revolução cultural chinesa. Parece que Zizek, para encanto de Safatle, conseguiu. E, oh surpresa!, ela teria aberto as portas para o capitalismo chinês! Haja vigarice dialética! Haja sem-vergonhice histórica.

Não é de hoje Safatle e o terrorismo foram um binômio realmente explosivo no que concerne ao pensamento.
No dia 16 de setembro de 2001, ele publicou no Correio Braziliense um artigo sobre os atentados terroristas contra os Estados Unidos. Foi capaz de escrever coisas como:
“Verdade seja dita: a terça-feira negra mostrou como a ação política mais adequada para a nossa época é o terrorismo. Ele é o que resta quando reduzimos a dimensão do conflito social à lógica do espetáculo. Ele é a política reduzida ao formato de tela plana. A opinião pública norte-americana nunca tinha se dado conta da gravidade da situação no Oriente Médio até o momento no qual as imagens espetaculares da catástrofe começaram a chegar às suas casas. Neste sentido, o ataque teve eficiência absoluta. A pergunta que fica no ar é: se a opinião pública norte-americana não tinha consciência do problema geopolítico mais grave da atualidade, então em que mundo ela estava? Certamente, em um mundo só sensível ao império das imagens.”

Observem que, segundo seu raciocínio delinqüente, os atentados nascem da “situação do Oriente Médio” (provavelmente a existência de Israel…). Mais: segundo ele, os atos podem ter tido efeito didático para aqueles americanos alienados…
E quem eram os verdadeiros culpados pelos atentados terroristas? Safatle também não tinha a menor dúvida:

“Desde há muito vemos um esforço absurdo em despolitizar o conflito no Oriente Médio a fim de transformá-lo em uma luta religiosa que tem suas raízes na pedrada que David acertou na cabeça de Golias. Um conflito eminentemente político e historicamente determinado, resultante de um processo desastroso de descolonização que transformou o povo palestino em uma massa de refugiados, virou a luta da Civilização contra a barbárie fundamentalista. Durante décadas os EUA e a Europa fingiram ignorar a Lei internacional, promulgada pela ONU. Lei capaz de resolver politicamente o problema da constituição de um Estado palestino e dar assim o mínimo de estabilidade à região.”

Eis Safatle! Até então, eu imaginava que sua simpatia pela prática terrorista era específica e aplicada, ou seja: gostava do terrorismo islâmico. Não! A sua resenha prova que ele vê virtudes filosóficas no terrorismo tout court.

Que se note: ninguém deu bola para seu texto. Posto na página eletrônica do jornal, ninguém se interessou em comentá-lo. Isso não quer dizer nada: cruzou-se a linha. Quem avaliou o que ele escreveu e considerou que aquilo ficava bem no Estadão estabeleceu um novo marco no jornal.

E não é assim mesmo que Safatle quer que o terrorismo seja visto? Fora dos limites formais do humanismo? Tudo indica que também o Estadão deva ignorar, doravante, limites formais. E a produção intelectual do terrorismo terá, finalmente, lugar num grande jornal brasileiro. Em nome da pluralidade, né?


Por Reinaldo Azevedo


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 



1º - CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES (aqui)


2º - CONSCIÊNCIA NEGRA!!!???? (aqui)


3º - NO BRASIL OS ÍNDIOS ENTERRAM RECÉM-NASCIDOS VIVOS!
Menino Albino tem a mão cortada para servir de amuleto (aqui)



4º - CARECAS DO ABC, O VERDADEIRO MOVIMENTO ESQUERDISTA NAZIFASCISTA
Já fui um deles (aqui)


5º - SOBRE COTAS E OUTROS BICHOS! (aqui)


6º - RELIGIÕES PERCENTUALMENTE "MAIS BRANCAS"(AQUI) 



7º - A FARSA DO VITIMISMO AFRO-DESCENDENTE (aqui)

BLOGUEIRO QUE DENUNCIOU ESTUPRO ENVOLVENDO FILHO DO DIRETOR DA RBS É ENCONTRADO MORTO
Postado em: 14 dez 2011 às 14:48

Mosquito foi o blogueiro mais incisivo nas denúncias sobre o caso de estupro envolvendo o filho do dono da poderosa RBS, afiliada da TV Globo

Blogueiro Mosquito
A quem interessava a morte de Mosquito?
Comentário do Site: A morte de Mosquito, que jamais se calou diante da operação abafa implementada por um grupo poderoso e pelos seus cúmplices, é um alívio para quem não estava nem um pouco acostumado a ter o calcanhar pisoteado. Agora já podem retomar tranquilamente a rotina. Caberá novamente às mídias alternativas fazer um pouco de barulho em meio ao silêncio conveniente; um silêncio que nem sequer esboça sinal de partida.
O blogueiro Amilton Alexandre, o Mosquito, foi encontrado morto em seu apartamento, em Palhoça, Santa Catarina, na tarde de ontem (13). Segundo a polícia, tratou-se de “suicídio por enforcamento”. A rápida conclusão, porém, não convenceu seus amigos e familiares, que exigem rigorosa apuração do caso.
Com suas “tijoladas” na internet, Mosquito fez inúmeros inimigos. Nos últimos tempos, ele alertou que estava sendo ameaçado. Na semana retrasada, ele anunciou o fim da sua página: “O blog Tijoladas acabou para eu continuar vivo. Não é uma capitulação. Não mudei meu modo de pensar. Não mudei minhas convicções”.
Um amigo pessoal de Mosquito, que pediu para ter o seu anonimato por ora preservado, revelou a Pragmatismo Político suas importantes impressões sobre a misteriosa morte do blogueiro. As informações seguem caminho completamente contrário às versões oficiais.
“Quem conheceu Mosquito sabe que não se suicidaria”, disse, enumerando as diversas razões que indicam a impossibilidade de suicídio. “Ele era alvo de várias ameaças de morte. Era defensor da sustentabilidade, modo de vida saudável, andava de bicicleta, trocava frutas e verduras do quintal com seus vizinhos. Era defensor da transparência e combatia os poderosos. Era pai de uma adolescente. Filho querido de uma mãe ainda viva por quem tinha muito carinho. Um cidadão com esse perfil não se suicida. A porta da sua casa estava aberta. Sua casa é de esquina, de um lado os fundos, do outro, um terreno baldio. Foi encontrado com lençol enrolado no pescoço, quem se suicida de forma tão cruel, correndo risco de morte lenta e dolorosa? Sendo morador solitário, não seria mais fácil entupir-se de comprimidos?
Mosquito ganhou fama nacional ao denunciar um caso de estupro em Florianópolis, envolvendo o filho de um diretor da poderosa RBS, afiliada da TV Globo. A mídia corporativa abafou o escândalo, só noticiado pela TV Record (vídeo abaixo).
A morte de Mosquito não pode ser abafada. O que se exige é que o caso, bastante estranho, seja apurado com rigor!
Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões  Me Adicione no Facebook 


Abraço e Sucesso a Todos
Olimpia Pinheiro 
Consultora Imobiliária E-Commerce
55 (91)8164-1073 begin_of_the_skype_highlighting GRÁTIS 55 (91)8164-1073end_of_the_skype_highlighting
skype: olimpiapinheiro 
CRA-PA/AP 3698
CRECI-PA/AP 6312

olimpia.pinheiro@vendasbb.com.br
Programação CINENEGÓCIOS no Facebook clique aqui:

1 - Se você precisar de informações sobre Venda e Negociação de Imóveis clique aqui:

2 - Se você precisar de informações sobre Consultoria em Gestão Organizacional: Interim Manager/Arquitetura da Inovação - Breakthrough clique aqui.

3 -Se você precisar de informações sobre Cinema Como Recurso Pedagógico clique aqui