terça-feira, 14 de julho de 2015

Internet é opção para aprender línguas do mundo todo


Jean Gonçalves fez mandarim online no Senac e conheceu a China

Pagos ou gratuitos, cursos ensinam idiomas online; aluno investe no currículo e pode conhecer novas culturas - veja algumas opções

Jean Gonçalves estudou inglês dos 12 aos 18 anos no Senac de Florianópolis. Em 2009, decidiu aprender mandarim e seguiu o mesmo caminho. Começou as aulas, mas a turma acabou. “O online foi a alternativa para continuar”, conta o desenvolvedor de software, de 25 anos, que concluiu o curso em 2013. “Pude ver os dois lados. No presencial, o professor está ali ajudando, tirando dúvida. No online, com o programa, a gente vai cumprindo lições.” 
Mandarim foi a primeira língua que ele estudou a distância. “Fiz o curso todo em um ano, senão a licença expirava.” Com 40 minutos diários, é possível acabar nesse prazo, segundo o Senac. A motivação do programador veio da viagem à China, realizada em 2014. “Lá as pessoas me entenderam. Às vezes com alguma dificuldade, por causa dos quatro tons do mandarim que mudam o sentido da palavra conforme a pronúncia.” Com o Rosetta Stone, sistema usado pelo Senac, ele diz que exercitou bem “o falar e o escutar”. A cada término de fase, tinha de agendar uma avaliação com professor nativo. “É como se fosse um chat, em que ele aparece com voz e vídeo, e a gente só por voz.”
A parceria do Senac com a empresa Rosetta Stone começou em 2011. “Era um mercado novo, tínhamos projetos locais para o ensino a distância. Mas, como os cursos estavam na internet, alunos de outros Estados também se inscreveram”, lembra Anderson Malgueiro, diretor do Senac EAD em Santa Catarina, responsável pela área de idiomas online da instituição em todo o Brasil. 
Atualmente, o Senac oferece 24 cursos de língua a distância. De 800 alunos em 2013, chegou hoje a 3,2 mil, com a expectativa de alcançar 4 mil até o fim do ano. Segundo Malgueiro, chama a atenção o interesse, ainda que pequeno, por idiomas como filipino e sueco. Já o mandarim vem crescendo no ranking dos mais procurados: responde por 10% dos alunos, mesmo porcentual do inglês britânico. Francês, alemão e espanhol vêm em seguida, com 6% cada. No topo da lista está o inglês americano, com 58%.
Principal idioma. Na internet, é mesmo o inglês que domina os cursos. Muitos ensinam exclusivamente a língua. É o caso do EF Englishtown, líder do segmento. Com 50 anos de experiência, a escola online viu sua base de alunos no Brasil pular de 30 mil em 2011 para os cerca de 130 mil atuais. “Esse crescimento tem a ver com acesso das pessoas à internet. Elas estão interagindo mais com a rede, usando como ferramenta”, explica André Marques, diretor-geral da EF Englishtown. 
Uma divisão da EF Education First, empresa mundial especializada em educação, a Englishtown atua no Brasil desde 2001 e acompanhou a expansão e a transformação do mercado de ensino de inglês online no País. “Em 2010 havia três escolas. No fim de 2013 já eram 22. Hoje, comparado a outros países, o Brasil é o que tem a concorrência mais agressiva”, afirma o diretor, que calcula que o mercado de inglês tenha agora 15 escolas online. 
Marques ressalta que existem vários modelos disponíveis e que “muitas empresas surgiram nesses anos com ferramentas de tradutores, um conteúdo que acaba não prendendo a atenção do estudante”. “A Englishtown é uma plataforma de educação, uma escola dentro da internet. Segue todos os parâmetros, apenas se utiliza da tecnologia para ter acesso ao aluno.” Segundo ele, em média, com uma hora de estudo por dia, é possível acabar o curso em um ano e meio. 
Outra escola mundial de inglês online que atua por aqui é a Open English. Fundada em 2007 pelo venezuelano Andrés Moreno, a empresa conquistou o mercado latino e investe no Brasil há dois anos. Presente em 40 países, tem 100 mil pessoas matriculadas. A empresa informa que quem dedicar pelo menos três horas por semana ao curso se torna fluente em até um ano e meio.
Lançado em 2007 pelo grupo Pearson, uma das empresas mundiais especializadas em educação, o Meuinglês também está na disputa por estudantes de inglês a distância no Brasil. Atualmente o site tem 4 mil usuários no País. Se o aluno estudar duas horas por semana, a estimativa é que saia de iniciante a fluente em dois anos. O curso dá direito a certificado a cada etapa vencida.
Ritmo ajustável. O tempo de conclusão dos cursos online depende do aluno. Essa flexibilidade é a principal vantagem apontada por especialistas e alunos. “O diferencial é poder fazer quando quiser. Antes, se eu não podia ir, faltava aquela aula. No online, não”, diz Daniel Ferreira, servidor público da prefeitura do Rio, que fez parte do curso de inglês a distância do BLC4u.
“Recebi a oferta de um site de venda coletiva para um pacote de seis meses pelo preço de um, achei atrativo. Como eu já tinha feito o básico numa escola física de inglês, comprei o nível intermediário.” Ele aprovou o método: “O conteúdo deu sequência ao que eu tinha aprendido. Acho que funcionei como autodidata”. 
Nos cursos pagos, em geral, o aluno pode definir o ritmo e, dependendo do modelo, até a área a ser enfatizada (gramática ou conversação) e os assuntos de maior interesse. Situações do dia a dia são temas bem explorados nos métodos online em geral, pagos ou gratuitos. Recursos tecnológicos também não faltam: vídeos, podcasts, atividades interativas e textos de blogs sobre atualidades. Além disso, vários cursos oferecem a chance de estudar pelo computador ou por meio de aplicativos no tablet ou no celular. O sistema salva as tarefas cumpridas numa plataforma, e o estudante pode dar continuidade em outra. 
Com cerca de 50 milhões de inscritos, o site gratuito Busuu é um dos que oferecem versão online e aplicativo para Android e iOS. Tem no cardápio 12 idiomas para o aprendizado. Vão desde os mais procurados (como inglês, espanhol e francês) até turco, japonês e russo. 
A página Duolingo também tem ambiente online e aplicativo. É possível aprender inglês, espanhol e francês com o método em que as lições são como etapas de um jogo. Depois do mandarim, o programador Jean Gonçalves resolveu se aventurar em outra língua pela internet usando esse recurso. “Estou aprendendo espanhol no Duolingo. É escutar e repetir, mas é uma alternativa para quem não puder pagar.”
INGLÊS A DISTÂNCIA COBRADO
EF Englishtown
Custa R$ 139 ao mês, com aulas de conversação em grupo. A partir de R$ 189, há aulas particulares. Site: englishtown.com.br
Meuinglês
Professores tiram dúvidas por e-mail ou via chat. O plano mensal custa R$ 59. Site: meuingles.com
Open English
Estão disponíveis aulas com professores americanos a cada hora. A mensalidade equivale a US$ 80. Site: openenglish.com.br
Berlitz
Há cursos com ou sem tutoria – desde R$ 297, para licença de três meses. Site: berlitz.com.br
BLC4u 
Um mês de cursos sai por R$ 57. Site: blc4u.com
ENSINO ONLINE EM TVS E INSTITUIÇÕES
Inglês/BBC
Exige algum conhecimento da língua. O curso gratuito da TV inglesa é de nível intermediário. Inclui vídeos e áudios. Site: bbc.co.uk/learningenglish
Espanhol/TVE
Com material elaborado pelo Instituto Cervantes, o Hola, ¿Qué Tal? tem 8 mil atividades. Desde 24,95 euros por mês. Site: www.holaquetal.com
Francês/TV5
É preciso saber outro idioma, como inglês ou espanhol, para aproveitar as aulas gratuitas do site da emissora francesa. Site: apprendre.tv5monde.com
Alemão/Deutsche Welle
O curso da TV alemã, com vídeos e podcasts, serve tanto para iniciantes quanto para quem quer treinar. Grátis. Site: dw.com
Italiano/Centro de Língua e Cultura Italiana da Fundação Torino
A plataforma está disponível em português. A partir de R$ 450 o curso. Site: clickitalia.com.br
Japonês/NHK
São 48 lições gratuitas em forma de podcast, com texto abaixo do link de áudio. Site: www.nhk.or.jp/lesson/portuguese
VÁRIAS LÍNGUAS, PAGAS OU NÃO
Senac EAD
O agendamento de aulas online com um falante nativo é ilimitado. A licença de um ano de curso custa R$ 920. Site: ead.senac.br
Duolingo
Funciona como um jogo. Grátis. Site: duolingo.com
Busuuu
Gratuito, oferece versão paga com extras (R$ 31,49 ao mês). Site: busuu.com
Livemocha
Tem 35 línguas. O aluno compra lições com feijões (US$ 2,29 por 199 deles) ou pontos (ganhos na inscrição e no fim dos exercícios). Site: livemocha.com
Babbel
Há 14 idiomas. O começo é de graça, mas depois é preciso pagar (R$ 23,95 por mês). Site: babbel.com
 
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AMÉRICA ISLÂMICA: PRÍNCIPE SAUDITA DOA US$ 32 BILHÕES PARA PROMOVER O ISLÃ E A LEI SHARIA NOS EUA


Fonte: http://www.libertar.in/ enviado por Mari Barão

O príncipe saudita Alwaleed bin Talal, um membro sênior da família real saudita, anunciou que ele estará doando toda a sua fortuna de 32 milhões de dólares para a caridade, mas suas declarações passadas e compromisso de promover o Islã nos Estados Unidos fizeram alguns levantarem bandeiras vermelhas.

A Alwaleed Philanthropies fez uma declaração que as intenções do príncipe nesta doação seria de "ajudar a construir pontes para promover a compreensão cultural."

"A filantropia é uma responsabilidade pessoal, que eu embarquei em mais de três décadas atrás, e é uma parte intrínseca da minha fé islâmica. Com esta promessa, estou honrando meu compromisso ao longo da vida para o que mais importa - ajudando a construir um mundo mais pacífico, justo e sustentável para as gerações vindouras ", diz o príncipe Alwaleed.

Alwaleed é CEO do investimento conglomerado saudita Kingdom Holding Company e tem grandes participações no Citigroup, a Apple, Twitter, General Motors, 21st Century Fox, Euro Disney, e outras empresas, de acordo com o Huffington Post . Ele tem sido chamado de o "Warren Buffet Árabe".

Business Daily observa que Alwaleed tem extensas ligações com líderes da Irmandade Muçulmana. "Por exemplo, ele bateu 'tele-islâmico' Tariq Al-Suwaidan, amplamente relatado para ser um líder da Irmandade Muçulmana no Kuwait, como o diretor de canais da sua tomada de TV religiosa islâmica Al Risala".

O "Comité Consultivo Supremo" da rede incluiu Abdullah Omar Naseef, a quem promotor ex-federal, Andrew McCarthy diz que é "uma grande figura Irmandade Muçulmana" que ajudou a levantar fundos para a Al Qaeda. "

No rescaldo do 11/9, Alwaleed deu um cheque de US $ 10 milhões para o Fundo das Torres Gêmeas para ajudar as vítimas dos ataques terroristas. No entanto, depois de fazer a doação, ele também divulgou um comunicado, CNN relatando, que exortou os Estados Unidos a "re-examinar suas políticas no Oriente Médio e adotar uma posição mais equilibrada para a causa palestina".

"Enquanto a ONU aprovou resoluções claras... pedindo a retirada israelense da Cisjordânia e da Faixa de Gaza décadas atrás, nossos irmãos palestinos continuam a ser abatidos nas mãos dos israelenses, enquanto o mundo gira a outra face", disse o comunicado.



Crédito de imagem: Facebook / Sua Alteza o Príncipe Alwaleed Bin Talal Bin Abdulaziz Alsaud

Segundo a Business Daily, em 2002, Alwaleed "doou US $ 500.000 para o Conselho com sede em Washington sobre Relações Americano-Islâmicas, de autoridades federais ligadas à Irmandade Muçulmana e ao Hamas."

Em 2005, o príncipe contribuiu com US $ 40 milhões para expandir estudos islâmicos nos Estados Unidos.Vinte milhões de dólares foi para Harvard para criar um programa de estudos de direito sharia em todo o campus, enquanto outros US $ 20 milhões, foi bombeada para dentro da Georgetown University para um programa de "compreensão entre muçulmanos e cristãos".

Em seu comunicado divulgado no início desta semana, Alwaleed indica que ele planeja para modelar seu trabalho filantrópico após a Fundação Bill e Melinda Gates. O dinheiro irá para "apoio às comunidades carentes, através da promoção da saúde, erradicação de doenças, o fornecimento de energia elétrica para aldeias remotas e aldeias, orfanatos e escolas de construção, e muito mais, bem como o fornecimento de ajuda humanitária eo empoderamento das mulheres, da juventude e da pobreza alívio. "

Bill Gates, co-presidente da Fundação Bill & Melinda Gates, comentou: "generoso compromisso do príncipe Alwaleed promete prolongar significativamente o grande trabalho que sua fundação já está fazendo. Seu dom é uma inspiração para todos nós que trabalhamos na filantropia em todo o mundo. "

A ativista Anti-islam Pamela Geller vê a generosidade de Alwaleed como um cavalo de Tróia, acreditando que o dinheiro vai principalmente para o que ela chama de "islamização da América."

Os sauditas gastaram bilhões já: 80% das mesquitas [construídas] na América são financiados pela Arábia. Grupos islâmicos que trabalham para impor a sharia são em grande parte financiada pelos sauditas.

"Podemos olhar para a frente onde existem 32 bilhões a mais com a marca do reino do Islã, enquanto censuram quem os criticam", escreve Geller.

Via: http://www.westernjournalism.com/look-who-just-pledged-32-billion-to-promote-islam-and-sharia-law-in-america/
 
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Diretora da "Planned Parenthood" teria sido pega tentando comercializar partes dos corpos dos bebês abortados. BREAKING: Planned Parenthood director caught on tape selling aborted ‘baby parts’



COMENTÁRIOS DO BLOG:

Todos já devem ter lido relatos de mães que acusaram clínicas abortistas de negarem atendimento médico à bebês que saiam vivos durante os procedimentos, já demonstrando a índole nefasta dos profissionais desta área. Os relatos estão ai na Internet em matérias e documentários.

Também já sabemos que é um mercado extremamente lucrativo mesmo que em sua parte oficial/legal, e por isso mesmo cresce o Lobby, fazendo dos assassinatos de bebês um negócio bem rentável, onde os mesmos laboratórios que vendem contraceptivos possuem clínicas de aborto e altas taxas de falhas nos contraceptivos.

Como "desgraça pouca é bobagem" e "quando pensamos que estamos no fundo do poço, descobrimos que o mesmo tem porão", agora a Diretora da "Planned Parenthood" teria sido pega tentando comercializar partes dos corpos dos bebês abortados.
Eu até peço desculpas antecipadas por postar esta coisa bizarra, mas é o tipo de matéria que precisa circular urgentemente, e peço então que além de me desculparem, se puderem, compartilhem.


An undercover video recorded by the non-profit organization, Center for Medical Progress, shows Planned Parenthood Federation Senior Director of Medical Services, Dr. Deborah Nucatola, discussing their fetal parts business.


Nucatola is seen in the video having lunch with actors posing as buyers who are interested in purchasing the body parts of babies who have been aborted. The Planned Parenthood senior staffer notes how abortion procedures are modified to ensure that requested body parts can be collected. She says:
“We’ve been very good at getting heart, lung, liver, because we know that, so I’m not gonna crush that part, I’m gonna basically crush below, I’m gonna crush above, and I’m gonna see if I can get it all intact.”
Nucatola also describes how Planned Parenthood abortionists move the preborn child into a breech delivery position so that the body can be preserved. This account is an almost exact medical description of partial-birth abortions which are illegal in the United States. In the video, Nucatola describes the procedure:
“I’d say a lot of people want liver. And for that reason, most providers will do this case under ultrasound guidance, so they’ll know where they’re putting their forceps.
“The kind of rate-limiting step of the procedure is calvarium. Calvarium—the head—is basically the biggest part. …
“We’ve been very good at getting heart, lung, liver, because we know that, so I’m not gonna crush that part, I’m gonna basically crush below, I’m gonna crush above, and I’m gonna see if I can get it all intact. And with the calvarium, in general, some people will actually try to change the presentation so that it’s not vertex. …
“So if you do it starting from the breech presentation, there’s dilation that happens as the case goes on, and often, the last step, you can evacuate an intact calvarium at the end.”

Medial diagram of a partial-birth abortion procedure where the child is delivered breech, except for the head.

Planned Parenthood, though, appears to be concerned internally about the legality of their own behavior, as Nucatola notes how, “At the national office, we have a Litigation and Law Department which just really doesn’t want us to be the middle people for this issue right now.”
U.S. federal law states that, “It shall be unlawful for any person to knowingly acquire, receive, or otherwise transfer any human fetal tissue for valuable consideration if the transfer affects interstate commerce.”
Live Action President Lila Rose has been active for years inexposing wrongdoing at Planned Parenthood through undercover investigations. She responded to the disturbing investigative video, saying:
This investigation by the Center for Medical Progress reveals the unimaginable horror that is Planned Parenthood. The exploitation of human life, the cover-up, and the black market profiteering by America’s largest abortion chain is not only egregious and heartbreaking, but exposes how the abortion giant is corrupt to the core — from the CEO, Cecile Richards, down to the local clinic. As Live Action has investigated through the years, Planned Parenthood’s barbaric practices reveal their contempt for rule of law and human life. This latest expose of Planned Parenthood’s trafficking of baby parts for profit should be the final nail in the coffin for the abortion giant. Congress must take immediate action to stop all taxpayer funding of Planned Parenthood and end the bankrolling of this horrific human rights abuser.
 
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segunda-feira, 13 de julho de 2015

O Apocalipse do Cristianismo Iraquiano


Johannes Gerloff
Aniquilar cristãos e outros “infiéis” é o alvo declarado do extremismo islâmico no Iraque. Uma das mais antigas culturas cristãs do mundo está diante de seu fim.
As imagens são terríveis. Mulheres acorrentadas umas às outras são ofertadas em fila como escravas sexuais. Os homens são obrigados a deitar-se em valas comuns, onde são mortos com tiros na cabeça. Vêem-se muitas cruzes com corpos humanos ensangüentados dependurados. Não apenas soldados, até crianças pequenas são decapitadas; as cabeças cortadas são expostas em estacas – fotografadas pelos assassinos e publicadas orgulhosamente na internet.
Essas imagens terríveis vêm acompanhadas de histórias ainda mais horríveis. É impossível saber se todas elas são verdadeiras ou se cada uma delas se relaciona de fato com as imagens que vêm a público, mas causam o efeito desejado: milhares de cristãos orientais estão em fuga. Em pleno século 21, uma das mais antigas culturas cristãs está diante de seu fim.
A “escritura na parede” era bastante evidente: o que hoje é a mais cruel realidade, já vinha sendo anunciado há anos em pichações nas paredes e nos muros das grandes cidades iraquianas como Bagdad e Mosul. E o ódio anticristão ali grafitado não era sem precedentes. Há uma década e meia, inscrições islâmicas já sujavam as ruas do Egito: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do domingo (cristãos)”!
Há uma década e meia, inscrições islâmicas já sujavam as ruas do Egito: “Primeiro o povo do sábado (judeus)! Depois o povo do domingo (cristãos)”!
De fato, a expulsão em massa da população cristã do Oriente árabe-islâmico é uma continuação coerente das limpezas étnicas planejadas e meticulosamente executadas contra os judeus dos países árabes, o “povo do sábado”. Se em meados do século 20 ainda vivia em torno de um milhão de judeus no mundo árabe, hoje essa região é praticamente “judenrein” (livre de judeus).[1]
Atualmente os centros, instituições e organizações do “povo do domingo” tornaram-se “alvos legítimos” dos extremistas muçulmanos. Eles querem declaradamente “matar todos os infiéis, onde quer que os encontrem”. “Infiéis” do ponto de vista islâmico são todos os de outra fé ou crença, não apenas cristãos, também os yasidis e os muçulmanos das alas opostas.
Da perspectiva cristã, a ameaça crescente não vem apenas dos muçulmanos sunitas como a Irmandade Muçulmana, a Al-Qaeda e suas “filhas”, a Frente al-Nusra ou o “Estado Islâmico” (EI), pois cada vez mais ela também parte de grupos xiitas. Assim, em 2012 o grão-aiatolá Sayid Ahmad Al-Hassani Al-Baghdadi, em uma entrevista para o canal de televisão Al-Baghdadiah, ordenou a ilimitada sujeição e o assassinato de todos os cristãos do Iraque.
Islâmicos radicais agiram sistematicamente no Iraque durante anos, difundindo um clima de ameaças, terror, intimidação. É curioso ver como os grandes do mundo, especialmente os Estados Unidos, se mantiveram calados diante dessa tendência. Os cristãos foram xingados de “politeístas” ou “amigos dos sionistas”. Agora o EI coloca os cristãos da Síria e do Iraque diante da alternativa: converter-se ao islã ou morrer.
Concretamente, no dia 17 de julho de 2014 o EI impôs um ultimato aos cristãos ao norte de Mosul, concedendo três dias para deixarem seu “califado”. O anúncio salientava que o “califa” Abu Bakr Al-Baghdhadi estava sendo muito generoso com esse prazo, pois nada o obrigaria a concedê-lo. Esse ultimato causou uma fuga maciça de cristãos de Mosul ao Curdistão autônomo, que fica próximo. Muitos cristãos idosos ou deficientes, que não viram qualquer possibilidade de fugir, se converteram ao islã.
Chocados, os refugiados contam como foram parados em barreiras nas estradas logo depois que deixaram suas casas e como foram roubados de seus últimos pertences: “Eles tomaram tudo, nossos carros, nosso dinheiro, identidades e passaportes e até as fraldas dos bebês e os medicamentos de uma menina com doença crônica”. Outra menina de seis meses de idade teve seus brincos de bijuteria violentamente arrancados de suas orelhas. “Muitos de nós foram surrados”, contam eles. E os muçulmanos ameaçavam: “Não voltem nunca mais para este país! Esta terra é nossa. Se vocês voltarem, vamos matá-los com a espada”.
“Eles tomaram tudo, nossos carros, nosso dinheiro, identidades e passaportes e até as fraldas dos bebês e os medicamentos de uma menina com doença crônica”.
O patriarca caldeu Louis Sako avalia que mais de 100.000 cristãos estão em fuga. Ele menciona expressamente que 1.500 manuscritos antigos foram queimados pelos fanáticos muçulmanos, coisa bastante incomum no mundo islâmico. Geralmente os muçulmanos têm grande apreço até pelos livros cristãos. Antes da “libertação” pelos americanos, ainda viviam em Mosul 60.000 dos 1,5 milhões de cristãos iraquianos. Em 23 de julho de 2014 o arcebispo sírio-ortodoxo da cidade, Nikodimus Daud, que vive no exílio em Irbil, declarou ao canal russo Russia Today: “Não existem mais cristãos em Mosul!”. Contou ainda que os muçulmanos do EI arrancaram as cruzes das igrejas, “primeiro da minha catedral Mar-Afram”. E então queimaram tudo o que havia na igreja, instalaram alto-falantes, e com suas orações transformaram-na em uma mesquita.
Outras igrejas da Síria e do Iraque foram explodidas pelos combatentes do EI, como também diversas mesquitas que esses muçulmanos fanáticos consideram uma ameaça à fé no Deus único (quando são locais de peregrinação muçulmana). O venerável mosteiro de Mar-Behnam, na região de Al-Chadhir, a sudeste de Mosul, que data do século quatro, foi tomado e seus monges foram todos expulsos.
Pelo visto, o “califa” do EI havia oferecido aos habitantes da recém-conquistada Mosul o pagamento da jizya, um imposto de proteção. Em fevereiro de 2014 os habitantes cristãos da cidade síria de Al-Rakka, situada às margens do Eufrates, haviam firmado um acordo como dhimmis dos conquistadores. Nele, os muçulmanos se comprometem, segundo antigas tradições, a proteger a vida, a propriedade e os locais religiosos dos cristãos. Por isso, esse status “dhimmi” também é chamado de “status dos protegidos”.
Os cristãos, por sua vez, se comprometeram a pagar a jizya, de acordo com suas condições de renda, variando entre 178 e 715 dólares por ano. Além disso, não podem construir novas igrejas nem restaurar as antigas ou danificadas. Cristãos sob a condição de dhimmis estão proibidos de tocar sinos e de expor publicamente seus símbolos religiosos, como cruzes ou textos sagrados. Na presença de muçulmanos, não podem ler em voz alta ou recitar textos religiosos. Os dhimmis devem evitar qualquer postura de oração em público e não podem carregar armas. Além disso, comprometem-se a não impedir que outros membros de sua própria religião se convertam ao islã, estão obrigados a honrar o islã e os muçulmanos e a não ofendê-los da forma que for.
O Estado Islâmico baseia todas essas medidas no Corão (sura 9, verso 29), que leva o título de “O Arrependimento”. Ali está escrito acerca dos cristãos e dos judeus: “Dos adeptos do Livro, combatei os que não crêem em Deus [Alá] nem no último dia e não proíbem o que Deus [Alá] e seu Mensageiro [Maomé] proibiram e não seguem a verdadeira religião – até que paguem, humilhados, o tributo”. O xeque Hussein Bin Mahmud, proeminente autor nos fóruns jihadistas na internet, opina a respeito: “Esse é um claro texto divino. Todo aquele que lê o Corão vê isso”. A humilhação que envolve o status de dhimmi é tributada à incredulidade dos próprios cristãos, segundo explica Bin Mahmud: “Como infiéis, eles são indignos e desprezíveis e devem ser tratados como tais”.
Iraquianos fugindo de Mosul.
Segundo o acordo, uma transgressão desse contrato significa passarem a ser tratados como “inimigos”. A alternativa à assinatura do contrato de dhimmi é “a espada”. No começo de agosto, os milicianos do EI em Tel Afar, uma cidade a oeste de Mosul, prenderam aproximadamente 100 cristãos e yasidis; os homens foram mortos e suas mulheres e filhas vendidas como escravas. De forma oficial, os líderes religiosos islâmicos decidem nesses casos: mulheres e moças cristãs são consideradas “propriedade legítima dos muçulmanos”.
Como os cristãos de Mosul não quiseram submeter-se ao acordo como dhimmis, só lhes restou a fuga. Seus bens foram consfiscados. A prova de que as ações do EI foram planejadas sistematicamente e muito bem organizadas pode ser vista na marcação dos imóveis dos cristãos: a letra árabe N (de “Nasara”, nazareno, cristão) acompanhada da inscrição “Propriedade do Estado Islâmico”.
Especialmente chocante para os cristãos de Mosul que viram essa identificação de suas propriedades, foi o comportamento de seus vizinhos muçulmanos, gente com quem conviviam pacificamente há décadas, agora colaborando voluntariamente com o procedimento do EI. De repente eles afirmaram: “Esta terra pertence ao islã! Os cristãos não devem viver aqui!” Um refugiado cristão de Mosul contou: “Quando os homens do EI entraram em nossa cidade, as pessoas os saudaram com júbilo – e expulsaram os cristãos”.
Na segunda semana de agosto de 2014, o arcebispo caldeu católico de Mosul, Amel Nona, que vive no exílio em Irbil, declarou diante de um jornalista italiano: “Nossos sofrimentos atuais são apenas uma prévia daquilo que espera pelos cristãos europeus e ocidentais em futuro próximo”. E mais: “Vocês precisam dar-se conta da realidade aqui no Oriente Médio, porque o número de muçulmanos que vocês recebem em seus países torna-se cada vez maior. Seus princípios liberais e democráticos não valem nada aqui”.
Em relação aos milhões de muçulmanos na Europa, ele declarou: “Vocês terão de tomar decisões fortes e corajosas, nem que seja às custas de seus próprios princípios”. O jornal italiano Corriere della Sera o descreveu como “um homem marcado pelo sofrimento”, que “não se rendeu”. O arcebispo Nona, conforme suas experiências, ainda vê “uma possibilidade de interromper o êxodo cristão do lugar onde o cristianismo tem raízes bem anteriores ao islamismo: Combater violência com violência!”. Resta ver se os recentes bombardeios às posições do EI poderão impedir o seu avanço. (Johannes Gerloff — israelnetz.de — chamada.com.br)

Nota: Mais informações em www.judeusdospaisesarabes.com.br.

COMENTÁRIO DE Mari Barão:

Peço que todos leiam. Os muçulmanos saudaram o EL quando entrou na Síria e ajudaram a expulsar os cristãos. Um arcebispo católico da região avisa que o que está acontecendo com eles em breve acontecerá na Europa e resto do mundo que tem grande quantidade de islâmicos. Eles não perdoam ninguém, os homens são mortos, esposas e filhas cristãs vendidas como escravas sexuais, eles decapitam, jogam futebol com a cabeça de criancinhas. Brasil desperta!

 
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Boletim Livre: O Racismo Ideológico da Esquerda



Transmitido ao vivo em 9 de jul de 2015

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Mãe de vítimas de estupro se revolta com “pena” de 3 anos. O que Maria do Rosário teria a dizer?

Conforme a Folha, os quatro menores que participaram do estupro de quatro garotas adolescentes (uma delas morreu) no Piauí foram “condenados” a três anos de internação. Isto ocorre porque o ECA coloca este limite para as “penas” de menores praticantes de qualquer tipo de crime. Se as quatro morressem, novamente a pena máxima seria… 3 anos. Se eles tivessem matado e estuprado 400 meninas, novamente seria… 3 anos. Quem quer que não tenha a mente deformada percebe nesta legislação uma das maiores vergonhas da história das legislações mundiais.
A mãe de uma das vítimas comentou que a pena é pequena. Mas ela não quis se identificar, pois sabe que daqui a três anos os menores estarão livres e prontos para se vingar. Ela completou: “Mas a Justiça é quem sabe. Fico pensando quando esses meninos saírem e voltarem para Castelo. Entrego o destino deles a Deus. Sou contra mandar fazer vingança”.
O trauma dessas garotas não terá fim. Em qualquer país civilizado, esses bandidos ficariam detrás das grades no mínimo 30 anos. Porém, nesta terra parasitada pelo pensamento de extrema esquerda, estarão livres em 3 anos. E vão caminhar nas ruas de uma cidade pequena, rindo sadicamente de garotas que puderam estuprar. E poderão estuprar de novo. E, por causa da pena ridiculamente pequena, os pais das vítimas vão ter que ficar de bico calado.
Enquanto isso, os defensores da impunidade continuam galhardeando dizendo que “reduzir maioridade penal não resolve o problema”. É preciso de uma mistura de cinismo e sadismo acima de qualquer parâmetro conhecido para continuar proferindo essa frase monstruosa diante do drama que viveram e ainda viverão as vítimas (e seus familiares) do estupro do Piauí.
COMENTÁRIO DO BLOG:
Sabe o que é mais interessante? Alguém ai viu alguma feminista protestar pelo estupro dessas moças? Não protestaram sabemos o porquê. Do outro lado tinham criminosos menores, e um grupo da esquerda (feminismo) não pode se indispor com outro grupo de esquerda (defesa de criminosos menores). No fundo, são as mesmas pessoas.
 
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)

Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook