quarta-feira, 20 de maio de 2015

Como ser um nacional-socialista elegante?





Alguém perceberá a provocação do título, uma vez que remete à ideologia nazista. Seria atualmente elegante defender uma doutrina racista e eugenista, responsável pela morte de seis milhões de judeus e outros milhões de europeus? Ou uma política de engenharia social, que visasse remodelar etnicamente toda a Europa, eliminando certos indivíduos ou povos considerados “inferiores”, atochando-os a campos de extermínio ou câmaras de gás? Obviamente que não. A princípio, a ideologia nazista está completamente desmoralizada. Contudo, um aspecto particular desta abjeta doutrina não somente está muito vivo, como é vendido sob a aparência elegante e vazia de “direitos”. Refiro-me à propaganda pró-aborto e às premissas que são defendidas por seus sequazes. Se qualquer pessoa comparar o discurso da propaganda nazista ou dos eugenistas do começo do século XX e a ladainha moderna pró-aborto, perceberá semelhanças tão notáveis, quanto assustadoras. Vejamos.

A mais ativa entidade pró-aborto do mundo, a Planned Parenthood, foi criada pela eugenista e militante racista Margareth Sanger, uma notória simpatizante do nazismo e da KKK nos Eua.  A fundação Rockefeller foi uma das principais financiadoras da entidade e, inclusive, espalhou a ideologia da eugenia no mundo inteiro. A semelhança entre abortismo e eugenia já começa por aí. Até então, os eugenistas americanos e europeus dos anos 20 do século passado chocavam a opinião pública ocidental com a crueldade de suas opiniões. Defendiam abertamente a eliminação física dos fracos, em nome da proteção da raça. A própria Margareth Sanger, em seu livro, “O Eixo da Civilização”, apregoava abertamente o fechamento de asilos de loucos e o mais completo abandono dos incapazes, por considerar um desperdício de recursos e do trabalho dos mais aptos. Essas idéias, cultivadas nas universidades e cursos de medicina de todo mundo, foram o substrato ideológico de que o movimento nazista se aproveitou para montar todo o seu sistema de extermínio racial e fazer da Europa uma verdadeira cobaia de um experimento social. Deu no que deu. Auschwitz, Treblinka, Dachau, Babi Yar e outros milhões de cadáveres.

A eugenia fracassou. A mentira, sempre repetida como verdadeira, fracassa à luz dos fatos. Perdeu credibilidade. Contudo, há muita gente que acredita nela e a defende, mas com outro discurso, disfarçado, oculto, sob outra aparência. Pior. Com aparência embelezada, pronta a dourar a pílula de cianureto. Pronta a criar eufemismos. . .

Os eugenistas pregavam a esterilização forçada, a proibição de casamentos raciais mistos e a eutanásia compulsória para os fracos. Agora eles mudaram a tática. A eutanásia é internalizada como algo “voluntário” e incentivada culturalmente. Para eliminar os incapazes, nem é preciso mais o Estado se sobrepor. Inventa-se uma ideologia dos “direitos reprodutivos” e pronto, as mulheres pobres, negras, mestiças ou simplesmente indesejáveis podem eliminar sua descendência sem qualquer escândalo ou disparate. Com apoio do governo e sob aplausos de ativistas feministas e professores universitários.

Antes, se falava de “higiene racial”. Agora se fala de medidas de “saúde pública”, para defender os “direitos reprodutivos” das mulheres de não reproduzirem nada. Ou melhor, de transformarem seus ventres em verdadeiras sepulturas de fetos.

Fazendo este intróito, eis que me deparo, mais uma vez, com o Sr. André Coelho, professor de direito do Cesupa, aqui em Belém do Pará, falando tolices monumentais na internet. Já tive oportunidade de encontrá-lo em alguns círculos sociais. Cidade pequena é assim mesmo. Como também já tive outras ocasiões de dar umas palmadas no professor, quando ele se exaltava em favor da legalização da poligamia e do incesto, em outros artigos escritos neste blog (ver "sobre fundamentalismos""Delírios relativistas" ,"os carregadores de cimento e os homens do direito""aonde nos leva a sereia do relativismo? e outros demais artigos, publicados em setembro de 2013). 

Este rapaz vai longe! Se um notório cretino como Luis Fachin, com sua tese de abolição da propriedade privada e legalização da poligamia, pode virar ministro do STF, o Sr. Coelho, com o acréscimo do incesto no direito de família, poderá logicamente ser presidente da mais alta corte do país! Tudo é possível na realidade brasileira, quando se tem o PT no poder!

Eis mais novas tolices do professor, publicada num blog chamado “Contramuros”, no dia 13 de abril de 2015. O Sr. Coelho, ao defender a legalização do aborto, usa dos mesmíssimos argumentos dos eugenistas do começo do século XX. É, em suma, uma espécie elegante de nacional-socialista. Vamos à obra:

“Um argumento em favor da liberalização do aborto, ou pró-escolha, precisa de dois passos: mostrar que o aborto não é moralmente errado, e mostrar que sua liberalização é desejável. 

Para provar que o aborto não é moralmente errado vou atacar três pressupostos comuns em argumentos pró-vida: que o feto é um ser humano, que ele tem direito à vida e que este direito prevalece sobre o direito de escolha da mãe.


Em primeiro lugar, não é óbvio que o feto seja um ser humano. Há que distinguir entre o sentido biológico e o sentido moral de ser um ser humano. Ser humano em sentido biológico é pertencer à espécie homo sapiens. Embriões humanos, comatosos irreversíveis e cadáveres são seres humanos neste sentido. O mesmo ocorre com o feto. Ele é, em sentido biológico, incontestavelmente humano.

Porém, além do sentido biológico, ser humano tem também um sentido moral. Em sentido moral, ser um ser humano é possuir as propriedades morais relevantes que justificam a deferência moral que se reserva a humanos. Essas propriedades incluem senciência, razão, liberdade, linguagem, agência, responsabilidade, perspectiva de futuro etc. Embriões, comatosos e cadáveres carecem de várias dessas. Assim também o feto.”

Conde - Eis uma artimanha eugenista: desumanize quem você quer destruir. A prosa aparentemente empolada escamoteia uma perversidade moral monstruosa. Se partirmos do pressuposto do Sr. Coelho, poderíamos matar nascituros impunemente, tanto quanto jogar cadáveres aos porcos ou deixar morrerem os comatosos. E por quê não? Se um cadáver humano perde sua dignidade moral por não ter vontade, consciência, linguagem, responsabilidade, em suma, todos os atributos inerentes à vida, nada impede que ele seja mandado aos porcos ou ao açougue. Uma vez que um cadáver de uma pessoa não possui as “propriedades morais” alegadas pelo professor.

Se não bastasse a barbaridade do raciocínio moral, o Sr. Coelho tem um problema sério com a realidade: pois mais que comatosos, cadáveres ou fetos não exerçam os atributos da consciência ou da vontade, eles representam fases distintas de uma mesma situação existencial, que é o processo da vida humana. Primeiro, porque o feto e comatoso estão vivos. E dentro do processo de existência, um feto naturalmente terá consciência, como um comatoso pode voltar à ter consciência. Através de falsas analogias, cria-se uma falsa concepção moral sobre a vida e o feto.

Acrescentemos, a dignidade humana não está no exercício dos atributos citados pelo professor. Um recém-nascido não possui todos os atributos da consciência encontrados numa pessoa madura. Nem mesmo uma criança possui esses atributos ou propriedades morais em sua amplitude. Podemos então dizer que um recém-nascido ou uma criança têm menos importância do que uma pessoa adulta? Os loucos também fazem parte daqueles que, por algum distúrbo, perderam a consciência. Vamos negar a dignidade essencial humana a eles?

Ao que parece, dentro dos pressupostos, o Sr. Coelho pode negar a humanidade de quem ele quiser, dependendo do grau de simpatias ou antipatias que ele nutre por uma causa. Se o caso é legalizar o aborto, é preciso induzir a crer que o feto não tenha direito à vida. Ou mais, que o feto nem seja “humano”. Ora, os nazistas não pensavam a mesma coisa? Basta ver filmes nazistas como o “Eterno Judeu” para saber como eram tratados “moralmente” os judeus! Bacilos, insetos, seres propensos à corrupção, à bandidagem, à trapaça, dignos de serem eliminados!

Mais extravagante é a conclusão geral do Sr. Coelho: ele cria precedentes para descaracterizarmos tanto a dignidade do feto, como também do cadáver e do comatoso. Dependendo da premissa, o processo lógico de rejeição da humanidade não terá fim! Resta saber se vai sobrar alguém!


“E mesmo que o feto seja, em algum sentido moral, um ser humano, isto não lhe garante automaticamente direito à vida.”

Conde- Ainda quero decifrar o que o Sr. Coelho entende por “sentido moral”? Ele parte do pressuposto de que o "sentido moral” é apenas um capricho utilitário em favor ou contra uma pessoa ou uma ação e não um juízo de valor objetivo referente à ontologia das coisas existentes. Valorizamos um ser humano pelas qualidades especiais que todos os seres humanos, sejam potenciais ou atuais, guardam pelo fato de serem simplesmente humanos. Se o princípio de direito à vida vale para o Sr. Coelho, vale pra qualquer pessoa, independentemente de uma diferença acidental. Até porque o Sr. Coelho, como eu e a humanidade inteira um dia fomos fetos, como somos adultos e como um dia também seremos cadáveres. Se o Sr. Coelho não sabe identificar uma ontologia essencial do ser humano, não sou eu que vou ensinar o básico em filosofia para ele!

“Veja: é possível formular um argumento em favor da humanidade moral do feto. Pode-se argumentar que a posse potencial das propriedades morais relevantes não iguala o feto ao ser humano pleno, mas o distingue de casos como o embrião, o comatoso e o cadáver. Nesta forma, o argumento é aceitável.”

Conde - A pergunta é: qual a propriedade moral indispensável do ser humano, senão viver? Ao que parece, o Sr. Coelho trata o feto como se fosse parte dissociada da humanidade de todos nós, quando na prática, é apenas uma fase da existência humana. Ora, existem fases em que os homens podem ser menos importantes que outros? Alguém dirá que um recém-nascido tenha menos importância do que um velho? Ou que uma criança seja menos importante do que um adulto? Pelo contrário, em muitos casos, é salutar que os mais fracos sejam protegidos, já que são mais vulneráveis aos infortúnios da vida. Mas se o Sr. Coelho defende a lógica de que certas pessoas são mais importantes por algumas “propriedades morais” que as fazem mais especiais do que outras, logo, não vai chegar longe de alguém defender a lei do mais forte. É a premissa que pode chegar a partir deste argumento! Qualquer semelhança com o cabo austríaco de bigodinho de mosca não é mera coincidência!


“O que não é aceitável nele é que ele retire a consequência de que a diferença é tal que justifica conceder ao feto um direito inviolável à vida que prevalece sobre o direito de escolha de um ser cuja humanidade moral é plena: a mãe.”

Conde - Eu bem gostaria de saber que porcaria é essa de “humanidade moral” ou “humanidade plena”? Quer dizer que dependendo da fase da existência de uma pessoa, ela pode ser menos humana? Digamos que o Sr. Coelho envelheça, fique louco ou seja ainda uma criança? Quais fases da existência onde somos plenamente mais ou menos importantes do que outras pessoas? Será que matar um velho é mais criminoso do que matar uma criança, pela “humanidade moral” e “plena” de um idoso? A dedução é tão ridícula e absurda quanto inconsistente. Vou mais além; é a velha ladainha pró-aborto de desumanizar o feto.

Se o Sr. Coelho tem um problema cognitivo sério em dimensionar a cretinice do seu discurso, resta saber desde quando a vontade arbitrária de uma mãe é maior do que o direito da vida de seu filho? Mesmo que a mulher alegue falta de condições, falta de amor, rejeição ou quaisquer outras manifestações em desfavor do filho, nenhuma dessas motivações justifica matar um ser humano. A não ser que a rejeição, o desamor ou a falta de condições econômicas sejam razões justificáveis também para matar outros seres humanos.

Em suma, o Sr. Coelho, na prática, quer defender uma ideologia imoral, desonesta e desumana, sob a aparência pseudo-filosófica de negar ao feto e a uma fase da existência humana a dignidade essencial que é aceita para todos os seres humanos. O problema é que seu raciocínio pode ser aplicado a qualquer ser humano indesejável. Basta escolher quem eliminar ou amaldiçoar.

Façamos uma troca e observemos essa frase: “Para provar que o aborto não é moralmente errado vou atacar três pressupostos comuns em argumentos pró-vida: que o feto é um ser humano, que ele tem direito à vida e que este direito prevalece sobre o direito de escolha da mãe”.  Se adulterássemos essa frase e escrevêssemos assim: “Para provar que o extermínio de judeus não é moralmente errado vou atacar três pressupostos comuns em argumentos pró-vida: que o judeu é um ser humano, que ele tem direito à vida e que este direito prevalece sobre o direito de escolha do Estado e da lei do mais forte ou do mais racialmente apto”. Alguém defenderá a relativização do direito à vida? Ao menos, o professor reconhece que existe uma discussão sobre esse direito. O problema é ele bancar uma espécie de deus.

“Talvez seja possível reconhecer no feto uma propriedade moral relevante que outros casos não possuem. Mas daí a atribuir a ele um direito inviolável à vida vai uma grande ­ e injustificada ­ distância a ser coberta. “

Conde - A pergunta é simples e cristalina: qual a razão para matar um feto? Se o Sr. Coelho atribui o direito de matar uma criança no ventre da mãe, resta saber qual a justificativa? Se a vida do feto não é um direito inviolável, resta saber quais razões um direito essencial a todos os seres humanos deve ser revogado a quem está no ventre da mãe?! Até agora, nenhuma resposta séria. Até porque não tem o que justificar o abominável, salvo, é claro, apelando a uma arbitrariedade lógica e moral espantosa.

“A ideia de proteção de propriedades morais futuras, incapazes de produzir sofrimento, prevalecer sobre a proteção de propriedades morais presentes, capazes de produzir sofrimento, é pouco defensável do ponto de vista racional.”

Conde - O feto não é protegido tendo em vista “propriedades morais futuras”, e sim baseado numa “propriedade moral” presente chamada vida humana. Aliás, o Sr. Coelho presume que a gravidez seja causa de sofrimento da mulher, como se a geração da espécie fosse algo alheio a ela. Tal é o estado de demência do professor. Na verdade, é a tônica da ideologia pró-aborto: destrua a maternidade na consciência feminina. Amaldiçoe a existência dos filhos. Criminalize a ideia da família.


“O direito à vida é ainda derrotável por outras considerações. A maioria dos ordenamentos jurídicos, por exemplo, reconhece a possibilidade de se tirar a vida por legítima defesa, por estado de necessidade ou em caso de guerra. Também no Brasil já se reconhece a possibilidade de aborto legítimo em caso de risco à vida da mãe, de gravidez por estupro e de anencefalia do feto.”

Conde - Aqui vemos a desonestidade intelectual em seu mais alto grau. O Sr. Coelho ignora que uma legislação penal tenha atenuantes, circunstâncias específicas, mas que não negam os princípios essenciais? O reconhecimento da legítima defesa significa resguardar a integridade de um ser inocente contra a ameaça injusta, já que não causou mal a ninguém. A legítima defesa é justificável simplesmente porque a vítima atenta injustamente contra a vida de outrem. Ou seja, é princípio de justiça e do próprio direito à vida alguém se defender de uma agressão injusta e retribuir proporcionalmente à ameaça. Uma pessoa que atenta contra a vida de outra, não há outra solução, senão reagir.

Não se pode dizer o mesmo de um ser indefeso com o nascituro, cuja inocência é óbvia. Faço o seguinte desafio ao professor: qual a razão de matar um ser no ventre de uma mulher? A resposta, até o dado momento, é vaga.

No caso do aborto em casos de estupro ou de risco para a mãe, a lei considera atenuantes de um crime. Apenas recusa-se a aplicar a pena, pelo flagrante apelo moral destas situações. Porém, não custa nada provocar: por acaso uma pessoa gerada de um estupro deixa de ser menos decente do que qualquer pessoa na sua humanidade? Ou uma criança anencéfala? Se o Sr. André Coelho fosse produto de um estupro, ele seria menos decente do que uma pessoa nascida de um casamento consumado e com amor? Lembremos que a legalização do aborto de anencéfalos nem mesmo é amparada pelo código penal. Foi uma manobra dos movimentos pró-aborto dentro do STF, um trampolim para a sua legalização plena.

Contudo, o Sr. Coelho inventa mil subterfúgios retóricos duvidosos para matar um ser humano, mesmo em formação:

“Poderia ser que todos estes fossem exemplos de ilícitos morais transformados em permissões jurídicas? Em tese, é uma possibilidade. Mas parece mais plausível que nossas intuições morais a respeito da vida não a tomem como um direito absoluto ou inviolável, nem para fetos, nem para humanos moralmente plenos.”

Conde - A pergunta surge no ar: qual a razão de matar, se a vida humana de um inocente não é inviolável? Percebemos aqui uma artimanha tola, sofística e de baixo nível para caracterizar o mais completo relativismo moral sobre o aborto. Ao que parece, o sr. Coelho já nos deu uma resposta subliminar: se a vontade da mãe está acima do direito de viver e de nascer do filho, então podemos atribuir à mera vontade o direito de matar?   


“Assim, (a) pertencer à espécie humana não torna um feto automaticamente humano em sentido moral;”

Conde - Entendi: então quando o Sr. André Coelho era um feto, podemos presumir que era o bebê de Rosemary ou um micróbio que virou gente?

“(b) mesmo que ele tenha em potencial as propriedades morais relevantes, isto no máximo lhe garante uma proteção prima facie à vida; (c) esta proteção, contudo, não prevalece sobre os direitos de seres humanos moralmente plenos”.

Conde - Traduzindo a inclinação eugênica: “(b) mesmo que ele tenha em potencial as propriedades morais relevantes, isto no máximo lhe garante uma proteção prima facie à vida; (c) esta proteção, contudo, não prevalece sobre os direitos de seres humanos racialmente superiores”. Basta escolher uma categoria distintiva de ser humano e é possível eliminar os indesejáveis. 


“Agora vem a segunda parte, que é mostrar que ele é moral e/ou politicamente desejável.


Primeiro, o aborto é um problema de saúde pública”.

Conde - Eugenistas como Charles Davenport, Margareth Sanger e toda a propaganda nazista pregavam a mesma coisa. Eliminar o fraco, o indefeso, o indesejável, é questão de saúde pública, de “higiene racial”. Não custa nada perguntar: que razão de “saúde pública” é essa onde clinicas se tornam verdadeiros matadouros de crianças? Que papo furado é esse de “direitos reprodutivos”, quando na prática, se mata toda a reprodução humana? Lembremos, quando um abortista fala em “reprodução” ou em “saúde”, pode apostar, é só pregação de morte e destruição. 

“Sendo a moralidade do aborto um assunto controverso e sendo as consequências da gravidez onerosas para as mães, um grande número de mulheres se submeterão a abortos, quer legalizados, quer clandestinos. Estes últimos, contudo, são caros para as mulheres pobres e perigosos quando feitos sem condições de segurança”.

Conde - A justificativa do nosso insigne jurista da morte é curiosa: se 60 mil pessoas morrem por ano, vítimas de assassinatos no Brasil, logo, que tal legalizar o homicídio, já que não há sentido em combater o crime? O mesmo raciocínio se aplica ao aborto. Aliás, o princípio parte de uma dedução falsa. A legalização do aborto não vai proteger a mulher dos infortúnios da prática criminosa. Pelo contrário, se alguém quiser mesmo que o aborto não cause nenhum risco à mulher, a lógica nos leva a dizer “não aborte”. Ou melhor, combata a ideologia pró-aborto. A mera existência de uma prática criminosa não é justificativa para sua permissão. A não ser que o sr. Coelho também queira legalizar o estupro, o homicídio, o roubo, pelo fato de que a polícia não possua mais o controle das ruas. Do Sr. Coelho, eu não duvido nada!


“Em vista disto, para dar às mulheres pobres a mesma segurança de saúde das ricas, a liberalização do aborto – com sua consequente oferta gratuita na rede pública hospitalar – seria moral e politicamente desejável como política de igualdade e de saúde”.

Conde - Se os ricos matam, então por que os pobres não podem matar? Observemos que essa lógica é falsa desde a raiz. O aborto é rejeitado pela maioria da população brasileira. Segundo ponto, a saúde das ricas não se torna melhor por existir clinicas de aborto mais limpinhas. Há vários casos de doenças provocados por práticas abortivas, físicas e mentais, que são omitidos pelos cânones abortistas. Terceiro ponto, o sr. Coelho omite o fato de que se o aborto for legalizado, vingará uma industria de matadouro de nascituros.

Foi assim que ocorreu nos Eua. Em 1973, ocorriam pouquíssimos abortos no país. Porém, o movimento pró-aborto falsificava estatísticas vendendo a idéia fajutíssima de que havia 1 milhão de abortos por ano nos Eua. Bastou a liberalização para que houvesse cerca de 40 milhões de abortos em 30 anos. Lembremos que as maiores vítimas são mulheres negras e hispânicas. E a maioria dos nascituros jogados na lata de lixo hospitalar é composta de mulheres. Política de igualdade e saúde? Aborto agora virou prática saudável?

Nem Hitler e Stálin mataram tanta gente. Atualmente nem eles precisariam criar campos de extermínio. Bastaria disseminar a ideologia de matança abortista e pronto, teríamos aí uma engenharia social perfeita, pra ninguém botar defeito. A Planned Parenthood e Margareth Sanger, lá do inferno, agradecem pelo apoio!

“Se quem é contrário ao aborto está tentando salvar vidas, precisa saber que a liberalização salva mais vidas que a proibição”.

Conde - Mentirinha tem perna curta. Clinica de aborto nos Eua já chegou a matar até recém-nascidos, vitimas de abortos mal feitos. Desde quando pode ser “salvação de vidas”, quando a legalização do aborto nos Eua praticamente generalizou a prática assassina? A linguagem do Sr. Coelho lembra muito os eufemismos do regime nacional-socialista. Também pudera, que podemos esperar de um professor que só papagueia as cartilhas de uma entidade patrocinadora da eugenia no mundo inteiro, como a Planned Parenthood et caterva? 

“A proibição não impede que fetos morram, apenas aumenta as chances de que mães morram junto”.

Conde- Outra mentirinha boba. A proibição coíbe sim os casos de aborto. Coíbe e manda pra cadeia os médicos carniceiros que vivem às custas do sofrimento destas moças que são induzidas a matar seus filhos. Legalizar o aborto é transformar a morte numa indústria. É inverter o próprio conceito da medicina, que é o de salvar vida, Como de fato ocorre na Europa e nos Eua.


“O fato de as mulheres terem que gestar, parir e cuidar dos filhos, mesmo contra a sua vontade, ajudou historicamente que fossem encaixadas em papeis subalternos”.

Conde - Que a toupeira do Sr. Coelho creia piamente que a maternidade seja uma maldição para a mulher, eu não tenho nada a ver com os problemas edipianos de tal criatura. Que ele defenda incesto ou poligamia, como em outros textos, deve ter algum problema pessoal aí que não cabe tocar. Contudo, será que esta anta professoral sabe o que significa laços de parentesco, relações de amor entre mãe, pai e filho e afinal, uma família? Ou será que ele nos reduz a uma espécie de seres animalescos melhorados? Não custa lembrar: eu acho muita graça desse povinho “libertário” bajulando as maiores tiranias contra a mulher. A mulher é “libertada” do seio da família, da maternidade, do marido, para servir bovinamente ao Estado, aos engenheiros sociais, ao mercado de trabalho, às clínicas de aborto. E quando ela se torna uma velha solteirona, não é capaz de criar laços afetivos ou emocionais duradouros, a não ser com a previdência social.

A maternidade feminina é natural, justamente porque a mulher tem a faculdade de gerar filhos. E a pretensa “subalternidade” da família ou de um macho que a ama nem é equiparado a outros tipos de subalternidades bem piores, como o Estado, a competição do mercado e outros elementos que podem alienar o indivíduo de seus laços afetivos e familiares, se não houver aquele norte institucional seguro que é a nossa família.

Eu já bato no Sr. Coelho faz tempo. Não me conste que ele pregue algo que preste. Sua vida acadêmica pode ser jogada na lata do lixo hospitalar, porque muitas de suas argumentações não passam de abortos intelectuais.

“A proibição é a medida pela qual os homens reafirmam seu poder sobre o corpo feminino”.

Conde - Que homenzinho bobo, vive na torre de marfim! Será que este bobão não sabe que uma boa parte dos homens irresponsáveis, adúlteros e mulherengos exige a prática do aborto nas mulheres, justamente para não criar vínculos consanguíneos? Ou será mesmo que o Sr. Coelho acredita piamente que os homens desta estirpe queiram pagar pensão alimentícia para os bastardos que geram? Numa declaração ridícula e infeliz, o governador do Rio de Janeiro Sérgio Cabral revelou muito bem como certos homens pensam a respeito do aborto: “quem é que não pagou o aborto da namorada?”.

A mulher, em último caso, é a fiel defensora dos filhos. A ligação materna com o filho está nas suas entranhas. Não custa desmascarar: Sr. André Coelho, não é o fato do homem pressionar a mulher pelo aborto é que demonstra o enorme e arbitrário poderio do macho sobre a mulher e, por conseguinte, sobre os filhos? Eu poderia afirmar que a sua defesa do aborto, longe de libertar a mulher, na verdade, a escraviza aos caprichos do homem irresponsável?

“A liberalização reverte esta lógica histórica e devolve à mulher a liberdade sexual e corporal que lhe pertence”.

Conde - Lógica bizarra do rapaz: “liberdade” é matar seu filho e, por definição, sua família. Ou melhor, que lixo de liberdade é essa quando a mulher, sob pressão das circunstancias desfavoráveis, não é corajosa o suficiente para assumir algo que faz parte de sua vida e existência, que é a maternidade e a prole? A “liberdade” do sr. Coelho é conveniente pra moleques levianos, pra rameiras, pra cafetões, não para homens e mulheres sérios que assumem responsabilidades com seus atos e com seu próprio corpo.

A questão é: quem é que vende essa falsa liberdade? As entidades pró-aborto, que ganham bilhões de dólares com o sofrimento das mulheres e das crianças jogadas no lixo. O Sr. Coelho é subproduto dessa doutrinação ideológica espúria e imbecil. Como já dizia Nelson Rodrigues: as feministas querem uma “liberdade” que a mulher não quer, não deseja e não a realiza”.

“Quem concebe, gesta, pare e nutre é quem decide: não apenas quem olha de fora e condena.”

Conde - A argumentação do professor serve para seres assexuados ou para protozoários, não para seres humanos. Primeiro, porque a mulher sozinha não gera o filho. Lá tem uma parte do homem, tanto do ponto de vista genético como biológico, assim também chamada "paternidade". Segundo ponto, durante tempos imemoriais, o homem é que geria, sustentava e bancava a casa. A mulher fazia o seu papel, cuidando dos negócios caseiros do marido. Todavia, não me conste que a gestação ou a nutrição patrocinada por qualquer genitor seja razão para ter o poder de vida e morte sobre os filhos. Aliás, a mulher não tem o poder de decisão, pelo benefício da criatura esquecida pelo professor, o filho, que nada tem a ver com as implicações da mãe e do pai. Em suma, o raciocínio do Sr. Coelho é arbitrário e sem o menor fundamento.

“Por último, a liberalização do aborto é uma medida em prol de que toda criança nasça num lar que a deseja. “

Conde - A vida humana deve depender dos desejos alheios, das aceitações alheias para existir? Então a conclusão do Sr. Coelho é a de que a vida humana só tem valor dentro de  uma conveniencia ou de uma aceitação individual ou coletiva? A rejeição, o desejo, o ódio, o amor ou a indiferença não são justificativas para relativizar o direito à vida, se é esta a conclusão do seu raciocínio. Se um nascituro pode ser morto pelo fato de não ser desejado, o que impede que um filho, mesmo nascido, mesmo criança, mesmo adulto, tenha o direito de viver pelo simples fato de não ser amado pelos pais? Se aplicarmos a consequência lógica do pensamento do professor Coelho, as crianças podem perder o direito À vida desde sempre, contanto que, em um dado momento da vida, sejam rejeitadas pelos pais. Ou seja, as pessoas não possuem direito à vida por si mesmas, mas dependem do nível de aceitação dos país, no que diz respeito à dignidade delas. Alguém viu coisa mais bizarra?

Defender o direito humano à vida implica uma obrigação de terceiros de respeitá-la e não violá-la. Mas se a vida depende dos caprichos, das atribuições e dos sentimentos de outros, é o mesmo que não haver direito algum. Isso pode ser aplicado ao nascituro, como pode ser aplicado aos judeus, aos negros, aos homossexuais, aos pobres, como também a qualquer grupo que seja estigmatizado.

No entanto, o Sr. Coelho tem uma solução para o problema: mate os rejeitados no inicio da vida, para que não tenhamos o trabalho de matá-los depois.

“Para garantir isto na maior medida possível, é preciso diminuir o número de gravidezes indesejadas. Assim como não se é a favor do casamento e da convivência compulsória entre marido e mulher, não se deve ser a favor da gravidez e maternidade compulsórias. “

Conde - Em outras palavras, da mesma forma que a mãe pode matar seu filho para não assumir responsabilidades, ela também pode abandoná-lo, vendê-lo ou até matá-lo na fase infantil e adulta. A criança viverá a tirania da maternidade ressentida. Basta querer ou não querer. Entenderam a perversão de raciocínio do rapaz? Em outras palavras, os filhos não devem exigir obrigações dos pais. Se alguém entrar com uma ação de pensão alimentícia em favor de uma criança, o pai e a mãe podem alegar não querer pagar a conta, porque a maternidade ou a paternidade não são compulsórias. Eu fico matutando cá com meus botões como um professor de uma universidade pode ser tão leviano, tão irresponsável, tão cretino a ponto de nos brindar com idéias tão estúpidas!

Dá até pra entender a visão turva: o Sr. Coelho parte do pressuposto estapafúrdio de que as relações humanas são meras representações contratuais e a de que os homens são meros seres atomizados. A família, a sociedade, o casamento, as relações de filiação e parentesco,  não passam de meras relações de pacto, que podem ser desmanchadas conforme os desejos dos contratantes. Entretanto, a doutrina do contrato social provou ser um engodo monumental. A sociedade não existe mediante contrato. Quando o sr. Coelho nasceu, por exemplo, ele nunca assinou contrato com ninguém para existir em sociedade. Alguém pressupunha que o Brasil possa ser desmanchado mediante livre contrato? Ou mesmo a família? Ainda que haja o divórcio, nem todas as famílias deixam de existir. A relação entre pais e filhos ainda existe. As relações de parentesco são marcadas para sempre.

A sabedoria católica elementar considera o casamento indissolúvel, justamente porque entende perfeitamente a organicidade da família. A sociedade, a família e muitas outras instituições humanas, longe de serem produtos de uma mera “contratualidade”, são elementos naturais e inerentes À formação dos homens. São vínculos inseparáveis de sua formação e de sua própria existência. Imaginemos a proposta estúpida do sr. Coelho? Ele não só prega a dissolução do casamento, através dos caprichos das partes, como também a dissolução dos laços de parentesco. Pergunto, qual sociedade sobreviveria na sua dissolução completa? Qual individuo sobreviveria neste caos?

“Recuperar o sentido positivo da família passa também por diminuir o número delas que se forma por acidente e se torna motivo de infelicidade perpétua para todos os envolvidos.”

Conde - A família moderna atual só se forma por “acidente” porque ela implica uma degeneração da família tradicional. Vivemos uma época de baixa moralidade sexual. Não vemos algo parecido deste á época do Império Romano, o que denota um sinal claro de decadência. Contudo, se o Sr. Coelho idealiza uma sociedade de criaturas egocêntricas e irresponsáveis, incapazes de assumir compromissos com seu próximo, não deixa de ser curioso que ele nos conclame a uma certa “liberdade” onde nem mesmo as pessoas sejam capazes de assumir seus “acidentes”. Desconfio da liberdade sem o dever. . .

Além da discussão ideal de uma “família perfeita”, o que o professor bizarro ignora é tais dramas envolvem pessoas. Mesmo os nascimentos por “acidente” envolvem seres humanos, indivíduos, únicos, insubstituíveis, inalienáveis em direitos, e que podem ter chances de alguma redenção em suas vidas. Mesmo uma criança órfã, abandonada no lixo, tem a chance de ser salva e adotada por uma família que a ame. O que não faltam são histórias neste sentido. 

Porém, ao que parece, o Sr. Coelho só defende o individualismo do psicopata, do delinqüente, do criminoso ou do mau caráter irresponsável, incapaz de assumir responsabilidades ou compromissos sólidos para com o próximo. Em caso de dúvida perante o sofrimento futuro das crianças, sejam eliminadas! Se for assim, matemos a humanidade inteira, porque viver é também sofrer!

Qual seria a solução para as “famílias por acidentes”? Segundo meu parecer, casem-se, tomem responsabilidade ou, se não casarem, ao menos, assumam os seus filhos. Segundo o parecer do professor, matem as crianças para que as famílias não existam. 

“Espero que estes argumentos ajudem a pensar a respeito da questão e façam com que os que têm inclinações pró-vida revejam seus pressupostos. 

Conde - Eis a completa evidência de um nacional-socialismo que se quer parecer elegante. Todavia, retirando a esfera de autoridade de um obscuro professor do Cesupa ou de toda a lenga-lenga abortista-liberalóide do Sr. André Coelho, do resto, desvendamos a monstruosidade moral e intelectual que em nada deixa a dever a suástica. Mas foi assim na Europa do século XIX e não seria diferente nos dias de hoje. A universidade, sob muitos aspectos, pode ser um verdadeiro hospício. Para que haja um Hitler ou qualquer outro celerado, antes houve um malandro bem falante travestido de professor, que defendeu, com toda a polidez do mundo, as razões do genocídio.

A que ponto chegamos? Policial reage e Delegado diz que bandido pode alegar legítima defesa - É o poste mijando no Cachorro




A que ponto chegamos?
O policial tem que morrer primeiro para depois atirar?
Jamais podemos abrir mão de nosso direito à legitima defesa.
Tenha em mente esse velho jargão policial, melhor ser julgado por 7 do que carregado por 6.


O que esse delegado disse, não consigo nem falar direito sobre o que penso deste absurdo em suma o esquerdismo está destruindo nosso país!



Mulher do tenente-coronel pagou R$ 15 mil pela execução do marido

CRISTIANA E A IRMÃ FORAM PRESAS 12 HORAS APÓS O CRIME

MULHER DE TENENTE-CORONEL ASSASSINADO E MAIS CINCO VÃO A JÚRI POPULAR

Suspeita de encomendar a morte do marido, Cristiana Osório Cerqueira, 43 anos, será julgada em júri popular. Também enfrentarão o mesmo procedimento outras cinco pessoas, entre elas a irmã, Cláudia Osório, 50 anos. A pena pode chegar a 30 anos de prisão.
O tenente-coronel do Exército Sérgio Murillo Cerqueira Filho, 43, foi assassinado na madrugada de sábado (16/5) com um tiro na nuca. Ele e a esposa sofreram um sequestro relâmpago, na 208 Norte, quando saíam da casa de amigos. A mulher acabou liberada. O corpo do coronel foi encontrado às 3h, "em posição de execução", segundo a Polícia Militar, com um tiro na nuca no Núcleo Rural Aguilhada, em São Sebastião, a 26 km do crime.


Doze horas após o sequestro, Cristiana e a irmã foram presas suspeitas de terem cometido o crime. Elas confessaram. O casal estava junto há 15 anos e tem uma filha de 13. Eles estavam em processo de separação e Cristiana teria mandado matar o marido por uma pensão estimada em R$ 10 mil. Em depoimento, ela confessou que pagaria R$ 15 mil pela morte do militar.
DIÁRIO do PODER

Mulher e cunhada de oficial do Exército foram as mandantes do crime



Sérgio Murillo e Cristiana na Disney, em dezembro de 2014

As duas foram presas em flagrante pela Polícia Civil. A cunhada do tenente-coronel Sérgio Cerqueira confessou o crime e o envolvimento da irmã. O motivo seria uma pensão.

A Polícia Civil do Distrito Federal prendeu a mulher e a cunhada do tenente-coronel do Exército Sérgio Cerqueira, 43 anos, por serem mandantes do assassinato do oficial. 
Ele foi sequestrado na noite de sexta-feira (15/5), quando chegava no Bloco C da Quadra 208 Norte. 

As duas foram levadas para a Delegacia de Repressão a Sequestro (DRS) este sábado (16/5). Segundo informações da Divisão de Comunicação da Polícia Civil (Divicom), Sérgio Cerqueira e a mulher estavam em processo de separação, mas se encontravam com frequência. A mulher, no entanto, estaria insatisfeita, pois acreditava que sairia prejudicada financeiramente com a separação. Os dois têm uma filha de 13 anos. 
Relembre o caso
Coronel do Exército é executado após ser levado durante roubo de carro no DF

De acordo com as investigações, ela mandou matá-lo, pois acreditava que, com a morte do oficial, receberia o salário integral dele como pensão, no valor de cerca de R$ 10 mil. A irmã dela mora em São Sebastião, cidade em que o corpo do militar foi abandonado, e teria ajudado a premeditar o crime.

As duas foram presas em flagrante por homicídio qualificado. A pena pode chegar a 30 anos de prisão. Segundo a Divicom, a cunhada de Cerqueira já confessou o crime. Os quatro homens que executaram o assassinato também entregaram as duas mandantes. A mulher do oficial, no entanto, ainda não confessou a participação na morte. 

Enterro 

O corpo do tenente-coronel Sérgio Cerqueira já foi liberado pelo Instituto de Medicina Legal (IML) e, de acordo com o Centro de Comunicação Social do Exército, será encaminhado para o Rio de Janeiro, onde nasceu e será sepultado. A comunicação ainda não o horário do enterro na capital carioca nem o nome do cemitério. 
Segundo a assessoria do Exército, o tenente-coronel se formou em 1993 na Academia Militar das Agulhas Negras e era especializado na cavalaria. Informou ainda que a corporação está apoiando os familiares e as investigações por parte da Polícia Civil. 

O crime

O militar e a esposa foram abordados, por quatro criminosos, por volta das 22h dessa sexta-feira (15/5), no estacionamento da 208 Norte. O casal faria uma visita à casa de amigos que moram na quadra. As imagens do circuito interno de segurança de um dos prédios mostra o momento da abordagem e o instante em que a mulher é abandonada no local.

Frieza

A mandante do assassinato, esposa pediu orações para o marido pouco antes de ser presa

Poucas horas antes de ser presa como mandante do crime, a esposa do tenente-coronel Sergio Murillo de Almeida Cerqueira Filho publicou mensagem no Facebook lamentando a morte do marido assassinado na noite de sexta-feira (15). Após inserir uma imagem com a expressão 'Luto', ela pediu orações "para que [Sergio Murillo] seja carinhosamente acolhido pelos braços do Pai maior".


Coronel do Exército é executado após ser levado durante roubo de carro no DF

O coronel do Exército Sérgio Murilo Cerqueira na foto de 2011 ainda como Major
(Foto: Confederação Brasileira de Hipismo/Divulgação)


Mulher dele também estava no veículo, mas foi deixada na Asa Norte.
Dois suspeitos do crime foram achados pouco depois, em uma festa.

Um coronel do Exército foi morto após sofrer sequestro-relâmpago na noite desta sexta-feira (15) no Distrito Federal. Ele foi abordado junto com a mulher quando chegava na casa de amigos, na 208 Norte, por volta das 22h. A mulher foi deixada na quadra seguinte, mas os quatro criminosos que estavam com o militar mantiveram-no refém. Dois homens suspeitos de envolvimento com a ação foram presos pouco depois, após sair de uma festa.

A Polícia Militar foi informada do crime, e localizou o corpo do homem às 3h em São Sebastião – a 26 quilômetros do local da abordagem. Um major do Exército acompanhou a equipe e reconheceu a vítima, identificada como Sérgio Murilo Cerqueira. Ele foi encontrado com um tiro na cabeça e tinha 43 anos.

Um menor de 17 anos e um adulto suspeitos de envolvimento no crime foram detidos pouco depois. A equipe da PM achou o carro da vítima ao lado de uma casa onde havia uma festa. Os policias esperaram a dupla deixar a comemoração para então fazer a abordagem.

Saiba Mais

De acordo com a polícia, os homens tentaram fugir e houve perseguição. "Eles entraram em uma festa logo depois de cometer o crime, e a PM fez uma campana esperando os dois saírem. Daí eles saíram, e a gente conseguiu prender depois de uma perseguição, porque eles se evadiram. E a frieza impressionou os policiais, por eles terem acabado de cometer um homicídio e irem se divertir em uma festa", disse o capitão Michello Bueno.

O caso é investigado pela Delegacia de Repressão a Sequestro. Os dois presos foram indiciados por receptação. A polícia procura os outros suspeitos de envolvimento no crime.

Local onde o corpo do coronel do Exército foi encontrado (Foto: Danilo Martins/TV Globo)

sábado, 16 de maio de 2015

PSOL expulsa deputado que tenta trocar o povo por Deus na Constituição


O PSOL expulsou neste sábado (16) o deputado federal Cabo Daciolo (RJ), eleito em 2014 após liderar uma greve de bombeiros no Rio.

A decisão foi tomada por 53 votos a 1 no diretório nacional do partido, em Brasília. Por placar mais apertado, 31 a 24, a sigla decidiu não reivindicar o mandato dele ao Tribunal Superior Eleitoral.

Daciolo foi acusado de contrariar o programa do PSOL ao tentar incluir Deus na Constituição Federal e ao defender os PMs presos no caso Amarildo.
O deputado, que é evangélico, apresentou uma proposta para modificar o parágrafo 1º da Constituição, que afirma que "todo poder emana do povo". Ele queria alterar o texto para substituir o povo por Deus.

O líder do PSOL na Câmara, deputado Chico Alencar (RJ), afirmou que a ideia é inaceitável. "Ele colidiu com um ponto fundamental do nosso partido, que é a defesa do Estado laico. Respeitamos todas as crenças, mas o discurso fundamentalista religioso não pode ser tolerado", disse Chico, que votou pela expulsão do colega.

Daciolo também entrou em conflito com políticos do partido que atuam na área de direitos humanos. Em março, ele defendeu a libertação de 12 policiais militares acusados de participar da morte do pedreiro Amarildo de Souza, em 2013.
De acordo com as investigações, Amarildo foi torturado e morto por PMs da UPP (Unidade de Polícia Pacificadora) da Rocinha, no Rio.

O deputado não foi localizado para comentar a decisão do partido. Na última quarta (13), ele afirmou em nota que lutaria contra a medida.
"O PSOL sempre soube da minha fé e das minhas posições em defesa dos militares. Volto a repetir: sou cristão e acredito piamente que todo poder emana de Deus", escreveu, em sua página no Facebook.

A ex-deputada estadual Janira Rocha (PSOL-RJ), única a votar pela permanência de Daciolo no partido, informou que ele recorrerá da decisão. Com a saída do bombeiro, a bancada do PSOL na Câmara cai de cinco para quatro deputados.

Marcelo Rezende e "Rambo" ficam frente a frente



“TPM”: Licença para matar?


A tensão pré-menstrual é o conjunto de sintomas diversos (alteração hormonal, emocional e até física) que muitas mulheres sentem no período que antecede a menstruação.

Em cada mulher, a temida “TPM” se manifesta de forma bastante variada, sobretudo, em relação a intensidade. O que muitos homens (e até algumas mulheres) não sabem é que esta tensão pode ser sentida de maneira tão exacerbada que torna-se algo patológico.

Segundo Mara Diegoli, médica coordenadora do Centro de Apoio à Mulher com Tensão Pré-Menstrual do Hospital das Clínicas da Universidade São Paulo, "Tensão pré-menstrual, ou TPM, é o nome que se dá a uma série de sintomas que se manifestam antes da menstruação. Mas, é preciso estarmos atentos: eles têm de sumir com a menstruação. Caso não desapareçam, não se trata de tensão pré-menstrual. Os sintomas são variados: irritabilidade, depressão, dor nas mamas e agressividade, que pode e deve ser controlada. Dor de cabeça é outra queixa frequente. A mulher também chora fácil sem saber exatamente por quê e pode explodir sem motivo."

É neste último sintoma que vou me ater neste momento. Será que essa explosão justifica o cometimento de um crime? Isso torna esta mulher inimputável, ou seja, incapaz de responder criminalmente por seus atos?

Na verdade, a TPM não é uma licença para matar, independentemente do estado em que ela se manifeste no organismo da autora do crime.

O que ainda pode ser considerado é este transtorno ser tido como um fator relevante do crime cometido sob a égide da chamada Violenta Emoção.

Emoção é um rompante psíquico capaz de produzir reações extremas na personalidade. Sendo ela violenta, pode levar o indivíduo a praticar atos que até então pareciam improváveis.

Este rompante emocional, para ser considerado uma atenuante, ou seja, uma circunstância capaz de diminuir a pena aplicada, deve, necessariamente, ter sido provocado por um ato injusto da vítima. Vale ressaltar, que este ato deve ser injusto, mas não implica dizer que deve ser tido como crime. Para a autora do crime, um simples ato emulativo já poderá ser suficiente para causar-lhe a injusta provocação.

Através de uma interpretação literal do texto da lei, pode-se concluir que essa violenta emoção deve ocorrer em um determinado lapso temporal, que não indica, necessariamente, uma medida de tempo, mas sim uma relação de continuidade, e em reação a algo ocorrido anteriormente.

A influência da Violenta Emoção pode levar o indivíduo a cometer o crime por um ímpeto. É o que a doutrina chama de crime em curto- circuito, delito explosivo ou de vontade instantânea. O agente tem plena consciência do seu ato e do caráter ilícito dele, porém, por um impulso, uma manifestação súbita e violenta, o agente pratica o crime, movido pela emoção.

Quando o sujeito sofre esta alteração de estado emocional após injusta provocação da vítima, passa por um enorme abalo. O legislador devidamente reconheceu tamanha perturbação na estrutura humana, abrandando a pena de quem comete um delito nestas condições. Caberá, então, ao Magistrado valorar a provocação efetuada e o nível de comoção sofrida para, então, decidir, de acordo com o caso concreto e por informações periciais, se está ou não diante de um crime cometido sob a égide da violenta emoção.

Portanto, o crime cometido por mulher no período da “TPM” por si só não é tese defensiva. Deve-se comprovar que este distúrbio é patológico e que contribuiu diretamente para o rompante violento que levou ao cometimento do crime.

Assim, nestes casos específicos, a Tensão Pré- Menstrual pode ser uma atenuante da pena. Além disso, o juiz ainda poderá impor um tratamento a base de progesterona a ser realizado mensalmente no período próximo ao menstrual, sempre supervisionado pela Justiça. Mas, em hipótese alguma, a “TPM” será sinônimo de licença para matar.

Por: Larissa Siqueira Farias.

Roberto Jefferson deixa a prisão para cumprir resto da pena em casa

Ex-deputado Roberto Jefferson deixa o Instituto Penal Francisco Spargoli Rocha, em Niterói
Ao ser libertado, às 11 horas, depois de 14 meses preso por seu envolvimento no mensalão, o ex-deputado Roberto Jefferson disse que tem informações sobre o esquema investigado pela operação Lava Jato, mas não pode dar declarações sobre o assunto, sob risco de voltar para a prisão. Ele vai cumprir o restante de sua pena, que foi de 7 anos, em casa. 
"Está aqui (entalado), mas eu não posso falar. Se eu disser, o Barroso me prende", afirmou, rindo, em referência ao ministro Luis Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal, que autorizou a saída do ex-deputado.
Ex-deputado Roberto Jefferson deixa o Instituto Penal Francisco Spargoli Rocha, em Niterói Fabio Motta/Estadão
Na saída do prisão, em Niterói, Jefferson disse que não poderia comentar questões políticas, por conta das restrições impostas pela decisão judicial - que serão cumpridas com tranquilidade, segundo ele. Abraçado à mulher, Ana Lúcia Novaes, com quem pretende oficializar o casamento no fim do mês, brincou que agora quer "namorar muito".
O ex-deputado contou que vai trabalhar de segunda a sexta-feira num escritório de advocacia, como auxiliar de escritório, e que pretende voltar a advogar. "Quero colocar em prática o que sei fazer. A política já parei, quem fala é a Cris", disse, apontando para a filha, a deputada Cristiane Brasil (PTB-RJ).
Com semblante sereno e acenando para jornalistas e curiosos, Jefferson saiu dirigindo seu carro em direção à residência em que vai morar com a mulher, um apartamento na Barra da Tijuca, zona nobre do Rio.

As melhores atrações relacionadas ao sexo do mundo

Enquanto em alguns lugares falar sobre sexo ainda é um tabu, em outros o tema é abordado livremente. Os destinos turísticos mais visitados do mundo, como Berlim, Paris e Nova York, reservam ao turista diversas atrações e espaços museológicos inspirados na sexualidade humana e o universo do erotismo.
Entre os museus mais curiosos de Amsterdã, a capital da Holanda, está o famoso Sexmuseum que, com o slogan "sexo é a coisa mais natural do mundo", exibe um interessante acervo com imagens eróticas, esculturas, pinturas e objetos sexuais de séculos passados. Outra atração imperdível da cidade é Red Light Secrets, no Bairro da Luz Vermelha, que conta a história e os bastidores da prostituição.
Mesmo polêmicos, assuntos como sadomasoquismo e submissão vieram à tona recentemente graças à trilogia "Cinquenta Tons de Cinza", da escritora britânica E. L. James. Os elementos eróticos da saga já inspiraram até roteiros turísticos, incluindo hotéis pelo mundo que prepararam pacotes e passeios especiais para os fãs da história de Anastasia e Christian Grey.
Para quem acha que a ideia de romance fantasiado de submissão foi abordada com intensidade nos livros, certamente não está pronto para conhecer lugares pelo mundo que abordam o tema com mais propriedade. É o caso do Kinky Salon Copenhagen, na Dinamarca, uma grandiosa feira de práticas BDSM, fantasias e fetiches. Ali uma coisa é certa: o vestuário vai muito além da famosa gravata cinza do personagem principal de "Cinquenta Tons".

O museu a céu aberto "Jeju Loveland", na Coreia do Sul, abriga peças eróticas e esculturas de posições 'apimentadas' e órgãos sexuais femininos e masculinos



Jeju Loveland, Coreia do Sul - A ilha vulcânica de Jeju, que corresponde à menor província sul-coreana, é o lar deste curioso museu a céu aberto sobre sexo. Inaugurada em 2004, a área abriga muitas esculturas de posições do kama sutra (e outras mais curiosas), além de órgãos sexuais femininos e masculinos de diversas formas e cores. No total, são 140 obras que expressam a criatividade em forma de arte erótica sem tabus. A ideia por trás do lugar é ajudar os cidadãos do país a desfrutar de uma vida sexual mais harmoniosa. Enquanto visitam o local, os pais podem deixar seus filhos em um playground localizado próximo ao parque.


Museu do Sexo de Nova York (MoSex) - Fundado em 2002, este desinibido museu nova-iorquino tem a missão de preservar a história, evolução e importância da sexualidade humana por meio de exposições, palestras, publicações e programas educativos. Além de exposições itinerantes, o museu exibe uma interessante coleção permanente com mais de 15 mil itens, incluindo fotografias, vestimentas, invenções, peças históricas, gravuras e apetrechos sexuais. Entre as curiosidades estão vibradores antigos, de 1900 a 1940, e um cinto de castidade para homens.


Kinky Salon Copenhagen, Copenhague - Atraindo entusiastas de diversas partes do globo, este festival da capital dinamarquesa aborda o universo das práticas BDSM (Bondage, Disciplina, Dominação, Submissão), fantasias sexuais, fetiches e tudo aquilo que é considerado tabu ou "moralmente inaceitável por boa parte da sociedade". É o lugar certo para explorar a sua sexualidade sem medo de quaisquer julgamentos, seja você heterossexual, bi, gay, transgênero ou quem que você considera ser.

Museu do Sexo de Amsterdã - Aberto ao público há mais de 30 anos, o famoso museu fica próximo à Estação Central de Amsterdã, atraindo mais de 500 mil visitantes ao ano. O acervo conta com uma extensa coleção de imagens eróticas, pinturas, objetos, fotografias, esculturas e objetos sexuais do século 19. Com o slogan "Sexo é a coisa mais natural do mundo", o espaço tem o objetivo de mostrar aos visitantes como a arte de amar foi mostrada de mil e uma formas diferentes ao longo dos séculos.

Museu Erótico Beate Uhse, Berlim - Localizado no distrito de Charlottenburg, o museu foi inaugurado em 1995 pelo proprietário da Beate Uhse, uma empresa especializada na venda de produtos de entretenimento adulto. O lugar permite um passeio pelo vasto mundo do erotismo, exibindo mais de cinco mil objetos relacionados ao sexo, vindos de diversas partes do mundo. Entre os itens expostos, estão esculturas indianas, exemplares das primeiras camisinhas criadas, arte Shunga (gravuras eróticas japonesas) e pinturas chinesas dos séculos 18 e 19.

Folsom Street Fair, São Francisco - Uma vez ao ano, a Folsom toma conta das ruas da cidade californiana, mais precisamente entre as ruas 8th e 13th. É a maior feira do universo do fetiche leather (couro) e sadomasoquismo do mundo. Cada edição reúne milhares de pessoas, entre curiosos e participantes com espartilhos, roupas de couro, látex e brinquedos sexuais dos mais diferentes tipos. Há estandes com venda de acessórios, barraquinhas de comida, além de performances sexuais, shows de música e pistas de dança.

sexta-feira, 15 de maio de 2015

Torcida brasileira marca presença para ver de perto o Rio Pro


TORCIDA BRASILEIRA MARCA PRESENÇA PARA VER DE PERTO O RIO PRO

Torcedores compareceram em bom número nas areias da Barra da Tijuca para prestigiar surfistas
.
.
.
.
.
.

Moro é recebido como celebridade em livraria em São Paulo

São Paulo - O juiz federal Sergio Moro, responsável pelos processos da Operação Lava Jato na primeira instância, foi recebido como herói nesta quinta-feira, 14, por cerca de 50 manifestantes durante o lançamento do livro Bem Vindo ao Inferno: a História de Vana Lopes – a vítima que caçou o médico estuprador Roger Abdelmassih em São Paulo. 
Moro esteve na cidade que em março e abril registrou as maiores manifestações contra a presidente Dilma Rousseff porque sua mulher, Rosângela Wolff Moro, assina o prefácio da obra.
Convocado pelas redes sociais por grupos de oposição a Dilma, entre eles Vem Pra Rua, Brasil Livre, Revoltados On Line e Acorda Brasil, o ato de apoio na livraria, em um conjunto comercial da Avenida Paulista, deixou o juiz federal do Paraná visivelmente constrangido.


Moro entrou discretamente pela garagem, mas ao chegar à livraria com a mulher foi cercado por dezenas de manifestantes e jornalistas. 


COMENTÁRIO DO BLOG:

No Brasil tem muita gente defendo bandido e ainda ficam orgulhosos.
Por isso que é natural e muito necessário aclamar os honestos



Cidadãos homenageiam juiz Sérgio Moro, cantam Hino Nacional e ‘Fora PT!’ em livraria

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Lutadora de jiu-jitsu vence soldado dos EUA


Lutadora de jiu-jitsu vence soldado dos EUA por danteoliveira7



Lutadora de jiu-jitsu é desafiada e bate soldado do exército dos EUA
Mulher não deu a menor chance para brutamontes com sua arte suave


As coisas não saíram como planejadas para um soldado do exército americano. Ele resolveu colocar em prática seu treinamento de combate contra uma lutadora de jiu-jitsu.
Os resultados não foram nada como esperado, a não ser que você seja um daqueles que conhecem a eficiência da arte suave.

No vídeo abaixo, pode-se ver o exemplo perfeito de como o jiu-jitsu pode simplesmente neutralizar um soldado, o qual já tem ótimos conhecimentos de combate.

Justiça decide soltar PMs acusados de matar pichadores em prédio de SP


Rapazes mortos em apartamento na Mooca; segundo amigos, a foto foi tirada no prédio do crime

DE SÃO PAULO 13/05/2015  16h45

A Justiça decidiu soltar cinco policiais militares que são acusados de matar dois pichadores em julho do ano passado em São Paulo. A decisão foi publicada nesta quarta-feira (13).

Os cinco PMs estavam presos no presídio Romão Gomes da Polícia Militar. Agora, responderão pelos homicídios em liberdade.

Alex Dalla Vecchia Costa, 32, e Ailton dos Santos, 33, morreram após serem baleados em um apartamento na Mooca, zona leste. Na versão dos policiais, os pichadores estavam no local para roubar, mas amigos e parentes dizem que eles pretendiam apenas pichar o prédio.

Os pichadores foram surpreendidos pelo zelador do edifício, que chamou a polícia. Segundo a denúncia do Ministério Público, os PMs que atenderam a ocorrência decidiram matar os jovens, que foram levados para um apartamento e executados com três tiros no peito cada um.

O sargento Amilcezar Silva, 45, e o cabo André de Figueiredo Pereira, 35, são acusados de disparar contra Alex. Segundo a Promotoria, o tenente Danilo Matsuoca, 28, e o também cabo Aldilson Segalla, 41, atiraram em Ailton. Os quatro policiais foram denunciados por homicídio duplamente qualificado — por motivo torpe e utilização de recurso que impossibilitou a defesa da vítima e participação em homicídio do outro pichador.

Um quinto policial militar, que não teria efetuado nenhum disparo, também foi denunciado por participar do crime. Além disso, todos respondem por fraude processual, já que a ocorrência demorou a ser comunicada à central da polícia.

Na decisão de hoje, o desembargador Francisco Bruno diz que os PMs, quando estavam soltos, não interferiram na investigação do crime.

"Os fatos são, em princípio, de inegável gravidade. Porém, é de convir que os pacientes permaneceram soltos durante a investigação; não há notícia alguma de que tenham tentado interferir de alguma forma na colheita da prova inquisitorial", escreveu o desembargador na decisão.

O CASO

Na versão dos PMs que atenderam a ocorrência, os dois jovens invadiram o prédio para roubar e trocaram tiros com os policiais, momento em que foram atingidos.
O boletim de ocorrência registrado após o crime aponta que os dois entraram no prédio residencial, localizado na avenida Paes de Barros, por volta das 18h, após o porteiro confundi-los com moradores. O zelador teria flagrado a dupla no prédio e questionou a presença deles, que afirmaram estar fazendo a manutenção dos elevadores.

Desconfiado, o zelador desceu até a portaria, comunicou o porteiro e acionou a polícia. No local, os PMs dizem ter encontrado os dois pichadores dentro de um apartamento, sendo Alex com um revólver calibre 38, e Ailton com uma pistola 380. Os policiais dizem que apenas revidaram os tiros feitos pela dupla.


Amigos dos dois rapazes, porém, registraram em redes sociais mensagens apontando que eles deveriam estar no local para pichar. No Facebook, uma prima de Costa afirmou que o rapaz "nunca teve uma arma, nunca matou, nem feriu ninguém, todo mundo sabe e é evidente, que o que ele fazia era pichar". 

COMENTÁRIO DO BLOG:

Mas pra que mesmo serve um pichador?

PROIBIDÃO - Preta Gil (DVD Noite Preta Ao Vivo)




A Preta Gil é aquela da putaria geral que hoje condenaram em 150 mil o Bolsonaro por dizer isso.
Não querem de jeito nenhum a candidatura de Jair Messias Bolsonaro para Presidente 

Extra do DVD Noite Preta Ao Vivo

Primeiro DVD da cantora Preta Gil. Gravado na The Week/RJ. Participações especiais de: Ana Carolina e Gilberto Gil.

Faixas do DVD:

01 - Andaraí
02 - Muito Perigoso
03 - Medida do Amor
04 - Stereo
05 - Meu Valor
06 - Sinais de Fogo
07 - Pot Pourri: Baba Bay - Tremendo Vacilão
08 - São Gonça
09 - Drão
10 - Cheiro de Amor
11 - Baianinha
12 - Pot Pourri: Chupa que é de uva - Xibiu
13 - Pot Porri: Beber, Cair, Levantar - Problematica - Kuduro - Mulher Brasileira
14 - A Coisa Ta Preta
15 - Tempos Modernos citação: Toda Forma de Amor
16 - Lourinha Bombril (Parate y Mira)
17 - Doce Mel (Bom estar com você)


CANTORA CONVIDOU MAIS DE 700 PESSOAS PARA UNIÃO COM PERSONAL TRAINER

Se alguns internautas detonaram o vestido de noiva de Preta Gil, as celebridades adoraram o look usado pela cantora em seu casamento com Rodrigo Godoy, na noite da última terça-feira (12), no Rio de Janeiro.
Diversos artistas, inclusive, usaram as redes sociais para elogiar o modelito da filha de Gilberto Gil.
"Você estava linda! Parecia uma santa! Muitas felicidades”, comentou Fabíula Nascimento. “Parabéns, Preta! Noiva mais linda, com a família mais linda! Você é abençoada! Muito amor”, publicou Giovanna Ewbank. "Parabéns! Você estava linda", escreveu Nívea Stelmann.
A assinada pela estilista Helô Rocha, a peça foi feita com renda chantilly francesa e foi bordada com 50 mil pérolas. O modelo com decote canoa e mangas flare era bem tradicional.
Por baixo do véu e da grinalda, a noiva usou uma tiara em ouro rose 18 quilates cravejada com diamantes.

'Eu roubo mesmo, o povo que se f**', diz vereador petista



Escutas telefônicas feitas pela Polícia Federal (PF) com autorização da Justiça mostram vereadores de Naviraí, distante 350 quilômetros de Campo Grande, negociando vantagens. Na conversa, eles também ofendem a população. As investigações começaram em 2013. A data da gravação não foi divulgada.


O diálogo gravado é entre o presidente da Câmara Municipal de Naviraí, Cícero dos Santos (PT) que em entrevista à TV Morena declarou ser "inocente" e outro vereador, do PMN.


Veja trecho das gravações, ocorrido após os atos de corrupção serem combinados:
Cícero dos Santos: Quero que se f...!
Outro vereador: O povo?
Cícero dos Santos: Tô igualzinho...
Outro vereador: Eu aprendi com você demais!
Cícero dos Santos: O povo que se f....! Que tome no c...!
Outro vereador: Aham?
Cícero dos Santos: O povo que tome no c...! Que vai pra p... que p...!
Outro vereador: Claro! Quero nem solução!
Cícero dos Santos: Senta na p.... e roda!
Outro vereador:Claro!
Cícero dos Santos: Povo, vai se f..., povo!
Outro vereador: (Risos)
Cícero dos Santos: Botar no face: O povo tem que se f...

Esquema

Os dois legisladores municipais e outras oito pessoas foram presas nessa quarta-feira (8) durante operação da Polícia Federal (PF). Do total de presos, sete são por mandado de prisão preventiva e três por mandado de prisão temporária. Há vereadores e empresários.

Conforme a PF, os vereadores montaram um esquema para ficar com parte dos salários pagos aos servidores comissionados e também cobravam por liberação de alvarás a comerciantes.

Os funcionários eram obrigados a fazer empréstimo consignado junto a instituição financeira antes mesmo de começar a trabalhar. O delegado Nilson Negrão explica como o era o esquema.

"Dois mil reais um salário. Eu político. Eu te contrato comissionado, mas você me dá R$ 500 por mês. Mas eu quero receber à vista. Então, faz um empréstimo e aí esse empréstimo você me dá", conta o delegado.

O superintendente da PF em Mato Grosso do Sul, Edgar Marcon,  declara. "O que foi levantado é que a corrupção é devido à ganância desses vereadores, não nas eleições, uma vez que investiam em imóveis. Existe indícios que estavam lavando dinheiro da corrupção em empresas".

Operação Atenas

Além dos 10 mandados de prisão, a ação também cumpriu 28 conduções coercitivas e 35 mandados de busca e apreensão. As suspeitas são de envolvimento nos crimes de formação de quadrilha, corrupção e extorsão contra o Poder Executivo.

Segundo a assessoria de imprensa do órgão, na ação foram apreendidos 27 carros, uma motocicleta, um barco, R$ 70 mil em espécie e ainda um cofre cujo dono disse aos policiais que havia aproximadamente R$ 50 mil dentro.

Ainda de acordo com a PF, as investigações revelaram a participação de parlamentares e empresários em crimes contra os cofres públicos.

Do G1 MS, com informações da TV Morena
Editado por Gazeta Social

Fachin: a porta estreita



Publicado em 11 de mai de 2015

Joice Hasselmann e Reinaldo Azevedo falam sobre o estelionato eleitoral do advogado Luiz Edson Fachin. O colunista afirma: "Não podemos correr o risco de ter alguém com um argumento tão frágil para ser ministro do STF". Acompanhe no 'Aqui Entre Nós'.

Vídeo com cenas fortes : Mulher executa homem em Manaus e ação é filmada com celular





sábado, 2 de agosto de 2014

No vídeo divulgado pela polícia é possível ver vítima ajoelhada, com as mãos na nuca

Amazonas - Uma mulher de 34 anos foi presa no último dia 25 acusada de matar um homem e filmar o crime no celular em Manaus, capital do Amazonas. O crime, segundo a Polícia Civil, aconteceu no último dia 9 no km 30 da rodovia AM-010, no ramal Água Branca. O vídeo foi divulgado pela polícia civil nesta quinta-feira.



Na filmagem, é possível ver a vítima, Sílvio Henrique Batista Sales, 31 anos, ajoelhado no chão e com as mãos na nuca antes de ser assassinado. A arma de Luciana Pereira da Silva ainda falha duas vezes. Um homem, que também aparece nas filmagens dá outro revolver para Luciana. Ela então atira na nuca da vítima. Na sequência, o homem ainda atira algumas vezes contra Sales que já está caído no chão. Ele e a pessoa que fez a filmagem estão sendo procurados pela polícia.

Segundo a polícia, Luciana é suspeita de ter participado de um assalto ao condominio de luxo Jardim Europa, no bairro Ponta Negra. Um empresário foi assassinado durante o crime, que aconteceu no último dia 16.

Em depoimento, Luciana disse a polícia que atirou em Sales porque ele devia R$ 3 mil a ela. Eles faziam parte da mesma quadrilha especializada em roubos na cidade. Para convencer a vítima a acompanhá-la, Luciana teria dito que os dois fariam mais um assalto.

Luciana foi indiciada por homicídio e está presa na cadeia pública Desembargador Raimundo Vidal Pessoa, em Manaus.

Vídeo: Mulher executa homem (cenas fortes)