domingo, 8 de fevereiro de 2015

7 frases que você jamais deve dizer ao seu chefe


São Paulo - A comunicação humana é cheia de ruídos e mal-entendidos. Para que isso não se transforme em problemas no seu ambiente de trabalho, é bom cuidar do seu tom de voz e escolher as palavras com atenção.
A recomendação é ainda mais pertinente quando o interlocutor é o seu chefe. Diante disso, o consultor britânico Bernard Marr reuniu no LinkedIn Pulse algumas frases que você deve pensar duas vezes antes de falar para o seu gestor.
Veja a seguir sete sentenças que podem comprometer o sucesso da sua relação com ele, de acordo com o especialista:
1. “Você tem certeza de que quer fazer isso?”
Segundo Marr, é preciso tomar cuidado na hora de questionar uma decisão ou opinião do chefe. Dependendo do seu tom, pode parecer que você está tentando ensinar algo que ele já sabe. “Se você tem algo a dizer, aborde o assunto pensando que o seu chefe não viu ou esqueceu alguma coisa - e não acreditando que ele não sabe fazer o trabalho dele”, afirma o consultor.

2. “Você viu o que o Fulano fez? É tão difícil trabalhar com ele!”
A não ser que o seu colega de trabalho tenha violado gravemente alguma política da empresa, é melhor não falar mal dele para o seu chefe. Além de soar como fofoca, esse tipo de frase pode depor contra a sua ética profissional. “Guarde o drama interpessoal para os seus amigos e familiares”, afirma Marr.

3. “Eu não quis perturbar você com um problema que poderia ter se resolvido sozinho”
Algo deu muito errado e você não avisou o seu chefe a tempo de ele ajudar? A última coisa que ele quer ouvir é a frase acima. “A maioria dos chefes prefere saber sobre problemas em potencial antes de eles acontecerem”, diz o especialista.

4. “Se você não fizer tal coisa, eu me demito”
Ameaças desse tipo soam infantis e podem até arriscar o seu emprego. “Você tem certeza de que é tão insubstituível quanto pensa?”, alerta o especialista. Na dúvida, é melhor desistir dos ultimatos e optar pelo diálogo.

5. “Como eu sou da geração Y…” ou “Pessoas da minha geração…”
Para alguns chefes, a diferença de idade pode ser uma questão delicada ou simplesmente irrelevante. “A menos que você esteja respondendo a uma pergunta especificamente feita para alguém mais jovem, não fale sobre idade nem gerações”, afirma Marr.

6. “Não dá para fazer isso”
Negar de forma categórica um pedido do seu chefe é uma má ideia, na opinião do consultor britânico. Ele aconselha que, em vez de "decretar" a inviabilidade da tarefa, você se concentre em como ela poderia ser realizada da melhor forma possível - inclusive trazendo ideias alternativas.

7. “Eu preciso de um aumento”
Não há problema algum em pedir um salário mais alto ao seu chefe. O único cuidado necessário é com a forma de falar. “Em vez de dizer que você precisa de mais dinheiro, comece descrevendo o seu valor para a empresa, suas entregas e responsabilidades. O seu objetivo deveria ser fazer com que o seu chefe queira dar um aumento para você”, diz o consultor.

  
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Triste fim de Graça Foster na Petrobras


Sob a gestão de Graça Foster, a Petrobras perdeu R$ 201 bilhões em valor de mercado ( foto: Leo Pinheiro/Valor)

Graça Foster queria ser lembrada como a presidente que aumentou a produção de petróleo no Brasil, mas entrará para a história pela companhia estar envolvida em um escândalo de corrupção de proporções imensas

Em novembro de 2012, entrevistei Graça Foster para um perfil na revista DINHEIRO, que a escolhera a EMPREENDEDORA DO ANO.

Com apenas nove meses à frente da companhia, ela estava chacoalhando as estruturas da maior empresa do Brasil com seu jeito de fazer as coisas.

Ela revisara todas as metas de produção da Petrobras até 2020 e tinha muita convicção de que iria conseguir atingir suas metas. “Eu quero aumentar a produção de óleo e sair desse incômodo que tenho com relação com as ações da companhia”, disse ela, na ocasião.

Com sua renúncia, Graça Foster deixa um legado da qual, com certeza, não honrará seu currículo. Em sua gestão, a Petrobras encolheu R$ 201 bilhões em valor de mercado. As ações preferenciais, as mais negociadas, desvalorizaram-se 53,9% desde 13 de fevereiro de 2012, quando Graça assumiu o comando da empresa. A Ambev, o Itaú e o Bradesco hoje valem mais do que a Petrobras na bolsa de valores.

Graça era funcionária de carreira e tinha uma relação de amor com a Petrobras, tanto que dizia a quem quisesse ouvir que a empresa era a prioridade de sua vida. “Eu adoro ir para a praia, escutar música” disse ela, para mim, na entrevista. “Mas tantas coisas que adoro deixo de fazer por que eu quero fazer a Petrobras.”

Graça me disse gostaria de ser lembrada como a presidente que aumentou a produção de petróleo da Petrobras. Mas provavelmente sua gestão entrará para a história por deixar a maior empresa do Brasil mergulhada, até a última gota de óleo, em um dos maiores escândalos de corrupção do País.

É um triste fim para Graça Foster na Petrobras.

Confira a integra da entrevista, realizada em novembro de 2012:

Como a sra. prefere ser chamada: presidente ou presidenta?
Eu prefiro presidente. Presidenta é só para ela (e mostra uma foto da presidente Dilma Rousseff que está na sua sala).

Qual o momento mais difícil que a sra. enfrentou nesses nove meses à frente da Petrobras?
Todos são momentos complicados. Para mim, foi deixar claro a nossa menor produção de óleo. Nós não deixaremos de produzir. Mas admitimos que vamos produzir mais tarde. Isso exigiu um estudo profundo. Falar a verdade, para mim, sempre é muito fácil. Foi difícil termos a documentação de tudo aquilo. Mas é uma questão de amadurecimento. O pré-sal começa em 2006 e é razoável levar quatro a cinco anos colhendo informações e rompendo a barreira do conteúdo local. Criar tudo isso, abrir estaleiros, definir os fornecedores, leva muito tempo. E nem tudo ocorre como você previa. Tivemos atrasos muito grande das sondas de perfuração feitas no Exterior, que variaram de seis meses a mais de dois anos. Mas chega um momento em que dá para dizer que a verdade dos dados e dos fatos é essa. Esse momento foi muito difícil.

Algum momento de conforto?
Nenhum. Não tem como ter. Estamos atrasados dois anos. Você não pode ter conforto.

Como classifica a sua gestão: é de ruptura ou de continuidade?
Ela é uma gestão de continuidade pelo fato de que quando estava na diretoria de gás e energia, eu fazia exatamente o que cobro hoje. Eu arrisco a dizer – e o Gabrielli (José Sergio Gabrilli, ex-presidente da Petrobras) pode falar que não concorda – que a gente estaria fazendo hoje a mesma coisa. O que muda são os estilos. Eu tenho um estilo de ser. Ele tem o jeito dele. Não temos a mesma caligrafia. Por isso que existe tanta ciência em torno da caligrafia.

A sra. acredita que a Petrobras vai cumprir a meta de produção de óleo de 2020?
Eu acredito, por que está na mão. E não por que eu sou a presidente da Petrobras. Está na mão por que esse tempo que passou foi fundamental para criar maturidade. Não há suposições ou se. O único “se” é a estabilidade econômica e o consumo continuar aquecido. Acontecendo tudo isso, eu demonstro por A, mais B e mais C que vamos atingir a meta. 

A necessidade de comprar grande parte dos produtos no Brasil não pode atrapalhar o plano de atingir essa meta?
Isso é um fato consumado. Supondo que atrapalhasse, já estaria atrapalhando. O conteúdo local faz parte. Ele está na conta.

Mas a sra. já deu algumas declarações que demonstram uma flexibilização, dizendo que valoriza o conteúdo local possível?
Aquilo que é possível fazer aqui tem de fazer aqui. Quando estou nas reuniões de diretoria, não quero saber o quanto vou fazer aqui, mas o que não será feito aqui e por quê. Mas vai ter de demonstrar a razão. Vamos fazer o possível que não signifique atrasos, além dos atrasos que são esperados. Todas as sondas atrasaram e não tinham 1% de conteúdo local. Mas não podemos atrasar aqui, nem com as compras do Exterior.

O seu estilo de gestão é frequentemente comparado com o da presidenta Dilma. A sra. concorda com essa comparação?
Eu aprendi com a presidenta Dilma Rousseff muito do que sei. Eu sou uma aluna dela. Ela era Secretária de Energia do Rio Grande do Sul e eu gerente da área de gás na Petrobras. Mas a nossa relação era permanente. Depois fui trabalhar com ela durante anos. Hoje, ela é a representante do controlador. A semelhança pode estar na forma objetiva de preparar tudo, de planejar, de fazer um trabalho de gestão importante, de trabalhar com metas e indicadores, de cobrar. Eu não tenho a menor paciência para lidar com pessoas que estão completamente despreparadas para uma reunião e ainda te ocupam o tempo. Eu me preparo para as reuniões e cobro isso dos outros.

A sra. também tem fama de ser centralizadora. Isso mudou ao assumir a presidência? 
Não posso mais acompanhar tanto quanto acompanhava. Não sei se é centralizar, mas eu preciso estar perto. Sempre digo para os diretores e gerentes executivos que trabalham comigo: “Eu trabalho para vocês.” Eu estou no topo da empresa. Se você excluir o conselho de administração, poderia ser uma pessoa que ficasse solta no tempo aqui em cima. Trabalho para eles. Trago para mim muita responsabilidade porque compartilho com eles.

Mas a sra. acompanha 450 projetos. Como consegue?
Por isso que precisa ter procedimento e processo. E ter uma sequência de raciocínio. Não posso ler relatório e nem quero. Por isso, a gestão é fundamental.

Quando assumiu a presidência da Petrobras, a sra. passou a fazer parte de todas as listas de mulheres mais poderosas do mundo. O que é poder para a sra.? 
Eu não sabia nem avaliar direito o que era estar nessas listas. A Petrobras tem papel fundamental no Brasil e América Latina. Ela é dona de um investimento grande, o maior revelado por uma empresa do mundo. E o fato ser uma profissional da casa, isso tudo junto confere esse poder, que é verdadeiro. Mas poder para quê? O poder é revestido de uma responsabilidade imensa com os acionistas controladores e minoritários. Tenho um incômodo profundo pelo valor das ações da Petrobras, que chega a me acordar às 4 horas da manhã. Mas sinto uma necessidade de reverter esse quadro da forma mais rápida e sustentável que puder ser.

Essa responsabilidade pesa?
Ela toma uma importância muito grande na minha vida. Mas não um peso.

A sra também já disse em entrevistas que a Petrobras era a prioridade de sua vida. Por quê?
Ela tem sido a prioridade da minha vida, em especial depois que meus filhos cresceram. Eu adoro ir para a praia, escutar música. Mas tantas coisas que adoro, deixo de fazer por que eu quero fazer a Petrobras. Então, ela é a prioridade nesse sentido. Mas eu faço isso com muito prazer.

Há quanto tempo não tira férias?
Férias, daquelas de 20 dias, eu já perdi do horizonte. Desde 2003 para cá que eu não sei o que são férias de cinco dias, que foi a mais farta que eu tirei. No ano passado, eu ia tirar férias, mas fui informada, desde dezembro, que haveria mudança na companhia. Então, adiei.

Que marca a sra. gostaria de deixar na Petrobras?
Eu quero aumentar a produção de óleo e sair desse incômodo que tenho com relação com as ações da companhia. Do petróleo vem tudo, vem mais dinheiro para as refinarias, mais petroquímica. Quero elevar as curvas de produção de óleo nos patamares que são factíveis. E isso está na nossa mão. 


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Na dúvida, fique com a lei. Ou: O PT é um partido político ou uma quadrilha?






07/02/2015
 às 12:11 \ CorrupçãoPolítica

Que fim melancólico terá o PT! Acaba de completar 35 anos no auge de sua decadência moral, envolto em infindáveis escândalos de corrupção, que fazem todos os casos anteriores parecerem crimes de pequenas causas, e ainda assume a postura de defesa oficial dos corruptos, acusando de “golpismo” aqueles que exigem apenas a aplicação das leis.
A presidente Dilma, em vez de aparecer em público para explicar o evidente estelionato eleitoral, preferiu discursar no evento do aniversário do PT. Nenhuma palavra sobre a destruição da Petrobras, que não será interrompida com a indicação de um novo presidente claramente subserviente ao Planalto. Em vez disso, atacou os “golpistas”:
Nós temos força para resistir ao oportunismo e ao golpismo, inclusive quando se manifesta de forma dissimulada. Estamos juntos para vencer aqueles que tentam forjar catástrofe e flertam com a aventura. [...] Nós não podemos vacilar, não podemos temer. Se tiver erro, aqueles que erraram que paguem pelos erros, mas temos de preservar a história de nosso partido e do meu governo e do presidente Lula.
A presidente não disse uma só palavra sobre as acusações de Pedro Barusco, sob delação premiada (precisa provar as denúncias), de que o seu partido desviou mais de meio bilhão de reais só de uma diretoria da Petrobras. “Se tiver erro”? Como assim? A presidente ainda confia no tesoureiro do partido, João Vaccari Neto? Então é cúmplice!
E de cumplicidade o ex-presidente Lula entende. Sua frase em defesa de Vaccari ficou famosa: “Na dúvida, fique com o companheiro”. Lula tenta apelar para a máxima jurídica que diz in dubio pro reo, ou seja, com ausência de provas, o réu deve ser considerado inocente. Lula já coloca o tesoureiro do partido como réu no processo. O mesmo era dito sobre Delúbio Soares e o mensalão, que, aliás, Lula e boa parte do PT insistem em negar ter existido. O alvo, para não variar, foi a imprensa:
O critério da imprensa não é critério da informação. Achamos que tudo o que acontece no país tem que ser noticiado. O critério adotado pela imprensa é a criminalização do PT desde que chegamos aqui. Eles trabalham com uma convicção que é preciso criminalizar nosso partido. Não importa que seja verdade ou não verdade.
A vitimização é a marca registrada do PT. E dos bandidos! Todos os presos costumam repetir que são inocentes, vítimas. Quem criminalizou o PT não foi a imprensa, e sim os petistas. A cúpula do partido, sob a conivência ou negligência dos partidários, que desejam preservar suas boquinhas estatais.
O que diferencia pessoas decentes de mafiosos é que os primeiros valorizam os princípios, os últimos, os seus companheiros. A lealdade dos primeiros é com os valores universais, com as leis isonômicas, e a dos últimos é com seus comparsas de crime.
Há, sem dúvida, uma ala do PT “indignada”, um grupo que se diz contra seus métodos e a corrupção que tomou conta da sigla. Mas não se enganem: quem sabe de tudo que o PT fez até aqui, da defesa oficial que o partido faz de seus corruptos, e nele permanece, é cúmplice!
O jornalista Merval Pereira foi direto ao ponto em sua coluna de hoje, e descreveu com perfeição a podridão que o PT representa atualmente:
Não há mais volta nesse pântano em que o PT se encalacrou, e o que vier daí será apenas para aumentar o ridículo da situação, dar o tom escandaloso dessa tragicomédia em que nos meteram.
Quando a presidente Dilma Rousseff, a grande muda nesses dias de crises, sai de seus cuidados para dar posse no ministério das ações estratégicas a Mangabeira Unger, e fala da importância do pré-sal para nossa educação, aí vemos que ela está fora de órbita.
[...]
Quando o ex-presidente Lula, como um Jim Jones aloprado, leva ao suicídio político seus seguidores repetindo na festa dos 35 anos do PT o mesmo discurso da festa dos 25 anos, em que o mensalão estava em evidência, vemos que o partido não saiu do lugar onde sempre esteve. Dez anos depois, o petrolão rebobina o filme para contar novamente a mesma história. 
O PT manteve os mesmos instrumentos de fazer política que sempre usou, transformando o cenário brasileiro em uma baixa disputa sindicalista, em que valem todos os métodos para vencer, e em que o adversário torna-se inimigo e precisa ser destruído, não apenas derrotado.
O editorial da Veja desta semana também mencionou a decadência ética do PT e a traição que isso representa aos seus ideais fundadores:


Um leitor fez uma comparação entre partido político e organização criminosa, usando as definições do dicionário, para concluir que o PT não pode mais ser considerado um partido:
O PT não é um partido; é uma organização criminosa!
Veja: entende-se por partido político uma “organização social espontânea que se fundamenta numa concepção política ou em interesses políticos comuns, e que se propõe alcançar o poder”, ou seja, uma “associação de pessoas em torno dos mesmos ideais, interesses, objetivos etc.” (Houaiss3), sendo livre a criação e fusão de partidos, e com autonomia para definir sua estrutura interna, organização e funcionamento, conforme preceitua o art. 17, caput, e § 1º da CF/88.
A organização criminosa, por sua vez, está definida no art. 1º, § 1º da Lei n. 12.850/13, que assim dispõe:
” Art. 1º. Esta Lei define organização criminosa e dispõe sobre a investigação criminal, os meios de obtenção da prova, infrações penais correlatas e o procedimento criminal a ser aplicado.
§ 1º. Considera-se organização criminosa a associação de 4 (quatro) ou mais pessoas estruturalmente ordenada e caracterizada pela divisão de tarefas, ainda que informalmente, com objetivo de obter, direta ou indiretamente, vantagem de qualquer natureza, mediante a prática de infrações penais cujas penas máximas sejam superiores a 4 (quatro) anos, ou que sejam de caráter transnacional.”
Logo, resta cabalmente caracterizada a organização criminosa disfarçada na forma de partido político, o Partido dos Trabalhadores.
Difícil contestar sua lógica. Principalmente quando vemos a defesa oficial que o PT faz, na figura se seu presidente Rui Falcão, de seus corruptos. Ou o ex-presidente Lula atacando a imprensa e fingindo que o mensalão não existiu. Ou a presidente Dilma seguindo o mesmo caminho.
O PT não tem mais partidários; tem cúmplices!
Rodrigo Constantino
  
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O esquerdista, quem é ele?




O esquerdista é um doente mental que precisa de ajuda e não sabe. Um sujeito miserável que necessita da piedade humana. Mas cuidado com ele. Por ser um ser desprezível, abjeto, infame, torpe, vil, mísero, malvado, perverso e cruel, todos sinônimos é verdade, mas insuficientes para definir seu verdadeiro perfil, ele é perigoso e letal.
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É um sociopata camuflado, um psicótico social que imagina ser Deus e centro do mundo. Na sua imaginação acha que é capaz de solucionar todos os problemas da humanidade e do mundo manifestado, mas que na verdade quer solucionar os seus próprios, que projeta nos outros para iludir-se de ser altruísta.
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É um invejoso. A inveja é a sua marca registrada. Sente ódio doentio e permanente pelas pessoas de sucesso, notadamente aquelas realizadas financeira e economicamente. O sucesso alheio corrói suas entranhas. É aquele sujeito que passa pelo bosque e só vê lenha para alimentar a fogueira de seu ódio pelo sucesso alheio.
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É um fracassado em todos os sentidos. Para justificar o seu fracasso busca desesperadamente culpados para a sua incompetência pessoal, profissional e humana. No seu conceito, a culpa é sempre dos outros, nunca atribuída a ele mesmo. É um sujeito que funciona como uma refinaria projetada para transformar insatisfações pessoais e sociais em energia pura para promover a revolução proletária.

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É um cínico. Não no conceito doutrinário de uma das escolas socráticas, mas no sentido de descaramento. Portanto, um sujeito sem escrúpulos, hipócrita, sarcástico e oportunista. Para justificar seu fracasso e sua incompetência pessoal, se coloca na condição de defensor do bem-estar da sociedade e da humanidade, quando na verdade busca atender aos seus interesses pessoais, inconfessos. Para isso, se coloca na postura de bom samaritano e entra na vida das pessoas simples e desprovidas da própria sorte, com seu discurso mefistofélico.
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É um ateu. Devido a sua psicose, já comentada anteriormente, destitui Deus e se coloca no lugar d’Ele para distribuir justiça, felicidade e bem-estar social, solucionar todos os problemas do mundo e da humanidade, dentre outros quejandos. É um indivíduo que tem a consciência moral deformada e deseja, acima de tudo, destruir todos os valores cristãos e construir um mundo novo, segundo suas concepções paranoicas.
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É um narcisista. A sua única paixão é por si mesmo, embora use da artimanha para parecer um sujeito preocupado com os outros, no fundo não passa de um egoísta movido pelo instinto de auto conservação.
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É um niilista. Um sujeito que renega os valores metafísicos divinos e procura demolir todos os valores já estabelecidos e consagrados pela humanidade para substituí-los por novos, originários de sua própria demência. Assim, ele redireciona a sua força vital para a destruição da moral, dos valores cristãos, das leis etc. Sua vida interior é desprovida de qualquer sentido, ele reina no absurdo. É o “profeta da utopia” e o “filósofo do nada”.
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É um genocida cultural. Na sua vasta ignorância da realidade do mundo manifestado, o esquerdista acha que o mundo é a expressão das idéias nascidas de sua mente deformada e assim se organiza em grupos para destruir a cultura de uma sociedade, construída a custa de muitos sacrifícios e longos anos de experiência da humanidade.
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Agora que você conhece algumas características do esquerdista, fica um conselho: jamais discuta com um deles, porque a única coisa que ele consegue falar é chamá-lo de reacionário, nazista, capitalista e burguês. Ele repete isso o tempo todo e para todos que o contradizem, pois a única coisa que sua mente deformada consegue assimilar, são essas palavras. Com muito custo ele consegue pronunciar mais um ou dois verbetes na mesma linha aos já descritos, todos para desqualificá-lo e assim expressar a sua soberba.

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Os conceitos atribuídos ao esquerdista se aplicam em gênero, número e grau aos socialistas, marxistas, leninistas, stalinistas, trotskistas, comunistas, maoistas, gramscistas, fidelistas, chevaristas, chavistas e especialmente aos membros da família dos moluscos cefalópodes.
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Para finalizar, porém longe de esgotar o assunto, o esquerdista é aquele sujeito cuja figura externa é enormemente maior que a própria realidade. Sintetiza o cavaleiro solitário no deserto do absurdo, cuja ambição diabólica é querer mandar no mundo.
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O autor é administrador e consultor de empresas em Curitiba.

  
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Rusia prepara ejercicios militares en Cuba, Vietnam, Norcorea y Brasil








Um dos três últimos Mi-35M (AH-2 Sabre) para Força Aérea Brasileira visto na unidade da Rostvertol. (Foto: Aero, via Rustam)



Estes são os três últimos helicópteros de ataque Mi-35M que a FAB receberá. (Foto: Aero, via Rustam)







Mulher deixa bebê congelando para comprar produtos eróticos

Lindsay Hoffmann e Marquette Riggsbee - Divulgação/Southington Police Dept.

Lindsay Hoffmann, de 26 anos, foi presa após deixar o seu bebê, de apenas 2 semanas, dentro de um carro congelantepara poder comprar produtos eróticos em uma loja de Southington (Connecticut, EUA), juntamente com um amigo, identificado como Marquette Riggsbee, de 54 anos. A temperatura: 2 graus negativos!

Os dois chegaram a entrar na Very Intimate Pleasures com o bebê, mas foram advertidos que a criança não poderia ficar na loja. Lindsay, então, deixou a criança, que vestia apenas um body, no carro, de acordo com a agência AP. 

A criança foi descoberta abandonada no veículo por funcionários da loja, que chamaram a polícia. Ela ficou sozinha no carro por 20 minutos.

"O bebê não estava vestido para o inverno. Aquilo realmente nos afetou porque somos mães", disse Tina Marchese, gerente da loja, à emissora WFSB. Segundo ela, Lindsay e Marquette continuaram a olhar produtos mesmo alertadas que a polícia estava vindo. 

A criança foi encaminhada a um hospital para avaliação do quadro de saúde. De acordo com a NBC, nada foi constatado. 

Lindsay e Marquette foram indiciados por abandono e risco de ferimento a criança. O bebê foi entregue a assistentes sociais.

  
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