terça-feira, 2 de abril de 2013

GOVERNO OBAMA ATACA FAMÍLIA CRISTÃ, E QUER DEPORTAR-LA!
Julio Severo

Família Romeike

O governo americano está contestando a decisão de um tribunal que havia concedido asilo a uma família alemã que educa os filhos em casa. Autoridades americanas argumentam que a família cristã alemã, que estava sofrendo perseguição religiosa de autoridades alemãs, deveria ser deportada de volta para a Alemanha.

Uwe e Hannelore Romeike fugiram da Alemanha em 2008 depois que as autoridades os multaram em milhares de euros e tiraram seus filhos à força porque eles estudam em casa. Em 2010, um juiz de imigração dos EUA concedeu asilo politico aos Romeikes — a primeira vez que um asilo foi concedido por causa de leis compulsórias de escolarização. O juiz comprovou que a família tinha medo legítimo de perseguição na Alemanha, onde um pequeno grupo de famílias que educam filhos em casa já foi preso e multado, até mesmo perdendo a guarda dos filhos.

Mas o Ministério de Segurança Nacional imediatamente se opôs à decisão do juiz. O ministro da Justiça dos EUA Eric Holder também entrou para a oposição, argumentando que a lei da Alemanha que proíbe a educação de filhos em casa não viola os direitos fundamentais da família cristã.

Será que a liberdade religiosa não mais é importante para os EUA? Ao que parece, não, principalmente se a vítima for seguidora de Jesus Cristo.
Semanas atrás o secretário de Estado John Kerry mal saiu do avião na Alemanha e envergonhou os Peregrinos e os fundadores dos EUA com o que é talvez a pior declaração sobre liberdade religiosa já feita. Kerry disse que os Estados Unidos protegem a liberdade religiosa porque “Nos EUA, as pessoas têm o direito de ser burras.”

Essa é uma declaração muito interessante vindo do governo americano. O Departamento de Estado dos EUA não só tem transformado os direitos homossexuais em sua prioridade máxima, mas vem também defendendo esses direitos no mundo inteiro. E se nações do Terceiro Mundo não os aceitarem, a assistência dos EUA lhes é negada. Os EUA estão determinados a impor seu imperialismo homossexual no mundo porque enxergam a perversão homossexual como mais importante do que a perseguição aos cristãos. E se você não vê tais interesses como prioridade máxima, a máquina de guerra cultural dos EUA rotulará você de “burro.”

O problema é que os Romeikes não fugiram da Alemanha por causa de tais interesses. Eles fugiram porque o governo alemão insiste em defender uma antiga lei do Terceiro Reich que proíbe os pais de educar os filhos em casa. A lei nazista está sendo usada agora para perseguir famílias cristãs que dão aulas escolares para seus filhos em casa.
Se for forçada a voltar para a Alemanha, a família cristã enfrenta multas imensas e penas criminais, e pode perder a guarda de seus cinco filhos em idade escolar.

Michael Farris, presidente fundador da Associação de Defesa Legal da Educação Escolar em Casa, está processando o Ministério da Justiça dos EUA em favor dos Romeikes. Ele disse: “Fico realmente pensando no que aconteceria com os Peregrinos sob o atual governo dos EUA.”

Os Peregrinos têm muita sorte de não estarem vivos hoje para solicitar asilo nos EUA. Felizmente para eles, eles chegaram aos EUA num século que não era politicamente correto.

Eles queriam que os EUA fossem um porto seguro para cristãos perseguidos. Em vez disso, os EUA têm cada vez mais se tornado um porto seguro para ativistas homossexuais de outras nações. Li sobre ativistas gays do Brasil que obtiveram asilo nos EUA afirmando que há perseguição aos gays no Brasil.

O governo brasileiro concede milhões para grupos gays e seus projetos políticos. Eles têm o governo, os meios de comunicação e outras instituições poderosas — até mesmo a ONU — prostrados aos seus pés. Em contraste, os cristãos que pregam contra a conduta suja deles são ameaçados e perseguidos pelo governo e mídia do Brasil.
Mesmo assim, os homossexuais brasileiros conseguem obter asilo nos EUA.

Na “América livre” de hoje (livre para a sodomia), só Peregrinos gays receberiam as boas vindas. Autoridades de imigração lhes perguntariam: “Por que vocês estão vindo para os EUA?”
E eles poderiam responder: “Porque o governo brasileiro tem recusado nos dar bilhões de dólares para nossa abrangente causa de mudança da sociedade. Só recebemos alguns milhões. Isso é perseguição! Isso é ‘homofobia!’”

Entretanto, a absoluta burrice não é gays brasileiros recebendo asilo para se juntar a seus amantes americanos nos EUA e aumentarem seu poder de militância ideológica. O direito de ser burro, de acordo com Kerry, pertence às pessoas famintas pela liberdade de adorar a Deus e educar os filhos em casa, não aos indivíduos depravados famintos por imundos atos sexuais homossexuais.

Nessa perspectiva progressista, o amor ao sexo anal torna o indivíduo brilhante e inteligente, merecedor de boas vindas aos EUA para gozar todos os benefícios.
Nessa perspectiva, os Peregrinos — e qualquer cristão fiel ao Senhor Jesus Cristo e Sua Palavra — são simplesmente burros.

Por favor, orem pela família Romeike. Eles chegaram aos EUA no século errado!
Com informações de Daily Mail, World Magazine, Charisma e WND.
Literatura recomendada:
Sobre o Ministério de Segurança Nacional:
Governo americano e imperialismo homossexual:
Governo americano e asilo:


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EUA: IGREJA METODISTA SE RECUSA A FAZER CASAMENTOS NORMAIS ATÉ UNIÃO GAY SER APROVADA


Se não é para todos, não será pra ninguém. Foi essa a decisão da igreja metodista Green Street, da Carolina do Norte, com relação ao “casamento” gay.

A igreja metodista decidiu que, enquanto não houver a legalização da união, casamentos normal entre homem e mulher também não serão realizados na congregação.
“Na igreja Green Street consideramos que as pessoas do mesmo sexo que estão comprometidas numa relação não são menos sagradas para nós e para a nossa comunidade,” afirmou a pastora Kelly Carpenter em comunicado.
Ainda de acordo com a pastora, os homossexuais devem ter todos os direitos das outras pessoas.
“Consideramos que os homossexuais são dignos de receber os santos sacramentos do casamento. Rejeitamos qualquer noção que os torne cidadãos de segunda classe no Reino de Deus,” declarou a pastora.
Adaptado do site homossexual A Capa.
Leitura recomendada:
Pastor batista progressista afirma que casaria gays

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JOÃO SANTANA É TITULAR DO 41º MINISTÉRIO DE DILMA; É O MAIS PODEROSO HOJE; OFICIALMENTE, ELE TRABALHA… DE GRAÇA! OU: “POR QUE ESSA BOCA TÃO GRANDE, VOVOZINHA?”

01/04/2013
 às 3:34

Com o recém-aprovado ministério da Micro e Pequena Empresa, que ainda aguarda titular, a presidente Dilma Rousseff já conta 40 pastas. Não deve haver paralelo no mundo, a exemplo da nossa jabuticaba e da nossa pororoca. A China tem quase 1,4 bilhão de pessoas, um PIB que beira os US$ 9 trilhões e apenas 28 ministérios — incluindo seu Banco Central. Com 300 milhões de habitantes e US$ 15 trilhões de PIB, os EUA se contentam com 15 Departamentos de Estado. Os US$ 2,931 trilhões do Brasil e pouco menos de 200 milhões de brasileiros precisam de 40 ministérios!!! “Por que essa boca tão grande, vovozinha?” É para te comer!!! Mas este post nem vem a propósito desse descalabro.
Mesmo com essa multidão na Esplanada, quem anda dando as cartas no Planalto é o 41º ministro, o que não tem pasta. Trata-se do marqueteiro João Santana. Reportagem de Otávio Cabral e Adriano Ceolin na VEJA desta semana mostra a crescente influência de Santana sobre a presidente. Pode-se afirmar, sem favor, que o marqueteiro virou uma espécie de estrategista de políticas de estado. “Para quê? Para fazer o Brasil glorioso?” Marqueteiros cuidam da reputação de quem lhes paga a conta. Leiam trechos da reportagem. A íntegra está na revista. 
 *
O jornalista João Santana exerce um papel fundamental no cotidiano do atual governo. Ele é o idealizador da bem-sucedida campanha da reeleição de Lula em 2006 e alquimista com o dom de transformar “postes” em candidatos vitoriosos, feitos notórios na eleição de Dilma Rousseff à Presidência da República e na condução de Fernando Haddad à prefeitura de São Paulo no ano passado. 
Ninguém discute sua eficiência na construção da imagem de um postulante a cargo público. Comete um erro fatal quem menospreza sua precisa leitura dos hemisférios invisíveis das massas eleitorais. Santana é capaz de mapear os pontos fracos dos adversário com a precisão de um acupunturista. São habilidades inquestionáveis que ampliara sua contínua influência na administração Dilma mesmo depois de fechadas as urnas, a ponto de ele ter se tornado um poderoso ministro sem pasta, um conselheiro político sem partido, o estrategista sem gabinete e, mais recentemente, o principal roteirista das ações do governo.
Na última segunda-feira, a presidente Dilma Rousseff desembarcou de um helicóptero em Serra Talhada, cidade de 90000 mil habitantes no sertão do Pajeú, em Pernambuco. Sob um sol inclemente de mais de 35 graus, ela acenou para a multidão que a aguardava, mandou beijos, afagou crianças e fez coraçõeszinhos com as mãos. Abraçou prefeitos e vereadores e entregou a eles chaves de tratores, escavadeiras e caminhões doados pelo governo federal para o  combate à seca. Minutos depois, subiu ao palanque ao lado do governador de Pernambuco e virtual candidato a presidente pelo PSB, Eduardo Campos, antigo aliado que se tornou o adversário do momento. 
Em um discurso longo, disparou petardos na direção do anfitrião, cobrando, sem ser explícita, lealdade e condenando, também sem ser explícita, a ambição presidencial. Pouco depois, voou ao Rio de Janeiro, onde participou de uma missa em memória das vítimas das enchentes. Nenhum movimento da presidente — gestos, palavras e ações — foi fruto de improviso. Tudo foi exaustivamente treinado e discutido previamente com João Santana, a partir do momento em que as pesquisas encomendadas pelo marqueteiro detectaram que uma possível candidatura do governador pode pôr em risco a supremacia eleitoral PT no Nordeste, que vem garantindo vantagens ao partido desde a primeira vitória de Lula, em 2002.
João Santana é o responsável por promover a fusão das políticas de governo com a estratégia da campanha de Dilma à reeleição em 2014.
(…)
O jornalista [João Santana] é muito bem remunerado para dar sugestões e responder às questões de seus clientes. Mas há uma pergunta que ele se recusa a responder: quem paga pelo seu trabalho com a presidente? Oficialmente, João Santana não recebe nada do Palácio do Planalto. Ele já fez campanhas na Venezuela, República Dominicana, Argentina e em Angola. No Brasil, tem apenas um cliente conhecido: o PT. Em 2010. o marqueteiro cobrou 50 milhões de reais pela campanha de Dilma. É possível que esses gastos embutam a consultoria ao longo do governo. “É preciso regulamentar a atuação desse tipo de profissional. Todo hibridismo entre o público e o privado é condenável”, avalia Clovis de Barros Filho, professor de ética da USP. 
(…)
Por Reinaldo Azevedo


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ATENÇÃO! INFORMAÇÕES TÉCNICAS SOBRE O FACEBOOK




Informação técnica mais que importante!!! .. eu não sabendo disso encontrei uma mensagem importante que estava aguardando há tempos ... e a mesma estava lá! ...

Leia com calma e siga os passos .. talvez você fique surpreso ... eu encontrei até insultos pessoais de pessoa que nem tenho ideia quem seja.

1) Na sua página no Facebook, no canto superior esquerdo, está escrito Solicitações de amizades e Caixa de entrada de mensagens: Clique em Caixa de entrada e aparece (x mensagens). Ao lado, está escrito (mais apagado) Outros (x). (x) é o números de mensagens.

2) Ao clicar em outros, abrirá uma nova página de mensagens. Lá você encontrará mensagens que foram enviadas por pessoas que não são adicionadas como seus amigos no Facebook.

3) Para retornar à página de mensagens dos seus amigos, basta clicar novamente em Caixa de entrada.

Obs) Nos EUA , por não saber deste recurso, uma mulher que procurava por seu filho desaparecido, só soube de seu falecimento um mês depois. O corpo de bombeiros enviou para ela através de mensagem a notícia do corpo de seu filho ter sido encontrado. No entanto, por não solicitarem sua amizade, a mensagem ficou arquivada em "outros" por um mês.

5) Verifiquem sempre a opção "outros" na sua página de mensagem.

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Enfrentando a Darwin

Há uma filosofia da condição humana que se destaca de ciência biológica, sem se opor a ele.
É justo dizer que a "perigosa idéia de Darwin", como Daniel Dennett descreveu, tem causado mais problemas para a consciência comum do que apenas sobre qualquer outra hipótese científica. Não podemos facilmente rejeitar a teoria da evolução, o que explica tanto que observamos na vida de plantas e animais, e não podemos aceitar facilmente que quer, quando se trata de compreender os seres humanos. Não é apenas a visão religiosa do mundo que parece tão precário à luz dela. Todos os tipos de aspirações morais, grupo contra o que podemos saber ou conjeturar sobre nossos ancestrais caçadores-coletores, parecem ser muito pensamento positivo. Como podemos nutrir a esperança liberal para a igualdade entre os sexos, os direitos humanos universais, para uma comunidade global sem guerras, quando refletimos sobre as duras condições em que nossa espécie é dito ter evoluído, e para a necessidade de, em tais condições , para a beligerância, as relações de dominação, e uma divisão inata do trabalho entre homem e mulher?
Por um longo tempo, na esteira de Darwin Descent of Man , cientistas sociais e antropólogos afirmou que os seres humanos não são organismos simplesmente biológicos, cujo comportamento deve ser explicado pela sua constituição herdada, mas também seres sociais, cuja maioria das características importantes são "socialmente construído. "Nesta cultura vista é uma influência independente, que trabalha com a matéria-prima da biologia humana e transforma-lo em algo mais fina, mais maleável e mais sensível aos ideais morais e espirituais. Desta forma, pensadores como Durkheim e Weber esperava para resgatar a natureza humana a partir de Darwin, descrevendo uma outra entrada no nosso comportamento do que a nossa herança biológica. Não só isso dá uma nova compra à religião; liberou a moralidade das restrições de pensamento evolutivo. A moralidade foi devolvido ao seu trono como um guia para a vida, por que a sabedoria ea razão substituem as exigências do instinto e desejo.
Mas a trégua a partir de Darwin foi de curta duração. Psicólogos evolucionistas desde voltaram sua atenção para a própria cultura, argumentando que a cultura não é, afinal, uma entrada independente sobre o comportamento humano. Cultura também, argumentam eles, é parte de nossa herança biológica. Não é simplesmente que não são constantes extraordinárias entre as muitas culturas que observamos: gênero papéis, os tabus do incesto, ritos de passagem, os festivais, a guerra, o luto, as crenças religiosas, escrúpulos morais, interesses estéticos. A cultura é também uma parte da natureza humana: é a nossa maneira de ser .Nós não vivemos em rebanhos ou pacotes; nossas hierarquias não são baseadas em força ou dominação sexual. Nós nos relacionamos uns com os outros através da linguagem, a lei moral, e, nós cantamos juntos, dançar juntos, adorar juntos, e passar tanto tempo em festivais e contar histórias, como na busca de nossa comida. Nossos escritórios envolvem hierarquias, responsabilidades, dar presentes, e reconhecimento cerimonial.Nossas refeições são compartilhadas, e comida para nós não é apenas alimento, mas a ocasião para hospitalidade, carinho, e vestir-se. Todas essas coisas estão compreendidas na idéia de cultura e da cultura, assim entendida, é exclusivamente humano.Por que isso?
Os cientistas sociais respondem que a cultura é exclusivamente humana, porque nós o criamos. Mas os darwinistas rejeitam essa resposta como uma lorota: se criou a cultura, o que explica a nossa capacidade de criá-lo? A resposta é que essa capacidade evoluiu. A cultura é, portanto, uma adaptação, que existe porque conferia uma vantagem reprodutiva sobre os nossos ancestrais caçadores-coletores. De acordo com este ponto de vista, muitos dos nossos traços culturais são variações locais de atributos adquiridos durante o Pleistoceno e agora "hard-wired no cérebro." Mas se isto é assim, características culturais podem não ser tão de plástico como os cientistas sociais sugerem. Há características da condição humana, tais como papéis de gênero, que as pessoas acreditavam ser cultural e, portanto, mutável. Mas se a cultura é um aspecto da natureza, "cultural" não significa "mutável." Talvez essas características controversas da cultura humana são parte da herança genética da humanidade.
Esta nova forma de pensar ganha credibilidade da teoria da evolução da moralidade. Muitos cientistas sociais supor moralidade a ser uma característica adquirida, transmitida por costumes, leis e punições em que uma sociedade afirma seus direitos sobre seus membros. No entanto, com o desenvolvimento da genética, uma nova perspectiva aberta. "Altruísmo" começa a olhar como uma "estratégia", genética que confere uma vantagem reprodutiva sobre os genes que produzem. Na competição por recursos escassos, o altruísta geneticamente são capazes de chamar os outros a sua ajuda, através de redes de cooperação que estão retidos desde o egoísta geneticamente, que são, assim, eliminado do jogo.
Se é assim, argumenta-se, em seguida, a moralidade não é uma aquisição, mas uma característica herdada. Qualquer espécie de concorrentes que não conseguiram desenvolver sentimentos morais inatas já teria morrido. E o que é verdadeiro da moralidade pode ser verdade de muitas outras características humanas que tenham sido previamente atribuídas a nutrir: linguagem, arte, música, religião, guerra, as variantes locais dos quais são muito menos importante do que a estrutura comum.
Se aceitarmos o argumento dos biólogos evolucionistas, portanto, podemos encontrar-nos empurrou para a aceitação de que os traços muitas vezes atribuída a cultura pode ser parte de nossa herança genética e, portanto, não tão mutável como muitos poderiam ter esperado: diferenças de gênero, inteligência beligerância, , e assim por diante até todas as características humanas que as pessoas quiseram, por qualquer motivo, para resgatar do destino e remodelar como escolha. Mas a especular livremente sobre tais assuntos é perigosa. O assunto uma vez respeitável da eugenia foi tão desacreditado pelo nazismo que "não entrar" agora está escrito em toda a sua porta. O ilustre biólogo James Watson, co-descobridor da estrutura em dupla hélice do DNA, foi recentemente executado fora da academia por ter publicamente sugeriu que os africanos subsaarianos são geneticamente dispostos a ter QI mais baixo do que os ocidentais que se esforçam para ajudá-los, enquanto o economista Larry Summers sofreu um destino semelhante para afirmar que os cérebros das mulheres estão no topo menos adequado do que os dos homens para o estudo das ciências duras. Na América é amplamente assumido que as diferenças socialmente significativas entre os grupos étnicos e sexos são o resultado de fatores sociais, e em particular de "discriminação" contra o grupo que faz mal. Esta hipótese não é a conclusão de uma ciência social, mas fundamentado a fundação de uma visão de mundo otimista, para perturbar o que é a ameaçar toda a comunidade que foi construída sobre ele. Por outro lado, como Galileo em circunstâncias análogas não bastante dizer, ele não é necessariamente assim.
Alguns conservadores tomar conforto disto, argumentando que valores liberais igualitárias são, afinal, nada mais do que ilusões, e que a tentativa de impor-lhes através da escola e currículo universitário vai contra a natureza humana e, portanto, fadada ao fracasso. Para tomar esta linha, no entanto, é a de anunciar a derrota do liberalismo concedendo a derrota do conservadorismo também. Conservadorismo é fundada, como o liberalismo, na suposição de que os seres humanos são livres, o que podem para uma certa medida mudar os limites que restringem a eles, e que há um certo e errado nos assuntos humanos que não são ditados simplesmente pela biologia. É imperativo, portanto, encontrar uma outra resposta para o quadro de evolução. A verdadeira questão levantada pela biologia evolutiva e neurociência não é se as ciências podem ser refutados, mas se podemos aceitar o que eles têm a dizer, enquanto ainda segurando as crenças e atitudes que as exigências da moral de nós.
De Kant e Hegel a Wittgenstein e Husserl, tem havido tentativas de dar uma filosofia da condição humana que se destaca de ciência biológica, sem se opor a ele. Esses grandes pensadores nos disse em suas várias formas que ambos somos seres humanos e pessoas. Os seres humanos formam uma espécie biológica, e é para a ciência para descrever que tipo. Provavelmente ele irá fazê-lo da maneira que os psicólogos evolucionistas propõem. Mas as pessoas não formam uma espécie biológica, ou qualquer outro tipo de tipo natural. O conceito de pessoa é moldada de outra maneira, não por nossa tentativa de explicar as coisas, mas pela nossa tentativa de compreender, para interagir, para manter a conta, de se relacionar.O "porquê?" De entendimento pessoal não é o "por quê?" De inferência científica. E é respondida por conceituar o mundo sob o aspecto da liberdade e da escolha. Nosso mundo é um palimpsesto, e sobre o livro da natureza, escrito na linguagem de causa e efeito, não há outro texto e incomensurável, escrito na linguagem da liberdade. Não podemos reescrever o livro da natureza, de modo que está de acordo com nossas esperanças e ideais, pois estes não têm nenhum lugar no livro. Mas podemos reescrever o livro de liberdade, e que é onde a concursos mentir.
Considere-se, então, a disputa sobre a igualdade de género e de gênero. Liberais não nego que existem dois tipos de fixação biológica humana masculina ser-o e fêmea, mas negam que existem dois tipos de pessoa culturalmente fixados-o masculino eo feminino.Para o liberal, a divisão de papéis, direitos e deveres que os conservadores defendem nem é decretado por natureza, nem aprovado pela lei moral. A resposta dos conservadores deve ser o de defender essa divisão de papéis, direitos e deveres para o que é, a base da relação pessoal mais importante que nós temos, que é a relação que une um homem e uma mulher no casamento. Eu não acho que eu já escrevi uma frase mais politicamente incorreto do que um. No entanto, como Galileu foi sábio o suficiente para não dizer que, se você não gosta, que é o seu problema.

Egos monumentais

"Starchitects", como Frank Gehry não construir para as pessoas - eles constroem a chocar.
A polêmica sobre o projeto de Frank Gehry para um "parque memorial" ao presidente Eisenhower, um vasto conjunto de paredes de metal hediondos, cobertas com reflexões sobre a origem humilde do presidente, e mutilar (ela deve ser construída) uma área pública importante da capital da cidade- alertou os americanos para a dificuldade, em condições modernas, de obter um monumento apropriado. Lápides simples comemorar pessoas particulares, e são inscritos com palavras de amor dos poucos que vai perdê-las a sério.Monumentos, no entanto, não apenas comemoram figuras públicas que mereciam bem da nação. Eles comemoram a nação, elevá-la acima do terreno em que é plantada, e expressar uma idéia de dever público e conquista público em que todos possam compartilhar.Seu significado não é "ele" ou "ela", mas "nós". Eo monumento de sucesso não se destaca como um desafio à ordem circundante, mas apoia-lo e acrescenta à sua graça e dignidade.
Washington tem muitos monumentos tais. Mas eles pertencem (a maior parte) para outra época, quando os arquitetos e escultores foram preparadas com humildade para se aposentar por trás de suas próprias criações, de modo a respeitar a cidade e seu significado. Ao propor Gehry como o arquiteto do memorial Eisenhower, no entanto, Washington optou por outro e mais recente concepção do papel do arquiteto, e é importante para compreender este se quisermos compreender a extensão ea gravidade do seu erro.A família se opôs Eisenhower para os planos, alegando que a coleção resultante de telas e narrativas parecem concebidos para menosprezar o ex-presidente, para cortá-lo para baixo para o tamanho, para redesenhar o como o menino descalço que olhou com espanto sobre o alto cargo que milagrosamente veio sua maneira. Mas este menosprezo do assunto é exatamente o que o monumento pretende. Por depreciar o presidente do memorial seria exaltar seu arquiteto. E o verdadeiro sujeito de seu parque memorial, como o verdadeiro sujeito de cada edifício que Gehry já construiu, seria Gehry.
Isso, parece-me, mostra-nos a razão pela qual monumentos são estes dias tão difíceis de comissão, e por isso, invariavelmente decepcionante. Arquitetos, que antes eram servidores do povo que os empregavam e contribuintes conscientes a um espaço público compartilhado, que rebatizou-se como auto-expressivos artistas, cujas obras não são projetados para se encaixar em um tecido antes urbano, mas a se destacar como contribui para o impulso criativo que deu origem a eles. Seu significado não é "nós", mas "eu" e do "eu" em questão fica maior a cada novo projeto.
Gehry pertence a um clube pequeno e exclusivo de "starchitects", que se especializam em projetar edifícios que se destacam de seus arredores, de forma a chocar o transeunte e tornar-se célebres causas . Eles prosperam em controvérsia, uma vez que lhes permite postura como artistas originais em um mundo de filisteus ignorantes. E o seu desprezo pela opinião comum é amplificada por todas as tentativas de impedi-los de alcançar seu objetivo principal, que é a dispersão nossas cidades com manchas que levam a sua marca inconfundível. A maioria destes Libeskind starchitects-Daniel, Richard Rogers, Norman Foster, Peter Eisenman, Rem Koolhaas, equiparam-se com uma loja de jargão pretensioso, com o qual a explicar o seu gênio para aqueles que são de outra maneira incapazes de percebê-lo. E quando as pessoas estão gastando dinheiro público que será facilmente influenciada pela algaravia que prepara-los a acreditar que eles estão gastando-o em alguma obra de arte original e de mudar o mundo.
A característica mais importante de uma "obra-prima", Gehry como o absurdamente caro Museu Guggenheim, em Bilbao, é que "desafia" a ordem circundante. Gehry não construir para as pessoas, mas esculpe um espaço para seus próprios fins expressivos. Você vê isso claramente em seu Stata Center do MIT, um edifício que leva as velhas idéias de parede e janela e prende-los ao ridículo, para criar uma espécie de caricatura colapso de um edifício, que já está brotando vazamentos e rachaduras nas articulações . Em uma notável monografia, Arquitetura do absurdo , John Silber, ex-presidente da Universidade de Boston, detalhes todas as falhas do edifício, incluindo a sua enorme custo superação, e as despesas de sua manutenção.
Mas, de longe, a crítica mais revelador é aquele que pode ser nivelado em todas as starchitects, que adotam o mesmo a prioriabordagem para construção como Gehry, e também o mesmo auto-imagem de si mesmos como gênios revolucionários. Gehry decidiu que, desde o edifício Stata era abrigar os pesquisadores de alta potência que o MIT coleta, e reuni-los em um único espaço, ele deve projetar um interior que encorajou-os a interagir, compartilhar suas idéias, para amplificar um do outro criatividade lançando conceitos como bolas de futebol de sala em sala. Assim, ele se livrou de paredes internas, feitas todas as fronteiras transparente, abriu tudo em espaços que são feitas austero e sombrio pelas cores de supermercados infantis que gritar aos corredores abertos.
Este tipo de a priori pensar, por um arquiteto que nunca tem incomodado a observar um outro membro de sua espécie, recorda plano de Le Corbusier para um hospital de Veneza, em que não haveria janelas, e todas as portas se abrem para dentro, pois isso mais tranquilidade absoluta de que (de acordo com o arquiteto) molas de convalescença. Na verdade os pesquisadores precisam de paredes, privacidade solidão, se eles estão sempre a produzir as idéias que eles podem então saltar fora de seus colegas, assim como inválidos precisam de ar, luz, e uma visão da vida lá fora, se eles nunca devem ser motivados a melhorar. O Centro Stata, portanto, cumpre nenhuma função, bem como sua uma primária, que é chamar a atenção para a pessoa que o criou.
Infelizmente, porque vivemos em uma cultura da celebridade, este hábito de megalomania parece pagar. Vereadores e órgãos públicos em todo lugar, confrontados com a necessidade de encomendar um monumento público, se voltarão para os starchitects, certo de que, desta forma, não será marcado como filisteus pelos críticos, e será capaz de voltar a cair uma série de "especialistas" opiniões do público em geral deve desânimo expresso na sua escolha. E o mais importante projeto, o mais provável é que ele será colocado nas mãos de um starchitect, que irá garantir que ela estará fora de seu entorno e, se possível, os reduz ao absurdo, assim como o melhor desenhar atenção para si.
Recentemente eu passei alguns dias em Budapeste, uma cidade que está repleta de monumentos. Em cada parque um senhor barbudo está serenamente sobre um pedestal, atestando o valor da poesia húngara, para a beleza da música húngara, para os sacrifícios feitos em alguma grande causa húngaro. Os monumentos incluem baixo-relevo, incorporada no canto de um prédio, mostrando soldados avançavam em guerra, ou rostos patriótica contra uma bandeira de fundo. Eles incluem colunatas clássicas ligando edifícios em toda a borda de um parque, e gateways dignidade empréstimos a uma rua pública. Nenhum se destaca, nenhum é projetado para chamar a atenção para si. Pelo contrário, toda a atenção vem de os monumentos, para a cidade e as pessoas que vivem e se movem dentro de sua visão. Eles são como os olhos de um pai, descansando sobre seus filhos em jogo. Eles estão cheios de alegria de pertencer, e transmitir uma serena aceitação da morte pela causa nacional. Tais monumentos são o oposto do proposto por Gehry. Seus escultores e arquitetos são esquecidos, as suas formas e materiais são as formas e os materiais de que a cidade ao redor deles é construído. E se aposentar em seus cantos, como se no reconhecimento de que o seu trabalho tem sido feito.
Agora eu acredito firmemente que existem arquitetos e escultores que partes de que a concepção do monumento. Por isso é natural a todas as pessoas patrióticas para desejar para o seu passado, para estar presente na cidade, mas na forma que as memórias são como um reconhecimento comum de que devemos gratidão para com aqueles que vieram antes de nós, e deve incorporá-las em nossas vidas respeitando a sua dignidade e reconhecer o seu papel na vida nacional. Temos que começar a olhar para os arquitetos mais modestos e escultores, e rejeitar o culto da celebridade em que os egos grandes confiam para suas comissões. Para monumentos deve ser construído por pessoas que não têm desejo de chamar a atenção para si, que são felizes se esconder atrás de suas criações, e construir coisas que pertencem onde estão. Parece cada vez mais provável que o erro cometido em Washington serão retificados pelo Congresso. Mas vamos esperar que ele será a ocasião para corrigir um erro muito maior, que é a de tratar a arquitetura como a expressão de uma visão individual do arquiteto, em vez de uma contribuição para a nossa casa coletiva.