quarta-feira, 20 de maio de 2015

A REBELIÃO DOS CANÁRIOS





Por Pilar Rahola. Artigo publicado em 19.05.2015

Os mineiros tinham, até bem adiantado o século XX, uma técnica infalível para proteger-se nas profundidades da rocha: os canários. A pequena ave, mais sensível que o homem à falta de oxigênio e aos gases tóxicos, morreria primeiro que estes se nas minas houvessem gases venenosos ou demasiado monóxido de carbono. Se os mineiros vissem os canários morrerem ou asfixiarem-se, sabiam que deviam abandonar a mina à toda velocidade. O canário era o primeiro que sofria por um mal que acabaria por matar a todos.

Em Skopje, na ex Iugoslávia, encontrei certa vez um ancião que havia sobrevivido à história eriçada de guerras de seu país. Me contou o segredo de sua sobrevivência: “Quando os judeus são perseguidos ou escapam – disse com sua boca desdentada – é hora de fazer as malas”.

O ancião iugoslavo tinha razão: na história moderna os judeus foram os “canários” do mundo. Elementos minoritários e vulneráveis da sociedade, os judeus foram sempre o primeiro alvo dos movimentos de destruição e desumanização. Na Inglaterra covarde do “apaziguamento”, Winston Churchill denunciava o verdadeiro caráter da Alemanha Nazi. Um regime que começa perseguindo os judeus – dizia Churchill – cedo ou tarde ameaçaria a liberdade e a vida de todos.

A temperança moral do mundo é posta à prova. Se os judeus podem ser perseguidos ou assassinados impunemente – raciocinam os tiranos – então pode-se passar para o próximo passo. Todas as grandes ditaduras de nossa época – nazismo, stalinismo, esquerda, direita – tiveram os judeus como o alvo predileto e como coelhinhos da índia de sua violência assassina. Todas terminaram por causar milhões de mortos de todas as nações.

Se o gás mata o canário, cedo ou tarde matará o mineiro. E isto é o que sucede hoje em dia com o fundamentalismo islâmico. O integralismo é o novo totalitarismo que ameaça as sociedades ocidentais. Sob um verniz de conceitos religiosos, o fundamentalismo é uma doutrina política totalitária e fascista. Israel e os judeus foram seu primeiro alvo e, graças à indiferença do mundo, agora o flagelo estende-se por qualquer lugar como uma impiedosa epidemia.

Quando israelitas morrem despedaçados pelas bombas terroristas, o mundo cala. Vozes de condenação se levantam contra Israel e não contra os assassinos. Os algozes e não as vítimas recebem a solidariedade do mundo. O judeu entre as nações ocupa o mesmo lugar que o judeu entre as gentes: o eterno culpado, o vilificado, o causador de problemas. Israel é acusado de causar o terrorismo islâmico. Na realidade, o estado judeu é sua primeira vítima e é um campo de provas para os assassinos.

A covardia e a indiferença do mundo em lidar com o terrorismo, convenceu os assassinos de que poderiam atacar os Estados Unidos, a Europa e a Ásia.
Assim, o terrorismo – que poderia ter sido entendido com uma ação combinada e enérgica – converteu-se em um mal em escala mundial.

Houve também outros “canários” na história moderna. Em 1938 o estado pacífico e democrático da Checoslováquia foi a primeira vítima de Hitler. Foi um balão de ensaio do Nazismo. Se Praga caísse, cairiam também Varsóvia, Amsterdam, Paris e Londres. No infame tratado de Munique, as potências democráticas claudicaram ante Hitler que, convencido de sua debilidade, sentiu-se confiante para lançar a Segunda Guerra Mundial.

A lógica de Munique continua viva, tanto na Europa quanto nos assassinos. Quando a voracidade de Hitler reclamava a Checoslováquia, França e Inglaterra assinalavam o pequeno país centro-europeu como o culpado de uma tensão que levaria à guerra. “Esse país insolente deve ceder – dizia Chamberlain, referindo-se à Checoslováquia – para salvar a paz”.

Praga foi forçada a ceder, a Checoslováquia desapareceu e assim começou a guerra. Hoje em dia a mesma lógica se aplica a Israel. Frente ao terrorismo, Israel deve ceder, para salvar a paz. A falácia desse argumento é óbvia: o fundamentalismo islâmico não busca tal ou qual reivindicação territorial, senão a destruição de Israel e do Ocidente em seu conjunto. Frente a esta realidade, o Ocidente e especialmente a Europa são suicidamente cegos.

Se, como a Checoslováquia, Israel cai ante o fundamentalismo, qual será o próximo passo? França, que tem em seu seio milhões de muçulmanos e onde os grupos fundamentalistas ganham cada vez mais poder? Inglaterra, onde imãs fundamentalistas queimam bandeiras inglesas?

O que o Ocidente parece não entender é que Israel é o campo de batalha onde lança seu próprio futuro. Se Israel cai frente ao terrorismo, então todo o Ocidente estará ameaçado. As mesmas redes de tráfico de armas e dinheiro que os terroristas usam para atacar Israel, são utilizadas para atacar os Estados Unidos e outros países ocidentais.

Im’ad Magnia, o assassino do Hezbollá que organizou o atentado à AMIA, foi ativo na rede que permitiu a tragédia do 11 de setembro. Ramzee Yussef, o líder do primeiro atentado às torres gêmeas em 1993 fez suas primeiras armas no Hamas. O Irã arma o Hezbollá e com as mesmas redes comandou o assassinato de dissidentes nas ruas de Berlim.

Em Istambul, a estratégia dos “judeus primeiro, depois o resto” é ensaiada com sangrenta eficácia: duas sinagogas são atacadas e só uns poucos dias depois alvos ingleses e turcos também o são.

Berlim e Jerusalém: Durante a Guerra Fria, o mundo pareceu ter aprendido. O Ocidente se deu conta de que Berlim era o canário que não podiam deixar morrer. Enquanto a ditadura comunista construía o muro de Berlim, John F. Kennedy visitou a cidade sitiada e clamou “Eu sou um berlinense”. Estava enviando uma mensagem clara e forte: Se Berlim é atacada, todo o Ocidente o é. Se deixamos Berlim cair, isolada e fechada em um mar de forças hostis, então nós seremos os próximos. Israel – curioso paradoxo – é como Berlim: um oásis democrático e ocidental rodeado de forças hostís e de um mundo árabe em crescente radicalização. Assim como Berlim podia ser deglutida pela “maré” soviética, Israel pode desaparecer sob 20 ditaduras árabes.

Porém, a lucidez do mundo – em especial da Europa – durou pouco. A cegueira judeofóbica não deixa ver o óbvio e empurra a Europa para uma espiral suicida. Em vez de olhar o problema na cara, os europeus consideram Israel como “um perigo para a paz”. Igualmente ridículo que houvesse sido considerar Berlim – e não aos que a ameaçavam- como um perigo para a paz. A mesma cegueira que fez com que Chamberlain chamasse Benes (o líder checoslovaco) de insolente e não a Hitler.

Aos franceses, que por moda ou ódio judeofóbico acusam Israel de ser “o país que mais ameaça a paz mundial”, lhes perguntaria: Se o Hamas vence, como deterão os fundamentalistas da França? Na mente dos fundamentalistas, a queda de Israel aplanará o caminho para futuras conquistas, no coração mesmo da Europa.

Devido à cegueira e à covardia de Munique, a França passou a ser de primeira potência do mundo a um patético país de terceira e a Europa perdeu para sempre seu espaço de preeminência. Agora, graças a seu anti-semitismo e à sua hipocrisia, permitirá ao fundamentalismo islâmico reinar sobre o continente.

A Europa pensa “se Israel não existisse, o mundo seria um lugar mais seguro” da mesma maneira que pensava “se a Checoslováquia não existisse, a Europa estaria mais segura”.
É tão ridículo como um mineiro que veja o canário sofrer se enoje com ele, em vez de pensar que ele e seus companheiros correm perigo.

A “correção política” e a covardia não deixam atacar o problema na raiz. Experts alemães realizaram, a pedido da União Européia, um estudo sobre os atos de anti-semitismo que assolam a União. A conclusão foi taxativa: elementos radicais muçulmanos estavam por trás da onda de violência anti-judaica e a “nova esquerda” dava legitimação e sustento ideológico aos ataques. A demonização de Israel nas mídias, coadjuvava a violência. 

A reação das autoridades frente a este estudo mostra porquê a Europa vai direto ao desastre: a reportagem foi engavetada por considerar-se demasiado “ofensiva”. Em vez de fazer frente ao problema e tomar medidas enérgicas, a comissão encarregou outra reportagem “mais lanceada”.

Alguém dirá: “Sim, porém, e os palestinos?” “Eles são os oprimidos e não Israel”.

A atitude da Europa não tem nada a ver com os justos reclamos dos palestinos.

Também durante Munique os alemães dos Sudetes (região Oeste da Checoslováquia) eram considerados oprimidos. Eles foram a desculpa de Hitler para reclamar o desmantelamento do pacífico país centro-europeu, apesar de que Praga havia acedido a quase todas as demandas de autonomia dos germanófobos dos Sudetes.

Israel, tal como os judeus, não é odiado pelo que faz, senão pelo que é.

Israel é odiado por ser um oásis democrático e ocidental em um mar de ditaduras. Israel é odiado por apoiar-se em valores de humanidade e liberdade cercado de tiranias sangrentas. Israel é odiado porque apresenta um exemplo nefasto para ditadores e tiranos. Não são os defeitos de Israel o que os terroristas odeiam – os quais existem em abundância -, senão suas virtudes.

A intifada não foi lançada por causa da falta de negociações de paz, senão para fazê-las fracassar. Os atentados suicidas começaram em pleno processo de paz, foram causa e não conseqüência de seu fracasso. Aos olhos da Europa Arafat ganhou popularidade e legitimidade precisamente após rechaçar a paz e lançar uma guerra.

A falácia de que maiores concessões por parte de Israel deterão o terrorismo é tão óbvia quanto perigosa. Ainda os que cremos, como a autora destas linhas, na justiça do reclamo palestino e na necessidade de um Estado Palestino ao lado de Israel, devemos saber que o terrorismo – e a hostilidade da Europa – têm pouco a ver com essa reivindicação.

A solidariedade com os palestinos é, talvez, uma das maiores hipocrisias do século. A Europa que colonizou o mundo árabe, que oprime suas próprias minorias muçulmanas e que cala complacente frente às tiranias que assolam o mundo muçulmano, se descobre como campeã dos direitos humanos precisamente no tema palestino.

A Europa, que - como a França – interveio dezenas de vezes em suas ex-colônias africanas, lava suas culpas nas costelas de Israel. A Europa que inventou o colonialismo, o genocídio e o totalitarismo converte as vítimas em culpados.

A Europa jamais protestou quando os palestinos eram submetidos pelo Egito, Síria e Jordânia. Tampouco quando o Kuwait expulsou 300.000 palestinos de seu território. Só quando Israel é o suposto “perpetrador”, a solidariedade se faz ver.

Longe de ser solidária, a Europa trata outra vez de “apaziguar” assassinos. Os que pagam, são outra vez os judeus.

Se não temos canários – pensaria um mineiro néscio e suicida – então não haverá gás tóxico na mina. Se não existisse Israel – pensam europeus covardes e anti-semitas – então não haveria fundamentalismo islâmico.

Os europeus são – nas palavras do grande Milan Kundera – “os engenhosos aliados de seus próprios coveiros”.

Israel, é como disse um jornalista israelense, um país “on probation”. O problema não são os territórios ocupados, nem o conflito palestino. O tema é o direito de Israel existir. A legitimidade mesma da existência de um Estado Judeu. Nenhum outro país do mundo tem sua existência mesma questionada. Inclusive os que cremos na necessidade de entregar territórios em troca da paz, não devemos enganar-nos. A hostilidade da Europa não tem nada a ver com os territórios.

Em uma notória pesquisa, 19% dos italianos disseram que Israel deveria deixar de existir. Mais revelador que o resultado é propriamente a pergunta: Por que é legítimo para um pesquisador europeu pôr em dúvida o direito de Israel existir e não o da Índia, Síria, França ou Itália?

Israel tem que pedir permissão e perdão pelo mero fato de existir. Quem acompanha atentamente as emissões televisivas européias verá que já não se debate acerca de tal ou qual plano de paz, nem acerca de regras territoriais. O debate centra-se em deslegitimizar a existência do Estado.

A “nova esquerda”, que na realidade tem pouco de nova e muito de ranço stalinista totalitário, converteu em legítimo e cool o anti-semitismo e a deslegitimização de Israel. Os anti-semitas modernos já não são velhos nazis ou fascistas repulsivos, senão intelectuais progressistas e da moda. Como dizem Alain Finkielkraut, “é o tempo dos anti-semitas simpáticos”.

O filósofo judeu-francês – que, diga-se de passagem, é um antigo militante pela causa palestina – queixa-se amargamente: “os debates nos quais participamos não são discussões, senão tribunais”. Aceita-se a terrível irracionalidade de ser anti-semita como condição necessária para ser liberal e anti-racista. O “direito de solo” que os intelectuais judeus têm que pagar para serem aceitos continua subindo: se antes tinha que ser pró-palestino, agora há que franca e plenamente negar o direito a Israel de existir.

A sociedade e os meios de comunicação colaboram ativamente. “Quando Le Pen – líder da extrema direita francesa – atacava os judeus, era condenado unanimemente; quando Tarik Ramadam – pseudo intelectual muçulmano de esquerda – lança uma lista de ‘judeus suspeitos’, é convidado a explicar sua posição em ‘tout le monde en parle” (um programa da atualidade muito em moda na elite artística e intelectual francesa).

Se houvesse objetividade, se poderia lutar com a mesma força pelos direitos dos palestinos e pelo direito de Israel de existir livre e seguro, como um estado judeu e democrático.

Paradoxalmente, as posturas israelenses mais extremas se vêem fortalecidas por esta atitude. Se o que se nega é a existência mesma do Estado, inclusive em suas fronteiras de 1967, - pensa a extrema direita – então, de que serve fazer dolorosas concessões?

Se o que se deslegitimiza é Tel Aviv, então para que renunciar a Hebron? O argumento é logicamente irreprochável. Para que ceder territórios que se tenham no coração da consciência histórica judaica, se esse sacrifício não nos assegurará a paz, o reconhecimento e a segurança?

Frente a isto, a esquerda se vê esvaziada de argumentos e impelida aos extremos, e os que desejam um acordo baseado em concessões mútuas sentem-se como ingênuos que ignoram os verdadeiros motivos de seus adversários.

Quando o presidente francês Daladier voltou de Munique esperava ser linchado por sua claudicação ante Hitler. Em vez disso, foi recebido por uma multidão que o ovacionava por ter salvado a paz. Ninguém queria “morrer pela Checoslováquia”. Fingindo um sorriso, voltou-se para seu ministro das Relações Exteriores e murmurou: “Quels cons!” “(Que imbecis!)”.

As similitudes com a época atual são arrepiantes. Líderes que legitimam ditadores e assassinos são tratados como “heróis da paz”, enquanto asseguram um futuro de mais guerra e terrorismo. Me pergunto se enquanto desfrutava de seu orgasmo midiático anti-americano e anti-israelense, Jacques Chirac se havia voltado para Dominique de Villepin para dizer “Quels cons”...

Canários indóceis. Agora bem, suponhamos que em uma mina, os canários dizem basta! Basta de morrer para alertar os mineiros de perigos iminentes. Basta de sofrer, porque de todos os modos os mineiros não nos prestam atenção e seguem envenenando-se lentamente com os gases tóxicos da mina.

Basta de morrer gratuitamente, porque a triste verdade é que aos mineiros não importa.

Basta de asfixiar-nos por nada, porque a única coisa que recebemos é o ódio e não a solidariedade dos mineiros aos quais salvamos. Basta, porque os mineiros jamais aprenderão a lição e jamais entenderão que se nós morrermos, morrerão eles também. Basta, porque nem sequer cuidam de nós, para cuidarem-se a si mesmos.

Basta. Nos negamos a ser as cobaias da mina; vamos fazer o que fazem todos os demais: defender nossa própria vida antes de tudo.
Esta é a legítima eleição de Israel hoje.



* Pilar Rahola foi deputada no Parlamento espanhol pela "Izquierda Republicana Catalana" e vice-prefeita da cidade de Barcelona. Escreve nos jornais El País, El Periódico e Avui (em catalão). Dirige o programa de entrevistas na TV espanhola. Além disso, participa de debates públicos e congressos internacionais sobre a temática da mulher e da infância. Tem vários livros publicados em catalão e castelhano.

  
Esses camaradas são os maiores propagadores do comunismo no mundo (aqui)


Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook

Aluna estuprada dentro da escola reconhece um dos acusados - PÁTRIA EDUCADORA

Um adolescente de 14 anos suspeito de ter estuprado, junto com outros dois menores de idade, uma garota de 12 anos dentro do banheiro masculino da Escola Estadual Leonor Quadros, no Jardim Miriam, na zona sul de São Paulo, foi reconhecido na terça-feira, 19, pela vítima. Laudo policial comprovou que a estudante, do 7º ano do ensino fundamental, tinha ferimentos na região da vagina.
Um outro suspeito foi localizado e ouvido no 97°DP (Imigrantes) à noite, segundo Yasmin Vasques Chehade, advogada da menina. Ele teria confessado a participação no crime. O terceiro suspeito, ainda de acordo com Yasmin, está foragido.
A investigação da Polícia Civil mostrou que no dia do crime um dos estudantes, que conhecia a adolescente, chamou-a perto do banheiro e lhe deu uma "gravata". A menina foi então arrastada para o local e estuprada por 50 minutos. Os alunos faziam uma espécie de revezamento: enquanto um segurava a porta, os outros dois a atacavam. O caso aconteceu por volta das 16 horas, mas só teria sido registrado no fim da noite, o que teria impedido a polícia de apreender os jovens.
O adolescente reconhecido ontem foi fotografado e ouvido pela polícia.
Hoje, o delegado do 97º DP, Paulo Rabello, deve encaminhar o inquérito à Vara da Infância e da Juventude, órgão responsável por pedir a internação dos suspeitos em uma unidade da Fundação Casa.
Yasmin acusa a escola de omissão no atendimento à menina. "Se eles (direção da escola) tivessem avisado imediatamente à polícia sobre o ocorrido, o caso poderia estar resolvido, com a punição dos menores."
Socorro
De acordo com a advogada, assim que conseguiu fugir do banheiro, a garota avisou um dos inspetores sobre o que tinha acontecido. Em vez de levar a adolescente para uma sala, esse funcionário, segundo Yasmin, deixou a estudante sozinha no pátio. Essa conduta da escola faz com que a Polícia Civil também investigue a unidade de ensino por omissão.
A menina desmaiou no pátio e só retomou a consciência em uma ambulância do Serviço de Atendimento Médico Ambulatorial (Samu). Yasmin afirma ainda que, enquanto era levada para o Hospital Municipal Doutor Arthur Ribeiro de Saboya, a vítima citou os três adolescentes suspeitos de praticarem o estupro. Depois, ela foi encaminhada para o Hospital Pérola Byington, especializado no atendimento às vítimas de violência sexual.
Na segunda-feira, 18, a Secretaria Estadual da Educação havia informado que, após o ataque, a menina tinha procurado ajuda na secretaria, onde foi socorrida após chegar com falta de ar.
Segundo a advogada, a menina, que nunca havia tido uma relação sexual, já começou a tomar medicamentos, pelo prazo de um mês, para evitar uma gravidez e doenças sexualmente transmissíveis. "Ela está em depressão profunda e sofrendo as reações aos medicamentos. O cabelo está caindo."
Na terça-feira, 19, o governador Geraldo Alckmin (PSDB) falou sobre o caso durante a inauguração da sede do Comando de Operações Especiais da Polícia Militar. "Lamento profundamente e quero pedir punição exemplar, porque isso é inadmissível." Em nota, a Secretaria da Educação disse que "abriu apuração preliminar para averiguar a conduta da direção da escola". Com informações Estadão Conteúdo.
COMENTÁRIOS DO BLOG:

PÁTRIA EDUCADORA

Bem, eu já dei minha sugestão na data de (19.05.15) quando saiu esta matéria. E aqui estarei repetindo: 
Esse é um país que ama apaixonadamente psicopatas

Pega este(s) bandido(s) mirins, e manda que façam uma escolha em apenas 3 opções: 

1 - um tirinho na nuca - E, enterra de cabeça pra baixo para chegar mais rápido no Capeta; 
2 - castração química, e; 
3 - castração mecânica (aquela que o castrador retira sem anestesia os grãos do castrado). 

Eu duvido, NUNCA mais, enquanto viverem, (se for a opção 2 ou a 3), sequer pensarão em novo ataque.

Se houvesse idade penal 0 (zero), pena de morte para corrupção contra o bem público, contra estupro de qualquer natureza, e contra os homicidas, nós já teríamos automaticamente um Brasil 100% melhor.

MAIORIDADE JÁ!

Nada de mandar esses delinquentes pra casa de recuperação manda eles pra cadeia. Pelo menos lá tem a lei deles e com certeza esses merdas iriam sentir na pele.

E quando a polícia pega uns merdas desses e mata os pais fazem a guerra: ha! meu filho era um anjo, nunca fez mal à ninguém e lá vai os policiais serem julgados, agora eu pergunto: onde estão esses desocupados dos Direitos Humanos, não vão se manifestar ou só são a favor de bandidos?

Nada de baixar a maioridade penal. O que deve acontecer afinal?

É o congresso que nós sustentamos aprovar lei idêntica a dos EUA e da Inglaterra, onde o menor deve responder de acordo com o crime, independente da idade. Vamos parar de tapar o sol com a peneira: crime hediondo, julgamento como maior de idade, e aliás, o código de processo penal neste paiseco chamado Brasil é uma piada, o cara comete crime hediondo, os jornais proclamam: 30 anos de prisão e o que acontece? o sujeito cumpre 1/6 da pena e já vai pro semi-aberto e logo vai para liberdade plena. 

ACORDA BRASIL, NÓS, HONESTOS PAGADORES COMPULSÓRIOS DE IMPOSTOS E SUSTENTÁCULOS DESTA CORJA QUE FAZ LEIS QUE NOS "CASTRAM" EXIGIMOS RESPEITO

Não podemos ser enérgicos pois se trata de adolescentes em desenvolvimento, vamos ser mais coerentes, apenas um castigo leve, e aí vai a receita.
Pega uma corda, uma corda resistente, passa em volta do saco, de um nó firme, depois de feito o nó, ache um lugar onde se possa jogar a outra ponta da corda, então puxe até que eles fiquem pendurados um dia já é o suficiente, se o pai desses marginais for contra pendure junto, também, assim ele vai aprender a educar o filho como homem não como um covarde marginal.

Dossiê Escola Estadual Leonor Quadros, da zona sul da cidade de São Pàulo/SP.
Há um canal de vídeos no Yotube chamado "Leonor Quadros Brigas", que conta com brigas de alunos desde 2010. Algum aluno foi punido? Creio que não. Essa sensação de impunidade levaram três alunos a estuprarem uma aluna dentro do banheiro da escola às 4 horas da tarde. 
O caso de impunidade e "inclusão", da "pedagogia do oprimido" resume bem o caos da educação no Brasil.


Estudante de 12 estuprada por 3 pediu 'desculpa' para a mãe
 
Caso aconteceu dentro de uma escola na zona sul de São Paulo


SÃO PAULO - "Minha primeira atitude foi cobrir a minha filha com todo o amor que eu tenho." Foi desta forma que a mãe da estudante de 12 anos, estuprada por outros três adolescentes dentro do banheiro de uma escola estadual no Jardim Miriam, na zona sul de São Paulo, reagiu aos pedidos de desculpa da menina ao dizer para a família que havia sido vítima de um ataque sexual que durou 50 minutos. 
"Ela só me pedia desculpas e se sentia muito culpada pelo que tinha acontecido com ela. Nós da família estamos sofrendo muito, mas quem fecha os olhos e se lembra de tudo o que acontece é ela, por isso vamos continuar dando todo o nosso amor para que ela volte ser contagiada por sentimentos bons", disse a mãe da vítima. 
A aluna da 7ª série do ensino fundamental da Escola Estadual Leonor Quadros foi estuprada na tarde do último dia 12. Nos dias seguintes ao ataque, um dos adolescentes que participou da agressão sexual, ainda procurou a menina no Facebook. 
Caso aconteceu dentro de uma escola na zona sul de São Paulo Daniel Teixeira/Estadão
"Ele mandou uma mensagem dizendo que não tinha sido ele. Minha filha ainda teve o sangue frio de responder, falando que olhou nos olhos dele e sabia muito bem o que o menino tinha feito."
Filha de família evangélica, a estudante fazia aulas de break na igreja que a família frequenta, além de participar de um grupo de dança de rua. Caseira, a menina gostava de ouvir música, assistir a programas de culinária e tinha o sonho de ser psicóloga. 
"Meu medo é que tenham tirado o brilho da minha filha. Ela é apenas uma criança linda, sem maldade nenhuma e que agora passa o dia na cama sentindo os efeitos colaterais dos remédios que precisa tomar. O corpo dela ainda é muito frágil para tanto medicamento", contou a mãe. Por um mês, a menina, que até então era virgem, terá que ingerir coquetéis para não engravidar ou pegar doenças sexualmente transmissíveis. 
Após ser estuprada, a vítima saiu do banheiro masculino por um portão que dá acesso ao pátio e procurou um inspetor. Segundo a mãe, o funcionário achou que a menina estivesse cabulando aula e a fez aguardar no local. "Nessa hora, ela desmaiou e só então a escola teve noção do que tinha acontecido." A jovem foi colocada dentro de um ambulância do Serviço de Atendimento Médico Ambulatorial (Samu). 
Primeiro, foi levada ao Hospital Municipal Doutor Arthur Saboya, no Jabaquara, também na zona sul, para só depois ser encaminhada para o Hospital Pérola Byington, na região central, especializado no atendimento às vítimas de violência sexual. O caso foi registrado no 78º Distrito Policial (Jardins), o mais próximo da unidade de saúde e, em seguida, encaminhado para o 97º DP (Imigrantes), que é responsável pela investigação. 
A Secretaria de Estado da Educação disse que abriu uma "apuração preliminar para averiguar a conduta da direção da escola". Para a mãe, a unidade de ensino foi omissa. "Eles tinham que ter acreditado nela na hora e chamado a polícia. Se o estupro não tivesse saído na imprensa, o caso não estaria sendo esclarecido com a mesma velocidade dos último dias. Bastava alguém ligar para o 190."
Vulnerável. Apenas um dos adolescentes conhecia a vítima. Segundo a mãe, a filha disse que foi ele quem liderou o ataque e incentivou outros dois jovens a participarem do estupro. "Eles tiraram toda a roupa dela. Nessa quase uma hora que ela ficou no banheiro, em nenhum momento ela desmaiou. Infelizmente ela se lembra de tudo o que aconteceu." Os adolescente faziam uma espécie de revezamento. Enquanto um segurava a porta, outros dois estupravam a menina.
No dia seguinte, a estudante ainda teve de voltar à escola. O diretor da unidade mostrou fotos dos meninos. A vítima reconheceu na hora, teve uma crise de choro e foi levada para casa imediatamente pela mãe e por um tio. Nesta terça-feira, 19, a jovem foi ao 97º DP prestar depoimento pela primeira vez. No local, ela fez o reconhecimento fotográfico de um dos adolescentes. Os policiais precisaram deixar os dois em ambientes separados, já que o menor chegou à delegacia enquanto a estudante ainda estava no local. 
Nesta quarta-feira, 20, a Polícia Civil deve encaminhar um inquérito para a Vara da Infância e Juventude, órgão responsável por pedir a internação dos adolescentes na Fundação Casa. O laudo médico comprovou que a estudante ficou com ferimentos na região da vagina. Pouco antes do caso ser divulgado, um dos menores se mudou com a família e até agora não foi localizado.

Após denúncia de estupro, alunas não usam mais os banheiros
As meninas com idade entre 12 e 15 anos que estudam no período da tarde na Escola Estadual Leonor Quadros disseram ao Estado que não usam mais os banheiros da unidade de ensino. Em casos de maior necessidade, as adolescentes vão em grupos de até cinco meninas para conseguirem se proteger caso sejam atacadas. 
“Pode acontecer com qualquer uma de nós. Infelizmente, aconteceu com ela e me sinto muito triste e vulnerável”, disse uma estudante de 14 anos. 
Mães e pais de alunos, principalmente os de meninas, disseram temer novos ataques e criticaram a conduta da escola com a adolescente estuprada por três alunos. “Tinham de ter ligado na hora para a PM. É um absurdo a porta de um banheiro ficar trancada por quase uma hora e ninguém desconfiar de nada”, afirmou a babá Zilda da Cruz Paes, de 45 anos. 
Outros diziam-se revoltados. “Se fosse com a minha filha e a escola não tivesse feito nada, eu mesmo teria ido atrás dos três, sem responder pelos meus atos”, disse o motorista Roni de Oliveira Matos, de 33 anos, pai de um estudante de 13 anos. 
Funcionários que não quiseram se identificar disseram à reportagem que os três alunos suspeitos não frequentavam as aulas e ficavam o tempo todo do lado de fora das salas de aula. “Eles ficavam sem fazer absolutamente nada dentro da sala. Quando assistiam aula, era para tumultuar”, disse um deles. 
Outro funcionário afirmou que quase não há inspetores na escola e que os que trabalham no local não dão conta dos problemas com alunos.
Procurada para comentar, a Secretaria de Estado da Educação explicou que a escola “tem sete agentes de organização escolar, responsáveis pelo bem-estar dos alunos”. Segundo a pasta, eles também auxiliam “na manutenção da disciplina geral”. 

CPI da Petrobrás vai pedir exumação do corpo de ex-deputado - Só por garantia vamos matar ele de novo.

Brasília - A CPI da Petrobrás na Câmara vai pedir a exumação do corpo do ex-deputado José Janene (PP-PR), por suspeita de que ele ainda está vivo. Os deputados receberam informações de que Janene estaria atualmente na América Central. A viúva do ex-deputado, Stael Fernanda Janene será convocada para prestar depoimento à CPI.
"Vai ter a exumação do corpo. Vou montar uma comissão de deputados para acompanhar a exumação, colher o DNA da família e ver se é ele mesmo que está lá sepultado", disse ao Estado o presidente da comissão, deputado Hugo Motta (PMDB-PB).
Janene morreu em 14 de setembro de 2010. Réu no processo do mensalão por suspeita de ter recebido R$ 4,1 milhões quando presidia o PP, Janene era acusado de formação de quadrilha, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. No curso da Operação Lava Jato, que investiga desvios na Petrobrás, Janene é apontado como responsável por organizar o esquema de corrupção na estatal, segundo depoimentos do doleiro Alberto Youssef, um dos personagens centrais da Lava Jato. O ex-parlamentar faria com que as cúpulas das siglas envolvidas fossem beneficiadas diretamente.
Em um dos depoimentos prestados à Justiça Federal, Youssef declarou que, por orientação de Janene, repassava valores a "agentes públicos, agentes políticos" e usava para isso um segundo doleiro, Carlos Habib Carter, dono do Posto da Torre, em Brasília, para entregar os valores. Ele disse que parte do dinheiro vinha do caixa de construtoras. O doleiro afirmou ainda que mantinha uma conta corrente conjunta com o ex-deputado, responsável pela indicação de Paulo Roberto Costa para a diretoria de Abastecimento da estatal petrolífera, em 2004.
À CPI da Petrobrás, o empresário Augusto Mendonça, da Toyo Setal, disse ter sido procurado por Janene, em tom ameaçador, para tratar do pagamento de propinas.
Já existe requerimento do deputado Altineu Côrtes (PP-RJ) para convocar a viúva. A convocação seria votada na semana passada, mas foi interrompida devido ao início da ordem do dia.

COMENTÁRIO DO BLOG:

Duro de matar e difícil de engolir nome do filme:



MORREU, SÓ QUE NÃO! RELEMBRE FILMES COM PERSONAGENS QUE VOLTARAM APÓS A MORTE

Os Outros - Neste suspense, Nicole Kidman é Grace, uma mulher que, nos anos 40, mora com seus filhos em um isolado casarão na costa inglesa, enquanto seu marido está na guerra. As crianças sofrem de uma rara doença, em razão da qual não podem receber diretamente a luz do dia, vivendo isoladas. Isso até que eventos assustadores e sobrenaturais começam a acontecer

O DIA QUE LULA NÃO FALOU MENTIRA: BENEFÍCIOS CRIADOS PELO REGIME MILITAR NO BRASIL 1964-1985




BENEFÍCIOS CRIADOS PELO REGIME MILITAR NO BRASIL 1964-1985
  1. - Restabelecimento da autoridade; 
  2. - Criação de 13 milhões de empregos;
  3. - A Petrobrás aumentou a produção de 75 mil para 750 mil barris/dia de petróleo;
  4. - Estruturação das grandes construtoras nacionais;
  5. - Crescimento do PIB de 14%;
  6. - Construção de 4 portos e recuperação de outros 20;
  7. - Criação da Eletrobrás;
  8. - Implantação do Programa Nuclear;
  9. - Criação da NUCLEBRÁS e subsidiárias;
  10. - Criação da EMBRATEL e TELEBRÁS (antes, não havia “orelhões” nas ruas        nem se falava por telefone entre os Estados);
  11. - Construção das Usinas ANGRA I e ANGRA II;
  12. - Desenvolvimento das INDÚSTRIAS AERONÁUTICA e NAVAL (em 1971 o     Brasil foi o 2º maior construtor de navios do mundo);
  13. - Implantação do PRÓ-ÁLCOOL em 1976 (em 1982, 95% dos carros no país          rodavam a álcool);
  14. - Construção das maiores hidrelétricas do mundo: TUCURUÍ, ILHA SOLTEIRA,   JUPIÁ e ITAIPÚ;
  15. - Brutal incremento das exportações, que cresceram de 1,5 bilhões de dólares para   37 bilhões; o país ficou menos dependente do café, cujo valor das exportações       passou de mais de 60% para menos de 20% do total;
  16. - Rede de rodovias asfaltadas, passou de 3 mil para 45 mil km;
  17. - Redução da inflação galopante com a criação da Correção Monetária, sem              controle de preços e sem massacre do funcionalismo público;
  18. - Fomento e financiamento de pesquisa: CNPq, FINEP e CAPES;
  19. - Aumento dos cursos de MESTRADO e DOUTORADO;
  20. - INPS, IAPAS, DATAPREV, LBA, FUNABEM;
  21. - Criação do FUNRURAL, a previdência para os cidadãos do campo;
  22. - Programa de merenda escolar e alimentação do trabalhador;
  23. - Criação do FGTS, PIS, PASEP; (**)
  24. - Criação da EMBRAPA (70 milhões de toneladas de grãos); (**)
  25. - Duplicação da rodovia RIO-JUIZ DE FORA e da VIA DUTRA;
  26. - Criação da Empresa Brasileira dos Transportes Urbanos - EBTU;
  27. - Implementação do Metrô em SÃO PAULO, RIO DE JANEIRO, BELO                 HORIZONTE, RECIFE e FORTALEZA;
  28. - Criação da INFRAERO, proporcionando a criação e modernização dos                 aeroportos brasileiros (GALEÃO, GUARULHOS, BRASÍLIA, CONFINS,           CAMPINAS; VIRACOPOS, SALVADOR, MANAUS);
  29. - Implementação dos PÓLOS PETROQUÍMICOS em São Paulo (Cubatão) e na     Bahia (Camaçari);
  30. - Investimentos na prospecção de petróleo no fundo do mar que resultaram na         descoberta da bacia de Campos em 1976; 
  31. – Construção do PORTO DE ITAQUÍ e do terminal de minério da Ponta da            Madeira, na Ilha de São Luís no Maranhão;
  32. - Construção dos maiores estádios, ginásios, conjuntos aquáticos e complexos          desportivos em diversas cidades e universidades do país;
  33. - Promulgação do ‘Estatuto da Terra’, com o início da Reforma Agrária pacífica;
  34. - Polícia Federal;
  35. - Código Tributário Nacional;
  36. - Código de Mineração;
  37. - Implantação e desenvolvimento da Zona Franca de Manaus;
  38. - IBDF – Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Florestal;
  39. - Conselho Nacional de Poluição Ambiental;
  40. - Reforma do Tribunal de Contas da União - TCU;
  41. - Estatuto do Magistério Superior;
  42. - INDA – Instituto de Desenvolvimento Agrário;
  43. - Criação do Banco Central (DEZ/64);
  44. - SFH – Sistema Financeiro de Habitação;
  45. - BNH – Banco Nacional de Habitação; (***).
  46. - Construção de 4 milhões de moradias;
  47. - Regulamentação do 13º. salário;
  48. - Banco da Amazônia - BASA;
  49. - SUDAM; SUDENE;
  50. - Reforma Administrativa, Agrária, Bancária, Eleitoral, Habitacional, Política e       Universitária;
  51. - Ferrovia da soja;
  52. - Rede Ferroviária ampliada de 3 mil e remodelada para 11 mil Km;
  53. - Frota mercante de 1 para 4 milhões de TDW;
  54. - Corredores de exportações de Vitória, Santos, Paranaguá e Rio Grande;
  55. - Matrículas do ensino superior de 100 mil em 1964 para 1,3 milhões em 1981;
  56. - Mais de 10 milhões de estudantes nas escolas (que eram realmente escolas);
  57. - Estabelecimentos de assistência médico sanitária de 6 para 28 mil;
  58. - Crédito Educativo;
  59. - Projeto RONDON;
  60. - MOBRAL;
  61. - Abertura da Transamazônica com instalação de agrovilas;
  62. - Asfaltamento da rodovia Belém-Brasília;
  63. - Construção da usina hidrelétrica de Boa Esperança, no Rio Parnaíba;
  64. - Construção da Ferrovia do Aço (de Belo Horizonte a Volta Redonda);
  65. - Construção da PONTE RIO-NITERÓI;
  66. - Construção da rodovia RIO-SANTOS (BR 101);
  67. - E, o mais importante, impediram a implantação de uma ‘FARC’ no Brasil’.

Obama vai proibir fornecimento de alguns equipamentos militares às polícias locais

Manifestantes entraram em confronto com a polícia em Ferguson, Missouri, após decisão do júri de não indiciar um policial pela morte de Michael Brown, um jovem negro desarmado - 24/11/2014
Policial com aparato militar em Ferguson, no Missouri. O governo quer limitar o acesso de forças de segurança locais a munições de grosso calibre, veículos blindados, granadas, uniformes blindados e outros materiais

O presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, irá restringir o fornecimento de equipamentos militares aos departamentos de polícia locais, informou a Casa Branca, nesta segunda-feira. A ação é parte do esforço de Obama para aliviar as tensões entre minorias a as forças policiais, em evidência desde as crises em Baltimore e em Ferguson. Segundo o jornal The New York Times, o anúncio é uma surpresa, mesmo depois de nove meses de protestos contra as mortes de homens negros por policiais.
Segundo o comunicado da Casa Branca, o governo federal deixará de financiar e fornecer veículos resistentes a explosivos - parecidos com os tanques do exército -, armas de fogo e munições de calibre superior a .50 milésimos de polegada (cerca de 14,4 milímetros), granadas, baionetas e uniformes camuflados. O governo irá estudar também maneiras de recuperar os equipamentos que já foram distribuídos.
Além disso, outros equipamentos terão um controle mais rígido, como os veículos protegidos contra emboscadas e escudos. A partir de outubro, a polícia terá de obter aprovação de seu conselho da cidade, prefeitura ou de algum outro órgão de governo local para o uso desses equipamentos, apresentando uma justificativa convincente. A medida visa, principalmente, a reconstruir a confiança das comunidades minoritárias com a polícia. O anúncio precede a visita de Obama a Camden, em Nova Jersey, uma das cidades mais pobres e violentas do país.

Mercedes Benz demite 500, anuncia férias coletivas para 7 mil e parada de fábrica em SP




O moderníssimo ônibus rodoviário “S 515 HD” fabricado pela encarroçadora alemã Setra [pertencente ao sólido grupo alemão Daimler Buses]

A montadora de veículos comerciais Mercedes Benz, parte do grupo alemão Daimler, anunciou nesta terça-feira a demissão de cerca de 500 funcionários de sua unidade em São Bernardo do Campo (SP) e férias coletivas para todos os funcionários da linha de produção por duas semanas a partir do início de junho.
Segundo informou a companhia à Reuters, as demissões atingem parte de um grupo de 750 empregados que estavam com contratos de trabalho suspensos (lay off) há cerca de um ano.
Já as férias coletivas, envolvendo os 7 mil trabalhadores da produção, vão de 1º a 15 de junho. A unidade emprega no total cerca de 10,5 mil funcionários. Posteriormente, a companhia analisará se estenderá o recesso, que é um reflexo da retração nas vendas, informou a Mercedes Benz por meio de sua assessoria de imprensa.
Além da unidade em São Bernardo do Campo, na região metropolitana de São Paulo, que produz caminhões e chassis para ônibus, a área de veículos comerciais da Mercedes tem outra unidade no Brasil, em Juiz de Fora (MG), para a qual não foi anunciada nenhuma contenção por ora.
A indústria brasileira de veículos teve este ano o pior desempenho para o mês de abril desde 2007.
As vendas de caminhões novos acumularam queda de cerca de 40 por cento entre janeiro e abril ante o mesmo período do ano passado, para 25.090 unidades, segundo dados da associação de montadoras de veículos, Anfavea. Já as vendas de ônibus sofreram queda de 26 por cento, a 6.767 veículos.
No início deste mês, a Fiat concedeu férias coletivas de 20 dias para 2 mil funcionários de sua fábrica em Betim (MG), em uma quarta medida de ajuste de produção tomada neste ano. Também no começo deste mês, a Volkswagen paralisou sua fábrica em São Bernardo do Campo por 10 dias, concedendo férias coletivas para 8 mil de 13 mil metalúrgicos da unidade, segundo o sindicato local.
(Por Aluisio Alves)

Será o fim dos caminhoneiros? Daimler apresenta primeiro caminhão autônomo do mundo






Modelo ainda é um protótipo, mas já tem permissão para dirigir sozinho nos Estados Unidos

O grupo alemão Daimler apresentou esta semana o primeiro caminhão que dirige sozinho. Batizado de Freightliner Inspiration Truck, o cargueiro ainda é um protótipo, mas já tem permissão para circular em Nevada (EUA), conferida pelo governador do estado, Brian Sandoval. Será o início do fim da profissão de caminhoneiro?


Foto: Reprodução/Dailymail

.
Porém, se você é um caminhoneiro, não precisa se alarmar. A profissão ainda está salva, por que os sistema só funciona em rodovias. Em trecho urbano, o veículo é conduzido por humano. Apenas um botão no painel aciona o dispositivo
.


Mercedes-AMG GT S chega ao País por US$ 329.900



MERCEDES-AMG GT S IRÁ CUSTAR US$ 329.900 (EQUIVALENTE A R$ 990 MIL) NO BRASIL

Esportivo apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado terá cinco unidades no Brasil, todas já vendidas
A Mercedes-Benz divulgou hoje (20) os preços de dois novos modelos. O AMG GT S tem cinco unidades a caminho do Brasil, todas já vendidas pelo valor de US$ 329.900 (equivalente a R$ 990 mil).



A Mercedes-Benz divulgou hoje (20) os preços de dois novos modelos. O AMG GT S tem cinco unidades a caminho do Brasil, todas já vendidas pelo valor de US$ 329.900 (equivalente a R$ 990 mil). A outra novidade é o S 63 AMG Coupé, que já possui cinco unidades no País, mais uma vez, todas vendidas. Seu preço é de US$ 346.900, cerca de R$ 1,04 milhão. No entanto, a Mercedes anunciou que irá subsidiar o dólar a R$ 2,60, o deixa os preços menos salgados, por R$ 857.740 e R$ 901.940, respectivamente. Não há informações se mais unidades serão trazidas ao País.
Os dois lançamentos foram apresentados ao público brasileiro no final do ano passado durante o Salão do Automóvel de São Paulo. O AMG GT S, inclusive, foi a estrela da Mercedes, sendo trazido ao palco durante a coletiva de imprensa pelo piloto Felipe Massa. Ele chega ao mercado para substituir o SLS AMG.
Com visual invocado e ao mesmo tempo harmonioso, o Mercedes-AMG GT S possui motor 4.0 V8 biturbo a gasolina capaz de render 510 cv de potência e torque máximo de 66,3 kgfm. A única opção de transmissão é uma caixa de dupla embreagem com sete marchas. Com esse conjunto, o esportivo acelera de 0 a 100 km/h em 3,7 segundos e chega à velocidade máxima de 310 km/h.
Já o S 63 AMG Coupé traz sob o capô um 5.5 V8 biturbo a gasolina de 585 cv e 91,7 kgfm de torque, indo de 0 a 100 km/h em apenas 3,9 segundos. No Salão, o modelo chamou a atenção pelas 500 lâmpadas de LED espalhadas pelo carro, além dos faróis com 94 cristais Swarovisk.


CINCO UNIDADES DEVEM CHEGAR EM BREVE AO PAÍS, MAS TODAS JÁ ESTÃO VENDIDAS

Esportivo apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado terá cinco unidades no Brasil, todas já vendidas



ESPORTIVO POSSUI MOTOR 4.0 V8 BITURBO A GASOLINA CAPAZ DE RENDER 510 CV

Esportivo apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado terá cinco unidades no Brasil, todas já vendidas



O S 63 AMG COUPÉ JÁ ESTÁ NO BRASIL POR US$ 346.900 (R$ 1,04 MILHÃO)

Esportivo apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado terá cinco unidades no Brasil, todas já vendidas

CINCO UNIDADES JÁ ESTÃO NAS LOJAS BRASILEIRAS, MAS TODAS FORAM VENDIDAS. MOTOR É UM 5.5 V8 BITURBO A GASOLINA DE 585 CV

Esportivo apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado terá cinco unidades no Brasil, todas já vendidas


INTERIOR DO S 63 AMG COUPÉ

Esportivo apresentado no Salão do Automóvel de São Paulo no ano passado terá cinco unidades no Brasil, todas já vendidas