domingo, 4 de outubro de 2015

Fraude da Volkswagen é um trauma para a empresa - e para o orgulho alemão

Fábrica da Volkswagen, Wolfsburg, Alemanha
O mítico Fusca marcou o nascimento da montadora, hoje a maior do mundo(Walter Sanders/Time & Life Pictures/Getty Images/VEJA)
Montadora que simboliza a eficiência do país vai enfrentar multas bilionárias, crise de imagem e o risco de se transformar em um 'pária' nos EUA
22/09/2015
Eficiência é uma virtude tão valorizada na Alemanha que ela se transformou em sinônimo do país. Na terra em que a eficiência é quase um gentílico, a Volkswagen é um orgulho nacional. Isso ajuda explicar a comoção que um escândalo envolvendo a empresa representa para os alemães. E a comoção está em vigor.
Desde a última sexta-feira, o orgulho nacional do país-eficiência está no centro de um escândalo que contrasta com seu status. A Volkswagen admitiu que usou um sistema que adultera a emissão de gases poluentes de carros movidos a diesel vendidos nos Estados Unidos para receber um selo ecológico das autoridades americanas. Nos testes, o carro tinha baixa emissão de poluentes, mas depois, nas ruas, o volume de poluentes era maior que o dos testes. São 482 000 veículos - das marcas Volkswagen e Audi - equipados com o sistema fraudulento no mercado americano.
"Desastre" e "hecatombe" foram duas das expressões usadas pela imprensa alemã nos últimos dias para se referir ao episódio. Nesta segunda, a empresa perdeu 20 bilhões de euros em valor de mercado nos primeiros momentos pós-abertura da Bolsa de Frankfurt. As ações da montadora fecharam em baixa de 17,14%, sua maior queda para um só dia na história.
A fraude ainda pode fazer a empresa levar multas que chegariam a 18 bilhões de dólares, além de possíveis ações na Justiça movidas por consumidores. "O caso terá consequências financeiras consideráveis para o grupo, que ainda não podem ser calculadas", disse à agência AFP o analista do setor automobilístico Ferdinand Dudenhöffer. "Isso sem contar o prejuízo para a imagem e a credibilidade da Volkswagen em todo o mundo."
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Força no mundo, fraqueza nos EUA - O caso ocorre em um momento em que a empresa tentava se afirmar nos Estados Unidos. No primeiro semestre, ela superou a Toytota e se transformou na maior montadora do mundo - uma meta que a companhia pretendia alcançar em 2018. Mas, nos EUA, a força não era a mesma. Em 2014, ela foi apenas a oitava no ranking, com fatia de 3,6%. A maior parte das vendas da montadora ocorre na Europa, com 41,2%, seguida pelo mercado chinês, com 34,5%. Os Estados Unidos respondem por 9,4% das vendas da companhia.
Com os carros movidos a diesel - os mesmos em que o sistema fraudulento foi instalado -, apresentados como potentes e pouco poluentes, a Volkswagen esperava compensar suas carências nos EUA. "A montadora já enfrentava um momento difícil" no mercado americano, diz Frank Schwope, analista do banco Nord/LB. A aposta da empresa era duplicar suas vendas anuais das marcas Audi e Volkswagen nos próximos três anos, graças sobretudo a uma nova SUV urbana, projetada especialmente para o mercado americano.
Ao reconhecer a fraude, a empresa suspendeu as vendas de seus modelos a diesel de quatro cilindros das marcas VW e Audi, que representavam 23% de suas venda no país. No domingo, o presidente da montadora, Martin Winterkorn, pediu desculpas. "Pessoalmente, lamento muito que tenhamos traído a confiança de nossos clientes e do público", declarou.
A Agência de Proteção Ambiental (EPA, na sigla em inglês), responsável pela investigação que descobriu a fraude, já começou a investigar também outras montadoras que atuam nos Estados Unidos. O governo alemão, por sua vez, pediu às montadoras que demonstrem a veracidade de seus dados sobre de emissões de poluentes. A ideia é "investigar se houve manipulações semelhantes na Alemanha ou na Europa".
"A Volkswagen corre o risco de se transformar em um pária para o governo americano - e, quem sabe, também para os consumidores do país", disse Max Waburton, analista da Bernstein, citado pela agência Bloomberg.
Antes do escândalo, a previsão era que o mandato de Winterkorn seria prolongado até o final de 2018 na reunião do conselho da empresa marcada para o dia 25 de setembro. Isso confirmaria a vitória do executivo, de 68 anos, no duelo de bastidores travada com seu ex-mentor e homem forte da empresa, Ferdinand Piëch.
Agora, a recondução de Winterkorn já não parece fato consumado - ele é o chefe da divisão de desenvolvimento da marca Volkswagen. "O conselho não pode se fazer de desentendido. A Volkswagen precisa de um retomada, que na minha opinião não pode ser feita com Winterkorn", diz o analista Ferdinand Dudenhöffer.
Gigante com história - A montadora alemã foi fundada em 1936 por Ferdinand Porsche para fabricar um "carro do povo" ("Volkswagen"), em um pedido feito por Adolf Hitler. Foi assim que nasceu o popular Fusca. Depois da Segunda Guerra Mundial, o grupo fabricou outro veículo mítico, a Kombi. Na sequência, a empresa começou a se expandir por meio de aquisições.
Em todo o mundo, a empresa tem cerca de 590 000 funcionários e um volume de negócios de 200 bilhões de euros, movidos pelas 12 marcas que a montadora comercializa. Seu acionista majoritário (50,7%) é a holding Porsche SE. Ela é controlada em sua totalidade pelas famílias Porsche e Piëch, herdeiras do inventor do Fusca, Ferdinand Porsche. O estado da Baixa Saxônia possui 20%, o que lhe confere um direito de veto sobre as decisões estratégicas.
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(Com AFP)

Minha Casa Melhor só serviu como propaganda eleitoral

Setor de som e imagem na megaloja do Ponto Frio, na Marginal Tietê, em São Paulo
O crédito para compra de eletrodomésticos e móveis só durou enquanto era interessante do ponto de vista eleitoral(Alessandro Shinoda/Folhapress/Exame/VEJA)
Programa do governo federal que ajudava a classe C a mobiliar moradias durou apenas um ano e meio

O governo descarta voltar com o programa Minha Casa Melhor, que dava empréstimos em condições especiais para a compra de eletrodomésticos, eletrônicos e móveis para os beneficiários do Minha Casa Minha Vida. Desde o início do ano, as contratações estavam suspensas, mas a presidente Dilma Rousseff garantiu que seriam retomadas ainda em 2015, com o lançamento da terceira etapa do Minha Casa Minha Vida. A promessa não será cumprida. Faltam recursos no governo para bancar o Minha Casa Melhor, criticado pela atual equipe econômica.
A morte prematura do programa - que durou um ano e meio - deixa o governo bem longe de cumprir a meta de liberar R$ 18,7 bilhões nessa linha de crédito especial, com juros de 5% ao ano, bem abaixo das taxas de mercado. A Caixa Econômica Federal informou que as famílias que pegaram o cartão do programa usaram R$ 2,92 bilhões, ou seja, 15,6% do valor total prometido pelo governo.

"Não há, neste momento, previsão de retomada de contratações do produto", admitiu o banco, em nota ao ser procurado pela reportagem. Não existe na Caixa estudo para "ressuscitar" o produto, rejeitado pela equipe técnica do banco. Antes mesmo do lançamento, a área de risco da Caixa produziu um relatório com o alerta de que o Minha Casa Melhor representava perigo à saúde financeira do banco.
O Minha Casa Melhor foi lançado em junho de 2013 como vitrine eleitoral da presidente Dilma, que buscava a reeleição. Para operá-lo, a Caixa recebeu R$ 8 bilhões, dos quais R$ 3 bilhões foram direcionados para o programa - o resto foi usado para capitalizar o banco. No lançamento, o governo disse que esperava atender 3,7 milhões de famílias.
Quando o programa foi suspenso no início deste ano, 640 mil famílias tinham recebido o cartão. Cada uma podia financiar até o limite de R$ 5 mil nos produtos determinados pelo governo, como geladeira, fogão, lavadora de roupas, TV digital, guarda-roupa, cama, mesa e sofá. O prazo de pagamento é de dois anos. No total, foram colocados à disposição R$ 3,2 bilhões a essas famílias.
A Caixa informou que os mutuários ainda podem usar os limites disponíveis nos cartões contratados, dentro do prazo estipulado. A linha de crédito fica disponível por um ano a partir da emissão do cartão.
Outro ponto ressaltado pelos críticos do programa, dentro do próprio governo, é o elevado calote. A Caixa não divulga a inadimplência - atrasos superiores a 90 dias - de linhas específicas, mas o Estado apurou que no programa ela está em torno de 30%. Em linhas similares oferecidas pela rede bancária para a compra desses produtos, o calote médio não ultrapassa 10%, segundo dados do Banco Central.
Para compensar a perda do banco com a inadimplência dessa linha, o governo dispensou a Caixa de repassar ao Tesouro até 75% do lucro líquido ajustado todo ano enquanto durarem as operações do programa.
(Com Estadão Conteúdo)

Reunião do Alto-Comando do Exército: mais genérico, impossível





Uma mariola extra de sobremesa para que conseguir extrair algo de concreto desse texto

COMENTÁRIO DO BLOG:


O absurdo é ver esta mesa com mais generais do que os EUA, que tem tropa nos quatro continentes e está em guerra permanente. Deste jeito nada pode dar certo.

Jean Wyllys é massacrado por Coletivo negro




Publicado em 27 de nov de 2014

"Afroconveniente" foi como Jean Wyllys foi rotulado por um Coletivo de mulheres negras durante encontro no Dia da Consciência Negra. "Como político o senhor se saiu como um bom ex-bbb", disse a líder do grupo. Wyllys não teve resposta e guaguejou....é. é.. é..ééé. LEIA MAIS SOBRE O ASSUNTO NO www.novaguia.org : http://goo.gl/P0M4og

Dobrado Saudades de Minha Terra - Filarmônica Lyra Popular




Publicado em 24 de jul de 2014

Execução do Dobrado Saudades de Minha Terra pela Filarmônica Lyra Popular de Belmonte/BA, em frente a Igreja Matriz de Nª Srª da Conceição, por ocasião do aniversário de Santa Cruz Cabrália/BA - 181 anos.
Visite o nosso site: www.lyrapopular.com


Por Jorge


Toda cidade deveria ter a sua banda, sua sinfônica, sua orquestra, ou o que valha - como antigamente na época dos coretos - para que a juventude deste país, tivesse a oportunidade de estudar e executar a mais nobre das artes, que é a música. Talvez assim não se ouvisse tanta porcaria nas rádios e nas tvs. Parabéns a Filarmônica Lyra Popular de Belmonte-BA.

A revolta atrasada dos que se sentem traídos: o caso de Dilma Bolada


Então o rapaz dos pixulecos, que recebia até R$ 20 mil mensais para defender o governo Dilma, se sentiu traído agora? E qual o motivo mesmo?

Por: Rodrigo Constantino
Há casos históricos de “traições” que realmente impressionam. Pense, por exemplo, no escritor José Saramago. Ele defendeu o regime cubano de Fidel Castro por décadas a fio, usando sua fama e influência no campo da literatura para espalhar socialismo pelo mundo. De repente, a ditadura prende três indivíduos e Saramago, revoltado, declara seu “rompimento” com o regime. Uau! Aqueles milhares de cadáveres empilhados no paredão eram irrelevantes para o portuga!
Como o caso de Saramago temos vários outros. Escritores que se disseram “traídos” por regimes ditatoriais socialistas após milhões de mortes no currículo e muita miséria espalhada por aí. Em proporção menor, claro, foi o que aconteceu com o autor de Dilma Bolada, que declarou-se “traído” por Dilma quando esta resolveu aumentar a participação do PMDB nos ministérios:
O criador do perfil Dilma Bolada, no Twitter, o publicitário Jeferson Monteiro, rompeu com a presidente Dilma Roussef nesta quarta-feira. Ele fez críticas à presidente Dilma Rousseff em sua conta pessoal no Facebook. Na rede social, Jeferson, que costumava fazer postagens favoráveis à presidente no Twitter, disse que “Dilma não precisa de seu apoio nem o de ninguém que votou nela. Afinal, para ela só importa o apoio do PMDB e de parte do empresariado para que ela se mantenha lá onde está.” Jeferson acrecentou (sic) ainda que a presidente trocou o governo pelo cargo e citou uma música famosa, gravada pela sambista Beth Carvalho: “Você pagou com traição a quem sempre lhe deu a mão.”
Não é fofo? Algum opositor mais pragmático poderá dizer: “Deixa quieto, Rodrigo, não detona o rapaz. Afinal, ele virou oposição agora também, e quanto mais gente atacar o PT, melhor para o país”. Pode até ser, mas não sou e nunca fui tão pragmático assim. Incomoda-me a falta de princípios nas pessoas. Tipo uma Marta Suplicy, depois de décadas no PT, bancar a inimiga número um de Dilma. Essas coisas, comigo, não colam. Prefiro cobrar coerência dos outros, pois a cobro de mim.
Então o rapaz dos pixulecos, que recebia até R$ 20 mil mensais para defender o governo Dilma, se sentiu traído agora? E qual o motivo mesmo? Ah, sim, Dilma concedeu mais espaço no governo ao PMDB e aos homens de Lula. Que traição imperdoável! Mas… e tudo o que foi feito antes? Então o “boladão” não se importava com o mensalão e o petrolão? Então ele não se importava com a fatia que o PMDB “diabólico” já tinha no governo? Então o estelionato eleitoral não lhe diz nada? Então a inflação de 10%, o desemprego crescente e a queda de até 3% do PIB são invisíveis?
A lista poderia continuar ad infinitum. Mas o ponto está claro: há gente que demonstra uma revolta um tanto atrasada em relação às supostas traições, não é mesmo? É, no mínimo, um efeito retardado espantoso. A menos que a traição de Dilma tenha sido parar de pagar o pixuleco. Como não busco votos, posso falar o que realmente penso: ou estamos diante de pessoas bem lentas, com dificuldade de raciocínio, ou estamos diante de pessoas que não mudaram o que pensam, apenas o senso de oportunidade (oportunismo, na verdade) em relação ao que pode ou deve acontecer.
Se Dilma afunda, então é preciso abandonar o barco. É a “ética” dos ratos no navio que naufraga, não a de seres humanos decentes que efetivamente se dão conta de um grave erro de conduta e assumem isso publicamente, para tentar se redimir do pecado. Há conversões legítimas, e há aquelas dissimuladas, falsas. Há muitos eleitores de Dilma com amnésia por aí, sumidos, envergonhados. Nem todos podem desaparecer no anonimato. Nós sabemos o que eles fizeram no verão passado. Resta, então, bancar a vítima e alegar traição. Mas Dilma e o PT já vêm traindo o Brasil há 13 anos!
Rodrigo Constantino

Alunos resolvem limpar sujeira esquerdista por conta própria na USP

Só mesmo os filhinhos de papai da esquerda caviar acham que pichar muros da faculdade é uma forma legítima de "protesto", e não um ato idiota e criminoso de quem não tem mais o que fazer.

Por: Rodrigo Constantino  
O leitor Heitor Machado me mandou a seguinte postagem que fez em sua página do Facebook:
Tenho dois grandes amigos que foram calouros na Escola Naval, sairam e decidiram ir para a USP. A faculdade tem os problemas comuns das universidades públicas brasileiras: esquerdismo doentio, masturbação intelectual, revolta transformada em vandalismo.
Tudo fruto da tragédia dos comuns, como teoricamente não tem dono, não existe a menor importância ou apreço pelo bom estado da faculdade. Para piorar ainda mais, os pagadores de impostos continuam a jogar dinheiro no ralo. O custo com pessoal na USP já ultrapassou 106% do orçamento, não falei de material, investimentos, obras, falei PESSOAL.
Cansados dessa situação, os dois amigos Marcello Crivelli e Lucas Magalhães decidiram fazê-los por eles mesmos. Compraram tinta e foram pintar a sujeira que os imundos fizeram. Solidariedade voluntária é bela e moral. E a meu ver, dói mais que porradaria nos esquerdosos pelo simples fato que é pacífica. Apesar de eu ter dito que quem não gostou, pode chamar o Lucas para a porrada, você vai entender pela foto.
A atitude dos dois é, sem dúvida, louvável. Só mesmo os filhinhos de papai da esquerda caviar acham que pichar muros da faculdade é uma forma legítima de “protesto”, e não um ato idiota e criminoso de quem não tem mais o que fazer. Sem falar, claro, do conteúdo dessas pichações: demência pura! Só dá slogan esquerdista de papagaio que não sabe pensar por conta própria, somente repetir o que o professor marxista diz em sala de aula.
Os dois rapazes ajudaram a limpar a USP da sujeira esquerdista, e estão de parabéns. Aos “progressistas” que não apreciaram o resultado, sugiro que convidem os dois para um debate. Só receio que o massacre intelectual seja ainda maior do que seria o físico…
Rodrigo Constantino

Aluno que confrontou atirador em faculdade vira herói nos EUA


Chris Mintz, veterano do exército, levou sete tiros durante o massacre em Oregon(Facebook/Reprodução)
O ex-soldado americano Chris Mintz levou sete tiros, mas sobreviveu ao ataque

02/10/2015 
Um aluno da faculdade comunitária Umpqua, onde um atirador matou nove pessoas na quinta-feira, é o novo herói da cidade de Roseburg, no estado do Oregon. O ex-soldado americano Christ Mintz, de 30 anos, confrontou o atirador que invadiu a faculdade, identificado pela imprensa americana como Chris Harper Mercer, e levou sete tiros. Mintz sobreviveu ao ataque e se recupera de uma cirurgia.
"Espero que o pessoal esteja bem", disse o herói à emissora ABC News na manhã desta sexta-feira. "Estou preocupado com os outros alunos."
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De acordo com testemunhas, o ex-militar evitou uma tragédia ainda maior. "Ele correu até a biblioteca, acionou o alarme e avisou os alunos que eles precisavam sair do prédio. Depois, ele voltou para o local onde o atirador estava", contou a aluna Hannah Miles à ABC News.
Enquanto confrontava o atirador, na tentativa de salvar os outros alunos, Mintz pediu para não ser morto, pois ontem era o aniversário de seu filho autista, de 6 anos. O atirador ignorou o apelo e baleou o ex-soldado.
Mintz levou sete tiros nas costas, no abdômen e nas mãos e teve as duas pernas quebradas. Além dos nove mortos, sete alunos ficaram feridos no tiroteio, entre eles o ex-soldado.
Cidade de heróis - Roseburg é também a terra natal de Alek Skarlatos, um dos três amigos americanos que, em agosto, ajudaram a conter o terrorista dentro do trem que fazia o trajeto entre Paris e Amsterdã. Membro da Guarda Nacional dos Estados Unidos, Skarlatos ajudou a impedir que um marroquino de 26 anos, que estava armado com um fuzil AK-47, uma pistola Luger e uma faca, abrisse fogo contra os passageiros.
Spencer Stone, Anthony Sadler e Alek Skarlatos compareceram a uma cerimônia na casa da embaixadora americana na França, Jane Hartley, no último domingo (23)
Spencer Stone, Anthony Sadler e Alek Skarlatos ajudaram a conter terrorista em trem que ia de Paris a Amesterdã, em agosto(Regis Duvignau/Reuters)
(Da redação)

Inglesa que fingiu ser homem para ter relações sexuais com outra mulher é condenada por abuso sexual

Acusada de abuso sexual pediu que parceira usasse venda nos encontros, como no filme 'Cinquenta Tons de Cinza'(VEJA.com/Reprodução)
16/09/2015 
A Justiça da Inglaterra considerou culpada de abuso sexual uma mulher que fingiu ser um homem para enganar e manter relações sexuais com uma colega na cidade de Willaston, a 18 quilômetros de Liverpool. Para encobrir a farsa, Gayle Newland, de 25 anos, pediu que a vítima usasse uma venda durante os dez encontros do casal.
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No tribunal, Gayle admitiu que não se sente à vontade sendo lésbica e, por isso, decidiu criar um perfil masculino no Facebook, com o nome Kye Fortune, para seduzir garotas. Entretanto, negou as acusações de abuso sexual. Segundo ela, a colega sabia que 'Kye' era, na verdade, uma mulher, e participava do 'teatro' pois também não aceita sua orientação sexual.
"Em todas as vezes que me encontrei com Kye Fortune, eu estava usando uma máscara. Eu estava tão desesperada para ser amada. É patético", disse a moça que entrou com a ação na Justiça.
De acordo com a a colega de Gayle, a farsa foi descoberta quando ela tirou a venda e percebeu que sua parceira usava uma prótese peniana, escondia os seios com uma atadura e cobria os longos cabelos com uma touca.
Roger Dutton, o juiz do caso, afirmou que Gayle tem "sérios problemas de personalidade". A sentença será definida em novembro, após a elaboração de avaliações psiquiátricas e possibilidade de liberdade condicional.
(Da redação)

Como um 'ménage à trois' em Yale acabou em facadas e suicídio


O estudante de Yale Tyler Carlisle(Reprodução/Facebook)
A morte do estudante Tyler Carlisle em circunstâncias 'picantes' chocou a elitista cidade universitária de New Haven, nos Estados Unidos
26/09/2015
Quando a polícia respondeu a um chamado em um apartamento, na cidade universitária de New Haven, encontrou Alexander Michaud, nu, sentado em uma cadeira com um enorme sangramento no pescoço. Uma mulher, também sem roupas, segurava um pedaço de pano contra o ferimento. Quando os policias perguntaram o que havia acontecido, a moça apontou para uma janela aberta. Oito andares abaixo, caído em um terraço, estava o corpo nu e sem vida de Tyler Carlisle.
A cena digna de um filme de suspense aconteceu no dia 26 de maio e agitou o noticiário americano, principalmente por envolver alunos de famílias ricas da prestigiada Universidade de Yale. Michaud, de 21 anos, ainda era estudante e Carlisle, da mesma idade, acabara de se formar na faculdade - onde estudou filosofia e se tornou um líder estudantil conservador - e havia se alistado no Exército. Inicialmente, a polícia se recusou a dar detalhes sobre o caso, mas, quatro meses depois, com a revelação do relatório policial sobre a investigação, as particularidades da história ficaram mais claras. De acordo com o documento, Carlisle se matou após um ménage à trois.
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Os dois amigos e uma estudante que não foi identificada estavam envolvidos na relação quando Tyler Carlisle se tornou violento por ciúmes, e esfaqueou seu colega. "Os três estavam fazendo sexo no quarto e Carlisle começou a ficar com ciúmes de Michaud e da mulher. Carlisle pegou uma faca que estava no criado-mudo ao lado da cama e esfaqueou Michaud no pescoço", diz o relatório.
Segundo o documento, o trio estava bebendo e assim que Michaud e a mulher se dirigiram à sala para tratar do ferimento e ligar para a polícia, Carlisle começou a andar agitadamente pela casa pedindo desculpas. O jovem então se sentou na beira da janela e avisou que pularia. A investigação concluiu que Michaud não viu o momento em que seu amigo caiu. Contudo, o relatório não explica o motivo exato porque o jovem se suicidou. Provavelmente, ele sabia que a polícia estava chegando e ficou com medo da prisão arruinar sua carreira no Exército.
Os dois amigos nasceram em Manchester, no Estado de Nova Hampshire, e eram ativos no Partido da Direita, o mais conservador dos sete partidos políticos da Universidade de Yale. Carlisle trabalhou na campanha para Presidência do republicano Rick Santorum em 2012 e liderou a campanha de outro candidato republicano local para o Congresso. Michaud era editor do jornal conservador da universidade. Segundo relataram colegas ao jornal americano Washington Post, os dois jovens eram inteligentes e articulados, teriam um futuro brilhante após a faculdade.
(Da redação)

Desertores do Estado Islâmico estão fartos de matar muçulmanos


Imagem divulgada pelo site jihadista Welayat Salahuddin mostra militantes do Estado Islâmico do Iraque e do Levante (EIIL) executando dezenas de iraquianos membros das forças de segurança em um local desconhecido(AFP/Welayat Salahuddin/AFP)
"Os muçulmanos estão combatendo os muçulmanos. Assad está esquecido. A jihad está de cabeça para baixo", declarou um desertor alemão
 
Cada vez mais combatentes da organização jihadista Estado Islâmico estão desertando, desiludidos com os massacres de muçulmanos, entre outras coisas, afirma um estudo publicado nesta segunda-feira. Ao menos 58 pessoas deixaram a organização e falaram publicamente sobre o tema desde janeiro de 2014, destaca um estudo do Centro de Pesquisas da Radicalização (ISCR, na sigla em inglês) do King's College de Londres.
O estudo afirma que dezessete desertaram em junho, julho e agosto, e que representam apenas "uma pequena fração" do número total, porque a maioria teme falar. O ISCR pediu aos governos que facilitem o testemunho dos desertores e não os ameacem com detenção, porque eles podem servir para dissuadir muitos outros de se unirem à organização.
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Os que falaram disseram que ficaram fartos de matar muçulmanos sunitas como eles, incluindo civis, e da incapacidade do Estado Islâmico de confrontar o regime sírio do ditador Bashar Assad. "As vozes dos desertores são claras e firmes: 'o Estado Islâmico não está protegendo muçulmanos, está matando-os", afirma o documento. "Os muçulmanos estão combatendo os muçulmanos. Assad está esquecido. A jihad está de cabeça para baixo", declarou um desertor alemão, identificado como Ebrahim B., que afirmava falar em nome de vinte jihadistas que viajaram à Síria e ficaram decepcionados.
Os líderes do Estado Islâmico consideram inimigos os outros muçulmanos que não se submetem ao seu domínio. Os desertores interrogados no documento são de dezoito países, do Oriente Médio e ocidentais. Muitos que tentaram abandonar antes deles foram executados por espiões e traidores, explicaram seus antigos colegas.
(Da redação)

Garota que matou a mãe a facadas após ver vídeos do Estado Islâmico vai para a cadeia


A adolescente Lisa Borch, de 15 anos, é condenada pelo assassinato da própria mãe(Instagram/Reprodução)
Lisa Borch ficou obcecada pelo grupo e pretendia ir à Síria lutar ao lado dos jihadistas. Ela foi condenada a 9 anos de prisão pelo crime

Uma adolescente da cidade de Kvissel, no norte da Dinamarca, que matou a própria mãe a facadas após se tornar obcecada pelo Estado Islâmico foi condenada a 9 anos de prisão. Em outubro do ano passado, Lisa Borch, então com 15 anos, passou diversas horas na internet assistindo a vídeos de decapitação do grupo extremista na companhia do namorado Bakhtiar Abulla, de 39 anos, um muçulmano radical. Logo em seguida, ela deu vinte golpes com uma faca de cozinha na mãe.
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Tina Römer Holtegaard estava dormindo quando foi atacada pela filha. Depois de assassinar a mãe, Lisa ligou para a polícia: "Ouvi minha mãe gritar, olhei pela janela e vi um homem branco fugindo. Por favor, venham, está cheio de sangue aqui". Quando os policiais chegaram, a adolescente estava vendo vídeos em seu celular e apontou a direção do quarto da mãe sem tirar os olhos do aparelho.
Jens Holtegaard, padrasto de Lisa, afirma que a garota começou a se interessar pelo grupo jihadista durante o relacionamento com o iraquiano Bakhtiar Abdulla, que ela conheceu em um centro para refugiados perto de sua casa. A jovem planejava viajar para a Síria para lutar ao lado dos extremistas do EI. "Nunca imaginei que ela pudesse fazer uma coisa dessas. Tina amava a filha e fazia tudo para ajudá-la", disse o padrasto.
Ao longo do julgamento, Lisa afirmou diversas vezes que Abdulla teria desferido os golpes que mataram a mãe. O namorado, por sua vez, alegava que a mulher já estava morta quando ele chegou ao local. Como não foi possível identificar o assassino, ambos foram condenados. Abdulla foi sentenciado a 13 anos de prisão e será deportado após cumprir a pena.
(Da redação)

O feminismo é uma estratégia comunista



(....) O feminismo é uma estratégia comunista criada com o propósito de minar a família e todas as outras instituições tradicionais de modo a que a relação primária que os indivíduos passem a ter seja com o Estado. Enquanto isto está a ser colocado em práctica, a propriedade privada, a única prova tangível de liberdade individual, torna-se uma coisa do passado. Isto é a Nova Ordem Mundial em poucas palavras. E se por acaso tens os olhos abertos, de certo que tens vindo a observar isto a acontecer durante a maior parte da tua vida.


Ao destruir o casamento, criando um fosso entre os homens e as mulheres, alienando os pais para longe dos seus filhos, dissolvendo a autoridade paterna, chegando mesmo a dissolver a própria família, as barreiras para o controle estatal de todas as pessoas são removidas. Pensem em todos os males sociais causados pelo feminismo, e depois pensem nesses males em termos duma agenda de controle autocrático de toda a população. Rapidamente irão ver que ambas são quase indistinguíveis, e que uma serve a outra de forma total.

Caluniar a masculinidade é central dentro deste plano; primeiro caluniar mas depois criminalizar. Há já muito que cunhamos o termo "Guerra entre os Géneros", mas erradamente interpretamos isto como algo contido numa luta para o controle, ou em torno da igualdade entre os homens e as mulheres. Uma vez que já sabemos que o feminismo não está de maneira alguma relacionado com a igualdade, olhemos agora para a sua verdadeira natureza.

Pensem em leis como a WAWA que só reconhece os homens como perpetradores de violência. Levem em contra que a emergência de leis em torno do "agressor primário" têm como propósito garantir que os homens, e só os homens, sejam presos por violência doméstica. Pensem em como ordens de restrição são frequentemente emitidas sem qualquer tipo de evidência ou corroboração, e como o poder de acusação das mulheres tem-se tornado uma epidemia que está a rasgar as vidas de homens inocentes.

Acham mesmo que tudo isto é porque as feministas estão a conseguir o que querem? Se por acaso acham que é assim tão simples, então por favor, leiam e ponderem sobre as implicações desta passagem de Atlas Shrugged, 1957:

"Você acham mesmo que queremos que essas leis sejam obedecidas?" disse o Dr. Ferris. "Queremos que elas sejam violadas. É melhor que você se aperceba que você não está enfrentar escuteiros. Nós estamos atrás do poder e estamos sérios nesse propósito. Não há forma de dominar homens inocentes. O único poder que o governo tem é o poder de reprimir os criminosos.

Bem, quando não há criminosos suficientes, é preciso criá-los. Declara-se tantas coisas como crime que torna-se impossível os homens viver sem violar as leis. Quem é que quer uma nação de cidadãos que obedecem a lei? Quem é que ganha alguma coisa com isso? Mas aprovem leis que não podem ser seguidas e nem aplicadas, e nem interpretadas de forma objectiva, e cria-se uma nação de infractores - e você pode lucrar com a culpa.

Esse é o sistema, senhor Reardon, esse é jogo, e mal você passe a entender isso, você passará a ser alguém com quem se pode lidar de forma mais facilitada."

Estas palavras, publicadas no ano do meu nascimento, passou a dominar e a definir o mundo em que vivemos. Acreditem em mim, eu nunca iria usar o excerto dum livro como referência se por acaso não soubesse antecipadamente que vocês podem sempre confirmá-la com a vossa observação do mundo à nossa volta. Ao destruir a autoridade dos homens, o guardião histórico da família e das vossas liberdades individuais, o Estado torna-se no suserano totalitário sem oposição.

Se por acaso ainda têm algumas dúvidas em relação às raízes Marxistas do feminismo, e do propósito de criar e explorar o ressentimento entre os sexos como forma de destruir a família tradicional, observem o cartaz da União Soviética pré-Segunda Guerra Mundial (1932) imagem da postagem.

Os Soviéticos sabiam, tal como o vosso governo de hoje sabe, que se queres domínio total sobre a população, é preciso destruir a família e transformar o governo no marido e na esposa substituta. Porque se retirares dos homens o seu estatuto social, a sua dignidade, e a sua autoridade na família, a única coisa pela qual ele irá lutar é o seu ordenado, alguns benefícios e um nacionalismo mal-canalizado.

Ele nunca mais irá colocar em causa o governo sob o qual ele vive, independentemente do quão tirânico e opressor ele seja, visto que ele não tem nada de significativo para proteger. E os homens, apesar difusas mentiras culturais dos nossos dias, estão programados para nunca se queixarem em seu favor, e muito menos para lutar em grupo em favor próprio.

Claro que muitas pessoas, incluído muitos activistas em favor dos direitos dos homens [MRAs], nunca se aperceberam que o feminismo é muito mais que apenas uma ideologia anti-homem a operar sob a máscara da igualdade de género. E uma só fotografia, embora possa valer mil palavras não dirá toda a história.

Como forma de passarem a estar mais cientes da história, sugiro que comecem visitando esta série de ensaios feitos por Carey Roberts, e lendo através dos links que lá se encontram para verem para onde eles vos levam. Tudo isto é um buraco de coelho bastante profundo.

No Ocidente fomos cegados em relação à verdadeira natureza desta gigantesca mudança social através do consumismo ilimitado e frívolo, do politicamente correcto, e através da erosão intencional do sistema de educação. As crianças, começando na escola primária até a escola secundária, são dissuadidas de terem pensamento crítico, sendo ao mesmo tempo pressionadas para se conformarem à pedagogia Marxista Feminista.

É um arranjo perfeito participar num sistema de ensino superior que está essencialmente virado para a indoutrinação. E não é coincidência que a indoutrinação que se encontra tão desenfreada nos antros modernos do mundo académico Ocidental seja também ela um artefacto da dominante ideologia feminista. O comum licenciado actual termina o seu curso, especialmente se tiver estudado artes ou Ciências Humanas, convencido que os homens são inerentemente maus, e que as mulheres encontram-se oprimidas, apesar das evidências irrefutáveis de que ambas as declarações são falsas.

Todas as vozes da oposição foram eliminadas. Ao colocarem um vestido e um batom no Marxismo, os engenheiros sociais que estão a avançar com a sua agenda foram capazes de depender do cavalheirismo e de outros aspectos da masculinidade tradicional para sua protecção. É de facto surpreendente. Eles usam as pessoas que estão a ser atacadas de modo mais violento para proteger as pessoas que estão a lançar os ataques.

Dito de forma franca, isto é bastante engenhoso. E enquanto isto acontece, noutros níveis do espectro social eles manobraram-se para posições ainda mais protegidas ao popularizarem a acusação de discurso de ódio misógino contra qualquer pessoa que levante algum tipo de oposição. Sim, muito engenhoso!

Mas o propósito do A Voice for Men não é lutar contra isso e o motivo é bem simples: é tarde demais. A Guerra entre os Géneros acabou e os Marxistas venceram. Quer tu vivas nos EUA, no Reino Unido, no Canadá, na Austrália, na Nova Zelândia ou em qualquer outra parte do mundo ocidental, não irás ter qualquer alívio, ou qualquer solução nas tuas cabines de votação, ou junto das pessoas que ocupam os lugares parlamentares.

Todos eles, independentemente do seu partido ou da sua aclamada plataforma, estão associados a esta nova ideologia. Toda a legislação que realmente importa, aquela que coloca os homens a trabalhar para as mulheres, sendo ambos dependentes do Estado, terá o apoio dos poderes dominantes, independentemente de quem quer que eles sejam.

Embora eu saiba que tu podes ser um dos homens que não quer ouvir isto, é importante dizer que isto não é culpa das mulheres. Também elas foram enganadas, e antes de tudo ter acabado, mas depois de já ser tarde demais, a maioria delas acabará escravizada pela mesma ideologia que lhes prometeu liberdade e independência. Quase todas elas acabarão por ter empregos de baixa remuneração, marginalmente subsidiadas pelo rendimento confiscado aos homens. Elas irão descobrir que o governo-como-marido e a fria vida de escravidão pouco acima da linha da pobreza é o único resultado da "emancipação" prometida. E diga-se de passagem, isto já está a acontecer.

Mas os igualmente empobrecidos e desprivilegiados homens encontrar-se-ão incapazes e pouco dispostos a prestar-lhes algum tipo de ajuda. A única coisa que resta aos homens é a sua própria sobrevivência. Os homens é que são os burros de carga e os servos contratados desta nova ordem mundial, e a sua resposta não é ir para a guerra contra o Marxismo, o que certamente resultará no fim das suas vidas. A sua resposta é bastante simples: abandonar qualquer noção de compromisso em relação às mulheres, ou vulnerabilidade para com elas.

A triste realidade é que as mulheres passaram a ser a arma preferida que o governo está a usar para dominar e controlar as vidas dos homens; para roubar as suas posses e rendimentos; para os forçar, em número cada vez maior, a render os seus bens e viver com subsistência mínima, e a colocá-los na prisão ou matá-los se eles se recusarem a agir como o governo quer.

E a única resposta apropriada, para os poucos que podem agir assim, é desenvolver uma cultura não-organizada de homens que se encontra focada em sobreviver, e, na medida do possível, prosperar dentro deste sistema corrupto, partilhando essa informação com outros homens. Para levar isto a cabo, é preciso que a primeira prioridade dos homens seja passar a ter uma visão radicalmente diferente das mulheres.

Será uma pequena cultura de homens que será capaz de fazer isso, visto que a maior parte dos homens simplesmente não consegue pensar para além da sua programação sexual. Mas 25 porcento de mil milhões é um número respeitável. Independentemente do tamanho que a comunidade venha a ter, a nossa corda salva-vidas, enquanto ainda a tivermos, é a internet. É a única forma através da qual a maior parte de nós entrará em contacto com os outros. (...)


sábado, 3 de outubro de 2015

Filme 400 contra 1 Uma História do Crime Organizado


Descoberta de conta de Lula no exterior confirma relato de Marcos Valério. Quando o Brahma será preso?


Por: Felipe Moura Brasil  
A Polícia Federal descobriu uma conta associada a Lula no exterior.
Segundo a Época, ela é identificada pelo número 01-00685-000, no banco francês Crédit Lyonnais, atual Crédit Agricole.
Essa conta foi especificamente citada em setembro de 2012 por Marcos Valério, quando ele falou ao Ministério Público Federal sobre contas no exterior destinadas a saldar dívidas da campanha eleitoral de Lula naquele ano.
Segundo o publicitário mineiro condenado a 37 anos de cadeia pelo mensalão, a conta do Crédit “movimentou 7 milhões de reais e envolvia o próprio Lula, Antonio Palocci e Miguel Horta e Costa, da Portugal Telecom”.
A partir da denúncia, a PF instaurou o inquérito sigiloso 0431/2013 e, em investigação conjunta com autoridades internacionais, descobriu que a conta efetivamente existe.
Naquele depoimento, Marcos Valério também disse que o PT desviou 6 milhões de reais da Petrobras para calar a boca de um empresário que ameaçava contar a participação de Lula, José Dirceu e Gilberto Carvalho no assassinato do prefeito de Santo André, Celso Daniel.
A CPI da Petrobras, segundo a VEJA, quer convocar Marcos Valério para depor (e, quem sabe, esclarecer o quanto apanhou na prisão). Eu já separei a pipoca.
Quando o Brahma será preso?

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