sábado, 31 de março de 2012

NEGÓCIO/ECONOMIA - Babá de luxo, brasileira é disputada por celebridades nos Estados Unidos

Zenaide Muneton é uma das babás mais bem pagas de NY, diz agência.
Ela recebe salários equivalentes a mais de R$ 27 mil por mês.

31/03/2012 07h09- Atualizado em 31/03/2012 07h41
Daniel BuarqueDo G1, em São Paulo

A paulistana Zenaide Muneton passou a última semana sendo entrevistada por celebridades e famílias milionárias dos Estados Unidos. Durante o processo de seleção para trabalhar como babá dos filhos de algumas das pessoas mais ricas e famosas do país, é ela quem vai definir quem vai contratá-la. Mesmo assim, há uma forte disputa pela chance de pagar a ela um salário equivalente a mais de R$ 27 mil por mês por seus serviços.
A babá brasileira Zenaide Muneton, com duas crianças de quem cuidava em Nova York (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)
A babá brasileira Zenaide Muneton, com duas crianças de quem cuidava em Nova York (Foto: Reprodução/Arquivo pessoal)
“Quero encontrar uma família legal, com ótimas crianças e com quem possa viajar”, disse Zenaide em entrevista ao G1, por telefone, em meio ao processo de “seleção” do seu próximo empregador. “Sou eu que escolho com quem vou trabalhar, e já falei com um monte de gente conhecida”, disse.

A pedido do G1, brasileira que é babá de luxo nos EUA dá dicas para babás e pais que querem contratar babás
Dicas para babásDicas para pais que querem contratar babás
Falar bem o idioma do país (inglês no caso dos EUA)Observar as referências das candidatas
Ser pacienteAvaliar histórico policial da babá
Gostar de crianças e saber lidar com elasDescobrir histórico da babá no Detran para saber se já foi multada dirigindo
Ter flexibilidade e disponibilidade para viajarTer formação universitária é bom
Ter sempre uma mala pronta com brinquedos, lanches e roupas para as criançasAvaliar a experiência profissional da babá
Saber ler historinhasTer cuidado e prestar atenção durante entrevista
Saber nadarAvaliar todos os documentos
O relato dela é confirmado por Seth Greenberg, vice-presidente da agência Pavillion, que é referência em encontrar empregados para as famílias mais ricas de Nova York e que representa Zenaide. “Desde que a conheci, percebi que ela tinha potencial de ser uma das melhores babás de todos os tempos”, disse Greenberg ao G1. Segundo ele, Zenaide é uma das babás mais bem pagas dos Estados Unidos, chegando a cobrar mais de US$ 180 mil por ano (o equivalente a R$ 27 mil por mês), mais benefícios.
O diferencial dela, dizem Greenberg e a própria babá, é a identificação com as crianças. "Elas a adoram, ficam encantadas por ela", disse o agente. Segundo a babá, as principais características de uma boa babá nos EUA devem ser inglês perfeito, paciência, gostar e ser boa com crianças, flexibilidade para viajar e mudar planos, saber ler historinhas, saber nadar e ter sempre uma mala pronta com brinquedos, remédios e comidas para as crianças. Ela recomenda ainda que os pais que procuram babás prestem atenção à experiência e às referências das babás entrevistadas, que busquem documentos e históricos policiais da candidata e que prefira babás com formação universitária em áreas que ajudem a entender as crianças.
A brasileira foi a principal entrevistada de uma reportagem publicada nesta semana pelo “New York Times” e pela rádio NPR a respeito dos altos valores pagos por babás de filhos dos moradores mais ricos de Nova York. Segundo as publicações, o mercado de babás de luxo não foi afetado pela crise econômica nos EUA, e as famílias pagam entre US$ 50 mil e US$ 200 mil (equivalente a salários mensais de R$ 7,5 mil e R$ 30 mil) por uma funcionária qualificada, experiente e com boas referências. “Há uma demanda imensa por empregados com aptidão e experiência. Quando somos procurados por babás com experiência e referências, é fácil encontrar emprego para elas”, disse Greenberg. Em São Paulo, o salário médio de uma babá é de R$ 1.300 por mês, segundo agências da cidade, quase um sexto do salário mais baixo pago às babás da agência americana.
Há uma demanda imensa por empregados com aptidão e experiência. Quando somos procurados por babás com experiência e referências, é fácil encontrar emprego para elas"
Seth Greenberg, vice-presidente da Pavillion
Para quem Zenaide já trabalhou
1 - Apresentador de programa noturno da TV dos Estados Unidos
2 - Ator de um dos filmes mais assistidos de 2004, sobre uma guerra no atual território da Turquia
3 - Casal de atores em que o marido atuou em uma das séries mais populares de mistério e ficção científica da TV.
4 - Diretor de uma das maiores franquias de filmes de fantasia da última década
Babá de celebridades
Zenaide ficou disponível para ser contratada recentemente, depois de trabalhar por seis anos cuidando dos filhos de um dos principais apresentadores de programas noturnos da TV norte-americana. “Não posso falar o nome dos meus empregadores, pois são pessoas que não querem ter a intimidade exposta”, diz, permitindo apenas pequenas dicas sobre seu currículo.Após duas décadas nos EUA, ela teve a experiência de trabalhar com cineastas australianos, de cuidar dos filhos do ator de uma das séries de mistério e ficção científica mais populares de todos os tempos (sempre que ele ia “buscar a verdade lá fora”). Trabalhou ainda com a família do protagonista de um dos filmes de maior bilheteria de 2004, sobre uma famosa guerra travada na antiguidade no território atual da Turquia.
Além de conviver com as celebridades e suas famílias, Zenaide trabalha em um sistema de dedicação total a seus empregadores, o que faz com que ela viaje pelo mundo, conheça outras pessoas do mundo do entretenimento e visite locações de filmagens junto com os atores com quem trabalha. Isso tudo, ela diz, sem que ela ao menos assista TV com frequência. “Nem conhecia o pessoal com quem ia trabalhar antes de ser contratada”, diz.
Zenaide diz ainda que as celebridades com quem trabalha são totalmente "pés no chão", sem afetações e sempre muito ligadas a seus filhos. Uma atriz que a contratou na Califórnia, ela conta, chegou a parar de trabalhar por um tempo para poder se dedicar totalmente a cuidar dos filhos (o que fez com que Zenaide fosse dispensada).
Em vez de prestar atenção na fama dos empregadores, Zenaide diz que se preocupa mesmo é com as crianças de que vai cuidar. “Adoro ser ‘nanny’ (babá). É um trabalho muito bacana e eu adoro crianças e sua sinceridade”, disse. Aos 49 anos, casada e sem filhos, ela diz que se acostumou a esta vida e que gosta muito dela, diz, sem ter planos de parar de trabalhar.
Começo difícil
Apesar de estar no topo da lista de babás mais bem pagas, Zenaide conta que o início na profissão não foi algo planejado ou fácil. "Eu nunca tinha pensado em ser babá, nem planejava ir embora do Brasil”, contou. "No começo foi muito difícil conseguir trabalho como babá porque eu não tinha experiência nem referência de empregos anteriores. Tive muita dificuldade em encontrar meu primeiro trabalho", disse.
Segundo Greenberg, da agência de empregos, é muito difícil encontrar uma colocação para uma babá sem experiência, e as referências anteriores são essenciais para “valorizar” o salário da profissional. A agência Pavillion recebe “milhares” de ofertas de babás procurando famílias e faz uma seleção das que vai representar, ele explicou. “Temos muito cuidado, pois apresentamos as babás às famílias e somos responsáveis por esta indicação”, disse. Segundo comparação feita na reportagem publicada na NPR, a seleção da Pavillion é mais rigorosa de que a feita para entrar na Universidade Harvard.
Zenaide viajou pela primeira vez aos Estados Unidos em 1990, a passeio, e acabou não voltando mais. O primeiro emprego dela como babá, na Carolina do Sul, apareceu por indicação de uma americana que trabalhava com a família e que Zenaide conheceu no Brasil. Foi esta americana que, depois do confisco das cadernetas de poupança pelo governo de Fernando Collor, recomendou que ela ficasse nos Estados Unidos e “nunca mais colocasse o dinheiro no Brasil”.
Começou ganhando US$ 100 por semana. Depois de um ano, seguiu para uma temporada de seis meses trabalhando na Áustria, e voltou aos EUA para procurar trabalho na Califórnia, "onde sabia que as babás ganhavam bem", conta. Foi quando procurou uma agência de empregos pela primeira vez, e conseguiu ser contratada.

Pobreza e riqueza
Filha de um casal de pernambucanos - seu pai era guarda noturno no Edifício Itália, no Centro de São Paulo, e sua mãe merendeira – Zenaide é a mais nova de seis irmãos e cresceu em uma família em que faltava dinheiro. "Fui criada numa vida simples. A gente era pobre, eu não tinha dinheiro nem para um pão doce, mas não chegava a faltar nada em casa", conta.
Quando tinha seis anos, sua irmã ganhou um curso de inglês. "Eram LPs com aulas que ensinavam a falar o idioma", contou. Sua irmã nunca tocou na coleção, mas Zenaide achou interessante, começou a ouvir repetidas vezes até decorar algumas lições, que recita até hoje. "Quando comecei a estudar inglês na escola, abri a boca e a professora quase caiu de susto. Sempre me dei muito bem com o idioma", diz. Este contato com a língua inglesa fez com que ela conseguisse ser promovida em seu emprego em uma multinacional, permitindo que ela juntasse dinheiro suficiente para viajar a passeio para os EUA, em 1990.

Depois de se estabelecer na Califórnia trabalhando como babá e ganhando pouco, Zenaide conseguiu, através de um anúncio no jornal, mudar de emprego e passou a ganhar US$ 650 por semana. Foi quando conseguiu guardar uma parte do dinheiro, e diz que a primeira coisa que fez com o acumulado foi comprar uma casa para sua mãe. "Comprei um sobrado para ela em São Paulo por US$ 20 mil. Hoje a casa vale R$ 340 mil", disse.

Dali por diante foi vendo sua situação financeira melhorar. Foi contratada por um casal de cineastas, que passaram a pagar US$ 20 por hora trabalhada (resultando em mais de US$ 1 mil por semana). Fez outros trabalhos mais esporádicos e, na primeira metade da década de 2000, já ganhava US$ 85 mil por ano (cerca de R$ 13 mil por mês), até que se mudou para Nova York e passou ao salário de US$ 180 mil por ano.

Além de comprar a casa em que a mãe vive em São Paulo até hoje, Zenaide conta que já ajudou muito os irmãos. Ela também investiu em imóveis próprios nos Estados Unidos e no Brasil. Ela agora escolhe com que família vai trabalhar nos próximos anos, e depois não pretende parar, mas diz que seu objetivo principal é fugir dos invernos. “Quero sempre viajar para onde estiver fazendo calor.”

Clube das babás de elite
Por Adam Davidson, The New York Times News Service/Syndicate
MSN
Zenaide Muneton demorou só 20 segundos para me convencer de que ela era a babá perfeita. Com o cabelo escuro e curto e um sorriso divertido e radiante, ela sabe como deixar tudo mais divertido para as crianças. Hora de escovar os dentes? Ela sacode os braços e faz uma espécie de "dança da escovação". Hora do banho? Ela leva os braços para cima e para baixo, marchando até a banheira. Depois de dizer a ela que eu adoraria contratá-la, ela sorriu e me agradeceu.
E então ambos rimos, porque eu jamais seria capaz de pagá-la. Sendo uma das babás de elite da cidade de Nova York, Muneton ganha cerca de 180.000 dólares por ano - mais um bônus de Natal e um apartamento de 3.000 dólares mensais no Central Park West. Eu deveria ser a babá dela!
Comecei a pesquisar essa microeconomia bizarra pouco depois que minha mulher e eu começamos a procurar alguém para tomar conta do nosso filho algumas horas por semana. Nos encontramos com várias candidatas, todas com ótimas referências e que pareciam à vontade com o menino. Ainda assim, não sabíamos como julgá-las. Deveríamos contratar a que pareceu mais divertida? A mais experiente? Alguém com inglês nativo ou alguém que pudesse ensinar-lhe outra língua? Alguém com diploma? Com mestrado?
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Não tínhamos ideia. Então comecei a imaginar se os preços seriam uma informação valiosa no mercado de babás. Todas as candidatas com quem conversamos cobravam entre 15 e 18 dólares por hora, o que, embora muito comum no nosso bairro do Brooklyn, pareceu um bom negócio depois de descobrir que outras babás cobrariam mais que o dobro dessa taxa. Meu filho sofreria nas mãos de uma babá "média"?
Esse medo me levou à Pavillion Agency, empresa especializada em encontrar empregados domésticos para a elite de Nova York. A Pavillion me apresentou a Muneton, de 49 anos, que cresceu numa família bem pobre em São Paulo. Em 1990, ela fez amizade com uma jovem americana que havia se mudado para o Brasil. Quando Muneton a convidou para visitar a casa de sua família, a jovem viu a facilidade com que ela cuidava das crianças e sugeriu que ela se mudasse para os EUA e virasse babá. Em poucos meses, Muneton já estava cuidado das crianças de uma família rica na Carolina do Sul, cobrando apenas 100 dólares por semana.
MSN
Quando Muneton começou a trabalhar para a Pavillion em 2002, ela conseguiu aumentar seu salário para 85.000 dólares por ano. Conforme ela juntava recomendações, ela aumentava seu preço. Ela acabou trabalhando para algumas das pessoas mais ricas do mundo, a quem acompanhou, em jatinhos particulares, aos resorts mais exclusivos. "Hoje", ela diz, "não há mais gente pobre na minha família". Muneton comprou uma boa casa para a mãe, um apartamento para a irmã e um táxi para cada um de seus irmãos. Ela também é proprietária de uma casa de praia no Brasil, uma cobertura em Miami e dois imóveis (um prédio de 6 unidades e um duplex) em Los Angeles.
Como uma babá ganha mais do que um pediatra médio? A resposta simples é trabalho duro - além de um estranho mercado vendedor que segue alguns princípios econômicos peculiares. A vida de uma típica babá cara (quase sempre são mulheres) efetivamente gira em torno da família para a qual ela trabalha. Segundo Cliff Greenhouse, presidente da Pavillion, esse tipo de comprometimento está embutido no preço. Muitos clientes estão pagando pelo privilégio de não terem que se preocupar com o cuidado dos filhos, o que significa nunca ter que se preocupar se sua babá tem planos. O que, claro, ela quase nunca pode ter.
MSN
E, infelizmente, ao que parece não há babás "boas" o suficiente sempre à disposição para uma emergência. Especialmente já que as exigências de uma família rica podem ser bem específicas. De acordo com o presidente da Pavillion, Seth Norman Greenberg, uma babá pode cobrar mais pelo serviço se falar francês fluentemente (ou, cada vez mais, mandarim), souber preparar uma refeição sofisticada, ou montar, lavar e tosar um cavalo. Greenberg também já conheceu famílias que apreciavam babás que conseguissem pilotar um barco de 32 pés, ajudassem a gerenciar um acervo de artes, ou ainda, em um caso, uma que dirigisse um Zamboni para limpar uma pista de gelo particular.
E, por fim, há a ascensão social. "Muitas famílias, especialmente os novos ricos, se preocupam em ver seus filhos se aproximarem de crianças abastadas", relata Greenhouse. "Como elas fazem isso? Elas acham uma babá estrela que já tenha muitos contatos, muitas amigas babás que trabalham com famílias de alto nível". Há as inatingíveis também. "Estou trabalhando com uma babá caribenha agora", diz Greenhouse. "Ela é linda de morrer. Sua aparência é tão boa que você sente orgulho em tê-la ao lado de seus filhos, nos eventos mais sofisticados."
Minha esposa e eu não ligamos para nada disso. Mas fica difícil não imaginar se as babás que estão cobrando duas vezes mais por hora do que as que estamos contratando são também duas vezes melhores. As babás podem ser avaliadas do mesmo modo que os artigos que os economistas chamam de "bens de experiência" - como o vinho, cujo valor só pode ser determinado depois de experimentá-lo. Tratando-se de bens de experiência, os preços podem ajudar na hora de rejeitar ofertas abaixo de um valor mínimo. Afinal de contas, uma garrafa de vinho de 3 dólares e uma babá de 5 dólares a hora parecem bastante suspeitos.
MSN
Mas o preço é inútil - ou pior, ilusório - na diferenciação entre as opções adequadas. Muitas vezes já pressupus que uma garrafa de vinho de 40 dólares fosse duas vezes melhor que uma de 20, embora a Associação Americana de Economistas de Vinho já tenha provado que o preço do vinho não tem nenhuma influência no prazer em apreciá-lo. Quando os leigos compram uma garrafa cara, estão agindo como pais de primeira viagem contratando uma babá: Estão basicamente pagando pela falsa sensação de segurança. Ou querendo impressionar alguém.
Na verdade, os preços das babás podem ser ainda mais ilusórios que o mercado de vinho. Elas também podem ser consideradas "bens de credibilidade", um termo econômico para algo - seja um frasco de vitaminas ou um sintonizador automático - cujo valor real não pode ser determinado. É mais fácil que você pague mais por um bem de credibilidade, na esperança de que o preço alto aumente a probabilidade de um benefício.
Então, se a economia não consegue definir um preço para a hora das babás, quem o fará? Jeanne Brooks-Gun, diretora do Centro Nacional para Crianças e Famílias da Universidade de Columbia, me assegurou de que os acadêmicos, grosso modo, não fazem ideia do impacto que uma babá exerce numa criança. Não houve nenhum tipo de estudo sério sobre a qualidade das babás, pois seria quase impossível obter permissão das babás (geralmente pagas "por fora") ou de seus empregadores. Além disso, a maioria das pesquisas é dedicada a crianças de risco ou deficientes; e os filhos das pessoas que têm dinheiro suficiente para contratar essas babás geralmente não fazem parte desse grupo.
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Brooks-Gunn, contudo, tinha algumas dicas para quais podem ser as características de uma boa babá. A mais importante é o grau de sensibilidade para com os interesses e o humor da criança. Brooks-Gunn disse que ao escolher uma babá, ela simplesmente entregou seu filho nas mãos das entrevistadas e escolheu aquela que reagiu com mais sensibilidade.
Depois da nossa conversa, falei com uma de suas alunas da pós-graduação, Erin Bumgarner, que faz bicos de meio período como babá por 17 dólares a hora - mesma quantia que os pais de Park Slope pagam às babás estrangeiras e sem formação acadêmica. Eu não pude pensar em nenhuma outra área em que pessoas com graus de escolaridade tão distintos pudessem ganhar a mesma quantia. Mas Bumgarner me disse que isso faz sentido. Ela está disposta a trabalhar apenas para os pais de quem ela gosta - ela já saiu de um serviço bem remunerado por isso - e que permitam que ela se foque nos estudos. O valor disso também está no preço. Mesmo que custe a ela um apartamento em West Central Park.
(Adam Davidson é cofundador do blog e podcast Planet Money, da National Public Radio.)
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Uma fantástica produção da agência Y&R! O vídeo é uma campanha para doação de órgãos!
Aplausos de pé para os autores deste belíssimo comercial, que além de criativos, tiveram uma admirável sensibilidade! Ligue o som, prepare o lenço e confira! =)




Gordon B. Hinckley conta uma antiga história que seu pai contou a ele de dois garotos que transformaram um dia comum de brincadeiras em algo para ser lembrado para o resto da vida. É impossível assistir sem se emocionar.




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Presente de páscoa (aqui)
ECONOMIA/NEGÓCIO - Para super ricos, SP deve se tornar 8ª mais cidade mais importante do mundo


Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 30/3/2012 17:37

SÃO PAULO - O Brasil é um país para se ficar de olho, pois nos próximos 10 anos sua principal cidade, São Paulo, passará da 18a posição para a 8a posição na lista das cidades mais importantes do planeta, pelo menos na opinião dos investidores super ricos, com fortuna acima de US$ 100 milhões. A projeção consta no “The Wealth Report 2012”, pesquisa realizada pela consultoria Knight Frank e pelo Citi Private Bank, divulgado na última quinta-feira (29).

Mudanças de cunho econômico, estrutural e social poderão levar o mundo a uma nova organização. As mudanças geram dúvidas se as cidades tradicionalmente posicionadas como as mais importantes do mundo, como Londres (Inglaterra) e Nova York (EUA), conseguirão manter suas posições, com o crescimento da importância de cidades de países emergentes, como Pequim e Shangai, ambas localizadas na China.


São Paulo
Mas as coisas não mudarão tão cedo. Para este ano, boa parte dos entrevistados ainda acredita que Londres reinará absoluta na primeira posição. Os entrevistados da América Latina, porém, acreditam que a liderança ficará com Nova York, seguida de Miami. Para eles, Londres ficará na terceira posição.

No geral, os participantes da pesquisa apontatam como as dez cidades mais importantes no mundo atualmente: Londres (Inglaterra), Nova York (EUA), Hong Kong (China), Paris (França), Singapura (Singapura), Miami (EUA), Genebra (Suíça), Shangai (China), Pequim (China) e Berlim (Alemanha), nesta ordem.

Em 10 anos, porém, os entrevistados acreditam que a ordem será a seguinte: Londres, Nova York, Pequim, Shangai, Singapura, Hong Kong, Paris, São Paulo (Brasil), Genebra e Berlim.

São Paulo, portanto, passa da 18ª posição para a 8ª em 10 anos, sendo o sétimo País a apresentar a maior velocidade de crescimento. Os entrevistados levam em consideração diversos elementos como segurança, abertura econômica e estabilidade social e política, por exemplo.

A pesquisa ainda pontua que as principais cidades brasileiras são Rio de Janeiro, São Paulo e Brasília e que a nossa política econômica será a base para o crescimento do País. Além disso, observa o estudo, o banco de desenvolvimento brasileiro é mais rico do que o banco mundial.


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IMÓVEIS: Você sabe como é composta a taxa do seu condomínio?


Por InfoMoney, InfoMoney, Atualizado: 30/03/2012 13:24

SÃO PAULO – A maioria dos condôminos têm uma visão de que a taxa de condomínio é uma obrigação para contribuir com a manutenção do prédio.
Essa visão não está incorreta, mas você realmente sabe o que compõe esta taxa de condomínio?
Segundo o vice-presidente da Aabic (Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo), Fábio Kurbhi, a taxa do condomínio é formada por dois componentes: as despesas ordinárias e as despesas extraordinárias.
As despesas ordinárias englobam custos com manutenção do empreendimento, como luz e água das áreas comuns, contratos de manutenção de elevador e bombas, seguros e mão de obra, entre elas, zelador e porteiro.
Despesas extraordinárias
Podem ser classificados como despesas extraordinárias os gastos com reforma, como repaginação da fachada ou implementação de algum serviço.
No entanto, estes custos são temporários e só podem ser cobrados mediante uma apresentação prévia do orçamento das empresas que irão realizar o serviço e a aprovação dos condôminos.
Prestação de contas
As administradores devem fazer uma prestação de contas mensal, com o objetivo de esclarecer para os condôminos o uso da verba arrecadada para a manutenção do edifício.
Kurbhi ressalta que é de extrema importância que os condôminos participem das assembleias, para entender os devidos custos do condomínio.
Atualmente, a Lei 4591 do Código Civil regulamenta as relações entre condôminos, síndicos e a administradora.


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POLÍCIA/JUSTIÇA Preso acusado de roubo ao BC em Fortaleza
 

Por MARCELO PORTELA, estadao.com.br, Atualizado: 30/03/2012 20:02
Um dos acusados de envolvimento no furto ao Banco Central (BC) em Fortaleza (CE), de onde foram levados R$ 164 milhões - o maior já registrado no País -, foi preso pela Polícia Civil mineira. Rubens Ramalho de Araújo, o Rubão, de 44 anos, estaria planejando novo assalto em Uberaba, no Triângulo Mineiro, e foi localizado em Palmas (TO), após buscas em Minas Gerais e Goiás.
O furto ao Banco Central ocorreu em 2005, quando a quadrilha alugou uma casa vizinha e escavou um túnel até o cofre e fugiu com o dinheiro. Mais de 100 pessoas foram presas acusadas de envolvimento com o crime. Um deles foi Rubão, que chegou a ficar preso no Instituto Penal Paulo Sarasate (IPPS), em Fortaleza, mas escapou em 2008 ao render cinco policiais enquanto era conduzido para prestar um depoimento. Em 2011, ele foi preso no Piauí, mas escapou novamente.
Segundo a polícia, ele ficou com uma parte 'pequena' do furto ao BC, porque teria se recusado a passar pelo túnel por causa de uma fobia. No entanto, a 'pequena' parte, de R$ 5 milhões, foi suficiente para que ele adquirisse veículos, prédios e fazendas em Tocantins e Piauí. Mesmo assim, ele não abandonou o crime e, em Minas, é acusado de envolvimento em assaltos a bancos e carros-fortes.
A maioria dos crimes foi cometida em cidades do interior, onde a quadrilha chegava, rendia todos os policiais e só libertava os reféns já no caminho de fuga. Além de Minas, a tática foi usada em diferentes Estados, principalmente do Nordeste. Em um dos assaltos a um carro-forte em Ipatinga, no Vale do Aço mineiro, dois seguranças foram mortos.
Atualmente, há 19 mandados de prisão em aberto contra Rubão, que é natural da Paraíba. Três destes mandados são da Justiça mineira e os demais expedidos em outros sete Estados - São Paulo, Paraíba, Piauí, Mato Grosso, Maranhão, Bahia e Ceará. Ele usava documentos falsos com o nome de João Batista de Araújo e foi preso na quarta-feira, por agentes da Delegacia Especializada de Repressão a Organizações Criminosas (Deroc) da Polícia Civil mineira.
A movimentação da quadrilha era monitorada há cerca de um ano, até que a localização de Rubão foi confirmada. Temendo que ele fosse novamente resgatado por comparsas - ainda procurados -, os policiais embarcaram em um avião com destino a Goiás e depois seguiram para Minas assim que o suspeito foi encontrado. Ele foi encaminhado para a Penitenciária Nelson Hungria, em Contagem, na região metropolitana de Belo Horizonte.

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JUSTIÇA - Juiz do TJ-SP pede divulgação de nomes de quem recebeu pagamento antecipado
Por Fausto Macedo, de O Estado de S. Paulo, estadao.com.br, Atualizado: 30/03/2012 22:30

Juiz do TJ-SP pede divulgação de nomes de quem recebeu pagamento antecipado
"Desembargador enviou e-mail ao presidente da corte, Ivan Sartori"
SÃO PAULO - Aos 68 anos, desde 1975 a toga é sua vida. Caetano Lagrasta Neto é um homem angustiado. Nos arredores da Sé, no 18.º andar, o desembargador contempla o retrato dos filhos e netos, sobre o armário do gabinete no Tribunal de Justiça de São Paulo. 'É um final de carreira melancólico o meu, apontado na rua, no clube, em família.'
Apontado, ele diz, como um dos milionários da corte, aquinhoado com pagamento antecipado de grande soma, o que não é verdade. A infâmia o desconforta, por isso clama pela publicação da lista dos bem-pagos. 'Escuto toda hora: 'Você recebeu?' Eu nem falo mais que sou desembargador.'
Caetano Lagrasta Neto é uma tradição na maior corte do País. Sua palavra, atestam os pares, tem o peso de uma sentença. 'Amanhã meus netos vão comentar: 'Olha o que aconteceu no tribunal e o nosso avô estava lá'. Eu não queria isso. Depois de uma vida inteira sem uma única reclamação, uma vida limpa, é este o prêmio que recebo.'
São 211 os juízes e desembargadores que receberam pagamentos antecipados. Não significa que tenham praticado conduta ilícita ou desfalcado o erário, já que o dinheiro era devido por férias e licenças-prêmio não tiradas no tempo certo.
São 29 os que embolsaram acima de R$ 100 mil e estão sob investigação. Dois ex-presidentes - Roberto Vallim Bellocchi e Antonio Carlos Vianna Santos - somam R$ 2,65 milhões. O dinheiro foi pago durante suas próprias gestões. Outros três, que integravam a Comissão de Orçamento e Finanças, ganharam mais de R$ 600 mil cada. A corte sangra, dia após dia. Será assim até o Órgão Especial decidir o que fazer: punição ou gaveta.
Mensagem. Lagrasta, da 8.ª Câmara de Direito Privado, não está em lista nenhuma. Nem ele nem outros desembargadores que também vivem dias de aflição e o apoiam na cruzada para a corte tornar público o rol de magistrados que podem ter violado o princípio da impessoalidade.
Não é de hoje que Lagrasta defende a divulgação dos nomes protegidos pelo manto do sigilo e do corporativismo. Em 21 de dezembro, ele enviou e-mail ao atual presidente, Ivan Sartori, de quem é amigo. 'Prezado Ivan. Este segredo de polichinelo prejudica a todos, colocando-nos sob suspeita, ao mesmo tempo em que preserva os que se aproveitaram da amizade ou do conluio para desobedecer a preceitos legais.'
Ele retomou a pauta em fevereiro, quando o TJ informou que não eram 29 os beneficiários, mas 300. Enviou novo e-mail, agora para o Conselho Superior da Magistratura. 'Quer parecer o lançamento de uma cortina de fumaça, capaz de confundir a verdade e o tamanho da afronta cometida', escreveu. 'Qual a origem desses 300? Uma coisa é receber o que a administração disponibiliza ou disponibilizou em holerite, sem que ninguém tivesse requerido. Outra, bem diferente, é requerer a si próprio, como membro da cúpula ou da Comissão de Vencimentos, e a si próprio deferir.'
Em 8 de março, Sartori comunicou a Lagrasta e a toda a classe que o Conselho Superior indeferiu pedido de divulgação dos nomes que receberam 'antecipações excepcionais de créditos devidos, por estar a matéria pendente de decisão do Órgão Especial, respeitado o princípio da presunção de inocência'. Lagrasta defende a cautela do presidente. 'Se o Ivan (Sartori) fosse impulsivo, teria mostrado a lista. Por que crucificar o presidente? Mas a divulgação da lista é importante', reforça.
Lagrasta fala de um poder acuado. 'Por que chegamos a este ponto? A partir do momento em que deixamos de julgar governador, hoje responsabilidade do Superior Tribunal de Justiça', opina. 'O Judiciário está de chapéu na mão. Não podemos ficar reféns do Executivo.'
A menos de dois anos da aposentadoria, o desembargador não quer homenagens, nem placa com seu nome gravado. Apenas que se restaure a honra maculada da toga.


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JUSTIÇA - DECISÃO DO STJ BANALIZA VIOLÊNCIA SEXUAL CONTRA CRIANÇAS E ADOLESCENTES | AGÊNCIA BRASIL



Por Agência Brasil, Agência Brasil, Atualizado: 30/3/2012 18:41 Daniella Jinkings Repórter da Agência Brasil

Brasília - A decisão do Superior Tribunal de Justiça (STJ), segundo a qual nem sempre o ato sexual com menores de 14 anos pode ser considerado estupro, pode banalizar a violência sexual contra crianças e adolescentes, de acordo com a secretária de Enfrentamento à Violência contra as Mulheres, Aparecida Gonçalves.

'Acho que além de banalizar, vai autorizar [a prática do crime]. O Judiciário brasileiro está autorizando estupradores a fazerem isso. Este é um elemento grave', disse a secretária à Agência Brasil.
No início desta semana, um homem acusado de ter estuprado três menores, todas de 12 anos, foi inocentado pelo tribunal. O STJ entendeu que não se pode considerar crime o ato que não viola o bem jurídico tutelado, no caso, a liberdade sexual. Tanto o juiz que analisou o processo como o tribunal local inocentaram o réu com o argumento de que as crianças 'já se dedicavam à prática de atividades sexuais desde longa data'.

Para Aparecida, a decisão do STJ 'complica a vida das mulheres', além de ferir a Constituição brasileira e o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). 'Segundo a decisão, o fato das meninas se prostituírem, de já terem tido relações sexuais antes, é o que inocenta o estuprador. Qualquer ato sexual que não seja consentido, mesmo com uma profissional do sexo, é crime'.

A decisão do STJ diz respeito ao Artigo 224 do Código Penal, revogado em 2009, segundo o qual a violência no crime de estupro de vulnerável é presumida. A secretária acredita que a decisão do tribunal pode ser revogada antes que chegue ao Supremo Tribunal Federal. 'O STJ é autônomo e pode fazer uma nova discussão. Acho que é importante que o faça agora'.

Segundo Aparecida, essa decisão que pode levar o Brasil a ser denunciado na Organização das Nações Unidas (ONU) e na Organização dos Estados Americanos (OEA) por ferir os direitos das crianças e adolescentes. Ela disse ainda que o entendimento do tribunal pode criar uma imagem errônea do país durante grandes eventos, como a Copa do Mundo de 2014 e as Olimpíadas de 2016. '[Os estrangeiros] podem pegar nossas crianças, abusar delas, explora-las e depois irem embora'.

A secretária também destacou a importância das denúncias feitas pela população. 'É importante que a sociedade brasileira não se cale diante desse extremo que está acontecendo no Brasil que é a questão da violência sexual contra crianças e adolescentes'. As denúncias sobre exploração sexual de crianças e adolescentes podem ser feitas pelo Disque Direitos Humanos (Disque 100).

Edição: Fábio Massalli
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- STJ Explora Menores (aqui)


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JUSTIÇA/POLÍTICA - TJ-SP rejeita recurso e mantém condenação de Palocci por improbidade administrativa | Agência Brasil

Por Agência Brasil, Agência Brasil, Atualizado: 30/3/2012 17:48


Elaine Patricia Cruz
Repórter da Agência Brasil
São Paulo - O Tribunal de Justiça de São Paulo (TJ-SP) rejeitou recurso do ex-ministro Antonio Palocci (PT) e manteve sua condenação por improbidade administrativa. A decisão, tomada dia 26 de março e conhecida hoje (30), confirmou a sentença da 2ª Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto (SP), que determinou que Palocci devolvesse aos cofres públicos R$ 413,2 mil que foram gastos em publicidade considerada irregular.
Para o relator do processo, desembargador Magalhães Coelho, a publicidade - que tinha um 'P' estilizado, o nome do prefeito, em fundo vermelho, acompanhado pela frase Ribeirão Moderna e Humana - utilizada por Palocci na época em que era prefeito de Ribeirão Preto, não tinha qualquer caráter educativo ou informativo e utilizou dinheiro público apenas para promoção pessoal do ex-ministro. 'Tem-se, objetivamente, que o material publicitário não apresenta cunho educativo ou de informação, fazendo, muito ao contrário, patente promoção da gestão do agente político', diz o relator.
A Agência Brasil procurou a assessoria do ex-ministro para comentar a decisão, mas até o momento não obteve resposta.
Edição: Fábio Massalli
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NEGÓCIO/ECOLOGIA - As mulheres e seus empreendimentos sustentáveis

As mulheres e seus empreendimentos sustentáveis

O empreendedorismo feminino está ganhando força no país. Segundo a 11ª edição da pesquisa GEM (Global Entrepreneurship Monitor), as brasileiras são as que mais empreendem em todo o mundo. E muitas delas fazem isso por vislumbrarem boas oportunidades de mercado.

É o caso da psicóloga Eliana Tiezzi, e sua instituição “Papel de Gente”, de São Paulo, que recicla papel com o trabalho de pacientes psiquiátricos e comercializa os produtos na empresa com foco social. Ou da “Retalhos Cariocas” que faz moda sustentável na comunidade de São Cristovão e promove a geração de renda com costureiras locais. São exemplos de empreendimentos que unem lucros com transformação social.

Por muitas características, as mulheres empreendedoras tem uma forma peculiar de lidar com negócios. São mais flexíveis, veem o trabalho de maneira holística a apostam na sustentabilidade como caminho para o crescimento e o desenvolvimento.

Em conversas, depoimentos ou entrevistas, elas contam que querem expandir suas empresas, mas também cuidar da criação dos filhos. O objetivo não é mudar o mundo, mas a realidade palpável que as cerca. Por isso, estas mulheres envolvem a comunidade e a família no trabalho e realizam revoluções cotidianas que fazem toda a diferença em longo prazo.

O empreendedorismo feminino emerge num momento de mudança de paradigmas, em que o mundo busca ações com sustentabilidade e as pessoas procuram solucionar problemas sociais e ambientais. É, portanto, uma época propícia para que a rigidez dos negócios se sensibilize com a atuação destas mulheres empreendedoras, empenhadas em deixar um legado sustentável para as próximas gerações.

A corrida verde já está em curso

A corrida verde já está em curso
As empresas precisam mudar o seu olhar sobre o tema da sustentabilidade para manter a competitividade no futuro. Essa é a avaliação da presidente executiva do Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), Marina Grossi. O Conselho é representante do World Business Council for Sustainable Development, que trabalha na versão mundial do Visão 2050, a agenda de negócios focada na economia verde.

Ser sustentável hoje é um diferencial ou uma condição para a sobrevivência nos negócios?
Sem dúvida é uma condição de sobrevivência. Já passamos dessa fase em que isso era percebido como um valor agregado para as empresas. Hoje, as empresas que estão à frente, que têm uma visão de futuro, têm clareza de que o tema deve entrar no core business.

Qual é a maior dificuldade enfrentada pelas empresas para se adaptar a essa nova realidade?
Talvez a maior dificuldade seja o fato das empresas estarem presas a velhos padrões – pensar que basta colocar um ingrediente a mais, usando os velhos critérios de lucro, ou que basta estar em conformidade legal ou ambiental. Ela não mudou o olhar e não percebeu que sustentabilidade é sistêmica, tem ramificações em todos os negócios e precisa ser vista de forma holística. O nosso desafio com sustentabilidade não é olhar para o lado, para o presente. É olhar para o futuro e perceber que os competidores estão lá.

E como alcançar esse futuro de forma competitiva?
Trilhamos um caminho que não está definido. Sustentabilidade pode ser traduzida por inovação, no seu completo entendimento. É preciso pensar tanto em inovação social quanto tecnológica. As empresas vão trocando experiências, práticas, consultando ONGs, governos, buscando consenso. Hoje, nenhuma empresa pode estar ausente da discussão do ambiente que ela está ocupando, do diálogo com os stakeholders desde o início do processo. Não cabe esperar. Cabe agir. Hoje, a corrida verde já está em curso.

Quais são os sinais e novidades dessa corrida?
A Bloomberg está lançando novos índices em relação à economia verde. A intenção é ter índices específicos para energia solar, eólica, eficiência energética, veículos elétricos, tudo principalmente na questão da energia. Hoje, no Brasil, em parceria com outras instituições, fomos pioneiros na adaptação do Greenhouse Gas Protocol (GHG Protocol) para a realidade brasileira. Os gases de efeito estufa já estão no processo de medição das empresas. Apesar da lentidão do processo globalmente, é impossível imaginar que as empresas que estão hoje reportando, competindo na bolsa, associando seus índices de desempenho a ações e projetos de sustentabilidade, voltem atrás. Esse processo é irreversível.

Em que setores as empresas estão mais avançadas?
A eficiência energética é uma questão mais fácil e divulgada em várias empresas são emissoras, especialmente as de energia, que têm isso desde o processo até o consumidor. No Brasil, há uma lei de resíduos sólidos que deve entrar em vigor em quatro anos. Isso vai levar a uma grande mudança no comportamento do consumidor e das empresas. É preciso se preparar.

“A empresa que pensa em sustentabilidade casa os seus desafios com os desafios do planeta”
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sexta-feira, 30 de março de 2012

HUMOR - FamosiDrops: "Casseta & Planeta" aposta em novato da internet
Famosidades, Atualizado: 30/3/2012 4:50

FAMOSIDADES
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MAIS: Rodrigo Lombardi estreia peça e critica cultura no Brasil
Por TAYNARA MAGAROTTO
SÃO PAULO – Nesta sexta-feira (30) vai ao ar o novo-velho "Casseta & Planeta - Vai Fundo". Sem provar muito qual a proposta que se diferencia do extinto "Urgente", a atração porém, aposta em novos nomes. Maria Melilo, vencedora do "BBB 11" e Miá Melo, ex-Record, são as novas "saias" do programa.
Gustavo Mendes é outro novato do grupo. Bem conhecido na internet por interpretar de forma engraçada e crítica a presidente Dilma Rousseff, o humorista foi convidado pela trupe para fazer parte da reestreia do “Casseta” nas telinhas.
Mesmo com sucesso e audiência virtual consolidada, Mendes não ficou com medo de abandonar a internet e se entregar a um humor mais popular, já que ele estará em uma TV aberta. E é exatamente isso que vai acontecer. Quem gostava do personagem na internet pode se decepcionar um pouco com a Dilma global.
Em entrevista ao Famosidades, Gustavo Mendes contou como será a transição da Dilma virtual para a Dilma das telinhas: “A gente está pensando em uma Dilma mulher. Ela indo ao supermercado, passeando com cachorros. Algo mais popular, sem deixar de ter um conteúdo político e outras piadas. Mas com um conteúdo aberto e acima de tudo engraçado”.
AgNews
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Questionado como ele lida com a mudança radical de tipo de público e alteração da linguagem, o comediante disse que a transição de abordagem é que é diferente: “Adoro TV. Antes mesmo de fazer internet, eu fiz TV aberta, com o Tom Cavalcante. O destaque da TV é monstruoso, porque antes eu fazia um vídeo e 500 mil pessoas assistiam. Agora, falo com 30 milhões de telespectadores. Você entra em lares diferentes e temos que tomar esse cuidado também”.
Com contrato de um ano (ou uma temporada), Gustavo Mendes revelou que topou o projeto logo quando recebeu o convite. “Eles disseram: ‘Faça o que você quiser e seja do time!’. Estava negociando com outras emissoras, mas quem nega fazer o 'Casseta'?”, perguntou.
AgNews
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Sentindo-se bem à vontade com o novo emprego, Gustavo disse também que a emissora deu total liberdade a ele na composição da personagem. Ele contou que escreve roteiros e dá palpites o tempo todo, e que “a pegada está sendo exatamente o personagem que fazia na internet”.
Afirmando que não continuará com o personagem no blog que apresentava, o comediante fez mistério, mas entregou que Dilma pode continuar no mundo virtual: “Estamos preparando uma surpresa que tem a ver com internet. Mas não posso falar nada ainda”.
Aos 23 anos e nascido em Juiz de Fora, Gustavo Mendes revelou ainda que não vai se mudar de Minas Gerais, não. Nada de Rio de Janeiro: “Vou e volto. Não largo Minas.”

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quinta-feira, 29 de março de 2012

SABEDORIA/FILOSOFIA/ECOLOGIA
Urso polar ataca fotógrafo que realizava trabalho para o National Geographic Channel em Calgary, Canadá.

A reportagem do jornal afirma que apesar do ataque, a vítima sobreviveu.
Veja as fotos abaixo...
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Que os seus problemas sejam sempre menores que a sua imaginação!

"Ter problemas na vida é inevitável, SER DERROTADO POR ELES É OPCIONAL."
"Have problems in life is inevitable, BE DEFEATED BY THEM IS OPTIONAL. "
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HUMOR ARGENTINO
 

No pesadelo, acordo, me olho no espelho e descubro que sou vesgo.
Procuro freneticamente nos bolsos, para ver minha foto na Identidade, para ver se sou realmente daquele jeito.
Acho um passaporte e descubro.... sou argentino....

Não pode ser, meu Deus!!!

Sinto-me inconsolável em uma cadeira. Mas não é possível!!
É uma cadeira de rodas, o que significa que, além de ser vesgo e argentino, sou também deficiente físico!

É impossível, digo para mim mesmo, que eu seja vesgo, argentino e deficiente físico...

- 'Amoooooor!', grita uma voz atrás de mim. É o meu namorado...
Cacete!
Sou também viado...!

- 'Foi você que pegou a minha seringa?'

Ó Deus! Vesgo, argentino, deficiente físico, viado, viciado e talvez soropositivo!

Desesperado, começo a gritar, a chorar, a arrancar os cabelos E... Nãooo!!!!!
Sou careca!

Toca o telefone. É meu irmão, que diz:
- 'Desde que mamãe e papai morreram, você só faz se entupir de drogas,vagabundeando o dia inteiro! Procura um emprego, arranja
algum trabalho!'

Que merda, descubro que também sou desempregado!!!

Tento explicar ao meu irmão que é difícil encontrar trabalho quando se é vesgo, argentino, deficiente físico, viado, viciado, talvez soropositivo, careca e órfão, mas não consigo, porque....

Porque sou gago!!!!

Transtornado, desligo o telefone, com a única mão que tenho, e com lágrimas nos olhos, vou até a janela olhar a paisagem.

Milhões de barracos ao meu redor...

Sinto uma punhalada no marca-passo: além de vesgo, argentino, deficiente físico, viado, viciado, talvez soropositivo, careca, órfão, gago, desempregado, maneta e cardíaco, sou também favelado...

Começo a passar mal e sentir um calafrio e dirijo-me ao guarda-roupa para pegar um agasalho, e para minha surpresa, quando abro a
gaveta encontro uma camisa do.... ATLÉTICO.....Aí já é sacanagem...

Entro em surto, pois além de vesgo, argentino, deficiente físico, viado, viciado, talvez soropositivo, careca, órfão, gago, desempregado,
maneta, cardíaco, sou também favelado... e Torcedor do ATLÉTICO.
Nesse momento, volta o meu namorado e diz:

- Amooooooor, vamos, senão chegaremos atrasados na Convenção Municipal do PT.
PUTA QUE PARIU!!! Desmaiei.
 
 
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HUMOR/MULHER/BÊBADO/SABEDORIA
 
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Bêbados 1.jpg


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NEGÓCIO/SABEDORIA/FILOSOFIA/GESTÃO - O VIRA-LATA ALEMÃOAntes de agir, pense bem, pergunte e analise a situação



Certa vez um açougueiro estava em sua loja e surpreendeu-se quando um cachorro entrou.
Em princípio, ele espantou o cachorro, mais logo o cãozinho voltou. Novamente, ele tentou espantá-lo, foi quando viu que o animal trazia um bilhete na boca.
-         Ele pegou o bilhete e leu:
-      Pode embalar meio quilo de salsichão, por favor.
Ele olhou e viu que dentro da boca do cachorro havia uma nota de R$ 50,00.
Então, ele pegou o dinheiro, separou a salsicha, colocou numa embalagem plástica, junto com o troco, e pôs na boca do cachorro.
O açougueiro ficou impressionado e como já era mesmo hora de fechar o açougue, ele decidiu seguir o animal.
O cachorro desceu a rua e quando chegou ao cruzamento, deixou a sacola no chão, pulou e apertou o botão para fechar o sinal. Então, esperou pacientemente com o saco na boca até que o sinal fechasse e ele podesse atravessar a rua.
O açougueiro seguindo o cão foi caminhando pela rua, até que o cão parou numa casa, pôs as compras na calçada e muito nervoso pulou pelo vão da grade do portão.
Então, o dito animal correu e se atirou contra a porta.
E então, tornou a fazer isso.
Ninguém respondeu e o cachorro voltou à frente da casa, foi até a janela e começou a bater com a cabeça no vidro varias vezes e dessa vez a latir.
Depois disso, já em pânico caminhou de volta para a porta, e foi quando alguém a abriu e começou a dar uma surra no cachorro.
O açougueiro correu até essa pessoa e o impediu, dizendo:
-         Por Deus do céu, o que você está fazendo? O seu cão é melhor do que muita gente que anda por aí, ele é um gênio!
Ao que o alemão respondeu:

      -  Um gênio???!!! Essa é a segunda vez só neste mês que esse remelento estúpido esquece a chave!
Moral da história: Você pode continuar excedendo às expectativas, mas para os olhos de alguns, estará sempre a baixo do esperado. 


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