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quarta-feira, 21 de agosto de 2013

DEPOIS DO ATAQUE TERRORISTA A NOVA IORQUE EM 2001, NÚMERO DE MESQUITAS NOS EUA ESTÁ CRESCENDO



Centro de Civilização e Cultura Turco-Americano


Julio Severo
O terrorismo islâmico traz crescimento de mesquitas? O fato é que depois do atentado terrorista islâmico contra Nova Iorque em 2001, muitas novas mesquitas estão surgindo nos Estados Unidos, e esse crescimento desafia a lógica e contrasta com o movimento de crescimento de igrejas, que não tem conexão com o terrorismo.
Virginia Beach, a famosa sede da Christian Broadcasting Network (Rede de Televisão Cristã) e seu igualmente famoso programa “Clube 700,” está agora para ter sua primeira mesquita, o Centro Comunitário Crescente.

Na vizinha Maryland, o governo da Turquia está construindo uma mega-mesquita de 100 milhões de dólares, o Centro de Civilização e Cultura Turco-Americano em Lanham.
No começo deste ano, o primeiro-ministro islamista da Turquia viajou aos EUA para comparecer à cerimônia de fundação da mesquita.


Primeiro-ministro da Turquia inaugurando fundação do Centro de Civilização e Cultura Turco-Americano

Dá para você imaginar o governo dos EUA construindo uma mega-igreja cristã de 100 milhões de dólares na Turquia? Dá para você imaginar um secretário de Estado dos EUA viajando à Turquia para comparecer à cerimônia de fundação da igreja?
Não, o governo dos EUA, cuja nação outrora era uma potência protestante, nunca faria por uma igreja cristã no exterior o que os governos muçulmanos fazem pelas mesquitas no exterior.
Embora as igrejas cristãs estejam sendo destruídas quase que diariamente em países muçulmanos em todo o mundo, o governo dos EUA está investindo milhões de dólares para reconstruir mesquitas islâmicas em outros países.



Dá para você imaginar a Turquia ou a Arábia Saudita investindo milhões de dólares para reconstruir igrejas cristãs em outros países? Enquanto os EUA financiam a reconstrução de mesquitas no exterior, a Turquia e outras nações islâmicas financiam o crescimento de mesquitas nos EUA.
O Projeto Clarion informa que cerca de 1.200 mesquitas estão hoje em funcionamento nos EUA, e quase 80 por cento delas foram construídas depois do ataque terrorista de 11 de setembro de 2001.
A maioria dessas mesquitas é dirigida por clérigos Wahhabi — da mesma linha islâmica que Osama bin Laden seguia.
Dos EUA, a intenção deles é espalhar crescimento de mesquitas no mundo inteiro.
Estimular crescimento de mesquitas é um jeito estranho dos EUA combater o terrorismo, que é em grande parte de natureza islâmica.
Com informações da CBN News e da revista Front Page.



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Versão em inglês deste artigo: After 9/11, Mosques Popping Up Across America
Leitura recomendada:

quinta-feira, 27 de junho de 2013

MOVIMENTO PASSE LIVRE, FORO DE SÃO PAULO E CONSTITUINTE
Graça Salgueiro



O mundo está apreciando as manifestações que estão ocorrendo no Brasil como um movimento surgido espontaneamente no seio de uma sociedade farta de tanta corrupção. Nós sabemos, porém, que não existe “geração espontânea” e que em todos esses movimentos surgidos no mundo atual, há alguém por trás comandando-os, ditando as palavras de ordem e financiando-os.

A cara mais visível do movimento brasileiro, que começou em São Paulo, é o “Movimento Passe Livre” (MPL) que afirma não ter líderes e que se inspira no Exército Zapatista mexicano do lendário sub-comandante Marcos, cujo lema é “abaixo e à esquerda está o coração”. “Abaixo” é a classe operária e proletária e “à esquerda” a orientação ideológica.

Como nos demais movimentos ditos “espontâneos”, o MPL além de ser financiado por entidades pertencentes ao mega-investidor George Soros, recebeu o respaldo do Foro de São Paulo (FSP) desde o início. Sua missão era colocar o povo nas ruas e criar o caos, daí porquê o motivo exibido inicialmente era apenas contra o aumento de R$ 0,20 das passagens dos transportes e que, atingido o objetivo, retirou-se alegando “infiltração da extrema-direita”. É curioso notar ainda a esse respeito, que os estudantes pagam meia-passagem e os trabalhadores que dependem dos transportes coletivos receberem vale-transporte, deixando claro que havia algo mais por trás do que uma indignação legítima a um aumento “abusivo”. Aliás, a única categoria que não se viu nas ruas foi a do trabalhador, que depende de ônibus diariamente.

Não podemos deixar de notar, também, que no encontro ocorrido na Câmara de Vereadores de Porto Alegre em fins de maio, que comentei em artigo anterior, constou no documento final o seguinte: “Os e as estudante e jovens da América do Sul, com sua alegria e vitalidade empreenderão a bela tarefa de trabalhar em rede latino-americana (...) que começará suas ações continentais nos próximos 8 e 9 de junho”.





Outro dado importante, é o que consta da carta de intenções do próximo Encontro do FSP que será realizado em São Paulo entre os dias 31 de julho a 4 de agosto e que diz: “Os partidos políticos agrupados no Foro de São Paulo têm, portanto, o triplo papel: orientar nossos governos a aprofundar as mudanças e acelerar a integração, organizar as forças sociais para sustentar nossos governos ou fazer oposição aos governos de direita, e construir um pensamento de massas, latino-americano e caribenho, integracionista, democrático-popular e socialista. (...) Parte importante do aprofundamento das mudanças e premissa da construção de um pensamento latino-americano e caribenho, é a democratização da comunicação social e dos poderes judiciários” (Foro de São Paulo aqui).

Ontem dona Dilma chamou para uma conversa, depois de um insosso e vazio pronunciamento em cadeia de rádio e televisão, prefeitos e governadores de 27 unidades da federação nacional, onde apenas dois pontos são relevantes: a contratação de médicos estrangeiros (que por exigência de Cuba já se firmou contrato para exportação de seus agentes ao Brasil) e a convocação de um plebiscito popular para uma constituinte, visando as reformas políticas.

Ora, uma nova Constituição é o desejo mais caro do FSP há décadas, tendo sido implantado primeiro na Venezuela, seguido por Equador, Bolívia e Nicarágua, e que está na pauta de exigências das FARC para a Colômbia, na tal mesa de negociações de paz em Havana! Como disse Chávez em 2005 num encontro do Fórum Social Mundial de Porto Alegre, as mudanças ocorridas na Venezuela seguiam mais rápidas porque era como se seu país andasse numa Ferrari enquanto o Brasil ia de Fusca, querendo dizer com isso que, como nosso país é muito maior que os demais, suas mudanças não poderiam se dar de forma tão rápida quanto os participantes daquele evento comunista desejavam.

Como bem explicou Olavo de Carvalho em seu artigo “Caos e estratégia (I)”, o Brasil está passando do período de “transição” para a fase da “ruptura”. Se o governo conseguir instalar essa tão desejada constituinte, estaremos a um passo de consolidar um regime socialista como determinou o FSP. A Venezuela com Chávez começou assim. É hora de pôr as barbas de molho e rezar. Muito.

Artigo escrito com exclusividade para o Jornal Inconfidência de Minas Gerais.

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1º - CONTRATAÇÃO DOS MÉDICOS CUBANOS: O QUE HÁ POR TRÁS DISSO? (AQUI)

2º - O QUE REALMENTE ESTÁ POR TRÁS DAS MANIFESTAÇÕES NO BRASIL? (AQUI)

3º - FORO DE SÃO PAULO E SEU MAPA (aqui)
Basta pesquisar na internet para confirmar, dirigentes dos países participes desta inhaca não são flores que se cheirem, ditadores, corruptos, golpistas, que mantém vínculos estreitos de amizade e negócios espúrios!!! Que bela coisa não deve sair daí!!! Assista aos vídeos abaixo, as matérias, e tire suas próprias conclusões.

quarta-feira, 9 de janeiro de 2013



Com nova lei penal, Polícia Federal prende 40% menos


Extraído de: Associação dos Juízes Federais do Brasil  - 07 de Janeiro de 2013



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O número de prisões feitas nas operações da Polícia Federal caiu 40% depois que passou a vigorar uma lei penal que restringe detenções.
A lei 12.403, válida desde julho de 2011, alterou as regras para prender suspeitos durante investigações ou réus no curso dos processos.
Desde então, está proibida a prisão preventiva de acusados de crimes com penas de até quatro anos, como o de formação de quadrilha.
Essa nova lei permitiu também a adoção de medidas alternativas à detenção, como o monitoramento eletrônico com tornozeleira e a proibição de sair do município.
Em 2010, quando ainda vigoravam a norma antiga, a PF fez 270 operações que resultaram em 2.734 prisões. No ano passado, apesar de o número de operações ter subido para 287, a quantidade de prisões caiu para 1.660.
Prisões temporárias ou preventivas são pedidas ao Poder Judiciário pelas polícias ou pelo Ministério Público quando julgam que os suspeitos podem fugir ou atrapalhar as investigações.


Na avaliação interna da Polícia Federal, segundo sua assessoria, a redução das prisões é produto do uso das medidas alternativas.
Como exemplo, a corporação cita operações contra corrupção em administrações municipais nas quais a PF pediu à Justiça que prefeitos fossem monitorados com tornozeleiras eletrônicas.
BOA MEDIDA
A aplicação da nova lei tem sido bem vista por magistrados e policiais. O presidente da Ajufe (Associação dos Juízes Federais do Brasil), Nino Toldo, é um dos que enxergam avanços.
Ele também avalia que a diminuição de prisões por parte da PF é resultado das regras em vigor desde 2011.
"Antes da mudança, o juiz não tinha alternativas: era oito ou oitenta, prender ou não prender. Agora é possível, por exemplo, determinar a suspensão do exercício de cargo público nos casos contra servidores", disse.
O magistrado afirmou que os próprios delegados da PF passaram a pedir as novas medidas em vez de prisões.
Outro entusiasta é o advogado criminalista Antônio Claudio Mariz de Oliveira, que foi secretário de Justiça e da Segurança Pública em São Paulo. "Ainda há uma excessiva decretação de prisões provisórias, mas a redução de detenções nas operações da PF já está mais compatível com a melhor política criminal da lei 12.403".
Segundo Mariz, "anteriormente muitas das prisões representavam verdadeiras antecipações de condenação".
O presidente da ADPF (Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal), Marcos Leôncio Sousa Ribeiro, lista outros fatores para explicar a queda de prisões.
"A atual prioridade no orçamento da PF é para operações nas fronteiras, em atividades de fiscalização. Temos então operações de presença ostensiva, que resultam em muitas apreensões de produtos, mas não necessariamente em prisões", disse.
Um dos poucos críticos da nova lei é o desembargador Fausto De Sanctis, do Tribunal Regional Federal da 3ª Região: "A lei de forma imperativa tirou do juiz a possibilidade de decretar as prisões em determinadas situações, o que impede uma avaliação caso a caso pelo magistrado. Ela tirou o poder do Estado para agir com mais contundência em certas hipóteses".
perfil das operações
O perfil das operações da PF mudou pouco entre 2010, quando a lei antiga ainda vigorava, e 2012, o primeiro ano completo com a nova norma.
No ano passado, 71 operações foram de combate ao tráfico de drogas. Dois anos antes foram 68 ações desse tipo. As operações contra a corrupção na administração pública ficaram no segundo posto do ranking em 2012 e 2010. Foram 54 ações no ano passado; 40 em 2010.
O levantamento apontou 30 operações em 2012 sobre crimes ambientais. Dois anos antes foram registradas 18 ações desse tipo.

Osvaldo Aires Bade - Comentários Bem Roubados na "Socialização"
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VOCÊ SABE QUEM É BARACK HUSSEIN OBAMA?


Publicado em por 
Esses dias eu estava conversando com uma pessoa e eu disse a ela que considerava o presidente Obama uma farsa. Ela riu e achou um absurdo meu posicionamento. Eu entendo perfeitamente, pois a maioria das pessoas não sabe quase nada a respeito do presidente dos Estados Unidos, exceto o que é mostrado pela mídia americana e brasileira, ambas esquerdistas, farsantes e manipuladoras até a medula. O que chega por meio da imprensa mundial é pró-Obama: ele é retratado como um semideus, o salvador, o redentor, o líder carismático.
Mas quem é Obama? Qual é seu passado? Quem são seus mentores? Quais são seus planos para os Estados Unidos e para o mundo? Quais são seus modelos de conduta?
Obama foi eleito presidente dos Estados Unidos vindo do nada, era um desconhecido. Foi eleito com base numa promessa, com base na esperança e slogans bonitinhos “Yes, we can”, “Change” e “Hope”.
Durante seu primeiro mandado, ele tomou decisões muito estranhas:
Um dos seus primeiros atos foi devolver um busto de Winston Churchill, presente dos britânicos. Churchill liderou a Grã Bretanha durante a II Guerra Mundial, ajudando a defender o mundo dos nazistas.

Ele defendeu a Argentina, ao invés da Inglaterra, na disputa pelas Ilhas Malvinas.
Ele impediu o projeto do gasoduto Keystone, um projeto que geraria milhares de empregos em seu país. Ele impediu a prospecção de petróleo em solo americano, ao mesmo tempo em que deu bilhões de dólares dos contribuintes americanos para o Brasil, Colômbia e México, para que estes países explorassem petróleo.
Ele aumentou o orçamento da NASA, porém ao invés de projetos espaciais, mudou o objetivo da agência espacial para se reconciliar com o mundo islâmico.
No Oriente Médio, ele usa força para parar o que ele chamou de genocídio na Líbia, mas se recusou a parar um genocídio ainda maior na Síria.
No Egito, ele apoiou os rebeldes que derrubaram Osni Mubarack, um aliado americano, ao mesmo tempo em que deixou de apoiar protestos a favor da democracia no Irã.
Ele impediu o Irã de conseguir armas nucleares, enquanto anunciou que vai reduzir o arsenal nuclear americano.
Ele tomou partido a favor dos Palestinos em negociações com Israel, mesmo Israel sendo um antigo aliado americano.
Por que ele tomou essas atitudes estranhas? Conhecendo a sua história, podemos ter as respostas.
Muitas respostas aparecem na autobiografia “Dreams from my father” (Sonhos de Meu Pai).
O pai de Obama, Barack Obama Sênior nasceu em 1934, no Quênia, África. Em 1954, ele se casou com Kezia Aoko, que deu luz ao filho Roy e a filha Auma. Em 1959, ele ganhou uma bolsa de estudos na Universidade do Havaí. Lá, com 23 anos de idade, ele conheceu uma menina de 17 anos de idade, Stanley Ann Dunham, em uma aula de língua russa. Esta viria a ser a mãe de Obama. Os dois se casaram em 02 de fevereiro de 1961. Ann não sabe que Barack Sênior é casado e que tem dois filhos no Quênia, com outra mulher. Em 04 de Agosto de 1961, Barack Obama II nasceu no Centro Médico Kapi’olani, em Honolulu, Havaí.
Cerca de um ano depois, Barack Sênior foi para a Universidade de Harvard, nos Estados Unidos, abandonando o jovem Barack e sua mãe, Ann. Em 1963, o Quênia se tornou independente da Grã Bretanha. Em 1964, Barack Sênior e Ann, se divorciaram oficialmente.



Enquanto estava em Harvard, em junho de 1964, Barack Sênior conheceu Ruth Beatrice Baker. Eles voltaram para o Quênia, onde ela deu a luz a dois filhos, Okoth e Opiyo.
Em 1968, existem registros de que Barack Sênior teve mais dois filhos com sua primeira esposa, Kezia. Esses filhos recebem os nomes Sampson e Bernard, respectivamente.
Em 1971, Barack Sênior visitou seu filho Obama, na época com 10 de idade, no Havaí. Essa foi a única vez que Obama Sênior realmente ficou algum tempo com seu filho, embora eles tivessem trocado correspondências por muitos anos antes. Barack Sênior morreu em 1982.
Obama escreveu em sua autobiografia “Sonhos de Meu Pai”:
“Havia apenas um problema: meu pai estava não estava comigo. E nada que minha mãe ou meus avós me diziam, poderia evitar esse fato incontestável. O que eles contavam não explicava por que ele havia me deixado. Eles não podiam descrever como poderia ter sido, se ele tivesse ficado.”
Dinesh, o diretor do documentário 2016 Obama’s America, entrevista o psicólogo Paul Vitz,pesquisador sobre a influência de pais ausentes em seus filhos. Paul Vitz diz que, pelo fato de a mãe de Obama sempre ter dito coisas favoráveis e positivas a respeito de seu pai, Obama acabou criando um modelo idealizado, apagando todos os defeitos, tornando o pai um modelo de conduta.
 Seguindo os passos de Obama
Obama, sua mãe e seu padrasto Lolo Soetoro, se mudam para Jacarta, na Indonésia. Lolo perdeu seu pai e seu irmão na Revolução da Indonésia. Os colonizadores holandeses queimaram a casa de Lolo, destruindo tudo e forçando sua mãe [de Obama] a vender todas as suas joias para comprar comida.
Obama descreve esta passagem em “Sonhos de meu pai”:
“Ela sabia que esta nova vida iria ser difícil. Antes de deixar o Havaí, ela tentou aprender tudo o que podia sobre a Indonésia, a história do colonialismo. Primeiro os holandeses, por mais de três séculos. Depois os japoneses, durante a guerra, buscando o controle sobre o petróleo, metais e madeira. A luta pela independência depois da guerra e o surgimento de um lutador pela liberdade chamado Sukarno, que foi o primeiro presidente do país. Ela estava preparada para a disenteria e a febre, os banhos de água fria, ter que urinar num buraco no chão, as quedas de energia a cada semana, o calor e os mosquitos. “
Lolo, padrasto de Obama, começou a trabalhar para uma empresa californiana estabelecida na indonésia e assim conseguiu recursos para mudar sua família para um bairro de população branca. Ele se alistou no exército indonésio para lutar contra os comunistas e a mãe de Obama, Ann se virou contra ele. Obama narra em sua autobiografia:
“Olhando para trás, eu não tenho certeza de que Lolo realmente compreendeu o que minha passou durante esses anos. O fato de ele trabalhar tão duro para prover a casa parecia aumentar ainda mais a distância entre eles. Às vezes eu ouvia ele e minha mãe discutindo no quarto, geralmente sobre a recusa dela em participar dos jantares patrocinados pela empresa onde ele trabalhava, onde empresários norte-americanos do Texas e Louisiana davam tapinhas nas costas de Lolo, contando das propinas que eles tinham pago para conseguir direitos de perfuração, enquanto suas esposas se queixavam à minha mãe sobre a má qualidade das empregadas domésticas indonésias.
Ele dizia para minha mãe que seria esquisito ir aos eventos sem ela e que eles eram seus compatriotas[dela]. Então minha mãe elevava a voz, quase num grito ‘Eles não são o meus compatriotas!’
Ela tinha apenas um aliado em tudo isso, que era a distante autoridade de meu pai, Cada vez mais, ela iria lembrar-me de sua história, de como ele havia crescido pobre em um país pobre, em um continente pobre, de como sua vida tinha sido difícil, mais difícil do que qualquer coisa que Lolo havia conhecido.
Ele [pai de Obama] não iria ‘pegar atalhos’ ou aceitar ‘o jeito mais fácil’. Ele era diligente e honesto, não importando o custo. Ele tinha levado sua vida de acordo com os seus princípios, o que exigia um tipo diferente de resistência, que exigiam uma forma superior de energia.
Eu iria seguir o seu exemplo, minha mãe decidiu. Eu não tinha escolha. Era hereditário”.
Ann decidiu separar Obama de Lolo e o mandou para viver com seus avós no Havaí. Durante sua estadia lá, Obama viveu em contato com a ideologia anticolonialista e revolucionária. Obama escreveu sobre o Havaí:
“A horrível conquista dos nativos havaianos através de tratados descumpridos e doenças incapacitantes, trazidas pelos missionários; a exploração do rico solo vulcânico por empresas americanas, para a plantação de cana e abacaxi, a exploração de mão-de-obra japonesa, chinesa e de imigrantes filipinos, de sol a sol. Tudo isto era história recente.”
O avô de Barack arranjou para ser mentor do jovem Obama, um jornalista e poeta comunista chamado Frank Marshall Davis. Ele e Obama foram muito próximos, até que Obama fosse para a Universidade.
De acordo com Paul Kengor, historiador que estuda sobre a Guerra Fria e autor do livro “O Comunista: Frank Marshall Davis”, Obama menciona Frank 22 vezes em sua autobiografia “Sonhos de meu Pai”. Frank foi uma figura controversa e criou o jornal “Chicago Star”, em 1940, uma publicação do Partido Comunista, além de escrever para outras publicações. Depois de dois anos escrevendo para o “Chicago Star”, ele se mudou para Honolulu, no Havaí, e começou a escrever para o jornal “Honolulu Record”. Em seus artigos, ele era fortemente antiamericano e ridicularizava o american way (valores americanos). Stanley Dunham, o avô de Obama também era esquerdista. Segundo Paul Kengor, Obama lembra de quando seu avô e Frank Marshall Davis ficavam bêbados, passando horas juntos. O avô de Obama viu em Frank Marshall Davis um mentor, um modelo de conduta para Obama.
Paul Kengor afirma que Frank Marshal Davis era considerado uma ameaça pelo FBI americano e foi classificado como perigoso, na Lista de Segurança do Governo Federal (Federal Government’s Security Index). Isto significa que ele era um perigo potencial e que, no caso de haver uma guerra entre EUA e URSS, Frank Marshall Davis seria imediatamente preso. Frank Marshall Davis é afiliado ao Partido Comunista dos EUA, sob o número de inscrição 47544.
Esse tipo de informação você não vai ver nos jornais americanos e brasileiros, por razões óbvias. Esse tipo de informação é sistematicamente filtrado pela grande mídia, pois ninguém pode saber, dentre outras coisas, que o presidente da maior nação ocidental foi pupilo de um comunista radical acompanhado de perto pelo FBI.
Auma , irmã de Obama, o visita e conta que o pai é bem diferente do que é idealizado por ele. Ela conta que Barack Sênior era alcoólatra, que batia na esposa, que se envolvia em acidentes de carro dirigindo bêbado, havendo certa vez matado um homem num destes acidentes. Em outro acidente, ele se machuca tanto que têm suas duas pernas amputadas. Ela conta que Barack Sênior entra no quarto de Auma durante a noite, gritando que o mundo lhe traiu. Obama escreveu:
“Eu senti como se meu mundo tivesse sido transformado em minha cabeça, como se eu tivesse acordado para encontrar um sol azul em um céu amarelo ou ouvir animais falando como homens. E pensar que toda a minha vida eu estava lutando com nada mais do que um fantasma.”
Obama tem um meio-irmão, chamado George Obama, que vive num casebre em Nairobi. George Obama conta que conheceu seu irmão quando era criança aos 5 ou 6 anos de idade. “Nós conversamos por alguns minutos, apertamos as mãos e ele partiu. Eu estava surpreso com esse cara ‘meio negro, meio branco’. Ele é meu irmão.”
Durante um discurso, Obama usou a história de Caim e Abel, e disse que ele cuidava de seus irmãos. Neste caso, obviamente ele não cuida, pois seu irmão vive numa maloca miserável. A razão disto provavelmente seja o posicionamento político de George Obama. Em 2010 ele escreveu um livro no qual ele escreve “Eu não acho que o colonialismo seja responsável pelo sofrimento e a pobreza no Quênia. Por volta do ano que ocorreu a independência, Quênia podia ser comparado economicamente com a Malásia e Singapura. Nós estávamos no mesmo patamar de desenvolvimento. Veja onde estamos agora e aonde eles chegaram: eles são desenvolvidos e industrializados, enquanto o Quênia está na lata de lixo.”
Ainda neste mesmo livro George Obama fala sobre a África do Sul: “Veja a África do Sul. Eles estiveram sob o domínio dos brancos até os anos 90 e veja onde eles estão agora. Eles são praticamente uma nação desenvolvida. Quem está melhor? Nós, que expulsamos os britânicos ou os sul africanos? Quem sabe se os brancos ficassem mais um pouco nós não estaríamos onde os sul africanos estão hoje?
A morte de Barack Sênior, pai de Obama
Barack conta em sua autobiografia que recebeu uma ligação de sua tia Jane, que morava em Nairóbi. Ela contou que seu pai havia morrido em um acidente de carro, em 24 de novembro de 1982. Obama vai ao Quênia. Sobre isso ele escreveu:
“Como explicar as emoções daquele dia? Eu posso lembrar cada momento em minha mente, quase que quadro a quadro. Não foi simples alegria que eu senti em cada um desses momentos. Pelo contrário, era uma sensação que tudo o que eu estava fazendo, cada toque, respiração e palavra carregavam o peso total da minha vida, que um círculo estava começando a fechar, para que eu pudesse finalmente me reconhecer como eu era, aqui, agora, em um só lugar.
Por muito tempo, eu estava sentado entre as duas sepulturas e chorei. Quando minhas lágrimas finalmente acabaram, senti uma aura de calma sobre mim. Eu senti o círculo finalmente fechar. Eu percebi que quem eu era, o que me preocupava já não era apenas uma questão de inteligência ou obrigação. Já não era uma construção de palavras.
Eu vi que a minha vida na América, a vida ‘branca’, a vida ‘negra’, a sensação de abandono que eu senti quando era menino, a frustração e esperança que eu havia testemunhado em Chicago, tudo isso foi conectado com este pequeno pedaço de terra, a um oceano de distância, ligado por mais do que uma mera conexão do meu nome, ou a cor da minha pele.
A dor que eu sentia foi a mesma dor de meu pai. Minhas perguntas foram as mesmas perguntas dos meus irmãos. Sua luta era meu direito de nascença”.
Neste momento talvez Obama tenha se reconciliado com seu pai. Ele resolve não ser igual seu pai, porém levar seu sonho [de seu pai] adiante. Onde o pai falhou, ele iria obter sucesso. Fazendo isso, quem sabe ele possa tornar-se merecedor do amor de seu pai, o amor que ele nunca teve.
A visão política de Barack Sênior
Em Nairóbi, Philip Ochieng, um proeminente escritor e editor do jornal “The Nation” foi amigo próximo de Barack Sênior a vida inteira. Em entrevista a Dinhesh, ele afirma que sua geração (e consequentemente a de Barack Sênior) era totalmente anticolonialista. Apesar de terem estudado nos EUA, ambos tornaram-se radicais de esquerda. Eles acreditavam que o Ocidente roubou as riquezas das colônias. 
Eles acreditavam que o problema no Oriente Médio é simplesmente petróleo e achavam que o papel dos Estados Unidos é segurar Israel, que não passa de um cavalo de Tróia no Oriente Médio. Ele acredita que os EUA substituíram o papel da Europa, transformando-se num neocolonizador de escala mundial.
Bom, os Estados Unidos começaram como uma nação anticolonizadora e tornaram-se independentes dos britânicos. Porém o anticolonialismo de Barack Sênior e de Philip Ochieng começou no século 20, no Terceiro Mundo. Foi uma reação contra os militares, missionários e comerciantes ocidentais. Consequentemente, este tipo de anticolonialismo se tornou anticapitalista, anticristão e antiamericano. Eles veem os países ricos ficarem mais ricos, porém não em decorrência de tecnologia, invenções, trabalho duro, inovação, indústria, mas em decorrência da invasão, ocupação e pilhagem dos países pobres.
Sobre esse mesmo assunto, em 1965 Barack Obama Sênior publicou um artigo no “East Africa Journal”, no qual fazia a seguinte pergunta: “O que um país faz quando se tem poderosas concentrações de riqueza no topo?” Eles fez duas proposições:     “Primeiro, você tem que usar o poder estatal para controlar e regular a iniciativa privada. E, em segundo lugar, há que se aumentar a tributação. (…) Teoricamente, não há nada que impeça o governo de taxar 100% da renda, para que o povo se beneficie do governo, proporcionalmente ao quanto foi cobrado de tributos.”
Para os brasileiros essa estratégia maldita é uma realidade. Será que é a essa ideia que o presidente Obama se refere quando ele diz para os americanos “pagarem sua porção justa”?
Esse não é o anticolonialismo de Washington, Jefferson e Franklin. Todos os países que tentaram implementar a receita desgraçada do coletivismo, comunismo e socialismo falharam miseravelmente, como a História e a prática ensinam. A Europa está endividada até o pescoço graças ao wellfare state socialista. O Brasil é ainda pior, pois paga-se pesados tributos sem nenhuma contrapartida. A China só saiu do buraco quando adotou o capitalismo, ainda que este não tenha sido acompanhado das liberdades individuais do ocidente. O mesmo pode se dizer da Índia. Aqueles países que adotaram o capitalismo se deram muito bem: Coréia do Sul, Indonésia, Chile e outros.
Obama Júnior está vendo tudo de ponta cabeça. Ele está adotando o legado de seu pai, o coletivismo falido do Terceiro Mundo, mesmo quando alguns desses países demonstram que o capitalismo é a resposta.
Então como Obama, que tem uma visão política terceiro mundista, coletivista e fracassada consegue se eleger num país que sempre teve no capitalismo seu motor propulsor? Como ele conseguiu vender este lixo para os americanos?
Dinesh acredita que Obama, por ter vivido no meio do “mundo branco” e do “mundo negro” e ser conhecedor da história americana de divisão racial, ele se apresentou como uma redenção, um apaziguador entre esses dois “mundos”. Obama seria uma unificação da sociedade americana que ultrapassasse o conceito de “raça” e ele sabia que as pessoas estavam projetando essa vontade de unificação nele (Obama). As pessoas querem poder dizer aos seus filhos e netos que votaram em Obama, que não são racistas. E quantas chances parecidas com esta aparecem na História?
A razão pela qual ele está na Casa Branca é sua cor. Minorias, quando entram nomainstream americano, usam máscaras que acreditam lhe trazer alguma vantagem. Barganha política é uma destas máscaras, desafiar o mainstream é a outra.
Por barganha, entende-se o seguinte: Obama diz aos brancos americanos “Eu vou lhe dar o benefício da dúvida. Eu vou presumir que você não é racista. Se eu não usar a questão racial contra você, você não usa contra mim. Chame isso de troca de favores.” E Obama sabia que ele tinha esse poder e esse talento em mãos. Obama escreveu:
“Um truque que aprendi é que as pessoas ficam satisfeitas, desde que você seja cortês, sorria e não faça movimentos bruscos. Elas ficam mais do que satisfeitas, elas ficam aliviadas. É uma surpresa tão agradável encontrar um jovem negro bem-educado, que não pareça estar com raiva de tudo o tempo todo.”
Obama tem um talento natural para a barganha. Ele fala sobre sua autobiografia e percebe que os brancos gostam dele pelo fato de ele não ser um negro que está com raiva o tempo inteiro. Eles provavelmente vão apoiá-lo ainda mais do que fariam com outra pessoa. Obama descobriu, desde sua infância, que essa estratégia funciona muito bem na sociedade americana.
Outros negros americanos já tentaram concorrer à presidência americana no passado, tal como Jesse Jackson. Muitas das lideranças de Direitos Civis são formadas por negros que subiram ao mainstream americano. A diferença é que eles dizem “Eu vou presumir que você é racista, olhe para a História americana, era racista e ainda é e eu vou presumir que você racista”. Pessoas que são assim desafiadoras se dão bem dentro de instituições, mas nunca se dariam bem numa corrida à presidência. Al Sharpton também é um exemplo de liderança negra que tentou a presidência usando a estratégia da confrontação, porém nenhum deles foi longe, pois os brancos americanos se sentiram ameaçados por eles.
Obama foi eleito impulsionado pelo voto “racial”. Ninguém mais conseguiria ser presidente apenas dois anos após de fazer parte do Poder Legislativo de Illinois. Os americanos não o conheciam e não queriam conhecê-lo. E ele sabia disso também.
Ainda assim, Obama precisou ocultar muitas coisas de seu passado. Ele tinha que esconder quem foram seus MENTORES E CONSELHEIROS:
1)      FRANK MARSHALL DAVIS, membro do Partido Comunista Americano;
2)      BILL AYERS, amigo de Obama dos tempos de Chicago, que tem algo em comum com Osama Bin Laden: ambos planejaram um atentado contra o Pentágono. Ayers explodiu uma Delegacia de Polícia em Nova Iorque e explodiu  também o Capitólio Americano. Ayers faz parte de um grupo terrorista chamado Weather Underground.Obama e Ayers se conheceram em 1995 e ambos serviram no Annemberg Challenge e também como diretores do Woods Fund. Ayers foi angariador de fundos para a campanha na eleição de Senador do candidato Obama;
3)      EDWARD SAID, professor na Universidade de Colúmbia, é um feroz crítico de Israel e ex-representante da OLP (Organização pela Libertação da Palestina). Obama manteve contato com Said até sua morte e Obama compareceu a um encontro para levantar dinheiro para a Palestina, em Chicago, evento no qual Said era o orador principal;
4)      ROBERTO MANGABEIRA UNGER, professor de Direito em Harvard, comunista brasileiro. Obama teve várias aulas com Mangabeira e os dois mantiveram contato próximo até a eleição presidencial. Em entrevista concedida por Mangabeira em 2008, ele disse: “Eu sou esquerdista por convicção e por temperamento, um revolucionário. Qualquer associação entre mim e Barack Obama no decurso da campanha só poderia fazer mal [a Obama]”;
5)      JEREMIAH WRIGHT, que foi o Pastor de Obama por 20 anos. Ele casou Obama e Michelle, batizou seus filhos e foi algo como um pai substituto para Obama. Durante a campanha presidencial, alguns sermões de Wright apareceram na mídia apresentando uma ameaça grave à imagem cuidadosamente construída por Obama junto ao eleitorado.  O que a mídia fez para salvar Obama foi apresentar Wright como um maluco radical. No entanto, ele não é um maluco. Ele é o representante mundial da Teologia da Libertação no Terceiro Mundo, movimento que visa destruir a Igreja Católica por dentro com ideias comunistas. Sobre Teologia da Libertação, aconselho ver os seguintes vídeos (aqui), publicados no Blog Esquerdopatia. Wright diz que os Estados Unidos têm que ser “amaldiçoados por Deus”, por serem a nação maldita do mundo. Por pouco a verdadeira face de Obama não foi exposta e, de acordo com Wright, ele foi subornado com US$ 150.000,00 (cento e cinquenta mil dólares) para ficar quieto. E, quando isso não funcionou, Obama em pessoa foi conversar com ele para que garantir seu silêncio.
Obama conseguiu varrer a sujeira para baixo do tapete. Ele conseguiu que o Partido Democrático trocasse Hillary Clinton por ele, um desconhecido. Obama, cuja vida é moldada pelo fantasma de seu pai, cujas ideologias são estranhas e repugnantes ao que o povo americano acredita é agora presidente dos EUA. Incrível.
Desde que assumiu a presidência dos Estados Unidos em 2009, a mudança (Change, um dos slogans de Obama) realmente chegou. Porém, as mudanças de Obama transcendem as diferenças entre Democratas e Republicanos e refletem algo diferente. Algo diferente do pensamento americano tradicional. Só por meio dos sonhos anticolonialistas do pai de Obama, podemos entender as ações do filho.
Agora podemos entender porque ele devolveu o busto de Winston Churchill, presente da Inglaterra.
Seu anticolonialismo fez com que a NASA, antes orgulho americano por causa de suas conquistas, se transformasse em relações públicas com o mundo islâmico.
Seu anticolonialismo fez que ele pressionasse a Inglaterra para devolver as Ilhas Malvinas (Ilhas Falkland).
Seu anticolonialismo fez que Obama impedisse o projeto do gasoduto Keystone, um projeto que geraria milhares de empregos em seu país. Ele impediu a prospecção de petróleo em solo americano, ao mesmo tempo em que deu bilhões de dólares dos contribuintes americanos para o Brasil, Colômbia e México, para que estes países explorassem petróleo. Ele está enriquecendo os países que antes foram colônias, a expensas do dinheiro do “Império” americano.
Obama “presenteou” os EUA com o Healthcare, plano de saúde governamental. Este plano custa o equivalente a 17,3% do PIB americano. A “solução” de Obama foi fazer com que as maiores operadoras de plano de saúde se submetessem ao governo federal.
Agora podemos entender porque Obama não se importa de deixar seu irmão George morar numa favela em Nairóbi. George não reza segundo as regras de Obama Sênior, nem tem sua visão anticolonialista de mundo.
Quando Obama se refere aos 99% mais pobres e aos 1% mais ricos, ele não se refere apenas aos EUA, ele se refere ao mundo todo. Até mesmo os pobres americanos são ricos se comparados ao resto do mundo.
Se Obama parece simpático às causas jihadistas e aos terroristas islâmicos capturados no Afeganistão ou no Iraque, querendo fechar a prisão de Guantânamo, dando aos terroristas direitos constitucionais, nós agora sabemos por quê. Ele vê essa ralé terrorista como anticolonialistas, lutadores pela liberdade. Como seu diria seu pai, os dominados estão expulsando os dominadores.
Agora não é mais estranho porque Obama apoia o movimento Ocuppy Wall Street tão fortemente.
No seu primeiro mandato vimos Obama começar a mudança na América. Porém, ele está longe do fim.
No fim do livro de Dinesh D’Souza, ele faz três previsões:
1)      Obama não vai fazer nada significante para impedir o Irã de obter armas nucleares. Ele não fez.
2)      Ele gastaria dinheiro público como se o déficit não fosse importante. Ele gastou.
3)      Se o clima político mudasse e ele fosse forçado a resolver o problema do déficit, ele reduziria o orçamento das forças armadas e aumentaria os tributos.
Essas projeções dão a Dinesh a confiança de prever como os EUA será em 2016, no fim do segundo mandato de Obama. Nós aprendemos bastante sobre Obama, portanto ainda não vimos o verdadeiro Obama, pois no seu primeiro mandato um presidente muitas vezes “esconde suas cartas”.
Em um vídeo disponível no canal Esquerdopatia no Youtube, Obama, achando que não estava sendo gravado, diz a Medvedev, enviado por Vladmir Putin, da Rússia “Esta é minha última eleição. Depois de ser eleito, eu terei mais flexibilidade”. Medvedev responde “Eu entendo. Eu vou transmitir esta informação ao Vladmir [Putin]”.

Obama Caught On Mic Off Mic with Russian President
 .
Dinesh entrevistou Daniel Pipes, um especialista em Oriente Médio. Daniel Pipes foi o único a alertar o mundo sobre o terrorismo islâmico, antes de 11 de setembro. Na opinião dele, “essa conduta dá uma pista dos objetivos de Obama. Depois da reeleição, Obama vai estar livre para fazer as mudanças que ele quer nos EUA, indo em direção ao socialismo e, no plano internacional, delimitar e restringir a presença e influência americanas.”
Durante o encontro no Nuclear Security Summit 2012, o Irã e a Coréia do Norte não compareceram. Os representantes de Obama disseram não se importar, pois o propósito do encontro era reduzir as armas nucleares da América e seus aliados. 

Quando Obama foi eleito presidente, a América tinha mais ou menos 5.000 (cinco mil) ogivas nucleares. Hoje, se acordo com o Tratado START, América vai reduzir suas ogivas para 1.500 (mil e quinhentas). Obama pediu ao Pentágono para analisar a redução para 300 (trezentas), sendo o objetivo final não ter nenhuma ogiva nuclear, tanto nos EUA quanto no mundo. 

O problema é que os inimigos do ocidente não estão reduzindo suas armas nucleares e Obama só pode reduzir as armas do ocidente, não tendo qualquer controle sobre os inimigos. Este é o suprassumo do sonho anticolonial: acabar com a superioridade nuclear americana.
Ainda de acordo com Daniel Pipes, “Obama não acha que a influência americana seja benigna, portanto ele não quer ver esta influência aumentar, o que é algo muito estranho para um presidente americano.” Quanto a Israel, Pipes diz que “Obama vê o estado de Israel como uma entidade horrível. Edward Said foi seu professor na Universidade de Colúmbia e era um líder anti-sionista. 

Rashid Khalidi era seu amigo em Chicago e era um importante professor, anti-Israel. Ali Abunimah, um blogueiro ativista de Chicago, muito mais diabólico do que os dois anteriormente mencionados, era também seu amigo Eu especulo que num segundo mandado, mais dessas ideias serão postas em prática. 

Se a América abandonar seu posto de defensora da liberdade, o ambiente mundial ficaria muito intolerável, haveria muito mais guerras, ideologias radicais seriam mais comuns e não haveria mais um poder grande o suficiente para segurá-los. Portanto, eu acho que o poder exercido pelos Estados Unidos é fundamental para todos os seres humanos. 
O Oriente Médio está se movimentando para longe dos EUA e indo para o lado do terrorismo islâmico. As forças mundiais que estão alinhadas com os EUA estão mais fracas. O cenário está mudando para pior.”
Os EUA estão fora do Iraque e do Afeganistão. Egito está deixando de ser um aliado para ser governado por radicais islâmicos. Líbia, Arábia Saudita e Jordânia estão seguindo o mesmo caminho. Não há qualquer bloqueio ao Irã para conseguir armas nucleares. Israel está isolada. O que estamos vendo é a transformação do Oriente Médio nos “Estados Unidos do Islã”.
O mundo pode ser bastante assustador em 2016, com Israel de joelhos, as defesas da América mais fracas, o mundo islâmico unificado, porém a América ainda continuaria sendo um país rico. Como Obama poderia mudar isto também? Como ele transformaria o mundo atual para um mundo pré-colonialista? 
Dinesh tem a resposta: “Dívida como arma de destruição em massa”. O que eram déficits anuais na época de Reagan, Bush pai e Bush filho, tornaram-se déficits mensais na administração de Obama. Vai chegar um ponto onde não haverá declínio e sim, colapso.
David Walker, Controlador Geral da União dos EUA diz que “esse colapso seria sentido no mundo inteiro. Não vai haver lugar para se esconder. A grande ameaça para o mundo é a irresponsabilidade fiscal americana. Nós [EUA] somos grandes graças ao fato de sermos a maior economia mundial. 

Porém, não continuaremos a ser grandes, a não ser que mantenhamos a economia forte. O fato é que quando alguém é seu credor, ele tem mais poder sobre você e você perde poder. Baseado na nossa política monetária atual é provável que vejamos colapso total, considerando apenas o governo federal, quando ultrapassarmos 20 trilhões de dólares, em 2016. Isso, levando em consideração que o déficit era de 5,6 trilhões no ano 2000. Apesar dos EUA serem ricos e terem grandes reservas, não somos exceção para a regra da prudência”.
Obama vai trazer soluções ou mais slogans? O tempo dirá.


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Quem roubou a cultura dos EUA? (CLIQUE AQUI)

Com a finalidade de apimentar nossos possíveis debates fica a entrevista com Ayn Rand por Mike Wallace - 1959 (Leg Pt)






Comentários do vídeo original em inglês:
Nessa envolvente entrevista de 1959, sua primeira na televisão, Ayn Rand resume sua filosofia para Mike Wallace, da CBS.
Essa discussão aborda temas como a natureza da sua moralidade e as distorções econômicas e históricas sobre os "robber barons".
Ela também comenta sua relação com Frank O'Connor, fornece algumas informações autobiográficas e fala sobre suas perspectivas para a América (Texto traduzido pelo Luiz Mario) email: luizmariobr@hotmail.com.

Contribuição de Letícia Ribeiro

Parte 1: http://www.youtube.com/watch?v=oncyKMSAbqI
Parte 2: http://www.youtube.com/watch?v=3bofJMwOdAQ
Parte 3: http://www.youtube.com/watch?v=OvhCvF4NQzo

Vídeo original em http://www.youtube.com/watch?v=zEruXzQZhNI

MEUS COMETÁRIOS: E que se provaram nos dias atuais de Ob(s)ama. A crise americana foi tramada pela esquerda/islã através da falência proposital da previdência e incrementado hoje com com o sistema de saúde universal. Lembre-se que o terrorista Yasser Arafat fundador do Fatah também já foi prêmio Nobel da Paz. 



Filme: THE OBAMA DECEPTION. | OBAMA, A FRAUDE. - (LEGENDADO PORT.)



Livre da publicidade covarde e mostrando fatos, The Obama Deception ("Obama, a Fraude") é um filme que destrói completamente o mito de que Barack Obama está a trabalhando para os interesses do povo americano. O fenômeno Obama é uma farsa cuidadosamente concebida pelos comandantes da Nova Ordem Mundial. Ele está sendo empurrado como salvador numa tentativa de convencer o povo americano a aceitar a escravidão global. Chegamos num momento crítico dos planos da Nova Ordem Mundial. Não se trata de esquerda ou direita: trata-se de Um Governo Mundial. Os bancos internacionais planejam saquear o povo dos Estados Unidos da América [e do mundo] e transformá-los em escravos num feudo Global.

Temas deste filme:

Para quem Obama trabalha,
Que mentiras ele disse e sua verdadeira agenda.

* Obama está continuando o processo de transformar a América em algo que se assemelha Alemanha Nazista, com o Serviço Nacional forçado, civis espiões, escutas ilegais, a destruição da Segunda Emenda, acampamentos FEMA e a lei marcial.
* Os assistente de Obama estão abertamente anunciando a criação de um novo Banco Mundial, que dominará todas as nações da terra através de impostos de carbono e uma força militar.
* Os Banqueiros Internacionais propositadamente engendraram o colapso financeiro mundial para falir as nações do planeta e impor um Governo Mundial.
* Os planos de Obama para saquear a classe média, destruir as pensões e federalizar os estados para que a população fique totalmente dependente do Governo Central.
* A Elite está usando Obama para apaziguar a opinião pública para que possam introduzir a União Norte-Americana secretamente, lançar uma nova Guerra Fria e continuar a ocupação do Iraque e do Afeganistão.
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BARACK OBAMA 'O ANTICRISTO' - A SÍRIA CRISTÃ SERÁ EXTERMINADA POR ELE. PRIMEIRA PARTE
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Esses pensam que as vaginas deles são louras!

"Negros que usam chicote para bater em outros negros não são meus irmãos. O Joaquim Barbosa não é meu irmão".

Edson Santos, deputado federal pelo PT do Rio de Janeiro e ex-ministro da Igualdade Racial de Lula, avisando que Joaquim Barbosa é branco porque ousou condenar por corrupção ativa os negros José Dirceu, Delúbio Soares e José Genoino.



LEITURAS RECOMENDADAS:




RECLAMAÇÃO: 'VIDA GAY' OBAMA ESCONDEU PARA SER PRESIDENTE (aqui)

1º - NELSON MANDELA: ISRAEL É TERRORISTA E ÁRABES ISLÂMICOS SÃO INOCENTES (aqui)

2º - KARL MARX TAMBÉM ERA RACISTA (aqui)

3º - NELSON MANDELA E O ABORTO (aqui

4º - ATIVISTA ANTI-ISRAEL FAZ PALESTRA EM PORTAS ABERTAS DO BRASIL (aqui

5º - A ÁFRICA DO SUL DEPOIS DO APARTHEID E, ‘AJUDANDO’ A MATAR A ÁFRICA (aqui

6º - BENJAMIN NETANYAHU É CRITICADO POR NÃO SE PROSTRAR AO ÍDOLO MÍTICO NELSON MANDELA (AQUI)

7º - GUERRA DOS SEIS DIAS (aqui)

8º - DESGRAÇA POUCA É BOBAGEM MOVIMENTO GAY OFICIALIZA GENOCÍDIO CULTURAL CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL ATRAVÉS DA PROMOÇÃO DO BEIJO GAY EM CULTOS EVANGÉLICO (AQUI)

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10º - MARCO FELICIANO E O BEIJO DAS TARÂNTULAS (AQUI)

11º - A VERGONHOSA ATITUDE DA FAMÍLIA MARINHO, O SBT, O ISLAMISMO, O COMUNISMO, O PETISMO E CUBA (AQUI)

12º - CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES (aqui)

13º - CONSCIÊNCIA NEGRA!!!???? (aqui)

14º - A FARSA DO VITIMISMO AFRO-DESCENDENTE (aqui)

15º - UNASUL - NOVA INTENTONA COMUNISTA EM MARCHA BATIDA (aqui)

16º - NO BRASIL OS ÍNDIOS ENTERRAM RECÉM-NASCIDOS VIVOS! Menino Albino tem a mão cortada para servir de amuleto (aqui)

17º - CARECAS DO ABC, O VERDADEIRO MOVIMENTO ESQUERDISTA NAZIFASCISTA JÁ FUI UM DELES (aqui)

18º - SOBRE COTAS E OUTROS BICHOS! (aqui)

19º - RELIGIÕES PERCENTUALMENTE "MAIS BRANCAS"(AQUI)

20º- CONHEÇA O PAÍS ONDE NEGROS SÃO ‘NATURALMENTE LOIROS’ (aqui)

21º - “O BRASIL É UM DOS PAÍSES MAIS RACISTAS DO MUNDO, MAS O RACISMO É VELADO” - UMA POSTAGEM ESQUERDISTA/ISLAMITA (aqui)

22º - FORO DE SÃO PAULO: LULA DIZ QUE ESTÁ DISPOSTO A TUDO PARA SALVAR O COMUNISMO NA AMÉRICA LATINA (aqui

23º - UMA RESPOSTA CARISMÁTICA À “CRISE CRESCENTE POR TRÁS DA HISTÓRIA DE SUCESSO EVANGÉLICO DO BRASIL” Calvinismo e pentecostalismo no Brasil (aqui)

24º - A VERDADEIRA INSANIDADE DA TERRORISTA DILMA (aqui)

25º - LIBERDADE PARA QUÊ? LIBERDADE PARA QUEM? "Por General Paulo Chagas "(aqui)

26º - RESPOSTA DO GENERAL DE DIVISÃO REFORMADO DO EXÉRCITO FRANCISCO BATISTA TORRES DE MELO À MIRIAM LEITÃO (aqui)

27º - A VERDADE SUFOCADA PELO MAL! (aqui)

28º - ASSASSINA FIGARISTA!!! (aqui)

29º - VOCÊ SABE QUEM É BARACK HUSSEIN OBAMA? (aqui)

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