quarta-feira, 29 de julho de 2015

Saiba como atualizar seu PC para o Windows 1

 
O Windows 10 foi lançado nesta quarta-feira (29), renovando completamente o sistema operacional da Microsoft e trazendo novidades como a assistente virtual Cortana e o novo navegador Edge. A boa notícia é que se você for usuário do Windows 7 ou 8, a atualização é totalmente gratuita.
Antes de fazer o download, garanta que seu aparelho atenda aos requisitos mínimos do Windows 10. Isso provavelmente irá acontecer, já que o novo sistema operacional não exige tanto da máquina. Basta um processador de 1 GHz, 1 GB de RAM (ou 2 GB para a versão de 64-bit) e 20 GB de espaço livre no disco rígido.
A instalação do Windows 10 demora de 20 a 60 minutos, dependendo do desempenho do computador. Vale lembrar que a atualização é gratuita, mas apenas até 30 de julho de 2016.
Como baixar o Windows 10:
Se seu computador está atualizado: um ícone do Windows deve ter aparecido no canto direito da barra de tarefas (caso não esteja lá, a Microsoft ensina como fazer ele aparecer). Ao clicar no ícone, o aplicativo Get Windows 10 será ativado, permitindo ao usuário se cadastrar para baixar o novo sistema operacional. Basta colocar o endereço de e-mail no sistema e pronto. Agora é esperar.
A maioria das pessoas não irá conseguir baixar e instalar o Windows 10 imediatamente. A Microsoft está lançando aos poucos o sistema operacional, para ter certeza de que poderá corrigir eventuais falhas assim que elas forem descobertas. Por isso, é possível que demore algumas semanas até que você consiga baixar a nova versão do sistema.
Assim que o download terminar, um pop-up na tela alertará que a instalação já pode começar.
Se seu computador não está atualizado: caso o ícone do Windows 10 não tenha aparecido em sua barra de tarefas, provavelmente você terá que fazer outras atualizações antes de começar.
Os usuários do Windows 7 devem garantir que ele esteja atualizado até o Service Pack 1. Para fazer isso, basta ir até o menu Iniciar e procurar pelo Windows Update. Caso seu sistema seja o Windows 8, ele precisará ser atualizado para o Windows 8.1. Para isso, clique no bloco Loja no menu Iniciar. Dentro da Loja, clique no ícone de atualização para o Windows 8.1.

Com o Windows 7 ou 8 atualizado, o ícone do aplicativo Get Windows 10 irá aparecer na barra de tarefas.
Se seu computador roda versões mais antigas do Windows: se você ainda usa o Windows Vista, XP ou versões ainda mais antigas, a atualização não será gratuita. Ou seja: você terá que comprar uma versão do Windows 10. Para os usuários do Windows RT, a notícia é ainda pior: não há atualização, pelo menos até setembro.

Investigação contra Lula pode ser "exemplo para mundo"

"Há sempre um problema no fato de um ex-presidente usar seus contatos", diz diretor da Transparência InternacionalRicardo Stuckert/05.12.2014/Instituto Lula

Ex-presidente pode ter praticado tráfico de influência após ter deixado o governo

28/7/2015 às 13h16 (Atualizado em 28/7/2015 às 14h08)

A abertura de uma investigação no Ministério Público do Distrito Federal para apurar se o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva praticou tráfico de influência após ter deixado o governo quase não encontra paralelo em outros países, o que demonstra como o relacionamento entre ex-líderes e grandes empresas se situa numa zona legal cinzenta, dizem especialistas em corrupção ouvidos pela BBC Brasil.

A investigação refere-se à suposta atuação de Lula em favor da construtora Odebrecht em contratos internacionais financiados pelo BNDES. O Instituto Lula, do ex-presidente, nega haver irregularidades em suas atividades.

Alejandro Salas, diretor de Américas da Transparência Internacional, disse que o fato de o Brasil ser uma das maiores economias mundiais, ter destaque na comunidade internacional e de Lula ser personalidade importante podem fazer com que a investigação sirva de modelo.

"Seria um enorme exemplo para o mundo. Pode realmente ser o começo de novas regulações e controles", disse ele à BBC Brasil.

"Há sempre um problema no fato de um ex-presidente usar seus contatos, seu poder, para ajudar determinados interesses, isso em si já traz implicações éticas".

Segundo o cientista político Michael Johnston, professor da Colgate University, em Nova York, a investigação é "incomum", mas pode servir de modelo.

"O Brasil é observado muito atentamente, e estamos falando de um personagem muito poderoso e de uma investigação que ocorre em um momento crucial no desenvolvimento do País", diz.

"Não quero julgar as alegações contra Lula, mas [a investigação] pode servir como uma lição para outros investigadores ao redor do mundo".

"É muito incomum o fato de haver uma investigação... Na maioria dos casos, ex-líderes são investigados por atos cometidos enquanto estavam no poder, mas não por ações após deixarem o cargo".




Além desta investigação, a Odebrecht - a maior construtora do Brasil - é alvo da Operação Lava Jato, da Polícia Federal, que investiga um suposto esquema de corrupção na Petrobras.

O presidente da empresa, Marcelo Odebrecht, está preso e foi denunciado à Justiça por crimes que teriam sido cometidos contra a estatal. A defesa nega que ele tenha participado das irregularidades.


"Mas a diferença no caso de Lula, caso a investigação prove que é culpado, é que não está apenas fazendo isso, mas está fazendo isso para apoiar empresas corruptas a fazerem negócios corruptos", disse Salas, da Transparência Internacional.

'Comportamento comum'

O fato de não provocarem investigações formais não significa que as relações entre ex-líderes e grandes empresas sejam incomuns ou isentas de polêmica.

"É um comportamento muito comum entre ex-chefes de Estado", disse David Rothkopf, editor da revista Foreign Policy e autor de livros sobre as relações entre empresas e governos.

Ele cita o ex-chanceler alemão Gerhard Schröder, cuja atuação na empresa de energia russa Gazprom após deixar o governo foi alvo de controvérsia.

Outro exemplo é o ex-presidente americano Bill Clinton e sua Clinton Global Initiative. A polêmica em torno das ações de Clinton é agravada pelo fato de sua mulher, Hillary, ter atuado como secretária de Estado e, atualmente, ser a favorita democrata na corrida presidencial americana.

"Ele deu palestras para empresas e acompanhou líderes de empresas a outras partes do mundo onde sua influência pode ter ajudado essas empresas a fecharem negócios", observa Rothkopf.

O ex­-primeiro-ministro britânico Tony Blair também gerou controvérsia por suas ligações com empresas e negócios com governos do Oriente Médio enquanto era enviado especial do Quarteto - grupo formado por ONU, União Europeia, Estados Unidos e Rússia para mediar o conflito entre Israel e Palestina.

"A questão é se estão fazendo algo ilegal ou antiético. E isso deve ser determinado caso a caso, com base nas leis de cada país", diz Rothkopf.

Para Johnston, há uma certa noção de que ter ocupado um cargo público deve servir como um bilhete para enriquecer.

"Parece haver um tipo de elite internacional que acha que tem o direito de enriquecer depois de deixar seus cargos no governo", critica Johnston.

"É ético? Muito do que ocorre não passaria no teste de percepção. Essas pessoas devem cair na obscuridade após deixar o poder? Não, elas têm experiência e conhecimentos valiosos. Devem monetizar esses ativos que lhes foram conferidos pelo povo? Acho que não".

"Quando deixam o poder, entram nesse tipo de terreno parte público, parte privado de transações internacionais, onde não há regras claras. Qual a diferença entre suborno, taxa de consulta ou contribuição? Pode ser difícil definir".

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Os dois maiores bandidos do Brasil tiveram escola e oportunidade. Crime se combate é com cadeia




Atualmente, um preso, outro solto


29/07/2015
 às 12:31 \ BrasilCultura
Luiz Fernando da Costa, o Fernandinho Beira-Mar, estudou nas escolas Joaquim da Silva Peçanha e Dulce Petri, em Duque de Caxias, no Rio de Janeiro.
Celso Pinheiro Pimenta, o Playboy, no Colégio Laranjeiras, na Zona Sul do Rio.
Os dois maiores bandidos do Brasil tiveram escola e oportunidade, mas a esquerda quer fazer você acreditar que se combate o crime com Pronatec.
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Documentário expõe farsa do gênero na Noruega. Padre Paulo Ricardo Denuncia a Ideologia de Gênero na Câmara dos Deputados em Brasília - DF




Publicado em 29 de mar de 2014





A Votação do Plano Nacional da Educação ficou para o dia 22/04/2014.

Diga NÃO à IDEOLOGIA DE GÊNERO nas Escolas através do Plano Nacional da Educação

Leia o Blog do Padre Paulo Ricardo: https://padrepauloricardo.org/blog/ur...

Atenção! Ideologia de Gênero em Curitiba

https://www.cmc.pr.gov.br/ass_det.php?not=24884

O que fazer?

Em primeiro lugar, assine a petição da citizengo:

Assine a Petição Citizengo:

As assinaturas serão impressas, recolhidas e levadas à Câmara por membros e deputados pró-família. 

Depois ligue para o telefone da câmara: 0800 619 619 e aperte a tecla "9" e peça a rejeição à ideologia de gênero em nosso sistema educacional, peça para enviar a mensagem para todos os deputados e lideranças dos partidos.

Leia este texto de Dale O'Leary: 


Assista ao vídeo de Padre Paulo. Na ocasião, o PNE (Plano Nacional da Educação) seria votado no Senado. Lá, a ideologia de gênero foi retirada, mas o projeto voltou para a Câmara, e agora eles reinseriram o termo. 

A. Fale com o professor de seu filho

Baixe aqui em pdf o relatório "A Agenda de Gênero", que explica em detalhes o que é, e como surgiu a ideologia de gênero. Peçam que eles se manifestem junto à câmara dos deputados.

Agenda de gênero: redefinindo a igualdade

Estou enviando, em arquivo PDF anexo, o documento “Agenda de Gênero”, resumo de um livro sobre ideologia de gênero. Posso dizer que é o melhor livro sobre o assunto.

Esse livro é importantíssimo para o esclarecimento de alunos e principalmente professores.

A ideologia de gênero está infectando todo o ensino do Brasil.

O que você pode fazer para derrotar este mal?

Envie este livro, “Agenda de Gênero,” a todos os professores que você conhece. Incentive-os a ler. Incentive-os a repassar os esclarecimentos deste livro.

Se você quer entender o perigo da ideologia de gênero, o livro da Dale O’Leary é a melhor fonte.

B. Escreva e telefone para os deputados

Depois de ter lido esta mensagem, escreva e telefone aos deputados da Comissão Especial que irão votar o Plano Nacional de Educação para explicar-lhes o que significa ideologia de gênero e pedir-lhes não introduzam no Plano Nacional de Educação a igualdade de gênero e orientação sexual como meta da educação brasileira. Escreva também para as lideranças dos partidos.


Deputado Relator

Angelo Vanhoni PT/PR: (61) 3215-5672 / (61) 3215-2672 / dep.angelovanhoni@camara.leg.br

Demais Deputados da Comissão Especial

Renan Filho PMDB/AL: (61) 3215-5907 / (61) 3215-2907 / dep.renanfilho@camara.leg.br

Eduardo Barbosa PSDB/MG: (61) 3215-1540 / (61) 3215-2540 / dep.eduardobarbosa@camara.leg.br

Mara Gabrilli PSDB/SP: (61) 3215-5226 / (61) 3215-2226 / dep.maragabrilli@camara.leg.br

Nelson Marchezan Junior PSDB/RS: (61) 3215-5250 / (61) 3215-2250 / dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br

Nilson Pinto PSDB/PA: (61) 3215-5527 / (61) 3215-2527 / dep.nilsonpinto@camara.leg.br

Marcos Montes PSD/MG: (61) 3215-5334 / (61) 3215-2334 / dep.marcosmontes@camara.leg.br

Antônio Roberto PV/MG: (61) 3215-5736 / (61) 3215-2736 / dep.antonioroberto@camara.leg.br

Efraim Filho DEM/PB: (61) 3215-5744 / (61) 3215-2744 / dep.efraimfilho@camara.leg.br

Professora Dorinha Rezende DEM/TO: (61) 3215-5432 / (61) 3215-2432 / dep.professoradorinhaseabrarezende@camar­a.leg.br

Leopoldo Meyer PSB/PR: (61) 3215-5233 / (61) 3215-2233 / dep.leopoldomeyer@camara.leg.br

Alex Canziani PTB/PR: (61) 3215-5842 / (61) 3215-2842 / dep.alexcanziani@camara.leg.br

Lista de e-mails dos deputados da comissão especial

dep.angelovanhoni@camara.leg.br

dep.renanfilho@camara.leg.br

dep.lelocoimbra@camara.leg.br

dep.gabrielchalita@camara.leg.br

dep.professorsetimo@camara.leg.br

dep.pedrochaves@camara.leg.br

dep.raulhenry@camara.leg.br

dep.eduardobarbosa@camara.leg.br

dep.alfredokaefer@camara.leg.br

dep.izalci@camara.leg.br

dep.maragabrilli@camara.leg.br

dep.nelsonmarchezanjunior@camara.leg.br

dep.nilsonpinto@camara.leg.br

dep.joselinhares@camara.leg.br

dep.esperidiaoamin@camara.leg.br

dep.waldirmaranhao@camara.leg.br

dep.efraimfilho@camara.leg.br

dep.onyxlorenzoni@camara.leg.br

dep.jorginhomello@camara.leg.br

dep.professoradorinhaseabrarezende@camar­a.leg.br

dep.paulofreire@camara.leg.br

dep.dr.ubiali@camara.leg.br

dep.leopoldomeyer@camara.leg.br

dep.pastoreurico@camara.leg.br

dep.severinoninho@camara.leg.br

dep.stefanoaguiar@camara.leg.br

dep.andrefigueiredo@camara.leg.br

dep.marcosrogerio@camara.leg.br

dep.antonioroberto@camara.leg.br

dep.alexcanziani@camara.leg.br

dep.paeslandim@camara.leg.br

dep.andremoura@camara.leg.br

dep.antoniobulhoes@camara.leg.br

dep.marcosmontes@camara.leg.br

dep.ronaldonogueira@camara.leg.br

Lideranças dos partidos

lid.govcamara@camara.leg.br

lid.ptb@camara.leg.br

lid.min@camara.leg.br

lid.pt@camara.leg.br

lid.pmdb@camara.leg.br

lid.psdb@camara.leg.br

lid.psd@camara.leg.br

lid.pp@camara.leg.br

lid.pr@camara.leg.br

lid.dem@camara.leg.br

lid.psb@camara.leg.br

lid.solidariedade@camara.leg.br

lid.pdt@camara.leg.br

lid.pv@camara.leg.br 

lid.pros@camara.leg.br





 | Categoria: Notícias

Documentário expõe farsa do gênero na Noruega

Programa de TV denuncia falsidade da teoria e obriga Conselho Nórdico de Ministros a cortar fundos para as pesquisas de gênero.




Um golpe devastador para a "Ideologia de Gênero": o Conselho Nórdico de Ministros – uma organização de cooperação interparlamentar entre Noruega, Suécia, Finlândia, Dinamarca e Islândia – decidiu cortar fundos para o Instituto Nórdico de Gênero (NIKK, na sigla sueca). As pesquisas conduzidas pelo NIKK lançaram as bases para as políticas sociais e educacionais que, a partir dos anos 1970, transformaram os países nórdicos nas sociedades com a maior "igualdade de gênero" do mundo.

A decisão foi tomada depois que um documentário norueguês, chamado Hjernevask ("Lavagem Cerebral", em português) expôs a farsa das pesquisas de gênero, em 2010. O sociólogo e humorista Harald Eia estava intrigado com o fato de que, não obstante os constantes esforços de engenharia social para remover os chamados "estereótipos de gênero", mulheres continuavam a optar por profissões tipicamente femininas e homens continuavam atraídos por carreiras masculinas. De fato, ao invés de as políticas de gênero reverterem esse quadro, as diferenças só se tinham acentuado ainda mais.

Então, ele se dirigiu à Universidade de Oslo para entrevistar nomes como Cathrine Egeland e Jørgen Lorentzen, ambos "especialistas" do Instituto Nórdico de Gênero. Depois, levou as suas respostas a outros renomados cientistas ao redor do mundo – principalmente nos Estados Unidos e no Reino Unido –, pedindo a eles que comentassem as descobertas de seus colegas noruegueses. Como era de se esperar, as teses provocaram risos e incredulidade na comunidade científica internacional – especialmente porque seus estudos eram baseados em mera teoria, sem base em qualquer pesquisa empírica. Harald filmou as suas reações, voltou à Noruega e mostrou tudo aos pesquisadores do NIKK. Confrontados com a verdade científica, os estudiosos ficaram atônitos, absolutamente incapazes de defender a sua teoria.
Harald Eia conversa com Jørgen Lorentzen, do NIKK

A farsa do gênero foi exposta ao ridículo na TV e na Internet, quando o programa em inglês, sob o nome Brainwash, ganhou fama no mundo inteiro. Os cidadãos da Noruega começaram a se perguntar por que era necessário um investimento tão alto – e com dinheiro dos contribuintes – para uma ideologia sem nenhum crédito científico.

Como consequência, o Conselho Nórdico de Ministros cortou mais da metade dos fundos que eram gastos com as pesquisas de gênero, ainda no ano de 2011. Foi determinado também que apenas dois membros permanentes da equipe poderiam receber investimentos do Conselho. O NIKK chegou a ser dissolvido, migrando para a Suécia, onde passou a chamar-se "Informação Nórdica sobre Gênero".

Ainda que os estudiosos e pessoas ligadas à promoção da Gender Theory neguem, o documentário norueguês desempenhou um papel importante no corte de fundos para o NIKK. Em 2010, foram travados vários debates públicos na Noruega, mencionando a influência do programa Brainwash. O político Henning Warloe, do partido conservador norueguês Høyre, chega a afirmar que "as escolas da Noruega hoje têm falhado, não levando em conta as grandes diferenças biológicas existentes entre homens e mulheres, como as pesquisas têm comprovado".

O primeiro episódio da série apresentada por Harald Eia é bem conhecida e fala justamente sobre o paradoxo da igualdade de gênero. Quem ainda não viu, pode assistir abaixo, com legendas em português:
A Noruega já entendeu a mentira por trás da Teoria de Gênero. Que não demore muito para que o Brasil e o resto do mundo abram os olhos.
Com informações de C-Fam | Por Equipe Christo Nihil Praeponere



VEJAM MAIS SOBRE:

1º - Entre a propaganda e a verdade: a história secreta da Ideologia de Gênero (aqui

2º - IDEOLOGIA DE GÊNERO NA PRÁTICA: Dr. Money e o Menino Sem Pênis. Estagiários cortam pênis de bebê ao invés de cordão umbilical (aqui

3º - O paradoxo da igualdade: Ideologia de Gênero a Lavagem Cerebral (aqui

4º - Professora é expulsa de escola pública por discordar da ideologia de gênero (aqui)

5º - 
Documentário expõe farsa do gênero na Noruega. Padre Paulo Ricardo Denuncia a Ideologia de Gênero na Câmara dos Deputados em Brasília - DF 
(aqui)


6º 
- PERFIL GAY. FALTA MAIS DECÊNCIA E CORAGEM E MENOS COR NO FACEBOOK (aqui)
Apoiar com arco-iris no Facebook é fácil. Quero ver apoiar dando o rabo.
ATÉ O LÍDER MÁXIMO DOS COMUNISTAS COLORIU A FOTO DELE

CELAS DO COLARINHO BRANCO


Essa é uma das seis celas onde estão os presos da Lava Jato ao todo são 16 presos da operação neste presídio cada cela tem três camas, um banheiro com uma pia e um vaso sanitário e para o banho eles dividem os chuveiros com outros 100 presos da galeria, uma boa acomodação "pelo menos o pessoal dos direitos humanos não vão reclamar" e observando bem ainda existe um espaço onde pode ser colocada mais uma cama "aumentando para 4 o número de acomodações" ou que tal colocar as famosas "beliches" onde teríamos 8 vagas, ao invés de apenas 3 e mesmo assim ainda estarão em condições bem melhores que milhares de outros presos do Brasil e é até bom pensar em novas vagas.



A operação Lava Jato não pode parar e está cada vez mais próxima "do(s) líder(es) de todo esse esquema de corrupção" que saqueou os cofres públicos.

Veja a lista dos presos da Lava Jato que estão no Complexo Médico-Penal de Pinhais-PR:

-Marcelo Bahia Odebrecht, presidente da holding Odebrecht S.A.
-Alexandrino de Alencar, ex-diretor da Odebrecht
-César Ramos Rocha, ex-diretor da Odebrecht
-Elton Negrão de Azevedo Júnior - executivo da Andrade Gutierrez
-João Antônio Bernardi Filho, ex-funcionário da Odebrecht
-Márcio Faria da Silva, ex-diretor da Odebrecht
-Otávio Marques de Azevedo, presidente da Andrade Gutierrez
-Rogério Santos de Araújo, ex-diretor da Odebrecht
-André Vargas, ex-deputado
-Luiz Argôlo, ex-deputado
-Pedro Corrêa, ex-deputado
-João Vaccari Neto, ex-tesoureiro do PT
-Mário Góes, empresário e acusado de ser um dos operadores do esquema
-Adir Assad, empresário e acusado de ser um dos operadores do esquema
-Fernando Baiano, acusado de ser um dos operadores do esquema
-Renato Duque, ex-diretor de Serviços da Pebrobras

Segunda Guerra: a Polônia invadida


Veja fotos da Polônia após a invasão alemã que deu início à 2ª Guerra Mundial, em 1939


Malú Damázio
Que a invasão a Polônia pelos alemães foi o estopim da Segunda Guerra Mundial você já sabe. Em setembro de 1939, a Alemanha de Hitler não poupou esforços – e munição – e atacou o território polonês por mar, solo e ar. Ainda na madrugada do primeiro dia do mês, aviões alemães bombardearam a cidade de Wielun, na Polônia, matando 1.200 civis. Minutos depois, o navio de guerra (ou encouraçado) Schleswig-Holstein abriu fogo contra estruturas militares polonesas em Danzig. Em seguida, cerca de um milhão de soldados nazistas entraram no território inimigo pelo Norte e pelo Sul. A técnica ficou conhecida como blitzkrieg, que quer dizer guerra relâmpago.

- Veja como surgiu a expressão ‘corredor polonês’

O ataque à Polônia ocorreu uma semana após Alemanha e União Soviética assinarem o pacto de não-agressão, que previa também a divisão do território polonês entre as duas potências, no caso de uma nova orientação fronteiriça da Europa Ocidental. Ainda que o país alemão já estivesse dando sinais da expansão contrária ao Tratado de Versalhes – em 1935, retomaram a fabricação de armamentos e restabeleceram o serviço militar obrigatório, enquanto em 1938, anexaram a Áustria -, Inglaterra e França nada fizeram, já que estavam preocupadas em conter os avanços da União Soviética e do regime comunista. No entanto, após o violento ataque promovido pela Alemanha de Hitler, declararam guerra, no dia 3 de setembro de 1939, contra o país.

- Relembre, em imagens, a rendição da Alemanha na Segunda Guerra Mundial
Vendo seu possível pedaço de terra ser ocupado pelas tropas nazistas e, sob as bênçãos do pacto de não-agressão, em 17 de setembro, Stálin ordenou que os soldados sovietes também invadissem a Polônia, a começar pela porção Leste. Dentro de cinco semanas, o país já não conseguia mais apresentar resistência e apresentou-se completamente retalhado entre Alemanha e União Soviética. A primeira garantiu, sozinha, dois terços do território polonês.

Semanas após os duros ataques, o fotógrafo alemão Hugo Jaeger viajou pela Polônia e retratou o rastro de destruição e caos que se instalou no país em imagens coloridas. Veja algumas que separamos:
Soldado alemão em meio aos destroços nas ruas da Polônia, após ataques de 1939

Em Varsóvia bandeiras nazistas foram hasteadas

Fuga de camponeses da Polônia no período da invasão

A região de Sochaczew durante o conflito

O mesmo local, próximo à fortaleza Modlin, após a vitória alemã

Na fortaleza, mulheres polonesas limpavam armamentos utilizados durante a batalha

Aviões de bombardeio poloneses

Tanque de guerra queimado

Pessoas mortas durante os ataques foram enterradas em ruas e parques de Varsóvia

Refugiados poloneses em Varsóvia. A placa diz “Zona perigosa, não continue”

Região de Danzig, localizada no ‘corredor polonês’

O papa e o Vaticano precisam ser confrontados acerca de posturas católicas tradicionais contra Israel

Em vez de rejeitarem Israel como faz o Vaticano, os líderes evangélicos deveriam fazer o que o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu fez

Julio Severo
Joseph Farah, diretor do WorldNetDaily, com acerto apontou para a tragédia mais recente do Vaticano contra Israel dizendo que é “uma ação hostil unilateral contra Israel.” Ele disse:
O Papa Francisco anunciou que um acordo fora alcançado com a liderança selvagem da Organização para a Liberação da Palestina reconhecendo “Palestina.”
É um ato bárbaro de surdez política e histórica por parte do papa que coloca o Estado judeu sitiado, o único refúgio confiável para os cristãos esquecidos, abandonados e em número inferior no Oriente Médio, mais no fundo do retículo dos intrometidos internacionais.
O acordo do Vaticano foi intermediado com Mahmoud Abbas, o organizador do ataque terrorista aos atletas israelenses nos Jogos Olímpicos de Munique, um homem que escreveu sua tese de doutorado negando o Holocausto — e ainda nega o número de mortos judeus até hoje.
A declaração do Vaticano pede que o novo Estado palestino tenha sua capital em Jerusalém — a capital de Israel desde o tempo do rei Davi. Pede que o Estado palestino, administrado pelas mesmas pessoas que têm aprovado a destruição dos locais religiosos e históricos judaicos em seus próprios territórios, obtenha a responsabilidade dos locais santos de Jerusalém e outras partes.
Mas o que o Vaticano fez aí foi declarar seu apoio unilateral e incondicional à Organização para a Libertação da Palestina fundada por Yasser Arafat.
Não existe outro jeito de interpretar isso, exceto como uma ação hostil unilateral contra Israel.
Entretanto, essa não é a primeira hostilidade católica contra Israel. A escritora judia Janet Levy informa vários casos antijudeus do Vaticano na sua resenha do livro “The Vatican Against Israel: J’Accuse” (O Vaticano contra Israel: Eu Acuso), escrito pelo escritor católico Giulio Meotti, que explora o fundamento teológico de 1.700 anos de inimizade católica em relação aos judeus que levaram a múltiplas ações de perseguição e atrocidades através dos séculos e como ele continua a ocorrer na política da Igreja Católica para com o Estado judeu de hoje.
O Sr. Meotti explica como a Igreja Católica continua a minar os judeus através de sua política, declarações e relação de desprezo com o Estado de Israel. Desde a fundação de Israel em 1948, o Vaticano tem sempre trabalhado contra os melhores interesses do Estado judeu e ajudou e incentivou seus inimigos.
Essa extensa inimizade histórica da Igreja Católica para com os judeus e as atrocidades que a acompanharam, levou a uma aliança chocante com o islamismo hoje e, mais surpreendentemente ainda, tem impedido a Igreja Católica de ajudar os católicos perseguidos em todo o mundo muçulmano. Ao repudiar suas raízes judaicas e forjar uma aliança estratégica entre muçulmanos e católicos, a Igreja Católica iniciou um caminho precário para o futuro da Cristandade.
Em “O Vaticano contra Israel”, o autor examina como a Igreja Católica continuou a ser uma parceira disposta e ansiosa na destruição do povo judeu na era moderna.
A Igreja Católica ajudou a promulgar o embuste antissemita de um plano judeu para a dominação global, conforme estabelecido nos Protocolos dos Sábios de Sião, obra em grande parte usada pelos nazistas para justificar seus crimes contra os judeus. A primeira tradução dessa calúnia sanguinária foi traduzida por católicos árabes e publicada por um jornal da comunidade católica em Jerusalém, em 1926.
Quando Adolf Hitler chegou ao poder na Alemanha, o Vaticano foi o primeiro Estado a reconhecer formalmente a legitimidade do Terceiro Reich e manteve relações diplomáticas com o governo nazista até o final da guerra.
O Papa João Paulo II concedeu várias audiências a Yasser Arafat, o pai do terrorismo moderno e o chefe da Organização de Libertação da Palestina (OLP), que tinha ordenado e executado ataques contra civis judeus e estava buscando publicidade e legitimidade no cenário mundial. Enquanto proclamavam abertamente ódio aos judeus e planos de aniquilar Israel, Arafat e seus capangas ganhavam respeitabilidade da Igreja Católica.
Em 1974, o Vaticano reconheceu formalmente a Organização de Libertação da Palestina. Só em 1993, quase 20 anos depois, a Igreja Católica reconheceu o Estado de Israel.
Quando o presidente da OLP, Yasser Arafat, morreu em 2004, o Papa elogiou o terrorista como um grande líder neste “momento de profundo pesar” e falou com carinho de sua proximidade com a família Arafat.
Ainda hoje, muitos dos mapas do Vaticano de peregrinação dos católicos e passeios turísticos deixam de mencionar Israel.
Para piorar as coisas, os líderes evangélicos mostram que merecem quando a mídia esquerdista os agrupa na mesma categoria da antiga hostilidade católica contra Israel, chegando ao ponto de sugerir que a Inquisição anti-judaica não era distintivamente católica, mas “cristã,” como se todos os cristãos estivessem igualmente envolvidos em torturas e matanças de judeus.
Ainda que os líderes evangélicos do início dos Estados Unidos abraçassem os judeus e condenassem o Vaticano, os tempos mudaram. Hoje. As grandes denominações protestantes dos EUA abraçam o Vaticano e condenam Israel.
Os evangélicos dos EUA estão cada vez mais perdendo sua voz profética sobre Israel e contra os inimigos dos judeus, principalmente os muçulmanos. Por isso, não é de admirar que quando eles se encontram com o papa, eles não conseguem expressar sua condenação acerca da hostilidade católica histórica e atual contra Israel. Eles também não conseguem condenar as alianças do Vaticano com o islamismo.
A única atitude corajosa num encontro com um papa veio não de protestantes, mas de um líder judeu. Em 2013, o primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu se encontrou com o Papa Francisco no Vaticano, e deu ao líder da Igreja Católica “The Origins of the Inquisition in Fifteenth Century Spain” (As Origens da Inquisição na Espanha do Século Quinze), um livro que em grande parte gira em torno de católicos espanhóis questionando, torturando e castigando judeus que haviam se convertido ao catolicismo, expondo como milhares de judeus foram expulsos da Espanha ou queimados vivos na estaca. Pior ainda, a inquisição de convertidos católicos (e o uso da tortura para descobrir “heréticos”) foi sancionada legalmente pela primeira vez pelo Papa Inocêncio IV, de acordo com o Business Insider.
A Revista Judaica (Jewish Journal) diz que “As Origens da Inquisição na Espanha do Século Quinze,” uma obra-prima acadêmica e um tomo minucioso sobre a Inquisição da Espanha, descreve como a Igreja Católica perseguia, e muitas vezes executava, multidões de judeus que, sob pressão, haviam se convertido ao catolicismo e que eram acusados de praticar secretamente o judaísmo.
O Business Insider comenta que “é importante pensar no contexto do livro, que foi escrito Ben-Zion Netanyahu, pai de Netanyahu. Ben-Zion era um historiador conceituado que trabalhava na Universidade Hebraica de Jerusalém e na Universidade Cornell nos EUA.”
A CBS News diz: “Ben-Zion Netanyahu, pai de Netanyahu, era um historiador israelense… Como ativista sionista que se opunha à divisão da Palestina entre árabes e judeus, ele era melhor conhecido em círculos acadêmicos por suas pesquisas acerca da Inquisição da Igreja Católica contra os judeus da Espanha na Idade Média.”
O Business Insider disse que “o livro argumenta que a perseguição contra os judeus não era realmente baseada em religião, mas em preconceito racial e inveja financeira que ecoariam anos mais tarde no Holocausto.”
Essa “inveja” tem sido cara demais para a Igreja Católica. Num artigo fascinante intitulado “Judeus tiveram papel fundamental na fundação dos Estados Unidos,” o WorldNetDaily mostra como os judeus foram decisivos na construção dos EUA em seu início. A maioria dos judeus no início dos EUA havia fugido do Brasil, expulsos, sob ameaças de morte da Inquisição e do governo católico. Eles acabaram fundando o primeiro sistema bancário dos EUA. Se o Brasil católico, ou até mesmo o Vaticano, tivessem abraçado esses judeus, eles estariam vivendo hoje a hegemonia financeira que os EUA gozam.
Mas a cultura católica antijudaica os impediu disso. Essa cultura era predominante em países católicos até mesmo recentemente.
Recordo de um menino que era isolado por outros estudantes numa escola pública em São Paulo. Ele era judeu e outros estudantes falavam dele como algum tipo de “praga.” Eu conseguia me identificar com ele. Como evangélico, eu era muitas vezes ridicularizado porque eu não me envolvia em celebrações católicas ou outros comportamentos impróprios na escola. Então, provavelmente eu era o único estudante que conseguia manter um contato normal com o estudante judeu.
O sentimento antijudeu dos outros estudantes vinha da cultura do Brasil, o maior país católico do mundo. Em contraste, respeito pelo catolicismo era supremo.
Não sei o que se poderia fazer para mudar a cultura católica contra Israel, mas os evangélicos dos EUA e do Brasil deveriam seguir o exemplo corajoso do primeiro-ministro israelense Benjamin Netanyahu, que confrontou uma cultura católica antijudaica com apenas uma arma: um livro sobre a Inquisição.
Todo líder evangélico deveria abraçar Israel e seu direito exclusivo à Terra Prometida. Eles não deveriam rejeitar Israel por amor ao Vaticano e suas tradições.
E eles deveriam também dar ao papa livros sobre a Inquisição e recordar a ele que passou da hora da Igreja Católica parar de ser contra Israel.
No entanto, se eles continuarem a abraçar o Vaticano à custa de Israel, todos eles deveriam também receber livros sobre a Inquisição das mãos de corajosos Netanyahus.
Sem perceber, Netanyahu se tornou uma inspiração profética para os evangélicos em seu relacionamento com o Vaticano.
Com informações do WorldNetDaily, Business Insider, Israel National News, Janet Levy, CBS News e Jewish Journal.
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