sábado, 26 de outubro de 2013

COMISSÃO DE EDUCAÇÃO DA CÂMARA APROVA ADOÇÃO DA “PEDAGOGIA DE BANHEIRO PÚBLICO” NO CURRÍCULO ESCOLAR


A Comissão de Educação aprovou na quarta-feira (24) o Projeto de Lei (PL) 7627/10, da deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), que torna obrigatória a inclusão da temática gênero e suas relações intra e interpessoais nos currículos escolares.


O objetivo é incentivar o a adoção da chamada “Pedagogia de Banheiro Público”, bem como incentivar o estudo e o diálogo sobre o tema gênero, promovendo uma mudança cultural em favor da igualdade entre os sexos.

Feministas protestaram contra a aprovação do projeto, pois, segundo elas, “caso seja implementada a igualdade entre os sexos, seremos obrigadas a nos submeter ao serviço militar obrigatório e não poderemos nos aposentar cinco anos antes que os homens”.

O projeto altera a Lei 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática gênero.

De acordo com a deputada, a proposta também visa promover debates e reflexões sobre a violência contra as mulheres e entre gêneros. “Pode ser um bom instrumento para uma convivência harmoniosa entre alunos.”

Segundo o pedagogo Genival Genildo Gonorreia dos Santos, “a pedagogia de banheiro público somente é assimilada se você estudar toda a obra de Paulo Freire, se escrever sobre Paulo Freire, formular problemáticas a partir dos questionamentos de Paulo Freire, acordar pensando em Paulo Freire, defecar pensando em Paulo Freire e se masturbar em homenagem a Paulo Freire”.

O projeto será remetido para apreciação da presidente Dilma Rousseff.

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fonte : (aqui)
24/10/2013 - 20h11

Comissão aprova temática de gênero no currículo da rede de ensino

A Comissão de Educação aprovou na quarta-feira (24) o Projeto de Lei (PL) 7627/10, da deputada Janete Rocha Pietá (PT-SP), que torna obrigatória a inclusão da temática gênero e suas relações intra e interpessoais nos currículos escolares.
O objetivo é incentivar o estudo e o diálogo sobre o tema gênero, promovendo uma mudança cultural em favor da igualdade entre os sexos.
Reprodução Tv Câmara
Dep. Jean Wyllys (PSOL-RJ)
Wyllys: apesar da Lei Maria da Penha, ainda é muito grande a violência contra mulher e isso é uma questão cultural.”
O projeto altera a Lei 9.394/96, que estabelece as Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB), para incluir no currículo oficial da Rede de Ensino a obrigatoriedade da temática gênero.
De acordo com a deputada, a proposta também visa promover debates e reflexões sobre a violência contra as mulheres e entre gêneros. “Pode ser um bom instrumento para uma convivência harmoniosa entre alunos.”
Janete Pietá esclarece que a Lei Maria da Penha (Lei11.340/06) não é suficiente para coibir a violência doméstica contra a mulher.
Segundo o relator substituto na comissão, deputado Jean Wyllys (Psol-RJ), o projeto não trata de uma disciplina no currículo e sim da garantia, na lei, de que a temática será abordada entre as disciplinas ministradas. "É importante porque o Brasil é um dos países campeões de feminicídio, de violência, de assassinato de mulheres e violência contra a mulher. Apesar da Lei Maria da Penha, ainda é muito grande a violência contra mulher e isso é uma questão cultural.”
Na opinião do parlamentar, trabalhar a equidade de gênero, é explicar para a comunidade escolar que homens e mulheres devem ser tratados de maneira igual e ter acesso igualitário aos direitos e a dignidade e que as escolhas e a liberdade têm de ser respeitadas. “Assim, a gente descontrói essa cultura de violência contra a mulher".
Para a professora de História, Identidade e Cidadania da Universidade de Brasília (UnB) Renizia Cristina Garcia Filice, o projeto se justifica porque o Brasil enfrenta uma realidade de violência e preconceito contra as mulheres que precisa ser tratado. "À medida que a mulher vai avançando, também há uma resistência da maturidade ainda muito patriarcal, para que ela não ocupe determinados espaços. Falar de educação de gênero nas escolas é tratar com muita tranquilidade, de uma forma pedagógica, questões que são muito atuais".
Da Redação - RCA
Colaboração - Lidyane Barros

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2 comentários:

  1. O texto coloca entre aspas a seguinte citação, atribuída a "feministas", “caso seja implementada a igualdade entre os sexos, seremos obrigadas a nos submeter ao serviço militar obrigatório e não poderemos nos aposentar cinco anos antes que os homens”.

    Colocar o citações entre aspas denota uma citação literal, algo que foi dito por alguém, letra por letra, e não especulações sobre seus verdadeiros motivos, ou parafraseação.

    A fim de transparência seria mais adequado especificar a autoria da frase, quem são os tais "feministas", ou não colocar palavras em suas bocas, mas deixar mais claro que se trata de uma especulação pessoal sobre o que o autor supõe que todos eles pensem.

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    1. Amigo não sou um erudito mas a boiada é baiada.
      De qualquer forma é tudo gentalha.

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