sábado, 2 de maio de 2015

Sindicato dos professores do RS decide se desfiliar da CUT


Cpers entregou pauta de reivindicações ao governo do estado (Foto: Evandro Oliveira/Divulgação)

CPERS tomou a decisão alegando que CUT está 'distante' da categoria.
Servidores aprovaram pauta de reivindicações, já entregue ao governo.


Em assembleia na tarde desta sexta-feira (27) em Porto Alegre, o sindicato dos professores decidiu se desfiliar da Central Única dos Trabalhadores (CUT). A presidente do CPERS, Elenir Aguiar Oliveira, alegou que a CUT estava distante da categoria. O encontro reuniu cerca de 6 mil servidores no Ginásio Gigantinho.

O CPERS também aprovou outras reivindicações, como a nomeação de concursados, a luta pela garantia dos royalties do petróleo para a educação e o pagamento integral do piso do magistério. A pauta foi entregue no início da noite ao governador José Ivo Sartori e ao secretário da Educação, Vieira da Cunha. Nos próximos dias, uma nova reunião entre governo e categoria deverá ser agendada.

Foto: Dani Conte
"Por Alexandre Haubrich"
Em assembleia realizada nesta sexta-feira (27), o CPERS – Centro dos Professores do Estado do Rio Grande do Sul, o maior sindicato do Rio Grande do Sul, com 81 mil sócios, decidiu desfiliar-se da Central Única dos Trabalhadores. A direção do sindicato era contrária à desfiliação, pauta levantada por grupos ligados à antiga gestão do CPERS.
A assembleia, que tinha também como pauta a organização da luta contra os cortes de gastos do governo de José Ivo Sartori (PMDB), acabou focada na questão da CUT. Foram 1588 votos pela desfiliação, contra 1129 pela manutenção da ligação com a Central. O CPERS era filiado à CUT há 19 anos, e essa foi a primeira assembleia geral após a mudança na direção, ocorrida no ano passado.
O Jornalismo B não conseguiu contato com a presidenta do CPERS, Helenir Aguiar Schürer, mas, ao site do jornal Zero Hora, ela lamentou a decisão da categoria, que esteve presente com mais de 6 mil professores no Ginásio Tesourinha, em Porto Alegre: “a assembleia mostrou claramente que a oposição está mais preocupada em dividir a categoria, visto que priorizou a votação (da desfiliação) ao invés de focar nas reivindicações. Vamos encaminhar a desfiliação, mas vamos lutar para unir o magistério e focar nas nossas lutas”, afirmou Helenir.
Ao Jornalismo B, Rejane Oliveira, ex-presidenta do CPERS e principal nome da oposição, disse pensar diferente: o que divide a categoria é o CPERS dizer que quer o piso e defender a carreira e a CUT defender o contrário. Tivemos que fazer grandes batalhas e a CUT usava a imprensa para se posicionar contra a categoria. Isso divide. Agora vamos fazer a luta com as pautas da categoria e com a unidade de quem quiser lutar. Quem quiser defender governos, que faça em seu nome., nós vamos defender os trabalhadores”, explicou.
Rejane também ressaltou a importância da decisão: “vivemos, no último período, filiados a uma Central que usava o prestigio do CPERS e a representatividade da categoria para ir aos governos pedir retirada de direitos dos trabalhadores. Nossa categoria tem uma história de tradição, de luta, de coragem, para defender os interesses dos trabalhadores, e a CUT se utilizou disso para defender os governos. Não podemos permitir que um sindicato com a história do CPERS e uma categoria com a historia que a nossa tem continue com a CUT, uma Central que desistiu de defender os trabalhadores e partiu para defender os governos”

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Um Hangout para Tempos de Guerra


Transmitido ao vivo em 1 de mai de 2015

1 - Lula diz que farão o "inferno" para que Dilma ganhe as eleições;
2 - Correios e máquina pública são usados para distribuição de material do governo;
3 - Dilma mente e dissimula em toda campanha eleitoral;
4 - Tófoli, o advogado do PT, é remanejado para o TSE;
5 - Urnas e eleições são colocadas em cheque;
6 - DIlma faz 100 dias de silêncio e o país começa sua descida a ladeira;
7 - Manifestações começam a eclodir no Brasil;
8 - Estoura o Petrolão com indícios de envolvimento de políticos e empreiteiras;
9 - Lula chama o exército de Stedile para defender DIlma;
10 - Stedille vai a Venezuela solicitar ajuda;
11 - Lula em comício público diz que não vai permitir o golpe e conclama militantes para a guerra;
12 - PT deixa vazar o caderno de teses;
13 - Stedile e Lewandovisk recebem medalha de Tiradentes;
14 - MST distribui a cartilha do guerrilheiro feita por Mariguella a seus seguidores;
15 - MST faz integração para treinamento de guerrilha com o ministro das comunas da Venezuela;

Diante desses fatos, todos fartamente noticiados pelas mídias online e offline nos encontramos agora diante de uma grande pergunta:

Já estamos em guerra?
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Participação especial com o Coronel Moézia

Luiz Cruz - Diretamente do EUAS
Roberto Mezian - Reservista CPOR
Leandro Cimino - SP


  
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sexta-feira, 1 de maio de 2015

O mínimo que você precisa saber sobre Israel

Israel iniciou na quarta-feira as comemorações do 67º aniversário de sua independência, com fogos de artifício, festas, desfiles de soldados e shows.

Em homenagem ao “país mais ameaçado de destruição do mundo“, segundo seu primeiro-ministro, Benjamin Netanyahu, reproduzo abaixo o artigo “Israel: 67 anos!”, do jornalista Mauro Wainstock. É o mínimo que você precisa saber sobre o único estado judeu.
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Mauro Wainstock

Israel está comemorando 67 anos! Muitos leitores deste artigo certamente já festejaram mais aniversários do que este minúsculo país, com apenas 22.072 km² (menor do que o estado de Sergipe e ainda tendo 60% deste total ocupado por deserto) e 8,1 milhões de cidadãos (sendo 75,3% judeus). Para você ter uma ideia, os 22 estados árabes possuem 350 milhões de habitantes, enquanto os 60 países islâmicos já somam 1,2 bilhão de seguidores.

Se os números são desproporcionais, o desenvolvimento também é. Israel teve deflação de 0,2% em 2014; a economia cresceu 3,2% na média dos três últimos anos; o país possui uma invejável renda per capita de quase US$ 35 mil e índice de qualidade de vida de 0,888 – um dos mais elevados do mundo. Considerada a “cidade que nunca para”, Tel Aviv conquistou recentemente o “Prêmio Mundial de Cidades Inteligentes”. Apesar de ser obrigado a investir cerca 10% do PIB na defesa do país, Israel é o país que mais gasta com pesquisa e desenvolvimento (P&D): são 4,4% do seu PIB, quase o dobro da média (2,4%) dos 34 países desenvolvidos que compõem a Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico. Toda empresa multinacional de tecnologia do mundo tem um centro de P&D em Israel, incluindo Intel, IBM, Microsoft, Google, Facebook e Apple.

O país também possui mais empresas listadas na Bolsa Eletrônica “Nasdaq” do que toda a comunidade europeia junta, tem a maior porcentagem/per capita de computadores pessoais e ainda é um dos líderes globais em comunicações, ciências da vida, desenvolvimento de softwares e em cibersegurança. A comparação com o Vale do Silício, na Califórnia, é inevitável, já que possui o segundo maior número de companhias startups no mundo, logo depois dos Estados Unidos. Foram cientistas israelenses que criaram, por exemplo, o telefone celular (laboratório da Motorola), a tecnologia de chips para o processador Pentium (laboratório da Intel), o sistema de armazenamento de voz (“voice mail”), o primeiro programa antivírus para computadores e o ICQ, programa de comunicação instantânea pioneiro na Internet. Há três meses, a Apple inaugurou um centro de pesquisa e desenvolvimento em Israel, na cidade de Herzliya – o segundo maior da empresa no mundo e que está gerando mais de 700 empregos diretos. “Temos uma enorme admiração por Israel como lugar para fazer negócios”, afirmou na ocasião Tim Cook, CEO da Apple.




Apesar dos limitados recursos naturais, o intensivo desenvolvimento industrial e da agricultura ao longo das últimas décadas fez com que Israel se tornasse amplamente autossuficiente na produção de alimentos. Ele é reconhecido mundialmente por suas tecnologias de ponta em reuso, dessalinização e controle de perdas de água. É, também, o único país que terminou o século XX com mais árvores do que o iniciou. E o primeiro no ranking mundial/per capita, tanto em números de artigos científicos como em patentes de equipamentos médicos. Foi uma empresa israelense que desenvolveu o exame de sangue que permite diagnosticar ataques cardíacos por telefone; o primeiro sistema para detecção de câncer de mama isento de radiação e monitorado por computador; a primeira filmadora em forma de cápsula ingerível, que permite o exame do intestino delgado; e o diagnóstico de câncer e de disfunções digestivas.

Agora imagine um adesivo para o tratamento de diabetes que substitui a necessidade das injeções diárias; uma forma de diagnosticar câncer de pulmão apenas pela respiração, uma maneira de aplicar drogas para tumores usando a nanotecnologia ao invés da quimioterapia ou um dispositivo a laser do tamanho de um barbeador elétrico que alivia a dor e cura feridas no conforto de sua própria casa. Esses dispositivos já existem ou estão em fase de desenvolvimento. Entre os muitos judeus que têm contribuído significativamente para a humanidade, em todas as áreas do pensamento, estão Albert Sabin (vacina contra a poliomielite), Arthur Solomon Loevenhart (um dos responsáveis pelos medicamentos contra a sífilis), Selman Abraham (descobriu a estreptomicina, valorosa no tratamento da tuberculose), além de Albert Einstein (teoria da relatividade), Siegried Marcus (criou o motor à gasolina) e Sigmund Freud (psicanálise), só para citar alguns. Enfim, contando com apenas 0,2% da população mundial, os judeus já conquistaram 22% de todos os “Prêmios Nobel”.


Em termos educacionais, Israel também se destaca: possui o maior percentual em número de diplomas de curso superior e centros de referências em várias especialidades, como os institutos Technion (Tecnologia) e Weizmann (Ciências), além da Universidade Hebraica de Jerusalém, que está entre as 100 melhores do mundo. E quando o assunto é esporte, Israel disputa torneios com os países europeus, mas ainda assim faz bonito: o time Maccabi Tel Aviv já se sagrou campeão da “Copa Intercontinental”, foi vice-campeão mundial em 2014, quando perdeu para o Flamengo, e ganhou o campeonato europeu de basquetebol seis vezes (é o segundo clube com mais conquistas da Euroliga na história). Também foi a primeira equipe europeia a vencer uma equipe da NBA em solo norte-americano. Por outro lado, a “Macabíada”, principal evento esportivo do mundo judaico, é o terceiro maior do mundo em número de atletas. Nas competições individuais, porém, uma surpresa: o campeão mundial Gary Gasparov, considerado o “Rei do Xadrez”, revelou que, apesar da fama, já foi discriminado por ser judeu.

Por sua riquíssima cultura milenar, Israel tem muitos motivos para ser aplaudido de pé, seja na música, na dança e na criatividade. É inacreditável como há alguns anos realiza o “Festival de Ópera” em… Massada – local que é um monte rochoso, palco de uma batalha histórica. Fica a cerca de 520 metros acima do Mar Morto, ou seja, seria totalmente impróprio para qualquer tipo de evento. Por outro lado, no cinema, são judeus cineastas como Steven Spielberg, atores do porte de Michael Douglas e Barbra Streisand, e humoristas que inspiraram novas formas de fazer comédia, como os Irmãos Marx, Charles Chaplin, Jerry Lewis, Woody Allen e Jerry Seinfeld. Talvez você não saiba, mas dois judeus, Jerry Siegel e Joe Suster, criaram o Super-Homem; um judeu, Bob Kane, inventou o Batman; e Stan Lee, o mais famoso autor do mundo dos quadrinhos, também judeu, é o responsável por personagens como Hulk e Homem-Aranha. E tem mais: o Capitão América foi desenvolvido pelos judeus Joe Simon e Jack Kirby.

No quesito política, Israel se orgulha da democracia e pluralidade, absorvendo as mais variadas ideologias, etnias, credos, gêneros e religiões. Os árabes, por exemplo, são a terceira maior força no Parlamento, possuindo 14 cadeiras de um total de 120, assim como as mulheres têm voz ativa, com 29 representantes. E por falar nelas: há uma “Miss Israel” negra (etíope) e uma líder religiosa lésbica. Já a jornalista árabe-muçulmana Lucy Aharish, acenderá uma das tochas na cerimônia no “Dia da Independência”, que este ano acontecerá em Jerusalém. No país, todos os grupos são respeitados e acolhidos: Tel Aviv, por exemplo, já conquistou várias vezes o título de “melhor destino gay”.

O respeito à diversidade é uma das características do povo judeu, eternizado com a criação do Estado Judeu. O brasileiro Osvaldo Aranha foi quem “bateu o martelo”. Outro nome importante na história política brasileira foi o do jornalista judeu Vladimir Herzog – encontrado morto nas dependências do 2ª Exército. Hoje temos um embaixador de Israel no Brasil de origem drusa e, este ano, nas comemorações do “Dia Nacional da Imigração Judaica” (18 de março), houve uma homenagem ao senador Aarão Steinbruch, já falecido, autor da lei que criou o “13º salário”, sancionada pelo então presidente João Goulart em 1962. O parlamentar também foi o “pai” da aposentadoria por tempo de serviço.

Mas o relevante papel de judeus na construção da sociedade brasileira data muito antes disto. Em 1412, o infante D. Henrique, ao fundar a Escola de Sagres, trouxe o judeu Iehudá Crescas para ensinar aos pilotos portugueses fundamentos da navegação, produção e manejo de cartas e instrumentos náuticos. Mais tarde, outros judeus colaboraram, como José Vizinho, mestre Rodrigo e Abraham Zacuto, que planejou a viagem de Vasco da Gama às Índias. Sua contribuição possibilitou as viagens transoceânicas e as descobertas marítimas de Portugal. Na frota de Cabral, viajaram como conselheiros pelo menos dois judeus: Mestre João, para pesquisas astronômicas e geográficas, e Gaspar de Lemos (ou da Gama), que foi considerado corresponsável pelo descobrimento. Segundo alguns historiadores, o próprio Cabral, originário de Belmonte, conhecida cidade de marranos, teria origem judaica. Em 1503 o judeu Fernando de Noronha liderou um grupo de judeus portugueses que apresentou a D. Manuel a primeira proposta de colonização do novo território.

Com o passar dos anos, muitos hábitos, provérbios e até mesmo superstições judaicas se incorporaram à cultura popular brasileira, como as expressões “ficar a ver navios”, “vestir a carapuça” e “passar a mão na cabeça” – esta última relacionada ao ato judaico de abençoar alguém colocando as duas mãos sobre sua cabeça ao mesmo tempo em que se pronuncia uma breve oração em hebraico. Outras curiosas contribuições de origem judaica, desta vez na culinária, foram a carne de sol e a tapioca. No entanto, com as perseguições, muitos judeus precisaram esconder essa condição e alteraram seus nomes para não serem denunciados, torturados e mortos. Os chamados “cristãos-novos” passaram a se chamar, por exemplo, Alves, Andrade, Alencar, Amaral, Aguiar, Arruda, Bezerra, Brito, Botelho, Cabral, Carvalho, Cardoso, Costa, Duarte, Fonseca, Gomes, Linhares, Machado, Mendes, Oliveira, Pinto, Pereira, Rodrigues, Santos, Silva, Soares, Vasconcelos, Viana, Vieira, entre tantos outros, cujos descendentes se espalharam por todo o território nacional.

Hoje, o Brasil recebe tecnologia de ponta israelense para a agricultura do nordeste brasileiro e expertise em segurança para ser aplicada na segurança de grandes eventos. Os países possuem parceria econômica, inclusive no Mercosul; intercâmbios educativos, como o projeto “Ciência sem Fronteiras”, que tem a participação de muitos israelenses; programas do Instituto Weizmann de Ciências, que leva brasileiros para cursos especializados em Israel; e concursos sobre o Holocausto, promovidos por entidades judaicas que premiam professores e estudantes das escolas públicas. Além disto, a comunidade judaica atua em variados programas solidários, como o que o Hospital Israelita Albert Einstein desenvolve na Comunidade de Paraisópolis (São Paulo), que beneficia 6 mil moradores com atendimento médico de vanguarda, atividades socioeducativas e assistência biopsicossocial.

Enfim, a terra é árida, e mesmo assim Israel se destaca em questões agrícolas. Não há recursos, e o país desenvolveu alternativas para o combustível. Está cercado por inimigos, e sua tecnologia militar é usada como fonte de inspiração para empresas inovarem… Mundo: deixe Israel viver. Deixe os judeus ajudarem a construir um mundo melhor. A humanidade consciente agradece!

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Ator de 'Cidade de Deus' é encontrado na cracolândia em São Paulo

Rubens Sabino Silva já foi preso por roubar uma bolsa e tenta para se livrar do vício.
O ator Rubens Sabino Silva, de 30 anos, que interpretou o traficante Neguinho, no filme “Cidade de Deus” foi encontrado, nesta quarta-feira, entre centenas de usuários na área conhecida como cracolândia, durante uma operação da Prefeitura de São Paulo no centro da cidade.
Rubens foi surpreendido pela chegada de policiais militares que foram chamados para conter os dependentes de crack que tentavam impedir a retirada das barracas montadas no local para o consumo da droga.
Houve confusão e resistência por parte dos usuários que atearam fogo em papelões interditando ruas da região da Luz. Em resposta, a PM disparou bombas de efeito moral. No confronto, dois homens foram atingidos por tiros e levados para o pronto-socorro da Santa Casa.
Segundo a Secretaria da Segurança Pública de São Paulo, a polícia reagiu após ser agredida por moradores de rua.
Rubens Sabino Silva não se feriu na confusão. Porém, durante a ação, o ator conversou com o ex-senador Eduardo Suplicy, que acompanhava a retirada dos usuários de drogas do local.
Vivendo na rua há dez anos, Rubens chegou a praticar crimes quando vivia no Rio de Janeiro para manter o vício. Em 2003, foi preso ao roubar uma bolsa, em um ônibus. Após ser solto, Rubens buscou ajuda para ser internado numa clínica de reabilitação, entretanto, voltou a consumir crack ao deixar o tratamento, como informou o jornal O Dia.
De acordo com a Prefeitura de São Paulo, 150 pessoas que estavam no local foram hospedadas em hotéis e serão encaminhadas para vagas de trabalho e cursos profissionalizantes.
  
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Dia do Trabalho - 1º de Maio


Dia do trabalho 1889

Artigo no Alerta Total – www.alertatotal.net
Por Milton Pires

No dia primeiro de maio de 1886, em Chicago, Estados Unidos, um grupo de sindicalistas, reformadores, anarquistas, socialistas e aquilo que hoje a história chama de “trabalhadores comuns” tomou as ruas da cidade. O movimento não era local nem regional. Em todo país lutava-se, entre outras coisas (mas principalmente) por uma jornada diária de trabalho de 8 horas. Três dias depois, na chamada Haymarket Square da mesma cidade, eclodiu um conflito entre operários e policiais que faria a confusão de ontem em Curitiba parecer bobagem.

É curioso observar, como através do tempo, muda-se o significado da História e dos seus fatos principais conforme a vontade de quem faz o discurso. Dia do Trabalhador hoje, no Brasil, passou a significar algo muito diferente daquilo que se pedia em 1886. A distância é tão grande que até mesmo a definição do evento menciona (como vocês viram acima) a presença de “trabalhadores comuns” entre os manifestantes de Chicago, não é?

Eu fico aqui pensando: quem seriam hoje, no Brasil, esses trabalhadores “comuns” e me atrevo, eu mesmo, a responder – trabalhadores “comuns” no nosso país são 99,9% dos brasileiros! São a maioria gigantesca da nossa população que amanhã, se Deus quiser, NÃO vai estar nas ruas misturada com a ralé da esquerda brasileira...são os médicos que vão estar atendendo em emergências imundas do SUS, são policiais que vão estar trocando tiros com traficantes que trouxeram para o nosso país a cocaína das FARC, são professores que vivem com salário de fome e não cobrem o rosto para invadir a Assembleia Legislativa em Curitiba!

Eles, junto com milhões de operários, caminhoneiros, lavradores, faxineiras, garis...eles e tantos outros que começaram, desde crianças, a ajudar a sustentar suas famílias JAMAIS precisaram de sindicalistas alcoólatras, de guerrilheiras que assaltam bancos nem de padres comunistas para saber quais são, em primeiro lugar, os deveres de um trabalhador e, em decorrência deles, quais os direitos que lhes são devidos.

Não sou “getulista”. Não tenho idade para ter visto o Governo dele. Não o tenho como ídolo nem como vilão mas conheço história – foi com ele, e mais ninguém, que se construiu a luta pelos direitos dos trabalhadores nessa Nação. Getúlio Vargas pode ser acusado de qualquer coisa; menos de ter sido “comunista”.

Causa nojo ver o PT apresentar-se como um partido dos “trabalhadores”. Causa espécie ver essa elite que compra deputados, que mata prefeitos, que destrói a PETROBRAS, que corrompe a nossa infância dizer-se representante daqueles que construíram e que sustentam esse país.

Soube que Dilma não vai discursar em cadeia nacional de televisão. Que ironia! Uma presidente inventada por um sindicalista quase analfabeto, uma “combatente pela democracia” (como ela gosta de se dizer) dos anos 60 e 70 ter tanto medo de um panelaço nacional que precise limitar-se às redes sociais para dirigir-se ao Brasil.

A solução que ofereço aqui é simples: dirija-se aos trabalhadores cubanos, presidente Dilma! Foi dinheiro gerado pelos brasileiros que a senhora entregou, através de empréstimos que até agora tem seus termos mantidos em segredo, para eles reformarem seus portos e aeroportos!

Cumprimente os trabalhadores da Bolívia – país cuja dívida a senhora e seus asseclas perdoaram ! Fale ao povo do Território Palestino – seu ex-ministro e traidor da profissão médica, Alexandre Padilha, empenhou-se em construir centros de tratamento e diagnóstico lá enquanto nossos pacientes morrem no chão!

Se a senhora e seus comparsas disserem que assim escrevo por pertencer a uma elite, que assim a ataco por “ser médico”, lembre-se que foram vocês petralhas que passaram a nos chamar de “trabalhadores da saúde” como todos os outros!

Encerro, pois, dizendo que aqui não é o médico nem o cidadão que a vocês se dirige agora – é o pagador de impostos, é mais um “trabalhador” brasileiro que nesse primeiro de maio tem, como a gigantesca maioria da nossa sociedade, o mesmo orgulho de ser trabalhador e, graças a escória do Partido de vocês, cada vez mais VERGONHA de ser brasileiro!

Quando a História se referir aos petistas, poderá dizer que fizeram qualquer coisa; menos trabalhar de verdade!

Milton Simon Pires é Médico.

  
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quinta-feira, 30 de abril de 2015

PT roubou até ilustração para usar na campanha de Dilma! Justiça manda retirar “Coração Valente” da propaganda


O PT não tem coração. Precisa roubá-lo dos outros para posar de valente.

A Justiça de São Paulo determinou que a organização criminosa retire de toda sua propaganda — física ou virtual — o “Coração Valente”, imagem-ícone da campanha de Dilma Rousseff.
Diz O Globo:
“Numa ação movida contra o partido, o ilustrador mineiro Sattu Rodrigues afirma que o trabalho é de sua autoria e que foi utilizado sem seu consentimento, sem qualquer crédito e sem o devido pagamento de direitos autorais. Segundo a decisão do desembargador Alcides Leopoldo e Silva Júnior, o PT está sujeito a uma multa diária de R$ 10 mil se descumprir a ordem.”
Pois é.
Para uso publicitário, o PT rouba o dinheiro dos outros, o trabalho dos outros, o talento dos outros, o coração dos outros.
É uma organização criminosa valente na arte de roubar.


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Polícia Civil do Paraná prende serial killer em Curitiba




Alexandre Lopes de Padua Arcenio, 31 anos, treinador em duas academias de Crossfit foi preso por três homicídios e uma tentativa de homicídio, todos envolvendo garotas de programa e transexuais. Após manter relações sexuais com as vítimas, as mesmas eram mortas e deixadas todas em decúbito ventral.

A primeira vítima foi encontrada no dia 16/03, em um apartamento no bairro Bigorrilho. Taís, transexual de 28 anos, estava nua sobre a cama, em decúbito ventral, amarrada pelos pés e pelas mãos e em adiantado estado de putrefação.

A segunda vítima foi encontrada no dia 21/03, desta vez, num apartamento no centro da capital. Jaqueline, de 42 anos, também foi encontrada nua, em decúbito ventral, sobre a cama.

A terceira vítima foi encontrada no dia 19/04, num apartamento no centro de Curitiba. Mel, de 36 anos, também estava nua sobre a cama, em decúbito ventral e com uma toalha amarrada no pescoço.

O quarto crime de Alexandre, aconteceu no dia 24/04, Camilly, transexual de 22 anos sobreviveu aos ataques do acusado. A vítima descreveu o suspeito com as mesmas características da última pessoa que teve contato com as vítimas Jaqueline e Mel, comprovadas por imagens de câmeras de segurança que mostram Alexandre entrando e saindo dos apartamentos.

Camilly afirmou ainda que depois da relação sexual, o criminoso beijou seu rosto e, logo em seguida, “deu um 'mata leão”, provocando um desmaio. Horas depois, quando acordou, estaria nua, em decúbito ventral, sobre a cama, com uma toalha amarrada no pescoço e sangue no rosto. Alexandre foi reconhecido por ela, sem qualquer sombra de dúvidas, como sendo o autor do crime. 

Ao realizar buscas na residência de Alexandre, foi possível localizar e apreender vários objetos, utilizados por ele na data dos crimes e flagrados pelas câmeras de segurança, entre estes, camisetas, bermudas, mochilas, notebooks, câmeras fotográficas até mesmo um pedaço de corda. Alguns desses objetos já foram identificados pela vítima sobrevivente e por familiares de outras vítimas.

O acusado não tem passagem pela polícia.

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