domingo, 19 de janeiro de 2014

ROLEZINHOS: “EU NÃO QUERO IR NO SEU SHOPPING”


Retrato do "famosinho" Evandro Farias de Almeida, 20, na sala de sua casa em São Miguel Paulista. Evandro reúne fãs de sua página no Facebook em "rolezinhos" nos shopping center da zona leste de São Paulo - Jefferson Coppola

A ideia de que os rolezinhos são “protestos” e de que seus integrantes querem invadir os “shoppings dos ricos” é de quem não conhece a periferia. Os rolezeiros querem é se divertir, namorar e comprar roupas de marca. Tudo bem longe da “playboyzada”

Alana Rizzo, Alexandre Aragão e Bela Megale
Evandro Farias de Almeida é a Lala Rudge da periferia paulistana. Assim como a blogueira de moda cujo nome faz estremecer certo público — no caso dela, qualquer adolescente de classe média iniciada no tema —, Evandro é autoridade no assunto. Qual? Bem, nenhum.
Ele não canta, não dança, não aparece na televisão e é um ilustre desconhecido para a maioria dos brasileiros. Mesmo assim, Evandro não dá dez passos no Shopping Metrô Itaquera nem no Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, sem ser abordado por dezenas de meninos e meninas. São seus ardorosos fãs. A notoriedade de blogueiras famosas como Lala vem de posts em que elas mostram como se vestem, se maquiam e o que acabaram de comprar. 
Já a de Evandro e de outros ídolos da internet na Zona Leste vem dos vídeos que eles postam na rede — piadinhas ingênuas e bizarrices como aspirar uma camisinha pelo nariz e retirá-la pela boca, raspar uma das sobrancelhas e tirar fotos fingindo-se de morto, com algodão no nariz. Façanhas como essas lhe renderam 13 000 seguidores no Facebook, além de regalias como ter o crédito de seus celulares pré-pagos permanentemente recarregado por cortesia das admiradoras. Foi para conhecê-las pessoalmente — e dar a elas a oportunidade de pedir autógrafos e tirar fotos com ele — que Evandro e seus colegas de fama passaram a marcar em shoppings da região as reuniões que, até o ano passado, chegavam a juntar milhares de adolescentes. Foram esses “encontros de fãs” que deram origem aos hoje mal compreendidos, distorcidos e manipulados rolezinhos.
Fotos dos jovens Vinicius Andrade, 17 (camiseta amarela), Deivid Santana, 18 (camiseta azul) e Fernando de Souza (boné branco) - Alexandre Schneider

Eles continuam significando encontros-em-shoppings-marcados-pela internet, aos quais continuam comparecendo centenas e até milhares de adolescentes — a diferença é que esses adolescentes agora deram para correr em bandos pelos corredores, berrando refrões de funk ostentação, assustando lojistas, frequentadores e, ocasionalmente, cometendo furtos. De tudo o que se falou na semana passada sobre os rolezinhos, o maior equívoco diz respeito à crença de que eles foram inventados por pobres jovens revoltados por sua exclusão da sociedade de consumo. Para começar, famosinhos e fãs de famosinhos — os participantes originais dos rolezinhos — são, para usar o termo tão em voga, a elite da periferia. O único problema que têm em relação ao consumo é não o praticarem tanto quanto gostariam. Conectados e obcecados por marcas e acessórios de grife, têm o hábito de gastar com eles boa parte do salário (o próprio ou o dos pais).

A jovem Yasmim Oliveira, 15 anos que tem mais de 80 mil seguidores no Facebook - Alexandre Schneider

Evandro, por exemplo, gosta de comprar camisetas Abercrombie & Fitch e John John. O boné laranja que usava na última quinta-feira é o preferido entre os sete que possui — das marcas Puma, Mizuno e Nike. Ele compra as peças em outlets, que vendem coleções passadas e têm preços mais em conta. Mas poderia adquiri-las também em shoppings luxuosos como o JK Iguatemi e o Cidade Jardim. Evandro, no entanto, nunca pôs os pés nesses lugares — nem pretende fazê-lo. Essa afirmação coincide com a de praticamente todos os adolescentes da periferia paulistana entrevistados por VEJA na semana passada. 
Participantes de rolezinhos em Itaquera - Fernando Cavalcanti
E contraria o que foi amplamente disseminado por neoespecialistas em rolezinho: os adolescentes da periferia, conscientizados do fosso de impossibilidades que os separa dos seus equivalentes mais ricos, estariam prontos a promover invasões nos shoppings chiques — manifestações simbólicas contra os templos de consumo dos quais estariam apartados. Sobre essa possibilidade, diz Evandro: “Por que eu iria ficar duas horas dentro de um ônibus para fazer compras num lugar em que tudo é mais caro e ninguém me conhece?”.


'Rolezinho' organizado por jovens pelo Facebook no shopping Itaquera - Robson Ventura/Folhapress


Em junho do ano passado, o até então obscuro Movimento Passe Livre conseguiu levar às ruas uma multidão de indignados que, em manifestações multitemáticas e apartidárias, se espalharam por todo o país. O que aconteceu em seguida todos se lembram. O PT, por meio de seu presidente, Rui Falcão, tentou surrupiar para si o movimento, no que foi prontamente rechaçado pelos manifestantes. Em seguida, com intuito semelhante e abrindo alas para os famigerados e violentos black blocs, vieram os sem-teto, os sem-terra, os sem-causa. A partir daí, fim da história, os bem-intencionados acharam que era hora de voltar para casa.
Seguranças abordam jovens que entraram cantando funk, na praça de alimentação do Shopping Internacional de Guarulhos, em Guarulhos (SP). O econtro dos jovens foi marcado por rede social e terminou em tumulto - Robson Ventura/Folhapress

O rolezinho segue caminho parecido. Na quinta-feira, sem nenhum pudor pelo oportunismo explícito, o Movimento dos Trabalhadores Sem-Teto convocou o que chamou de “rolezão” diante de um shopping de São Paulo. O estabelecimento cerrou as portas antes que as coisas piorassem. Na quarta, foi a vez de a até agora silenciosa e irrelevante ministra da Igualdade Racial, Luiza Bairros (PT), tentar tirar sua casquinha. “As manifestações são pacíficas. Os problemas são derivados da reação de pessoas brancas que frequentam esses lugares e se assustam com a presença dos jovens”. A ministra — certamente não por falta de tirocínio — desprezou em sua frase duas obviedades: que não é obrigatório ser branco para assustar-se diante da visão de centenas de jovens correndo e gritando pelos corredores de um shopping e que os shoppings que foram alvo dos rolezinhos não são frequentados apenas por brancos — subentenda-se na fala da ministra, ricos —, mas pelos próprios adolescentes da periferia, suas famílias e seus vizinhos.
Usuarios do Facebook marcaram o 'Rolezinho' no Shopping JK Iguatemi na tarde do sábado (11). O shopping JK que é frequentado por pessoas de classe média alta reforçou a segurança na entrada - Bruno Poletti/Folhapress

No shopping de Itaquera, onde o fenômeno primeiro chamou atenção, apenas 8% dos frequentadores têm renda mensal acima de 2 780 reais — 33% são das classes C e D, nas quais o ganho não ultrapassa 1 120 reais por mês. Até agora, todos os rolezinhos que ocorreram em São Paulo tiveram como palco shoppings da periferia: os de Itaquera, Guarulhos, Interlagos e Campo Limpo. Fora desse eixo, o que houve foram tentativas malsucedidas de emular o fenômeno, organizadas pelos suspeitos de sempre — representantes de movimentos sociais em baixa e apropriadores profissionais de causas alheias. A convocação para um rolezinho no Shopping JK, por exemplo, não partiu de nenhum adolescente da periferia, mas de um professor de piano, morador de um bairro paulistano de classe média e apoiador do ex-ministro e hoje presidiário José Dirceu (“Condenada foi a democracia brasileira”, postou ele no FB ao lado de uma foto do petista com o punho erguido). Da mesma forma, o chamado para uma invasão do Shopping Iguatemi de Brasília, marcada para o próximo dia 25, não teve o dedo de famosinhos da Zona Leste nem de seus fãs: está sendo organizado por um estudante da UnB que participou da invasão do Congresso em junho passado.
Manifestação do MTST (Movimento dos Trabalhadores Urbanos Sem Teto) chamado "Rolezão Popular Contra o Preconceito" juntou aproximadamente 500 pessoas em frente o Shopping Campo Limpo. O shopping manteve as portas fechadas e os manifestantes, impedidos de entrar, progtestaram na entrada do estabelecimento e bloquearam a Estrada de Itapecirica nos dois sentidos - Jefferson Coppola

“Rolezinho é para ver os parça (parceiros), curtir, comer lanche e beijar na boca”, define Vinicius Andrade, 17 anos, morador do Capão Redondo, na Zona Sul de São Paulo. Filho de uma assistente de cozinha, ele trabalha como assistente de dentista, diz que chega a ganhar até 1  000 reais por mês e usa mais da metade do salário para comprar as roupas de grife que ostenta, como a camiseta Tommy Hilfiger e o par de óculos Oakley — tudo legítimo, já que a regra de ouro da ostentação na periferia é que nada pode ser falsificado (“A gente vê de longe quando uma camiseta da Hollister é colada e não costurada”, diz a rolezeira Barbara Machado, 17 anos). Na condição de famoso da internet (tem 83 000 seguidores), Vinicius já convocou dois bem-sucedidos rolês, ambos no Shopping Campo Limpo — o terceiro, marcado para acontecer no dia 21 de dezembro, foi abortado pela Polícia Militar. Além dos rolezinhos e dos passeios no shopping, ele e seus amigos são frequentadores dos “fluxos”, como são chamados os bailes funk organizados no meio da rua em torno de carrões com som potente e ambulantes que vendem bebidas. Uísque e rum são o combustível para a dança, assim como maconha e lança-perfume, consumidos por uma parcela menor do público. Uma lei municipal, sancionada em 2013, proibiu carros estacionados em ruas públicas de emitir som alto, especialmente à noite — e a Polícia Militar passou a agir com bombas de efeito moral e balas de borracha para dispersar a multidão. Na opinião de alguns jovens, isso ajudou a aumentar a popularidade dos rolezinhos.

ESSA MULHER QUER PORQUE QUER - Vagabunda da Igualdade

Olhados como são, os adolescentes dos rolezinhos decepcionam os que tentam ajustá-los aos seus moldes ideológicos. Suas bandeiras são os bonés de marca, seu interesse é se divertir e, se querem manifestar alguma coisa com as badernas nos shoppings, é apenas o pior do comportamento adolescente: irritante, egoísta, inconsequente e que inclui, obrigatoriamente, o desafio a algum tipo de autoridade.
Os black blocs já estão espalhando nas redes que vão aderir aos rolezinhos. Movimentos sociais, como os capitaneados pela ministra Luiza Bairros, também não parecem querer largar o osso. Assim, diante da aterrissagem de oportunistas na cena e dos previsíveis excessos da polícia na hora de reprimir todo mundo, o resultado pode ser o que nem os rolezinhos até agora conseguiram produzir: tirar da classe média o espaço que ela enxerga como um oásis de tranquilidade e segurança e acabar com a diversão dos pobres de verdade, que nem bem chegaram à festa e já terão de levar a família para tomar sorvete em outro lugar.
Com reportagem de Pieter Zalis

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SBT PR - ROLEZINHO
 



1º - ENQUANTO O BRASIL DEBATE "ROLEZINHOS", CIÊNCIA E TECNOLOGIA AVANÇAM NO MUNDO CIVILIZADO. TÁXIS FLUTUANTES COMEÇAM A FUNCIONAR EM ISRAEL NESTE ANO DE 2014! (aqui)

2º - ROLEZINHOS: “EU NÃO QUERO IR NO SEU SHOPPING”(aqui)

3º - O DEPUTADO GAY QUE AMA CHE GUEVARA QUER ME VER PRESO! (aqui)

4º - MARCAS DE LUXO USADAS NOS ROLEZINHOS SAEM PREJUDICADAS? (aqui)

5º - BADERNA. DE ONDE VEM ESSA PALAVRA? (aqui)



Multidão espanca Black Bloc na Praça da República

sábado, 18 de janeiro de 2014

OS VINTE PÁSSAROS MAIS COLORIDOS DO MUNDO E BIRDS OF PARADISE PROJECT


Faisão DouradoO faisão dourado é um pássaro da ordem dos galináceos nativo das florestas das regiões montanhosas do oeste da China mas populações selvagens também podem ser encontradas no Reino Unido e em alguns outros lugares do mundo.
Ave-do-Paraíso
Foto: ImageMD
A ave-do-paraíso pode ser encontrada nas regiões tropicais do Norte da Austrália, Nova Guiné, Indonésia e Ilhas Molucas.
A espécie da Nova Guiné tem penas laterais alongadas que formam a plumagem ornamental dos machos, famosos pela sua beleza.
Essas plumas brilhantes e coloridas já foram muito usadas como decoração de caríssimos chapéus femininos.
Arara Azul

Foto: SARhounds
Muito conhecidas no Brasil, as araras azuis são encontradas na parte central  e leste da América do Sul.
Ela é a segunda maior ave do grupo dos papagaios, perdendo apenas para o raríssimo kakapo, da Nova Zelândia.
A popularidade dessas araras como animais de estimação tem sido a maior responsável pelo declínio da população selvagem.Exemplares em cativeiro podem alcançar preços entre nove e doze mil dólares.
Flamingo
Foto: Marco (É nóis no Flickr!)
Os flamingos são encontrados em ambos os hemisférios, leste e oeste.
Esses pássaros freqüentemente ficam parados sobre uma perna só e a razão desse comportamento ainda não é completamente entendida.
Na Roma antiga a língua do pássaro era considerada uma iguaria e na região dos Andes mineiros matavam flamingos por causa de sua gordura porque acreditavam ser a cura para a tuberculose.
Scarlet Tanager
Esse é um pássaro migratório americano que vive o leste da América do Norte e vai para o noroeste da América do Sul, passando pela América Central em Abril e em Outubro, mês em que retornam para o norte para procriar.
Os machos adultos são de um vermelho bem vivo e asas pretas, bem diferentes das fêmeas que variam entre tons amarelados e esverdeados.
Northern Oriole
Foto: Fort Photo
O corrupião-de-baltimore tem um bico pontiagudo e barras brancas nas asas, ele mede 18cm e pesa 34g.Também migratório, passa o verão no hemisfério norte e no inverno vai para o sul.
O macho tem coloração laranja no ventre e a fêmea adulta é amarelo acastanhada no dorso com asas escuras e ventre alaranjado.
Mountain Bluebird
Foto: shyalbatross
Esse lindo pássaro azul de porte médio tem a plumagem numa incrível tonalidade de azul-celeste e prefere lugares abertos, diferente de outros de sua espécie.Além disso, pode ser encontrado em lugares mais frios durante o inverno.
Cardeal
Foto: ehpien
O cardeal é encontrado principalmente nos Estados Unidos e México e também no Canadá, Guatemala e Belize. Os machos de tais aves possuem plumagem inteiramente vermelha, com exceção da face e da garganta, que são negras.
Esta espécie apresenta uma grande variação de cor entre sexos, com o macho apresentando um vermelho vibrante e a fêmea um escuro tom marrom-avermelhado.
American Goldfinch
Também conhecido como eastern goldfinch ou canário selvagem esse pássaro norte americano tem sua plumagem amarela ainda mais brilhante durante a estação de procriação, para atrair a fêmea.
O ritual da côrte inclui manobras aéreas e exibições vocais por parte dos machos.
Wood Duck
Foto:law keven
O pato-carolino  marreco-mandarim é natural da Ásia e pertence a mesma família do pato-carolino, que vive em zonas pantanosas da costa oeste dos Estados Unidos. A espécie foi introduzida na Europa como animal ornamental de jardins.
O macho adulto desta espécie tem uma distintiva plumagem multicolorida e olhos vermelhos.A fêmea é um pouco menos colorida com partes brancas em volta dos olhos e na garganta.
Martim Pescador
Foto: jcoelho
Existem cerca de 90 espécies de martim-pescador, quase todas muito coloridas.O grupo está presente em todos os continentes, exceto nas regiões polares e na maioria das ilhas oceânicas.
Diferente da maioria de outras espécies de pássaro, machos e fêmeas não apresentam grandes diferenças na coloração.
Arara Vermelha
As araras vermelhas são encontradas desde o Panamá espalhando-se pelo norte das florestas sul-americanas e são as mais comuns entre as araras de maior porte.
São conhecidas como boas companheiras por serem muito dóceis o que as tornam alvo dos caçadores de animais silvestres que as vendem como animais de estimação.
Currupião
Foto: Peter Meenen
O currupião é o pássaro nacional da Venezuela .
Ele constrói seu ninho em cactos elevados mas pode também apropriar-se de ninhos de outros pássaros.Extremamente territorial ele defende seu ninho com ataques violentos contra os intrusos.
Blue Throated Bee-Eater
Foto: Lip Kee
Esses passarinhos caracterizam-se por sua plumagem ricamente colorida, corpo delgado e penas alongadas na cauda.
São encontrados em Hong Kong, Taiwan, China e outros países do sudeste da Ásia.
Painted Bunting
Da família dos cardeais, o macho desta espécie é descrito como o pássaro mais bonito da América do Norte.
A cabeça em azul-escuro, verde nas costas e a aprte de baixo vermelha torna fácil indentificá-lo.A plumagem da fêmea e dos mais jovens é verde e amarela e serve como camuflagem.
Tucano de Bico Arco-Íris
Foto: Dan Irizarry
Esse é considerado o pássaro nacional de Belize e o que chama mais atenção é seu grande bico colorido.
Sua plumagem é principalmente preta com o pescoço e o peito amarelos.Tem pés são azuis e penas vermelhas no fim da cauda.O bico é verde em sua maior parte com detalhes em laranja e vermelho em ambos os lados.
Rainbow Lorikeet
Foto: aussiegall
Essa espécie de papagaio é encontrada na Austrália, leste da Indonésia, Papua Nova Guiné, Nova Caledônia, Ilhas Salomão e Vanuatu.
Como sugere seu nome, o Rainbow (arco-íris) Lorikeet é muito colorido.Quase todas as cores do arco-íris podem ser encontradas em suas penas.
Em cativeiro, ele tem um longo ciclo de vida, que pode chegar a 20 anos.
Arara Piranga
Foto: alumroot
Muitas vezes confundida com a arara vermelha, a arara piranga, é uma arara encontrada do México à Amazônia até o Norte do estado brasileiro do Mato Grosso, Sudeste do Pará, Maranhão e da Bolívia.
Esse é o pássaro nacional de Honduras.
Martim Pescador do Bico de Cegonha
Essa espécie de martim pescador é nativa do sul da Índia e está amplamente espalhada pelas florestas tropicais de todo o sul da Ásia.Partindo da Índia e Sri Lanka até a Indonésia.
Pavão
Foto: ecstaticist
Um dos pássaros mais lindos e coloridos do mundo os pavões asiáticos foram domesticados há muito tempo.
Para atrair a atenção durante a côrte, o macho exibe uma exuberante plumagem em forma de leque que toca o chão de ambos os lados mostrando toda a sua beleza.
UPDATE!! Graças as dicas de alguns leitores, não deixem de ver o artigo sobre as coloridas saíras.


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quarta-feira, 15 de janeiro de 2014

ÁRABES ISRAELENSES: NÓS NÃO QUEREMOS VIVER EM UM ESTADO PALESTINO



É muito mais fácil para os palestinos acusarem Israel de racismo do que admitir que não querem fazer parte de um estado palestino.

"Esta é uma proposta imaginária que se refere aos árabes, como se eles fossem peças de xadrez que podem ser movidas de acordo com o desejo dos jogadores". - Ahmed Tibi, membro do Knesset.

Se os membros árabes do Knesset estão tão preocupados em se tornarem cidadãos de um Estado palestino, eles deveriam estar trabalhando pela sua integração, e não por sua separação do estado de Israel, e deveriam escutar mais os seus eleitores ao invés de ouvir as vozes do Fatah e do Hamas.

A retomada das conversações sobre troca de terras entre Israel e um futuro estado palestino deixou muitos árabes israelenses preocupados de perder seu estatuto de cidadão de Israel.

De acordo com o diário israelense Ma'ariv, Israel propôs aos americanos a transferência de comunidades árabes israelenses para a Autoridade Palestina, como parte de uma troca de terras que colocaria os assentamentos judaicos na Cisjordânia sob a soberania israelense.

A proposta significa que cerca de 300.000 árabes israelenses seriam autorizados a permanecer em suas aldeias na área do "triângulo" ao longo da fronteira com a Cisjordânia. No entanto, estes cidadãos se encontrariam vivendo sob a jurisdição de um estado palestino.

O nova-velha proposta foi firmemente rejeitada pelos líderes dos árabes israelenses, que expressaram indignação com a ideia.

Foi difícil nesta semana encontrar um único árabe israelense que apoiasse publicamente a proposta.

"Esta é uma proposta imaginária que se refere aos árabes, como se eles fossem peças de xadrez que podem ser movidas de acordo com o desejo dos jogadores". - disse Ahmed Tibi, um Árabe, membro do Knesset.

Outro Árabe, membro do Knesset, Afu Ighbarriyeh disse: "Os cidadãos de um Estado democrático não são instrumentos ou reféns nas mãos de seu governo".

Ambos Tibi e Ighbarriyeh são de cidades da área do triângulo; Taybeh e Umm al-Fahm. 

Mas o que os membros árabes do Knesset não estão dizendo abertamente é que eles não querem acordar pela manhã e descobrir que são cidadãos de um estado palestino. É muito mais fácil para eles acusar Israel de racismo do que admitir que não querem fazer parte de um estado palestino.
Membro do Knesset, Ahmed Tibi grita da tribuna do Knesset (Fonte da imagem:
canal Knesset, TV YouTube) 

Uma pesquisa de opinião pública realizada pelo Arab Center for Applied Social Research em novembro de 2007constatou que mais de 70% dos árabes israelenses se opõem a qualquer proposta de anexar cidades e aldeias na área do triângulo a Autoridade Palestina em troca da anexação da assentamentos por Israel.

Outra pesquisa realizada pelo Professor Sammy Smooha da Universidade de Haifa revelou que três quartos dos árabes israelenses acreditam que os representantes árabes deveriam lidar com questões cotidianas e não com o conflito israelo-palestino.

A pesquisa também mostrou que, ao longo dos últimos dez anos, árabes israelenses se tornaram mais extremos em seus pontos de vista em relação a Israel e a sua maioria judaica.

O professor Smooha disse que árabes israelenses estão interessados ​​em receber os benefícios que o Estado provê para eles - estabilidade, democracia, serviços e etc. A liderança Árabe é mais crítica de Israel do que a população Árabe , que é "muito mais pragmática do que seus líderes", explicou.

O Knesset, tem 120 membros, 12 dos quais são árabes. Alguns dos parlamentares árabes têm nas duas últimas décadas atuado e falado de uma forma que tem causado danos aos interesses dos 1,5 milhão de cidadãos árabes de Israel.

Eles são antes de tudo responsáveis pela radicalização de um grande número de árabes israelenses, fazendo com que estes se virem contra o Estado.

Esses parlamentares têm, de fato, passado mais tempo defendendo os interesses dos palestinos na Cisjordânia e na Faixa de Gaza do que os de seus eleitores.

Um membro do Knesset que se identifica abertamente com o Fatah ou o Hamas ou o Hezbollah é responsável pela situação de muitos judeus israelenses hoje verem os árabes israelenses, como uma "quinta coluna" e um "inimigo infiltrado".

Estes membros árabes do Knesset estão plenamente conscientes de que eles perderiam a maioria de seus privilégios na maioria dos regimes árabes - sendo esta a verdadeira razão deles se oporem fortemente à última proposta.

Os palestinos têm o seu próprio parlamento, na Cisjordânia e na Faixa de Gaza. Mas este parlamento, conhecido como o Conselho Legislativo Palestino, foi paralisado desde que o Hamas assumiu o controle da Faixa de Gaza em 2007.

Na maioria dos países árabes, os membros do parlamento que se atrevem a criticar seus governantes, muitas vezes se descobrem em casa ou atrás das grades.

Se os membros árabes do Knesset estão tão preocupados sobre se tornarem cidadãos de um Estado palestino, eles deveriam estar trabalhando pela sua integração, e não por sua separação do estado de Israel, e deveriam escutar mais os seus eleitores ao invés de ouvir as vozes do Fatah e do Hamas.

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ANTI-SEMITISMO



Compilação de folhetos, cartazes, e adesivos anti-semitas. Alemanha, 1919.
— Institute of Contemporary History and Wiener Library Limited

A palavra anti-semitismo significa preconceito contra ou ódio aos judeus. O Holocausto é o exemplo mais radical de anti-semitismo na história. Apoiados pelo governo, os nazistas alemães e seus colaboradores perseguiram e exterminaram 2/3 dos judeus da Europa entre 1933 e 1945. Em 1879, o jornalista Alemão Wilhelm Marr criou o termo anti-semitismo, que significa ódio contra judeus, e também a não-aceitação de tendências liberais e cosmopolitas da política internacional dos séculos 18 e 19, muitas vezes associadas à imagem dos judeus. As tendências atacadas pelos nazistas abrangiam a igualdade de direitos civis entre os cidadãos de um país, a democracia constitucional, o livre comércio, o socialismo, o capitalismo financeiro, e o pacifismo.
A existência de um ódio específico dirigido contra os judeus antecede a era moderna e a criação do próprio termo anti-semitismo. Entre suas manifestações mais comuns e destrutivas, estão os pogroms, palavra russa que descreve os grandes ataques de violência contra os israelitas, muitas vezes apoiados por autoridades governamentais. Os pogroms eram normalmente provocados por “libelos de sangue”, falsos rumores de que os judeus usavam o sangue de crianças cristãs em seus rituais.
Na era moderna, entre 1870 e o final do século 19, os anti-semitas adicionaram uma dimensão política à sua ideologia de ódio, criando partidos políticos anti-judaicos na Alemanha, França e Áustria. Publicações fraudulentas, como “Os Protocolos dos Sábios de Sião”, deram legitimidade e apoio a falsas teorias de uma conspiração judaica mundial. Deve-se enfatizar que um forte componente do anti-semitismo político é o nacionalismo exacerbado, cujos adeptos muitas vezes acusam, através das mais variadas mentiras, os judeus de não serem cidadãos leais a seus países.
Tabela de 1939 mostrando a quantidade de judeus e miscigenados - Mischlinge - dentro do total da população alemã.

O movimento xenófobo Voelkisch, Movimento Popular, foi criado no século 19 por filósofos, acadêmicos e artistas alemães que consideravam o espírito judaico como diferente e inferior ao alemão, moldando assim a percepção popular de que os judeus, ainda que nascidos na Alemanha, filhos, netos, e bisnetos de israelitas daquele país, não eram alemães. Teóricos de uma antropologia racial fraudulenta forneceram o embasamento pseudocientífico para difusão desta idéia. O Partido Nazista, fundado em 1919 e liderado por Adolf Hitler, deu expressão política às teorias do racismo europeu e, incentivando o anti-semitismo latente da população alemã, ganhou popularidade ao apoiar e disseminar este tipo de propaganda política. Milhões de pessoas compraram o livro “Mein Kampf” (Minha Luta), no qual Hitler clamava pela expulsão dos judeus da Alemanha.
Em 1933, com a ascensão dos nazistas ao poder, o partido ordenou boicotes econômicos aos judeus, a queima de livros judaicos, além de aprovar uma legislação discriminatória anti-semita. Em 1935, as Leis de Nuremberg definiram os judeus empregando termos raciais errôneos, pelo “sangue”, e ordenaram a separação total dos chamados “arianos” dos “não-arianos”, legalizando assim a hierarquia racista, onde os alemães estavam no topo e os demais povos abaixo. Na noite de 9 de Novembro de 1938, os nazistas destruíram sinagogas e vitrines de lojas de propriedade de judeus na Alemanha e na Áustria, fato que ficou conhecido como o pogrom da Kristallnacht, Noite dos Vidros Quebrados. Este evento marcou a transição de uma era de anti-semitismo velado para outra, a da destruição, durante a qual o genocídio foi o foco único do anti-semitismo nazista.

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Desenho antissemita de Charles Lucien Léandre, reproduzindo a teoria da conspiração judaica que controla o mundo

O antissemitismo contemporâneo

O antissemitismo nunca foi tão forte quanto nos dias de hoje e por outro lado nunca foi tão escondido. Hoje o mundo passa por uma conscientização coletiva sobre todos os tipos de preconceito existentes e o espaço para o antissemitismo ficou escasso e vergonhosos para quem o usa.
Por isso, além de suas formas clássicas, ele se apresenta em nossos tempos de duas novas formas. O Retroativo e o Descaracterizado.
Retroativo - Forma de usar o próprio antissemitismo para atacar o povo judeu, acusando-o de criar ou usar o antissemitismo para causar mal aos outros, criando assim um ambiente propicio para desenvolver o ódio aos judeus sem culpa.

Exemplo: Negacionismo (Acusar os judeus de criar sua própria perseguição no holocausto ou em outros eventos, com o propósito de dominar o mundo).
Descaracterizado - Acusar algo ou alguém que referencia-se a maioria do povo judeu.

Exemplo: Anti-sionismo (Acusar o estado judeu com falsas acusações de usar dos mesmos meios sofridos na história contra outros povos para desvalidar todo o antissemitismo anterior).


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LEITURAS RECOMENDADAS:


1º - NELSON MANDELA: ISRAEL É TERRORISTA E ÁRABES ISLÂMICOS SÃO INOCENTES (aqui) 

2º - KARL MARX TAMBÉM ERA RACISTA (aqui)

3º - NELSON MANDELA E O ABORTO (aqui) 

4º - ATIVISTA ANTI-ISRAEL FAZ PALESTRA EM PORTAS ABERTAS DO BRASIL (aqui) 

5º - A ÁFRICA DO SUL DEPOIS DO APARTHEID E, ‘AJUDANDO’ A MATAR A ÁFRICA (aqui) 

6º - BENJAMIN NETANYAHU É CRITICADO POR NÃO SE PROSTRAR AO ÍDOLO MÍTICO NELSON MANDELA (AQUI)

7º - GUERRA DOS SEIS DIAS (aqui)

8º - DESGRAÇA POUCA É BOBAGEM MOVIMENTO GAY OFICIALIZA GENOCÍDIO CULTURAL CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL ATRAVÉS DA PROMOÇÃO DO BEIJO GAY EM CULTOS EVANGÉLICO (AQUI)

9º - CURSO DE SEXO ORAL CHEGA A SALVADOR (aqui)

10º - MARCO FELICIANO E O BEIJO DAS TARÂNTULAS (AQUI)

11º - A VERGONHOSA ATITUDE DA FAMÍLIA MARINHO, O SBT, O ISLAMISMO, O COMUNISMO, O PETISMO E CUBA (AQUI)

12º - CRUZANDO A LINHA: O “ESTADÃO” PUBLICA TEXTO QUE FAZ A DEFESA DO TERRORISMO COMO PRINCÍPIO POLÍTICO. NADA SERÁ COMO ANTES (aqui)

13º - CONSCIÊNCIA NEGRA!!!???? (aqui)

14º - A FARSA DO VITIMISMO AFRO-DESCENDENTE (aqui)

15º - UNASUL - NOVA INTENTONA COMUNISTA EM MARCHA BATIDA (aqui)

16º - NO BRASIL OS ÍNDIOS ENTERRAM RECÉM-NASCIDOS VIVOS! Menino Albino tem a mão cortada para servir de amuleto (aqui)

17º - CARECAS DO ABC, O VERDADEIRO MOVIMENTO ESQUERDISTA NAZIFASCISTA JÁ FUI UM DELES (aqui)









18º - SOBRE COTAS E OUTROS BICHOS! (aqui)

19º - RELIGIÕES PERCENTUALMENTE "MAIS BRANCAS"(AQUI)

20º- CONHEÇA O PAÍS ONDE NEGROS SÃO ‘NATURALMENTE LOIROS’ (aqui)

21º - “O BRASIL É UM DOS PAÍSES MAIS RACISTAS DO MUNDO, MAS O RACISMO É VELADO” - UMA POSTAGEM ESQUERDISTA/ISLAMITA (aqui)


22º - FORO DE SÃO PAULO: LULA DIZ QUE ESTÁ DISPOSTO A TUDO PARA SALVAR O COMUNISMO NA AMÉRICA LATINA (aqui) 


23º - UMA RESPOSTA CARISMÁTICA À “CRISE CRESCENTE POR TRÁS DA HISTÓRIA DE SUCESSO EVANGÉLICO DO BRASIL” Calvinismo e pentecostalismo no Brasil (aqui)

23º - ANTI-SEMITISMO (aqui)