quinta-feira, 19 de setembro de 2013

AGORA QUE CAETANO VIRA BLACK BLOC, MANO BROWN ATUA COMO ANIMADOR DE “PLAYBOY”. QUEM DISSE QUE NADA DE NOVO ACONTECE NO BRASIL?



17/09/2013 às 21:38
Vou parodiar os petralhas. Quá, quá, quá. KKK. Vocês queriam o quê?
Não tinha lido uma reportagem de Leandro Machado na Folha Online. Um leitor acaba de chamar a minha atenção. Pelo visto, agora que Caetano Veloso pode aderir ao anticapitalismo, Mano Brown, o Lênin do RAP, decidiu fazer o contrário. É… Se Caetano é black bloc, Mano Brown vira animador de “playboy”. Acho que faz todo sentido. Leiam trecho do texto da Folha.

*
Uma fila de Porsches, Mercedes, Ferraris e Range Rovers se formou na rua Quatá, na Vila Olímpia. Os mais modestos chegavam de i30 ou Fiat 500. O estacionamento, a R$ 30, ficou lotado. “Doors open at 10:00 PM”, dizia o flyer da Royal Club, balada de “mauricinhos” na zona sul de São Paulo. Era show dos Racionais MC’s, o maior expoente do rap brasileiro e voz autoproclamada da periferia.


Duas horas antes do show, anteontem, os carrões paravam e o público fazia a “social” na porta da casa. Os VIPs entravam correndo. Andrés Sanches, ex-presidente do Corinthians, entrou rápido e logo foi para o camarote –R$ 3.500 o mais caro, para dez pessoas. Denilson, ex-jogador e comentarista da Band, também não fez hora. “Você quer que eu fale da banda? Não conheço muito, mas pode anotar aí que eu gosto”, disse a promoter Gabriela Burbos, 20, salto altíssimo, shortinho e boné ao estilo “rapper” virado de lado. Na fila, ela encontra o amigo Rodrigo Queiróz, 22, jogador de futebol sem clube no Brasil, mas “com transferência certa para a Hungria”. Eles dizem ser habitué da Royal e, nesse domingo, tiveram a oportunidade de assistir a um dos grupos mais famosos do Brasil em um local, digamos, mais exclusivo.





Os Racionais, até o fim dos anos 90, tocavam apenas em casas dedicadas ao rap. Mano Brown dizia (e cantava) não gostar de playboys. A presença do grupo num lugar como a Royal seria impensável há dez anos. Em 2010, a banda se apresentou lá, mas sem sua clássica formação, com Mano Brown, Ice Blue, Edi Rock e KL Jay. A Folha tentou conversar com a banda antes do show, mas os integrantes não falaram.

(…)
A Royal, que tem capacidade para 600 pessoas, estava lotada –o ingresso custava R$ 100 para homens e R$ 60 para mulheres. O bar, cheio, cobrava a R$ 16 uma cerveja e R$ 35 a dose de tequila. Nos camarotes, baldes com garrafas de champanhe eram servidos com velas de aniversário presas ao gargalo. Cada garrafa custava R$ 430. Por volta das 2h, começou uma batida e tudo escureceu. Uma fumaça branca e gelada foi lançada de um canhão no teto. Quando a névoa se dissipou, lá estavam os Racionais no palco.


(…)
Se não empolgou, não foi só por culpa da banda. O público parecia mais interessado em registrar a ocasião com smartphones do que em ouvir a música. Mano Brown só cantou. Não fez nenhum de seus famosos discursos. “Obrigado, São Paulo, segunda é dia de trampo”, encerrou.
Por Reinaldo Azevedo
06/09/2013 às 15:22 \ Política & Cia

DE ROSTO COBERTO COMO BLACK BLOC, CAETANO PEDE MANIFESTAÇÕES PACÍFICAS NO DIA 7 DE SETEMBRO





Caetano: “Em favor da paz, no dia 7 de setembro, todos deveriam sair mascarados como no carnaval, respondendo à violência simbólica, sem usar a violência" (Reprodução do Facebook)

DE ROSTO COBERTO COMO BLACK BLOC, CAETANO PEDE MANIFESTAÇÕES PACÍFICAS 

Cantor e compositor se reuniu com o secretário de Segurança do Rio de Janeiro e pediu ponderação da polícia e dos manifestantes

Do jornal O Globo

O cantor e compositor Caetano Veloso cobriu o rosto como os Black Blocs e pediu que as manifestações [programadas para todo o país] deste 7de setembro, Dia da Independência do Brasil, sejam pacíficas.

Caetano publicou a foto em seu perfil no Twitter e no Instagram, na noite desta quinta, quando esteve na sede da Mídia Ninja, no Rio, para conversar sobre as manifestações que ocorrem desde junho.

“Em favor da paz, no dia 7 de setembro, todos deveriam sair mascarados como no carnaval, respondendo à violência simbólica, sem usar a violência. Proibir o uso de máscaras numa cidade como o Rio de Janeiro é uma violência simbólica”, escreveu Caetano Veloso em seus perfis.

Pedido de protocolo da polícia

Nesta quinta, Caetano e o músico Sidney Waismann, além de acadêmicos da área de segurança pública cobraram do secretário de Segurança do Rio, José Mariano Beltrame, um protocolo de ações da polícia durante as manifestações de rua, que acontecem desde junho.

O objetivo é conseguir um comportamento mais ponderado da polícia e também de manifestantes.

O grupo entregou uma carta assinada por 26 formadores de opinião, como Chico Buarque, Zuenir Ventura e o próprio Caetano, que pede mais clareza e maior capacidade de planejamento das ações policiais nos protestos para evitar que haja violência.

O músico também pediu calma e tranquilidade aos manifestantes que forem para as ruas neste 7 de setembro.

— O 7 de Setembro reúne muita gente. Se os manifestantes saírem, que saiam em paz. Que levem um projeto de um dia pacífico. O melhor é o fim da violência dos dois lados — pediu Caetano depois de expor uma dúvida:

— Eu não entendo como é que a polícia pode ter agido de forma violenta quando cerca de quatro mil pessoas estavam perto da casa do governador e, depois, quando havia somente 50 pessoas depredando lojas, a polícia não agiu — disse ele, referindo-se à manifestação ocorrida na Zona Sul em julho, que culminou em baderna e confronto entre manifestantes e policiais.

Pelas manifestações, contra a violência e a baderna

A ideia do encontro com Beltrame partiu de Sidney Waismann, preocupado em garantir o direito de manifestação dos jovens.

— Somos totalmente a favor das manifestações. Viemos aqui pedir que a polícia tenha outra postura, sem pessoas infiltradas. A gente vê nas manifestações uma das coisas mais importantes que aconteceram nos últimos anos. Precisamos pedir à polícia que aja dentro da lei, dentro da ordem — disse.

– Mas também é preciso que os jovens entendam que manifestações pacíficas são muito mais produtivas do que as violentas. O mais importante é ver questões fundamentais como os Renans da vida, a corrupção, o desperdício de dinheiro público, que a gente viu, quase que magicamente, naquelas primeiras passeatas, através dessa juventude que pensávamos ser alienada — frisou Waismann, signatário da carta postada na internet.

Black Blocs detidos. Um deles também por pedofilia. Os crimes são inafiançáveis. (aqui)

Na quarta-feira, a Polícia Civil deflagrou operação para deter cinco integrantes do grupo Black Blocs, acusados de promover baderna e atos de vandalismo durante as manifestações.

Foram presos três maiores e apreendidos dois menores. De acordo com a chefe de Polícia Civil, delegada Martha Rocha, eles responderão a inquérito por formação de quadrilha armada e incitação à violência. Um dos presos também foi autuado por pedofilia porque em seu computador foram encontradas fotografias de menores praticando atos sexuais.




08/09/2013 às 17:33

CAETANO, O “NEW KID ON THE BLACK BLOC”, TENTA SE EXPLICAR EM ARTIGO NO “GLOBO”. CHEGA A SER DEPRIMENTE!

Em artigo publicado no Globo neste domingo, o “new kid on the black bloc” Caetano Veloso tenta se explicar. Sugere que a foto para a qual posou, com um pano preto na cara, foi posta na rede à sua revelia. Parece que ele também teria sido enganado pela turma de Pablo Capilé. Acho que, nesse caso ao menos, Capilé é inocente. O texto é um daqueles primores de que ele é capaz, vazado numa linguagem caudalosa, porém ancorada no “cogito interruptus”. Volto a ele mais tarde para cobrar, como leitor, que desenvolva algumas ideias — se possível, no plano terreno. De toda sorte, noto que realizou seu intento: conseguiu ser notícia. Divirtam-se. Ah, sim: ele diz não ter ainda a certeza se é ou não anticapitalista. Pelo visto, está pensando no assunto. As alternativas existentes, como Cuba e Coreia do Norte, certamente o ajudarão a fazer uma escolha. Que bom!

Caetano precisa logo deixar claro a seus patrocinadores se acata o capitalismo (ainda que de face humana, é lógico!) ou incita os black blocs a depredar agências bancárias, por exemplo, uma vez que, segundo diz, eles “fazem parte” (não fica claro do quê…). O texto que está no site do jornal segue conforme vai abaixo, com aquele estranho começo. E a gente fica sabendo até que ele comeu sashimi. 

Engraçado… Black bloc, pra mim, remete mais a carne sangrando. Não adianta agora tentar tirar o corpo fora sem um pedido de desculpas. Caetano se tornou, quando menos, corresponsável moral pelo grotesco espetáculo de violência patrocinado pelos black blocs, especialmente no Rio. Na Alemanha pré-nazista (estamos longe disso; só vou ao limite para que fique bem claro do que se trata), ninguém que quisesse paz dava piscadelas aos baderneiros de Ernst Röhm. Era tão claro o que ele queria que ninguém poderia reivindicar o benefício da ignorância. O texto de Caetano Black Bloc suscita outras questões. Ficarão para outro post. Acredito que o tenha escrito para provocar o debate. Eu cumpro a sua expectativa. 
*
Um dia aventuroso
Agora vejo aqui que eles puseram a foto na rede e logo alguém tuitou que sou oportunista e incito a violência. Não. Entendo que Black Bloc faz parte. Mas nem anticapitalista convicto eu sou. E quero paz.

Nossa carta pedia a atenção do secretário para a necessidade de um protocolo de ação da polícia durante as manifestações. Na conversa com ele, reiteramos a necessidade do esclarecimento do que ocorreu com Amarildo; quisemos entender por que a polícia, que atirara gás e balas de borracha na multidão que se aproximava da casa de Cabral na Praia do Leblon, sumiu quando poucas dezenas depredavam bancos e lojas na Ataulfo de Paiva; sugerimos o abandono do uso de balas de borracha; exigimos que pessoas imobilizadas não mais fossem vistas apanhando. 

O secretário é mais inteligente se tem tempo para desenvolver suas ideias do que parece ser nos poucos segundos em que o vemos na TV. E ele parece sincero. Mais do que tudo, expõe as enormes dificuldades que enfrentará quem tente fazer a polícia passar para um patamar diferente daquele em que está há séculos. As UPPs, grande trunfo do governo estadual, são obra sua. Todos os que foram falar-lhe reconhecem quão importante é o que elas esboçam. Dói em todos que elas estejam com o prestígio ameaçado. Uma profunda necessidade de Waismann nos havia levado ali. Ele precisa que as manifestações sejam pacíficas: descobriu que a violência não é arma eficaz. O 7 de Setembro vinha sendo anunciado como um dia de grandes demonstrações. Muito poderá ter se definido nesse dia.
Estou escrevendo ao chegar em casa, de volta, não da secretaria, mas do apê da turma da Mídia Ninja. É que Sidney queria falar com alguém que estivesse mais perto dos manifestantes. Saímos da Central, ele, Olga Bronstein, Yvonne Maggie e eu, de metrô, rumo à Zona Sul. Paramos no Largo do Machado, elas seguiram de táxi, e nós dois fomos comer sashimi. Sidney estava certo de que havia uma reunião da Mídia Ninja na UFRJ e me arrastou com ele. Chegamos ao enorme prédio da universidade e ninguém sabia nos dizer onde se dava a tal reunião. Numa portaria indicada, o porteiro fez umas ligações para descobrir. Daí apareceu uma moça, bonita e elegante em sua simplicidade, e nos disse que Carioca estava num apartamento ali em frente. 

Sidney ainda perguntou se a reunião era lá. Não era “a” reunião, mas eles estavam lá e queriam falar conosco. Andamos com ela. Carioca nos encontrou na faixa de travessia de pedestre. Muito doce, ele foi conversando até entrarmos no apê. Tudo muito limpo e alegre. Contava que um membro do Black Bloc tinha ido à reunião da véspera e que os aconselhara a não sair no dia 7. Eles, blocs, iam, mas os outros não deviam ir. Perguntei se isso seria uma ameaça. Não parecia, ele disse. Contava mais para mostrar como os discursos dos manifestantes têm sido variados. 

Repetia sempre a palavra querida dos Fora do Eixo: “narrativa”. Mas a conversa dele era boa. Ele explicava o sentido de certos atos violentos, mas entendia os argumentos de Sidney. Um outro rapaz e uma outra moça estavam na sala quando chegamos. Já no meio do papo chegou uma terceira. Só a menina que nos levou até eles não é moradora. Nem mesmo ninja. Ela é da Maré e vive em Parada de Lucas. Diz que prefere ação a palavras. Mas fala muito bem. Desiludiu-se com as UPPs, nas quais tinha posto fé no início. Mas conta que o pai, morador da Maré, é defensor da inovação de Beltrame. Essa conversa foi muito reveladora da alma do Rio neste momento. Antes disso, os ninjas me pediram para gravar uma fala sobre a proibição do uso de máscaras. Eu sou apenas um velho baiano mas moro aqui há muitos anos e acho que proibir máscaras numa cidade como o Rio é violência simbólica. 

E sugeri que no dia 7 todos saíssem com máscaras, respondendo com beleza e sem violência. Daí eles me pediram para posar com uma camiseta preta atada ao rosto para eles mostrarem a Emma, que, segundo eles, gostou do meu texto sobre ela. Agora vejo aqui que eles puseram a foto na rede e logo alguém tuitou que sou oportunista e incito a violência. Não. Entendo que Black Bloc faz parte. Mas nem anticapitalista convicto eu sou. E quero paz.
Osvaldo Aires Bade Comentários Bem Roubados na "Socialização" - Estou entre os 80 milhões Me Adicione no Facebook 

COCA-COLA SE MANIFESTA SOBRE SUPOSTA CONTAMINAÇÃO COM RATO

Marca usou as redes sociais para negar acusação de consumidor, que afirma ter encontrado possíveis restos do animal numa embalagem do refrigerante





Garrafa de Coca-cola: enxurrada de críticas nas redes sociais após suposta contaminação no refrigerante


São Paulo - A Coca-Cola divulgou um comunicado oficial em resposta a um consumidor que alega ter encontrado um suposto rato morto dentro de uma garrafa ainda lacrada do refrigerante. O caso de Wilson Batista Rezende foi registrado em dezembro de 2000 e noticiado há cerca de dez dias em reportagem na TV Record, e desde então tem desencadeado uma enxurrada de críticas à marca nas redes sociais.

O relojoeiro paulista afirma ter comprado um pacote com seis garrafas e, ao ingerir o conteúdo de uma delas, "sentiu os órgãos queimarem". Uma das embalagens continha, de acordo com as acusações de Rezende, uma cabeça inteira do animal.

A crise de imagem gerada pelo possível caso de contaminação levou a empresa a se manifestar, afirmando que todos os seus produtos obedecem a rígidos processos de fabricação. O comunicado nega a acusação do consumidor: “Nossos protocolos de controle de qualidade e higiene tornam impossível que um roedor entre em uma garrafa em nossas instalações fabris”, diz trecho.

Na reportagem, Wilson Rezende afirma ter ficado com sequelas após o incidente, incluindo dificuldades motoras e de fala. O consumidor entrou com um processo na Justiça para cobrar indenização da Coca-Cola.

Leia abaixo o comunicado na íntegra, postado na página do Facebook da marca, e que já acumula 10 mil compartilhamentos:

Sobre o caso de um consumidor registrado no ano de 2000 e recentemente veiculado na imprensa, a Coca-Cola Brasil esclarece que:

Todos os nossos produtos são seguros e os ingredientes utilizados são aprovados pelos órgãos regulatórios, em um histórico de 127 anos de compromisso e respeito com os consumidores.

Os nossos processos de fabricação e rígidos protocolos de controle de qualidade e higiene tornam impossível que um roedor entre em uma garrafa em nossas instalações fabris.

Lamentamos o estado de saúde do consumidor, mas reiteramos que o fato alegado não tem fundamento e é totalmente equivocada a associação entre o consumo do produto e o seu estado de saúde.

Para saber mais sobre a qualidade dos nossos produtos, utilize nossos canais oficiais de comunicação com o consumidor: 0800 0212121

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quarta-feira, 18 de setembro de 2013

MOVIMENTO GAY OFICIALIZA GENOCÍDIO CULTURAL CONTRA CRISTÃOS NO BRASIL ATRAVÉS DA PROMOÇÃO DO BEIJO GAY EM CULTOS EVANGÉLICO




BY LUCIANOHENRIQUE on 18 DE SETEMBRO DE 2013 



Em um site de Facebook intitulado Brasil contra Igreja Universal, o movimento gay deu o tom de sua campanha lançando a imagem acima. O site é baseado em fomentação de ódio contra religiosos, utilizando toda a gama discursiva neo-ateísta. Como sempre, neo-ateus e gayzistas aliam-se em todas as suas ações contra a religião. 



Como publiquei ontem, a esquerda começou a enviar seus zumbis funcionais para cultos evangélicos, de forma a constrangê-los e conseguir fazê-los ficar na defensiva. Assim, os ambientes reservados a evangélicos serão aos poucos invadidos por gays funcionais que irão se beijar nestes ambientes. 

Os líderes evangélicos ainda não perceberam o que está ocorrendo, mas o estudo da dinâmica social da guerra política pode nos ajudar a entender qual o objetivo disso tudo. 

Simplesmente, a esquerda, utilizando seus grupos militantes (em especial, os gayzistas), resolveu praticar genocídio cultural contra os cristãos. Para entendermos melhor o que isso significa recomendo a leitura de Genocide in Rwanda: The Role of the Media in Confusing Public Opinion and Encouraging the Killings, de Virginia de La Guardia. Também recomendo a leitura dos verbetes sobre demonização e desumanização, da seção Propaganda, deste blog. Por fim, recomendo o livro Less Than Human, de David Livingstone Smith. 

A fase atual do jogo da esquerda contra os cristãos já não é mais a demonização (que os neo-ateus tem feito com talento inacreditável desde 2004), mas a desumanização. A demonização implica no lançamento de culpa sobre os adversários de forma a fazer a população odiar este grupo. A desumanização implica em cravar no subconsciente da patuleia que seus adversários são “menos que humanos”, e, portanto, não há problema em exterminá-los. A nossa espécie é motivada a proteger a própria espécie, mas pode perder essa empatia se sentir que um grupo social é “menos humano” que o outro. Foi assim que toda uma população achou normalíssimo ver pessoas indo para campos de concentração na Alemanha Nazista, Rússia, China e Cambodja. 

Genocídio cultural é o extermínio de todos os traços de uma cultura, fazendo com que o grupo alvo perca a sua identidade, através de vários tipos de violência, desde a violência psicológica até a violência física, sempre endossado por propaganda. Nota-se que se a demonização é útil para o genocídio cultural, a desumanização é essencial. 

E como funciona o processo? É simples até demais. É preciso, com diversos atos, demonstrar que seu oponente é “menos humano”, portanto não deve receber os mesmos direitos dados aos demais humanos. Foi exatamente assim que muitos negaram aos judeus os direitos dados aos demais cidadãos na Alemanha Nazista. 

Essa frase é chave para a demonização no contexto da prática de genocídio cultural: “menos que humano”. Qualquer campanha de genocídio cultural que não lute para implementar este conceito (mesmo que de forma implícita) na mente da patuleia não é uma prática de genocídio cultural puro-sangue. 

Para implementar a ideia de que o grupo oponente é “menos humano”, então, é preciso gravar no subconsciente do público a noção de que os direitos básicos, válidos para todos os seus oponentes, não valem para o grupo alvo. E é exatamente isso que o movimento gay está fazendo. 

Vejamos. Alguém pode ir na Passeata Gay dizer que homossexualismo é uma aberração? Não, não pode. Alguém pode obrigar os membros de um grupo de estudos intitulado “Fundação Richard Dawkins” a serem vítimas de baderna de teístas? Não, não pode. Por que essas pessoas devem ser respeitadas de acordo com a lei? Por que, obviamente, são seres humanos que merecem ter seus direitos respeitados. E, então por que os cristãos que estão em um culto não podem ser respeitados da mesma forma? Por que aqueles que são “menos humanos” não merecem o mesmo direito que os demais humanos. Esta é a ideia abominável por trás da maioria das ações recentes de gayzistas contra os religiosos. 

Quando um site com mais de 160.000 usuários (que eu citei no início deste post) conclama as lésbicas para irem se beijar nos cultos de Marco Feliciano, estão oficialmente declarando que a lei que protege os praticantes de um culto de serem vítimas de escárnio durante suas cerimônias não precisa ser aplicada, pois aqueles declarados como “menos que humanos” não merecem os mesmos direitos que os demais humanos. 

Quando um casal de gayzistas praticou ofensa, agressão e intimidação contra Marco Feliciano em um voo, estavam subcomunicando a seguinte mensagem: “Ele é religioso. Pior ainda, é um líder religioso. Portanto, as leis civis não devem protegê-lo.” Isto significa gravar no subconsciente da patuleia que seu oponente é “menos que humano”, e esta é uma parte essencial da campanha de desumanização, que tem sido usada como forma de genocídio cultural contra os cristãos. 

Esses são os guidelines para os grupos que estão nessa linha de ação: 
Quebrar a lei para atingir o inimigo político 
Agir, com encenações diversas, de modo a fazer parecer que seu ato não é apenas normal, mas necessário 
Encenar espanto quando qualquer pessoa tentar lhe interromper em suas ações de quebra de lei 
Conseguir endosso público para suas ações de quebra da lei. (Quanto mais uma parte da patuleia gritar “E foi pouco, deviam ter feito mais!” pontos são conquistados neste jogo) 
Tratar aqueles que quebraram a lei como “vítimas” 
Tratar as vítimas da ação como “culpados” por todos os atos que sofreram (A idéia é marcar espaço na mente da patuleia como se a ação de ataque fosse “justa” ou “merecida”) 

Essas regras tem sido seguidas a risca por boa parte do movimento gay recente e agora estão sendo arquitetadas, via redes sociais, para se tornar um padrão. 

Enquanto isso, muitos estão indignados e citam, diante dos meliantes, o Art. 208, que diz: “Escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”. 

Mas isso significa apenas citar a lei para o seu ofensor, quando na verdade ele está exatamente quebrando a lei para gravar na mente da plateia que a lei não vale para você. Se ele não quebrar a lei, vai perder a parte mais importante da desumanização, que é demonstrar o inimigo como “não merecedor do mesmo direito que os demais humanos”. 

A questão não está entre quebrar ou não a lei. Mas sim em quebrar a lei, não ser punido e ainda conseguir, via propaganda, demonstrar que esse ato é legítimo e respeitável, pois assim ele conseguirá fazer seu oponente ser percebido como “menos que humano”, e, portanto, definitivamente eliminado do jogo político. 

Espero que os evangélicos usem essa última chance de perceberem a gravidade da situação. Os adversários deles, sejam neo-ateus, gayzistas e demais esquerdistas em geral, já estão em fase de jogar o jogo da desumanização, pois o objetivo é eliminar a participação dos religiosos da vida pública. 

Ou os religiosos começam a reagir de forma assertiva (o que não significa agir com violência física, muito pelo contrário), ou então serão achincalhados quando reclamarem de serem vítimas de quebra da lei durante atos para atingi-los. 

Hoje uma boa parte da população ainda consegue se indignar. Mas, a continuar por este caminho, em breve uma boa parte da população vai odiar as reclamações de religiosos quando estes reclamarem de que a lei seja quebrada contra eles. Nesta fase, o genocídio cultural terá sido concluído com sucesso. 

A única forma de reverter o jogo implica em perder a ingenuidade política.






A DIFERENÇA ENTRE SOCIALISMO E COMUNISMO



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OLAVO DE CARVALHO DESMASCARANDO JEAN WYLLYS GAYZISMO E ÓDIO ANTICRISTÃO



http://youtu.be/h5EnOsHxt3E

Desumanização>>>>Genocídio cultural>>> Genocídio real.

Isto aconteceu na Espanha de 1936 a 1939 e no México, episodio conhecido como CRISTIADA!!!

Isto também se aplica perfeitamente aos atos de ‘protesto’ das centrais sindicais que pararam algumas cidades, como Santos e São Vicente, no Estado de São Paulo, ilhadas porque pequenos grupos fecharam ruas, rodovias e ligações entre as cidades durante dois dias? 
Quebraram a lei que garante o direito de ir e vir (CF, art. 5º) e ninguém falou nada?

Neste caso, não seria a campanha de desumanização, pois não há um grupo específico. É uma tática de “vale-crime”, que é quebrar a lei em nome de algo que você proteste.

No caso da desumanização, o foco da quebra de lei é um grupo social em específico. O adversário está “identificado” e polarizado.

Este vídeo é importantíssimo para esclarecer mais o assunto:

MARCO FELICIANO MANDA PRENDER GAROTAS QUE DERAM BEIJO NA BOCA DURANTE CULTO





E de pensar que a concepção de dignidade humana, construída a partir de uma matriz cristã e hoje positivada na Constituição da República, é reiteradamente invocada, na defesa de seus objetivos, justamente pelos mesmos gayzistas que lançam mão das estratégias de demonização e desumanização denunciadas. 

Os cristãos precisam de uma vez por todas aprender a confrontar estas práticas, que nos diminuem a todos como seres humanos ao revelar o quanto podemos ser maquiavelicamente intolerantes.

Caramba…o que está escrito na descrição da página do FB é: Bem vindo à ‘BCIU’, a maior página brasileira de combate à corrupção religiosa. Denunciamos crimes envolvendo Igrejas no Brasil e no mundo. A crítica é dirigida aos líderes, respeitamos todos os fiéis. BRASILCONTRAUNIVERSAL@YAHOO.COM.BR 
Falam que a página é de combate a corrupção religiosa…não vejo nada disso.

1) Esquerda tem medo do poder da igreja cristã. Sabem do poder de voto e vão tentar destruir o PASTOR FELICIANO, mas não vão conseguir pois vai aumentar o apoio dos outros cristãos da católica em solidariedade .

2) Querem desviar a atenção sobre o mensalão. Isso é realmente uma falta de respeito, se eles querem se beijar ou namorar, procure outro lugar para tal prática. O pastor Marcos Feliciano, fez a coisa certa, e elas tem mais é que pagar pelo seu erro. Eu acho que os cristão devem colocar alguns limites! por exemplo uma placa na entrada da Igreja dizendo: ” são proibidas manifestações homoafetivas de carícias e beijos no recinto. O infrator será retirado a força e processado por agravo ao decoro religioso”.
Transgrediu a regra, de propósito, é agressor então precisa usar a força sim Sr, se não o fizermos um dia eles irão fazer sexo no altar como já fazem nas ruas. Duvido que façam tal coisa em mesquitas, pois os muçulmanos os trucidariam!

Para a globo e para os especialistas intelijegues da esquerda  (vejam aqui) não há problema algum em duas garotas escrotas durante um culto religioso em local fechado subir nos ombros de dois bocós para se beijarem feito duas piranhas enlouquecidas. É tudo muito normal e muito justo.

Conforme tínhamos dito, mencionei a quebra de lei e falei que o próximo passo era fazer a quebra de lei parecer legítima, mesmo que para isso eles precisem chamar os “pundits” da esquerda, o que é uma tática que todos nós conhecemos também. Não há como escaparem do fato abaixo:

1. Evangélicos acham o comportamento gay pecaminoso

2. Durante um culto, praticar um ato ostensivo relacionado ao comportamento gay é escarnecer dos religiosos lá

3. Elas praticaram o ato 2, portanto incorreram em crime de vilipendio ao culto

Agora, as fraudes da esquerda vão dizer que “elas no fundo queriam agredir o Feliciano, e não os religiosos”, como se os fiéis de lá não concordassem com as posições de Feliciano na questão do comportamento gay.

A desonestidade deles é ilimitada e o jogo tomará novas facetas.

Farei uma análise da jogada do O Globo ainda hoje, no fim da noite.



DESORDEM E REGRESSO


http://youtu.be/X6Zo2JSIVmw


CRISTÃOS PERSEGUIDOS PELA NOVA ORDEM MUNDIAL - OLAVO DE CARVALHO


http://youtu.be/yPqGUNs7nhk



1º - CURSO DE SEXO ORAL CHEGA A SALVADOR (aqui)

2º MARCO FELICIANO E O BEIJO DAS TARÂNTULAS (AQUI)

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BRUNO LEÃO - DILÚVIO NO SENADO© HD



- A VERGONHOSA ATITUDE DA FAMÍLIA MARINHO, O SBT, O ISLAMISMO, O COMUNISMO, O PETISMO E CUBA (AQUI)


- GUERRA DOS SEIS DIAS (aqui)

ESPECIALISTAS AFIRMAM QUE NÃO HÁ CRIME EM BEIJO GAY EM CULTO



Deputado Marco Feliciano diz que houve ato de anarquia e ofensa. Associações criticam detenção de duas jovens após beijo em São Paulo. Yunka Mihura Montoro foi detida durante evento evangélico por beijar uma menina na boca.

MARCELLE RIBEIRO (EMAIL·FACEBOOK·TWITTERPublicado:17/09/13 - 12h03


SÃO PAULO - Professores de Direito ouvidos pelo jornal O Globo afirmam que as jovens que foram parar na delegacia após se beijarem em evento evangélico em que estava presente do deputado federal Marco Feliciano (PSC-SP) não devem ser enquadradas no crime de perturbação a culto religioso. No domingo, duas jovens de 20 e 18 anos participavam de um protesto no evento V Glorifica Litoral em uma praça pública de eventos em praia de São Sebastião (SP) e deram um beijo na boca perto do palco. Ao microfone, Feliciano, que é pastor e presidente da Comissão de Direitos Humanos da Câmara, disse que a Polícia Militar deveria “dar um jeito nas meninas” e afirmou que elas deveriam sair dali algemadas. Depois, chamou as jovens de “cachorrinhos”.

As garotas afirmam que foram algemadas e levadas em um camburão para a delegacia. Elas dizem ter sido agredidas por guardas municipais. Imagens feitas pelo público mostram elas sendo arrastadas.

O deputado afirma que as duas cometeram o crime do artigo 208 do Código Penal que prevê pena de um mês a um ano de prisão para quem “escarnecer de alguém publicamente, por motivo de crença ou função religiosa; impedir ou perturbar cerimônia ou prática de culto religioso; vilipendiar publicamente ato ou objeto de culto religioso”.

Na opinião do professor de Direito Processual Penal da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC-SP) Fernando Castelo Branco, não há o menor cabimento em enquadrar o ato delas como crime. Segundo ele, as garotas estavam exercendo sua liberdade de expressão através de um ato que não pode ser considerado obsceno.

— (O que elas fizeram) É diferente de eu começar a satirizar a imagem de Jesus Cristo, por exemplo. Isso é vilipêndio ao culto. O fato de ter acontecido em local público é fortalecimento de que não houve crime. Se elas tivessem entrado em um templo, subido em púlpito, aí é diferente. Se fosse um homem e uma mulher poderia ter acontecido o beijo? A classificação delas nesse crime é discriminatória — afirmou Branco.

Para o conselheiro da OAB-SP e professor da PUC-SP Carlos Kauffmann, as jovens não estavam fazendo nada vedado em lei.

— É inaplicável o artigo. Duas meninas se beijarem não é proibido, elas estavam dentro das normas. Não há proibição legal nisso — disse.

Na opinião de Kauffmann, mesmo que o beijo tivesse sido cometido em local fechado, a aplicação do artigo ainda seria questionável.

— É discutível porque tudo indica que a intenção delas não era atingir a religião dele, mas o deputado federal. O artigo visa a proteção do sentimento religioso. A intenção não era atingir o culto religioso, mas a pessoa. Elas não estavam escarnecendo a crença, mas a conduta dele como deputado federal — disse Kauffmann.

Os especialistas criticaram também o fato de a Guarda Municipal ter levado as jovens para a delegacia. Segundo Branco, a Guarda não tinha competência para fazê-lo, pois a Constituição prevê que ela atue para proteger o patrimônio público. Além disso, os professores dizem que como é um crime de menor potencial ofensivo, com pena de no máximo um ano, não é possível haver prisão em flagrante.

— Ninguém pode ser em flagrante por esse crime. Se ele estivesse caracterizado, elas deveriam ter sido convidadas a ir à delegacia, assinado um termo circunstanciado e depois o caso seguiria no juizado especial — disse Kauffmann.

O deputado Marco Feliciano disse que chamou a polícia como qualquer cidadão poderia ter chamado, pois acredita que as jovens cometeram um crime. Ele afirmou que quando pegou o microfone, as jovens subiram no ombro de dois rapazes próximos ao palco e deram um beijo lascivo de 1 minuto e meio de duração. Antes, o grupo estava com cartazes. Segundo ele, o evento religioso acontece todos os anos no local, pois não há cidade área fechada grande o suficiente para comportar as pessoas que comparecem.

— Aquela praça pública se transforma numa igreja. Independente de espaço físico, onde há uma aglomeração de pessoas que cultuam se transforma em espaço de culto. O estado inteiro sabia que era local de culto. Foi um ato de desrespeito, afronta. Causou perturbação. Havia crianças, idosos, famílias e todas as pessoas sabem que todos os religiosos não aceitam esse tipo de prática, principalmente dentro de um culto — afirmou Feliciano.

O deputado afirma que fez um favor para as garotas.

— Imagine quatro pessoas fazendo isso, ofendendo 15 mil pessoas publicamente. Elas correram risco grave ali de linchamento. Acionei a Guarda, pedi que retirassem elas, pois elas estavam afrontando. Pedi que cumprissem a lei — afirmou Feliciano.

O parlamentar afirmou que o locutor do evento já havia pedido que não fossem realizadas ações contra o culto.

— (As jovens) Fizeram isso só por anarquia — disse. — O coração deles estava cheio de ódio, só pode ser isso. Querem fazer, façam no local certo, não dentro de um culto. Ali naquele momento não era uma praça pública, tinha um palco, havia sido feita ação — completou Feliciano.

Segundo o parlamentar, beijo em local de culto só é permitido na cerimônia de casamento entre homem e mulher e a Constituição Federal também protege o direito de culto. Ele comentou a possibilidade de as jovens estarem querendo atacá-lo e não a religião dele.

— É impossível protestar contra mim sem protestar contra a minha religião, porque eu defendo o que a minha religião defende. Ali não estava o deputado, estava o pastor pregando — afirmou Feliciano.

O presidente da Comissão de Direitos Humanos afirmou que apenas usou uma expressão popular ao afirmar, no momento em que as jovens eram abordadas pela Guarda, que “cachorrinho” que está latindo deve ser ignorado para parar de latir. Feliciano disse que sua intenção não foi comparar ninguém a um cachorro.

— Mais uma vez estou sendo colocado como vilão da história — afirmou Feliciano.

Na segunda-feira, a prefeitura de São Sebastião, em nota à imprensa, defendeu a detenção das jovens com base na lei que condena ofensas a cultos religiosos e disse que está apurando se houve excesso por parte dos agentes.

Nesta terça-feira, entidades de defesa dos direitos de gays, lésbicas, travestis e transsexuais criticaram a detenção das duas jovens.

— Isso é um absurdo. Manifestação de afeto não é crime no país. Isso só demonstra a forma fascista como esse deputado tem se posicionado frente à nossa comunidade. A Guarda agiu errado, pois não havia nada que pudesse ser motivo de detenção — criticou Carlos Magno, presidente da Associação Brasileira de Gays, Lésbicas, Bissexuais, Travestis e Transexuais (ABGLT).

Magno disse que pretende entrar em contato com as jovens detidas e não descarta a possibilidade de pedir a deputados que defendem a comunidade LGBT para que entrem com pedido de quebra de decoro na Câmara dos Deputados. O advogado das jovens afirmou que vai processar Feliciano e levar o caso à Câmara e à Secretaria de Direitos Humanos da presidência da República.

Para Fernando Quaresma, presidente da Associação da Parada do Orgulho GLBT de São Paulo, o que causou mais espanto não foi a atitude do deputado, mas sim o fato de a Guarda Municipal ter levado as garotas para a delegacia algemadas.

— Marco Feliciano já mostrou que é uma pessoa desinformada, de puro preconceito. Mas o que assustou mais foi o fato de a Guarda, que tem que ficar a serviço do povo, que é paga pelo povo, acatar e prender pelo simples afeto público. Os casais heterossexuais também vão ser presos porque se beijam? Se o beijo público for um crime, nós não vamos ter mais local suficiente para prender as pessoas — afirmou Quaresma.

Na opinião de Quaresma, a detenção é grave especialmente por ter acontecido em local público:

— Se ele (Feliciano) não quer ver ninguém se beijando no culto dele, que faça o culto dentro da igreja. A rua é pública.

Na opinião do presidente do Grupo Gay da Bahia, Marcelo Cerqueira, a atuação de Feliciano tem incentivado crimes contra homossexuais.

— Quem tem que ser preso é o Feliciano, porque ele tem sido uma espécie de mentor intelectual durante anos. Ele tem que ser responsabilizado por crimes que que estão sendo realizados contra a comunidade LGBT. Vivemos em um estado laico e as pessoas têm o direito de ir e vir — disse Cerqueira.


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