domingo, 15 de novembro de 2015

Mortes por policiais no país em um ano equivalem a um 11 de Setembro ROGÉRIO PAGNAN DE SÃO PAULO 03/10/2015

Ordem de Assassinos


Ordem de Assassinos (Arábico:[1] حشاشين Ḥashāshīn ou باطنیان Bāteniān) foi uma seita fundada no século XI por Hassan ibn Sabbah, conhecido como O Velho da Montanha. Seu fundador criou a seita com o objetivo de difundir nova corrente do ismaelismo, que ele mesmo havia criado. Sua sede era uma fortaleza situada na região de Alamut, no Irão.

A fama do grupo se alastrou até o mundo cristão, que ficou surpreso com a fidelidade de seus membros, mais até que com sua ferocidade. Seu líder possuía cerca de 60 mil seguidores, segundo alguns relatos da época especulavam. Para Bernard Lewis, autor de Os Assassinos, haveria um evidente paralelo entre essa seita e o comportamento extremista islâmico, assim como o ataque suicida como demonstração de .
ismaelismo é uma das correntes do esoterismo islâmico, que se enquadra no Islão Xiita.


A VERDADEIRA ORDEM DOS ASSASSINOS
Ordem de Assassinoshttp://cinenegocioseimoveis.blogspot.com.br/2015/11/ordem-de-assassinos.html.
Posted by Osvaldo Aires Bade on Sábado, 14 de novembro de 2015

ETIMOLOGIA

O termo viria de "Assass" – ou seja, "os fundamentos" da fé islâmica. Mas muitas são as versões sobre essa nomenclatura, como nome da seita teria dado origem às palavras "assassino" e outras semelhantes em várias línguas europeias. Desde Marco Polo, que se acredita que o termo provém de "haxixe", ou que o nome da erva haxixe tem origem no ato de "haschichiyun", que significa "fumador de haxixe". Algumas fontes cristãs medievais relatam que os Assassinos teriam por hábito consumir esta substância antes de perpetrarem os seus ataques, induzindo-lhes a visão do Paraíso. Contudo, as fontes ismaelitas não fazem referência a qualquer prática deste tipo, sendo esta lenda resultado de relatos de Marco Polo e de outros viajantes europeus no Médio Oriente.

No entanto, Amin Malouf afirma que a verdade é diferente. De acordo com textos que chegaram até nós a partir de Alamut, Hassan-i Sabbah gostava de chamar seus discípulos de Asasiyun, ou seja, pessoas que são fiéis à Asas, que significa "fundação" da fé. Esta é a palavra, mal compreendida pelos viajantes estrangeiros, que parecia semelhante ao 'haxixe'.

O MÉTODO DOS ASSASSINOS

Apesar de andarem uniformizados na fortaleza de Alamut com trajes brancos e um cordão vermelho em volta da cintura, quando recebiam uma missão, camuflavam-se. Preferiam se misturar aos mendigos das cidades da Síria, da Mesopotâmia, do Egito e da Palestina para não despertarem a atenção. No meio da multidão urbana, eles levavam uma vida comum para não atrair suspeitas, até que um emissário lhes trazia a ordem para atacar. Geralmente, eles aproximavam-se da sua vítima em número de três.

Se por acaso dois punhais, lâminas ocultas nas mangas ou espadas fracassasse, haveria ainda um terceiro a completar o serviço. Atuavam em qualquer lugar - nos mercados, nas ruas estreitas, dentro dos palácios e até mesmo no silêncio das mesquitas, lugar por eles escolhido em razão das vítimas estarem ali entregues à oração e com a guarda relaxada. Até o grande sultão Saladino, seu inimigo de morte, eles chegaram a assustar, deixando um punhal com um bilhete ameaçador em cima da sua alcova.

ORIGENS


Mapa Mostrando os estados cruzados e no centro, em branco, a área de domínio dos Assassinos

Os Assassinos resultaram de uma disputa sucessória no Califado Fatímida, uma dinastia xiita que governou o Norte da África e o Egito nos séculos X e XI. Após a morte do califa fatímida al-Mustansir em 1094, Hassan ibn Sabbah recusou-se a reconhecer o novo califa, al-Musta'li, decidindo apoiar o irmão mais velho deste, Nizar.

Em 1090, Hassan e os seus partidários já tinham capturado a fortaleza de Alamut, situada perto da atual cidade iraniana de Teerão. Esta fortaleza serviu como centro de operações, a partir da qual Hassan comandava a realização de ataques nos territórios que são hoje o Iraque e o Irão.
A partir do século XII, os Assassinos começam a atacar a Síria, tendo tomado vários castelos situados nas montanhas de An-Nusayriyah. Um desses castelos foi Masyaf, a partir do qual Rashid ad-Din as-Sinan governou de forma praticamente independente em relação a Alamut.

Mais um comunista da CNBB comenta atentados em Paris Dom Leonardo: diálogo é a solução



Dom Leonardo Steiner acredita no diálogo para solucionar o problema / Foto: Imprensa CNBB

SÁBADO, 10 DE JANEIRO DE 2015


Secretário-geral da CNBB acredita que o diálogo é a solução para a intolerância religiosa, que está na raiz do problema


O secretário-geral da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), Dom Leonardo Steiner, comentou osatentados em Paris ocorridos nesta semana. Para o bispo, a intolerância religiosa está na raiz do problema, de forma que a solução passa, necessariamente, pelo diálogo.
Dom Leonardo explica que quando a religião se torna intolerante, ela não aceita a crítica e nem a diversidade. Esta é uma realidade crescente no mundo de hoje, diz o bispo, e não só quanto ao islamismo.
“Há outros exemplos também. Eu creio que está chegando o momento, como o Papa tem acentuado e a Igreja sempre tem feito um grande esforço, de dialogar sempre mais, sempre mais. Diálogo é o único caminho para mostrar a grandeza da fé de cada uma dessas expressões religiosas. E essa grandeza precisa vir à tona para não se tornar uma ideologia. Quando se torna uma ideologia nós chegamos à intolerância religiosa.”
Os atentados em Paris nesta semana chocaram não somente a França. Vários líderes europeus já confirmaram presença na marcha antiterrorismo convocada para este domingo, 11, na capital francesa.

Um esquerdista pode tudo


POR RODRIGO CONSTANTINO em 18/02/2014 

Ser de esquerda, no Brasil, significa ter um salvo-conduto para defender todo tipo de atrocidade e cair nas maiores contradições. É o monopólio das virtudes após décadas de lavagem cerebral demonizando a direita liberal ou conservadora.
Um esquerdista pode, por exemplo, mostrar-se revoltado com o regime militar, tentar reescrever a história como se os comunistas da década de 1960 lutassem por democracia e liberdade, tentar mudar o nome até de ponte, e logo depois partir para um abraço carinhoso no mais velho e cruel ditador do continente, Fidel Castro.

Um esquerdista pode, também, repudiar o “trabalho escravo” em certas fazendas brasileiras, o que significa não atender às mais de 200 exigências legais (incluindo espessura de colchão), e logo depois aplaudir o programa Mais Médicos do governo Dilma, que trata cubanos como simples mercadoria.

Um esquerdista pode tentar desqualificar uma médica cubana que pede asilo político, alegando que tinha problemas com bebida e recebia amantes em seu quarto (é proibido isso agora?), para logo depois chamar de preconceito de elite qualquer crítica ao ex-presidente chegado a uma cachaça e a “amizades íntimas”.

Um esquerdista pode culpar o embargo americano pela miséria da ilha-presídio caribenha, ignorando que toda experiência socialista acabou em total miséria, e logo depois condenar a globalização e chamar o comércio com ianques de “exploração” (decidam logo se ser “explorado” pelo capitalismo é bom ou ruim).

Um esquerdista pode execrar uma jornalista que diz compreender a revolta que leva ao ato de se fazer justiça com as próprias mãos, e logo depois aplaudir invasores de terras e outros “movimentos sociais”, que se julgam acima das leis em nome de suas “nobres” causas. Pode até receber os criminosos no Palácio do Planalto!

Um esquerdista pode aliviar a barra do criminoso, tratar o marginal como “vítima da sociedade”, e logo depois posar como defensor dos pobres honestos, ignorando que a afirmação anterior representa uma grave ofensa a todos aqueles que, apesar da origem humilde, mostram-se pessoas decentes por escolha própria.

Lixo

Um esquerdista pode repudiar a ganância dos capitalistas, condenar o lucro, e logo depois aplaudir socialistas milionários, ou “homens do povo” que vivem como nababos, que cobram fortunas para fazer palestras, ou artistas que negociam enormes cachês com multinacionais para seus filmes ou comerciais.

Um esquerdista pode ser um músico famoso ou um comediante popular, e basta a fama por tais características para fazê-lo acreditar que é um grande pensador político, um intelectual de peso, alguém preparado para opinar com embasamento sobre os mais diversos assuntos sem constrangimento.

Um esquerdista pode insistir de forma patológica na cor do meliante preso ao poste, um rapaz negro, e logo depois ignorar outro bandido amarrado a um poste, pois este tinha a cor “errada”: era branco. Pode, ainda, acusar todos que condenam as cotas raciais de “racistas”, e logo depois descascar Joaquim Barbosa, inclusive por causa de sua cor.

Um esquerdista pode alegar ser a pessoa mais tolerante do mundo, isenta de qualquer preconceito e apaixonada pela diversidade, para logo depois ridicularizar crentes evangélicos, conservadores católicos ou liberais céticos.

Um esquerdista pode surtar com o uso de balas de borracha pela polícia contra “ativistas” mascarados que quebram tudo em volta, para logo depois cair em um ensurdecedor silêncio quando o governo socialista venezuelano manda tanques para as ruas para atirar a esmo em estudantes durante protestos legítimos contra um simulacro de democracia.

Um esquerdista, por fim, pode pintar as cores mais românticas e revolucionárias sobre as máscaras de vândalos e arruaceiros que atacam policiais, para logo depois chamar de “fascista” a direita liberal, ignorando que o fascismo de Mussolini tinha os camisas-negras que agiam de forma bastante similar aos black blocs.

Assim caminha a insanidade na Terra do Nunca, com “sininhos” aprontando por aí enquanto os artistas e “intelectuais” endossam a agressão contra o “sistema”. No fundo, defendem a barbárie contra a civilização. Abusam da dialética marxista, do duplo padrão moral de julgamento, da revolta seletiva, do cinismo, do monopólio da virtude.
Um esquerdista jamais precisa se importar com a coerência, com o resultado concreto de suas ideias, com pobres de carne e osso. Ele goza de um álibi prévio contra qualquer acusação. Afinal, é de esquerda, ou seja, possui as mais lindas intenções. É o suficiente. Um esquerdista pode tudo!

Leia mais sobre esse assunto em http://oglobo.globo.com/opiniao/um-esquerdista-pode-tudo-11632287#ixzz3rWkxoFB6
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sábado, 14 de novembro de 2015

Consumidor que propôs diversas ações contra Mercado Livre é condenado por má-fé


Fonte: Migalhas



De acordo com juiz, autor faltou com a verdade e usou do processo para conseguir objetivo ilegal. 

Publicado por Vitor Guglinski 



O juiz de Direito Jeronimo da Silveira Kalife, do 2º Juizado Especial Cível de Niterói, negou pedido de danos morais e materiais feito por um consumidor contra o MercadoLivre e ainda o condenou por litigância de má-fé.
O autor, que possui mais de 12 ações contra a empresa, alega que adquiriu pelo site do MercadoLivre um navegador GPS no valor de R$ 274,90 e uma Câmera Digital no valor de R$ 600,00, vendidos por terceiros, sendo que o GPS chegou queimado e com defeito, e a câmera enviada não era original da Canon, mas falsificada. Segundo o autor, ele devolveu os produtos pelos Correios e o MercadoLivre não procedeu ao ressarcimento dos valores retidos.
Em sua decisão, o juiz observou que o autor utilizou o site Mercado Livre dezenas de vezes, estando, portanto, ciente de que a devolução do valor pago é condicionada a uma disputa entre comprador e vendedor, a fim de se resolver a questão de forma amigável, já que a empresa é apenas mediadora e intermediadora das transações comerciais de terceiros cadastrados.
“Verifica-se que os produtos foram enviados em 13/4 e 16/4/15, sendo que o autor exige o recebimento dos valores antes mesmo de os vendedores receberem a encomenda, não estando a ré autorizada, portanto, a restituir a quantia sem a confirmação de recebimento do produto e finalização da disputa.”
Para o magistrado, não há verossimilhança na alegação do autor, sendo incabível, então, na hipótese, a inversão do ônus da prova, vez que não há qualquer comprovação de que o autor tenha recebido um GPS defeituoso e uma câmera falsificada.
“Percebe-se que o autor é experiente no ramo de compra e venda de mercadorias, pelas informações por ele mesmo expostas na inicial. Não é de se imaginar que ao receber um produto na forma apontada, não se tire sequer uma foto ou filmagem da abertura da encomenda e de seu conteúdo. No caso da câmera, o autor demonstra conhecer o preço dos produtos eletrônicos que adquire, deixando claro ao vendedor que uma câmera nas características apresentadas não poderia custar R$ 600,00. Todavia, não comprova que a câmera não condiz com o que fora propagado pelo vendedor.”
De acordo com Kalife, a empresa agiu em conformidade com a legislação vigente e com as regras de utilização expostas em seu sítio eletrônico, não havendo qualquer dano à personalidade do autor. “Não vislumbro falha na prestação do serviço que enseje qualquer abalo na personalidade do reclamante."
O juiz ressaltou que não há dano moral a ser reparado, pois o ocorrido foi por fato exclusivo do autor (artigo 14, parágrafo 3º, II, da lei 8.078/90), devendo suportar eventuais prejuízos decorrentes de sua conduta.
Por último, tendo em vista que o autor não expôs os fatos em juízo conforme a verdade (art. 14, I, do CPC), o juiz considerou que ele infringiu as normas constantes nos incisos II e III do CPC, bem como as dos art. 17II e III, e, por isso, impôs a condenação nas penas da litigância de má-fé, na forma dos art. 16 a 18 do CPC.
  • Processo: 0026222-72.2015.8.19.0002

COMENTÁRIO DO BLOG:

INDÚSTRIA DO DANO MORAL?!

A OI Telecom, por volta de 2009, foi condenada a me pagar apenas R$ 7.000,00 reais por Danos Morais, não houve condenação por Danos Materiais.  Essa história de "indústria do dano moral" é uma invenção criada pelas empresas que reiteradamente desrespeitam os consumidores neste país. Não existe tal indústria.

Mas existe, o trânsito industrial no judiciário, por isso já ouvi em um fórum que até boi voa lá dentro.

Tanto é assim que empresas de grande porte fazem o que querem e nas poucas ocasiões em que são condenadas pelo Judiciário, os valores são módicos para elas. Vemos comumente condenações de danos morais a empresas de grande porte em valores bastante módicos para elas. Condenar uma empresa do porte da Oi Telecom, por exemplo, a um dano moral de R$ 8.000,00 por falhar para comigo pela segunda vez agora em 2015, beira o ridículo, ainda mais pela sua reincidência. O efeito pedagógico da lei neste caso é reverso: Estimula a empresa a continuar destratando seus clientes, pois poucos são os clientes que ingressarão na Justiça sendo que o risco de perda monetário da Empresa é baixo para as que infringem a lei.
Com a alegação de que o Dano Moral se tornou uma indústria para enriquecimento ilícito, os juízes dos JECs e da área cível, condenam as empresas em valores irrisórios, como se a relação de consumo com as empresas condenadas fosse coisa banal do cotidiano. Em contrapartida, quando colocam o nosso nome no SPC e/ou SERASA, fazem um enorme estrago em nossas vidas.

Enfim, o que existe no Brasil é - e estimulada pelo Poder Judiciário - uma verdadeira INDÚSTRIA DE DESRESPEITO AO CONSUMIDOR.
 
E por que?

Muitas Empresas no Brasil estão na mão do Governo Federal, ou seja, estamos em pleno comunismo.

Esse negócio de indústria de dano moral é uma forma de querer desqualificar o direito do consumidor. Bastaria ter concorrência, de fato, e tudo já melhoraria.

POR QUE UM DANO MORAL TÃO IRRISÓRIO?

Eu sempre acho meio irreais estas sentenças condenatórias.

Me pergunto se quando a empresa em face da qual a ação é ajuizada apresenta defesa contra norma de agência reguladora, cita norma ou lei revogada (como já tive oportunidade de ver a Light fazer várias vezes), contra o CDC - Código de Defesa do Consumidor, ou falseia a realidade dos fatos (alega que defeito inexistiu, e depois fica provado que existiu), falseia provas e etc... o magistrado também condena as Empresas por litigância de má-fé?


Nosso Judiciário é uma piada mesmo. No Brasil, as irregularidades compensam: as empresas desrespeitam os consumidores frequentemente, que muitas vezes, por não terem tempo e/ou dinheiro e/ou experiência para fazerem valerem seus direitos, acabam "deixando pra lá". Quando ingressam na Justiça, com muito custo e desperdício de tempo (que também é dinheiro), a maioria dos juízes segue o caminho mais fácil: acatam a tese da empresa, ou, quando muito, apenas condenam as empresas a repararem o direito material, sem reparação material do tempo que a pessoa dispendeu para tentar resolver a disputa, muito menos reparação moral. 

Copiam e colam aquela súmula esdrúxula do STJ dizendo que tudo não passa de "mero aborrecimento" (ou melhor, instruem os estagiários a fazê-lo) e está tudo certo, desde que o dinheirinho para comprar terno e eletrônicos em Miami, do juiz, esteja garantido, pra que se estressar? Desde que o máximo de punição que um juiz sofra seja a aposentadoria compulsória, pra que trabalhar? E ainda direito?

Osvaldo Aires


Por Robson Figueiredo

A verdade é sim... o Mercado livre, se nega a colocar canal de contato tanto como conta vendedor como comprador.
Tive uma conta pessoa jurídica, bloqueada pelo mercado livre banida por 4 anos com 900,00, sem nenhuma justificativa.
Retomei as atividades no ano de 2014, pelo meu CPF. até então tudo bem. após o ano de 2014 boas vendas pois sou uma pessoa honesta cumpro as regras e com muito boas qualificações. pelos clientes... acordo em uma bela manha de outubro para trabalhar e cadastrar mais produtos e vejo que com a conta foi desativada sem nenhuma explicação pelo mercado livre entrei em desespero pois havia R$ 6.000,00 na conta das vendas. Fiquei indignado pois o pesadelo estava retornando só que agora em uma condição muito pior. Procurei ajuda com pessoas que sofreram da mesma coisa na internet, e todas na mesma condição simplesmente tiveram sua conta vendedor bloqueada e sem conseguir resposta do mercado livre.
Um amigo chamado "bitcoin" entrou em contato comigo e disse que a única alternativa era ir no escritório e bater o pé pedir uma informação. Tem vídeo dele, na internet o pessoal do mercado livre pedindo para não filmar.
Eu fiquei 3 meses parado, e com o dinheiro preso la. tentei uma ultima alternativa consegui o endereço do escritório enviei uma carta pedindo a solução e informando que isso ja havia acontecido a anos atrás informei meu CNPJ copia de documentos.. e que estava disposto a qualquer coisa para resolver a situação por que eu não tinha nada a esconder. após 20 dias uma pessoa do mercado livre me retornou um Email pedindo desculpas que o sistema cometeu um erro e acabou bloqueando minha conta. e que eles iriam agora ativa tanto minha conta CNPJ (bloqueada desde 2011) e a conta pessoa física. agradeci quando fui acessar a conta pessoa jurídica estava com saldo devedor de 160,00 reais. - detalhe conforme disse foi bloqueada na época com 900,00 positivos. Moral da historia tive que depositar esse saldo devedor e ficar calado, se quisesse voltar a atender meus clientes e fazer meu trabalho. o mercado livre e uma instituição que não é transparente para com os usuários, muita coisa vendida de origem suspeita acredito que até estimule o roubo principalmente de celular e peças automotivas como rodas de carro.
Amigos apenas deixei minha experiência e opinião, não sou advogado sim um empreendedor desse país que procuro ser sincero comigo e com os outros, foi um fato que aconteceu comigo e com outros usuários, sobre a matéria em questão... é o seguinte pra uma pessoa ir a esfera jurídica é por que a situação ficou complicada, por que se o meu problema não tivesse sido "resolvido", certamente eu seria mais um que entraria com um processo contra o mercado livre... e vocês teriam a opinião talvez a meu respeito que eu seria mais um ladrão querendo extorquir instituição de nome. chama "mercado livre", que graças a lei fui castigado por que querer apenas o que era meu por direito.

sexta-feira, 13 de novembro de 2015

Marcas misteriosas em plantações de trigo voltam a aparecer em Ipuaçu - BRASIL


Marcas  misteriosas em plantações de trigo voltaram a aparecer em Ipuaçu, no Oeste do estado. Os desenhos foram vistos na manhã deste sábado (31).
Segundo a Polícia Militar, os chamados agroglifos foram avistados por volta das 6h30 em uma propriedade da localidade de linha Vista Alegre. Os policiais não souberam informar como foram feitos os desenhos.

Marcas foram vistas no início da manhã deste sábado (Foto: Novelo Filmes/Divulgação)

Uma equipe de uma produtora de filmes de Florianópolis estava na cidade para gravar umdocumentário sobre agroglifos e registrou imagens.
Ufólogos foram até o local para analisar os desenhos. Eles acreditam que as marcas podem ter sido feitas por extraterrestres.
Este é o oitavo ano seguido em que agroglifos aparecem, geralmente no final de outubro, em Ipuaçu

quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Repórter Record Investigação - O Maior Assalto ao Banco do País - [15/12/2014]



Suzane von Richthofen se casa com sequestradora em presídio de SP




Os cerca de 12 anos de prisão foram transformadores para a vida da ex-estudante Suzane von Richthofen.

Condenada a 38 anos e seis meses pela morte dos pais, em outubro de 2002, atrás das grades Suzane se tornou evangélica, conselheira de outras detentas e, agora, inicia uma nova vida.

Abriu mão de lutar pela herança dos pais, tenta se reaproximar do irmão e, desde setembro, está casada.


Suzane trocou a ala das evangélicas, que sempre ocupou em Tremembé (interior paulista), e passou a habitar a ampla cela das presas casadas, onde divide espaço com mais oito casais.

Para poder dormir com seu novo amor, a ex-estudante teve de assinar um documento de reconhecimento de relacionamento afetivo, exigido para todas as presas que resolvem viver juntas.

Em Tremembé, esse papel funciona com uma certidão de casamento. Permite o convívio marital, mas também impõe algumas regras de convivência aos casais.
Após assinatura desse compromisso, por exemplo, caso se separe, a presa não poderá voltar à cela especial – única destinada a casais –num prazo de seis meses.

Sandra Regina Gomes, mulher de Suzane (esq.), e a detenta Ana Heloísa ajudam na organização do evento (dir.).

A mulher de Suzane, Sandra Regina Gomes, condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro e morte de um adolescente em Mogi das Cruzes (SP), teve de cumprir a quarentena para poder se casar novamente.

No começo deste ano, Sandra havia se casado com a também famosa Elize Matsunaga, 32, presa pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, 41, em junho de 2012.

O relacionamento entre Elize e Sandra terminou, segundo relato de pessoas ligadas ao ex-casal, justamente em razão de Suzane.

As três trabalhavam na fábrica de roupas da prisão, onde Suzane ocupa cargo de chefia. O triângulo amoroso rompeu a amizade entre elas.



O novo amor é apontado com um dos motivos para Suzane ter aberto mão do direito de passar os dias fora da prisão. Em agosto passado, a juíza Sueli de Oliveira Armani, de Taubaté (a 140 km de São Paulo), concedeu a chamada "progressão de regime".

Os advogados tentavam essa decisão desde final de 2008 e começo de 2009. Surpreendentemente, Suzane pediu à magistrada para adiar sua ida para o regime semiaberto.
Se fosse agora, teria de ir para outra unidade, já que a unidade feminina de Tremembé onde elas estão só tem autorização para receber presas em regime fechado.

Por outras penitenciárias por onde passou, Suzane sempre despertou paixões.
Em Rio Claro, por exemplo, duas funcionárias do presídio se apaixonaram por ela.


Com isso, recebeu algumas regalias ilegais, como acesso à internet. A história só foi descoberta porque as funcionárias brigaram uma com a outra pelo amor de Suzane.

Em Ribeirão Preto, para onde foi transferida, um promotor teria se apaixonado por Suzane e prometido lutar para tirá-la da "vida do crime". Ela não gostou da proposta e denunciou as investidas.

O promotor foi punido pelo Ministério Público por comportamento inadequado –ele nega o suposto assédio.
Pessoas que conversaram com Suzane recentemente afirmam que ela pretendia fazer uma cerimônia no começo de novembro para comemorar sua união. Tinha escolhido até padrinhos.


Marcos Kitano Matsunaga foi morto pela esposa Elize Matsunaga 

Suzane soube que uma TV preparava uma reportagem sobre ela. E, com medo de expor a relação, adiou o evento.

Quando foi presa, Suzane namorava Daniel Cravinhos de Paula e Silva, 21. Teria sido em nome desse amor que eles arquitetaram a morte dos pais. O pai da menina não aceitaria esse namoro porque Daniel não estudava nem trabalhava. Para concretizar o plano, contaram com a ajuda do irmão de Daniel, Cristian.

Todos foram condenados. Os irmãos cumprem pena no regime semiaberto. O Ministério Público acredita que ela foi a mentora do crime.

Agentes penitenciários descrevem Suzane como a "Marcola de saias", numa alusão ao principal chefe do PCC, Willians Herbas Camacho, pela forma como a detenta consegue persuadir as demais.

COMENTÁRIO DO BLOG:




Os maiores psicopatas são todos pervertidos e estão sempre preservados pela ditadura Gaysista.
Veja o filma Festim Diabólico - uma dupla de gays na vida real e nenhuma citação no filme.
Todo crime bárbaro sempre tem pervertidos.


Cena do filme Festim Diabólico


Antigamente, isso era muito condenado. Depois diminuiu o preconceito social. Mais tarde passou a ser permitido; agora já é visto como coisa normal. Ainda bem que tenho 55 anos, e não estarei mais aqui quando isso virar obrigatório. Daqui a uns dias, ser honesto e hétero vai ser altamente condenável como autoritarismo (fascista) e motivo de forte preconceito e discriminação.



Por isso a cada dia a criminalidade aumenta, os órgãos de mídias tem parcela de culpa por tratar criminosos como celebridades, aonde está a ética?

A divulgação deste "casamento" entre duas assassinas cruéis é uma vergonha para o jornalismo. É certo que o papel da mídia é levar a informação para a sociedade quer ou não sendo de utilidade pública. No entanto, algumas matérias prestam verdadeiro desserviço à população. Quem ganha com esta divulgação senão as mídias com maior Ibope? Sandrão matou uma criança. Suzane, seus pais. Isto pode até ser Jornalismo, mas certamente sem qualquer noção de qualidade.

A propósito, não acho, tenho certeza de que o termo casar, casamento, não deveria ser utilizado para a união de pessoas de mesmo sexo, porque é totalmente inadequado, vai de encontro a natureza, conflita com quaisquer definições de dicionários sérios, a respeito do casamento, que somente ocorre entre macho e fêmea, homem e mulher. Que chamem de sociedade de fato, união estável ou similar, mas o uso de casar, casamento, referindo-se a pessoas de mesmo sexo, é uma decisão satânica.


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Pixuleco II: Procuradoria da República em SP cria força-tarefa para investigar a enrolada Gleisi Hoffmann



12 de Novembro de 2015

Foi tão prematura quanto desnecessária a ruidosa comemoração de Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), no rastro da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de fatiar a Operação Lava-Jato e tirar do juiz Sérgio Moro o caso de propinas investigado pela Operação Pixuleco II. Investigação que envolve diretamente a senadora petista e o Ministério do Planejamento, à época comandado pelo marido, que continua desempregado. Gleisi avaliou que o STF estava lhe dando um passaporte carimbado para a impunidade, mas agora começa a perceber o tamanho do seu ledo engano.

A Procuradoria da República em São Paulo criou força-tarefa com quatro procuradores para investigar os desdobramentos da Pixuleco II. O primeiro caso que aterrissa na escrivaninha do grupo de procuradores é o referente ao Grupo Consist Software, envolvido em contratos nada ortodoxos com o Ministério do Planejamento, quando o também petista Paulo Bernardo comandava a pasta. Há indícios de desvios no valor de R$ 52 milhões, que, como apontou a Justiça Federal do Paraná, podem ter servido para bancar a campanha de Gleisi Hoffmann.
A Pixuleco II explodiu em agosto deste ano, quando a Polícia Federal invadiu o escritório do advogado de Gleisi e Paulo Bernardo em Curitiba. Guilherme Gonçalves, advogado e militante do PT, é suspeito de participar de uma operação triangular para ocultar um esquema de corrupção iniciado no Ministério do Planejamento, que veio à tona com a prisão do “companheiro” Alexandre Romano, o Chambinho, que em delação premiada contou muito mais do que o outrora “casal 20” gostaria.
O esquema criminoso, que envolve a empresa Consist, teria rendido R$ 52 milhões, como mencionado, sendo que R$ 9 milhões foram repassados ao escritório de Guilherme Gonçalves a título de honorários. A partir daí, Gonçalves passou a pagar contas de Gleisi e Paulo Bernardo e até bancar o salário de serviçais do casal, como o motorista da senadora.
A Pixuleco II tem Gleisi e Paulo Bernardo como protagonistas. Para a senadora, que já é investigada por ter recebido R$ 1 milhão em propina do Petrolão, o caso deixou-a muito próxima da perda do mandato parlamentar, uma vez que é patente a quebra do decoro. Por isso, a decisão do STF de mandar o caso para São Paulo, tirando a Pixuleco II das mãos do juiz Sérgio Moro, conhecido por seu rigor, foi tão ruidosamente comemorada.
A decisão da Procuradoria de São Paulo de nomear uma força-tarefa para investigar os trambiques do Ministério do Planejamento coloca Gleisi e o marido, de novo, na alça de mira das autoridades.
Para quem acostumou-se a intimidar jornalistas que cobram explicações e noticiam suas estripulias, a senadora paranaense saiu muito melhor do que a encomenda. O único senão nesse rocambolesco enredo é que o Paraná merece ter melhor representante no Senado Federal. Enfim…

Polícia Civil não é obrigada a lavrar boletins de ocorrência de fatos atípicos


Do portal do TJGO

Em decisão monocrática, o desembargador Zacarias Neves Coêlho(foto) manteve decisão do juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, Élcio Vicente da Silva, que deferiu liminar desobrigando os escrivães e demais servidores do quadro da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) a lavrar boletins de ocorrência de fatos atípicos, ou seja, fatos que não apresentem tipicidade penal.

Em primeiro grau, o juiz acolheu os pedidos do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Sinpol) ao considerar que a disponibilidade dos servidores para registrar ocorrência de fato atípico “priva a sociedade de atendimentos de caráter de urgência, considerado o número ínfimo de servidores que deveriam se dedicar a investigar delitos e contravenções”.

O Estado de Goiás recorreu ao aduzir que, de acordo com o artigo 50, da Lei Orgânica da PCGO, “as atribuições do cargo de escrivão de polícia não estão restritas à formalização dos procedimentos relacionados com as investigações criminais e operação policial e execução de serviços cartorários, já que, pela própria redação daquele dispositivo, é possível inferir que outras atribuições podem lhe ser atribuídas por regulamento, como é o caso da confecção de boletins de ocorrência de fatos atípicos”.

Porém, o desembargador entendeu que a liminar deveria ser mantida, pois, segundo ele, os argumentos do juiz mostraram-se “pertinentes e juridicamente válidos”. O magistrado destacou que a medida “não esgota o objeto do processo”, já que é passível de reversão e que “não há periculum in mora reverso capaz de determinar a reforma do decisum atacado”, pois o serviço da Delegacia Virtual pode ser usado para o fim de registrar fatos atípicos. As informações são do portal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO).
(Texto: Daniel Paiva – estagiário do Centro de Comunicação Social do TJGO)
[Foto: Reprodução/TJGO]
COMENTÁRIO DO BLOG:
Isso apenas vai ajudar o crime pois e população vai ser afastada cada vez mais da policia.