quinta-feira, 12 de novembro de 2015

Repórter Record Investigação - O Maior Assalto ao Banco do País - [15/12/2014]



Suzane von Richthofen se casa com sequestradora em presídio de SP




Os cerca de 12 anos de prisão foram transformadores para a vida da ex-estudante Suzane von Richthofen.

Condenada a 38 anos e seis meses pela morte dos pais, em outubro de 2002, atrás das grades Suzane se tornou evangélica, conselheira de outras detentas e, agora, inicia uma nova vida.

Abriu mão de lutar pela herança dos pais, tenta se reaproximar do irmão e, desde setembro, está casada.


Suzane trocou a ala das evangélicas, que sempre ocupou em Tremembé (interior paulista), e passou a habitar a ampla cela das presas casadas, onde divide espaço com mais oito casais.

Para poder dormir com seu novo amor, a ex-estudante teve de assinar um documento de reconhecimento de relacionamento afetivo, exigido para todas as presas que resolvem viver juntas.

Em Tremembé, esse papel funciona com uma certidão de casamento. Permite o convívio marital, mas também impõe algumas regras de convivência aos casais.
Após assinatura desse compromisso, por exemplo, caso se separe, a presa não poderá voltar à cela especial – única destinada a casais –num prazo de seis meses.

Sandra Regina Gomes, mulher de Suzane (esq.), e a detenta Ana Heloísa ajudam na organização do evento (dir.).

A mulher de Suzane, Sandra Regina Gomes, condenada a 27 anos de prisão pelo sequestro e morte de um adolescente em Mogi das Cruzes (SP), teve de cumprir a quarentena para poder se casar novamente.

No começo deste ano, Sandra havia se casado com a também famosa Elize Matsunaga, 32, presa pela morte e esquartejamento do marido Marcos Kitano Matsunaga, 41, em junho de 2012.

O relacionamento entre Elize e Sandra terminou, segundo relato de pessoas ligadas ao ex-casal, justamente em razão de Suzane.

As três trabalhavam na fábrica de roupas da prisão, onde Suzane ocupa cargo de chefia. O triângulo amoroso rompeu a amizade entre elas.



O novo amor é apontado com um dos motivos para Suzane ter aberto mão do direito de passar os dias fora da prisão. Em agosto passado, a juíza Sueli de Oliveira Armani, de Taubaté (a 140 km de São Paulo), concedeu a chamada "progressão de regime".

Os advogados tentavam essa decisão desde final de 2008 e começo de 2009. Surpreendentemente, Suzane pediu à magistrada para adiar sua ida para o regime semiaberto.
Se fosse agora, teria de ir para outra unidade, já que a unidade feminina de Tremembé onde elas estão só tem autorização para receber presas em regime fechado.

Por outras penitenciárias por onde passou, Suzane sempre despertou paixões.
Em Rio Claro, por exemplo, duas funcionárias do presídio se apaixonaram por ela.


Com isso, recebeu algumas regalias ilegais, como acesso à internet. A história só foi descoberta porque as funcionárias brigaram uma com a outra pelo amor de Suzane.

Em Ribeirão Preto, para onde foi transferida, um promotor teria se apaixonado por Suzane e prometido lutar para tirá-la da "vida do crime". Ela não gostou da proposta e denunciou as investidas.

O promotor foi punido pelo Ministério Público por comportamento inadequado –ele nega o suposto assédio.
Pessoas que conversaram com Suzane recentemente afirmam que ela pretendia fazer uma cerimônia no começo de novembro para comemorar sua união. Tinha escolhido até padrinhos.


Marcos Kitano Matsunaga foi morto pela esposa Elize Matsunaga 

Suzane soube que uma TV preparava uma reportagem sobre ela. E, com medo de expor a relação, adiou o evento.

Quando foi presa, Suzane namorava Daniel Cravinhos de Paula e Silva, 21. Teria sido em nome desse amor que eles arquitetaram a morte dos pais. O pai da menina não aceitaria esse namoro porque Daniel não estudava nem trabalhava. Para concretizar o plano, contaram com a ajuda do irmão de Daniel, Cristian.

Todos foram condenados. Os irmãos cumprem pena no regime semiaberto. O Ministério Público acredita que ela foi a mentora do crime.

Agentes penitenciários descrevem Suzane como a "Marcola de saias", numa alusão ao principal chefe do PCC, Willians Herbas Camacho, pela forma como a detenta consegue persuadir as demais.

COMENTÁRIO DO BLOG:




Os maiores psicopatas são todos pervertidos e estão sempre preservados pela ditadura Gaysista.
Veja o filma Festim Diabólico - uma dupla de gays na vida real e nenhuma citação no filme.
Todo crime bárbaro sempre tem pervertidos.


Cena do filme Festim Diabólico


Antigamente, isso era muito condenado. Depois diminuiu o preconceito social. Mais tarde passou a ser permitido; agora já é visto como coisa normal. Ainda bem que tenho 55 anos, e não estarei mais aqui quando isso virar obrigatório. Daqui a uns dias, ser honesto e hétero vai ser altamente condenável como autoritarismo (fascista) e motivo de forte preconceito e discriminação.



Por isso a cada dia a criminalidade aumenta, os órgãos de mídias tem parcela de culpa por tratar criminosos como celebridades, aonde está a ética?

A divulgação deste "casamento" entre duas assassinas cruéis é uma vergonha para o jornalismo. É certo que o papel da mídia é levar a informação para a sociedade quer ou não sendo de utilidade pública. No entanto, algumas matérias prestam verdadeiro desserviço à população. Quem ganha com esta divulgação senão as mídias com maior Ibope? Sandrão matou uma criança. Suzane, seus pais. Isto pode até ser Jornalismo, mas certamente sem qualquer noção de qualidade.

A propósito, não acho, tenho certeza de que o termo casar, casamento, não deveria ser utilizado para a união de pessoas de mesmo sexo, porque é totalmente inadequado, vai de encontro a natureza, conflita com quaisquer definições de dicionários sérios, a respeito do casamento, que somente ocorre entre macho e fêmea, homem e mulher. Que chamem de sociedade de fato, união estável ou similar, mas o uso de casar, casamento, referindo-se a pessoas de mesmo sexo, é uma decisão satânica.


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Pixuleco II: Procuradoria da República em SP cria força-tarefa para investigar a enrolada Gleisi Hoffmann



12 de Novembro de 2015

Foi tão prematura quanto desnecessária a ruidosa comemoração de Gleisi Helena Hoffmann (PT-PR) e seu marido, o ex-ministro Paulo Bernardo da Silva (Planejamento e Comunicações), no rastro da decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) de fatiar a Operação Lava-Jato e tirar do juiz Sérgio Moro o caso de propinas investigado pela Operação Pixuleco II. Investigação que envolve diretamente a senadora petista e o Ministério do Planejamento, à época comandado pelo marido, que continua desempregado. Gleisi avaliou que o STF estava lhe dando um passaporte carimbado para a impunidade, mas agora começa a perceber o tamanho do seu ledo engano.

A Procuradoria da República em São Paulo criou força-tarefa com quatro procuradores para investigar os desdobramentos da Pixuleco II. O primeiro caso que aterrissa na escrivaninha do grupo de procuradores é o referente ao Grupo Consist Software, envolvido em contratos nada ortodoxos com o Ministério do Planejamento, quando o também petista Paulo Bernardo comandava a pasta. Há indícios de desvios no valor de R$ 52 milhões, que, como apontou a Justiça Federal do Paraná, podem ter servido para bancar a campanha de Gleisi Hoffmann.
A Pixuleco II explodiu em agosto deste ano, quando a Polícia Federal invadiu o escritório do advogado de Gleisi e Paulo Bernardo em Curitiba. Guilherme Gonçalves, advogado e militante do PT, é suspeito de participar de uma operação triangular para ocultar um esquema de corrupção iniciado no Ministério do Planejamento, que veio à tona com a prisão do “companheiro” Alexandre Romano, o Chambinho, que em delação premiada contou muito mais do que o outrora “casal 20” gostaria.
O esquema criminoso, que envolve a empresa Consist, teria rendido R$ 52 milhões, como mencionado, sendo que R$ 9 milhões foram repassados ao escritório de Guilherme Gonçalves a título de honorários. A partir daí, Gonçalves passou a pagar contas de Gleisi e Paulo Bernardo e até bancar o salário de serviçais do casal, como o motorista da senadora.
A Pixuleco II tem Gleisi e Paulo Bernardo como protagonistas. Para a senadora, que já é investigada por ter recebido R$ 1 milhão em propina do Petrolão, o caso deixou-a muito próxima da perda do mandato parlamentar, uma vez que é patente a quebra do decoro. Por isso, a decisão do STF de mandar o caso para São Paulo, tirando a Pixuleco II das mãos do juiz Sérgio Moro, conhecido por seu rigor, foi tão ruidosamente comemorada.
A decisão da Procuradoria de São Paulo de nomear uma força-tarefa para investigar os trambiques do Ministério do Planejamento coloca Gleisi e o marido, de novo, na alça de mira das autoridades.
Para quem acostumou-se a intimidar jornalistas que cobram explicações e noticiam suas estripulias, a senadora paranaense saiu muito melhor do que a encomenda. O único senão nesse rocambolesco enredo é que o Paraná merece ter melhor representante no Senado Federal. Enfim…

Polícia Civil não é obrigada a lavrar boletins de ocorrência de fatos atípicos


Do portal do TJGO

Em decisão monocrática, o desembargador Zacarias Neves Coêlho(foto) manteve decisão do juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública Estadual de Goiânia, Élcio Vicente da Silva, que deferiu liminar desobrigando os escrivães e demais servidores do quadro da Polícia Civil do Estado de Goiás (PCGO) a lavrar boletins de ocorrência de fatos atípicos, ou seja, fatos que não apresentem tipicidade penal.

Em primeiro grau, o juiz acolheu os pedidos do Sindicato dos Policiais Civis do Estado de Goiás (Sinpol) ao considerar que a disponibilidade dos servidores para registrar ocorrência de fato atípico “priva a sociedade de atendimentos de caráter de urgência, considerado o número ínfimo de servidores que deveriam se dedicar a investigar delitos e contravenções”.

O Estado de Goiás recorreu ao aduzir que, de acordo com o artigo 50, da Lei Orgânica da PCGO, “as atribuições do cargo de escrivão de polícia não estão restritas à formalização dos procedimentos relacionados com as investigações criminais e operação policial e execução de serviços cartorários, já que, pela própria redação daquele dispositivo, é possível inferir que outras atribuições podem lhe ser atribuídas por regulamento, como é o caso da confecção de boletins de ocorrência de fatos atípicos”.

Porém, o desembargador entendeu que a liminar deveria ser mantida, pois, segundo ele, os argumentos do juiz mostraram-se “pertinentes e juridicamente válidos”. O magistrado destacou que a medida “não esgota o objeto do processo”, já que é passível de reversão e que “não há periculum in mora reverso capaz de determinar a reforma do decisum atacado”, pois o serviço da Delegacia Virtual pode ser usado para o fim de registrar fatos atípicos. As informações são do portal do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO).
(Texto: Daniel Paiva – estagiário do Centro de Comunicação Social do TJGO)
[Foto: Reprodução/TJGO]
COMENTÁRIO DO BLOG:
Isso apenas vai ajudar o crime pois e população vai ser afastada cada vez mais da policia.

DILMA AUTORIZA VISTOS PARA 44 MIL HAITIANOS EM REGIME DE URGÊNCIA... POR QUE E PARA QUE? É PARA AUMENTAR O EXÉRCITO DO MST DE PEDRO STÉDILE?


Os "imigrantes" haitianos que chegam ao Brasil aos bandos são todos homens (não há mulheres, nem crianças). Eram 29 mil jovens, agora já são 43.700 mil.

Veja os despachos dos ministros de Dilma abaixo:

MINISTÉRIO DO TRABALHO E PREVIDÊNCIA SOCIAL MINISTÉRIO DA JUSTIÇA DESPACHO CONJUNTO 

Tendo em vista o disposto na Resolução Normativa do Conselho Nacional de Imigração (CNIg) n.º 27, de 25 de novembro de 1998, combinada com a Resolução Recomendada do CNIg n.º 08, de 19 de dezembro de 2006. Considerando que o CNIg, por meio da Resolução Normativa nº 97, de 12 de janeiro de 2012, identificou razões humanitárias na migração de haitianos ao Brasil após o terremoto de 12 de janeiro de 2010 ocorrido no Haiti. Considerando, ainda, a acolhida e a inserção social dos haitianos no território brasileiro. 

O Presidente do Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE) DECIDE, o Presidente do CNIg AUTORIZA e o Diretor do Departamento de Estrangeiros da Secretaria Nacional de Justiça CONCEDE a permanência dos interessados relacionados em listagem que integra o presente Despacho. 

Por ocasião do registro junto à Polícia Federal, que deverá ser solicitado no prazo de até 01 (um) ano a contar da presente publicação, quando serão realizadas as consultas complementares, o interessado deverá apresentar a seguinte documentação: a) requerimento; b) duas fotos 3x4; c) Certidão de Nascimento ou Casamento (traduzida por tradutor juramentado), ou certidão consular; d) certidão negativa de antecedentes criminais emitida no Brasil; e) declaração de que não foi processado criminalmente no país de origem; f) comprovante do pagamento das taxas. 

Notificam-se os interessados no prosseguimento das solicitações de refúgio listadas que a continuação do processo de elegibilidade deverá ser requerida, no prazo de 30 dias, por petição apresentada diretamente ao Comitê Nacional para Refugiados (CONARE) ou às unidades da Policia Federal, contendo o endereço atualizado do interessado, nos termos do art. 6º, inciso II, da Resolução CONARE n.º 18, de 30 de abril de 2014. 

A lista completa encontra-se disponível para consulta nos sites do Ministério do Trabalho e Previdência Social e do Ministério da Justiça, nos seguintes endereços eletrônicos: http://acesso.mte.gov.br/cni/conselho-nacional-de-imigracao-cnig.htm;www.justica.gov.br/estrangeiros/lista1 

Publique-se. 
Paulo Sérgio de Almeida - Presidente do Conselho Nacional de Imigração Beto Ferreira Martins Vasconcelos - Presidente do Comitê Nacional para os Refugiados João Guilherme Lima Granja Xavier da Silva - Diretor do Departamento de Estrangeiros

Fonte: PDF contido no link acima.

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

Como a lei do divórcio gerou uma nação de bastardos


Por Henry Dampier

A lei do divórcio actual colocou a autoridade legal nas mãos das esposas, retirando-a das mãos dos esposos. Em termos legais, todos os casais são casais liderados pelas esposas, especialmente se levarmos em conta a forma como os tribunais familiares normalmente operam.

As muitas mudanças nos Estados Unidos iniciadas durante a década 70 causaram inúmeros debates entre a esquerda e a direita mainstream; as causas da diminuição do regresso ao trabalho, o aumento do custo de vida, o aumento do caos social, e a incapacidade do Estado de cumprir com as suas obrigações de longo prazo, e muitos outros tópicos.


Dentro da política popular, ambos os lados políticos concordam que a liberdade para se levar a cabo um divórcio é um direito básico, e que dar poder às mulheres através do sistema legal é, ao mesmo tempo, algo moralmente correcto e algo necessário.

Isto contradiz o que era defendido de forma geral antes dessa altura, em todos os lugares excepto nos países Comunistas, e mesmo assim, só por alturas da Revolução Russa.

A classe média, e todas as classes com propriedades, não podem sobreviver muitos anos dentro deste regime legal familiar. O motivo por isto é que cada novo divórcio divide os bens que de outra forma iriam para as crianças; isto impede a apreciação desses bens, priva as crianças da sua herança legítima, e permite que uma classe inteira de intermediários vampíricos redistribua o capital dos homens para as mulheres.

As crianças que resultam destas uniões encontram-se frequentemente arruinadas, e a vida familiar torna-se num conjunto legalmente ordenado de dar-e-receber de crianças, duma debilitada metade da família para a outra metade da família, igualmente debilitada, desperdiçando recursos que de outra forma poderiam ser usados na construção da prosperidade comum.

A emancipação sexual é incompatível com a continuação do que é tradicionalmente entendido como a classe média. No princípio, os revolucionários assassinaram os aristocratas, que eram poucos em número, e era bastante fácil privá-los das suas propriedades e das suas vidas. O extermínio da burguesia tem-se provado como um projecto mais complicado visto que a Civilização Ocidental não parava de os gerar em número considerável, e a causar a que eles estivessem satisfeitos com eles mesmos.

Para destruir a classe média, era preciso destruir a sua cultura, a sua moralidade, a sua religião, e o seu relacionamento com as suas crianças. Para se atingir este objectivo, os revolucionários aliciaram os homens para longe das suas tarefas com promessas de sexo fácil com inúmeras parceiras. Às mulheres foi prometido poder, autonomia, dinheiro para os seus filhos ilegítimos, e liberdade. Este arranjo causou a que estejamos viver numa nação de bastardos.

Muitos milhões de homens competentes, saudáveis, e moralmente correctos foram destituídos pelas suas mulheres através dos tribunais familiares. Eles foram privados da sua propriedade; os seus filhos foram privados de pais e duma herança. A sociedade Americana foi privada das famílias fortes que eram a sua marca, graças à subversão consciente de revolucionários, psicólogos, advogados, escritores, e muitos políticos que tornaram isso possível.

A vida familiar Americana tornou-se perigosa; financeiramente, moralmente, e emocionalmente. Sem a orientação dos pais, o domínio de polícias brutais e das suas sombrias reflexões, e de criminosos organizados, avançam para dominar as ruas.

Existem muitas coisas que podem ser ditas sobre os sistemas políticos, mas esses argumentos centram-se no narcisismo de diferenças mínimas quando comparados ao sistema legal patriarcal e as alternativas bárbaras. Se a lei não atribui a autoridade permanente ao pai, então a lei tem que depender de "executores" tirânicos como forma e implementar a vontade do Estado em seu lugar.

O que é preciso para restaurar o estado de direito é o que sempre foi preciso para manter a lei: é reinstalar os pais como o meio principal através do qual a lei se faz sentir neste mundo de coisas reais, e não só no mundo das ideias. A alternativa é a tirania caprichosa tanto de cima como e baixo.


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“Marcha para Satanás” deverá ocorrer em várias capitais brasileiras


"Marcha para Satanás" deve ocorrer em várias capitais

Evento debocha de cristãos e apela para liberdade religiosa
Para muitos é só mais um desses eventos fictícios criados no Facebook como piada. Mas uma leitura atenta do que propõe essas páginas verá que deve acontecer mesmo. A paródia satânica da Marcha para Jesus, evento que é realizado no mundo todo, será no dia 17 de janeiro de 2016, em São Paulo.

A ideia original convidava adeptos e simpatizantes para percorrer a Avenida Paulista, a partir das 16 horas. Já existem mais de 40 pessoas confirmadas na página oficial.

Uma série de comentários mostra que, se para alguns, a coisa toda é uma brincadeira, há várias pessoas levando a sério. O aviso no alto da página, diz: “Não é evento fake. Vamos todos mesmo para a paulista!”.

Uma espécie de manifesto, assinado pelo criador do evento, que se autodenomina Apo Panthos Kakodaimonaz, convida os interessando em para marchar “nas ruas em glória a nosso pai, Satanás… Para não dizer que estamos copiando a Marcha Para Jesus, os participantes da Marcha Para Satanás estão proibidos de pregar ódio contra homossexuais, mulheres, trans…Também queremos exigir que Bolsonaro, Cunha, Malafaia e Feliciano cometam suicídio”.

Replicando o evento de São Paulo, surgiram páginas do evento na mesma data em Porto Alegre, Rio de Janeiro, Maceió. Todas usam a mesma imagem, uma representação da Santa Ceia, tendo uma figura demoníaca no centro.

Em todas, os organizadores afirmam que o evento é real e alegam que as leis do país asseguram liberdade de expressão e liberdade religiosa, por isso têm o mesmo direito que os cristãos de expressar sua fé publicamente.

Os comentários deixados por crentes são rebatidos e ridicularizados.  Proliferam os palavrões, as ofensas à fé e as ameaças contra cristãos. Algumas mensagens chegam a pedir a morte de líderes e incentivam que igrejas sejam queimadas e saqueadas.

Apesar de a chamada “zoeira” ser a norma em dezenas de páginas do Facebook, o que pode ser visto nestas é a disposição de pessoas que se denominam “ateus” a se juntarem aos que se consideram “satanistas” para realizar, de fato, um ato público cujo sentido é apenas provocar a maioria cristã do país.

Nos últimos anos, o satanismo tem se exposto muito mais. Nos Estados Unidos, onde a primeira igreja do gênero foi fundada, foi inaugurada recentemente a primeira estátua para adoração pública de Lúcifer. Seus templos têm se multiplicado e seus seguidores têm conquistado politicamente os mesmos direitos dos cristãos.


Heterofobia - Comerciante manda matar namorada de seu amante em Extrema (MG)


COMERCIANTE JÁ CONFESSOU QUE TEM UM CASO COM O NAMORADO DA UNIVERSITÁRIA LARISSA ASSASSINADA.

Namorado e comerciante são acusados do assassinato da universitária Larissa Gonçalves, em Extrema, no Sul de Minas

O namorado da universitária, Luccas Gamero, é apontado por comerciante preso como mandante do crime

O modelo Luccas Gamero, namorado da universitária Larissa Gonçalves, foi apontado pelo comerciante José Roberto dos Santos Freire como o mandante do crime que chocou a cidade de Extrema, no Sul de Minas. Ambos estão preso na penitenciária de Pouso Alegre.

Larissa estava desaparecida desde a tarde de 23 de outubro. Testemunhas disseram à Polícia Militar (PM) que ela chegou de carro à rodoviária, de onde seguiria de ônibus para a universidade, que fica em Bragança Paulista (SP). O trajeto era feito diariamente. Segundo a PM, quando a jovem chegou ao terminal foi abordada por um casal. O homem parecia estar armado e rendeu Larissa, que foi colocada no banco de trás. Em seguida, saíram levando o carro, que foi encontrado próximo a um ponto de ônibus com a chave na ignição. 


Crueldade

Segundo a médica legista que atendeu o caso, o corpo da vítima estava em estado avançado de decomposição e apresentava diversos sinais de violência quando foi encontrado no dia 3 de novembro.

"Ela estava com o corpo amarrado. Os punhos estavam amarrados aos tornozelos com fios elétricos. Pelos sinais, tudo indica que ela foi amarrada em vida. A cabeça foi toda envolta com uma fita adesiva e o corpo foi encontrado dentro de uma sacola de transporte", disse Tatiana Telles Koeler de Matos.

Ainda segundo a legista, o estado em que o corpo foi encontrado dificultou a avaliação técnica e não permite precisar como ela foi morta.

"Como a cabeça estava envolta em fita adesiva, eu não tinha elementos técnicos para dizer se a morte se deu pela asfixia por obstrução das vias áreas pela fita adesiva ou se ela morreu pelo estrangulamento", afirmou.

O corpo da jovem foi velado ainda durante a noite de terça-feira (3) e enterrado na madrugada de quarta-feira (4) no Cemitério Municipal de Extrema. Centenas de pessoas acompanharam o velório e o sepultamento. Na noite de quarta-feira, amigos e familiares se reuniram no Santuário de Santa Rita de Extrema para prestar as últimas homenagens à estudante.

Envolvimento do namorado

A polícia investiga o envolvimento do namorado da jovem no crime. Gamero teve a prisão temporária decretada após depoimento de Freire à polícia, que o apontou como mandante do assassinato. Segundo o delegado Valdemar Lídio Gomes Pinto, que investiga o caso, uma testemunha teria provado que o comerciante e o namorado da jovem tinham um relacionamento amoroso. O delegado também teria dito que foi o namorado quem deu o dinheiro para que um casal fosse contratado em São Paulo (SP) para a execução do crime.

"Segundo o que está preso, José Roberto, ele [Lucas Gamero] tem envolvimento no fato sim. Ele teria dado a ideia do sequestro e da morte. São declarações do José Roberto. Agora nós vamos tomar as declarações do Lucas e procurar outros meios de prova para certificar essa realidade ou não", disse o delegado. "O Lucas não queria que se tornasse pública a condição de homossexual dele", completou.

Conforme a polícia, o casal que executou o crime teria sido contratado por um garoto de programa, a pedido do comerciante que está preso.

"No dia, José Roberto entrou em contato com o garoto de programa e marcou na praça. Esse rapaz veio com uma mulher que ele [Freire] não sabe o nome e foi direto para o pátio da rodoviária. Eles já sabiam a rotina da Larissa", diz o delegado.

"Depois que ela chegou, eles já a abordaram e seguiram em direção à casa [de Freire]. Ela foi morta na casa dele. Depois, eles enrolaram o corpo e desovaram", explicou Valdemar Pinto.

Alemanha: Onda de Crimes Praticados Pelos Migrantes, Polícia Capitula

De acordo com o último cálculo da ONU, dos 579.617 refugiados/migrantes que ingressaram na União Européia pelo mar no corrente ano, 69% são adultos do sexo masculino. Acima, centenas de imigrantes chegam em Munique em 12 de setembro de 2015.
Soeren Kern
Os candidatos a asilo estão contribuindo para a escalada de crimes violentos por toda a Alemanha. No entanto as autoridades alemãs estão minimizando o desrespeito à lei, aparentemente para evitar alimentar sentimentos anti-imigração.
Um relatório confidencial da polícia, vazado para uma revista alemã, revela que 38.000 candidatos a asilo foram acusados de cometerem crimes no país em 2014, um recorde. Os analistas acreditam que esse número, que corresponde a mais de 100 crimes a cada dia, é apenas a ponta do iceberg, já que muitos crimes não são esclarecidos nem reportados.
A atual disparada na criminalidade, incluindo estupros, assédio sexual e agressões físicas, esfaqueamentos, invasões de domicílios, saques, arrombamentos e tráfico de drogas, vêm acompanhados também com o número recorde de entrada de refugiados da África, Ásia, Oriente Médio e Bálcãs Ocidentais.
De acordo com um documento confidencial obtido pelo jornal alemão Bild, o governo já estima que a Alemanha irá abrigar cerca de 1,5 milhão de candidatos a asilo em 2015, incluindo aí os 920.000 que entraram no último trimestre de 2015. Esse número equivale praticamente ao dobro da estimativa anterior, realizada no mês de agosto desse ano, que projetava 800.000 candidatos a asilo para todo o ano de 2015. A título de comparação, a Alemanha abrigou 202.000 pessoas nos doze meses de 2014.
O documento alerta que considerando a reunificação de famílias, o número de candidatos a asilo poderá atingir mais de sete milhões, com base na suposição de que os indivíduos cujos pedidos de asilo serão aprovados, irão subsequentemente trazer em média de quatro a oito membros da família para a Alemanha.
Paralelamente, as autoridades alemãs agora estimam que pelo menos 290.000 migrantes e refugiados entraram no país sem que fossem registrados, cujo paradeiro é desconhecido.
Tendo em vista que mais de 10.000 novos migrantes entram na Alemanha por dia, observadores alertam que a criminalidade, com certeza, vai se tornar uma bola de neve. Os especialistas dizem que muitos desses imigrantes jamais se integrarão na sociedade alemã, pelo fato deles não possuírem os mínimos requisitos básicos para encontrarem trabalho no país. Alguns alertam sobre o perigo da criação de sociedades paralelas espalhadas pela Alemanha, nas quais migrantes preguiçosos são sustentados por uma mistura volátil de auxílios da assistência social, financiados com dinheiro dos contribuintes e através do crime.
Os migrantes estão se tornando cada vez mais indisciplinados no que tange o desrespeito às leis alemãs. Por exemplo, em 11 de setembro, dois candidatos a asilo da Líbia tentaram furtar mercadorias de um supermercado da rede Netto-Markt em Freiberg, uma cidade da Saxônia. Após serem pegos em flagrante pela segurança com a mercadoria, eles apelaram para a violência e conseguiram fugir.
Logo em seguida, os ladrões retornaram ao supermercado armados com um facão e spray de pimenta e passaram a ameaçar os funcionários. Quando a polícia chegou ao local do crime, os criminosos atacaram os policiais, que atiraram para cima em sinal de alerta. Um dos migrantes foi detido e o outro conseguiu fugir.
Poucas horas se passaram e o detido, de 27 anos de idade, morador em um abrigo para refugiados na cidade de Freiberg, abrigo este mantido com dinheiro do contribuinte, foi solto sem que contra ele tivesse sido efetuada nenhuma acusação. Na manhã seguinte os dois voltaram ao supermercado e ameaçaram decapitar os funcionários com uma faca.
De acordo com a mídia local, os promotores de justiça instruíram a polícia a soltarem os dois criminosos porque eles não fizeram uso da força quando do primeiro furto. "Os atos não poderiam ser classificados como crime nem latrocínio porque os acusados não usaram nem ameaçaram usar de violência para levarem a termo seus crimes", afirmou um porta-voz. Em todo caso, ele acrescentou que não havia necessidade de deter os acusados porque como candidatos a asilo eles não apresentam nenhum risco maior de fugirem da justiça.
O Prefeito de Freiberg Sven Krüger, do Partido Social Democrata, de centro-esquerda, repudiou publicamente a falta de ação do judiciário. "Não tenho palavras", disse ele. "Não consigo entender o nosso sistema judiciário, ele soltou o criminoso. Ainda ontem ele ameaçou os funcionários e os policiais. Assim não é possível dar proteção aos nossos cidadãos e o trabalho da polícia é desperdiçado".
A imprensa local reportou que o incidente no supermercado Netto-Markt não é um caso isolado: furtos em lojas cometidos por migrantes estão se tornando fatos da vida cotidiana na cidade de Freiberg e os ladrões raramente respondem pelos seus atos.
No início de setembro, na mesma cidade, uma senhora que trabalha no caixa de outro supermercado levou socos no rosto desfechados por migrantes, depois que ela tentou apartar uma briga entre candidatos a asilo no interior da loja. O gerente de outra loja contou que após ser insultado e cuspido, teve que contratar um serviço de segurança privada para reduzir os prejuízos por conta dos furtos praticados pelos migrantes.
Em Hamburgo, a segunda maior cidade da Alemanha, a polícia disse estar impotente diante da disparada no número de crimes cometidos por jovens migrantes oriundos do norte da África. Hamburgo já abriga mais de 1.000 dos assim chamados migrantes menores desacompanhados (minderjährige unbegleitete Flüchtlinge, MUFL), cuja maioria mora nas ruas e, ao que tudo indica, pratica todos os tipos de crimes.
Um relatório confidencial, vazado para o jornal alemão Die Welt, revela que a polícia de Hamburgo efetivamente capitulou diante dos migrantes adolescentes que os superam de longe em número e os subjugam. O documento diz o seguinte:
"até a questão mais sem importância pode rapidamente se transformar em confusão e distúrbio. Os jovens se reúnem em grupos para se defenderem mutuamente e também para se enfrentarem...
"Ao lidarem com pessoas fora de seu meio, os jovens se comportam de forma grosseira, mostrando total falta de respeito pelos valores e normas locais. Os jovens se reúnem principalmente na região central da cidade, onde eles podem ser vistos praticamente todos os dias. Na maioria das vezes, durante o dia, eles rondam no bairro de São George, ao cair da noite porém, eles começam a entrar em ação em Binnenalster, Flora e Sternschanzenpark e São Pauli (todas localizadas na região central de Hamburgo). Eles normalmente aparecem em grupos, já foram observados cerca de 30 jovens nas noites de finais de semana em São Pauli. O comportamento desses jovens em relação à polícia pode ser descrito como de extrema delinquência, caracterizado como agressivo, desrespeitoso e prepotente. Eles estão sinalizando que não se importam com as providências da polícia...
"Esses jovens logo se comportam de maneira ostensiva, principalmente como batedores de carteiras e roubos. Eles também arrombam casas e veículos, mas esses crimes em muitos casos são reportados como transgressões ou vandalismo porque os jovens estão apenas procurando um lugar para dormir. Furtos de alimentos em lojas já é coisa do dia a dia. Quando são detidos, eles resistem e agridem os policiais. Esses jovens não respeitam as instituições do estado".
O documento relata que as autoridades alemãs relutam em deportar os jovens para os seus países de origem porque eles são menores de idade. Como consequência, à medida que mais e mais menores desacompanhados chegam em Hamburgo a cada dia que passa, os crimes não só persistem como continuam a crescer.
Enquanto isso, na tentativa de salvar a indústria do turismo da cidade, a polícia de Hamburgo começou a tomar severas medidas repressivas contra batedores de carteiras e bolsas. Mais de 20.000 bolsas, cerca de 55 por dia, são roubadas na cidade a cada ano. Segundo Norman Großmann, diretor do gabinete do inspetor da polícia federal de Hamburgo, 90% das bolsas são roubadas por jovens do sexo masculino com idades entre 20 e 30 anos oriundos do norte da África e dos Bálcãs.
Em Stuttgart, a polícia está enfrentando uma batalha perdida contra centenas de candidatos a asilo de Gâmbia que traficam drogas abertamente nas ruas da cidade. Ao mesmo tempo, gangues de migrantes do norte da África se dedicam à fina arte de bater carteiras. A polícia afirma que um em cada quatro migrantes abrigados na cidade vizinha de Remstal, foi acusado do crime de roubo.
Em Dresden, migrantes da Argélia, Marrocos e Tunísia tomaram o controle, de fato, da icônica Wiener Platz, uma grande praça pública em frente a estação central de trens. Lá (na Wiener Platz) eles vendem drogas e batem as carteiras dos transeuntes, normalmente ficam impunes. As batidas policiais na região da praça se transformaram em um jogo de whack a mole, ou seja: um número infindável de migrantes sempre substituindo aqueles que foram detidos.
Um editorial de um jornal local disse estar chocado com o estado de coisas no centro da cidade de Dresden:
"normalmente a estação central de trens é considerada o cartão de visitas de uma cidade, ao mesmo tempo ela também é um chamariz para atividades duvidosas...
"Uma visita feita ontem ao local foi de arrepiar: o comércio em estado desesperador, funcionários assustados, transeuntes em estado de choque vendo traficantes vendendo drogas livremente diante de seus olhos. Isso criou um clima de medo que precisa ser combatido com a máxima urgência.
"Não é possível que uma gangue de rapazes se apodere de uma região inteira para operar seus negócios ilícitos. A Wiener Platz é um dos principais pontos de entrada da cidade de Dresden.... Milhares de pessoas, indo e vindo do trabalho, além de turistas, passam pela praça todos os dias. Elas deveriam se sentir seguras...
Em Berlim, um relatório confidencial da polícia vazado para o jornal alemão Bild, revelou que cerca de uma dezena de clãs árabes controlam o submundo do crime da cidade. O relatório afirma que os clãs, que se dedicam ao comércio de drogas, roubo a bancos e arrombamento de lojas de departamentos, chefiam um "sistema paralelo de justiça" no qual eles resolvem suas diferenças por intermédio de mediadores de outras famílias de criminosos. Quando o estado alemão se interpõe, os clãs tentam subornar ou ameaçam usar de violência para convencer as testemunhas a se manifestarem a seu favor.
Paralelamente, um relatório da polícia, politicamente incorreto, vazado para o jornal alemão Der Tagesspiegel, revelou que mais de 80% dos crimes violentos registrados em Berlim são cometidos por não-alemães.
Ao mesmo tempo, em Berlim, milhares de policiais não podem mais carregar armas por conta de cortes no orçamento dedicado ao treinamento obrigatório para o manejo de armas de fogo.
Em Duisburg, a escalada vertiginosa de crimes violentos cometidos por imigrantes vindos do Oriente Médio e dos Bálcãs estão transformando regiões da cidade em "bolsões de ilegalidade", bolsões estes que estão se tornando de fato zonas "proibidas" para a polícia, de acordo com um relatório confidencial da polícia vazado para a revista alemã Der Spiegel.
Duisburg, uma das cidades industriais mais importantes da Alemanha com uma população de aproximadamente 500.000 habitantes, abriga cerca de 60.000 muçulmanos, em sua maioria da Turquia. Esse total faz dela uma das cidades mais islamizadas da Alemanha. Em anos recentes, entretanto, milhares de búlgaros e romenos (incluindo "ciganos" Sinti e Roma) se deslocaram para Duisburg. Essa combinação está criando um caldeirão étnico-religioso extremamente volátil.
De acordo com a revista Der Spiegel:
"há bairros onde gangues de imigrantes estão se apoderando de trens inteiros de metrô. Residentes nativos e homens e mulheres de negócios estão sendo intimidados e calados. Passageiros que viajam de bonde ao anoitecer e à noite propriamente dita, descrevem suas experiências como verdadeiros pesadelos. Policiais, principalmente do sexo feminino, estão enfrentando altos níveis de desrespeito e agressividade.
"No médio prazo nada irá mudar, de acordo com o relatório. As razões são as seguintes: alta taxa de desemprego, falta de perspectivas de emprego para imigrantes sem qualificações para o mercado de trabalho alemão e tensões étnicas entre grupos de migrantes. O departamento de polícia de Duisburg quer intensificar sua presença nas ruas e vigiar de perto os criminosos, de maneira mais consistente.
"Especialistas vêm alertando, já faz algum tempo, que os bairros problema poderão acabar se transformando em zonas proibidas. Há anos o presidente do Sindicato da Polícia Alemã Rainer Wendt, disse o seguinte à Spiegel Online: em Berlim ou no norte de Duisburg há bairros onde colegas nem ousam parar suas viaturas, porque sabem que serão cercados por 40 ou 50 homens. Esses ataques representam uma ameaça deliberada à autoridade estatal, ataques estes em que os perpetradores expressam seu desprezo pela nossa sociedade".
O incessante acúmulo de relatórios policiais vazados parece indicar que a polícia está perdendo a paciência com essas políticas multiculturais patrocinadas pelo estado, que estão tornando a Alemanha um país cada vez mais inseguro.
As autoridades alemãs estão sendo acusadas, repetidas vezes, de não informar o verdadeiro nível da questão criminosa no país. Por exemplo, de acordo com o chefe da associação dos peritos criminais (Bund Deutscher Kriminalbeamter, BDK), André Schulz, cerca de 90% dos crimes sexuais cometidos na Alemanha em 2014 não aparecem nas estatísticas oficiais. Ele disse o seguinte:
"por anos a fio a política praticada foi a de deixar a população alemã no escuro no que tange a verdadeira situação da criminalidade... Os cidadãos estão sendo feitos de bobos. Em vez de dizer a verdade, eles (autoridades do governo) estão fugindo da sua responsabilidade, jogando a culpa nos cidadãos e na polícia".
Schultz também alerta que, com base em sua experiência, um total de 10% dos migrantes acabarão se envolvendo em atividades criminosas, incluindo roubo, agressão e tráfico de drogas. Isso significa que com a entrada desordenada de migrantes em 2015, a Alemanha está efetivamente importando mais 100.000 criminosos.
Enquanto isso, os relatórios sobre a criminalidade utilizam todos os meios que o eufemismo do politicamente correto pode oferecer para descrever suspeitos estrangeiros, sem fazer uso dos termos "migrante" ou "migrante muçulmano".
Em 7 de outubro, por exemplo, uma idosa de 86 anos de idade teve a sua bolsa roubada por um homem de "cabelos escuros" (dunklen Haaren) em Bad Urach. Também em 7 de outubro, três "sulistas" (Südländer) roubaram uma loja de roupas em Fellbach.
Em 6 de outubro uma idosa de 89 anos de idade na cidade de Darmstadt foi roubada por dois homens que falavam alemão com "sotaque da Europa Oriental" (osteuropäischem Akzent). Em 5 de outubro, um idoso de 72 anos de idade foi roubado em Stuttgartpor três pessoas de "pele marrom" (bräunliche Haut).
Em 2 de outubro, uma idosa de 64 anos de idade teve a sua bolsa roubada por duas mulheres de "cabelos pretos" (schwarze Haare) na cidade de Gießen. Em 1º de outubro, um homem de 24 anos foi roubado sob ameaça de uma faca por dois homens de "pele escura" (dunkelhäutig) na cidade de Wiesloch.
Em 11 de setembro, uma menina de 16 anos foi estuprada por um "homem de pele escura" (dunklem Hauttyp), nos arredores de um abrigo para refugiados na cidade bávara de Mering. Em 30 de agosto, um homem de 21 anos de idade foi roubado por dois homens falando "alemão macarrônico" (gebrochenem Deutsch) na cidade de Karlsruhe.
Em 30 de agosto, um homem de 24 anos foi agredido por um homem de "aparência sulista" (südländischem Aussehen) em um posto de gasolina na cidade de Ludwigsburg. Em 30 de agosto, um homem de 33 anos foi atacado com spray de pimenta e em seguida roubado por dois homens de "aparência sulista" (südländisches Erscheinungsbild) em Stuttgart. Em 29 de agosto, quatro cidadãos alemães foram agredidos por um homem "de cabelos curtos, olhos escuros e aparência sulista" (südländisches Aussehen) emÜberlingen, uma cidade praiana ao norte do Lago Constance.
Em 29 de agosto, um homem de 21 anos de idade foi roubado por dois ladrões "de pele escura" (braune Hautfarbe) em Heidelberg. Em 28 de agosto, uma mulher de "cabelos pretos, compridos" (schwarzen langen Haaren) roubou 1.000 euros de uma idosa de 95 anos de idade e de outra idosa de 93 anos em Sigmaringen, uma cidade que fica no estado de Baden-Württemberg.
Em 5 de junho, um requerente de asilo de 30 anos, somali, chamado "Ali S" foi condenado a quatro anos e nove meses de prisão por tentar estuprar uma mulher de 20 anos em Munique. Ali já tinha cumprido uma sentença de sete anos de prisão por estupro e estava em liberdade há apenas cinco meses, antes de cometer outra vez o mesmo crime. Na esperança de proteger a identidade de Ali S, o jornal Münchner Abendzeitung se referiu a ele pelo nome mais politicamente correto de "Joseph T."
Em um livro intitulado "O Fim da Segurança: Porque a Polícia Não Consegue Mais Nos Proteger", o autor Franz Solms-Laubach assinala que a polícia alemã está ficando cada vez mais desmoralizada por conta da escalada vertiginosa da criminalidade. Ele acusa os estrategistas da política alemã pelos cortes no orçamento e pela diminuição do staff que estão inviabilizando o trabalho da polícia, ou seja: proteger os cidadãos alemães e suas respectivas propriedades.
Segundo Solms-Laubach, não-alemães já somam aproximadamente 10% da população alemã, mas cometem mais de 25% dos crimes. A única solução, segundo ele, é fazer com que os migrantes entendam que se cometerem crimes na Alemanha serão deportados.
Traduzido por Joseph Skilnik do original em inglês: Germany: Migrant Crime Wave, Police Capitulate
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